SP LOVE Acompanhantes encontro vip casarão azul Anitta Taylor Terapeutas acompanhantes de luxo sp Acompanhantes10 descorty Acompanhantes emprego

RELATOS DO MEMBRO

MIRELLA MORENO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96742-2220
MIRELLA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

09 de Abril de 2021 às 22:04



Na terceira idade, a mente impõe um controle implacável sobre o corpo. Ao contrário do que ocorre na juventude e nos primeiros anos da fase adulta, os hormônios perdem a influência sobre os nossos instintos, é o imaginário que passa a nos guiar. Posso dizer a vocês, com toda a certeza, de que foi a beleza da Mirella que me levou a retornar ao seu aconchegante colchão pela terceira vez quase consecutiva. Como já citei em outro relato, a beleza me fascina, é um culto quase religioso para os meus olhos. E garanto a você, afeiçoado amigo, que sou um homem de bom gosto.

Eu estava no lendário Coliseu da Massas, tinha duas reuniões marcadas após o almoço, o que me fez desconsiderar qualquer possibilidade de encontro sexual na tarde desta sexta-feira. De súbito, porém, as duas reuniões foram adiadas para a próxima semana. Eu e Pikachu (o inseparável) nos vimos diante da mais descomunal e avassaladora liberdade. O que fazer? Envio uma mensagem para Mirella pelo WhatsApp, sem esperança de que ela pudesse me atender. Em questão de segundos, a menina responde, estava indo embora, mas diz que poderia me esperar caso eu quisesse vê-la. Eu queria, queria muito estar ao lado dela. Marco o horário e saio ofegante do Coliseu, vitimado por uma overdose de carboidratos.

O Centro da Cidade mostrava um cenário estranho. Atualmente, o Centro sempre me parece exibir um cenário de pós-guerra. No meio do caminho, decidi ajudar a digestão bebendo uma boa xícara de café onde fosse possível. Estaciono em um balcão de bar e peço uma dose de cafeína, a xícara chega escaldante e dou um gole no líquido negro e renovador de energias. É incrível como o prazer possui várias faces, sentir aquele gosto estimulante e abrasador rasgando a minha garganta foi o primeiro orgasmo que me acometeu nesta tarde de final de semana.

Caminhei em direção ao edifício Central e algo intrigante aconteceu, Pikachu dava pequenos sinais de vida sob a proteção calorosa da cueca. Bom presságio. O café talvez tenha acordado o meu velho e combalido Pokémon de museu. Sigo até a recepção, onde uma das inúmeras meninas novinhas do prédio confirma o meu cadastro de visitante reincidente a uma das salas do condomínio. Recebo um crachá. Aviso a Mirella de que estou na área e ela me autoriza a subir. Entro no elevador e a voz robótica informando a passagem dos andares pareceu excitar o rebelde Pikachu. Fiquei surpreso.

Toco a campainha da sala, Mirella abre a porta. Linda. Repito: linda. Mais uma vez eu digo: lindíssima.

A menina estava com um brilho, uma luz na pele, foi a vez que a senti mais bonita. Fiquei impressionadíssimo. Seminua, coberta por uma lingerie preta de vibração altamente sexy, ela me dá um selinho e me conduz. No balcão da antessala, havia um pacote da Kopenhagen. Imaginei que algum forista havia passado por ali antes de mim, pois somente foristas guardam essa obsessão por bombons da Kopenhagen. Às vezes, suspeito que todo forista é um adulto traumatizado pelo filme do Willy Wonka, dos Oompa Loompas e da Fantástica fábrica de chocolate.

Este terceiro encontro com Mirella foi, indubitavelmente, o melhor. Entrou para a minha lista de momentos inesquecíveis. É provável que tenha sido assim devido a intimidade crescente que ganhei com a garota, a partir das conversas longas que tivemos e pela comovente compaixão que ela demonstrou pelo breve Pikachu.

Seguimos o ritual de beijos, amassos, abraços, sarradas, chupadas e gemeção. Pikachu confirmou que vive, o que me causou uma emoção quase mística. Para não perder tempo, coloquei Mirella de quatro. Ela me provocou empinando para o céu aquela bunda celestial e meti como um camelo sedento diante de um oásis. Acho que babei. Mirella gemia alto, pedia para socar, dizia que queria que eu comesse a sua bocetinha. Pikachu, o Lázaro da Tijuca, reviveu os dias da remota juventude. Comemos aquela bocetinha como as obesas que devoram os bombons da Kopenhagen. Acredite, forista sem fé, não gozei, me vaporizei naquela vagina ardente e extraordinária. Ejaculei a história da humanidade naquele útero, desde o Big Bang aos dias atuais. Foi uma longa e antológica gozada que me fez cair em coma sobre a terra sagrada dos libertinos, o colchão da alcova.

Confesso, deixei o edifício Central exausto. Parecia que eu tinha corrido uma maratona. Voltei para a casa, na bucólica Tijuca, deitei-me e apaguei. Quantas transas nos causam esse bom cansaço? Poucas. Raríssimas. Se eu estou apaixonado por Mirella? Perdoe-me, estimado forista, mas é preciso que cultivemos alguns segredos. Não posso obrigá-lo a conhecer a Vênus de Milo do Largo da Carioca, só posso afirmar que eu e uma misteriosa sacola da Kopenhagen estivemos lá. A decisão é sua. Hum

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Matemático, Alucard, Fazzo Casanova, Yojiro, Araujo, ronondex, Saulo Top, Predator, Michael Corleone, schusk, Bean, Chinaski, curtiram esse TD.
MIRELLA MORENO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96742-2220
MIRELLA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM

25 de Março de 2021 às 23:03



Acredite, forista sem fé. Depois de um curtíssimo intervalo de tempo, voltei a me encontrar com a Mirella. Tentei resistir, mas a beleza me atrai de modo irrefreável. A beleza para mim é um culto, uma religião. Como já disse, Mirella é belíssima, além de possuir um carisma extremamente sedutor. Confesso, afeiçoado companheiro, fiquei muito impressionado pela menina, foi inevitável que uma ponta de amor brotasse como um incêndio no meu castigado coração mundano. Sim, você tem razão se pensa que este velho que aqui escreve está a caminho da desilusão. Com esta minha índole britânica e intelectualizada, jamais alcançaria qualquer sentimento da jovem morena cheia de energia que me inspira. Vamos ao relato...

Centro do Rio no início da tarde, o Sol açoitava a cabeça dos pedestres que transitavam pelas calçadas fumegantes. Hora do almoço, eu ia firme e determinado em direção ao Coliseu das Massas, um hábito que me engorda. Após me empanturrar no rodízio, deixei o restaurante me sentindo um caminhão arrastando a carga de uma tonelada de nhocs, rondelles e canelones. O calor começou a me fazer suar em bicas. O estômago sobrecarregado pelo infindável ciclo da digestão suplicava pelo repouso. Como eu fui capaz de pensar em sexo naquele momento? Não sei. Talvez, um ímpeto suicida tenha me roubado o bom senso. O fato é que saquei do bolso o celular e chamei Mirella pelo Whatzapp. Ela me explicou a dificuldade que passa para responder mensagens em seu atual aparelho, o que me esclareceu o motivo das respostas telegráficas. Atenciosa, me arranjou um horário às 15h. Aceitei com um sorriso no rosto.

Embrenhei-me pela multidão que se esbarra buscando o sentido da vida e fui tomar um café para passar o tempo. Ainda faltava uns quarenta minutos para o encontro. A ideia do café não foi feliz, o suadouro aumentou diante do calor implacável. Entrei em uma farmácia e comprei um viagra, temi que o meu esgotamento físico me levasse a outro vexame, apesar dos vexames serem profecias inevitáveis na vida de um senhor da terceira idade que persegue estender a sua vida sexual. O momento do encontro se aproximava, fui me rastejando até o Edifício Central, ainda carregando a tonelada de rondelles, canelones e nhocs que lutavam contra a digestão.

Agora, no Edifício Central é necessário passar por uma recepção e realizar cadastro para subir. Como eu havia visitado o prédio há poucos dias, fui somente confirmar o cadastro. O Edifício Central está apinhado de recepcionistas jovens e bonitinhas espalhadas pelos elevadores e no balcão das recepcionistas. Soletrei o número do meu CPF para a menina que me atendeu e descobri que meu nome constava no sistema como José de Arimateia. Um erro que me obrigou ao recadastramento, pois eu jamais assumiria uma falsa identidade como Arimateia. Burocracia resolvida, peguei o elevador e subi.

Toco a campainha da sala ansioso por vislumbrar a beldade. Mirella abre a porta vestida numa espécie de maiô cavado que ressuscitaria Lázaro. Infelizmente, percebi neste instante que meu Pikachu não daria sinal de vida, era um cadáver sepultado na cueca. Como já esclareci, estimado forista, na terceira idade o pênis se torna temperamental e rancoroso, não hesita nos frustrar. Fui logo avisando a menina de que eu não estava ali para o sexo, minha intenção seria um namorico. Tomei banho e fui para o quarto. O lugar onde Mirella atende é muito agradável e bem ajeitado, pude confirmar isso.

Ela tira as poucas vestes que cobriam seu corpo colossal e senti uma baba escorrer pelo canto da minha boca. É impossível não salivar diante de uma escultura carnal como Mirella. Fiquei babando diante daquele corpo por metade do tempo do encontro, fiz uma massagem na beldade para poder alisar sua pele impecável e tatuada. Chupei sua chana sensibilíssima com o maior cuidado que pude, lambi seus peitos deliciosos por uns 45 minutos.

— E o Pikachu, Dante? — Perguntaria o forista debochado.

Morto. Se houvesse um desfibrilador naquele cômodo, eu tentaria reanimar o meu velho pênis. Mirella tentou, tadinha. Foi inútil. Pikachu estava irremediavelmente desfalecido. Talvez, fosse o efeito do rodízio de massas associado à quentura carioca. Não sei. Só posso dizer que eu carregava um defunto preso em mim. Isso, porém, não impediu que eu namorasse muito aquela mulher deslumbrante que dividiu a cama comigo. Muitos beijos na boca, carinho, mãos que passeavam pelos recantos mais secretos, roçar de peles. Foi bom, muito bom.

O que eu posso reafirmar neste relato? Posso dizer, sem dúvida nenhuma, que Mirella é um superlativo, uma mulher lindíssima, dona de um corpo trabalhado e tentador; possui uma sensualidade natural; é inteligente e sedutora. Bem articulada, se expressa com facilidade e nos conduz por uma boa conversa. Mirella, em seu conjunto, é uma raridade feminina. Preferia não querer voltar para impedir a minha própria falência, mas é improvável que eu consiga lutar contra o desejo que me atrai para os braços dessa garota. Suspeito que me apaixonei e tenho certeza de que irei me estrepar, mas isso é o amor. Como disse Djavan: “o amor é um grande laço, um passo pra uma armadilha”.

Não termino este relato porque ele terá continuação. A saga continua... Briga

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, peixotarado, Rickyba40, Alucard, Predator, Fazzo Casanova, ronondex, schusk, Brand, Michael Corleone, King_Ragnar, LuizAntonio, curtiram esse TD.
MELISSA CASTELLI - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99842-6234
MELISSA CASTELLI
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$120.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

24 de Março de 2021 às 11:03



Eu estava no Centro, almoçando no lendário Coliseu das Massas, na rua Sete de Setembro, quando o celular apita alertando sobre uma mensagem nova. Melissa me avisava sobre o seu novo local e se eu não gostaria de conhecê-lo sem compromisso. Fiquei surpreso com o simpático convite e disse que iria, mas com compromisso. Ela riu e respondeu que iria me aguardar.

Após me fartar no Coliseu, saí do restaurante arrastando uns 80 quilos de canelones e pizzas que meu estômago ainda tentava digerir. Na rua Uruguaiana, Sol a pino, calor e o povaréu desgovernado se esbarrando na busca pelo sentido da vida. Um libertino que transita durante o dia é uma criatura deslocada, alijado do seu habitat natural, o céu noturno. Caminhei pelo Largo da Carioca, atravessei a Treze de Maio e pisei sobre as pedras portuguesas da Cinelândia. Entrei no prédio indicado por Melissa.

Aperto a campainha da sala. Espero alguns segundos, Melissa me atende com trajes vaporosos e um sorriso de recepcionista com segundas intenções. Melissa é magra, alta, num porte que eu classificaria como modelo de passarela. É uma garota simples, afetuosa, comunicativa e que tenta agradar. Tomo um rápido banho e sou conduzido à alcova. Ambiente organizado, ar-condicionado, privacidade total. Não havia nenhuma menina na sala, além da nossa protagonista.

Beijos de língua, amassos, sarradas, chupadas, lambidas nos seus seios pequenos e deliciosos. Sinto que Melissa gosta que façam destaque da sua chana em alto relevo. Se usássemos o vocabulário masculino, diríamos que ela é “bem-dotada”. Um grelo expressivo que faz volume em nossa boca quando o chupamos. Coloco a garota de quatro e engreno na penetração. Melissa geme baixinho, num tom excitante. Bastaram poucas estocadas para que eu gozasse. Quanto mais idoso nos tornamos, mais próxima fica a ejaculação precoce.

Ação encerrada, ficamos conversando, debatendo sobre o quadro atual dos atendimentos, sobre a movimentação de clientes, dei uns conselhos e me despedi. O ponto positivo foi Melissa demonstrar que se lembrava de mim, estender-me o convite inesperado para conhecer a sala nova e me receber com um carinho acolhedor. É ponto para ela.

Retorno às ruas. A Av. Rio Branco tinha a aparência de um sábado à tarde. Andei até o Largo da Carioca, parei em uma lanchonete e pedi um café. Dei o primeiro gole no líquido negro e quente, que deslizou com seu forte sabor pela minha garganta. Não restando mais nada a dizer, fechei este capítulo. Positivo

membro, Nanda Martins, Matemático, Predator, melzas, ronondex, schusk, Michael Corleone, Jack Bauer, Katsu, Odin, LNzao, alan26272829, Lanna Baroni, curtiram esse TD.
NANDA MARTINS - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96646-8191
NANDA MARTINS
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

23 de Março de 2021 às 20:03



Durante a leitura, você se perguntará se este texto é um TD? Sim, é um TD que me fez refletir sobre encontros e desencontros que a vida mundana nos traz. Não é um TD tradicional, é um TD que prova que o sexo nos faz pensar.

Você é desconfiado, afeiçoado forista? Eu sou.

Quando leio uma narrativa sobre alguma menina em que o autor possui somente um único TD no Fórum justamente sobre ela, eu desconfio. A situação se agrava quando observamos que o autor do único TD nunca mais escreve nada, a não ser que seja para dizer que fez repeteco com a mesma menina do único TD. No meu entendimento, é péssimo para a menina e nos faz suspeitar sobre a qualidade do atendimento.

Agora, se me perguntarem se desconfio de uma garota que possui dezenas e mais dezenas de TD, eu direi que não, não desconfio. A repetição da diversidade é a chancela que confirma o talento da garota. Nos tempos remotos dos fóruns, se um forista escrevesse vários TDs sobre a mesma menina, mesmo possuindo diversos relatos também com outras mulheres, corria o risco de ser banido do espaço por suspeita de favorecimento. Uma ignorância. Alguém que se presta ao esforço de escrever várias vezes sobre uma mulher está exibindo o entusiasmo que ela foi capaz de provocar. E o entusiasmo só brota quando conhecemos mulheres que sabem nos conquistar, na cama e na alma. Nanda Martins faz parte das virtuosas.

Nanda Martins, Nanda Martins... Repita o nome e constate como ele já integra o inconsciente coletivo do Fórum. É um arquétipo, um paradigma. Nanda é uma dessas mulheres bissextas que obrigam que o nível geral das outras se eleve. Irei me dispensar de descrever sobre o meu desempenho sexual com a Nanda. Inclusive por não ter desempenho, eu cometo vexames. Seria tedioso. Prefiro dissertar sobre o aspecto psicológico dos encontros.

Há meninas que buscam um diferencial, aprendem com os clientes, captam expectativas e tentam alcançá-las. Fui fiel a uma moça de Termas que no dia seguinte ao nosso primeiro encontro enviou uma mensagem de bom dia para mim, pude confirmar como isso faz diferença. É um gesto emocional. Depois descobri que ela enviava mensagens de bom dia em massa pelo WhatsApp, outros 357 clientes recebiam também, mas o que vale é a intenção. Nanda possui esse tipo de distinção, há poucos dias me avisou pelo Zap que teria para mim o horário da minha preferência em uma sexta-feira, eu tratei de aproveitar a gentileza; não são poucas as ocasiões em que ela me envia um bom dia logo cedo, é óbvio que eu ficaria enciumado se descobrisse que ela envia o mesmo bom dia para 357 outros clientes, mas o que vale é a ilusão. Detalhes, meus amigos. São os detalhes que constroem ou destroem o marketing de uma profissional. A interação de uma garota com o cliente além dos limites do programa humaniza a relação, desperta afeto, cria vínculo e fideliza. Quantas sabem disso? Quase nenhuma, mas Nanda sabe.

Existem aquelas mulheres que empolgam, mas só conseguimos sair uma ou duas vezes com elas, não se interessam em nos reservar um horário em nos avisar sobre nada, não fazem convites. No entanto, não é incomum nos deixarem na mão. Carecem de organização, de senso de valor pelo cliente. Isso não ocorre com a Nanda.

O que eu reparo em cada novo encontro com Nanda Martins é que estamos criando um laço de amizade e carinho, nenhum dinheiro é capaz de proporcionar esse prazer, essa alegria. Só a inteligência e a sensibilidade conseguem desenvolver vínculos. Nanda consegue. A intimidade é progressiva, mas recompensadora. Talvez, eu não consiga ficar tão íntimo dela por falta de recursos financeiros, mas compreendo o lado profissional e sei que faz parte. Minha deficiência pecuniária que não invalida o deleite de sentir a evolução do nosso relacionamento.

Confesso, forista sem fé, ousei fazer uma proposta para ela recentemente (atualmente, é muito difícil eu me arriscar em propostas). Não tive resposta, mas tive coragem.

É interessante observar como poucas meninas inspiram uma centena de relatos que se assemelham a romances do Nicholas Sparks ou da Jane Austin, são longas narrativas (mea culpa) recheadas de flertes, pirotecnias e devaneios líricos. É possível que tais relatos ecoem como chatíssimos para o sujeito que entra nos fóruns apenas para colher dicas. Muitos querem objetividade, não conseguem ler nem bula de remédio. No entanto, os TDs mais elaborados contêm a mensagem explícita do impacto que a protagonista da história causou. Mesmo os analfabetos são aptos a deduzir isso.

Nanda é uma bela mulher, uma grande mulher. Sobre o sexo? Ela se entrega, satisfaz desejos, não controla os gestos de um homem sobre a cama. Ela permite e se permite. Podem ter certeza, são qualidades valiosíssimas para quem busca prazer. Sou fã e se um dia eu alcançar a certeza de que ela só envia bom dia para mim, voltarei aqui para dizer que me apaixonei.

A saga continua...

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Brand, Matemático, Nomade, Nanda Martins, Fazzo Casanova, peixotarado, Predator, Michael Corleone, ronondex, schusk, Elprofessor, Besourão, curtiram esse TD.
MIRELLA MORENO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96742-2220
MIRELLA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 TALVEZ

22 de Março de 2021 às 22:03



Perfeição. Eu não poderia contradizer os colegas libertinos que a descreveram como uma mulher bonita, mas ouso fazer um ajuste. Mirella não é bonita, é um superlativo feminino, ela é lindíssima. Uma Vênus de Milo. Realmente, lembra a Anita, mas a Anita foi o rascunho da Mirella. Mirella é a Anita passada a limpo. Fazia tempo que eu não esbarrava com uma beldade de tal dimensão na minha jornada promíscua.

Cheguei ao Centro um pouco antes da hora marcada, como prefiro. Assim, posso me exercitar em uma caminhada que faça fluir o sangue antes do embate. Depois de certa idade, o pênis se torna um companheiro imprevisível e temperamental, ele passa a nos controlar através do terror, da ansiedade. Recentemente, apelidei meu combalido membro de Pikachu, tentando recuperar a velha intimidade que perdemos com o passar dos anos. Não tem resolvido, ele continua rebelde e traiçoeiro. Acredito que o pênis vá tomando raiva dos seus portadores quando alcançamos a velhice, é a vingança contra as décadas de escravidão sexual e trabalhos forçados a que o submetemos.

A tarde estava quente. O Centro um mar de camelôs vendendo o inimaginável. Não havia muita gente pela Av. Rio Branco, que se mostrava mais entulhada de barracas e bancas de bugigangas do que de pessoas nas calçadas. Tomei um café, bebi uma água e entrei no Edifício Central. Agora é necessário tirar foto e pegar um cartão magnético para acessar os elevadores, a loirinha que me atendeu na recepção me causou sonhos românticos. Devidamente identificado, subi.

Toco a campainha da sala. Vi fotos da garota, mas nada me preparou para o impacto quando me deparei com ela pessoalmente. É a perfeição, repito. Cabelos negros e compridos, com o brilho de fios bem cuidados; sorriso de um branco impecável; barriguinha zero; coxas grossas e torneadas; seios pequenos e suculentos. Mirella abre um sorriso e pergunta se está quente lá fora, eu já não sabia de mais nada além do pressentimento de que iria querer passar o resto da minha vida ao lado daquela escultura.

A menina me conduz até a alcova. O ambiente é agradabilíssimo, limpo, bem ajeitado. Não estaria exagerando ao dizer que se assemelha a um quarto de motel. Mirella tira o colante escuro com que me recebeu e sinto o fôlego me faltar. Magnífica. Começamos pelos beijos na boca, Mirella beija com suavidade, um beijo gostoso, calmo, sem a mesma afobação que tomou conta de mim. Explorei seu corpo, lambi seus seios, seu pescoço, sua barriga, alisei suas pernas. Eu queria devorar aquela Deusa de beleza clássica. Insisto, a mulher é belíssima.

Desço para chupar sua chana e descubro que Mirella é sensível, delicada. É preciso ter cuidado com a boca no seu grelinho valioso para não transformar prazer em dor. Tento conter meu ímpeto selvagem. Ela pede para me chupar e inicia uma massagem labial no meu combalido Pikachu, ele reage, se anima, recorda-se da juventude viril.

Puxo Mirella para que fique sobre o meu corpo, ela senta em cima de mim. Manobras perigosas e sarradas ousadas me fazem suar. Boto ela de quatro e me ajoelho. Sim, forista sem fé, Mirella é mulher para saborearmos ajoelhados e agradecendo a graça concedida. Ela se acomoda de quatro e empina a bunda irretocável para cima. O espelho ao lado da cama me oferecia uma panorâmica lateral do tobogã sexy.

Acredite, forista sem fé, ainda irei falecer de derrame por excesso de viagra e de visões como a de Mirella de quatro. Começo a roçar o breve Pikachu naquela bunda monumental e sublime, ele esbarra no grelo da menina em vários momentos, ela geme alto, rebola. Prevendo que Pikachu não teria forças para vestir a camisinha, estava num dos seus dias rebeldia, escolhi continuar naquela posição. Enquanto sarrava aquele rabo renascentista, também engrenei em uma punheta. Mirella gemia, senti os sinais da erupção e gozei sobre aquelas duas esferas perfeitas, o mapa mundi da perdição mundana.

Pelo resto do tempo, com Pikachu visitando o paraíso de Allan Kardec, eu e Mirella ficamos conversando. A garota é inteligente, articulada. Não se trata de uma beleza vazia. O que vejo é que ela não possui tantos TDs quanto merece, é provável que seja uma das profissionais de maior beleza estética do momento e soma a isso um bom atendimento. Deveria ser Pop Star em todos os fóruns. Acredito que o tempo e o marketing corrigirão a injustiça.

Hora da despedida. Deixo o Av. Central querendo ganhar na Mega Sena para voltar todos os dias à sala que abriga a Vênus morena e sensual Amor



ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Yojiro, Alucard, Predator, Araujo, Katsu, Fazzo Casanova, Rafael Durkheim, Brand, ronondex, Lobo Solitário, schusk, Alicia Ferrari, Rickyba40, Michael Corleone, curtiram esse TD.
NANDA MARTINS - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96646-8191
NANDA MARTINS
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

21 de Março de 2021 às 13:03



Cedo, recebi uma mensagem da Nanda me informando que teria o meu horário de preferência livre naquela sexta-feira. Gostei do gesto. Existem meninas que não conseguimos marcar, mas que também não demonstram muito interesse em remarcar ou nos oferecer um novo horário. Nanda mostrou diferencial.

Arrisquei e fui de fusca pra o Centro. Estou descobrindo que dirigir um fusca nos torna celebridade urbana. Os pedestres olham, admiram, invejam. O fusca, com o seu desenho ovalado, possui uma sensualidade imortal. Se não fosse a inibição, a multidão bateria palma e daria vivas à passagem do fusquinha.

Os estacionamentos do Centro estão mais acessíveis e mais baratos, não foi difícil encontrar um abrigo para o Herbie. Caminhei pela Av. Rio Branco em passos rápidos para evitar atraso. Quando alcanço o Marquês de Herval, percebi que não lembrava o número da sala da Nanda e que o WhatsApp estava fora do ar. O destino ameaçava aguar o encontro. Em um lampejo providencial, perguntei pelo chat do GPArena se alguém poderia informar o número da sala da moça e ela própria me respondeu. O chat do Arena salvou a tarde.

Subo, toco a campainha e a Nanda me recebe com um acessório sexy, estava de óculos e quase sem roupa. Talvez a roupa fosse o par de óculos. Vamos para o quarto. O quarto da Nanda é um ponto à parte, sempre que entro naquele cômodo a minha vontade é cancelar o programa e pedir para tirar um cochilo. É aconchegante, tem aquela meia luz que dá sono. Tarde demais, Nanda já estava nua e demos o primeiro beijo.

Nesta linha, faço um intervalo. O que eu posso escrever sobre a Nanda que não soe redundante? O que dizer que as outras dezenas de relatos já não disseram? Como descrever o sexo sem que pareça mais do mesmo? Não há como. Escrevemos sabendo que não haverá originalidade, mas que homenagearemos o mito sexual que conhecemos como Nanda Martins. Seremos repetitivos sabendo que cada encontro com ela é único.

Primeiro faço a degustação carnal, lambendo seus seios apetitosos e chupando sua chana saborosa. Ela estremece, geme baixinho, leva a mão à minha cabeça. É uma delícia chupar a Nanda. Ela inverte o embate e me engole com seu boquete transcendental, feito com uma técnica que deve ser segredo digno de figurar nos arquivos da CIA e do FBI. Para evitar a ejaculação precoce, recorro aos ensinamentos do Monge Gozanão, penso na Quinta da Boa Vista, nas garças, no elefante do zoológico, nos marrecos do laguinho, nos pedalinhos da Lagoa Rodrigo de Freitas e consigo me segurar.

Nanda termina a sessão de tortura, se ergue e lança a pergunta:

— Como você vai querer?

Eu poderia me sentir intimidado, poderia brochar com a intimação pelo orgasmo, mas essa pergunta brotando da boca de Nanda é um leque de infinitas possibilidades eróticas que se abre como um cardápio de restaurante francês. Pedi para ela começar por cima e recebo uma cavalgada que só vemos nos filmes da Mulher Maravilha. Ela fica de quatro e me ajoelho diante daquela escultura monumental. Ajoelho e sinto vontade de rezar, de agradecer a graça concedida, mas evito perder tempo e penetro naquele domínio vaginal úmido e morno. Nanda geme, rebola, encaixa mais o quadril na minha cintura. Nocaute. Gozo muito e despenco estirado no colchão, receando o infarto possível após cada embate com nossa musa.

Ficamos batendo um papo agradável até que uma batida na porta faz meu coração assustado querer saltar pela janela. O tempo tinha terminado. Visto meus trajes, me despeço da Nanda e ganho novamente as ruas moribundas do Centro do Rio. Avisto um Mcdonalds, estou faminto, faço um lanche. Retorno ao meu fusca, aciono o motor, acelero e os pneus deslizam sobre o calor do asfalto. Da calçada, uma criança acena (não sei se para mim ou para o fusca). O fim da tarde se avizinhava, sou tomado por uma inesperada euforia. A vida segue, a vida segue numa velocidade maior do que a do meus fusquinha... E só se vive uma vez. Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Nanda Martins, TeteuZ, Brand, Matemático, Predator, Fazzo Casanova, Elprofessor, Alucard, Patati Patata, Michael Corleone, schusk, curtiram esse TD.
[TERMAS] FEITIÇO DO TEMPO - R. do Santana , Centro - Rio de Janeiro - RJ
ANA
NEUTRO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$100.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
NãO SEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 NãO

17 de Março de 2021 às 22:03



Creia-me, estimado forista. Venho saindo com meninas que atendem por conta própria, dando preferência as que possuem local. A minha colheita tem sido de boas experiências, um saldo positivo e surpreendente para quem antes priorizava como preferência às termas. Apesar disso, nunca me sinto totalmente satisfeito, falta sempre algo que a minha natureza sexual exige desde que o sexo deixou de ser um mistério para mim. Sim, na juventude o sexo ainda guarda aquela aura de mistério, um elemento que contribui para a nossa excitação incontrolável, mas é na fase mais madura que precisamos encontrar um afrodisíaco que substitua o mistério que se extinguiu. No meu caso, eu substituí o mistério pela adrenalina, pela aventura, pelas fronteiras desconhecidas.

Se em tempos remotos a grande façanha humana foi cruzar oceanos em busca de novos horizontes, de novos continentes, para o homem moderno a maior proeza é se enveredar por experiências sexuais que nos renovem, que nos façam sentir o pulsar do corpo, do existir. Não nego, afeiçoado forista, tenho a necessidade de farejar mulheres como tubarões farejam sangue. É a caça que me excita, o desafio.

Estou trocando de carro, mas até que se formalize um desconto a que tenho direito para o meu novo veículo fiquei dependente de táxis, até duas semanas atrás. Um porteiro da minha rua, com necessidade de dinheiro extra, me ofereceu seu automóvel para alugar enquanto espero o desembaraço do meu imbróglio burocrático. Aceitei a proposta e aluguei a viatura do porteiro, um fusca bem cuidado, cor de vinho, com rodas de modelo antigo e rádio com toca-fitas e entrada para CD. Não sou afeito a luxos, prefiro ser prático. A verdade é que um fusca andando pelas ruas chama mais a atenção do que um BMW último modelo. É o que estou reparando nos meus rolés ocasionais.

Sábado à noite, beirando a madrugada. Fiquei na dúvida se seria conveniente sair durante este período de toque de recolher, mas a minha inquietação noturna me lançou às ruas. Para quem possuía um Corolla, entrar num fusca é um experimento quase claustrofóbico. O carro não tem ar-condicionado e o rádio é um provedor de estática. Como não possuo fitas cassetes dignas de utilização, levei uns CDs para não dirigir no silêncio. Encaixo a chave na ignição, piso na embreagem, aciono o acelerador e o fusquinha grita agudo, como se despertasse de um sono secular. Os pneus se movem e ganhamos o negrume do asfalto. A partir de agora, qualquer aventura é possível...

Ligo o rádio e introduzo um CD qualquer. A música invade a cabine, inunda meus ouvidos e faz meu coração acelerar empolgado. A voz de Annie Lennox faz o lobo velho e adormecido que me habita reagir a inércia que tenta domesticá-lo.

Sweet Dreams

O sangue ainda pulsa, eu estava de volta aos sete mares em busca de alimento para a minha alma sem direção. O roteiro noturno de um Rio interditado pelo vírus não nos deixa muitas opções. Peguei a Praça da Bandeira, entrei na Rua Ceará, a minha primeira visita seria ao território onde os homens que mijam em pé: A Vila Mimosa.

Senti dificuldade com a direção do Herbie (o fusca), em determinados momentos parecia que guiava uma carroça puxada por cavalos indomados. Aos poucos, fomos ganhando confiança um no outro, o afeto foi surgindo, até que deslizávamos em harmonia pelos recantos sombrios da cidade. Custei a conseguir estacionar o pequeno fusquinha. Rebelde e de volante pesado, as manobras me custavam um suadouro intenso. Assim que acomodei o carro, pisei com minhas botas gaúchas sobre os paralelepípedos da zona, território sagrado dos libertinos.

Fiquei em dúvida se estava na Mimosa ou no deserto do Saara. Havia tão pouca gente no lugar que era possível dizer que não havia ninguém. O único movimento vinha dos caminhões saindo e entrando do frigorífico. O céu cinza, o ambiente melancólico, tudo fazia com que eu me sentisse personagem de um romance policial, um detetive em busca da loira má. Não demorei muito na Vila, voltei para o fusca e partimos para a Lapa.

No caminho, o CD exala outro som que me empolga. Pitty cantando “Pulsos”. A guitarra faz meu envelhecido coração vibrar junto com os acordes, abro mais as janelas e não me seguro. Cantei.

“Tenta achar que não é assim tão mal, exercita a paciência, guardo os pulsos pro final. Saída de emergência...”

Pulsos

Você está certo, forista sem fé. O sentimento de existir me invadia, me puxava para fora do corpo, me ressuscitava. Direi algo que poderá parecer um clichê, mas a noite é mágica. Enquanto alguns dormem, outros acordam.

Alcancei a Lapa, me enveredei pela Rua do Rezende na esperança de avistar as mariposas no ponto em frente ao hotel Andorinha. Nada. Estacionei o Herbie, agora com mais facilidade. Deixei o carro e fui caminhar. O boteco da esquina estava com meia porta aberta. O silêncio no entorno encobria a atmosfera com um tom sepulcral. Imaginando que não cruzaria com nenhuma Lei Seca, pedi uma dose da Salinas. Sorvi a cachaça como os Deuses sorvem a ambrosia. Imediatamente, as luzes ficaram mais brilhantes, as vozes mudas se tornaram audíveis. Tomei outro gole e foi quando a vi, a mulher rara de despudorada, flamejante e fugaz: a felicidade.

Das caixas de som do botequim emergiu uma música que eu não escutava há anos: Summertime, com Janis Joplin. Os acordes fizeram a noite ganhar um clima underground naquele pé-sujo com lâmpadas florescentes e homens naufragados.

Summertime

Percebi que não conseguiria nada na Lapa anestesiada por estes tempos hostis. Retornei ao fusca e deslizamos para outros territórios. Pego a rua 20 de Abril e quando me aproximo da rua do Senado vejo balões e a entrada de um sobrado com circulação de vida inteligente. Veio-me a sensação de descobrir um planeta após vagar pela escuridão fria do universo. O Feitiço do Tempo desafiava decretos e imposições, estava aberto.

Alojei Herbie no meio-fio e caminhei em direção àquela colônia mundana. Recebo uma comanda e subo os degraus infinitos. Quando entro no salão, me deparo com um ambiente escuríssimo, as mesas iluminadas por velas, poucos clientes e um número razoável de meninas que eu não conseguia identificar se eram humanas devido ao breu que encobria o lugar. Um cenário de taberna da Idade Média. Sinto dificuldade para enxergar em locais pouco iluminados, fui tateando para encontrar um assento. Esbarro em uma menina que me explica a falta de luz elétrica.

— Bebê, senta ali. A Light cortou a luz, mas o dono já acertou e eles devem religar daqui a pouco.

Sentei-me. Como eu disse, não conseguia enxergar muita coisa, via vultos, alguns arredondados e outros esguios. Uma senhora quase idosa se aproximou, minhas pernas tremeram, perguntou se eu queria beber alguma coisa, pedi uma cerveja. No terceiro latão, uma magrinha jeitosa acomodou-se ao meu lado. Bonita de rosto, mas o corpo de faquir. Naquela altura do campeonato, não importava muito, tudo era divino, tudo era maravilhoso. Sim, forista sem fé, Belchior transbordava das caixas de som para explicar por que o nome do bordel é Feitiço do Tempo. E ao som de “Apenas um rapaz Latino-Americano, iniciei o diálogo comercial com a magrinha.

Feita a entrevista básica, decido subir à alcova. Quarto pequeno, estilo cabine, dava para escutar a trilha sonora que vinha da boate. Cauby Peixoto cantava “Bastidores”. A alcova mergulhada nas trevas absolutas. Como conseguiria transar sem enxergar meu combalido pênis e ouvindo Cauby como som ambiente? A magrinha disse que ia pegar suas “coisas” e voltava logo. Fiquei ali, jogado na escuridão, com receio de ser currado. A porta se abriu, só reparei por causa de um fecho de luz de vela que entrou junto com a magrinha. Ela tira a roupa e me espantei um pouco com as costelas salientes da garota, parecia uma daquelas fotos de figuras famintas da Etiópia. Tentei não me concentrar naquilo. A magrinha avançou para o ataque, foi tirando minhas roupas, beijando meu peito, apertando minha bunda, perguntando do que eu gostava com um tom meio satânico. Não nego, amigo forista, aquilo me assustou.

De repente, a vela apaga, fui lançado novamente à escuridão sem nem sequer saber onde minhas roupas estavam. Senti uma boca no meu pau, quis acreditar que era a magrinha, tentei apalpar a cabeça da menina e encontrei os cabelos. Talvez, haja quem goste, mas a sensação de trepar no breu absoluto não me foi muito agradável para mim. Eu tentava agarrar a magrinha e só abraçava o ar. Foi como sodomizar um fantasma. Comecei a sentir um comichão nas costas, havia alguma coisa no colchão. Formigas? Até hoje não sei. Do nada, senti a magrinha sentar no meu pau, era como se eu estivesse transando com a mulher invisível. Não enxergava nada. Só sensações. A garota se remexia em cima de mim e eu lembrei que poderia usar a lanterna do celular para clarear as trevas, o problema é que não fazia ideia onde teria ido parar as minhas roupas. A magrinha saiu de cima, senti novamente a boca no meu pau. Alguns segundo de boquete e ela me pede.

— Me come de quatro.

Eu ouvia a voz, mas sem saber de onde vinha. Parecia um filme religioso, em que o personagem ouve a voz de Deus, mas não o vê. Tentei achar a menina para comê-la de quatro, palmeei o colchão com receio de ser picado por algum inseto. Depois de uns quarenta segundos, esbarrei em algo que não sabia se era a perna ou o braço da garota, pois ambos tinham a mesma espessura. Fui acompanhando o contorno e finalmente esbarrei com alguma coisa que se assemelhava a uma vagina. Mais quarenta segundos para conseguir colocar a camisinha. Posicionei meu pau, já um pouco exausto da busca, e o introduzi naquela cavidade morna e úmida. Eu poderia estar fodendo com um melão que não saberia. Não havia uma ponta de luz dentro da cabine. Ouvi a menina gemer, imaginei que tinha acertado o alvo. Gozei e é provável que meus espermatozoides ainda estejam perdidos e assustados naquela escuridão.

Fui tateando pela cabine inteira até encontrar a minha calça, tirei o celular do bolso e acendi a lanterna. Foi quase uma reencenação bíblica da Gênese. Faça-se a luz! Eu me vesti e fui me guiando pelas sombras das velas que escorriam nas paredes. Ao pisar no salão, tocava “Como eu quero”, na voz da Paula Toller, algo um pouco mais contemporâneo. As putas, que mostravam saber de cor todas as letras, faziam coro.

“Longe do meu domínio, você vai de mal a pior. Vem que eu te ensino a ser bem melhor...”

Desci as escadas e reencontrei a rua. Respirei profundamente. Alegria de ver as lâmpadas de vapor de mercúrio, pálidas e tristes, se refletindo no Herbie. Acionei o motor, as luzes brilhantes do Relógio da Central serviram de bússola. Insiro um CD e a música transborda. Evanescence com Lithium...

Lithium

O sangue pulsava, o coração tocava ao ritmo da bateria e a euforia tomou conta de tudo. Não duvide, a partir de agora qualquer aventura é possível... O libertino vive. Yes

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Brand, Alucard, Predator, melzas, Razorblade, Fazzo Casanova, Matheus99, Alicia Ferrari, Lupo, schusk, Saulo Top, Rickyba40, alan26272829, Michael Corleone, curtiram esse TD.
CAROL - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99620-4423
CAROL
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

09 de Março de 2021 às 22:03



Estive na Carol com a intenção única de receber uma boa massagem. Foi o que aconteceu. Carol é uma excelente massagista, além dos seus outros talentos que nos proporcionam prazeres inenarráveis. Encarei a maca e viajei nas mãos dessa mulher simpática e carinhosa. Chegou a rolar uma tentativa de boquete. Devido ao estresse, o meu combalido pênis não respondeu aos estímulos externos.

Massagem feita, me senti mais leve, se o peso das vigas da perimetral nas minhas costas. Para completar o relax, retornei para casa caminhando pelas ruas da bucólica Tijuca, não sem antes fazer uma parada para saborear o internacional pastel com caldo de cana do Rico’s Lanches. A tarde fechava mais um capítulo, valeu a pena.

membro, alan26272829, Alucard, Undefineduser, Razorblade, Fazzo Casanova, Don Raton, schusk, curtiram esse TD.
NANDA MARTINS - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96646-8191
NANDA MARTINS
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

09 de Março de 2021 às 12:03



“Um idiota está sempre acompanhado de outros idiotas.”
(Nelson Rodrigues)



Cheguei antes da hora marcada com a Nanda, então decidi tomar um chope no meu point ancestral, o Beco da Sardinha. Quando saboreava a segunda tulipa, vi um gordo passar pela lateral do bar e o reconheci, um antigo frequentador da 4x4 e membro antiquíssimo do finado Hot-Fórum. Para quem não conhece, o Hot-Fórum foi a base de todos os fóruns, é a matriz de todos eles. Eu tive o privilégio de ser membro do HF desde o seu início, o que me proporcionou o desprazer de conhecer canalhas incomparáveis e idiotas notáveis. Já se vão quase vinte anos que me cadastrei ali. Foi no Hot-Fórum que testemunhei os momentos apoteóticos que um site interativo pode proporcionar. Infelizmente, depois de fazer história, criar laços de amizades, mobilizar inauguração de casas, lançar meninas inesquecíveis, o fórum capitulou pelo excesso de canalhas que havia abrigado. O mais triste é que o fórum se enfraqueceu durante a minha gestão, houve uma migração de idiotas consagrados para um outro site que surgia com uma suposta novidade e que se tornou a cópia do pior de todos os fóruns que existiram. Perguntar o porquê é o X da questão. Como idiotas são como andorinhas, não me surpreendeu que migrassem em bando, confirmando a deslealdade impudica que faz a alma de todos eles. De repente, o garçom chega com uma porção de fritas e interrompe o fluxo da minha tediosa reflexão.


“O sublime não se repete, é bissexto, acontece uma vez na vida, outra na morte.”
(Nelson Rodrigues)



O clima estava agradável, o céu cinza querendo ameaçar a terra dos homens com a chuva de Noé, mas eu continuei firme no Sardinha, passando o tempo com as minhas lembranças. Nada denunciava o encontro sublime que eu teria alguns minutos à frente.

O Centro sempre foi um lugar que me despertou nostalgia, território onde vivi belos momentos, conheci suas entranhas, seus paraísos e o seu valioso passado tratado com desprezo pela cidade. Hoje, o Centro me causa uma ponta de depressão. O comércio pedindo arrego, prédios comerciais virando habitação de fantasmas, ruas vazias. Eu não escapo de me sentir um fantasma quando estou no Centro atualmente, caminhando entre as minhas assombrações, enganado pela minha memória. Não duvide, estimado forista, a memória é quase sempre uma fraude praticada pelos nossos insidiosos neurônios, mas é a memória a nossa boia de sobrevivência diante da frieza implacável do tempo. Precisei ir, a hora do encontro com a Nanda exigia que eu partisse.

Alcanço o Edifício Marques de Herval após uma caminhada razoável. Pelo WhatsApp pergunto se podia subir. Nanda consente e pego no elevador. Nunca frequentei muito o Marquês de Herval, com exceção das vezes em que ia até a livraria Leonardo Da Vinci pegar alguma encomenda ou me perder por uma eternidade entre os livros. Chego em frente à sala da Nanda, toco a campainha. Neste instante, corre uma tensão e uma pergunta: quem abrirá a porta? Confesso, afeiçoado forista, não sei explicar, mas estava preparado para ver uma baranguinha e encarar a dureza. A porta se abre, entro e me deparo com uma mulher belíssima decorada por uma minúscula lingerie vermelha. Faço uma oração silenciosa agradecendo a Baco pela graça.

Nanda é sublime.

Sim, forista sem fé, Nanda não é ninfetinha, menina, garota ou qualquer dessas qualificações menores. Nanda é uma mulher. Mulher maiúscula. Mulher composta por todas as virtudes e atrações que seduzem os homens. Ela me conduz ao quarto, que é amplo e com chuveiro disponível para o banho. Terminado os preparativos, iniciei o embate.

Eu havia esquecido o meu aparelho de surdez (sim, sou velho), nossa comunicação teve que se resumir à telepatia, gestos, sinais de fumaça e outras apelações. Isso não atrapalhou a minha intenção de viajar pelo corpo da Nanda como um explorador de novos continentes. O corpo da Nanda possui uma linguagem universal.

Nanda me pareceu uma mulher que não se entrega de cara, elas nos sente, nos tateia, ganha segurança e somente depois se deixa levar por todos os prazeres que somos capazes de propor. Os beijos iniciais foram leves, de quem reconhecia o terreno, mas de súbito se tornaram beijos de namorada apaixonada, beijos de línguas enroscadas, de troca de saliva. É um encontro que segue por uma temperatura crescente e termina num clímax incendiário.

Ela se deita, mergulho lambendo seus seios graúdos e suculentos; beijos seus pés pequenos e perfeitos; despenco na sua bocetinha melosa, que reage à chupada com um corpo que se contorce, com gemidos que fazem o pau virar uma pica das galáxias. Nanda é suave e essa suavidade é profundamente excitante. Ela inverte a posição e cai em mim com um boquete de fazer ver estrelas. Sim, camarada forista, com o boquete de Nanda existe o risco de ejaculação precoce, fui obrigado a desviar meus pensamentos para a Quinta da Boa Vista, para o novo Jardim Zoológico, para as obras do Museu Nacional, pensei em garças, jacarés, girafas. O esforço mental me fez escapar de entregar os pontos na boca magistral dessa mulher incomparável.

Com a minha pica nas galáxias, Nanda veio por cima e me cavalgou como Amazona destemida, que não descansa enquanto não derruba o homem no combate. Cavalgava de frente, eu apertando seus seios macios, seu rosto de tesão me causando tesão. Haja fôlego, companheiro libertino. Peço que ela fique de quatro, olho para as duas esferas perfeitas que compõem a sua bunda de capa de revista e introduzo o meu combalido pênis nos domínios mais íntimos da minha parceira. Ela se empina, geme, rebola. Devoro a vagina quente enquanto deslizo o dedo pelo cuzinho da fêmea colossal. A visão daquele tobogã do sexo me fez gozar rápido, gozar muito, gozar demais. Desabei exausto naquele colchão repleto de histórias secretas, caí com sintomas de pré-infarto e com o ar me faltando.

Boca seca, garganta árida, peço um copo d’água que Nanda gentilmente me traz. Conversamos um pouco e percebi que o cronômetro decretava o fim do encontro, apesar de a Nanda não demonstrar nenhuma preocupação com isso. No meu caso, prefiro ser pontual. Nanda me conduz à saída, me despeço, ganho as ruas e sinto um sabor doce no céu da boca, um gostinho de quero mais... Eu quero mais e vou ter.

A aventura continua.... Yes

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Nanda Martins, pgggato45, Predator, Alucard, Fazzo Casanova, Rickyba40, Alicia Ferrari, Araujo, Michael Corleone, Alain Scorpio, Razorblade, Matemático, Elprofessor, schusk, curtiram esse TD.
PONTO DE RUA - Rua do Resende , Lapa - Rio de Janeiro - RJ
BETÂNIA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$80.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 TALVEZ

07 de Março de 2021 às 22:03



(Continuação do relato anterior)

Eu me aventurei muito pegando meninas da pista. Certa vez, em Copacabana, fiz uma colheita inesquecível na Av. Atlântica, uma branquinha linda, deliciosa, mineira e iniciante. Tímida, a primeira frase que ela me disse é que queria aprender a ser safada. Quase tive uma ejaculação precoce. Essa mineira figura no pavilhão nobre das minhas memórias. Coisas do século passado. Era possível encontrar pérolas no asfalto. Parei com isso quando sofri uma tentativa de golpe, tinha começado a ficar arriscado e preferi interromper a prática.

A garota de pista parece estar em extinção em terras cariocas. Até a primeira década deste século era possível encontrar diamantes brutos até na rua que ladeia o Cemitério do Caju. Foi onde encontrei Gisa, outra fêmea memorável. Pelo que soube, as mariposas não mais sobrevoam a região.

Afeiçoado forista, é desconfortável perceber a passagem do tempo, a extinção de lugares que formaram a nossa própria história, a sensação de que você se perdeu muitas vezes, de que não saboreou como devia o cardápio que o Destino ofereceu. O Destino é um maitre, cabe a nós escolher o prato disponível. Há quem escolha um bom vinho e uma boa comida, mas existem os que deixam o restaurante e vão pedir um Big Mac com coca-cola zero na lanchonete da esquina. A idade que avança faz emergir a consciência do que se ganhou e do que se perdeu. O que fazer com isso? Ainda não sei... Talvez, dependa da energia que ainda restou nesta altura da jornada.

Como eu disse, gosto da Lapa à noite. Não para me juntar a multidão frenética e embriagada que se mistura nos bares, gosto da Lapa pelo peso do passado que sinto ali, pela vibração de todos os libertinos que andaram e se apaixonaram pelas putas dos inferninhos de outras épocas. Gosto de respirar aquela atmosfera noturna das histórias que pairam sob os arcos. A Lapa atravessou os anos entre o brilho e a decadência, mas insiste em sua vocação maior, a luxúria.

Saí do Bar Brasil tomado pelo êxtase do ébrio. Meu percurso estava traçado, a rua do Rezende, no trecho entre a Gomes Freire e a Men de Sá. Há um hotel que as meninas usam como ponto e como base de atendimento. Na verdade há dois hotéis, mas um deles serve mais aos travestis. É inexplicável como em alguns momentos sentimos uma sensação de extrema euforia, como se ganhássemos a súbita convicção de que a vida é magnífica, seja como for. É provável que seja uma ilusão dos neurônios, mas é uma ilusão que experimentei e que parece sólida quando acontece. Porém, como disse Marx, tudo o que é sólido desmancha no ar. Ilusões não duram muito, o melhor é aproveitá-las quando se manifestam.

Com a visão meio míope, alcancei o local desejado. Decidi parar no boteco da esquina e pedir uma cerveja para poder contemplar o movimento da área. A mesma bebida que cria a fantasia da felicidade pode, em seguida, nos lançar no fosso da depressão. Foi o que começou a acontecer comigo. Reagi pedindo uma dose da cachaça Salinas. Não, não sou um alcoólatra, estimado forista. Sou um boêmio ocasional.

Desta vez, não foi uma miragem que se apresentou aos meus olhos. Uma mulher de pele alvíssima; cabelos negros compridos escorrendo em cascata pelos ombros, pelas costas; uns olhos repuxados de felina; seios médios; pernas de bailarina; usando minissaia e um colã decotado. Acredite, forista sem fé, uma menina bonita. Não devia ter mais do que vinte e três anos de idade. Fiquei observando seus gestos, pasmo ao supor que aquela cigana linda pudesse ser uma mariposa em atividade. Sim, ela era.

A beleza sempre me intimida, precisei reunir coragem para avançar os passos e me aproximar. Bêbado fica mais fácil para falar e mais difícil para trepar. Ousei e fui ao encontro da garota.

— Eu tinha que vir aqui perguntar seu nome — não me censure pela falta de originalidade, estimado forista, metade dos meus neurônios estavam anestesiados pelo efeito da cachaça.

— Betânia. E o seu, amor?

Nunca havia esbarrado com uma puta chamada Betânia. A vida jamais deixa de nos reservar ineditismos. Por favor, não me condenem por usar a palavra puta, eu considero um vocábulo bonito, forte e só são dignas da profissão aquelas que aceitam o título.

— Dante. Com faço para ficar com você?

Uma pechincha meus amigos, oitenta reais e não falou de tempo.

Entramos no hotel, peguei um quarto e subimos.

Quarto padrão, sem luxo, mas confortável e funcional. Betânia tira a roupa, marcha em minha direção e me tasca um beijo. Diz que eu sou cheiroso, bonito. Meu machucado coração conversou com meu combalido pênis e foi possível um sinal de ereção neste instante. Fiquei de pé na margem da cama e Betânia de quatro iniciou seu boquete transcendental. Talvez, a bebida tenha me deixado mais sensível, mas a química estava perfeita. Peço para que ela se deite, mergulho minha língua dormente em sua vagina, a menina geme, agarra meus cabelos, espreme a minha cabeça entre as suas coxas de brancura imaculada. Pela primeira vez, quase gozei chupando uma mulher.

Pedi que ela ficasse de quatro, que é a posição preferencial para homens da terceira idade. Aquela bunda albina, sem qualquer mancha ou sinal, de tez nívea e puríssima, senti vontade de ajoelhar, rezar e gritar amém. De tudo isso, apenas ajoelhei e meti com alguma dificuldade, pois a pressão hidráulica do meu abatido membro estava prejudicada pela mistura química que ingeri nos botequins. A cada metida, Betânia se empinava mais, gemia mais, lançava os cabelos para as costas, eu os puxava de leve. Não foi possível resistir por muitos segundos, ejaculei a alma. Caí duro naquele colchão promíscuo, respiração ofegante. Betânia me contemplava com olhos brilhantes. Perdoe-me pelo ensejo piegas, querido companheiro de aventuras, mas eu pronunciei o que jamais deve ser pronunciado.

— Eu poderia me apaixonar por você — revelei hipnotizado pelos olhos da Pombajira.

Betânia sorriu com o canto dos lábios, se vestiu, estendeu a mão para receber o pagamento e me deixou. Não me lembro com clareza, mas creio que adormeci por uns minutos e quando acordei tive a sensação de que tudo tinha sido um sonho. Deixei o hotel, ganhei as ruas e peguei um táxi. Sob o céu cinza da madrugada silenciosa e deserta, mais uma página estava completa. Que venha a próxima... Yes

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Alucard, Rabanete, melzas, Yojiro, Razorblade, Fazzo Casanova, Lobo Solitário, Predator, Michael Corleone, Alicia Ferrari, schusk, jjdurao, curtiram esse TD.
ALINE PRADO - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98047-0331
ALINE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

04 de Março de 2021 às 22:03



Aline faz parte do catálogo Top Five do Dante.

É uma legítima Dantete provada e aprovada com louvor. Leva o selo:






As calçadas da Tijuca fumegavam às três horas da tarde. Confesso que ainda não me acostumei a sair durante a tarde para as desventuras mundanas. Sempre fui um homem da noite, das boates, das esquinas em penumbra. O Sol para mim ainda tem o mesmo efeito que assola os vampiros, parece queimar a minha pele. Durante o percurso até a sua sala, na bucólica Tijuca, a menina me envia uma mensagem pelo zap perguntando se posso levar um RedBull comigo. Não me custa nada um favor, confirmei que levaria. A Tijuca, como tantos bairros do Rio, sofre com a degradação galopante, está começando a se assemelhar a uma aldeia indiana, só faltando nos depararmos com vacas perambulando pelas ruas. O Rio inteiro parece estar se padronizando pelo Calçadão de Bangu.

O movimento intenso nos arredores da Praça Saenz Peña, agravava o calor. Driblando camelôs e me desviando de motoristas de Uber ao atravessar a pista, alcancei o prédio da rua Santo Afonso. O porteiro do lugar está sempre com um semblante de quem comeu algum cogumelo que dá onda. Passo direto pela recepção e subo. Um sujeito gordo, com jeito de quem também iria pecar, fica me encarando no elevador, por via das dúvidas encostei a bunda na chapa lateral da cabine, impedindo qualquer tentativa de estupro. O gordo, como eu, desce no terceiro andar. Para disfarçar, fico parado no corredor fingindo que estou trocando mensagens no WhatsApp. O gordo para na frente de todas as portas, menos na porta em que residem as bacantes. Desisto de disfarçar e me encaminho para o apartamento. Toco a campainha. Quando olho para trás, vejo o gordo de tocaia. A porta demora para abrir e eu com receio de ser assassinado por uma baleia psicopata de óculos. Finalmente, uma mulher abre a porta e pergunta por quem eu procuro. Constrangedor.

— Aline — informo.

PAFT!

Bate novamente a porta na minha cara. Atrás de mim, quase beijando a minha nuca, o gordo observa mordendo os lábios. Por via das dúvidas, encostei a bunda na parede. Trinta segundos depois, Aline reabre a porta e me manda entrar. Olha para o gordo e diz:

— Espera um pouquinho.

Não sei por quanto tempo o gordo ainda permaneceu gravitando no corredor como um corpo celeste desprovido de luz, mas suspirei aliviado e feliz por não ter sido deflorado.

Aline é uma garota impressionante. Rosto de ninfeta; bundão; um par de seios pequenos e durinhos, com formato de pera; coxas grossas e cabelo liso na altura dos ombros. Muito bonitinha e com jeito de ninfeta. O que impressiona é sua capacidade de gozar diversas vezes em um contorcionismo de músculos e gemidos que excitariam defunto cremado. É muito tesão quando a vejo gozar. Ela deveria cobrar ingresso por esses pequenos shows.

Namoramos, roçamos os corpos, fiz manobras perigosas com meu combalido pênis, chupei, fui chupado e por aí vai. Infelizmente, hoje a pressão hidráulica do meu velho e maltratado membro estava fraca, terminei pedindo um 69 e gozei hectolitros de sêmen no rosto e na boca da menina.

É estranho constatar que somente eu possuo TDs com Aline até o momento. Afeiçoado forista que me lê, corra e coloque essa ninfa em seu currículo sexual. É imperdível. Valeria pelo espetáculo pirotécnico de orgasmos que ela nos proporciona, mas também é muito gostosinha.

Desço. Quando atravesso a recepção, o porteiro continua com semblante de quem engoliu cogumelos que causam uma onda boa. Passo direto, ganho a rua. O Sol insistia em iluminar a vida, espantar as trevas. Caminhei sentindo a liberdade que me provoca êxtase, tudo brilhava refletindo a beleza do caos. Tudo passaria um dia, provando que a existência tem pouco sentido, mas de uma forma ou de outra eu me senti livre. A liberdade é poderosa e vicia.

A aventura continua... Yes

membro, Brand, Matemático, Lixo IV, Alucard, melzas, Fazzo Casanova, Predator, Pajé, ronondex, Rickyba40, schusk, Deco1272, Yojiro, Aline Prado, curtiram esse TD.
CLUB 502 - Rua da Alfândega, 65 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97161-1880
ADRIANA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 TALVEZ

03 de Março de 2021 às 14:03



Ontem, fim da tarde, eu e meu combalido pênis fomos realizar uma inspeção de rotina na 502. A Av. Rio Branco ficando escassa de pedestres, o Centro começando a adormecer para entrar na noite assombrada que agora habita as suas esquinas. Quando eu era um jovem libertino, não tinha medo de quase nada, me metia em lugares tenebrosos e em vaginas suspeitíssimas. Depois que envelheci, ganhei mais prudência. Somente na terceira idade emerge a consciência de que sobreviver é preciso.

Respeito que alguns amigos ainda apreciem a casa, mas a 502 para mim está mais melancólica que enterro de anão. Casa vazia, poucas mulheres, pouquíssimos clientes. Uma menina me disse que às sextas-feiras é mais movimentado, a conferir.

Sentei-me num canto da poltrona da boate e liguei o modo contemplação. Infelizmente, o que mais havia para se contemplar era o vazio, o vácuo. De repente, se aproxima uma loira peituda, eu a reconheço, era a Adriana que trabalhou em tempos remotos no Clube 31. A garota não envelhece, mais magra sem deixar de ser gostosa. Sofri o famigerado ataque soviético, mão no pau, língua no ouvido, boceta molhada, beijo de desentupidor de pia e outra série de covardias que poderiam ser listadas no estatuto do idoso. Sim, afeiçoado forista, este velho viking não resistiu, fui capturado pela mulher. Quando dei por mim estava trancafiado em uma cabine e prestes a ser estuprado. Acredite, forista sem fé, a Adriana não faz sexo, ela estupra.

Sem mais nenhuma gota de espermatozoide devido a minha vida sexual intensa nas últimas semanas, fiquei apenas nos amassos em dedadas com a menina. Foi bom, não tenho do que reclamar. Adriana é bacana, sem frescuras ou restrições aparentes. A comunhão carnal flui de forma agradável. Uma hora de pegação, Adriana não deu trégua. Com meia hora de programa, meu pênis me pediu para ir embora e me esperar em casa, queria continuar assistindo Designated Survivor na Netflix. Não permiti. Senti um pouco de dó, pois o meu pobre membro já estava quase esfolado.

O tempo acabou. Quase festejei aquele fim de tortura sexual. Não gozei, mas Adriana foi dedicadíssima, provavelmente é um dos melhores atendimentos da 502 nos dias atuais. Meu acabrunhado pênis queria gritar para a menina que não era brocha, mas lacrei o zíper antes que ele conseguisse se manifestar.

Desci a montanha de escadas do sobrado onde fica a 502 e caminhei até o metrô. Quando o trem penetrou na escuridão, eu sabia que no fim dos túneis haveria uma nova aventura.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, RafaelPiroca, Alucard, Pajé, Brand, Fazzo Casanova, Predator, schusk, Interessante, curtiram esse TD.
ALICE TIJUCA - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98237-2049
ALICE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

27 de fevereiro de 2021 às 22:02



Após uma semana de muita ansiedade e tensão, chego ao sábado com o sentimento de músculos triturados e cérebro em colapso. Fui caminhar pela bucólica Tijuca com o espírito um pouco melancólico, confesso. Lembrei-me que Alice é uma das raras massagistas que trabalha ao sábado. Mandei uma mensagem e fui prontamente aceito em sua agenda. Por coincidência, minhas visitas à bela Alice estão sendo recorrentes ao sábado.

Existe um diferencial em Alice que eu cometi a injustiça de não comentar nos meus relatos anteriores, Alice possui uma classe ímpar. É uma mulher classuda, além de bem cuidada, elegante e educadíssima. Creia, afeiçoado forista, são diferenças que agregam qualidade ao atendimento.

Hoje, talvez pelo meu estado emocional, fui à sala da Alice mais com a vibe de receber uma boa massagem, sem pensar em maldades carnais. E assim ocorreu. Após vários encontros, eu e Alice desenvolvemos afinidades, uma amizade carinhosa, o que também eleva a qualidade do tempo em que passamos juntos.

Alice tem a experiência e as manhas da massagem que queremos. Hoje ela conseguiu caprichar ainda mais no atendimento que é sempre excelente. Quase dormi na maca. Creio que houve momentos em que cochilei, sonhando que era um náufrago numa ilha deserta do Caribe e que encontrei a bola Wilson do Tom Hanks. A sala à meia luz, o ar-condicionado na medida, musiquinha suave no ambiente. Sim, forista sem fé, a sala da Alice está se tornando a minha ilha, não a deserta, mas aquela habitada por uma única mulher com as famosas mãos de fada. Ali me esqueço das dores do mundo.

Alice também está na lista Tops do Dante. Indico sem pestanejar essa grega delicada, amável e apaixonante.

A aventura continua...

membro, Alucard, Lixo IV, Don Raton, Matemático, schusk, curtiram esse TD.
ALINE PRADO - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98047-0331
ALINE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

27 de fevereiro de 2021 às 12:02



Aline é da minha lista Top. Na última quinta-feira, arquei uma reprise na quinta-feira e escrevo as impressões como resumo, apenas para não sonegar. A menina é bonita, simpática e muito carinhosa. Não nega fogo. Tem os seios pequenos e durinhos, decorados por piercings, exatamente no estilo que aprecio. Bunda grande e firme. Coxas grossas. Boceta saborosa. Cabelos estilo Chanel, lisos e escuros. É uma princesa.

Uma das maiores virtudes da Aline, a que me deixa carregado de tesão, é que ela goza fácil e dá um pequeno show gozando. Talvez, seja esse o principal elemento do desempenho que me faz repetir as visita a ela. Além disso, é um dos melhores boquetes que já experimentei na minha carreira. Não demonstra frescuras, nem restrições. Meu combalido pênis faz manobras e sarradas ousadas a cada novo encontro.

Aline é daquelas que recomendo com a certeza de que os companheiros foristas que me seguem nas aventuras mundanas irão apreciar e positivar com louvor.

A aventura continua...

Alucard, membro, schusk, Brand, Pajé, Matemático, Alicia Ferrari, Predator, Nanda Martins, ronondex, curtiram esse TD.
ALICE TIJUCA - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98237-2049
ALICE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

22 de fevereiro de 2021 às 08:02





Sábado, final da tarde. Eu caminhava pelos arredores vadios da Lapa. Por quê? Não sei explicar ao certo, afeiçoado forista, mas sou dado a esses momentos contemplativos quase intraduzíveis. Fui seguindo pela rua da Lapa até um santuário histórico, a penúltima casa em que Machado de Assis morou com a esposa Carolina, antes de se fixar definitivamente no Cosme Velho. É um sobrado imponente, com uma precária placa indicativa colada à parede, informa seu valor como patrimônio cultural. A construção está conservada, atualmente é sede de um grupo de teatro. Passo pelo local e fico observando o lugar, poucos sabem que ali é a única residência do nosso escritor mais renomado que resistiu ao tempo e à especulação imobiliária. Perambulando na área, recordo-me sempre de um dos romances que mais admiro, que mais me comove: Memorial de Aires — o último livro que o grande mestre compôs. O endereço do sobrado fica próximo à Glória, na fronteira limítrofe da Lapa. Há uma energia naquela região, hoje decadente e soturna, que me inspira.

— Dante, pelos deuses. Qual o motivo dessa introdução de guia turístico? — Questionaria o forista que prefere ir direto ao assunto.

Explico, dileto amigo. Foi justamente quando peregrinava, flutuando nas minhas meditações urbanas, que recebi uma mensagem de Alice, ela respondia a outra mensagem que eu havia enviado pela manhã. Eu precisava de uma boa massagem e só conheço duas mulheres que realmente fazem uma boa massagem, as duas ficam na Tijuca e uma delas é Alice. Combinamos que ela me esperaria, peguei um táxi e retornei à bucólica Tijuca.

Digo que, com toda a certeza, a sala da Alice é uma das mais agradáveis de todas as que conheci. Limpíssima, decoração de bom gosto, simples e sofisticada ao mesmo tempo. Tudo combina com a maturidade atraente de sua dona. Alice é uma mulher charmosa, serena, que atende com carinho e se dedica a nos relaxar com suas mãos habilidosas. Recebeu-me com o sorriso aberto de sempre, acentuando seu perfil de grega sensual, minha Irene Papas dos trópicos. Tirei a roupa, tomei um banho e me acomodei na maca.

A massagem começa pelos pés e vai subindo em toques e esbarrões que relaxam e excitam. É uma maravilha, somente agendando para saborear a delícia da experiência. Alice não tem pressa. Parece também saborear cada toque em nosso corpo. Faz com carinho, com desejo de agradar. Fui ficando relaxadíssimo, não pensei em sexo, me deixei levar pela onda que as mãos da massagista me proporcionava. Repito, estimado forista, é uma viagem. Sem vontade de me esforçar muito, com os músculos totalmente adormecidos, pedi que Alice terminasse a sessão me masturbando. Gozei demais, me lambuzei de prazer. É minha obrigação recomendar a Alice para quem gosta de massagem de verdade somada a complementos sensuais. Ela é top.

Fechei meu sábado com Machado de Assis e com Alice, dois clássicos para quem exige o melhor da vida.

membro, Fazzo Casanova, Lisbela Varela, Don Raton, Monge, Alucard, The Who, schusk, Psico, alan26272829, curtiram esse TD.
CAROL - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99620-4423
CAROL
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

18 de fevereiro de 2021 às 22:02



Nasci nos confins do Rio Grande do Sul, em uma cidade minúscula, que sempre me pareceu cenográfica na sua beleza simples e aconchegante. Sim, brotei no Sul, afeiçoado forista, mas não aceito ser considerado um gaúcho. Sou tijucano. Cheguei nos primeiros anos da minha infância ao Rio de Janeiro, conheci uma Tijuca nos seus últimos suspiros de romantismo. A Praça Saenz Peña, uma ilha rodeada por cinemas. Cresci e formei a minha imaginação assistindo a filmes de todos os tipos nas salas de cinema da Tijuca, que eram muitas. Meu pai me introduziu no mundo cinematográfico me levando às matinês do Metro-Tijuca, em sessões do Tom & Jerry. No Metro, também assisti ao Mágico de Oz, dia que não esqueço. Não por acaso, me tornei um romântico, mas não sou poeta, é uma generosidade equivocada que me oferecem. Sou alguém que desde cedo se encontrou na escrita, minha formação acadêmica seguiu por áreas que valorizam a palavra. Tenho harmonia, não poética.

Uma das minhas lembranças mais primitivas é o enorme saco de batata fritas do Bob’s e o esqueleto das torres do Shopping Tijuca, que ainda estava em construção. Certamente, a Tijuca da minha infância e da adolescência não é mais a Tijuca de hoje, mas ainda há recantos de nostalgia, mulheres bonitas. Ainda existe a Praça Xavier de Brito (dos cavalinhos), onde aprendi a andar de bicicleta.

Perdi a inocência em um cabaré da rua Alice, em Laranjeiras, a famigerada Casa Rosa. Houve um período em que frequentei uma Termas tijucana, a Termas Continental. Foram-se todas. Hoje, estou um pouco deslocado em um mundo que ainda insisto descobrir. O que me surpreende é que somente nos últimos dois meses comecei a explorar os pontos sensuais do miolo da velha Tijuca. Por conta desse ímpeto de curiosidade, encontrei Carol.

Ouso dizer, durante esses meses de intensa exploração, que Carol foi a melhor massagista com quem esbarrei no ramo das terapeutas. Além disso, possui um boquete inigualável, um dos raros que é capaz de me fazer gozar. Estive com ela na quarta-feira e foi mais um momento extremamente agradável. Carol é uma simpatia, um doce de mulher. Educada, carinhosa, paciente e não economiza esforço para agradar. Mulher maravilhosa que recomendo com louvor aos camaradas foristas. Marquei no meio da tarde, subi direto e ela me esperava com a disposição positiva de sempre. Esqueço-me da vida durante a massagem que ela me faz. É quase como levar um passe, o corpo se liberta de todo peso, de toda a carga que o estresse acumula em nós.

Passei do tempo contratado e Carol não está nem aí para o tempo. Ela curte a companhia, gosta mesmo de fazer massagem e não nega fogo se quisermos uma boa transa. Um achado. Já estou perdendo a conta das vezes em que estive em sua sala agradável e no seu quarto acolhedor. Não vou me estender porque seria mais do mesmo. Foram momentos deliciosos ao lado dessa mulher. É inevitável sair feliz de uma consulta com Carol.

Deixo o prédio na rua Conde de Bonfim e aproveito para caminhar pela bucólica Tijuca, degustando a paisagem do fim da tarde. Como diria um personagem de Machado de Assis, a Tijuca é o meu universo. Sim, sou um gaúcho de berço, mas sem sotaque. Ser gaúcho é também ter uma raiz forte em uma terra que está quase sempre distante de mim. Mas o que me faz tijucano é o amor, o que me moldou tijucano foram as muitas tardes dentro dos cinemas da Praça Saenz Peña, lanches no Bob’s, bailes no Montanha, no Tijuca Tênis Clube, os cavalinhos da Xavier de Brito. O que me mantém tijucano é a paixão da memória pelo pedaço de chão onde brinquei, cresci e agora envelheço.

Ave, Libertinos! Reverência

membro, Alucard, Matemático, Lisbela Varela, Brand, Alicia Ferrari, schusk, DGAFLA93, curtiram esse TD.
ALICIA FERRARI - Largo do Machado - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97401-7359
ALICIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

17 de fevereiro de 2021 às 18:02



Talvez, eu seja um dos participantes mais antigos que ainda escreve em Fóruns como este. Nunca tive problemas em compartilhar experiências por aqui ou em qualquer outro site do gênero que me chamasse a atenção. Não considero uma atividade menor ou fútil. É muito envolvente e interessante para quem consegue enxergar a essência do conteúdo que inserimos. São milhares de crônicas sobre a vida mundana, buscando o aspecto real, o sentido que ela ganha em cada um de nós. É também um registro histórico da nossa cidade, do nosso comportamento.

Em fóruns sobre sexo ganhei inimigos, detratores vis, criaturas que imaginavam intimidar. Provavelmente, isso acontecia e acontece porque nunca me curvei à opinião da maioria, muitas vezes contrariei unanimidades, preguei a lealdade entre os libertinos e possuo algo que a maioria dos que me atacam jamais teve: estilo.

A geração anterior dos fóruns era composta por gente arrogante, obtusa. A minha geração preferia os rebanhos, não a inteligência. Sozinho, consegui transformar essa ideia durante minha trajetória. Tomei o controle de um velho fórum para um companheiro e depois participei da administração e de um período que ficou como um ponto de boa nostalgia. O meu lema era “o fórum é dos foristas”. Trouxe donos de algumas boates para os fóruns, em uma ação pioneira. Agreguei, apesar da oposição. Fiz poucos amigos, é certo. Inteligência pode gerar popularidade, mas também produz antagonistas desonestos. Os “sem talento” predominaram no meu tempo mais intenso. Hoje, o clima está mais saudável, os “sem talento” encolheram-se e se reduziram à dimensão que pertencem, a convivência melhorou significativamente. Fóruns mais antigos, como o Gpguia, se suicidaram porque foram regidos pelos “sem talento”, que perseguiam quem se destacava como inquisidores ferozes e sedentos por queimar hereges. Outros fóruns mais recentes estão se autossufocando aos poucos, pelos mesmos motivos idiotas e por um erro bizarro de estratégia de marketing. Gosto do GPArena, é um fórum sereno, que possui direção. O Gpguia Rio melhorou, mas creio que infelizmente seja tarde para reagir. O mundo é assim. O importante é saber que os medíocres passam e os bravos frutificam. Não abra mão de ser um indomável, afeiçoado forista.

— Por que esta introdução louca, Dante? — Perguntaria o forista impaciente.

A introdução é para falar do mito sexual que conhecemos como Alícia Ferrari. Charmosa, carismática, inteligentíssima, sedutora e com uma capacidade de entrega sexual que não vi igual na minha longa jornada. Traduzo para você, forista sem fé, tudo o que captei em meu último encontro com ela. Alícia, por suas virtudes raríssimas neste meio promíscuo, deve também despertar recalques, invejas, intrigas e intimidações de psicóticos. Alícia é o contraponto feminino aos “sem talento”. Além de todas essas qualidades, é honestíssima com os clientes, como pude constatar no meu último encontro com ela. É uma mulher com facilidade em criar vínculos afetivos, o que é outro mérito que pouco testemunhamos em nosso cenário ou mesmo no cotidiano normal. Uma mulher como Alícia, para cultivar todos esses atributos, necessita ter preservado uma imensa sensibilidade humana. A sensibilidade é o que resume Alícia Ferrari. É uma indomável.

Quando entro na sala dela, é como se eu penetrasse em um universo paralelo. Sinto-me único, ainda que eu saiba que não sou. É como se, finalmente, eu encontrasse a namorada que passei a existência tentando conhecer. Alícia é uma feiticeira. Se retornássemos à inquisição medieval, é possível que fosse perseguida e queimada como bruxa. Eu poderia declarar abertamente a minha paixão por Alícia, mas a mitologia mundana não permite semelhante arroubo. Alícia é a mulher que descobre o nosso íntimo e cria a ilusão que desejamos viver. A sala de Alícia é a Ilha da Fantasia. É duro sairmos de lá e nos depararmos com a realidade, com o fim do sonho, com a solidão que constrói e destrói libertinos.

Este TD não abordará descrições sexuais, é um TD quase religioso, de devoção a mulheres tão raras e ansiadas pelos homens. Alícia é a maior representante delas. A ela, deixo minha humilde reverência. Obrigado por estar entre nós. Reverência

Ave, Libertinos!

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Katsu, Alicia Ferrari, Nomade, KevinX, zoiudo, Psico, Oliver.RJ, K-9, Don Raton, Razorblade, schusk, Saul, Jack Bauer, Mandioquinha, Alibaba69, PGSilva, Predator, Y@N, FernandoSobral50, Mengão, Baltazar, ton, pgggato45, Olhar92, curtiram esse TD.
PONTO DE RUA - Rua do Resende , Lapa - Rio de Janeiro - RJ
BETÂNIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$80.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 NãO

14 de fevereiro de 2021 às 20:02





Um antigo amigo, já falecido, filosofava afirmando que o sexo é mais intenso na juventude, porque nesse período da vida a luxúria ainda guarda a força do mistério. Cito o amigo falecido por um motivo, na terceira idade o libertino vive mais entre fantasmas do que entre os vivos. Eu pensava sobre isso enquanto o táxi me conduzia à lendária Vila Mimosa. Sim, atento forista, o Sucatão está fora desta história, pois entrou em processo de renovação de frota, mas logo voltará.

A temperatura amena, o céu cinza, chuviscos caiam sobre os paralelepípedos da rua Sotero Reis quando arrisquei os primeiros passos com as minhas botas importadas do Rio Grande do Sul. Havia silêncio e sombras sobre tudo, lembrando-me um cenário de filme noir. Não me intimidei e prossegui na minha marcha em direção aquela aldeia de mulheres degeneradas; a ilha das amazonas destemidas, que todos os dias enfrentam e vencem a selvagem fome dos homens.

A Vila estava vazia, quase deserta. As mulheres me observavam com olhos de curiosidade. Uma gordinha me puxou e declamou a frase hedionda: “vamos foder gostoso”. Pobre menina, talvez ainda não saiba que qualquer relação que começa com essa frase é a profecia do apocalipse.

Rodei por uma três vezes os corredores fétidos, percorri a rua novamente. Nada. Resolvi ir embora, mas antes passei em frente à mitológica Mosaico, vi algumas meninas interessantes, mas não era o clima que eu buscava para aquela noite.

Segui pela rua Ceará até a Francisco Eugênio. Nunca havia ousado fazer este trajeto a pé, à noite. Fiz. Logo de cara topei com alguns moradores de rua que me olharam como seu eu fosse uma peça de alcatra temperada, exibida em um rodízio, e pronta para ser fatiada. Acelerei o passo com mais agilidade do que o Usain Bolt. Alcancei a área das meninas, tive a impressão de ser o único pedestre e por isso, talvez, eu não tenha despertado o interesse delas. Fiz sinal para um táxi que passava e pedi ao motorista que me levasse para a Lapa.

Lapa... A Lapa não é só um reduto boêmio do Rio, com aquele trecho de luzes de neon, bares inflamados, promiscuidade impudica. Não, a Lapa é o museu dos libertinos. Quantos pervertidos já não pisaram ali? Quantos boêmios? Quantas putas? Quantos cafetões? A Lapa, com seus arcos imponentes, é um castelo assombrado por milhares de orgasmos do passado e do presente. Apurem os ouvidos, é possível ouvir os gritos, os sussurros, as mulheres e homens de outro século. A luxúria de todos os tempos jaz na Lapa.

— O que você foi fazer na Lapa, velho Dante? — Perguntaria o forista sempre afeito ao inconveniente da curiosidade.

Minha intenção foi me distrair e verificar se encontraria alguma garota disponível no ponto da Rua do Rezende, onde travestis se misturam às vaginas noturnas. Antes, entrei no Bar Brasil, eu precisava saborear o chope do lugar. Compreenda, afeiçoado forista, todo libertino é uma ilha que consegue potencializar os prazeres cotidianos através da solidão. Bebi o ouro líquido como se bebesse pela primeira vez, o álcool descia pela minha garganta como se carregasse uma rede de pequenos ganchos sadomasoquistas. Pedi outro, mais outro e no terceiro chope comecei a vislumbrar aquela linda mulher vaporosa e fugidia: a felicidade.

Por que as pessoas compram livros de autoajuda em busca da felicidade? A felicidade cabe dentro de uma tulipa. Acredite, forista sem fé.

(Continua... precisei interromper)

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
Alicia Ferrari, membro, Fazzo Casanova, melzas, schusk, badrobot, Eletriom, Rabanete, curtiram esse TD.
ESPAÇO VIV (CENTRO) - Av. Rio Branco, 185 - sala 2103 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 3178-3233 / (21) 99664-8196
KARINA
NEUTRO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
NãO SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 NãO

13 de fevereiro de 2021 às 19:02



Confesso, afeiçoado forista, fiquei confuso. Após ler os relatos e os comentários sobre esta sala, resolvi arriscar e agendei a visita na tarde de sábado. De forma inesperada, a minha perspectiva irá seguir na contramão da maioria das opiniões que li em todos os fóruns. A experiência de hoje quebrou minha sequência de sucessos.

Fiz contato pelo WhatsApp. Enviaram-me fotos do elenco, considerei as moças disponíveis abaixo das minhas expectativas, mas gostei de uma com nome de Karina. Agendei.

Eu e meu combalido pênis, companheiro inseparável, descemos no Centro, numa Av. Rio Branco deserta. Moradores de rua me acompanhavam com os olhos, como se eu fosse uma peça de picanha temperada e pronta para degustação. Corri mais do que o Usain Bolt para alcançar ao edifício Marquês de Herval. A sala fica no último andar do prédio, subi de elevador até o vigésimo e de lá percorri um lance de escadas em direção ao endereço que me transmitiram.

Primeiro impacto, a sala não tem nada a ver com as fotos do site. O ambiente é pobre, pequeno e feio. Quando entrei algumas meninas estavam sentadas na recepção e não vi nenhuma que me enchesse os olhos. Percebi que o photoshop é intenso nas fotos enviadas. Karina precisou se apresentar porque não a reconheci. A menina é gostosa, simpática e carinhosa. Acreditando que poderia ser algo bom, paguei 200 reais pela massagem mista, em que a garota fica apenas de calcinha e sutiã.

Subimos uma dessas terríveis escadas em caracol para chegar ao segundo piso da sala, onde ficam os quartos. Um colchão no chão, box com blindex, sabonete e toalha. Karina é uma paulista gente boa, de forma muito amável iniciou o processo com alongamentos. Como sou um sedentário sem escrúpulos, meus ossos ameaçavam se quebrar a cada esticada que ela me exigia. Comecei a imaginar que sairia de lá em uma maca, direto para alguma emergência de ortopedia. Escapei disso.

Deitado de frente, a menina vinha por cima para massagear meu pescoço, roçando os exuberante par de seios siliconados na minha boca salivante. Não aguentei, puxei o sutiã e dei uma mamada. Foi quando perguntei a ela se rolaria sexo e recebi a resposta de que poderia rolar se eu pagasse um valor a parte. Acredite, forista sem fé, o valor é alto. Tal fato disparou meu processo de desânimo. Conversei com ela, como eu não queria perder viagem acertamos um valor mais acessível. Fiquei puto porque teria que desperdiçar mais grana além dos 200 que eu já havia pagado.

De repente, percebi a realidade. A sala é uma colônia de paulistas. O dono deve ser algum paulista tentando implantar no Rio o mesmo esquema que supostamente faz em São Paulo. Creio que não dará certo.

Após acertar o valor extra com Karina, começamos a batalha. A menina realmente é gostosa, seios maravilhosos, boceta depilada e saborosa para chupar, além de ser extremamente carinhosa e receptiva. A coisa só piorou um pouco porque havia restrições, não podia botar o dedo nem beijar na boca. Velho sem beijo na boca é um defunto que fala. Acabei gozando na punheta. Vesti a roupa e novamente corri cem metros rasos em direção ao metrô.

Neutralizo o TD, não pela Karina e suas restrições, mas pelo esquema da sala. Não dá para pagar pela massagem e ainda pagar um extra para ter um pouco de ação. Fica inviável. Fica muito mais caro até do que encontrar uma Free. O esquema importado de São Paulo é equivocado.

Infelizmente, estimados foristas, não posso recomendar. Negativo

Ave, libertinos.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
Brand, membro, Alucard, Rickyba40, melzas, curtiram esse TD.
ALINE PRADO - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98047-0331
ALINE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

12 de fevereiro de 2021 às 11:02






Meu celular emite um apito, chegou uma mensagem pelo WhatsApp. É da Aline. Fico surpreso. A menina me pergunta se estou bem, diz que lembrou de mim e demonstra um interesse afetuoso que é raro encontrar no meio das garotas de programa. Continuamos a conversa, que foi longa. Ela me informa que está na Tijuca e com seu gesto simpático comigo me conquistou. Marquei para encontrá-la.

Confesso, estimado forista, fiquei muito tocado pela atitude da moça. Como escreveu Nelson Rodrigues: na depressão, qualquer bom-dia nos entusiasma. Hoje, há muitas Gps, mas poucas com atitudes que demonstrem interesse real pelo cliente ou mesmo pelos amigos que fazem nesta vida. Há meninas com quem saí mais do que com Aline e tenho imensa dificuldade para marcar ou falar. Aline demonstrou com seu suposto interesse por mim que conhece a rota do sucesso.

Fui caminhando até a Rua Santo Afonso, na bucólica Tijuca. Aline me disse durante o papo que eu poderia subir direto. Ela abre a porta e quando entro a vejo vestida em uma lingerie vermelha, deliciosa. A garota é uma graça. Novinha, bronzeadíssima, cabelos bem cuidados, rosto impecável e um corpo que nos desperta aquela salivação selvagem. Ela me conduz ao quarto, tomo um banho e aguardo que retorne.

Aline se despe das poucas vestes que cobrem seu corpo. Peitinhos pequenos e duríssimos, ornados com piercings, saltam diante dos meus olhos, querem ser chupados. Adoro seios pequenos e durinhos. Aconteceu um fenômeno que nunca vivi, eu chupava os peitos e em determinado momento segurei os braços da menina para que ela não tocasse os seios enquanto eu mordiscava os biquinhos endurecidos, a garota pirou, gemia quase de gritar, se contorcia toda e gozou horrores. Gozou com uma chupada no peito, impressionante. Fiquei tão excitado com isso que meu pau quase entrou na órbita de Marte junto com as sondas espaciais. Momento inesquecível que será catalogado nos meus arquivos X. Aline pediu pausa para respirar.

Após o orgasmo inesperado, voltamos a namorar, a nos roçar perigosamente, beijos na boca. Aline deita de bruços e vou por cima, aquela bunda dura e empinada querendo me beliscar. Beijo suas costas, sua nuca, a garota não para de gemer. Então, ela reage e parte para um 69. Por Zeus! Que 69! Ela entra em frenesi, abocanha meu combalido pau. A cada linguada que dou em sua vagina cheirosa, ela me engole com o desejo de quem compra um Sunday no McDonald’s. Zombe de mim, afeiçoado forista, mas não consegui aguentar. Gozei, gozei, gozei e gozei mais um pouco. Acredite, Forista sem fé, cheguei a ficar meio zonzo.

Conversamos mais um pouco. A garota é uma ninfeta linda e cheia de simpatia. Carinhosa demais. Tempo encerrado, saio do programa e esqueço de pagar (está virando hábito). Volto para quitar a dívida e ela diz que estava tão bom que também se esqueceu de cobrar. Ai, meu Deus...

Aline estará na Tijuca até sábado. Aproveitem. Eu afirmaria que ela é imperdível.

Ganho as ruas, na solidão de todos os libertinos, mas dono de uma liberdade tão poderosa que não me faz querer outra vida. Que venha a próxima esquina, a próxima aventura. Ave, libertinos.

membro, melzas, ronondex, Alucard, Rickyba40, schusk, Predator, Aline Prado, curtiram esse TD.
1  2  3  4  5  6  7  8  9  10  11  12  13  14  15  16  17  18  19  20  21  22  23  

© GPARENA.NET