BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Após me fartar no Coliseu, saí do restaurante arrastando uns 80 quilos de canelones e pizzas que meu estômago ainda tentava digerir. Na rua Uruguaiana, Sol a pino, calor e o povaréu desgovernado se esbarrando na busca pelo sentido da vida. Um libertino que transita durante o dia é uma criatura deslocada, alijado do seu habitat natural, o céu noturno. Caminhei pelo Largo da Carioca, atravessei a Treze de Maio e pisei sobre as pedras portuguesas da Cinelândia. Entrei no prédio indicado por Melissa.
Aperto a campainha da sala. Espero alguns segundos, Melissa me atende com trajes vaporosos e um sorriso de recepcionista com segundas intenções. Melissa é magra, alta, num porte que eu classificaria como modelo de passarela. É uma garota simples, afetuosa, comunicativa e que tenta agradar. Tomo um rápido banho e sou conduzido à alcova. Ambiente organizado, ar-condicionado, privacidade total. Não havia nenhuma menina na sala, além da nossa protagonista.
Beijos de língua, amassos, sarradas, chupadas, lambidas nos seus seios pequenos e deliciosos. Sinto que Melissa gosta que façam destaque da sua chana em alto relevo. Se usássemos o vocabulário masculino, diríamos que ela é “bem-dotada”. Um grelo expressivo que faz volume em nossa boca quando o chupamos. Coloco a garota de quatro e engreno na penetração. Melissa geme baixinho, num tom excitante. Bastaram poucas estocadas para que eu gozasse. Quanto mais idoso nos tornamos, mais próxima fica a ejaculação precoce.
Ação encerrada, ficamos conversando, debatendo sobre o quadro atual dos atendimentos, sobre a movimentação de clientes, dei uns conselhos e me despedi. O ponto positivo foi Melissa demonstrar que se lembrava de mim, estender-me o convite inesperado para conhecer a sala nova e me receber com um carinho acolhedor. É ponto para ela.
Retorno às ruas. A Av. Rio Branco tinha a aparência de um sábado à tarde. Andei até o Largo da Carioca, parei em uma lanchonete e pedi um café. Dei o primeiro gole no líquido negro e quente, que deslizou com seu forte sabor pela minha garganta. Não restando mais nada a dizer, fechei este capítulo.