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RELATOS DO MEMBRO

BRUNINHA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98578-0791
BRUNINHA
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$400.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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08 de fevereiro de 2023 às 23:02






O céu cor de chumbo desabava em uma tormenta inesgotável. Quando o táxi em que eu embarquei alcançou o Centro, nos vimos engolfados entre poças, lagoas e uma torrente de água furiosa determinada a relembrar os dias da Arca de Noé. Perguntei ao motorista se ele não achava melhor recuarmos, os obstáculos aquáticos pareciam intransponíveis.

— EU VOU CONSEGUIR, “DOTOR”. EU VOU CONSEGUIR — ele me respondeu aos gritos de um capitão Ahab obcecado por alcançar Moby Dick.

Neste ponto, faço um intervalo explicativo. Eu havia marcado com Bruninha pela manhã, em uma verdadeira odisseia para conseguir respostas pelo WhatsApp, acertamos o encontro para as 18h30. Encontrei-me dois dias consecutivos com a Bruna, mas somente no segundo encontro me revelei como Dante.

No meio do trajeto, recebo uma mensagem de Bruninha...

— Amor, você consegue chegar até às 18h40, depois desse horário não vou poder ficar.

Olhei para o relógio, os ponteiros marcavam 18h25.

— Colega, se eu não chegar na Cinelândia em 15 minutos a nossa viagem terá sido inútil.

— “DOTOR” EU VOU CONSEGUIR, EU VOU CONSEGUIR — gritava o motorista possuído pelo capitão Ahab.

Em alguns momentos, o carro parecia estar à deriva no meio daquele oceano de alagamentos, o motor do táxi gemia com a agonia de um afogado sem fôlego tentando nadar até a terra firme. Eu seguia no banco de trás com o cu na mão, sem saber qual seria o meu destino. Imaginei ver o Aquaman no meio daquele caos. O motorista começou a se embrenhar por ruas que pareciam rios caudalosos, o valente táxi ia superando as ruelas inundadas. Quando me dei conta entramos na Avenida Graça Aranha, mais algumas manobras e Ahab me deixa em frente à rua Álvaro Alvim às 18h35.

— Falei que ia conseguir, “dotor”.

Paguei a corrida, acrescentei uma caixinha e corri como um galgo italiano com hidrofobia em direção ao numeral 37. Entro no elevador, disparo pelos corredores do 17º andar e esbaforido toco a campainha da sala. Alguns segundos de suspense, a porta se abre, entro e vejo o sorriso de Bruninha. Que sorriso maravilhoso, foi como ver o Sol iluminando o apocalipse da terça-feira.

Bruninha é uma menina linda, com um corpo que nos causa salivação, uma pele morena e bronzeada com a textura de veludo, cabelos compridos, boca carnuda e uma bunda que poderia estampar qualquer capa de revista.

Começamos a nos beijar, Bruna beija bem, não economiza língua. Ela se esfregava em mim, pegava no meu pau, me masturbava e os beijos continuavam, quentes, ardentes, babados. Deitei-a na cama, massageei seus pés, ela pareceu gostar, então comecei a lambê-los e ela gemeu. Saquei meu aparelhinho semimedieval e o introduzi eu sua vagina, ela sentiu o choque, gemeu mais alto, se contorceu, sua boceta foi ficando enxarcada. Quando ela estava prestes a gozar, desliguei o aparelho e comecei a chupá-la, Bruna foi ao espaço sideral, torcia-se na cama, gemia alto e subitamente explodiu em um orgasmo feroz.

Mergulhei por cima dela e comecei a roçar minha pele em seu corpo, Pikachu inesperadamente respondeu com uma ereção nostálgica. Bruna inverteu a posição, beijou meu tórax, foi descendo, lambeu meu saco e abocanhou meu combalido pênis. Que chupada. Movendo a boca com a velocidade de um beija-flor desejando sugar o néctar, Bruna me engolia com a sede dos camelos do Saara. Hoje em dia, dificilmente uma mulher consegue me fazer gozar no boquete, Bruna conseguiu. Lancei minha árvore genealógica à atmosfera, depois que parte dela aterrissou dentro da boca de Bruninha. Quase desfaleci em uma pequena morte de prazer.

Conversamos um pouco, disse a ela que a partir deste instante eu tinha consciência de que seria vítima de difamações e de histórias falsas contadas pela última garota de programa com quem me relacionei. Ela se vitimiza para poder demonizar a verdadeira vítima. Finalmente, descobri a sua real natureza. Período encerrado, vesti minha roupa, nos despedimos. Quando alcancei a portaria do 37, o temporal continuava violento. Abri o guarda-chuva, emparelhei o meu aparelho auditivo com a música do celular e me misturei as grossas gotas de água que desabavam das nuvens revoltosas. Cantarolei a letra que o aparelho me soprava aos ouvidos e pensei: amor verdadeiro é o da minha poodle.

Valeu, Bruninha. Você é um doce!

SET ME FREE Dancinha

membro, Juh Ink, PrefeitoComeCu, Digboy, Sued, Ninho, Antonella, Dionizio_RJ, Ubarana, Lisbela Varela, pgggato45, Sueco, Saulo Top, Lucifer, Hairy, Wolfgang, O_Barba, Negão_01, Vassoura, Az,, pauloeduardo, Estarossa, Velhin Tarado, Malvadão Carioca, Deviantsex, MRio, Brand, Papai Noel, Deco1272, ronondex, ViciadoEmPeitudas, Tenista, Michael Corleone, curtiram esse TD.
CLÉOH - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (24) 98125-5687
CLÉOH
POSITIVO
TEMPO: 240 MINUTOS VALOR: R$800.00
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08 de fevereiro de 2023 às 11:02





Conheci Cléoh em uma boate, vagando em um passeio noturno pelo Centro. Eu havia me afastado da última criatura com quem me mantinha um imaginário romance, estava triste, o primeiro bloco de mentiras emergiu como merda em privada entupida, essa primeira onda de decepção me arrasou. Cléoh foi uma dádiva do destino para cicatrizar as feridas do meu infeliz relacionamento, poderia ter sido a minha redenção.

Este relato é antigo, trata da última vez que estive com Cléoh, uma tarde inteira, logo após trazê-la para o fórum, ser seu padrinho, ajudá-la a superar os problemas pelos quais passava. No entanto, cometi um erro, decidi reatar com a mulher de quem me afastei um pouco antes, renunciei aos encontros com a doce Cléoh em respeito a essa outra mulher, me submeti novamente às pequenas maldades, voltei a ser o “cachorrinho” (apelido que ganhei de um patrocinador dela). Porém, o que significa cachorrinho além de um ser fiel, leal e amigo? Não me ofendeu.

Soube somente hoje de um detalhe interessante, muitos perguntava para ela sobre mim, sobre o relacionamento que vivenciei, alguns espantavam-se por eu continuar sobrevivendo.

Agora, após de ter sido devastado implacavelmente por uma segunda onda de decepções, me sinto no dever cívico e moral de colocar este Tedê atrasado com a Cléoh, com quem me desculpei pelo súbito abandono que cometi, ela não conhecia nada sobre fórum e a joguei aqui sem apoiá-la como deveria. Esta semana, expliquei um pouco da minha história recente sem citar nomes, nunca cito nomes. Ela, absolutamente generosa, quis se desculpar por não ter percebido o meu infortúnio. Não, Cléoh, quem se desculpa sou eu.

Não exporei aqui detalhamentos sexuais, muitos outros Tedês já nos contam sobre a entrega de Cléoh na cama, sobre a sua vontade de agradar. Falarei sobre aspectos mais abstratos. Cléoh é uma mineira simples, carinhosa por natureza, de boa conversa, nunca me faltou com a verdade sobre a sua vida, sobre as suas dificuldades, isso me tocou, me fez querer resgatá-la. De certa forma, fui seu padrinho aqui no fórum, um padrinho que a abandonou logo após o batizado. Fui um mau padrinho.

As primeiras qualidades que me encantaram em Cléoh passaram pela meiguice, pelos seus beijos, por sua boa vontade, pela atenção que me dedicou. O destino trouxe um presente que eu recusei para prosseguir no flagelo. Ficar com Cléoh uma tarde inteira, como fiquei meses atrás, me deu a experiência plena de estar com uma namorada, foi um momento de serenidade depois de passar por infernos quase diários no meu último bad romance. Cléoh, quando diz que gosta de você, acredite que ela gosta mesmo, ela demonstra. E não é porque faz programa que seja incapaz de gostar, Cléoh ainda possui um bonito coração. É madura, quando existe tanta gente madura imatura por aí.

É possível contar com a sua companhia sem que a ganância esteja envolvida. É óbvio que ela precisa do dinheiro, mas também valoriza o ato de nos conhecer, de agradar, de nos ouvir (gesto tão raro). A última tarde que passei com ela há tantos meses, na sala que ajudei a conseguir, saboreei a sensação de estar em uma ilha paradisíaca, na melhor companhia que eu poderia ter. Cléoh não é somente uma acompanhante, é um presente.

Não termino este Tedê com um orgasmo, termino com um obrigado. Girl7

membro, PrefeitoComeCu, LP come queto, Brand, Saulo Top, Digboy, pauloeduardo, Velhin Tarado, Jucabar, Sueco, Lucifer, Dionizio_RJ, Y@N, Wolfgang, Novaes87, Papai Noel, Mister M, Brutus, Sued, Ninho, Lisbela Varela, Horus, ViciadoEmPeitudas, Cléoh, MorenaVital, Pirubaby, Mascarado22, Seu Brandão, ronondex, Michael Corleone, curtiram esse TD.
ANNA TRINITY - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99603-3714
ANNA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
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06 de fevereiro de 2023 às 08:02






A última semana foi dolorosa para mim, o mal pode brotar de onde menos esperamos. Há pessoas cuja natureza é a fraude. Há traições que fazem da história de Judas um conto de fadas. Infelizmente, vi uma decepção imensa me atingir e me abalar.

Porém, para todos os males é possível que exista um bem que nos conforte. Buscando mãos que pudessem me ajudar a cicatrizar as úlceras pelo golpe sofrido, encontrei Ana e ela me inspirou...

*************************************************

Cheguei antes da hora marcada ao Largo da Carioca, decidi tomar um café no Edifício Central, cultivar alguns minutos de meditação. Minha curiosidade para conhecer a Ana era grande, suas fotos são sempre provocantes e mostram um corpo delineado em curvas colossais. Tive dificuldade para conseguir um horário conveniente, também precisei superar o desânimo que me tomou devido aos últimos acontecimentos decepcionantes que enfrentei. Na sexta-feira dei sorte, Ana tinha uma brecha e eu tinha o desejo de estar com ela.

Fui caminhando sem pressa e alcancei o prédio da Avenida Treze de maio. Envio mensagem avisando que estava no local, Ana logo responde e pede que eu suba. As catracas da portaria estavam liberadas, atravessei e subi um lance da escada habitada por vários gatos sonolentos. Toco a campainha da sala, alguns segundos de suspense e a porta se abre, mas não avisto ninguém. Entro e me vejo diante da bela Ana emoldurada por uma lingerie cavada e vertiginosa. Beijo sua boca com a minha habitual afobação, mas o beijo de Ana foi leve, talvez intimidado pela minha bocarra.

Toalha, ducha e retorno ao quarto. Ana me esperava, peço que ela deixe cair as poucas peças que a recobrem e o que se revela é um corpo extraordinário. Ana tem os cabelos em um corte curto, charme que poucas mulheres usam; seus seios são pequenos, mas nos fazem salivar no convite para abocanhá-los; a cintura fina, a bunda firme, esférica e perfeita; o rosto possui uma beleza singular, para homens de gosto sofisticado; suas coxas são grossas e torneadas; a pele é macia, cheirosa. Para coroar todas as suas virtudes, Ana é carinhosa, doce e paciente. Não senti nenhuma frescura no atendimento, se entrega, busca nos agradar.

Deito por cima do seu corpo, queria sentir a fricção das nossa peles, me esfregar naquele continente de deleites. Ana me recebe sem medo, aceita o meu corpo sobre seu corpo, o calor da sua sensualidade abraçou o meu desejo. Continuei a beijá-la, mas sua boca continuava amedrontada pela minha gula, então ela me confessa que padecia com uma afta e com os lábios doloridos. Tudo bem, não seja por isso. Continuamos nos amassos, desço para sua vagina, deslizo a língua pelo clitóris, ela se contorce, fecha os olhos, está sensível, vou com cuidado. escorrego pelas suas pernas, beijo seus pés e Ana geme pela surpresa das vibrações que a percorrem.

Saco o meu aparelhinho semimedieval, ela se espanta com a onda de choque que a invade quando o introduzo em sua boceta, geme alto, tenta resistir ao orgasmo, seu corpo vai ficando trêmulo, sua face se transfigura, Ana vai se entregando, desistindo de lutar e goza intensamente diante dos meus olhos maravilhados com o show.

Minha vez, deitei-me, ela passa um tipo de creme no meu combalido pênis e o engole inteiro, lambe meu saco. Sua chupada é boa, sem preguiça, ela alterna com uma punheta vigorosa, sinto os meus espermas subirem como lava de vulcão. Ana pressente o meu gozo, aproxima seu rosto, seus seios e me derramo em litros sobre ela.

Conversamos um pouco, falamos da vida, contei um pouco da minha história, mas a pontualidade implacável do relógio me avisou de que eu deveria me despedir. Prometi voltar e irei voltar. Ana me deseja um bom fim de semana e ganho às ruas do Centro. Passo por uma banca de camelô e confirmo que a vida é uma brincalhona, a música que emergia da caixa de som parecia um deboche à minha condição emocional. A letra entoada por Nelson Gonçalves...

NADA ALÉM

O Sol mergulhava na noite, as estrelas me saudavam. Respirei fundo e cantarolei os versos daquele clássico de Orlando Silva. Imaginei-me em um musical, dançando como um Gene Kelly com artrose enquanto as cortinas do filme se fechavam. Uma breve alegria me invadiu e agradeci por experimentar aquele momento pleno da vida.


Nada além
Nada além de uma ilusão
Chega bem
Que é demais para o meu coração
Acreditando
Em tudo que o amor mentindo sempre diz

Eu vou vivendo assim feliz
Na ilusão de ser feliz
Se o amor só nos causa sofrimento e dor
E melhor bem melhor a ilusão do amor
Dancinha

membro, Brand, Y@N, pgggato45, Papai Noel, Mister M, ogimao, Az,, Lyon, Poseidon, LP come queto, Estarossa, Conde Da Valáquia, Novaes87, Dionizio_RJ, Pirubaby, Mayara Rios, Saulo Top, Bart, Velhin Tarado, Hairy, Duelista, The Witcher, Barbosa82, Digboy, Wolfgang, NOVATO62, Vinny, ronondex, Sued, Broker83, curtiram esse TD.
ALICE TIJUCA - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98237-2049
ALICE
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TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
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02 de fevereiro de 2023 às 22:02



— Boa tarde, o senhor sabe onde fica o Shopping Tijuca?

Quando levantei os olhos para ver quem me perguntava, me deparo com uma loira escandalosa, lindíssima, cabelos longos e cacheados, encaixada em um vestido curto e decotado, olhos verdes, me lembrou a Bruna Lombardi na juventude. Fiquei estático olhando para os lábios rubros e carnudos da menina, minha vontade era pedi-la em casamento, apresentar a minha poodle e sermos felizes para sempre, mas a realidade é implacável.

— O senhor está bem? — ela me pergunta.

Eu devia estar pálido. Neste exato momento o louco do meu aparelho auditivo emparelha por conta própria uma música no celular: INXS – Disappear

INXS

Por que os deuses brincam assim comigo? Com o som dominando os meus ouvidos surdos, cheguei a me imaginar como um Fred Astaire manco, rodopiando em torno da loira, ajoelhando-me diante dela e declarando que eu só seria feliz ao seu lado. Não fiz nada disso.

— Só seguir essa rua, lá no final você irá avistar o shopping — ela agradeceu e fiquei observando o meus sonho se afastar, perder a forma e se dissolver na distância de um horizonte inalcançável. Para me sacanear, o aparelho auditivo começou a tocar Never Tear Us Apart, também do INXS.

INXS

Acredite, forista sem fé, este foi o terceiro Tedê que eu realizei em um único dia. Anoitecia na bucólica Tijuca e me veio a lembrança de que Alice costuma atender até às 20h. Saquei o celular e arrisquei o contato.

— Sobe, Dante. Saudade de você — palavras que me consolaram a alma.

Subi. Alice me recebe elegantérrima, me entrega uma toalha, mergulho no chuveiro e quando retorno ela já me aguardava com tudo preparado.

Fui na Alice mais pela massagem, pelo toque carinhoso que eu precisava naquele momento, para estar ao lado da companhia sincera dela. Depois de conviver com energias ruins, é preciso buscar as boas. Não deu outra, Alice me fez uma massagem tão divina que cheguei a adormecer. Sonhei que tinha casado com uma mulher leal e sincera, foi chato quando acordei. Minhas escolhas, geralmente, são pesadelos.

Ao terminar a massagem, Alice me abocanha num boquete com sabor de bala Halls, aquela onda de menta gelada endureceu o pequeno Pikachu e a minha massagista atenciosa iniciou uma punheta. Gozei rápido. Depois, fui lamber sua vagina até que ela gozasse e ficamos quites.

Batemos um papo, sinto que Alice se preocupa e tem carinho por mim, algo que ainda me faz ter esperança na humanidade. Hora de nos despedirmos. Caminho sob as luzes da Rua Conde de Bonfim, sozinho, pensando no sonho da esposa sincera e leal. “Esquece, Dante”, você é lobo desgarrado da matilha, seu destino é outro” — me alerta a voz silenciosa da consciência. O sacana do aparelho auditivo fecha o dia com Erasure - Love To Hate You.

ERASURE

Eu sigo, sigo... sem saber aonde chegarei. Hum

membro, Sueco, pauloeduardo, Digboy, Y@N, Rapé, Barbosa82, Sued, PrefeitoComeCu, Brutus, Papai Noel, Saulo Top, LP come queto, Mister M, Dionizio_RJ, joseph1973, Vin Diesel, Deviantsex, Alice Tijuca, ViciadoEmPeitudas, Velhin Tarado, Brand, OldSchool, ronondex, curtiram esse TD.
MIRELLA MORENO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96742-2220
MIRELLA
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TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$440.00
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02 de fevereiro de 2023 às 21:02






Novamente, mergulhado na desilusão, marcado pela frieza da deslealdade, apunhalado pelas mentiras sinceras, retorno a uma vida que já não me satisfaz, que me entedia muitas vezes, que no alto dos meus cabelos brancos me ressoa vazia. Entretanto, é o que ainda me resta. É a minha sina e desse fardo tem sido difícil escapar. Alguém poderia dizer "você é um otário, Dante" — não, estimado forista, eu trato as pessoas com respeito, com afeto, com dedicação e carinho, se alguém se utiliza disso para me enganar, mentir e me fazer acreditar no que não existe, não sou eu que está agindo errado, mas sim a pessoa que se embrenha nessa atitude.

Por que refletimos um ato mecânico quando relatamos um encontro sexual? Não critico os colegas que constroem a narrativa de forma engessada, pois é uma virtude se darem ao trabalho de escrever. Sim, escrever um Tedê dá trabalho e o pior é que se trata de um trabalho derivado de uma oferta de serviço pela qual pagamos. Acredito que os que escrevem, o fazem pelo prazer de escrever, de ser lido, de ser reconhecido pela comunidade. Não tenho dúvidas de que o prazer de escrever muitas vezes supera o prazer do sexo pago que experimentaram. Infelizmente, muitas dessas mulheres sobre as quais escrevemos nem sequer lê o texto construímos para elas. Quanto a mim, continuarei desafiando a mesmice, hoje valorizo muito mais o antes e o depois do que o durante, valorizo a expectativa, tudo que se passa na minha mente antes do embate sexual.

Ao desembarcar da cabine glacial do táxi na escaldante planície do Largo da Carioca, o choque térmico fez o meu aparelho auditivo emparelhar com o celular e a melodia do U2, inundou os meus ouvidos.

U2

Admito, a mona divina que me habita quis se manifestar naquele momento, sussurrou para que eu soltasse a franga, fizesse uma performance, levantasse os braços, rodopiasse e gritasse a letra da música. Certamente, se eu tivesse cedido à minha mona reprimida, talvez me transformasse em matéria de identidade de gênero para o Globo Repórter. Resisti.

O céu de um azul imaculado, sustentado por um Sol absoluto do meio da tarde, impedia a sobrevivência de qualquer melancolia individual. Mirela... marquei com a Mirella antecipadamente, mas ela me pediu para adiar uma hora por conta do atraso de um empata foda que havia se atrasado. Como o meu desejo de estar com ela foi maior do que o desânimo que o adiamento me causou, aceitei a condição. Embromei pelos corredores do Edifício Avenida Central até que se aproximasse o novo horário marcado. O tempo passou rápido e quando dei por mim já estava pedindo o cartão de acesso a uma das recepcionistas do prédio.

— Já tem cadastro? — ela me pergunta.

— Tenho.

— Qual seu nome?

— Dante. Meu nome é Dante.

BOND

Recebo o cartão e subo ao andar da minha musa sempre cobiçada, toco a campainha e logo ela abre a porta vestida em uma lingerie preta, semelhante a um maiô cavado. O seu sorriso me arrebata, o seu corpo me provoca...

— Quem é vivo sempre aparece — me diz.

Mirella me conduz ao quarto, me desnudo sem pudores e peço que ela deixe cair a lingerie. Suas curvas se abrem para os meus olhos, marcas de biquini denunciavam a armadilha onde tantos homens devem ter derrapado e sucumbido à paixão sexual. Ela se deita na cama e mergulho sobre a sua pele como quem entra em uma piscina morna. Ela me beija, fecho os olhos e o sonho começa. Para que descrever o sexo tantas vezes descrito? Resumo afirmando que foi a sublimação do orgasmo.

Quando desperto dos sessenta minutos de deleites, estou de volta às ruas do Centro, caminhando ainda sob os encantos da morena que me enfeitiça a cada nova audiência. É bom estar com Mirela, ela é uma mulher aconchegante, agradável, carinhosa comigo, generosa. Fica sempre o gostinho de quero mais, a vontade de voltar. E volto.

O crepúsculo exibia os seus primeiros sinais em um céu avermelhado que escurecia. Eu pisava sem rumo com minhas botas, desnorteado, sentindo um pouco do peso da solidão que a idade começa a rejeitar. Putas e libertinos se atraem como mercúrio, avisto a entrada de um bordel nos arredores da rua das flores e, neste instante, meu aparelho auditivo novamente emparelha com o celular e o som de “Better Off Alone” me embala no delírio dos sentidos.

BETTER OFF ALONE

Meu nome? Me chamo Dante e não acredito em nada que seja linear. A partir de agora, qualquer aventura é possível... Dancinha

#LIBERTINE-SE

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Eddie Adams, Papai Noel, pgggato45, Saulo Top, Y@N, delgran, Barbosa82, PrefeitoComeCu, Sueco, Digboy, Lucifer, pauloeduardo, Sued, Lyon, cabaite, rudra, Brutus, Novaes87, Mister M, Dionizio_RJ, Tenista, Brand, Mayara Rios, Velhin Tarado, ViciadoEmPeitudas, Estarossa, ronondex, curtiram esse TD.
ISADORA VILHENA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99349-3413
ISADORA
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TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$500.00
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09 de Janeiro de 2023 às 02:01






ISARDENTE

Sob tua pele de neve arde o fogo,
Branca impura que não teme o pecado.
O teu corpo sinuoso é safado,
O teu gozo nunca é o fim do jogo.

Nos teus beijos fundos, eu me afogo.
Maré alta que me leva arrastado.
Tuas mãos pegam meu pênis inchado,
Sarros que ardem prevendo o epílogo.

A aliança não pus no teu dedo,
Coroei tua vulva cobiçada.
Nos teus seios compus o meu enredo.

Foi no teu grelo que fiz meu degredo,
Morri mil vez com tua mamada,
Renasci para desposar-te em segredo.



Chovia fino na segunda-feira, passei a manhã pesquisando candidatos em um site especializado em ménage, entrevistando, vendo fotos, instruindo sobre o que queríamos e selecionando a cobaia para uma nova experiência com Isadora. Dizem que eu a uso, que me aproveito dela como mulher, a verdade é que nós dois usamos o desejo alheio para o nosso prazer compartilhado. Surgiu um que cumpria as nossas exigências, marquei na parte da tarde.

Cheguei ao prédio em uma rua Álvaro Alvim pouco povoada no início da semana. Isadora me recebe à porta com o robe semiaberto, exibindo parte dos seios suculentos, nos beijamos e ela foi preparar o cenário de uma nova sessão da nossa fantasia.

Não demorou muito para que o rapaz chegasse, um moreno de corpo musculoso. Entrou tímido, até que Isadora capturasse sua boca num beijo que o abduziu, o rapaz aperta a sua bunda e a empurra em minha direção e fazemos da loira o recheio de um sanduíche de corpos que se consumiam em chamas. Isadora geme enquanto o rapaz a beija na boca e eu desfiro lambidas em sua nuca, ela sarra a bunda em meu pênis ao mesmo tempo em que o garoto dedilha sua vagina. Formamos um nós erótico compondo o prefácio do orgasmo que viria.

Isa conduz o rapaz para a cama, ele se deita nu e ela senta por cima do seu corpo, esfrega-se em seu pau, rebola sobre sua virilha, os olhos do menino reviravam-se de prazer. Diante dela, eu chupava seus peitos, mordiscava os biquinhos em relevo, ela parecia estar em estado de delírio. O rapaz inverte a posição e passa a chupar sua boceta encharcada, eu beijo sua boca e deslizo minhas mãos por sua barriga até a margem de sua vagina, arreganho mais seu clitóris para que o garoto possa ir mais fundo com a língua. Isadora se contorce, geme alto, grita e goza com força.

O jovem a coloca de quatro, lambe seu cuzinho, ela rebola, geme, não resiste, pede para que ele coma a sua bunda. Ele se posiciona por trás e eu fico em frente ao rosto da minha imperatriz, o garoto começa a meter devagar, Isa geme num misto de dor e prazer, o rapaz ergue mais o corpo e enfia fundo o pau no cuzinho de Isadora. Ela grita novamente, mas gosta, pede para socar, xinga de filho da puta e mergulha com a boca em meu pênis duro diante dela, engole, me devora em um boquete frenético. Na minha frente, o que eu via era o seu rabo empinado e o menino a comendo como um selvagem. Toda aquela cena foi demais para os meus sentidos, gozei muito na boca de Isa.

Nocauteado, fiquei observando o garoto continuando a meter no cu de Isadora, ela gemia e pronunciava “come meu cuzinho que eu gosto”. O jovem não conseguiu mais segurar, berrou como num chamado de guerra e caiu quase desfalecido sobre o corpo quente da nossa diva.

Não dissemos ao menino que tudo aquilo era um programa nem que Isadora era uma profissional, não desconfiou em nenhum momento, acreditou que fôssemos um casal — banquei a minha parte e a dele em segredo — ele me pareceu estar meio apaixonadinho pela minha parceira. Conversamos um pouco e depois nos despedimos dele. Isadora encarou-me com olhos sensuais e me disse: “Quero mais...”

A aventura continua...

Libertine-se Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Digboy, Saulo Top, Xerekovski, gargamel, Dionizio_RJ, Y@N, Bad Brain, Bart, Chicote, Tenista, LP come queto, Alexia Almeida, MRio, Estarossa, ViciadoEmPeitudas, Marcio Centro, Mister M, Velhin Tarado, Mayara Rios, João PGrosso, Isadora Vilhena, pgggato45, ronondex, Cabra da Peste, Jonta, Tony Almeida, Alicia Ferrari, bender rodrigues, Ninho, OldSchool, Aventureiro70, Stagrj, Gambit, O_Barba, sonho de liberdade, Journeyman, Geraldinho, Jack Cage, Gordin Boêmio, Hairy, Wolfgang, Papai Noel, Sued, Az,, Brutus, schusk, MorenaVital, curtiram esse TD.
PRÉDIO URUGUAIANA 24 - Rua Uruguaiana, 24 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
ISA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$120.00
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03 de Janeiro de 2023 às 17:01






O Sol vespertino incinerava corpos e pensamentos, o céu oprimia os olhos pela ditadura monocromática do azul imaculado, o crematório urbano exibia-se enquanto eu caminhava por entre as brasas de verão da Rua Uruguaiana, após sair de mais um almoço nababesco no Coliseu das Massas. É possível que eu mais me arrastasse do que caminhasse pelas calçadas. Empanturrado de massa, comecei a pensar em sexo à medida em que me aproximava do numeral 24 da mesma rua. Pensei duas vezes antes de galgar as tortuosas escadas, tive receio de ser acometido por uma congestão durante o ato sexual, mas a libido nos suprime o juízo e subi para mais uma viagem de deleites naquele muquifo imperdoável.

Passo pelo primeiro andar e as vampiras da penumbra praticamente me cercam, todas com seios à mostra, em uma tocaia ensaiada de mamas.

— Vem provar minha xoxota — diz uma.

Há quantos anos não ouvia a palavra “xoxota”, fazia tanto tempo que xoxota me soou aos ouvidos como peça de um museu feminino de gerações remotas. Ignorei a xoxota e me arremessei para tentar alcançar o segundo andar, mas me seguraram pelo braço. Sim, as mulheres do primeiro andar são ousadas, qualquer hora cobrarão pedágio para que possamos acessar os outros pavimentos. Quando girei o pescoço para ver quem impedia o direito de ir e vir, vejo que meu braço estava preso pelas mãos de uma menina que era a cara da Bolota das histórias em quadrinhos, ao seu lado uma outra garota gargalhava em soluços me encarando, provavelmente a Brotoeja. Bolota não tinha seios, eram tetas literais e inquestionáveis, um par de peles flácidas lutando inutilmente contra a lei da gravidade e prevendo que o chão seria o último limite; Brotoeja, a comparsa, me lembrou um Gremlin, difícil encontrar um elemento comparativo que ofereça a imagem precisa da ausência absoluta de beleza da moça, é daquelas que a voz do povo diz “feia que dói”. Não foi fácil me livrar daquele embaraço antes de escutar todos os chavões da publicidade de puteiro: cu, leitinho, xoxota, boquinha, pau etc. Esgotado o discurso publicitário da Bolota, sentindo-se rejeitada, ela soltou o meu braço ao mesmo tempo em que me lançava um olhar de poucos amigos. Agarrei-me ao corrimão e continuei subindo as escadas.

Na Uruguaiana 24, sempre cultivei preferência pelo segundo andar, foi lá que degustei por muitas vezes uma mulher chamada Isa, a quem conheci originariamente no Rosa Vermelha, em São Cristóvão. Tive uma afinidade visceral com Isa na cama desde o primeiro encontro, é dessas mulheres em que a gente encosta e a ereção é instantânea, fenômeno raro que valorizo muito. Pensei que nunca mais fosse vê-la, perdi seu telefone, mas o destino, cuja alma são as surpresas do cotidiano, me colocou novamente diante dela naquela tarde escaldante. Acredite, forista sem fé, meus olhos brilharam quando a vi próximo ao balcão acompanhada de um sujeito grisalho e segurando um copo de cerveja nas mãos. Não demorou para que ela me visse e percebi que também se surpreendeu com emoção pela minha presença. Ficou ainda alguns minutos com o grisalho, até que ele saiu de perto e finalmente nos abraçamos.

Tomamos juntos uma birita e a convidei para ficarmos juntos. Ela me joga numa daquelas baias que mais parecem maquete de cela do Carandiru. Saiu, e logo voltou com a máquina do cartão, paguei pelo período de uma hora. O colchão da pequena cama da baia deve ser recheado de ácaros, não de espuma. Quando me sentei, senti a bunda pinicar, mas o verdadeiro libertino é homem que mija em pé, nada teme. Recostei-me e Isa me abocanhou num boquete rapel, sua boca subia e descia em movimentos vertiginosos, precisei pensar no incêndio do Museu Nacional, nas Lives do Bolsonaro, na voz do Lula, no Wolf sentado no Zezé, tudo para evitar a ejaculação precoce. Consegui resistir. Isa se deita, abre as pernas, me oferece a vagina que chupo com a sede dos camelos, acreditei que ela gozou. Ela fica de quatro e preparo meu combalido pênis para a penetração, gozei depois de poucas estocadas, como se fosse um coelho intoxicado por viagra.

Nada mais a fazer, nos despedimos, Isa me pediu para não sumir, eu prometi retornar. Desço um lance da escada sinuosa e me deparo novamente com Bolota, a gordinha chapa a mão no meu pênis sensível e comenta aos gritos com a cover feia da Brotoeja:

— Ai, o piru dele é gordinho, parece salsichão — Brotoeja, numa incansável bajulação, gargalha como um Neandertal descobrindo o fogo.

Antes que elas me colocassem no espeto, corri em busca da saída e ganhei as ruas sob as chamas implacáveis do astro rei. A aventura continua... Libertine-se Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
PéSSIMA RAZOáVEL
membro, Morcego Vermelho, Y@N, Saulo Top, Veronica Carbone, pgggato45, Az,, Rebe, Wolfgang, Digboy, Hairy, Jonta, Bart, Brand, Papai Noel, Dionizio_RJ, Lex Luthor, LP come queto, Sued, MRio, Caçador_07, João PGrosso, Velhin Tarado, ViciadoEmPeitudas, Michael Corleone, pauloeduardo, schusk, curtiram esse TD.
ISADORA VILHENA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99349-3413
ISADORA
POSITIVO
TEMPO: 240 MINUTOS VALOR: R$900.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

29 de Dezembro de 2022 às 19:12



** Eu pedi ao nosso Brand para recolher este TD na ocasião em que postei, não era o momento de inseri-lo e fiquei com a impressão de que não fui capaz de descrever com precisão os detalhes que ocorreram dentro do bordel. Superado o período inadequado, feita uma breve revisão em alguns pontos, devolvo o TD ao tópico. Atualizado e no melhor momento para ser exibido.**

**********************************************

Estamos somente eu e você aqui, afeiçoado forista. Você é a única pessoa que poderá compreender esta narrativa e aqui é o único local onde posso registrá-la. Acredito no nosso laço de confiança e na sua capacidade de compreender os acontecimentos que irei descrever no decorrer dessas linhas. Não, não sinto vergonha e, tampouco, me importo com julgamentos moralistas. Sou um libertino visceral, um degenerado movido pela adrenalina dos experimentos da libido.

Nossa programação vespertina tinha como destino Copacabana, mas a Isadora sofreu com uma súbita crise de sinusite e só melhorou no início da noite de quinta-feira. Ela se programou para ficar até mais tarde no Centro, mas desistimos de Copa e consideramos uma nova visita ao swing do Mistura Certa. Marquei de encontrá-la às 21h, na porta do prédio da Álvaro Alvim. Os arredores do bar do Zezé e do Amarelinho formavam um caldeirão de boêmios, de uma caixa de som transbordava um remoto som do Nirvana — Smells Like Teen Spirit — fiquei na esquina esperando que a Isa descesse.

NIRVANA

Avisto a loira com os cabelos soltos, lisos, encaixada em uma minissaia preta justa, coberta por uma jaqueta que ocultava uma blusa que me pareceu transparente. Caminhamos até um táxi que fazia ponto por perto e pedi ao motorista que nos levasse à velha Lapa. Ao atravessarmos os Arcos, nos deparamos com uma turba eufórica espalhada pelos bares da região. Sugeri que parássemos no Bar Brasil, o meu favorito por ali. Eu quis fazer um aquecimento antes de entrarmos na arena feroz do swing, tomei uns drinks, pedi uns croquetes, bati papo com Isa e deixamos a hora passar. Os ponteiros do relógio marcavam 22h30 quando ela apontou para uma boate do outro lado da rua e me perguntou o que funcionava ali.

— É a Up, um bordel — respondi.

— É puteiro? — Isa quis confirmar.

— É.

— Eu queria conhecer. Pode entrar casal?

Lembrei-me que vi casais entrando na Up nas vezes em que estive lá, mas alertei à minha companhia de que talvez não fosse um ambiente onde ela se sentisse à vontade.

— Ah! Vamos Dante. Quero conhecer. Tenho a maior vontade. Será que me deixam fazer programa?

— Acredito que não.

Paguei a conta do Bar Brasil, atravessamos a rua, perguntei ao porteiro da Up se eu poderia ingressar acompanhado, ele permitiu. Entramos. O cenário estava composto por umas dez mulheres e uns poucos homens, eu e Isadora sentamos num canto estratégico para nos ambientarmos. Isa ficou um pouco intimidada com os olhares das meninas da casa, mas não recuou na sua vontade de permanecer na boate. Pedi uma Coca-Cola para ela, uma Corona para mim e continuamos observando. Alguns homens a encaravam, ela devolvia discretamente os olhares, muitas mulheres da Up trajavam vestidos ou roupas sensuais, Isadora não destoou muito naquela paisagem libidinosa.

Precisei ir ao banheiro. Quando retornei, Isadora havia tirado a jaqueta que protegia uma blusa fumê, mas com uma transparência que quase deixava os seus seios colossais à mostra. Um rapaz de uns trinta anos se aproximou dela. Isa me lançou uma piscadinha, como pedindo para que eu esperasse onde estava e continuou conversando com o homem. De repente, o sujeito taca-lhe um beijo que ela não rejeita, neste ponto eu tive a certeza de que a situação iria esquentar. O rapaz a puxou pela mão e a levou até ao caixa, logo depois uma outra mulher foi falar com eles (creio que uma gerente), então Isa se afasta do homem e vem em minha direção.

— Dante, vou subir para um programa. Posso?

— Como assim? Você não trabalha na casa. Deixaram?

— Ele desenrolou e deixaram. Vai pagar o período de uma hora. Posso?

— Ué. Pode. Fico esperando para você me contar tudo.

Isadora voltou para o rapaz e subiram. Dizem que ler é a arte de viver por empréstimo, talvez, por isso, estimado forista, você possa ficar indignado neste momento da narrativa. Talvez, você me pergunte como fiquei passivo diante da situação. Compreenda, forista sem fé, a Isadora já realizou várias das minhas fantasias sexuais, por que então eu a impediria de viver os seus próprios desejos?

No instante em que Isadora subiu, os acordes de Satisfaction, na voz de Mick Jagger, inundaram a pista.

SATISFACTION

Emendei em mais duas Coronas, bebi devagar e o tempo passou rápido ou o período de uma hora foi encurtado. Logo vejo Isadora descendo com o rapaz, se despedem com outro beijo na boca e ela vem na minha direção. Antes que me alcançasse, foi interceptada por outro homem que a puxou para um canto, encarou salivante os seios da nossa diva praticamente expostos pela blusa semitransparente. Isadora se afasta do homem para me avisar que iria subir novamente, um período menor do que o anterior. Só me restou assentir. Mais algum tempo de espera, mais duas garrafas de Corona. Isa retorna.

— Demorei?

— Não. Fiquei de boa aqui.

— Me traiu não, né?

— Claro que não.

— Agora é você que vai subir comigo, Dante. Eu quero.

— Mas...

— Não tem mais. Não quero nem saber. Vamos. Você não queria que eu te contasse tudo? Vou te contar lá em cima.

Fomos ao caixa, paguei uma hora e subimos ao andar das alcovas da Up. No quarto, que não tem parede até o teto, Isadora me beijou fundo, arriou minha calça e abriu a minha camisa, deitamos na cama e ela me aplicou um boquete deglutição, em que alternava com lambidas quentes no meu saco, beirando um beijo grego. Trazia a boca para a minha boca em alguns intervalos e começava a contar tudo que se passou no quarto.

— Você quer que eu conte?

— Quero — respondi.

— O primeiro cliente chegou no quarto e já foi me beijando muito, chupava minha língua e mamou forte meus peitinhos. Ele parecia que não fodia há muito tempo. Depois me botou de quatro na beira da cama e perguntou se podia comer meu cuzinho, eu respondi que adoro dar o cuzinho. Ele meteu tudo de uma vez e eu gritei porque doeu, mas ele deve ter pensado que era tesão e me socou forte. Depois que ele meteu, comecei a gostar e gozei muito com ele comendo meu cuzinho.

— E o segundo cara? — perguntei.

— Esse me pediu para chupar, ficava me xingando de puta enquanto eu engolia a piroca dele, puxava minha cabeça para eu engolir até o talo. Ele tinha uma piroca grande, grossa. Ficou fodendo a minha boca com a piroca e me deu muito leitinho.

Enquanto Isadora contava suas duas aventuras, ela me punhetava e chupava meu pau. Antes do fim da segunda história, explodi em uma ejaculação histérica.

Descemos juntos. Ela foi ao caixa para perguntar se poderia receber pelos programas, o que eu entendi é que a responsável do local abriu uma exceção e pagou a ela antes do fechamento da casa com a condição juramentada de que ela voltaria ao puteiro no dia seguinte. Ganhamos a rua, a Avenida Men de Sá fervilhava em torno dos Arcos da Lapa, caminhamos em busca de um táxi, brilhávamos sob as luzes de neon e sob o testemunho irrefutável das estrelas. Dois perdidos que se encontraram nas fantasias do sexo e na liberdade inviolável de sermos quem somos. Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Tenista, Digboy, Mayara Rios, PrefeitoComeCu, Novaes87, Ninho, Sued, Nego Dengo, Bart, Rebe, Maya Gueixa, Crystal Pimenta, João PGrosso, Wolfgang, Velhin Tarado, Solto79, Estarossa, Isadora Vilhena, Scuba, Jonta, Aventureiro70, Dionizio_RJ, bender rodrigues, Cabra da Peste, Geraldinho, ViciadoEmPeitudas, Journeyman, Bad Brain, Michael Corleone, ronondex, Gambit, Y@N, schusk, MorenaVital, curtiram esse TD.
PONTO DE RUA - R. Gomes Freire (entre Av. Men de Sá e R. do Rezende) , Lapa - Rio de Janeiro - RJ
JUCI
NEUTRO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$500.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - NãO GOSTEI NãO SEI NãO SEI NãO SEI R$0.00 NãO

29 de Dezembro de 2022 às 11:12






A APRESENTAÇÃO

Sou um flâneur, um fruto da minha solidão vocacionada, adoro caminhar longas distâncias e cultivei uma preferência pessoal por explorar as ruas e vielas do Centro do Rio. Infelizmente, a realidade mudou, o Centro se decompôs e o índice de assaltos aumentou consideravelmente, mas ainda me arrisco a degustar desse meu prazer trivial ocasionalmente. Sempre fui afeito à adrenalina, na minha envelhecida maturidade o vício da aventura avultou-se, nunca combinei muito com freelancers, tenho a mania da escolha visual, somente as termas, as boates e as ruas perdidas da cidade fornecem a matéria-prima que me sustenta. Prefiro a caça ao delivery.

Passei a escrever menos no Fórum, relato pouquíssimo as minhas andanças urbanas por perceber que a maioria dos foristas contemporâneos carrega um perfil muito distante do meu, são mais convencionais, gostam de café com bolo, se arriscam menos e não possuem a necessidade da abordagem e da sedução, que são essenciais à minha libido. Ao mesmo tempo, são poucos os TDs que me convidam à leitura, não gosto de histórias lineares ou telegráficas, isso não combina com a busca do sexo. Este relato que escrevo agora, não pretendia registrá-lo, penso que provavelmente não será do interesse da massa dos foristas. De qualquer forma, eis-me aqui tecendo a narrativa, talvez pelas características inusitadas que me proporcionou.

O ENREDO

Há tempos que venho mapeando a região da Lapa, lá eu colhi espécimes femininas de extrema delicadeza e qualidade, algumas vieram para o fórum após eu induzi-las, outras preferem insistir nas emoções da pista. Descobri alguns pontos ao ar livre, como a Rua do Rezende, a própria Av. Men de Sá, o Bar do Baiano na Rua da Relação e umas poucas casas de música onde as “promoters” estão sempre dispostas a ouvir propostas indecentes. Nos últimos dias, me arrisquei em mais uma pesca de piranha na região do aqueduto.

A Av. Gomes Freire é uma das referências com maior concentração de gente no entorno da velha Lapa revigorada, por algumas vezes observei um boteco onde pude reconhecer rostos familiares das termas e de algumas das nossas autônomas. Meu faro continua apurado para detectar mulheres com potencial de empatia. A calçada comprimida de corpos humanos não me impediu de alcançar o balcão do bar e pedir uma dose de Black Label.

— Não tem, chefe. Só tem Teacher's. Serve? — informa o balconista que parecia um polvo de 20 tentáculos servindo à multidão.

Aceitei a oferta a contragosto, a bebida veio em um copo de geleia, o que me parece ser a última moda na Lapa. O primeiro gole desceu amargo, mas dilatou minhas pupilas. Voltei para a calçada, liguei o radar e fiquei na observação. Trinta minutos depois, surge uma morena, dessas que a gente chama de jambo, entubada em um minivestido branco, coxas grossas, boca carnuda, e bunda tobogã. Já na terceira dose de Teacher's, não posso afirmar se era uma mulher realmente bonita, pois cumpri a fase alcoólica em que chamamos urubu de “meu louro”. Apresentava-se atraente. Ela também foi até ao balcão do botequim e retornou com uma garrafa verde de cerveja, estava sozinha e fiquei na dúvida se esperava alguém. Analisei-a por uns vinte minutos até me decidir a abordá-la. Sou tímido, mas o álcool faz do meu Dr. Jackyll um Mr. Hyde.

— Boa noite, me desculpe por incomodá-la. É que estou há poucos dias no Rio, você sabe me dizer onde é bom para aproveitar a noite?

Confesso que forcei tanto um sotaque falso de turista que a menina deve ter pensado que a minha última frase seria “ET phone home”. A moça me lançou um olhar panorâmico e mantendo a fisionomia impassível sussurrou a resposta surpreendente.

— Sei, sim. Os motéis no final dessa rua são bons.

— Como assim? — devolvi perplexo.

— Anjo, estou trabalhando. São 250 reais. Interessa?

Acredite, forista sem fé, putas e libertinos se atraem como mercúrio.

— Pode ser que me interesse — respondi, relevando a objetividade frígida da menina — qual seu nome?

— Juci. Sou dominadora. Aviso logo, porque é o meu estilo.

Dominadora... naquele momento, não entendi bem o que ela quis dizer, mas nunca havia saído com uma dominadora e a minha mórbida curiosidade implorou-me para que eu aceitasse o convite. Juci sugeriu os motéis no final da Gomes Freire, mas eu apontei para o Hotel Estadual, próximo de onde estávamos. Ela concordou.

O DESFECHO

O quarto é simples e sem firulas, preparado para uma trepada pragmática. Entramos, avancei para beijá-la e pressenti que não estava com uma dominatrix, mas com uma sádica, Juci mordeu-me o beiço com a força de um caranguejo hidrófobo, fiquei paralisado e mudo de dor até que ela me libertasse daquela pinça dentária. Com a boca dolorida, preferi não arriscar mais beijos até o fim do programa.

Tiramos a roupa, ela entrou no banho, eu fui em seguida. No retorno, ela me ordena que eu chupe sua boceta, digo de passagem que a vagina da Juci parecia cabeça de maestro de orquestra sinfônica, dotada de uma vasta cabeleira ornada por pentelhos rebeldes. Pedi que se deitasse para que eu pudesse chupá-la.

— Não, deitada não. Ajoelha e me chupa — instruiu com voz autoritária.

Não estava gostando daquilo, mas me ajoelhei mergulhando o rosto naquele tufo de pentelhos negros e grossos. Juci não gemia, urrava com um tom masculinizado, meu pobre Pikachu começou a só querer que o tempo terminasse para voltar intacto à bucólica Tijuca.

— Deita — Juci me dá a nova ordem.

Deitei-me, ela veio por cima e começou a roçar a chana no meu combalido pênis. Estava gostosão, a fricção daqueles pentelhos, o choque da estática arrepiante que a esfregação causava na minha virilha, foram as minhas últimas sensações antes de ver Juci erguendo a mão e sentar-me um tabefe na cara com a potência de Hércules. Neste ponto, afeiçoado forista, suponho que saí do ar por uns dez segundos, primeiro vi estrelas, depois sonhei que estava sendo recebido por São Pedro às portas do Paraíso, então me lembrei de que sou ateu e comecei a reabrir os olhos. Só tive tempo de ver Juci erguer novamente a mão direita, um reflexo traumático me fez saltar para o lado e cair da cama junto com ela.

No chão, ela me lançou um olhar desafiador e prendeu a minha cabeça em uma chave de perna que quase esmagou meu pescoço, temi ser vítima de algum golpe ou roubo. Comecei a balançar os braços freneticamente, como se estivesse sufocando, Juci me soltou. Apressei-me em pedir arrego.

— Juci, me perdoe, mas vou encerrar aqui. Esse estilo não é pra mim.

— Ah, meu bem, só trabalho assim, eu avisei. É assim que tenho tesão.

Paguei a despesa, fui lavar o rosto e vi minha bochecha com mancha de rosácea. Deixei o hotel, fui caminhando a esmo e esbarrei com o Bar das Quengas. Pedi um Black Label e dessa vez o garçom fez a minha vontade. Das caixas de som vazavam os acordes de “Michael Douglas”, do João Brasil. Puxei um guardanapo, saquei minha caneta do bolso e comecei a rascunhar a estranha e inédita desventura que vivi. Não se preocupe, se eu contasse essa história para mim mesmo, também não acreditaria. É preciso viver.

MICHAEL DOUGLAS

Libertine-se... Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
Brand, Dionizio_RJ, Bad Brain, Y@N, Saulo Top, Jucabar, Mayara Rios, Digboy, pgggato45, Lex Luthor, Felipe_BR, KingPin, Alicia Ferrari, PrefeitoComeCu, LP come queto, Veronica Carbone, thurin, Aquaman, Barbosa82, Sued, Crystal Pimenta, Wolfgang, Jonta, Inbroxavel, membro, Geraldinho, Pica_de_Cavalo, Michael Corleone, ViciadoEmPeitudas, Caçador_07, Passion, schusk, Raio Azul, curtiram esse TD.
ISADORA VILHENA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99349-3413
ISADORA VILHENA
POSITIVO
TEMPO: 180 MINUTOS VALOR: R$900.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

12 de Outubro de 2022 às 08:10






A castidade é a mais anormal das perversões sexuais.
—Aldous Huxley


(Este relato chega com algum atraso, mas nada que comprometa a atualidade do seu conteúdo.)

SWING COM MÉNAGE — BOATE MISTURA CERTA

Valor da entrada casal:
- Até 23:30 - R$80,00 com R$30,00 consumíveis no Bar
- Após 23:30 - R$80,00 de Entrada (consumação à parte).


MONÓLOGO FILOSÓFICO

Sou um solitário que já perdeu a conta dos corpos a que tentei me unir. Envelheço em um grande chalé que divido com uma cadelinha poodle, me enclausuro em uma biblioteca que me serve de fortaleza. O mais grave é que sou um apaixonado pela própria solidão, pela minha ordem interior, pela paz indevassável. Sofro de uma inaptidão visceral para me apegar a quem não se interessa em corresponder expectativas, mas admiro os detalhes dos pequenos gestos de afeto. Tudo isso me transformou em um promíscuo noturno, me acostumei ao desencanto e por esse motivo é que valorizo muito o encontro com o feitiço da paixão.

O desempenho sexual pode se tornar menos eufórico para alguns homens que ultrapassam o limite da meia-idade, mas o que realmente nos envelhece é a incapacidade de renovarmos o olhar sobre a vida. Todos os dias, tento enxergar o mundo por uma nova perspectiva; tento viver, sempre que possível, as novas experiências que se apresentam.

A dificuldade para experimentar novas perspectivas sexuais reside em encontrar uma outra personagem lasciva que se identifique com os nossos propósitos devassos. Eu a encontrei, seu nome é Isadora Vilhena, essa imperatriz que reina sobre mentes, corpos e corações.

Rogo aos admiradores dessa mulher fora de série que não alimentem ciúmes. Regozijem-se pelas orgias que este velho escriba, cansado de tantas batalhas, vem descrevendo durante o próprio crepúsculo. Não queiram competir, apenas comemorem comigo.

Eu e Isadora somos dois personagens intensos, cada um à sua maneira, cada qual com suas ações e reações. Nosso afeto se aprofunda, não pela harmonia, mas pelo conflito, pelo debate vigoroso sobre posturas e ideias. Ambos, partilhamos de um senso crítico implacável. Certa vez li em algum lugar que só os divergentes possuem a admirável oportunidade de convergir, são indivíduos que fazem do equilíbrio uma construção diária que espanta o tédio da convivência linear.

Recentemente nos afastamos por um breve período, por discordâncias mútuas e diversas. Decepcionado com a minha desistência de continuar erguendo o porto em que Isadora é o farol, descambei novamente para outras camas e percebi o quanto a variedade de mulheres se tornou desinteressante para mim. A idade está me tornando um monogâmico fervoroso.

Procurei Isadora, conversamos, me desculpei pelos excessos, pelas palavras mal colocadas e refizemos a nossa conexão com a promessa de tentarmos exercitar a paciência, aprimorar a compreensão, suprir as expectativas de cada um e reafirmar o compromisso de ter sucesso na relação que concordamos em manter. Foi um momento de êxtase quando alcançamos a convergência. Acredite, forista sem fé, a convergência entre almas diferentes causa o mesmo efeito de um orgasmo.

No instante em que escrevo este relato, me recordo dos nossos bate-papos todas as manhãs, dos nossos cafés da tarde regados a pão francês e frios, dos nossos encontros furtivos nos intervalos do trabalho. Pequenas delícias que indicam a promessa de um final feliz.

HORA DO SHOW

Ir com Isadora ao swing é se sentir como participante de um filme pornográfico dos mais excitantes. Combinamos o valor, o tempo, os detalhes da nova empreitada e perto das dez horas da noite de uma quinta-feira nublada atravessei a melancólica Cinelândia para buscá-la em frente à portaria agitada da Álvaro Alvim, 37. Ela desceu vestida com uma blusa decotada, encaixada em uma minissaia justa que exibia o contorno explícito e provocante de sua bunda indiscutivelmente perfeita. Embarcamos em um táxi e partimos para o Mistura Certa.

A boate estava vazia, pouquíssimos casais e um punhado de solteiros. Confesso que gosto mais do swing às sextas-feiras, o clima de festa e o entusiasmo das pessoas pulsa, mas é preciso nos adaptarmos ao possível para não transformarmos alguns prazeres num ato impossível. Buscamos um lugar estratégico, nos sentamos e observamos o movimento para nos ambientarmos.

Decidimos girar pelos redutos do pecado, paramos numa sala escura, namoramos, desamarrei a blusa de Isadora e deixei seus seios expostos. Infelizmente, a única coisa que consegui atrair foi um punheteiro que nos seguia e se masturbava incansavelmente, mirando o pau na minha direção, um trailer de terror. De resto, um casal chocho ficou num amasso meia boca quase ao nosso lado.

Ainda não havíamos entrado no famigerado labirinto da luxúria, mas finalmente nos encaminhamos para ele, numa última tentativa de buscar o bacanal. Compreenda, estimado forista, atualmente o meu prazer está mais nos olhos do que no pau, mas não se lamente por mim, há mais deleites entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia.

Deitamos na grande cama fincada no centro do labirinto, Isadora me pede que eu levante a sua minissaia, atendo o pedido e deixo sua bunda sem calcinha exposta enquanto nos beijávamos ardentemente.

Logo, um grupo de cinco homens e dois casais começaram a nos rodear, um sujeito alto e calvo se aproxima e arrisca-se a alisar a perna da minha parceira, reparo que ele se excita num rápido crescente, veste o preservativo, puxa o corpo nu da Isadora e a penetra pela frente. Ela geme, outro rapaz se aproxima e chupa um dos seus seios, aproveito para mamar o seio desocupado, o homem magro continua a socar a boceta de Isadora, ela geme mais. O sujeito alto e calvo goza e se afasta.

Um segundo homem se ajoelha para lamber o seu clitóris. Naquela escuridão, ouço ele anunciar: “a boceta dela é doce”. Alguém descobriu o segredo óbvio que eu pensava ser o único a conhecer.

Um outro jovem se aproxima, posiciona Isadora e a possui também na posição papai e mamãe. Ela volta a gemer, o garoto mete devagar, num ritmo de quem quer degustar o momento como se degustasse um vinho raríssimo. Noto que Isadora está mais excitada, geme mais alto, goza e amolece o corpo. O rapaz continua metendo, não mais resiste e goza também. De repente, olho em volta e vejo que estou cercado de perus eretos por todos os lados, homens enlouquecidos pela Isadora. No meio daquele breu, tive receio de ser currado por engano.

Encurralaram Isadora, através das sombras eu testemunhei que ela abocanhava mais de um pênis ao mesmo tempo, alguns homens alisavam seu corpo, outros seus seios, sua barriga, suas pernas. Mãos intermináveis exploravam a geografia delicada de Isa em cada centímetro. Ela não se intimidou, continuava a gemer, o que os excitava ainda mais.

O sujeito alto e calvo, o mais empolgado, retornou, segurou seu pescoço, beijou sua testa e num gesto de extremo romantismo citou a frase que marcaria a essência daquela orgia:

— Faremos o que pedir, você é linda, somos todos seus súditos — o olhar do indivíduo expressava mais uma promessa de amor eterno do que a ameaça do gozo iminente, só faltaram os violinos para acentuar o clima.

Isadora fica de quatro, um outro rapaz a penetra contemplando a sua bunda empinadíssima e fica repetindo o mesmo mantra:

— Gostosa! Gostosa! Você é muito gostosa!

Enquanto isso, Isadora executava uma garganta profunda em um pênis que surgiu do meio da penumbra, a vítima não resiste e goza em poucos segundos.

CAI O PANO

Nossa hora havia chegado, alerto a minha companhia, não foi fácil sairmos daquela roda viva de sexo, tivemos que forçar passagem.

É difícil descrever uma orgia povoada por muitos homens e que conta somente com uma única mulher capaz de nocautear todos eles. Assisti a supremacia de uma amazona diante da fome masculina. O que eu posso dizer? Foi um capítulo inesquecível da minha biografia erótica.

Uma hora da madrugada, encerro por aqui este relato insone. Continuo esperando que chegue o “boa noite” que recebo todas as noites, mas pela hora não será mais um boa noite... Sempre admirei gestos de afeto que pairam acima das divergências.

Paixões libertinas são sempre imprevisíveis quando não são avassaladoras. Divergentes se completam pelas diferenças que permitem o encaixe, nunca pela monotonia que embala as almas gêmeas. Há noites que parecem eternas, mas o amanhecer é a certeza inabalável e exuberante que renova a nossa fé na união perfeita. Talvez, Dante não seja mais o mesmo personagem se eu deixar de citar a minha metade impetuosa batizada como Isadora. Que venha a próxima aventura. Yes Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, Digboy, pgggato45, Mannish Boy, Isadora Vilhena, Velhin Tarado, Barbosa82, Tronche63, Cabra da Peste, Dionizio_RJ, Brand, Quaqua, Paulista88, ViciadoEmPeitudas, Mascarado22, Senior69, Predator, K-9, Gambit, Random, MRio, Tenista, Az,, João PGrosso, Armenio, Jonta, Geraldinho, LP come queto, Burgues Safado, Morangão, Nanda Facefuck, ronondex, bender rodrigues, PrefeitoComeCu, Bart, Ancient Profligate, Journeyman, Sued, pauloeduardo, Aventureiro70, schusk, Leila, Alexia Almeida, Mayara Rios, Ferraresi, curtiram esse TD.
CLÉOH - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (24) 98125-5687
CLéOH
POSITIVO
TEMPO: 720 MINUTOS VALOR: R$1000.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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28 de Setembro de 2022 às 18:09



Quis Agronopolos, o Deus dos libertinos, após um período turbulento, de grande desgaste emocional e muitas dissimulações envolvidas, que eu encontrasse uma pérola verdadeira e submersa nas brumas noturnas do Rio de Janeiro.

Não irei me prolongar, já disse o essencial sobre a Cléoh, uma mulher bonita, de corpo bem cuidado, fogosa, doce e espontânea. Por que faço questão de dizer que Cléoh é espontânea? Quando leio relatos sobre algumas meninas e reparo que as descrições de muitos foristas se repetem nos mesmos elogios, nas mesmas descrições, na mesma performance, eu fico com a convicção de que a referida mulher não tem entrega, mas executa uma coreografia. Cléoh, ao contrário disso, realmente se entrega, até pelo motivo de ser novata como profissional.

Com a certeza de que eu teria bons momentos, combinei um pernoite com a moça. Foi pontual, chegou ao meu chalé nos alpes Tijucanos às 22h, partilhamos uma pizza, fizemos umas fotos na minha biblioteca e depois embarcamos no leito deste amoroso velho escriba.

Botei uma musiquinha e a balada que vazou das caixas de som levou Cléoh a me oferecer um strip-tease antológico Girl9 ... Creia, afeiçoado forista, quase pirei contemplando o show particular...

INXS - Never Tear Us Apart

Emendando o strip, a musa me beijou sem miséria, lambeu-me inteiro, da cabeça aos pés, me mostrou a melhor arte do boquete e me fez gozar em um magnífico sexo anal (prática pela qual raramente me arrisco). Após me nocautear, me permitiu fazê-la gozar mamando seus seios, lambendo seu clítoris e aplicando sobre ele o meu aparelhinho que é quase uma fábrica de orgasmos femininos. O melhor de tudo veio com o desfecho, dormir de conchinha com essa mulher aconchegante e deliciosa.

Cléoh é uma menina zen, sem frescuras, com sotaque de interior, sem necessidade de dizer que é inteligente, muito carinhosa, sem simulações ou dissimulações, boa de papo, uma gata com personalidade que não precisa provar que tem personalidade, além de ser educadíssima.

Acredite, forista sem fé, para compreender a amplitude das minhas palavras e descrições, somente provando dessa fêmea que é um néctar saborosíssimo no meio de tanto azedume no mundo. Inaugurei aqui o que, certamente, se transformará numa série de novas visitas a este templo de paz e amor chamado Cléoh.

Vai com fé que a fé não costuma falhar. Liberte-se. Libertine-se.

membro, Pica_Manssa, Az,, Senior69, Renatinha25, Digboy, Tronche63, Chinaski, Starfox, pauloeduardo, João PGrosso, Dionizio_RJ, Brand, Random, Wolfgang, Cléoh, MRio, Sued, ViciadoEmPeitudas, Velhin Tarado, HUNGRIA, Quaqua, TeteuZ, Ancient Profligate, Araujo, Maya Gueixa, schusk, Michael Corleone, ronondex, curtiram esse TD.
CLUB 502 - Rua da Alfândega, 65 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97161-1880
BELLA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
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26 de Setembro de 2022 às 22:09



A noite ergueu-se solene, eu caminhava atravessando as brumas sombrias das esquinas, esbarrando em fantasmas de outras eras que ainda assombram a secular Av. Rio Branco. Os espigões soterram o passado francês da antiga Av. Central, Machado de Assis não circula mais pela rua do Ouvidor, João do Rio não escreve mais sobre seus recantos, mas eu continuo vivo, alerta e me embrenho destemido por um cemitério de memórias que se desintegra a cada novo ano. Escrevo sobre o apocalipse. Então, meu aparelho auditivo emparelha com o celular e uma música embala meus passos.

Say My Name


Meu nome? Eu me chamo Dante. Não havia destino, navegava à deriva. Quando alcancei a rua da Alfândega, decidi entrar no Clube 502, uma boate que ajudei a reconstruir os tempos de glória e que agora vive um melancólico declínio. O simpático rapaz que distribui as comandas me recebe com um sorriso...

— Sumiu, mestre. Tava apaixonado?

— De volta e apaixonado pela vida. Como está a casa? — pergunto.

— Umas quinze mulheres.

Ele me entrega o cartão e escalo com calma as escadas incontáveis do sobrado, senti vontade de acampar no meio do caminho para recuperar o fôlego, mas prossegui. Quando alcanço o salão, uma antiga conhecida me abraça, a loira Cris.

— Danteeeee! Você voltou! Tava apaixonado?

Por que todos me perguntam isso? Respondi que estava dando um tempo, tentando encontrar a redenção. Entro na boate e uma música do momento dominava a pista...

Ed Sheeran

Confesso, afeiçoado forista, meu corpo foi capturado pelo som, ensaiei uns passos, me recordei da remota juventude. Duas moças se aproximaram, começaram a rebolar e roçar em mim, éramos três dançando, pedi para uma delas me trazer um uísque e continuei com a mais bonita. De repente, reconheci o rosto, era a Bella, uma loira que provei em um privê da 13 de Maio, linda, sarada, sexy. O uísque chegou, bebo o primeiro gole, sinto o gosto acre rasgar a garganta, as pupilas se abrem, as luzes reluzem mais, o som fica mais envolvente. Continuamos dançando, o velho Dante e as duas bacantes querendo me devorar. Sugerem um trio, mas eu recuso, preferia ter só a Bella novamente. Pedi uma alcova.

Dentro do quarto, Bella se desnuda e exibe seu corpo definido em músculos na medida certa, os seios indescritivelmente perfeitos, a bunda empinada pela musculação, coxas grossas e torneadas, os cabelos loiros que escorriam pelos ombros, pelas costas. Abraços, beijos profundos na boca, mamadas em seus seios, nos embolamos na cama, corpos que se confundiram num só corpo, meu combalido pênis ergueu-se e roçava perigosamente nos descaminhos daquela mulher feita de perfeição. Ela me chupa, quer meu leite, mas não me entrego. Inverto a posição, mergulho com a boca em sua vagina quente e úmida, minha língua lambe seu mel, ela se contorce e goza sem pudores. Bella se põe de quatro e me pede...

— Agora, deixa eu te sentir, Dante...

Ajoelho-me e penetro em seus domínios mais profundos, como um monge que entra maravilhado em uma sagrada catedral. Bella é para se comer ajoelhado e agradecendo a graça concedida. Ela geme alto enquanto me abriga nas fronteiras mais profundas do seu útero, começo a socar devagar e acelero junto com o meu entusiasmo. Gozo como um crente que presencia um milagre. Ave, Bella.

Conversamos, nos despedimos, volto a recepção, pago a conta, desço os degraus do sobrado e reconquisto o noturno das ruas. Como em um novo milagre, meu aparelho auditivo capta uma música do Legião Urbana pelo celular, me comovo...

“Venha, meu coração está com pressa
Quando a esperança está dispersa
Só a verdade me liberta
Chega de maldade e ilusão
Venha, o amor tem sempre a porta aberta
E vem chegando a primavera
Nosso futuro recomeça
Venha, que o que vem é perfeição”


Perfeição

Embrenho-me nas sombras, me misturo aos fantasmas, desapareço. Todo libertino é eterno até que suas cinzas se desfaçam sobre um novo corpo em pecado.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
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ALINE PRADO - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98047-0331
ALINE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
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26 de Setembro de 2022 às 21:09



Sendo muito honesto, estou cansado, sou um homem envelhecido, cheio de manias, meu ideal neste ponto seria encontrar uma parceira que me fizesse companhia, compartilhasse comigo os momentos sexuais, programas sociais etc. Eu precisava de uma companheira, não de uma acompanhante, para ser direto. Não tenho preconceito sobre ser garota de programa, não é o trabalho que faz a personalidade ou o caráter. Infelizmente, tenho uma nítida preferência por mulheres liberais, mas mulheres liberais não são de levar nenhum tipo de relação a sério, além do que possuem o vício da enrolação. Estou em final de carreira e chega um momento que ser libertino já não é tanto uma escolha, se torna mais uma condição ou uma maldição.

Saí diversas vezes com Aline em sua sala na bucólica Tijuca, escrevi sobre ela todas as vezes, não há mais motivos para eu me estender muito neste relato. A novidade é que percebi um desbotamento do meu entusiasmo, justamente pelas minhas manias, achei que perdi um pouco a sintonia com a menina, apesar de ela ainda ser a única que conseguiu me fazer gozar tantas vezes consecutivas com o boquete, nisso ela não tem preguiça, se dedica. Por outro lado, tenho desanimado com meninas que regulam dedo, ficam segurando os seios quando chupamos, se assustam com a menor aproximação do pau sobre a vagina se não estiver encapado e por aí vai... Aline tem essas coisas, apesar de atender muito bem.

Para o meu gosto, é bonita, tem um corpinho legal, uma bunda apetitosa e faz anal para quem ainda tem ereção suficiente para encarar. Meu último encontro com ela, considerei morno, mas dou positivo pelo histórico de bons serviços prestados.

E este velho escriba fica por aqui. Positivo

membro, PrefeitoComeCu, Digboy, Bart, Brand, Dionizio_RJ, Senior69, Burgues Safado, MRio, Ancient Profligate, Morcego Vermelho, Jonta, Saulo Top, Wolfgang, Tronche63, ViciadoEmPeitudas, Pica_Manssa, Michael Corleone, eltonbono, curtiram esse TD.
CLÉOH - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (24) 98125-5687
CLÉOH
POSITIVO
TEMPO: 240 MINUTOS VALOR: R$1000.00
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26 de Setembro de 2022 às 07:09




leo jaime tom brasil


A SWINGUEIRA — 2ª TEMPORADA

A brisa gélida cortava as ruas de Botafogo como um punhal procurando vítimas desprevenidas. Para me aquecer, tomei três doses de Salinas em um pé-sujo, emparelhei o aparelho auditivo com o celular e a melodia de Donna Summer transbordou pelas calçadas induzindo minhas botas a deslizarem como se eu fosse um Gene Kelly com artrose. A noite sem música é mulher mutilada.

I FEEL LOVE

I feel love... uma euforia me invadiu bailando, talvez pelo efeito do álcool, talvez pela consciência da minha plena liberdade, talvez pela perspectiva do reencontro com uma menina que me despertou algum tipo de paixão. Sou um homem amoroso por natureza, mas sei que vivemos em um mundo monetizado e o romantismo é cada vez mais obsoleto.

Há muitos anos eu não aparecia na 2A2 em um fim de semana e quando alcancei a entrada da boate fui surpreendido por uma fila imensa de casais aguardando liberação. Nunca tinha visto fila na porta dessa boate, sinal de que o swing está prosperando como prática e escolha de lazer.

“Já estou chegando” — avisa Cléoh na sua voz sedutora num áudio pelo whatsapp.

Fiquei ali, saboreando a latinha de cerveja que trouxe do boteco, contemplando uma fileira de mulheres com roupas ousadas que iam engrossando a fila da boate. Acometeu-me uma sensação estranha de estar ali, me sentindo em paz, aguardando uma mulher carinhosa como a Cléoh, isso depois de passar meses tendo a minha autoestima bombardeada incessantemente por uma dessas situações tóxicas em que nossas escolhas de vida parecem autossabotagem. Cléoh é um bálsamo. Eu estava envolto naquela alegria de sentir o presente, de pressentir que viveria um bom momento com uma garota ímpar e que se revelaria uma excelente parceira.

“Cheguei. Onde você está?” — anuncia Cléoh.

Quando girei o pescoço, quase fui acometido por um AVC diante do impacto de ver uma mulher sensualíssima, de corpo curvilíneo, sorrindo para mim como se estivesse se encontrando com o homem mais cobiçado do planeta.





I feel love...

Cléoh me tascou um beijo, desses em que a língua desentope a nossa traqueia, pegou na minha mão e fomos coladinhos para a fila dos pecadores imperdoáveis.

Finalmente, entramos na boate. Somos recebidos por um mestre de cerimônia que nos conduz a recepção, nos entrega um saco para guardarmos nossos pertences, amarra fitinhas em nossos pulsos e nos dá boas-vindas. A pista estava lotadíssima e fiquei pasmo em ver um público composto de 95% de jovens, a noite era temática e garotas primaveris desfilavam seminuas e até nuas pelos espaços da casa. Numa pequena plataforma, uma loira estonteante dançava enquanto se despia, a música que a embalava vinha de um passado remoto e fazia o meu esqueleto se agitar dentro do corpo.

MORE AND MORE

Fomos para o bar, Cléoh pediu uma caipivodka de morango e foi abençoada com um copão do drink. Sentamos em um dos sofás que rodeiam o primeiro salão e nos incendiamos com beijos e sarradas que causaram inveja a garotada do local, confesso que este velho escriba sentiu um sopro de vaidade diante dos olhares que desejavam a minha companhia. Sim, sou vaidoso. Que artista não é vaidoso? Eu sou um artista da palavra, não seria diferente.

Reconheci a música que emergia do segundo salão, nos movemos até ele, o maior espaço da boate, com um palco e uma área grande para a plateia, havia um toque de flashback no ar e reconheci o som de Haddaway com What Is Love...

WHAT IS LOVE

Acredite, forista sem fé, soltei a franga. Eu e Cléoh dançamos de transpirar felicidade, livres de gente chata, de gente feia, de gente mal-humorada, de gente mentirosa, dois amantes submersos naquele paraíso de juventude, de verdade, de corpos expostos, eróticos e viçosos.

I feel love...

Excitados, subimos ao segundo andar, o famigerado piso da suruba. Sombras, gemidos, estalos denunciando penetrações intensas, eu e Cléoh pisávamos com curiosa cautela entre as paredes daquele labirinto libidinoso. Alcançamos uma sala sombria, uma imensa cama redonda em seu centro, Cléoh abaixou a blusa decotada e expôs os seios grandes, firmes e esfericamente perfeitos. Deitou-se e me ordenou: “me chupa, quero gozar”.

A menina do interior, de aparência tímida, revelava-se devassa. Despiu-se da calça e puxou a minha cabeça para o meio de suas pernas. A cada lambida no seu clitóris, ela gemia alto, percebi que mãos femininas começaram a alisar seus peitos, beijar sua boca, um sujeito botou o pau para fora e Cléoh o abocanhou com sede de seiva, ela se contorcia na minha boca, estremecia. Outras mãos se somaram para apalpar e alisar sua pele, um exército de devassos ocupando o meu território. Sem mais conseguir resistir, Cléoh gozou com um grito de quem se rendia em êxtase naquele noturno campo de batalha.

“Quer ver alguém me comer?” — ela me perguntou sem pudores.

Era a primeira vez que pisava num swing, mas se soltou com uma facilidade que só as melhores pervertidas possuem. Não quis ver nenhum homem comê-la, quis curtir junto com ela aquele ambiente pornográfico.

Na 2A2 só é permitido a entrada de casais e solteiras, mas não observei trocas de casais, reparei mais cenas de exibicionismo, com homens comendo suas parceiras para todo mundo ver. Ficamos namorando e transitando entre Sodoma e Gomorra até nos cansarmos. Decidimos ir embora.

“Você é um príncipe. Não quer dormir no meu apartamento? Estou sozinha” — Cléoh me convida.

Afeiçoado forista que me acompanha por tantas desventuras, confesso que neste momento meus olhos marejaram, talvez uma lágrima furtiva tenha escorrido pelos sulcos obscuros do meu rosto envelhecido. Tanto tempo sem dormir com ninguém e recebo o convite de uma mulher colossal e voluptuosa. Sem titubear, abracei sua cintura e partimos juntos para o ninho de Cléoh.

No quarto, Cléoh fica nua, tira a minha roupa e nos deitamos. Ela pede que eu a abrace, cola em mim a sua bunda de capa de revista, prepara o meu combalido pênis com o desvelo de uma gueixa, encaixa-se nele, rebola e me faz gozar. Depois dos suspiros, as luzes do mundo se apagaram para fecharmos os olhos e sonharmos juntos.

I feel love...

Na minha mente, ainda ressoava a última música que ouvi antes de deixarmos a boate...

ONLY WITH YOU

Liberte-se. Libertine-se. Dancinha


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CLÉOH - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (24) 98125-5687
CLEOH
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24 de Setembro de 2022 às 11:09


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O NÁUFRAGO

Envelhecer é uma merda — é certo que alguns de vocês já ouviram essa afirmação. Sim, envelhecer é um processo inevitável que nos remete a uma realidade ignorada completamente na juventude. O envelhecimento é um cansaço do corpo e do espírito depois de tantas histórias vividas, de tantas batalhas travadas, tantas vitórias e derrotas.

Há quem imagine que um homem solteiro, na minha idade, é uma alma perdida, enganam-se. Sou um romântico inveterado, um homem que ainda acredita no amor, porém, com muita dificuldade para me apegar a uma mulher, mas me desapego fácil se não for correspondido. Tornei-me extremamente seletivo. O celibato alongado esfria o coração, nos traz vícios, manias, delimita com mais rigor o nosso território e cria exigências que tornam mais difíceis o encontro do par perfeito.

No alvorecer da terceira idade, procuro o que muitos encontraram no início da vida adulta, um amor idílico. Para o mal ou para o bem, o amor de um libertino precisa ter um tempero promíscuo, talvez, por isso, eu busque essa minha metade no universo mundano, entre mulheres da vida ou moças de família que sejam impudicas. Não tive filhos, então cultivo em mim um amor paternal, gosto de cuidar, de dar presentes, de ver a pessoa feliz.


A NOITE

Terminei de jantar como um Bruce Wayne solitário, prestes a mergulhar na noite selvagem de sexta-feira, não para combater o crime, mas para cometer pecados. Embarquei em um táxi e pedi, aleatoriamente, que o motorista tocasse para a Lapa. Desembarquei na Av. Men de Sá em ebulição, a impressão que eu tive é de que havia gente até em cima dos postes, tudo fervilhava sob o céu chumbo e frio do inverno noturno. Rodei pela área, fui abordado por uma menina gostosa e novinha, dessas que ficam de promoters na calçada, e ela me convenceu a entrar em uma casa azul, quase em frente ao Bar Brasil.

O lugar estava lotado. Pedi uma cerveja, duas, três, quatro e percebi que a felicidade me invadiu de súbito, fazendo canoagem no meu sangue alcoolizado, tornando as luzes mais intensas, me obrigando a enxergar beleza até em urubu de lixão.


A MULHER

Relaxado e ébrio, mantive o radar ligado e percebi que estava sendo acompanhado pelos olhos de uma mulher alta, balzaquiana, charmosa, cabelos estilo Chanel, vestida em um conjunto justíssimo de calça e corpete pretos, revelava um decote que denunciavam um par de seios suculentos e siliconados. Olhei para um lado e para o outro, somente para ter certeza de que era a mim que ela encarava. Certo de que ela estava me dando condição, decidi me aproximar e abordá-la.

— Oi. A gente se conhece? — só o embriagado possui a ousadia das apresentações cretinas.

— Não — ela riu — só achei você charmoso e estranhei te ver sozinho — resposta direta e reta, eu não tinha mais escapatória.

— Agora não estou mais sozinho. Qual seu nome?

— Cleo. E o seu?

— Dante, meu nome é Dante. Posso te oferecer uma bebida?

— Claro, mas eu preciso ser sincera, estou trabalhando.

Acredite, forista sem fé, o destino de um libertino é sempre uma libertina. Conversamos um pouco, Cleo é do interior, está há três meses como garota de programa, é doce, usa óculos sexy de professora, é charmosa, bonita, tem um corpaço, é muito carinhosa e tem uma boa conversa.

— Quanto preciso para ficar com você? — perguntei.

— Pouquinho, meu presente é 250 reais.

— Aceito. Podemos ir para um hotel por aqui?

— Se você quiser, podemos ir para o meu apartamento, em Copacabana.


CORPOS ARDENTES

Dentro do táxi, em direção à Princesinha do Mar, ensaiamos carícias, beijos gulosos, sarros, apertos e pegadas. Quando entrei na quitinete da Cleo, o breve Pikachu estava a ponto de uma ejaculação precoce. Ela tirou a roupa e exibiu toda a sua exuberância física, a pele com textura de veludo roçava no meu corpo, caímos na cama ardendo de tesão.

Cleo vem por cima de mim, começa a beijar meu peito, vai deslizando a língua pela minha barriga, volta para me beijar a boca, retorna descendo e me lambendo inteiro, um banho de gata de arrepiar o caboclo, alcança meu pau e o engole numa chupada delicada, gostosa, babada, quase me faz gozar em sua boca. Inverto a posição, chupo os seios lindos, ela alisa meus cabelos, desço para a sua boceta molhada, meto a língua em seu clitóris, ela se contorce, geme e goza.

— Vem de quatro — ela me convida.

Empina-se e penetro em seu templo, estocadas leves, vou aumentando o ritmo e a força, Cleo se empina mais, diz que vai gozar de novo e goza. Logo em seguida, não resisto e gozo a biografia de milhares de espermatozoides que jamais serão gente e desabo em coma no colchão. Agradeço a Agronopolos, o Deus dos libertinos, a graça concedida.

Estou virado, somente por isso encerro este relato por aqui.


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MIRELLA MORENO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96742-2220
MIRELLA MORENO
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23 de Setembro de 2022 às 12:09





*Entregou-se tanto ao vício da luxúria que em sua lei tornou lícito tudo aquilo que oferecesse prazer, somente para cancelar a censura que merecia.
(Dante Alighieri)


A RESSURREIÇÃO

Um libertino é aquele que se liberta, se liberta da tristeza, das decepções, dos açoites, da submissão, das mentiras sinceras, das deslealdades, se liberta de quem não valoriza suas ideias e pensamentos, se liberta da arrogância, da frieza indiferente, dos julgamentos presunçosos, liberta-se de todos os que não compreendem o seu humor, o seu amor. O libertino é aquele que se liberta da tirania da desilusão e renasce.

Libertino não é quem parte, é o que retorna. Eis-me, então, novamente, diante de você, forista sem fé, para afirmar que o libertino é o paradoxo que se perde na promiscuidade por buscar incansavelmente a miragem rara e tantas vezes irrealizável do romance.

Quinta-feira. Numa tarde de mormaço, eu caminhava sem rumo, com a mente nublada e submersa em pensamentos tortuosos. Não sabia por que estava ali, no Largo da Carioca, fui andar a esmo pelo Centro, região onde saboreio meus momentos de melancolia. De repente, me dei conta que há quase quinze dias não fazia sexo, há duas semanas que não tocava em uma mulher.

— Voto de castidade, velho escriba? — debocharia o forista indiscreto.

Nem eu sei o porquê, mas estava perto de quinze dias sem sexo, talvez por desleixo comigo ou por supervalorizar situações que me fazem esquecer de mim mesmo. Não sentia vontade de entrar em nenhum bordel, uma inércia emocional me obrigava a caminhar para não sucumbir ao desânimo. A música que emergia dos meus fones de ouvido coloria a escala monocromática ao meu redor e inaugurava a trilha sonora deste episódio.

IT FEELS SO GOOD

Não pense que sou guru de autoajuda, afeiçoado forista, mas a noite escura pode ser a promessa de um Sol esperançoso. Em um único instante, todas as peças do destino se encaixaram e compreendi o motivo de ter naufragado na vastidão inóspita do Largo da Carioca, a mensagem que chegou no WhatsApp arrebatou-me como um alvorecer...

“Boa tarde. Como você está?”

Perplexo, estanquei meus passos, coloquei meus óculos e fixei a vista na tela do celular para ter certeza de que aquela mensagem vinha da divina Mirella Moreno. Não guardo número de meninas no meu celular, mas a foto do perfil... Sim, era ela.

“Estou bem, perdido pelo Largo da Carioca.” — Respondi.

“Pertinho de mim. Estou na Av. Treze de Maio” — rebateu Mirella.

“Pertinho mesmo” — devolvo.

Não quer vir aqui? Estou livre.” — A resposta dela me surpreendeu como poucas mulheres conseguem me surpreender.

Neste ponto, fiquei comovido com a vida, com a generosidade dos Deuses. Diante do abalo da minha autoestima, me ofereceram a demonstração de uma dádiva. Há mais de um ano que não falava ou via Mirella, menina que chegou a ser uma das minhas grandes favoritas aqui no fórum, mas desencontros nos afastaram e agora um milagre nos reaproxima. Ouvi o sussurro de Pai Jonas, essa entidade que me acompanha e me aconselha em momentos de indecisão, “canta para subir” — ele disse. Cantei e aceitei o convite.

O REENCONTRO

O prédio fica na esquina da Av. 13 de Maio com República do Chile, pedem identificação na portaria, mas é tranquilo. Atravesso a catraca e vou a procura da sala, tive dificuldade para localizar o número, sou cegueta. Toco a campainha, a porta se abre quase instantaneamente e vislumbro a escultural Mirella em um vestido rosa justíssimo e aberto nos pontos estratégicos do seu corpo. Foi como se eu a visse pela primeira vez, meu maxilar despencou, o combalido Pikachu quis fugir pela saída de emergência e me ocorreu que eu não daria conta daquele mulherão. Mirella é a personificação da juventude e da beleza.

Não nego, me emocionei por reencontrá-la depois de um período tão longo. Sempre me dei bem com Mirella, uma companhia agradável, que me trata com carinho, ri das minhas piadas sem graça, possui um sofisticado senso de humor e compreende as limitações da minha idade. Além de todas essas virtudes, é uma menina linda, de bom trato e boa conversa. Nunca compreendi bem a razão de nos afastarmos, talvez por essas intrigas alheias e de ocasião, o importante é que nos reencontramos num momento em que eu necessitava receber algum afeto de alguém que me lembrasse que tenho valor.

TRAVESSEIROS SOLTOS, ROUPAS PELO CHÃO...

O quarto está mais para uma cabine com tatame, simples, limpo e funcional. Mirella se despe, exibe o corpo bronzeado, curvilíneo, os seios pequenos e bons de mamar, a bunda que parece ter saído da capa de alguma revista fitness, as marquinhas de um biquine indecoroso, os cabelos negros e compridos, as coxas torneadas em academia, os pés pequenos e delicados. Que mulher! Surpreende-me que ela não tenha a mesma quantidade de relatos que outras meninas, de shape inferior, possuem por aqui. Aconselho aos estimados foristas a corrigirem tal injustiça.

Apressei-me para beijá-la na ânsia de me recordar do sabor de sua língua. Cada beijo revela o estilo de cada mulher, os beijos de Mirella são suaves, serenos, colocam um ritmo ameno ao meu jeito afoito, de bocão faminto de língua. Aliso sua pele macia, lisa, impecável. Ela estica a mão para pegar no meu pau, aperta e o enfeitiça até endurecê-lo. Monto por cima dela, roço meu corpo no seu corpo, insinuo sarradas audaciosas, lambo seus seios... Mirella fecha os olhos e geme, arranha minhas costas, acaricia os meus cabelos.

— Me pega de quatro — ela ordena e se posiciona como um tobogã erótico.

Certas mulheres são para comermos ajoelhados e agradecendo a graça concedida. Ajoelhei-me diante daquele jovem templo sexual e meti tudo de uma única vez, até o talo, perdi a conta da quantidade dos meses em que não penetrava numa mulher. Mirella soltou um gemido alto, quase um grito, fui aumentando as estocadas enquanto ela gritava “porra”, me xingava de “filho da puta” com a intensidade do prazer real, não como coreografia tantas vezes repetida. Pressenti que o meu pequeno vulcão ameaçava explodir, segurei forte a sua cintura, estapeei a bunda bronzeada da diva morena, minha respiração ficou forte, ofegante e gozei cinco gerações de espermas acumulados em dias de inútil fidelidade.

Saquei do bolso o meu aparelhinho quase medieval, Mirella riu, mas gostou da ideia. Comecei a tocar o instrumento no seu clitóris, ela se arrepiou, disse que estava gostoso, rebolava com a vibração, até que pegou com uma das mãos o aparelho e ela mesma passou a manipulá-lo sobre a boceta. Gritava, repetia que estava gostoso, pediu que eu enfiasse o dedo em sua vagina, gritou mais, se contorceu e se elevou a um orgasmo épico. Mirella tremia de prazer.

A diva levantou-se e mergulhou com a boca no Pikachu, o breve. Mirella me chupou com vontade, sem preguiça, querendo minha seiva. Alternando os lábios com uma punheta habilidosa, conseguiu o fenômeno inacreditável de me fazer gozar uma segunda vez. Definitivamente, o interesse e o carinho de uma mulher fazem muita diferença para o sucesso da ereção. Ou, quem sabe, as duas semanas sem sexo serviram-me como fórmula afrodisíaca.

Deitei-me ao seu lado e ficamos conversando, confessei meu afeto por ela, lamentei por termos passado tanto tempo sem contato. Mirella, sempre simpática, me fez entender que não se importa muito com fóruns, com relatos, prefere evitar o envolvimento com esse tipo de site para não desenvolver ansiedade.

Ela me pediu uma massagem e me dediquei a relaxá-la. Há quanto tempo não me pediam uma massagem, gosto de fazer e ela adorou que eu fizesse. Hora de nos despedirmos, percebi que passei acidentalmente do tempo combinado, mas a Mirella foi de uma gentileza ímpar comigo. Beijos e promessa de retorno.

O CREPÚSCULO

O fim de tarde principiava a se confundir com o anoitecer, eu caminhava aliviado, leve, o reencontro me consolou dos muitos desencantos dos últimos dias. Às vezes, os Deuses são benevolentes. Há perdas que são ganhos, buscas podem resultar em enganos. Minhas botas estalavam sobre a calçada, me puxavam das reflexões erradias. A vida não é um sonho, sonhos são regiões impalpáveis onde nos escondemos da vida. Sou um caso em que o personagem engoliu o autor, não tenho mais nome, pois meu nome perdeu relevância para o codinome. Vivi uma pausa de quatro meses em que idealizei uma princesa que criei sozinho, agora volto a percorrer os nove círculos do Inferno e dos inferninhos.

Procuro Beatriz da mesma forma que o bardo Alighieri a procurava pelas regiões hostis dos condenados; desejo Dulcinéia com igual empenho de um Dom Quixote lutando contra moinhos. Há quem suponha que libertinos não amam, mas os libertinos amam demais. Nessa busca desmedida pela mulher que o completaria, o libertino se torna o promíscuo dos erros e das tentativas. Ligo meu fone de ouvido e o som que emerge do celular tenta dar sentido e essência a este relato, acompanho a canção ao mesmo tempo em que a traduzo...

SET ME FREE

Meus passos ensaiaram bailar como um Fred Astaire do apocalipse comemorando a vida no meio das ruínas humanas. Meu nome? Chamam-me de Dante e em verdade vos digo: um libertino nunca morre, pois ressuscita através das cinzas da própria desolação.

Come on somebody come on
Rescue me
Come on somebody come on
Set me free






#LIBERTE-SE

#LIBERTINE-SE Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Brand, Az,, Preludio, João PGrosso, PrefeitoComeCu, Alicia Ferrari, Digboy, Rai, Bart, Wolfgang, K-9, ViciadoEmPeitudas, Camarada URSS, Saulo Top, KalielSemeth, Senior69, Moreno_73, Ninho, Barbosa82, Don Santão, Nego Dengo, Gorila, Krisium, Daddy, CariocaGaludo, Burgues Safado, pauloeduardo, Geraldinho, PGSilva, John Wick, Piru do Centro, Eddie Adams, Jonta, Dionizio_RJ, Tony Almeida, LP come queto, Morcego Vermelho, Quaqua, ronondex, Bruno, Katsu, Papai Noel, curtiram esse TD.
SWING CLUB MIX BAR - R. do Mercado, 25 - Praça XV , Centro - Rio de Janeiro - RJ
ISADORA VILHENA
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$600.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

08 de Setembro de 2022 às 09:09






O vento frio açoitava os corpos atrevidos e arranhava as almas imprudentes que se arriscavam pela noite fria da terça-feira. Eu, um gaúcho transmutado em carioca, que há muito perdeu o jeito para as invernadas, desembarquei do metrô na estação Cinelândia. Assim que emergi do subsolo, em frente ao Teatro Municipal, a brisa gélida e traiçoeira mordeu o meu rosto como um chacal que aguardava a presa previsível.

A cada novo passo, minhas botas ecoavam a secura concreta das calçadas; sob as marquises, homens e mulheres envoltos em cobertores, casulos da miséria produzidos pelo nosso sádico egoísmo. O planeta gira, os anos correm e fica a sensação de que somente a desolação triunfa. Acelerei a marcha e quando atravesso a entrada de um bar, ouço a voz feminina cantando uma balada que me sequestrou para o passado. Virginie e a banda Metrô transbordavam Johnny Love das caixas de som, envolviam as mesas do Amarelinho e me faziam lembrar de antigas paixões, de outras vidas que tive em eras que desbotaram no tempo. O pedágio que um libertino paga pela liberdade é a solidão, a miragem tirânica de uma imortalidade dentro de um universo onde tudo morre.

JOHNNY LOVE

Enviei mensagem para a minha companheira de aventuras, avisei que havia chegado. Isa logo me responde com um lacônico “estou descendo”. Percebo que ela sai do prédio com um dos seus clientes, espera que ele se afaste e depois caminha em minha direção com a leveza de um desfile sensual. Loira, cabelos soltos, uma pele alva impecável, Isadora exibia as coxas grossas emolduradas por uma saia justa que ressaltava a sua bunda empinada, os seios irretocáveis escondiam-se em um provocante corpete de renda preta disfarçado por uma jaqueta jeans. Ela se aproximava de mim ao mesmo tempo em que arrastava os olhares famintos dos ébrios da região. Entramos em um táxi e partimos para o Clube Mix.

Dentro do carro, Isadora encosta a cabeça no meu ombro, segura uma das minhas mãos e seguimos assim, aconchegados, atravessando as ruas sombrias e desertas do Centro até o burburinho frenético dos arredores do Arco do Teles. Dois libertinos unidos pelos desatinos do destino, dois personagens intrépidos em busca do orgasmo feérico. O rádio do taxista sintonizava em outra melodia do passado: Just an illusion, da banda Imagination.

JUST AN ILLUSION

O táxi nos deixou no entorno da Praça 15, percorremos um curto trecho da Bolsa de Valores até a boate, um mar de gente, cantoria, mistura de sons, conversas, gritos, aquela profusão caótica de ruídos causava estática no meu aparelho auditivo. O relógio marcava 21h quando entramos no Clube Mix.

Subimos um longo lance de degraus e encontramos a recepção penumbrosa. Pago os sessenta reais (com nome na lista) e somos conduzidos ao interior do lugar por uma menina encaixada em uma minissaia justíssima. A boate é escura, sombria, com ares de decadência, lembrou-me mais uma terma do que um swing. Não avistei casais, somente homens perdidos pelos cantos e garotas de lingerie que deviam ser contratadas para interagirem com os presentes. O DJ tocava alguma coisa que meus ouvidos não guardaram na memória, tudo soava um pouco deprimente.

Eu e Isadora nos sentamos num ponto estratégico e ficamos observando. Alguns dos sujeitos presentes esticavam o pescoço para tentar avaliar as curvas insinuantes da minha parceira, não havia ação no ambiente, tudo meio parado, sem graça entediante para os nossos propósitos. Como não vimos outros casais presentes, deduzi que a Isadora seria seviciada pelos lobos presentes no recinto. Quase não se fazia possível identificar rostos e corpos devido a iluminação precária da pista. Aconteceria outra festa a partir das 22h30, teríamos que pagar novo ingresso, mas decidimos sair dali para reavaliar os nossos objetivos.

Isa estava com fome, naufragamos em um bar qualquer no meio daquele oceano de gente. Pedimos uns petiscos, ela com sua tradicional coca-zero, eu com meu uisquinho, ficamos namorando perdidos entre a multidão aloprada que fervilhava entre os sobrados seculares e a Baía de Guanabara.

Sem opções aceitáveis para o inflexível horário restrito da Isadora, consideramos melhor retornarmos ao famigerado Castelo das Princesas. No meio do trajeto, encontramos o camarada Papai Noel tomando biritas com a simpática Juhly Zombie, nos juntamos a eles no internacional Bar do Zezé. Papo em dia, despedidas, subimos para nos consolar com um bom sexo antes que o horário da Cinderela terminasse e eu virasse abóbora. Fim de festa.

Caminho pela noturna rua Álvaro Alvim e embarco em um táxi.

— Toca para a bucólica Tijuca, motorista.

O rapaz acelera, cortamos o percurso por uma Lapa lotada, é estranho e raro um libertino se sentir domado pelo amor depois de tantos amores que se perderam no vácuo das lembranças. O passado insistia em falar por músicas e do rádio do automóvel um som transpirava como se debochasse da minha condição. Set me free...

SET ME FREE

#Libertine-se Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RUIM
membro, Dionizio_RJ, Saulo Top, Morangão, Senior69, Wolfgang, Az,, ViciadoEmPeitudas, Burgues Safado, Armenio, Geraldinho, Chinaski, Isadora Vilhena, Don Santão, Sueco, Michael Corleone, Mayara Rios, ronondex, curtiram esse TD.
ISADORA VILHENA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99349-3413
ISADORA
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$400.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

30 de Agosto de 2022 às 10:08





Desde o início, a vida é uma partida.
Riso, choro, velas e despedida.
O parto são duas mãos que se afastam,
Cordão de duas pontas que se gastam.

Navegar nunca tem volta, é ida
Sem norte nem rota estabelecida.
Rompe as ondas geladas que o arrastam
Sob um céu de estrelas que nunca bastam.

Zeus é só uma bússola emperrada,
É a lenda vulgar e mal contada
De um pescador pelo mar afora.

Ulisses sem a Ítaca ansiada,
Ouve a sereia que canta encantada,
Seu nome é melodia: Isadora.


Certo dia, um desses personagens sem relevância afirmou que o velho Dante faz do fórum sobre sexo pago um diário íntimo. O personagem irrelevante, mergulhado na insensibilidade típica dos sem talento, nunca percebeu que não escrevo com as mãos, escrevo com a alma. Faz parte do espírito medíocre invejar a grandeza que não alcança. Quer aprender a escrever? Concentre-se em si mesmo e permita que a inundação das palavras nomeie todas as suas sensações. É o que farei agora. Não se afobe, o sexo acontecerá no final.

Último dia antes das férias da Isadora, me despenquei de táxi da bucólica Tijuca para o Centro da Cidade, cismei que deveria enviar flores para ela, flores que marcassem o fim e o recomeço. Eu sabia que não conseguiria vê-la naquela tarde, a agenda estava lotada. Ser o par de uma mulher desejada não é fácil, além da luta contra o ciúme, é preciso aceitar a oportunidade possível.

Tento compensar o tempo que peço a ela na medida das minhas possibilidades financeiras, mas não posso compensar o tempo de todos os outros que também a querem. Espremido entre os seus muitos encontros, restrito ao seu expediente, as horas em que ficamos juntos sempre me pareceram o período de uma vida inteira, é assim que conseguimos compartilhar algumas aventuras.

Caminhando em passos rápidos, encontrei uma floricultura, escolhi o buquê mais caro e exuberante da loja, escrevi um cartão e pedi urgência ao entregador. Não sabia se ela teria cliente ou não no momento de receber a encomenda, me arrisquei à inconveniência.

Eu precisava enviar as flores, precisava que as cores de cada pétala invadissem seus olhos, colorissem o seu último dia, reconfortassem o seu cansaço. Imaginei que ela ficaria feliz, que se surpreenderia. Eu não poderia beijá-la nem ter seu carinho naquele dia, mas buscar e escolher aquele buquê de luz fazia com que eu sentisse a presença dela em mim.

Ela recebeu, me mandou mensagem agradecendo, confirmou que infelizmente não poderia me ver, mas me avisou que levaria as flores para casa. Fiquei feliz e triste, porque o afeto quer a presença.

As semanas voaram, Isa retornou das férias e me ligou, perguntou se eu poderia vê-la na terça-feira, desejo vê-la todos os dias. Pediu-me um favor, que eu comprasse uma torta e uma vela de festa, ela planejava surpreender no aniversário de uma pessoa querida.

Larguei tudo o que estava fazendo, me embrenhei pela amplidão tijucana, comprei a melhor torta, peguei a vela e parti para o Centro carregando as encomendas com a alegria de um adolescente que cumpriu a tarefa que faria feliz a mulher que elegi como rainha.

Ouvi sua voz dizendo que a porta estava aberta, entrei e coloquei a caixa da torta sobre a mesa. Talvez, por alguma indisposição ou ansiedade, ela não me beijou nem me abraçou quando cheguei, mas Isadora é sempre uma visão de beleza, é sempre uma presença que inspira, independente da recepção que oferece.

Há uns dois anos, minha vida se tornou escura pelas perdas irreparáveis que sofri e Isadora surgiu como alguém que iluminou as sombras em que mergulhei. Da minha parte, tento fazer o mesmo por ela.

Vivemos em um mundo interconectado que não constrói mais pontes, nos bloqueamos nas redes sociais, no WhatsApp, no celular. Hoje, é mais fácil derrubar as pontes do que as construir ou reconstruí-las. Somos impacientes, intransigentes. Temos ânsia em condenar, não em perdoar. Queremos dar a última palavra, jamais ouvir a última palavra. Queremos ter razão, não queremos dar razão. É um mundo árido e o mundo em que pagamos por sexo é ainda mais drástico e repleto de interesses que passam longe do verdadeiro afeto.

Com Isadora, eu quis erguer algo diferente, não almejei ser apenas um cliente, quis ser um companheiro de jornada e tive dela a mesma consideração.

Todos os dias um “bom dia”, todas as noites um “boa noite”. Com isso, meu dia amanhece quando Isa o anuncia pelo celular e a noite se insinua quando a mesma Isa me avisa que irá dormir. Quanto sentido encontramos em atitudes tão pequenas, gestos mínimos podem ser tesouros de valor incomensurável.

Mas o que tudo isso tem a ver com um relato sobre sexo, velho Dante? Para mim tem tudo a ver, estimado forista. Há muito que não busco somente um corpo, procuro o privilégio da boa companhia; minha libido não exige somente o orgasmo da carne, mas também o prazer da convivência e o alimento para o intelecto.

Eu e Isa somos polos opostos, somos o curto e o circuito, somos um desafio mútuo, um duelo implacável e quase diário. Raramente nos entendemos, mas tentamos nos compreender; estamos sempre em conflito, sem nunca desistir de um acordo de paz; lançamo-nos em uma luta livre, mas antes do nocaute abrimos os braços para o abraço. A frase que mais usamos é “me desculpa”. Somos dois divergentes que tentam convergir, às vezes.

Há romance nisso, Dante? Romance é toda relação que nos ensina, forista sem fé. É a vontade de perdoar e o desejo do perdão. É estar longe encontrando motivos para se sentir perto. É compreender os defeitos mais mesquinhos na crença de que podemos nos reinventar juntos, nos reerguer como indivíduos melhores.

Posso ser mais um na rotina da Isadora, mas tento me convencer de que sou único e me esforço para que ela se sinta única ao meu lado. Sim, tudo isso é uma utopia, mas sem a utopia por que iríamos querer evoluir?

Depois de conversarmos e degustarmos um café, Isadora me puxou para diante do espelho, se colocou à minha frente, começou a rebolar o corpo nu no meu corpo em chamas. Beijei seu pescoço, apertei seus seios, levei meus dedos à sua boceta encharcada de mel. Ela se deitou, deitei-me ao seu lado, beijei sua boca, chupei sua língua, esfreguei meus dedos em seu clitóris, os beijos ficaram mais profundos, o corpo dela vibrava em descargas elétricas e eu me afogava como um náufrago em sua boca. Ela gozou enquanto eu a contemplava em um silêncio que revelava aos gritos a minha paixão.

O relógio exigiu que nos deixássemos. A escolha certa pede esforço, a escolha fácil se resume a desistir, sou um desses cabras difíceis de se render. Toda despedida pode ser o fim ou a promessa de um reencontro que nos tornará melhores e mais unidos. Ave, Isadora. Reverência

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, Ninho, Brand, Pokó, K-9, Morcego Vermelho, Armenio, Senior69, Morangão, Duelista, Velhin Tarado, Tronche63, Cabra da Peste, Dionizio_RJ, Sueco, Icaro_azas, ViciadoEmPeitudas, zoiudo, Gambit, Sued, Digboy, LP come queto, Geraldinho, Galileu, Isadora Vilhena, Saulo Top, Tenista, Nego Dengo, Wolfgang, Walter, ronondex, Az,, Papai Noel, Bart, curtiram esse TD.
SWING ESPAÇO DUPLO SENTIDO - R. Arthur Orlando, 777 , Jacarepaguá - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99959-8943 / (21) 96532-4962
ISADORA
POSITIVO
TEMPO: 240 MINUTOS VALOR: R$900.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

20 de Agosto de 2022 às 10:08



ESPAÇO DUPLO SENTIDO





Sexta-feira, o clima frio do inverno carioca insistia na cidade. Com antecedência, combinei com Isadora uma incursão ousada ao Espaço Duplo Sentido, nas profundezas desconhecidas de Jacarepaguá. A casa fica próxima ao Retiro dos Artistas, tem pelo menos uns 8 anos de existência, para alcançá-la é preciso escalar uma ladeira íngreme e desafiadora. Munidos de coragem e desejo, lá fomos nós, eu e a diva, em busca do orgasmo venerado. A peculiaridade do local é que funciona de meio-dia às dez da noite.

A viagem da bucólica Tijuca até o Pechincha, em Jacarepaguá, é sinuosa, passando pela serra, desaguando na Estrada do Pau-Ferro e enfrentando uma subida digna de alpinistas até a rua Arthur Orlando, 777.

Chegamos. A princípio, Isadora não gostou do lugar, mas escolheu permanecer para não frustrar as minhas intenções. O Espaço Duplo Sentido é quase um galpão, uma casa enorme, com piscina, quadra e os andares da perdição. A parte de baixo, onde teoricamente seria a boate, é uma área praticamente ao ar livre, onde grupos degustam churrasco, conversam e bebem. Uma mocinha da recepção nos levou para conhecer melhor as instalações, que são boas, mas talvez pelo clima frio estavam pouco frequentadas no horário em que chegamos, por volta das 14h30.

Não cobram entrada até às 16h, entram solteiros e casais, com exceção das quintas-feiras em que acontecem eventos exclusivos para solteiros e solteiras. Ficamos nos ambientando, tomei umas cervas, observamos. Uma mulher entalada em um vestido tubinho se aproximou de nós com seu corpo indecente quase exposto, nos cumprimentou, elogiou Isadora, perguntou se não queríamos beber com o grupo que estava do outro lado do salão, mas preferimos ficar só nós dois, avaliando mais a boate.

Após alguns minutos, decidimos subir ao andar das alcovas, Isadora puxou a atenção de alguns casais e de solteiros presentes. Demos umas sarradas, curtimos um pouco. O tempo correu rápido e se fez a hora de retornar à bucólica. Saímos do Duplo Sentido por volta das 17h30 e percebi que nesse horário havia mais gente e algumas periguetes pegáveis.

Partimos com a intenção de retornar para conferir em um dia de sol. Girl9

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ISADORA VILHENA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99349-3413
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20 de Agosto de 2022 às 09:08






SWINGUEIRA

O amanhecer na bucólica Tijuca exalava o aroma de feromônios, a libido parecia desejar se aquecer sob o Sol frio do inverno, corpos femininos requebravam-se nas calçadas como ondas em dia de ressaca. O universo, clamando por devassidão, convocava dois mundanos dispostos a tudo pelo orgasmo venerado.

Afirmar que a solidão é ruim reflete um desses clichês da MPB. Não há nada de ruim em ser sozinho, mas não deixa de ser agradável construir uma relação quando pressentimos que alcançar a sintonia perfeita com outra pessoa é possível. Isadora estava em fim de recesso, mesmo assim arrisquei propor uma aventura que ela relutou em aceitar a princípio. Após algumas tentativas de acordo, combinamos ir ao Clube 2A2 numa quinta-feira. Tudo isso foi possível graças a um golpe de sorte, ela visualizou meu convite no celular numa das vezes em que o acessou.

Isadora chegou cedo e belíssima ao meu chalé nos alpes tijucanos, trouxe com ela um conjunto sexy para vestir em nossa nova incursão e a noite prometia ser ardente. Antes de partirmos para Botafogo, nos enroscamos um pouco no leito pecaminoso da minha residência, beijos na boca, amassos, um boquete faminto de uma Isadora praticamente virgem depois de quase um mês de descanso. Isadora não me permitiu gozar, disse que queria que eu guardasse o meu tesão para a noite na boate. Não há como descrever os prazeres inenarráveis que vivi no aconchego da minha cama, ao lado dessa diva maior, que deixa um vácuo quase insuportável quando se ausenta. Outras podem aparecer e desaparecer, mas o que seria do cenário libertino sem a Isadora? Certamente, a vida ficaria mais triste.

O SWING

Soprava uma noturna brisa gélida de inverno, íamos de mãos dadas dentro do táxi, o clima de romance aumentava o apetite sexual. Isadora, com os cabelos loiros escorrendo pelos ombros, vestia uma minissaia justa que ressaltava o relevo exuberante da sua bunda perfeitíssima; os seios irretocáveis estavam cobertos por uma blusa com decote ousado, amarrada acima da cintura; o rosto bonito, iluminado por um sorriso sereno e safado, não ocultava as intenções da moça para aquela noite. Eu estava empolgado, alisava as pernas de Isa, trocava uns beijinhos enquanto atravessávamos o túnel Rebouças e tocava furtivamente em seus seios.

O 2A2 é uma casa já tradicional no swing, com uma boa estrutura, apesar de pouco espaçosa no andar da sacanagem, possui um atendimento de primeira classe desde a entrada. É das mais caras, superando muito os valores do Mistura Certa, o seu maior concorrente em outro ponto da cidade. Instalado em uma mansão imponente da rua Visconde de Caravelas, tem a vantagem da aparência discretíssima, se levarmos em conta de que é um antro de orgias inesquecíveis. Com dois andares, na parte de baixo funciona a boate, com música e shows diversos; na parte de cima rola a devassidão, o culto à promiscuidade.

Apresentei a Isadora ao seu primeiro swing e dei sorte, ela adorou. Sempre me conta que já tinha feito tentativas de ir antes me conhecer, mas que não conseguiu uma companhia tão liberal quanto a minha. Sim, o velho Dante é um idoso liberalíssimo e degenerado, desses que carrega a vã filosofia do quanto mais quente melhor. Conclusão: me dei bem, agora tenho uma primorosa companheira de swing, que atende a todas as minhas expectativas na execução dessa arte obscena.

Deixo um alerta, o swing é para casais que se gostam de alguma forma, é preciso despertar um nível de ciúmes que provoca o tesão. Ir com uma companhia apenas pela promiscuidade não rende os melhores prazeres que o swing pode proporcionar.

UMA NOITE EM SODOMA

Ao chegarmos à recepção do 2A2 somos logo recebidos por uma simpática funcionária, quando eu disse que seria nossa primeira vez juntos na casa, ela nos conduziu por um breve tour interno. Ambientados, Isadora me avisa...

— Dante, vou ao toilette.

Em menos de um minuto ela retorna...

— Agora, estou sem calcinha — sem dúvida, a noite iria arder depois dessa revelação.

Bebi umas cervejas e subimos ao andar do pecado. Foi a minha vez de ir ao toilette, não para tirar a cueca, mas para ganhar fôlego para o que viria. Eu não estava nem a 30 segundos no banheiro quando chega uma mensagem em meu zap.

— Volta! — Isadora me convocava.

Saí esbaforido, abandonei o mictório à própria sorte e ganhei os corredores escuros e maliciosos da boate. De repente, me deparo com uma cabine com a porta aberta, vejo Isadora sendo esfregada por um casal, entro e ouço uma coroa num vestido preto justíssimo falando entusiasmada para a minha diva...

— Nossa, como você é cheirosa, como você é bonita, olha como os seios dela são lindos, Jorge!

Isadora era alisada pelo casal ao mesmo tempo em que a transformavam em recheio de um sanduíche humano. Ao me ver, a coroa veio me beijar, colocou os peitos para fora e puxou a minha cabeça para sugá-los, encarei o desafio. Neste ponto, Isadora já estava deitada e sendo chupada pelo Jorge, o parceiro da mulher que me possuía. Isadora gemia, a coroa gemia e eu delirava... Isadora parte para um boquete no Jorge, que antes de pedir arrego, a deitou novamente e foi por cima do seu corpo para meter. Enquanto isso, eu chupava a boceta da coroa que me abduziu, a mulher rebolava, ameaçava gozar. Olho para o lado e vejo Isadora de pernas para o alto e o Jorge comendo sua boceta encharcada, ela gemia muito, alisava as costas do coroa e o abraçava com as coxas. A acompanhante do coroa me engoliu em um boquete quase selvagem, mas resisti. O coroa que comia Isadora urrou em um orgasmo que deve ter sido ouvido na Pedra do Arpoador, mas continuou roçando por cima do corpo da Isadora, que continuava abraçada a ele com as pernas e com os braços.

— Acabou, acabou — disse a coroa meio enciumada — já virou romance isso. Vamos descer.

Os dois desceram, mas eu e Isadora permanecemos na mesma cabine. Logo chega um garotão sozinho (não sei se neste dia permitiram solteiros) e bota o pau de fora, Isadora o abocanha, engole até o talo, faz garganta profunda, insaciável. A fisionomia do rapaz assemelhava-se com a de um homem sob tortura feroz. Isadora estava nua, fica de quatro e solta a sentença que ressuscitaria Lázaro...

— Come meu cuzinho. Come?

O rapaz olhava sem acreditar, posicionou-se, introduziu a pica e Isadora rebolou até engolir pênis inteiro do sujeito com o cu. O garoto começou a socar forte, batia em sua bunda, enaltecia o seu rabo e Isa gritava de prazer, pedia para o jovem meter com força e apertava o meu braço como se fosse ter um orgasmo a qualquer momento. Outro urro, outro gozo e o garoto foi a nocaute.

Isadora me fazia um boquete delicioso, ainda nua, quando outro rapaz se aproximou por trás dela e ficou roçando em sua bunda, o pau ereto quase arrebentava o zíper da calça que vestia. Isa, com seu jeito de putona, começou a rebolar, se esfregar no menino, até que ele arriou a calça, colocou a camisinha e comeu afobado a sua boceta. O jovem gozou muito rápido e recolheu o time. Vendo aquela cena pornográfica, também gozei.

O coroa da primeira trepada retorna, se aproxima, Isa não se faz de tímida e taca-lhe um beijo matador na boca, pede que nós dois chupemos seus peitos, um de cada lado. Ela volta a gemer, o pau do coroa sobe, Isa o abocanha, engole, chupa como se estivesse com sede de leite, coroa derrama tudo em sua boca. Ela me olha com cara de safada, aperta meu pau, pede o meu aparelhinho quase medieval, coloca sobre a boceta e eu e o coroa voltamos a mamar seus peitos. Isa grita, se contorce e goza horrores.
Fim de festa e promessa de retorno. Isa adorou a noite e quer voltar. Admito, sou um privilegiado por ter descoberto e investido na companhia dessa mulher.

Meu nome? Dante, me chamo Dante. Positivo

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