20 de Agosto de 2022 às 09:05
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM




SWINGUEIRA

O amanhecer na bucólica Tijuca exalava o aroma de feromônios, a libido parecia desejar se aquecer sob o Sol frio do inverno, corpos femininos requebravam-se nas calçadas como ondas em dia de ressaca. O universo, clamando por devassidão, convocava dois mundanos dispostos a tudo pelo orgasmo venerado.

Afirmar que a solidão é ruim reflete um desses clichês da MPB. Não há nada de ruim em ser sozinho, mas não deixa de ser agradável construir uma relação quando pressentimos que alcançar a sintonia perfeita com outra pessoa é possível. Isadora estava em fim de recesso, mesmo assim arrisquei propor uma aventura que ela relutou em aceitar a princípio. Após algumas tentativas de acordo, combinamos ir ao Clube 2A2 numa quinta-feira. Tudo isso foi possível graças a um golpe de sorte, ela visualizou meu convite no celular numa das vezes em que o acessou.

Isadora chegou cedo e belíssima ao meu chalé nos alpes tijucanos, trouxe com ela um conjunto sexy para vestir em nossa nova incursão e a noite prometia ser ardente. Antes de partirmos para Botafogo, nos enroscamos um pouco no leito pecaminoso da minha residência, beijos na boca, amassos, um boquete faminto de uma Isadora praticamente virgem depois de quase um mês de descanso. Isadora não me permitiu gozar, disse que queria que eu guardasse o meu tesão para a noite na boate. Não há como descrever os prazeres inenarráveis que vivi no aconchego da minha cama, ao lado dessa diva maior, que deixa um vácuo quase insuportável quando se ausenta. Outras podem aparecer e desaparecer, mas o que seria do cenário libertino sem a Isadora? Certamente, a vida ficaria mais triste.

O SWING

Soprava uma noturna brisa gélida de inverno, íamos de mãos dadas dentro do táxi, o clima de romance aumentava o apetite sexual. Isadora, com os cabelos loiros escorrendo pelos ombros, vestia uma minissaia justa que ressaltava o relevo exuberante da sua bunda perfeitíssima; os seios irretocáveis estavam cobertos por uma blusa com decote ousado, amarrada acima da cintura; o rosto bonito, iluminado por um sorriso sereno e safado, não ocultava as intenções da moça para aquela noite. Eu estava empolgado, alisava as pernas de Isa, trocava uns beijinhos enquanto atravessávamos o túnel Rebouças e tocava furtivamente em seus seios.

O 2A2 é uma casa já tradicional no swing, com uma boa estrutura, apesar de pouco espaçosa no andar da sacanagem, possui um atendimento de primeira classe desde a entrada. É das mais caras, superando muito os valores do Mistura Certa, o seu maior concorrente em outro ponto da cidade. Instalado em uma mansão imponente da rua Visconde de Caravelas, tem a vantagem da aparência discretíssima, se levarmos em conta de que é um antro de orgias inesquecíveis. Com dois andares, na parte de baixo funciona a boate, com música e shows diversos; na parte de cima rola a devassidão, o culto à promiscuidade.

Apresentei a Isadora ao seu primeiro swing e dei sorte, ela adorou. Sempre me conta que já tinha feito tentativas de ir antes me conhecer, mas que não conseguiu uma companhia tão liberal quanto a minha. Sim, o velho Dante é um idoso liberalíssimo e degenerado, desses que carrega a vã filosofia do quanto mais quente melhor. Conclusão: me dei bem, agora tenho uma primorosa companheira de swing, que atende a todas as minhas expectativas na execução dessa arte obscena.

Deixo um alerta, o swing é para casais que se gostam de alguma forma, é preciso despertar um nível de ciúmes que provoca o tesão. Ir com uma companhia apenas pela promiscuidade não rende os melhores prazeres que o swing pode proporcionar.

UMA NOITE EM SODOMA

Ao chegarmos à recepção do 2A2 somos logo recebidos por uma simpática funcionária, quando eu disse que seria nossa primeira vez juntos na casa, ela nos conduziu por um breve tour interno. Ambientados, Isadora me avisa...

— Dante, vou ao toilette.

Em menos de um minuto ela retorna...

— Agora, estou sem calcinha — sem dúvida, a noite iria arder depois dessa revelação.

Bebi umas cervejas e subimos ao andar do pecado. Foi a minha vez de ir ao toilette, não para tirar a cueca, mas para ganhar fôlego para o que viria. Eu não estava nem a 30 segundos no banheiro quando chega uma mensagem em meu zap.

— Volta! — Isadora me convocava.

Saí esbaforido, abandonei o mictório à própria sorte e ganhei os corredores escuros e maliciosos da boate. De repente, me deparo com uma cabine com a porta aberta, vejo Isadora sendo esfregada por um casal, entro e ouço uma coroa num vestido preto justíssimo falando entusiasmada para a minha diva...

— Nossa, como você é cheirosa, como você é bonita, olha como os seios dela são lindos, Jorge!

Isadora era alisada pelo casal ao mesmo tempo em que a transformavam em recheio de um sanduíche humano. Ao me ver, a coroa veio me beijar, colocou os peitos para fora e puxou a minha cabeça para sugá-los, encarei o desafio. Neste ponto, Isadora já estava deitada e sendo chupada pelo Jorge, o parceiro da mulher que me possuía. Isadora gemia, a coroa gemia e eu delirava... Isadora parte para um boquete no Jorge, que antes de pedir arrego, a deitou novamente e foi por cima do seu corpo para meter. Enquanto isso, eu chupava a boceta da coroa que me abduziu, a mulher rebolava, ameaçava gozar. Olho para o lado e vejo Isadora de pernas para o alto e o Jorge comendo sua boceta encharcada, ela gemia muito, alisava as costas do coroa e o abraçava com as coxas. A acompanhante do coroa me engoliu em um boquete quase selvagem, mas resisti. O coroa que comia Isadora urrou em um orgasmo que deve ter sido ouvido na Pedra do Arpoador, mas continuou roçando por cima do corpo da Isadora, que continuava abraçada a ele com as pernas e com os braços.

— Acabou, acabou — disse a coroa meio enciumada — já virou romance isso. Vamos descer.

Os dois desceram, mas eu e Isadora permanecemos na mesma cabine. Logo chega um garotão sozinho (não sei se neste dia permitiram solteiros) e bota o pau de fora, Isadora o abocanha, engole até o talo, faz garganta profunda, insaciável. A fisionomia do rapaz assemelhava-se com a de um homem sob tortura feroz. Isadora estava nua, fica de quatro e solta a sentença que ressuscitaria Lázaro...

— Come meu cuzinho. Come?

O rapaz olhava sem acreditar, posicionou-se, introduziu a pica e Isadora rebolou até engolir pênis inteiro do sujeito com o cu. O garoto começou a socar forte, batia em sua bunda, enaltecia o seu rabo e Isa gritava de prazer, pedia para o jovem meter com força e apertava o meu braço como se fosse ter um orgasmo a qualquer momento. Outro urro, outro gozo e o garoto foi a nocaute.

Isadora me fazia um boquete delicioso, ainda nua, quando outro rapaz se aproximou por trás dela e ficou roçando em sua bunda, o pau ereto quase arrebentava o zíper da calça que vestia. Isa, com seu jeito de putona, começou a rebolar, se esfregar no menino, até que ele arriou a calça, colocou a camisinha e comeu afobado a sua boceta. O jovem gozou muito rápido e recolheu o time. Vendo aquela cena pornográfica, também gozei.

O coroa da primeira trepada retorna, se aproxima, Isa não se faz de tímida e taca-lhe um beijo matador na boca, pede que nós dois chupemos seus peitos, um de cada lado. Ela volta a gemer, o pau do coroa sobe, Isa o abocanha, engole, chupa como se estivesse com sede de leite, coroa derrama tudo em sua boca. Ela me olha com cara de safada, aperta meu pau, pede o meu aparelhinho quase medieval, coloca sobre a boceta e eu e o coroa voltamos a mamar seus peitos. Isa grita, se contorce e goza horrores.
Fim de festa e promessa de retorno. Isa adorou a noite e quer voltar. Admito, sou um privilegiado por ter descoberto e investido na companhia dessa mulher.

Meu nome? Dante, me chamo Dante. Positivo