BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM

A última semana foi dolorosa para mim, o mal pode brotar de onde menos esperamos. Há pessoas cuja natureza é a fraude. Há traições que fazem da história de Judas um conto de fadas. Infelizmente, vi uma decepção imensa me atingir e me abalar.
Porém, para todos os males é possível que exista um bem que nos conforte. Buscando mãos que pudessem me ajudar a cicatrizar as úlceras pelo golpe sofrido, encontrei Ana e ela me inspirou...
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Cheguei antes da hora marcada ao Largo da Carioca, decidi tomar um café no Edifício Central, cultivar alguns minutos de meditação. Minha curiosidade para conhecer a Ana era grande, suas fotos são sempre provocantes e mostram um corpo delineado em curvas colossais. Tive dificuldade para conseguir um horário conveniente, também precisei superar o desânimo que me tomou devido aos últimos acontecimentos decepcionantes que enfrentei. Na sexta-feira dei sorte, Ana tinha uma brecha e eu tinha o desejo de estar com ela.
Fui caminhando sem pressa e alcancei o prédio da Avenida Treze de maio. Envio mensagem avisando que estava no local, Ana logo responde e pede que eu suba. As catracas da portaria estavam liberadas, atravessei e subi um lance da escada habitada por vários gatos sonolentos. Toco a campainha da sala, alguns segundos de suspense e a porta se abre, mas não avisto ninguém. Entro e me vejo diante da bela Ana emoldurada por uma lingerie cavada e vertiginosa. Beijo sua boca com a minha habitual afobação, mas o beijo de Ana foi leve, talvez intimidado pela minha bocarra.
Toalha, ducha e retorno ao quarto. Ana me esperava, peço que ela deixe cair as poucas peças que a recobrem e o que se revela é um corpo extraordinário. Ana tem os cabelos em um corte curto, charme que poucas mulheres usam; seus seios são pequenos, mas nos fazem salivar no convite para abocanhá-los; a cintura fina, a bunda firme, esférica e perfeita; o rosto possui uma beleza singular, para homens de gosto sofisticado; suas coxas são grossas e torneadas; a pele é macia, cheirosa. Para coroar todas as suas virtudes, Ana é carinhosa, doce e paciente. Não senti nenhuma frescura no atendimento, se entrega, busca nos agradar.
Deito por cima do seu corpo, queria sentir a fricção das nossa peles, me esfregar naquele continente de deleites. Ana me recebe sem medo, aceita o meu corpo sobre seu corpo, o calor da sua sensualidade abraçou o meu desejo. Continuei a beijá-la, mas sua boca continuava amedrontada pela minha gula, então ela me confessa que padecia com uma afta e com os lábios doloridos. Tudo bem, não seja por isso. Continuamos nos amassos, desço para sua vagina, deslizo a língua pelo clitóris, ela se contorce, fecha os olhos, está sensível, vou com cuidado. escorrego pelas suas pernas, beijo seus pés e Ana geme pela surpresa das vibrações que a percorrem.
Saco o meu aparelhinho semimedieval, ela se espanta com a onda de choque que a invade quando o introduzo em sua boceta, geme alto, tenta resistir ao orgasmo, seu corpo vai ficando trêmulo, sua face se transfigura, Ana vai se entregando, desistindo de lutar e goza intensamente diante dos meus olhos maravilhados com o show.
Minha vez, deitei-me, ela passa um tipo de creme no meu combalido pênis e o engole inteiro, lambe meu saco. Sua chupada é boa, sem preguiça, ela alterna com uma punheta vigorosa, sinto os meus espermas subirem como lava de vulcão. Ana pressente o meu gozo, aproxima seu rosto, seus seios e me derramo em litros sobre ela.
Conversamos um pouco, falamos da vida, contei um pouco da minha história, mas a pontualidade implacável do relógio me avisou de que eu deveria me despedir. Prometi voltar e irei voltar. Ana me deseja um bom fim de semana e ganho às ruas do Centro. Passo por uma banca de camelô e confirmo que a vida é uma brincalhona, a música que emergia da caixa de som parecia um deboche à minha condição emocional. A letra entoada por Nelson Gonçalves...
NADA ALÉM
O Sol mergulhava na noite, as estrelas me saudavam. Respirei fundo e cantarolei os versos daquele clássico de Orlando Silva. Imaginei-me em um musical, dançando como um Gene Kelly com artrose enquanto as cortinas do filme se fechavam. Uma breve alegria me invadiu e agradeci por experimentar aquele momento pleno da vida.
Nada além
Nada além de uma ilusão
Chega bem
Que é demais para o meu coração
Acreditando
Em tudo que o amor mentindo sempre diz
Eu vou vivendo assim feliz
Na ilusão de ser feliz
Se o amor só nos causa sofrimento e dor
E melhor bem melhor a ilusão do amor