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RELATOS DO MEMBRO

MELISSA CASTELLI - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99842-6234
MELISSA CASTELLI
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$120.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI SIM R$0.00 SIM

11 de fevereiro de 2021 às 09:02



O dileto forista deve pensar com seus traiçoeiros botões: o Dante está frenético, comendo todas, haja grana.

É verdade, afeiçoado libertino, ando acelerado, mas existe um motivo. É uma fuga da realidade opressiva, algo que já citei por aqui. Sair com as nossas meninas foi uma forma que encontrei de tentar me reanimar um pouco. De certa forma, funcionou.

Nos últimos dias, comecei a optar por fazer meu catálogo pessoal das minhas favoritas, mulheres que me atendem com atenção diferenciada e que me oferecem momentos agradáveis. Melissa é uma dessas meninas que fica no topo de qualquer lista, vamos ter muitos repetecos.

Chego a Cinelândia na parte da tarde, o clima era ameno, o movimento rarefeito da região me faz caminhar rápido em direção ao endereço da Álvaro Alvim. Aviso pelo zap que já estou a caminho, Melissa libera para eu subir. Ela mudou de sala, mas o aconchego e a recepção carinhosa da menina continuam em alta.

Fomos para o quarto. Beijos, muito beijos. Beijar Melissa na boca já me dá um tesão revolucionário. Mamo seus peitinhos suculentos quase sem querer sair mais dali. Faço aqui uma observação, os seios da Melissa são exatamente o tipo de seios que eu tenho como ideal. Pequenos, durinhos, auréolas rosas, bicudinhos. Uma delícia. Desço para a sua famosíssima boceta greluda e caio de boca, a garota se contorce, geme gostoso. Digo e repito, o gemido de Melissa é um gemido afrodisíaco. Ela se movimenta para me chupar, me engole, parece querer tirar minha seiva de qualquer maneira. Quase sucumbindo ao nocaute, pedi que ela ficasse de quatro. Afeiçoado forista, que rabinho maravilhoso. Ajoelhei diante daquele altar sexual e finalmente comi o cuzinho da ninfa, algo que ainda não havia experimentado. Delírio total. Gozei caí duro no colchão. Melissa é contraindicada para cardíacos.

Ficamos mais algum tempo conversando, trocando carinhos, fazendo o fim de tarde ser inspirador. Não exagero quando digo que Melissa é apaixonante. Como tudo acaba, me despedi e retornei à bucólica Tijuca. Sim, não duvide, eu volto. Positivo

membro, Brand, Fazzo Casanova, schusk, melzas, Alicia Ferrari, Rickyba40, curtiram esse TD.
IZA FERNANDES - Rio de Janeiro - RJ
IZA FERNANDES
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
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09 de fevereiro de 2021 às 12:02



Acredite, forista sem fé. Digo a você: Iza não é uma mulher, é um milagre. Aguentei somente um intervalo de dois dias antes de procura-la novamente. Há mulheres que não valorizam os clientes que encontram, Iza dá valor.

A verdadeira posse é o beijo na boca”, dizia Nelson Rodrigues. E como Iza beija, beija com entrega, com saliva, com gemidinhos, com língua feroz. A pele morena jambo coberta por leves pelinhos aloirados é um afrodisíaco para qualquer visão. Após acertos e desacertos, confirmamos um novo encontro para às 17h.

Pego um táxi e desço na frenética rua São Francisco Xavier, um bar é o meu ponto de referência para a morada deste mito sexual que chamo de Iza Fernandes. A entrada é escondida, camuflada por uma banca de jornal. Ela abre a porta pelo interfone e subo três lances de escada para me deparar com Iza decorada por um minúsculo biquíni de oncinha. Faltou ar, afeiçoado forista. Essa mulher abala o meu combalido e sofrido coraçãozinho mundano. Ela me conduz até o quarto e recebo o primeiro beijo. Se vampiras fossem reais, elas não morderiam nosso pescoço, elas beijariam como Iza beija, pois desse modo fariam muitos mais servos fieis do que dilacerando carótidas.

A morena tira a roupa e o que vejo não é um corpo, mas um palácio monumental dedicado à luxúria, ao prazer absoluto da carne. Deitamos na cama, chupo os seios perfeitos, deliciosos. Fico nos peitinhos por muito tempo, Iza de olhos fechados, gemendo baixinho. Esqueço da vida lá fora. Voltamos a nos abraçar, ela enlaça uma de suas coxas grossas entre as minha pernas, pego na sua bunda revestida em aço de tão dura, continuamos nos beijando, em um namoro inebriante, em amassos capazes de enlouquecer as mentes fracas.

Iza se movimenta e cai com seus lábios carnudos e pecaminosos no meu debilitado pau. É uma mamada intensa, de quem gosta, no melhor estilo do boquete rapel. Sobe e depois desce pelo pênis numa queda vertiginosa até engoli-lo completamente. Ela fica de quatro e eu me ajoelho, sinto vontade de rezar diante daquela paisagem erótica. A bunda de Iza é uma escultura que alcançou a perfeição, deve ter sido esculpida em pedra, pois é firme, do tipo que jamais cederá ao efeito nefasto da gravidade. Um tobogã sensual. Ela me deita e volta a me chupar, agora com sua bunda colossal virada para o meu rosto. Enquanto sou mamado, dedilho a sua boceta encharcada, seu cuzinho faminto. Ela geme, ver seu rosto de safada quase me leva a ejaculação precoce. Ela morde os lábios, os olhos meio fechados. Gozei um pedaço da minha alma naquela cama.

Ficamos namorando e conversando no quarto amplo em que ela atende. Iza, além de belíssima, é inteligente, uma maravilhosa companhia. Estava tão bom que senti vontade de pagar para ficar umas três horas ali com ela. Tentação quase irrefreável. Soube que um forista esteve no aposento antes de mim (os famigerados sonegadores). Estava com muita vontade de continuar com Iza, mas resisti. O melhor será marcar novamente, com certeza farei isso.

Hora da despedida, quase esqueci de deixar o cachê da menina, o clima de romance me fez esquecer do pagamento.

Retorno para casa caminhando, naquela misteriosa alegria de quem alcançou a realização do corpo e do espírito por alguns instantes. Vou saboreando tudo pelo percurso: casas, pessoas, prédios, árvores... Iza é um pedaço de felicidade.

Ave, libertino.


ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Razorblade, Matemático, Peru de Mel, Rickyba40, Michael Corleone, schusk, Predator, ronondex, curtiram esse TD.
CAROL SOUZA - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ
CAROL
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TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
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07 de fevereiro de 2021 às 23:02


CAROL - https://destackterapias.com/anuncio/carol-6/

Fico pensando por que perdi tanto tempo em termas, aturando mulheres sem vontade de agradar, quartos xexelentos, funcionários mal-humorados, proprietários arrogantes... Sinceramente, minha vida mudou com as terapeutas e algumas frees escolhidas criteriosamente.

Sexta-feira, fim de tarde, conheci Carol. Uma outra Carol. Ninfeta, uma gracinha, cerca de 1,60m, corpo perfeito, seios médios para grandes, bundão apetitoso, coxas grossas. Rosto de garotinha mesmo. Tudo firme, tudo no lugar. Atende na Conde de Bonfim, próximo a Igreja dos Sagrados Corações. Fui pecar.

A menina é carinhosa, beija na boca sem medo, geme horrores, se contorce como cobra na chupada, boquete sem preguiça e não fica regulando tempo. Foi um ótimo encontro. Gostei e aprovei.

Nessas minhas andanças com terapeutas e frees, reparei um abismo de diferença na qualidade se compararmos com as termas. Estive na 502, creio que na quinta-feira, só vi umas poucas mulheres, a maioria veterana e totalmente desinteressadas nos clientes que estavam por lá. Fiquei meia-hora e nenhuma se aproximou de mim, nem as que eu conhecia. Precisei cumprimentar as que reconheci porque nenhuma se chegou. Absurdo.

Continuo explorando com entusiasmo estes que para mim são novos mundos, novas civilizações. Como disse, tenho um critério rigoroso, consulto os fóruns, avalio com detalhes quando converso no WhatsApp e só vou quando tenho uma segurança razoável.

A aventura continua. Ave, libertinos.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA EXCELENTE
membro, delgran, melzas, Razorblade, Fazzo Casanova, Piru do Centro, KevinX, Michael Corleone, schusk, ElMaricon, Rai, Oscar, The Shy, curtiram esse TD.
IZA FERNANDES - Rio de Janeiro - RJ
IZA FERNANDES
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TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
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07 de fevereiro de 2021 às 21:02



Companheiros libertinos, para complementar o tópico segue outro anúncio deste fenômeno de mulher. Esse tem vídeo.


https://www.photoacompanhantes.com/acompanhantes/rio-de-janeiro/mulata-gostosa-safadinha-com-local-no-maracana-id-mrny3

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membro, Predator, Razorblade, curtiram esse TD.
IZA FERNANDES - Rio de Janeiro - RJ
IZA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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06 de fevereiro de 2021 às 21:02


IZA - http://https//www.photoacompanhantes.com/acompanhantes/rio-de-janeiro/mulata-gostosa-safadinha-com-local-no-maracana-id-mrny3

IZA

Irei começar este relato usando um vocábulo não muito usual no meu estilo, algo que foge do meu padrão de elegância e contenção da vulgaridade. Infelizmente, neste caso, é uma necessidade visceral começar a história por esta palavra:

CARALHO!

Manhã de sábado, clima chuvoso, eu estava olhando anúncios de mulheres no Skokka, sem compromisso. Foi quando me deparei com as fotos de uma mulata escultural que atende na Tijuca, usa o título de “Mulata fogosa”. Cedendo à ancestral tentação mundana, chamei-a no WhatsApp, ela me respondeu alguns minutos depois. A conversa rolou com naturalidade, a menina sabe levar um papo. Fiquei interessadíssimo e curioso. Sim, afeiçoado forista, este Velho Viking não resistiu e marcou o encontro.

Enfrentei uma tormenta devastadora para chegar ao local de atendimento, na rua São Francisco Xavier. A chuva desabava com fúria de vingança. Poças, alagamentos, relâmpagos. Não se preocupe, o velho viking fez o que sempre faz: sobreviveu.

O prédio onde ela fica é antigo e de poucos andares. Avisei pelo zap que já havia chegado, ela libera a entrada do próprio apartamento. Subo dois lances de escada, o ambiente é silencioso. Deparo-me com uma porta aberta e Iza (esse é o nome da musa) me esperava de biquíni cavado. Vamos fazer um intervalo. Respire fundo, incrédulo forista. É neste ponto que precisarei novamente apelar para a vulgaridade que expressa as nossas mais verdadeiras emoções

CARALHO!

O que eu avistei me esperando à beira da porta foi uma mulher descomunal, uma morena de enfartar cardíacos, uma mulata de ressuscitar o Sargentelli. Você me conhece, fiel forista. Você adivinhou. Meu queixo despencou da boca, rolou até o estádio do Maracanã e retornou de Uber para que eu pudesse me recompor. Descomunal. Belíssima. Sensualíssima. Um corpo feito de tantas curvas que é capaz de nos causar labirintite. Que mulher colossal. Diante daquele monumento, fui tomado por uma emoção profunda, quase verti lágrimas de tesão.

— Oiiii. Sou a Iza. Eu é que ficarei com você, amor.

Imagine meu rosto diante dessa frase, querido companheiro. Um rosto de paspalho, sem conseguir articular palavras inteligíveis para o mulherão à minha frente. Ela me puxou pela mão e me acomodou num quarto amplo, com cama de casal. Eu tinha a respiração ofegante. Ela se aproximou nua e começou a me despir. A beleza e o corpo da menina nos intimidam. Veio o beijo e terei que usar outra expressão vulgaríssima para expressar o que senti...

PUTA QUE PARIU!

Que beijo! Alucinante. Lábios carnudos me engolindo, língua se enroscando na minha, mãos acariciando a minha nuca e o meu pau. Eu tremia de desejo, forista sem fé. Pedi para que ela se deitasse e me joguei por cima dela, beijando, mamando seus seios perfeitos, alisando a sua pele, roçando perigosamente nas partes mais íntimas. Ela rebolava e me beijava com vontade. Lembrando-me de tudo agora, precisarei de um banho frio.

A bunda de Iza é empinadíssima e dura como pedra. Faz anal, faz tudo, faz mais um pouco. Os seios são médios, durinhos e deliciosos de lamber. A bocetinha depilada estava encharcada quando a toquei. Pernas grossas, barriguinha chapada. É aquela mulher que você olha e suspira um “inacreditável”.

Babei seus seios, chupei a boceta rosada enquanto ela se contorcia em gemidos absurdos, me enfiei dentro daquelas coxas querendo construir casa, comprar uma Tele Sena e formar família. Êxtase absoluto.

Ela ria das minhas piadinhas infames e me beijava mais. Pediu para me chupar e quase subi pelas paredes feito um Homem-Aranha pançudo. Iza não faz nada com miséria, é uma entrega inenarrável. Ficou de quatro e me ajoelhei diante daquele santuário anal. Comecei a penetrá-la devagar, minhas mãos apertando a bunda duríssima. Iza volta a gemer, se empina mais, rebola. Por baixo das pernas, passa a mão no meu saco enquanto eu a devoro. Digo com toda sinceridade, atento forista: eu não gozei, entrei em erupção.

Quase desfalecido no colchão, Iza me abanou, perguntou se eu estava bem, me ofereceu água. Naquele momento eu flutuava entre estrelas e meteoros, viajava com o Capitão Kirk na Entreprise. Eu estava em qualquer lugar, menos na Terra.

Iza é nova na labuta e digo com convicção, ela é insuperável. Dificilmente terei um sexo melhor em 2021. Reprise agendada. Velho Viking retorna aos mares bravios da Tijuca. Que venha a próxima onda, é nela que iremos surfar, é dela que surgirá a próxima aventura.


ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Harvey Specter, Brand, Lixo IV, Rafael Durkheim, Don Raton, Maui, Pajé, Predator, Razorblade, delgran, schusk, curtiram esse TD.
MELISSA CASTELLI - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99842-6234
MELISSA CASTELLI
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TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$100.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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05 de fevereiro de 2021 às 20:02



https://www.photoacompanhantes.com/acompanhantes/rio-de-janeiro/centro/estilo-mignon-com-ppk-greluda-deliciosa-id-2zck2


Atualmente, no meu retorno frenético ao mundo mundano, os fóruns ganharam o status de ferramenta indispensável para mim. Troquei de preferências. Das termas, que hoje são espaços caquéticos e caros, migrei para as terapeutas e às frees. Não me arrependi, pelo contrário, penso sempre por que não fiz isso antes. É aqui no GpArena que mais escrevo e recolho as dicas dos camaradas, isso não me livra de acidentes de percurso, mas previne com eficácia. E é desse jeito que vivi experiências celestiais com muitas garotas, foi desse jeito que cheguei à ninfa Melissa Castelli.

Já escrevi um TD sobre ela. A química foi tão boa que retornei aos braços da ninfa no dia seguinte, uma quinta-feira à tarde... Sempre bonita, caprichosa no visual, ela me recebeu em seu quarto de boneca devassa. Acredite, forista sem fé, foi uma das melhores tardes que passei na vida. Namoramos muito, nos beijamos demais, explorei seu corpo nos menores detalhes, conversamos, tudo temperado com a paisagem do Teatro Municipal que vislumbramos através de sua janela erótica. Melissa é especial, uma menina delicada que não se furta ao sexo sem interrupções. Fôlego e tesão, são as virtudes que a definem. Apesar do fogo em nossos corpos, havia uma paz no quarto que poderia ser confundida com um mosteiro invadido por dois pervertidos. Quando vi, já havia ultrapassado o tempo que contratei, mas ela em nenhum momento cortou o clima para interromper o programa.

A chupada da Melissa é gulosa e incansável. Seu rabinho parece que nos implora pela penetração. Sua boceta, já famosa, é o portal por onde alcançamos o paraíso e mordemos a maçã que nos expulsa dele. A vagina de Melissa é a maça do pecado. Essa menina merece todos os elogios. É bonita, inteligente, carinhosa, sensual, deliciosa e se entrega como poucas. Os seios da Melissa me deixam doidos, pois são seios que me provocam um tesão irrefreável, um par de peras pequenas e bicudinhas. A bunda é extraordinária. Haja pau.

E o gemido, afeiçoado forista? O gemido da Melissa é daquele estilo de gemido afrodisíaco. Ela geme e o pênis se ergue como se fosse um chamado irresistível. É impressionante. O gemido dela é uma das partes mais relevantes quando fazemos sexo. O gemido de Melissa é um concerto no palco do Municipal, é música para gozar.

Sou um velho forista, não tenho mais as contas de quantas mulheres eu conheci e experimentei. Foram muitas e muitas. Agora, em final de carreira, meu gosto se aprimorou. Se você confia em mim, estimado forista, não perca a oportunidade de conhecer Melissa, de ouvir a sua música inigualável. A aventura continua...

membro, mrpep, Fazzo Casanova, Rickyba40, Psico, Predator, Saulo Top, Katsu, schusk, curtiram esse TD.
MELISSA CASTELLI - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99842-6234
MELISSA CASTELLI
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TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$100.00
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03 de fevereiro de 2021 às 22:02



Acredite, forista sem fé. Os libertinos também amam. Hoje me deparei com uma mulher apaixonante. Quando digo isso, tenham a certeza de que há nessa constatação um elemento forte, um diferencial que abala os sentimentos de qualquer coração mundano. Melissa é apaixonante e posso afirmar com toda a honestidade que ainda me povoa: saí deste encontro amando.

Que mulher. Totalmente demais. Alta, magra, com biotipo de modelo. Possui um charme natural, é educada, elegante e exala uma simpatia espontânea que colabora com a sedução. Melissa é joia rara e necessária nesses tempos atuais. A marcação pelo zap foi feita em etapas, demorei dois dias para agendar e hoje finalmente aconteceu. Não foi apenas um encontro, foi uma conexão química que me deixou inebriado.

Cheguei ao Centro próximo às 15h15. Se colocassem um chapéu de mestre-cuca na estátua do Gandhi, eu teria certeza de que a Cinelândia era uma frigideira fritando a raça humana neste verão infernal. Havia marcado às 15h30 e esperei a bela Melissa se preparar. Tomei um chope ao lado daquele cinema pornô da Álvaro Alvim e fiquei contemplando a natureza de concreto que me rodeava. Não me peçam explicações, mas me senti bem naquele boteco, o chope descendo redondo e eu na expectativa de ver Melissa. Ela avisa que posso subir e passa o número da sala. Saio ansioso do botequim.

Melissa abre a porta vestida com um robe e uma lingerie sexy por baixo. Sorriso sexy e voz sensual. Ela me conduz até o quarto, um cômodo arrumado com capricho e com aparência muito agradável. Para os meus olhos, Melissa é uma mulher bonita, magnética, fiquei imediatamente atraído. Tiro a sua roupa e vejo um corpo que atende todas as minhas preferências sexuais. Seios pequenos e deliciosos; bundinha arrebitada; bocetinha carnuda e gulosa; pele macia e língua que beija de verdade. Meu primeiro toque em sua pele, minha primeira chupada em sua doce vagina, fez a química intensa que a menina me despertou. Ficamos namorando um bom tempo, me acabei de mamar seus seios perfeitos e lamber a sua chaninha. Ela gemia baixinho, um gemido que ainda agora ecoa em minha mente, canto de sereia para enlouquecer um homem.

Como o amor surge? O amor nasce dos detalhes. O gemido de prazer, o toque, o beijo, a textura da pele, a inteligência, o papo. Melissa me conquistou por tudo que ela é. Sendo cafona sem medo, posso afirmar que ela é uma princesa. Uma princesa erótica, mas uma princesa.

Ela me chupa, me beija, geme a cada beijo que dou em seu corpo, no seu pescoço perfumado. Roço na sua boceta, dedilho seu clitóris, ela se contorce, murmura palavras de quem está gostando e eu me perco nessa mulher espetacular. Fica de quatro e meto até cansar. Desabo. Ficamos abraçados na cama, dando uns amassos, conversando, dando mais amassos. Um namoro. Quando vi, estava seduzido. Apaixonei-me. O efeito foi tão forte que planejo uma reprise para amanhã. Inevitável. Melissa deveria se chamar Afrodite.

Venho reparando que influencio mal alguns TDs do Fórum, estão parecendo telenovelas da Record. Qualquer hora vai ter relato com participação especial de Francisco Cuoco e Tarcísio Meira. A coisa está frenética.

Deixo o prédio da Álvaro Alvim vendo passarinhos cor de rosa e flores pelo caminho. Acredite, forista sem fé: os libertinos também amam.

membro, Brand, Predator, Katsu, Lancelot, Psico, melzas, Razorblade, Fazzo Casanova, Jack Bauer, KevinX, schusk, curtiram esse TD.
LUNNA AGUIAR - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98538-9093
LUNNA
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01 de fevereiro de 2021 às 09:02



Sexta-feira. Quando pisquei os olhos, estava em frente ao Shopping 45, na Praça Saenz Peña, cenário principal da bucólica Tijuca. O que eu fazia ali? — Perguntaria o afeiçoado forista. Aguardava uma garota chamada Lunna, com quem mantive uma frutífera conversa durante dois dias, antes de decidir agendar o programa. No bar ao lado do shopping vazava um som antigo e familiar: Sade cantando “No Ordinary Love”.

No Ordinary Love

Confesso que ouvir essa música naquele momento quase me emocionou. Senti um estranho déjà-vu percorrer meus neurônios, minha vida reproduziu-se como num filme, em poucos segundos. Não me peça muitas explicações, estimado forista, é um desses fenômenos estranhos que nos assolam sem aviso, sem lógica que possa ser traduzida. O meu celular toca, atendo e ouço uma voz suave perguntando onde eu estava. Era Lunna, havia chegado e não a vi passar. Fui ao seu encontro.

Uma loira alta, cabelos compridos e bem tratados, estava com uma saia longa e uma blusa com decote discreto. Bonita. Por um minuto, pensei em desistir do programa para propor que passeássemos de mãos dadas no Shopping Tijuca, tomarmos um café ou fazermos um lanche. Avaliando pela estética, a menina é para casar. Fomos de mãos dadas em direção ao Hotel Éden, matadouro histórico dos tijucanos, com promessa de ser tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

Há mais de dez anos que não pisava no Éden, foi um reencontro nostálgico com o quarto do pecado. Tomei um banho e esperei a minha parceira se desnudar e exibir os dotes que até aquele instante eu apenas imaginava. Acredite, forista sem fé, pasmei. Uma bunda de capa de revista, um par de seios cinematográficos, coxas grossas, pés pequenos e uma visível disposição para o sexo. Lunna me surpreendeu, não esperava tanto do aspecto físico.

Avanço para beijá-la. Notei alguma desconfiança no início, alguma renitência, mas ela logo foi se soltando e um clima de namoro rolou com uma espontaneidade. Fiquei tão encantado pelos seus seios que foi ali onde mais me concentrei, creio que nunca chupei por tanto tempo os peitos de uma mulher como chupei os de Lunna. Deliciosos. E a bunda? Duas esferas em que poderiam inscrever um mapa mundi erótico. Se eu fosse profeta, aquela bunda seria o meu Monte Sinai, ali eu escreveria em um bloco de pedra os dez mandamentos dos libertinos. Exuberante.

Brincamos muito, nos beijamos demais. Lancei-me à vagina de Lunna com a sede dos camelos. Ela queria gozar, então ficamos nos beijando enquanto ela se masturbava. Explodiu num gemido de estremecer concreto. Lunna gozou com um canto de sereia que afundaria uma frota de dez Ulisses. Ela inverteu a posição e começou a lamber meu saco ao mesmo tempo em que me masturbava e alternava a boca engolindo também o meu pau. Uma visão pornográfica que me levou ao gozo celestial em poucos segundos. Lunna é mulher obrigatória para qualquer currículo masculino.

Sim, a menina é profissional, mas no melhor significado do termo. Inteligente, boa conversa, carinhosa e competente no que se propõe. Como boas profissionais estão raras, Lunna é dica obrigatória na agenda de quem quer viver uma bela história.

Saímos do motel de mãos dadas, ela pegou um táxi e eu retornei à inevitável e necessária solidão, ao silencio que pariu o início do mundo. Havia anoitecido, caminhei em passos lentos pelas ruas mornas do bairro. Tive pouca vontade de retornar para casa, queria absorver mais aquela energia urbana que me rodeava. Paro em um boteco e peço uma cerveja. Identifico a voz de David Bowie com Lazarus. A trilha sonora da noite estava impecável. Gênio.

Lazarus

Não havia mais passado, nenhum futuro. O presente me trouxe euforia. O amanhã é a ilusão dos tolos. Ave, libertinos.



ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Matemático, Brand, Peru de Mel, Rafael Durkheim, Lobo Solitário, Fazzo Casanova, Saulo Top, schusk, Lunna Aguiar, grecco888, Sniper, Rai, curtiram esse TD.
ALICE TIJUCA - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98237-2049
ALICE
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30 de Janeiro de 2021 às 23:01



A bucólica Tijuca fumegava na tarde de sábado. Camelôs suando nas calçadas ofereciam para vender qualquer quinquilharia que pudéssemos imaginar. Eu caminhava pela rua Conde de Bonfim quando um carro de som anunciando camarão por quilo passou tocando um antigo sucesso da Marina Lima.

“Vem chegando o verão O calor no coração Essa magia colorida. Coisas da vida... Não demora muito agora toda de bundinha de fora top less na areia virando sereia...”

O verão chegou e trouxe com ele um pouco do calor do Inferno. A sensação térmica de 50º. Falei com Alice pela manhã, deixei agendado para 16h. Meu interesse era mais na caprichada massagem que ela aplica, mas também me deu saudade da beleza mediterrânea dessa mulher que se transformou numa nova inspiração para mim. Vendo o relógio, percebi que me adiantei no horário. Para não perder o hábito, parei numa lanchonete e pedi o famigerado caldo de cana com pastel. É impressionante como algo tão simples possa parecer caviar com champanhe quando estamos apenas curtindo o momento.

Atravessei a portaria do prédio onde fica a sala da Alice e entrei no elevador. O corredor silencioso me esperava entediado, toco uma campainha e uma mulher bronzeada, com um cabelão bem tratado e sensualmente vestida abre a porta. Recebe-me com um sorrisão e um abraço. Sim, forista sem fé, a sedução começa ao passar por aquele pequeno portal do prazer. Minha grega exalava uma beleza exuberante neste sábado. Voltei a abraçar a minha mulher de Atenas, beijei seu pescoço e confirmei que fiz a escolha certa. Ela me entrega uma toalha ensacada e vou para o chuveirão.

De banho tomado, retiro a toalha da cintura, deito de bruços na maca e a magia começa. Alice tira a roupa, sobe sobre as minhas costas e começa a roçar seu corpo num ensaio de massagem tântrica. Delícia. Seus cabelos negros e compridos deslizam sobre mim numa estática que provoca arrepios constantes. Ela me beija de leve em pontos estratégicos e continua roçando seu corpão. A sala geladinha, a penumbra, tudo me leva a relaxar e ficar excitado ao mesmo tempo. Alice está linda, uma beleza que só se conquista com a chegada da maturidade. A massagem continua, hábil e deliciosa como foi na primeira vez que me entreguei à grega. As vigas do estresse diário deixam minhas costas a cada toque da feiticeira. Alívio.

Inverto a posição e peço que Alice se deite na maca. Começo a massagear seus pés, suas pernas. Empolgado, beijo os pés delicados da grega e projeto meu corpo à frente para também beijá-la. Beijos com vontade, com línguas enroscadas e troca de saliva. Alice estava inspirada. Começo a chupar seu grelinho, ela suspira, o corpo vibra, o abdômen se contorce. De repente, Alice estremece, seu corpo salta em ondas como vitimado por uma forte descarga elétrica, não para de se contorcer. Acho que até o prédio tremeu, Alice gozou. Que orgasmo maravilhoso, uma beleza de se ver. Só este instante já valeu por todo o encontro.

Recuperada, ela inicia o ritual de me chupar, me lamber. Passa a língua pelo meu saco enquanto me masturba e me engole. O efeito da bala halls em sua boca é inebriante. Não resisto muito tempo e ejaculo parte da alma tentando conter um grito de vitória.

Conversamos um pouco, mais algumas carícias e me despeço. Saio da sala com vontade de voltar. A Tijuca continuava a arder, mas não importa. O que vale é o calor no coração, essa magia colorida. Ave, Marina. Ave, libertinos. Tenho certeza, a vida é única. Envelheçam e vivam.

membro, Brand, Don Raton, Psico, Rickyba40, schusk, curtiram esse TD.
ALICIA FERRARI - Largo do Machado - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97401-7359
ALICIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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26 de Janeiro de 2021 às 21:01



Acredite, forista sem fé. Um cometa. Sim, um desses cometas que se aproximam da Terra de cem em cem anos, rasgando o espaço sideral. Civilizações de várias épocas se reuniram para ver a passagem do raro acontecimento. Alícia pode ser definida assim, como um cometa esparso, que surge nos céus em intervalos de séculos. Quando passa, os homens de bom gosto se juntam para brindá-la, para acompanhar a sua trajetória deslumbrante. É uma dessas raras mulheres que cativam qualquer coração mundano. Essa é Alícia, um corpo celeste, uma estrela de primeira grandeza. Em torno dela, presos por uma gravidade irresistível, nós orbitamos em êxtase, em um estado de felicidade inexplicável.

O táxi me deixou no Centro antes da hora agendada com a menina. Desci na rua Senador Dantas e por um instante pensei que estivesse em Conservatória num dia de semana. Se algum morador de rua entoasse uma seresta, eu teria certeza de que não estava no Rio, muito menos no Centro. Entrei em uma agência do Bradesco para sacar dinheiro, os caixas eletrônicos ecoavam o salão vazio. Alguém me disse que atualmente o Centro da Cidade causa medo. Causa.

Avisei a Alícia que cheguei adiantado. Ela não se importa, me pede para subir. Por alguns instantes, fiquei perdido nos corredores de um prédio da Álvaro Alvim. Quase desci para comprar um carretel de linha 10 e amarrar na porta do elevador, evitando que eu me extraviasse enquanto buscava o apartamento da diva, que no fim das contas estava diante dos meus olhos. Um Teseu cegueta.

Alícia abre a porta e o que vejo é a imagem de uma princesa que sonhei namorar aos 15 anos, mas a opção por uma existência nerd só me fez encontrá-la na terceira idade. Ao menos o destino não foi tão cruel e me permitiu agora ter encontros casuais com a musa que fantasiei por toda a adolescência. Entro com calma, sento num espaçoso e confortável sofá. Conversamos um pouco, bebemos uma cerveja e veio o beijo. O beijo... O que dizer do beijo de Alícia? É uma abdução. Enquanto a maioria das mulheres nos atendem com beijo de tucano, com a boca meio fechada e um bico que não nos permite jamais encontrar a língua, Alícia segue o caminho oposto. Alícia beija com vontade, com desejo, com a língua enroscada em nossa língua, com troca de saliva. Beijar Alícia é quase ter uma experiência com algum poderoso narcótico. Tonteei.

Jogo uma água no corpo e retorno à arena geladinha pelo ar-condicionado perfeito. Minha parceira já estava nua. Que pele, um veludo macio e tatuado. Voltei a beijá-la, queria engolir aquele pedaço pecaminoso de mulher. Ela não se nega, se entrega. Geme baixinho. Eu a deito na cama, beijo seus pés como um adorador fanático, roço meu corpo no dela, mamo seus seios deliciosos, desço para explorar a vagina com fama de celebridade. Que viagem. Alícia se contorce, estremece, pede que eu não pare. Goza. Deixo que ela respire um pouco e então invertemos a posição. Ela avança sobre mim me abocanhando num boquete quase místico, tive delírios enquanto ela me chupava. Sim, afeiçoado forista, o risco da ejaculação precoce é imenso com a boca de Alícia em nosso membro. Eu precisava evitar o vexame, apelei para a técnica do Balão Mágico: pensei no Castrinho, na Simoni, no Raul Seixas, no Fofão e consegui resistir.

Peço que ela fique de quatro. Novamente me deparo com uma visão que me foi recorrente nos últimos dias, a bunda com dimensão bíblica. Alícia é mulher para comer ajoelhado e foi o que fiz. Enquanto metia e testemunhava as suas expressões de prazer, eu agradecia a Agronopólos pela graça concedida. Não durei muito, gozei um pedaço da alma antes de desabar quase desfalecido no colchão. Que mulher maravilhosa.

Encerrarei este relato de maneira piegas. Em toda a minha trajetória nos fóruns, foram raríssimas as mulheres que mereceram que eu rascunhasse alguns versos para fazer jus a minha fama de poeta. Alícia mereceu.

Existe nos teus olhos um segredo
E um feitiço habita o teu sorriso
Que me fascina, que me causa medo
E ao meu coração torna indeciso.

Expira a tua voz um frescor ledo.
Nos teus lábios, um gosto impreciso
É o tempero dos meus beijos, que cedo
Procuram o teu ser, meu paraíso.

Insensato, eu digo que te amo
E, com sofrer e pressa, eu derramo
Vida no teu suspiro delirante.

Desarmado e feliz eu me esparramo.
Outra vez, tolo, digo que te amo
E vejo teu amor: belo e ofegante...


De volta ao mundo real, caminhei eufórico pela Cinelândia. Querendo correr riscos, desci à estação do metrô e peguei um vagão lotado. Invadiu-me uma vontade dançar, mas sentei na esperança de que o perfume da mulher pudesse ter ficado impregnado em minha barba. A aventura continua... Ave, libertino.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
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CAROL - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99620-4423
CAROL
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TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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26 de Janeiro de 2021 às 08:01



Como imaginei, não consegui resistir por muito tempo à atração gravitacional da Carol. Voltei poucos dias após o primeiro encontro. Marquei às 16h e a menina foi pontual, liberou a área e me autorizou a subir a sua sala. O apartamento da Carol é agradabilíssimo, silencioso e com um clima hospitaleiro proporcionado pela simpatia da nossa anfitriã.

Ganho uma toalha, tomo um banho e logo estou estirado no tatame a espera do mulherão que me levará relaxamento total, me conduzindo a ele através de uma massagem inigualável e ao exercício da prática do prazer em que ela é mestra. Carol começa a deslizar a mão no meu corpo, nunca consigo conter os suspiros de quem está sendo libertado das amarras musculares. A massagem é sem pressa, extremamente bem feita. Repito, Carol é incomparável. Quando olho de soslaio, a loirona estava nua, com aquele corpo pedaçudo em posição de quem quer ser possuída. Caí dentro.

Chupar os peitos da Carol é como voltar a ser criança num parque de diversões. Uma delícia. Duros, macios e no tamanho que nos permite abocanhá-lo inteiro. Peço que ela fique de quatro e fico pasmo diante daquela montanha deslumbrante, quase acreditando que, como Moisés, corro o risco de ouvir os dez mandamentos, neste caso pronunciados pela voz do capeta. Roço meu combalido pênis naquela reentrância avantajada, o vale sagrado entre as nádegas. Manobras perigosas, surpreendentes. Carol não nega fogo. Excitadíssimo, sentindo que posso ser vítima de uma ejaculação precoce, fico entre ligar para Boston Medical Group ou apenas pedir o boquete demoníaco da minha gueixa. Peço o boquete.

Como já relatei a você, afeiçoado forista, o boquete da Carol é um ritual satânico. A mulher tem uma afinidade com o pau que é coisa raríssima de se ver. Poucas, muito poucas, conseguem fazer um homem gozar tão rápido com a boca como a Carol é capaz. E foi isso. De repente, quase aos gritos, eu estava gozando naquela boca quente e diabólica. Uma loucura muito difícil de descrever.

Jogo uma água no corpo e me despeço. A Tijuca entardecia, rumo ao anoitecer. Um aroma gostoso de especiarias emanava da Casa Pedro. A Igreja dos Sagrados Corações estava aberta. Entrei e agradeci a Jeová pelas maravilhas que ele me proporciona e pelo milagre da ereção. Aleluia. Ave, libertinos!

Don Raton, hefesto, Matemático, Nego10, Top Gun, Nero César, schusk, curtiram esse TD.
ALINE PRADO - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98047-0331
ALINE
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25 de Janeiro de 2021 às 07:01


ALINE - https://br.skokka.com/acompanhantes/rio-de-janeiro/aline-tijucana-com-local-pzm9364162791/

— O Dante está frenético — diria o forista atento.

Não é bem assim, afeiçoado forista. Passei por uma perda emocional devastadora recentemente, mergulhei numa depressão profunda que ainda não se dissipou. Um libertino procura como fuga aquilo que é a sua maior referência: o sexo.

A idade nos faz ver que não existe o elemento sedução no universo mundano. Homens são figurinhas repetidas para a maioria das profissionais do sexo, não há conversinha que elas não escutaram, propostas que elas não ouviram. Não existe romance, prevalecem os interesses mútuos. A garota de programa, quando é desejada romanticamente pelo cliente, não é algo que passe pelo amor, é um troféu, um objeto que aquele cliente deseja ostentar mais para si mesmo do que para os outros. Não alcançamos esse entendimento quando jovens, só a maturidade nos oferece os desencantos da realidade.

Sábado, mas parecia ser domingo. Comecei a pesquisar na Internet e nos fóruns, buscando alguma novidade. Eu havia planejado de sair com uma GP em evidência nos fóruns, mas não houve retorno. Coisas dessa vida. Como dizem, há males que vêm para o bem. Após algum tempo de pesquisa, encontrei a Aline, uma ninfa que só atende aos sábados como freelancer no endereço da rua Santo Afonso — na Tijuca. Contato pelo zap, muito receptiva. Ela estava com a agenda quase cheia (bom sinal), marcamos às 17h30.

Pontual, me passou o número da sala e subi sem problemas. Abre a porta uma morena linda, novamente meu queixo despenca no andar térreo do prédio. Entrei e ela me levou até uma cabine com tatame espaçoso, estilo casal. Pedi uma toalha e fui lavar o corpo. Deitados, começamos a nos beijar, beijos suculentos aplicados por Aline. Atentem para o corpo de mocinha. Seios médios e empinados como peras durinhas; bunda grande e arrebitada; sem barriga proeminente; coxas grossas e firmes; lábios carnudos; olhos levemente puxadinhos, um charme. É uma gatinha.

Beijei seu pescoço, ela gemia, sussurrava, pedia mais. Desci para a sua vagina e soltei minha língua, a garota se contorcia, gemia alto, suplicando mais e mais. Subi para mamar seus peitinhos com piercings e ela continuava gemendo. Acredite, forista sem fé, a garota é um tesão de alta voltagem. Ela fica de quatro e o que vejo? Mais uma bunda de dimensão bíblica, dessas que contam a história da humanidade em dois capítulos. Espetacular. Roço o meu combalido pau naquele vale da perdição, a garota solta um gritinho de prazer. Continuo roçando perigosamente, ela me deita e começa um boquete que deve ter aprendido em Harvard ou na Sorbone. Língua com diploma. De repente, ela se projeta num 69 e continua me chupando, agora meto de leve o dedo em sua bucetinha apertadíssima enquanto ela continua esculpindo meu pênis com os lábios. Um deleite delirante, não deu para segurar muito. Gozei com força, gozei com alma. Nocaute absoluto. Que descoberta foi a Aline.

Digo a vocês com a maior sinceridade, durante as duas últimas semanas tenho vivido atendimentos maravilhosos, feito por mulheres que parecem manter o compromisso de deixar o cliente satisfeito. Vejam, estou descobrindo isso numa modalidade que sempre rejeitei, a das terapeutas e massagistas. No caso da Aline, está mais para a categoria free. Duas semanas de atendimentos magníficos, com mulheres maravilhosas, a maioria na própria Tijuca. Nunca tive uma sequência tão expressiva de bons atendimentos em termas, por exemplo, onde sempre frequentei mais. Posso afirmar que me dei bem. Eu precisava.

Anoitecia. Despeço-me da Aline agendando para o próximo sábado. Imperdível essa menina, é para muitas reprises. Nas ruas tijucanas, a temperatura estava morna, o movimento moderado. Paro numa pastelaria, peço meu pastel com caldo de cana. Degusto sem pressa, com a consciência dos que sabem que a felicidade são flashes raros numa vida que se esgarça, fotografias que ficam gravadas na memória. Por aqueles poucos minutos fui feliz. Olho ao longe, como quem torce para que a próxima aventura se apresente. Que venha...



Aline Tijucana

membro, ronondex, Belezamolusco, Top Gun, Predator, schusk, Aline Prado, Dionizio_RJ, curtiram esse TD.
ALICE TIJUCA - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98237-2049
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20 de Janeiro de 2021 às 21:01



A existência de um libertino é feita de capítulos. Cada episódio é um encontro, uma nova conjunção com o corpo feminino, talvez um novo amor, um romance ou somente uma passagem para o nada. O libertino é aquele que caminha por um desfiladeiro estreito, entre o risco de uma avalanche de um lado ou a queda num abismo de profundidade incomensurável do outro. Creia, forista sem fé, o libertino aposta nos momentos do prazer fugaz contra a mesa de um casino que sabe que não irá perder quando chegar o fim da partida. Todo libertino é um proscrito.

Quando subi no endereço da Conde de Bonfim e toquei a campainha da porta no final de um corredor comprido e silencioso, surgiu a presença da beleza madura e mediterrânea, com uma sensualidade pulsante estampada no rosto, lembrou-me de imediato uma atriz grega de filmes clássicos. Alice tem o rosto bonito e forte de uma mulher de Atenas. Entrei entusiasmado na sala ampla e organizada, avancei para abraçá-la e beijei seu pescoço. Alice me freou, disse que eu estava muito afoito. Disse uma verdade, creio que eu estava há meses sem contato sexual, evitando a praga do vírus. Tinha em mim ansiedade febril da libido.

Diminuí a velocidade e fui tomar uma ducha. Quando saí do chuveiro, a maca já estava preparada e Alice me conduziu à posição para os primeiros toques da massagem. As mãos deslizavam e pareciam remover o peso de vigas desabadas nas minhas costas. Senti uma sequência de alívios e emiti uma dezena de suspiros enquanto meu corpo relaxava. Não demorou para que a beldade mediterrânea começasse a me beijar as costas, a passar levemente as unhas sobre a minha pele, provocando-me arrepios que alcançavam a alma. A penumbra só me permitiu perceber que ela já estava nua quando arrisquei tocar o seu corpo. Que mulher suculenta, sedutora e deliciosa.

Fiz que ela deitasse na maca, comecei a beijar e massagear seus pés, ela estremecia em espasmos súbitos. Fui com a boca até o universo quente e úmido de sua vagina e chupei. Acredite, forista sem fé, ela gozou. Pediu um pequeno intervalo para dissipar a sensibilidade que se instalou. Passamos a nos beijar, num namoro gostoso que me fez desejar que ela concluísse a tarefa. Deitei na maca, ela retomou a massagem com meu corpo virado para frente, fez um boquete antológico temperado com Halls, segurou meu pau e num passe de mágica eu explodi num gozo brutal. Ela me beijou na boca e descobri o potencial de prazeres do universo das terapeutas.

Quando saí do prédio, havia anoitecido. Fiquei feliz por estar na Tijuca, por me sentir leve, anestesiado. Com a falência definitiva do Centro da Cidade decadente, descobrir estas pequenas salas no meu bairro, habitadas por feiticeiras do orgasmo, me causou alguma euforia. Faminto, parei numa lanchonete e pedi um pastel com caldo de cana. O meu corpo flutuava naquela noite quente. Perceber as delícias daquela experiência me trouxe uma inesperada alegria. Naquela noite, a banca perdeu a partida e o libertino ganhou mais crédito para o próximo jogo. Que gire a roleta...

membro, alan26272829, Top Gun, Brand, Predator, Rafael Durkheim, Don Raton, Matemático, Nomade, Michael Corleone, schusk, curtiram esse TD.
CAROL - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99620-4423
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20 de Janeiro de 2021 às 18:01



Contornando uma bola de fogo, girando em torno de si mesmo na vastidão congelante do universo, o planeta segue seu rumo num roteiro eterno programado pela física e pela gravidade. Dentro dele, representando o ponto mais insignificante de qualquer equação, um indivíduo caminha com a consciência vigilante, em um mundo destroçado, num país em devastação, num bairro que sobrevive. Sim, forista sem fé, esse indivíduo é um libertino envelhecido, deprimido pelas imposições da realidade, mas também um sobrevivente numa terra que se desfaz em pó e tristezas.

Eu atravessava a atmosfera em brasas da bucólica e vespertina Tijuca quando parei na lanchonete Brotinho de Ouro, que fica numa galeria sob um prédio comercial que já abrigou os lendários cinemas Tijuca 1 e 2. Peço uma pizza e um refresco de maracujá. Pensei em visitar novamente a beleza mediterrânea da Alice, mas meu horário não se encaixou ao dela. Enquanto degustava uma das melhores pizzas do bairro, percebi que o porteiro do prédio estava de cócoras atrás do balcão devorando um sanduíche de mortadela e bebendo algo que parecia refresco de caju. Uma Ana Maria Braga uniformizada. Duas breves felicidades quase em interseção, a minha pizza e o pão francês com mortadela do trabalhador do prédio à minha frente.

Nunca me interessei por terapeutas ou massagistas, mas a idade possui o poder selvagem de flexibilizar as nossas preferências. Passei longos períodos de abstinência sexual devido à pandemia, até me decidir a conhecer Alice, a minha primeira experiência tijucana com uma terapeuta. Que experiência. Relatarei em outro tópico. O desencontro com Alice me levou a querer conhecer a Carol. Realizei meu desejo.

Carol não é o que chamamos de mulher, de fêmea. Carol é uma entidade sexual. Loira, graúda, gostosa, simpaticíssima e mestra absoluta na arte do corpo e da sedução. O prédio onde atende fica ao lado da Igreja dos Sagrados Corações. No caso, o pecado literalmente mora ao lado. Consegui marcar o horário das 16h. A Tijuca, esse bairro encravado às margens da floresta e com a frustração que o separa do mar, fervia como um caldeirão de canibais. Sou um tijucano tão enraizado quanto as árvores centenárias que habitam a região, mas nunca me acostumei com o calor abafado do verão que assola a área nesta época do ano. Enviei um zap avisando que eu já estava próximo ao prédio, Carol me respondeu com o número da sala e me pediu para subir em cinco minutos. Feito.

Após alguns segundos apalpando a parede, tentando encontrar a campainha da sala, consegui anunciar a minha presença. A loirona abre a porta com um sorriso bonito e me indica o caminho da alcova. Um tatame e maca compunham o ambiente agradável e limpíssimo onde ela atende. Fui para a ducha e voltei ansioso para descobrir a mágica da menina. De jaleco, ela me fez deitar. No primeiro toque para me massagear fui transportado para outra dimensão. Acredite, forista sem fé. Eu me vi flutuando no espaço sideral, vendo passar o Garibaldo, os personagens da antiga Vila Sésamo, a Xuxa, o Chávez, o Capitão Asa... Concordo, não há sensualidade em lembranças mofadas da infância, mas delírios são involuntários. O que sei é que cada passagem de mão da Carol me fazia suspirar de alívio, como se uma carga de toneladas fossem retiradas das minhas costas. Magnífica.

Viro de frente e começo a tentar desabotoar o jaleco da moça. Ela ajuda e pergunta se quero que ela tire tudo. Quero, quero!. Quase gritei. Ela tira e revela um corpo magistral; firme, com peitolas apontadas para cima, durinhas como melões recém colhidos. Adornada por algumas tatuagens, ela engole meu pau com a bunda virada para os meus olhos. Amigo forista, há boquetes e há rituais, Carol não faz um boquete, ela pratica um ritual satânico com a boca que nos leva em outra viagem interdimensional Que boca. Que técnica. É quase impossível conter o gozo, mas eu contra-ataquei pensando na Quinta da Boa Vista, nas garças, no Museu Nacional e com isso consegui impedir a ejaculação precoce. Deitei a potranca de frente para mim e mergulhei naquele corpo como um viajante do deserto que encontra uma piscina olímpica. Mamei os peitos maravilhosos, chupei a vagina úmida e cheirosa, beijei aquele boca voraz. Momentos de destilado deleite.

Carol ensaia o contragolpe e começa a me chupar outra vez. Aí não deu mais. Foram alguns segundos para derramar toda a minha seiva nos lábios sedentos da mulher. Há muito tempo ninguém mais conseguia me fazer gozar num boquete, Carol conseguiu. Viagem.

Carol não é para se recomendar. Carol é obrigação no currículo de um libertino. É dessas profissionais tão espetaculares que você não se sente com uma profissional, é como se fosse um encontro inesquecível, um momento espontâneo. Sem nenhum exagero, foi uma das melhores experiências que vivi nos últimos anos. Lembrem-se que quem diz isso é um forista da terceira idade, com uma quilometragem assustadora no histórico.

Já estou planejando retornar, porque Carol é dessas mulheres que nos prendem pelo perigoso caminho do vício. Infelizmente, sei que não conseguirei resistir e devo marcar novamente ainda esta semana.

Querem um conselho? Experimentem, entreguem-se a essa mulher. É sem igual. As terapeutas estão me fazendo descobrir um novo cenário, algo que eu não esperava mais sentir. A vida surpreende e a próxima esquina pode ser sempre a próxima aventura.

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RED NIGHT 21 - R. Buenos Aires, 21 (Beco das Cancelas) , Centro - Rio de Janeiro - RJ
CAMILA
NEGATIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
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13 de Novembro de 2020 às 18:11



Toda jornada termina. A minha também está terminando. Como já citei em alguns posts, sou um libertino nascido da atmosfera de cabaré, cresci nas termas, envelheci nas pistas das boates. Infelizmente, termino minha carreira nos fóruns vendo a decomposição e a implosão de todas as casas que fizeram parte da minha história de prazeres mundanos. É triste. Para selar o meu destino, preciso narrar a minha última e ousada visita a dois puteiros localizados nos escombros do atual Centro da Cidade.

Quarta-feira, um chope com amigos bacanas no histórico Paladino (que irei continuar frequentando). Embriagados, decidimos visitar a 502. É aterrorizante a ameaça do vírus quando você entra num local fechado, onde os poucos que estão lá não querem usar máscaras, mas ousei. Tenho quase certeza de que vi somente um cliente além de mim e dos camaradas que me acompanhavam. Sim, Forista sem fé, só havia um cliente na casa. Cumprimentei os gerentes e dei uma olhada nas mulheres. Seria possível escolher uma das 3 ou 4 que vi por lá, mas não me animei. Tomei mais uma cerveja e partimos.

A galera queria ir para a 65, que comemorava um fictício aniversário de 1 ano. Tomei a decisão de não mais pagar casas inflacionadas neste período trágico para todos nós. Pago valores que me soarem justos, mas não vou pagar 70 contos de consumo e sei lá qual valor absurdo por um programa. Declinei. Neste ponto, agradeço a gentileza dos amigos, que também desistiram de ir a 65 naquele momento e sugeriram que fôssemos para a 21. Traçamos a rota e apressamos as canelas.

Na porta da 21 encontramos um antigo DJ da 502 e o entregador de comandas que também foi de lá. Subimos os degraus do sobrado. O que encontramos? Uma capela silenciosa, deserta e com ecos invisíveis de um passado gritando “nunca mais, nunca mais”, como se fosse o corvo de Edgar Allan Poe. Mesmo diante do cenário devastado pelo fracasso, avistei uma balzaquiana de corpo escultural, liberei meus amigos e decidi dar a derradeira chance à minha nostalgia. Não irei descrever o TD porque ele se resume numa total falta de afinidade entre mim e a profissional. A garota parecia uma funcionária de cartório, dizendo como eu deveria fazer e como não deveria, além de ser aquele tipo de puta que é fiscal de pênis, só faltando tirar um microscópio da bolsa para examinar nosso pau em busca de enfermidades genitais. Tive vontade de sair do quarto com 10 minutos de programa. Horror. É incrível como algumas mulheres, com essa escassez de clientes, não façam a menor força para agarrar e preservar os que aparecem. Pelo contrário, afugentam.

Para completar a decepção, peço para pagar a conta e a moça do caixa diz que devo 22 reais de consumo, mas eu não havia consumido nada. É o consumo obrigatório, ela diz. Pergunto o que são os 2 reais e ela responde que é a caixinha, mas essa não é obrigatória. Absurdo. Uma casa deserta, falida, assumindo a filosofia de espantar clientes. Os puteiros do Rio não estão falindo somente em razão da crise, estão falindo pela falta de inteligência, pela obstrução cerebral da ganância desconectada da realidade.

Encerro por aqui dando um abraço em todos os foristas gentis que me acompanham. Afinal, hoje é o dia da gentileza. Agora, me aposento. Talvez eu volte para avisar a vocês sobre o lançamento do meu próximo livro, que falará sobre fóruns e sobre a velha putaria sobre o olhar do cliente. Quando quiserem um chope com este velho viking, é só chamar pela mensagem privada. Relatos meus, improvável que surjam novamente. Sucesso a todos. Abraço

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA RAZOáVEL
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VILA MIMOSA - Rua Sotero dos Reis , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
NATASHA
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TEMPO: 20 MINUTOS VALOR: R$60.00
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15 de Setembro de 2020 às 21:09



Quem chega a Vila Mimosa nem sempre chega, naufraga. Sim, herege libertino, a Vila Mimosa é uma ilha de náufragos, almas que se encontram no trágico desencontro da vida. Sobre aqueles paralelepípedos da rua Sotero Reis, pisam os extraviados, caminham os irrecuperáveis, gozam os esquecidos. No vale urbano e obscuro prevalece o vácuo da esperança, é onde o embate interminável entre duas fomes acontece: a fome do corpo e a fome do bolso.

Acredite, Forista sem fé. Sobre as pedras áridas, envenenadas pelo esgoto que corre negro e denso através das infames sarjetas, diante de toda a descrença humana, é possível observar um fenômeno bissexto, a ocorrência raríssima da paixão. Dentro daquele deserto habitado por ébrios e mundanas, amei. Eu a via passar num vestido branco colado ao corpo, ostentando um decote que alertava sobre a beleza inigualável dos seus seios esféricos, com seus cabelos cacheados descendo num fluxo de cachoeira sobre suas costas, ela era alta, tinha um rosto bonito, lábios carnudos e olhos de Capitu. Percebi que muitos a conheciam, mas eu não. Em uma fria madrugada, tomei coragem e me aproximei com um daqueles diálogos idiotas que somente velhos pervertidos são capazes de criar.

– Vejo sempre você por aqui. Não sei o porquê, mas sempre tive medo de chegar perto – diz este velho libertino num script infeliz.

– Medo?! Não carrego nenhum chicote comigo – responde com brilho a meretriz.

– Que bom. Você fica em que casa?

– Na 42. Ali fora.

– E seu nome?

– Natasha.

– Daqui a pouco te procuro lá.

Ela se despediu e fiquei observando seus passos suaves, num balançar ondulante de quadril que poderia me fazer supor que algumas mulheres evoluíram das enguias. Rondei um pouco mais pelos corredores fétidos da Vila, pensando se deveria me arriscar num programa com aquela beldade graúda e sexy. Na Vila Mimosa, eu desconfio do desempenho das mulheres bonitas. Excesso de frustrações nos tornam céticos e ariscos. Depois de refletir com meus traiçoeiros botões, decidi procurar Natasha na casa 42.

A menina estava à porta, no alto das escadas, uma Vênus em exposição. Poderia estar no Louvre, mas estava na zona do baixo meretrício. Ela me reconheceu, esboçou um sorrisinho, subi os degraus, também sorri. Alcova.

A cabine da casa 42, como em quase todas as casas da VM, exige que você suba uma vertiginosa escada de ferro em caracol. O espaço é pequeno, há um banheiro sujo usado principalmente pelas mulheres. Dentro do quarto, Natasha se despe, mas deixa coberto a parte que parece ser a mais suculenta do seu corpo, os seios. Surpreso, pergunto se ela não vai tirar a parte de cima do biquíni.

– Para tirar o biquíni todo são mais 20 reais.

Coisas da VM, estimado forista. Fiquei puto, mas paguei. A menina desamarra o sutiã e o que testemunho é quase indescritível e me convence que valeu a pena pagar pela imagem. Os seios de Natasha são a síntese dupla da perfeição. Duas esferas imaculadas, coroadas por róseas aureolas com bicos salientes. Salivei diante da visão. Ao me aproximar para beijar aquele sagrado território do corpo feminino, Natasha freou meu ímpeto para me orientar como eu devia abocanhar seus peitos. Sim, forista sem fé, pela primeira vez fui apresentado a um manual para chupar peitos. Enlouquecido por aquelas mamas, ouvi as instruções e avancei. Que delícia, afeiçoado forista. Que delícia. Valeu passar por toda a burocracia para estar aconchegado à harmonia morna daquelas mamas.

Depois de algum com minha cara enfiada e orbitando os peitos da menina, Natasha me coloca deitado e diz que vai me chupar. Não sou de palavrões, mas puta que pariu, o boquete da mulher também é indescritível. Ela nos engole com uma vontade canibalesca, chupa com ânsia de esperma, envolve nosso pau com seus lábios grossos e selvagens ao mesmo tempo que geme sôfrega de desejo. Se o canto das sereias enlouquecia os marinheiros de Ulisses, o boquete de Natasha quase nos afoga de tesão. Prestes a ser nocauteado, pedi que ela ficasse de quatro e meti afoito. Ela gemia baixinho, num canto de prazer que antecipou o jato implacável do meu orgasmo. Desabei ofegante naquele colchão comprado em alguma Ortobom paraguaia. Trocamos telefones e nos despedimos

Quando saio do quarto, uma senhora avisa a Natasha que estão passando um filme dela no bar do Tião, a garota me pareceu não ter gostado muito da notícia. Antes de sair da casa, perguntei a uma outra menina se Natasha fazia filmes. Sim, ela fazia filmes com o nome de Natasha Lima. Chego em casa e jogo o nome no X-Vídeos, surge uma série de filmes em que a garota demonstra desempenho sexual vertiginoso. Fiquei entusiasmado. No dia seguinte, para a minha surpresa, ela me liga, marquei para almoçarmos. Alcançamos o clímax, incrédulo libertino, foi neste ponto que me apaixonei.

Depois disso, levei Natasha ao teatro, ao cinema, a jantares, dei celular de presente. Pirei. No entanto, como dizem, amor de zona é como sonrisal, começa efervescente e depois de um tempo se dissolve como se nunca houvesse existido. Perdemos o contato, mudamos os números de celular. Fim.

Vila Mimosa, madrinha amorosa.
Um indomado é quem pisa valente
Sobre o teu chão feito em pedra briosa,
Estrada da luxúria decadente.

Vila Mimosa, a mãe carinhosa.
Um pervertido é guerreiro imponente
Que marcha entre a multidão furiosa,
Busca o combate, o coito indecente.

Promíscuo, tua musa é a marafona
E o desejo fez dela a tua dona.
Tu és monge pecando na abadia.

Libertino, teu abrigo é a Zona.
Masmorra onde amas tua amazona,
Gozo quente na madrugada fria.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, GrandeMancebo, Jucabar, Cara legal, Saulo Top, Brand, Psouza021, Garanhão Playboy, schusk, curtiram esse TD.
PRÉDIO URUGUAIANA 24 - Rua Uruguaiana, 24 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
ISA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$65.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

05 de Setembro de 2020 às 20:09



Chamem de preconceito, mas não confio em carecas. O avanço da calvície desperta no homem um ressentimento ancestral, que se torna mais intenso à medida que novos fios de cabelos suicidas se lançam irrefreáveis no abismo negro da vaidade. O calvo poderia ser o símbolo do recalque contra o seu dessemelhante. Mesmo quando aparenta nobreza, prefiro observar com cautela qualquer careca que me apresentam. O careca é quase sempre um indivíduo carente de uma feroz autoafirmação. Calvos frequentemente sofrem da Síndrome de Sansão, aquele herói bíblico que ficou brocha quando Dalila tosquiou-lhe as madeixas. Dizem que é dos carecas que elas gostam mais, talvez por terem maior inclinação submissa aos caprichos femininos desde o tempo do pobre Sansão. Afeiçoado forista, se você é calvo faço uma ressalva, não se sinta incluído nesta minha breve teoria sobre folículos capilares, pois entre calvos e carecas também há honrosas exceções.

– Mas qual o sentido dessa introdução, Dante? – Perguntaria o forista entediado.

O motivo da introdução vem de uma cena que presenciei num daqueles moquiços do prédio da Uruguaiana 24. Um careca gordo falava num tom de voz elevado acompanhado de gestos teatrais com um senhor que estava sentado ao lado de uma menina. O careca, que parecia um leitão sem orelhas, andava de lá para cá como se quisesse intimidar o senhor que o observava impassível e superior, como se compreendesse que aquele teatro do careca não merecia resposta ou reação por ser uma dessas fanfarronices infantis de quem padece de déficit de personalidade. Foi bonito ver a grandeza altiva do homem que estava sentado diante do palhaço calvo que pululava à sua frente.

Neste dia, uma quarta-feira pré-pandemia, fui procurar Isa, uma das melhores putas com quem costumo compartilhar meus momentos de deleite sexual. Tem um rosto bonito, um corpo graúdo, se entrega totalmente, sem frescuras, nos aplica um boquete que é artigo de colecionador. Não entendo como uma mulher com as virtudes de Isa prefere trabalhar num trash como o 24 da Uruguaiana. Assim que alcancei ofegante o segundo andar do moquiço, ela me viu e veio me receber cheia de carinho. Ainda me impressiona encontrar num buraco como aquele uma mulher atenciosa, algo que é difícil encontrar nas grandes Termas do Centro que nos cobram valores muito mais altos.

Saiba, estimado forista, que no 24 você não encontrará lençóis de cetim nem travesseiros de pena de ganso, ali é lugar para homem que mija em pé e descalço. Às vezes, a coragem compensa, com Isa sempre compensa. Tomamos uma cerveja, conversamos um pouco e fomos para a alcova. Quando entro naquelas cabines sempre tenho a sensação de que um porco vai sair debaixo da cama. Os quatros são parecidos com baia de chiqueiro. Um horror. Além disso, ficam dentro da pista daquelas boates distribuídas por andar, a música alta é um desafio para a concentração de um velho libertino como eu.

Isa beija, sarra, chupa como louca, faz um anal insuperável. É mulher que está na categoria totalmente demais. Acredite, forista sem fé, quando ela ficou de quatro, com a bunda empinada em posição de lordose, pronta para me receber, começa a tocar Roupa Nova num volume altíssimo. Os trashs devem estar contratando discotecários de 80 anos de idade. Foi ao som de “Dona” que comi a menina, lutando para não me emocionar durante a foda.

Já vi meninas realmente suculentas nas visitas aleatórias que fiz ao 24, é possível encontrar garotas atraentes por lá, a diversidade é grande. Algumas aceitam fazer programa por fora, o que aconselho. Isa faz fora, mas continuo indo comê-la no 24 pela conveniência da preguiça.

Fiz meia hora, nos despedimos e ganhei a rua, que brilhava numa tarde quente de sol. A vida pulsava...

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RAZOáVEL
membro, Globo, Yojiro, Saulo Top, alan26272829, Caçador_07, schusk, curtiram esse TD.
MOSAICO NIGHT CLUB - R. Hilário Ribeiro, 243 , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
MILA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

04 de Setembro de 2020 às 22:09



Aproximavam-se os primeiros minutos da madrugada quando estacionei o Sucatão na penumbra de mistérios e devassidões da Rua Ceará, à margem da Vila Mimosa. A terra da perdição, das mulheres erradias, dos homens extraviados. “Vós que entrais, abandonai todas as esperanças”, escreveu o poeta Dante Alighieri sobre o Inferno, hoje ele escreveria a mesma sentença sobre os descaminhos da zona de meretrício. Na zona, o Sol é temido, pois seus raios amarelando o céu com a cor da cerveja encerram o ciclo da luxúria. As putas não querem que amanheça, os libertinos não toleram o amanhecer. São almas que amam a noite. A noite é uma mulher vadia que a todos recebe e abraça como madrasta generosa. Havia uma lua cheia imensa no céu despejando sua luz azulada nos hiatos escuros do caminho, meu destino era a Mosaico.

Segui meu rumo, de dentro de um bar vazava o som pesado do Evanescence...

Call Me When You're Sober

Como disse em outra ocasião, a Mosaico é a única casa que tenho me arriscado a frequentar esporadicamente durante a pandemia, pelo tratamento excelente que recebo e pela consideração que um dos gestores da casa parece ter por mim. Num mundo em que a ingratidão é master, eu contrabalanço tentando ser grato aos que me demonstram deferência. Alguns foristas nutrem recalques pela forma como sou e fui tratado em algumas casas, se eles fossem legítimos libertinos talvez também conseguissem ser vistos como presenças importantes. Como escrevia Fernando Pessoa: “O mundo é para quem nasce para o conquistar E não para quem sonha que pode conquistá-lo”.

A Mosaico foi a única casa carioca que conseguiu causar aglomeração de clientes ao levar uma famosa atriz pornô para realizar um striper e ficar à disposição de quem estava presente na casa. Foi notícia de jornal por isso. Em tempos minguados, não é para qualquer um. Agora, a iniciativa está sendo copiada por quase todos os bordeis do Rio.

Costumo ficar na parte externa da boate. Nesta última visita, o garçom me trouxe um copo caprichado de uísque do bom e me avisou que era cortesia. Engoli o malte em um só gole. O mundo brilha mais bonito após um copo de uísque. Fiquei contemplando, pensando na vida, aproveitando o momento, até que avistei uma loira monumental desfilando na área. Linda. Antes que algum marmanjo abordasse a beldade, acenei para ela e perguntei se podia beber comigo. Ela veio em minha direção com um sorriso capaz de romper corações feitos de couro duro. Apresentou-se e se acomodou ao meu lado. Mila é seu nome, é de Búzios, estava ali naquela noite para conhecer a casa. Fiz a conhecida entrevista básica e decidi... Masmorra.

Dentro do quarto, a menina entra com uma toalha que deixa cair lentamente, revelando algo que não poderia ser chamado de corpo, vi uma escultura, um monumento, uma relíquia da Grécia antiga se desnudando diante dos meus olhos mortais. Seios médios de bicos rosados, barriguinha lisa e com uma penugem que refletia o tom dourado dos raros pelinhos que a decoravam, pernas grossas e torneadas e uma boca carnuda que me fazia salivar. Mila sacode os longos cabelos loiros e me abraça no prefácio de um beijo que me causou a sensação de estar dentro da Enterprise indo aonde nenhum homem jamais esteve. Acredite, forista sem fé, eu já provei muitos beijos, mas aquilo era uma abdução. A loira me empurrou na cama e desceu a boca num boquete rapel que me provocou vertigens. A vida sedentária após os cinquenta anos faz da ereção uma descoberta arqueológica. Antes que a magia do pênis ereto se dissolvesse, pedi para que a garota ficasse de quatro e penetrei naquela cavidade mítica que chamamos de vagina. Foi rápido, afeiçoado forista, gozei com um desespero de um coelho no momento da cruza e caí quase desfalecido naquele colchão em que tantos guerreiros foram derrotados por amazonas remuneradas. Estimado forista, se encontrar a Mila por lá, não titubeie: peça uma alcova.

Retornei ao Sucatão, inseri a chave e acionei o motor. Liguei o rádio numa estação aleatória, uma batida familiar inundou a cabine, o som de Pitty cantando "Pulsos". Saída de emergência.

Pulsos

A vida ainda pulsa...

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BOA BOA
membro, Yojiro, Rodrigo de Cosmos, Saulo Top, Globo, Tyler Picone, schusk, Predator, curtiram esse TD.
CLUB 210 - Rua Uruguaiana, 210 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
SUZY
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$130.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 TALVEZ

03 de Setembro de 2020 às 19:09



Quando despertei, estava diante de uma tela de cinema, por alguns segundos não lembrava como fui parar ali. Fiquei estático, tentando esperar completar o reboot e voltar a memória. Na tela, duas mulheres se beijavam, num clima homoerótico da melhor qualidade. Que filme era? Até hoje não sei. Começava a me recordar que sentei no Amarelinho, pedi 3 doses de Salinas (a minha favorita) e degustei uma porção de queijo provolone como aperitivo. Eu estava no cine Odeon, lembrei. Fui assistir a um filme no meio da tarde para fazer hora e entrar em algum bordel na saída. Levantei-me da cadeira e saí do cinema. Antes da pandemia, Cinelândia num clima frenético de quinta-feira, gente se cruzando na rua como fantasmas que não se enxergassem. Eu continuava um pouco entorpecido pelo efeito da cachaça. Decidi parar num boteco quase na esquina da Senador Dantas para tomar uma água mineral. Encosto no balcão, peço a água e um senhor gordinho e careca ao meu lado me aborda com uma conversa despropositada.

– Esses políticos são uns merdas – ele diz.

– Hum... É... – Respondo sem interesse.

– Bom mesmo foi a monarquia.

– Monarquia, meu senhor? Nós não vivemos aquela época, difícil saber.

– É só estudar história. A monarquia sim, tempo bom.

– ... – Sim, forista sem fé, preferi ficar em silêncio reticente.

– Dom Pedro II era o homem, nosso imperador – o careca baixinho insistia no assunto.

– ... – Mantive o silêncio reticente.

– Dom Pedro II não foi o melhor líder que tivemos?

- Cof.. Cof... – Preferi tossir a responder, estava pisando em ovos enquanto tomava a água mineral.

– Dom Pedro tem que voltar. Volta, Dom Pedro! Volta Dom Pedro!... – o velhote começou a gritar em espasmos de histerismo.

Engoli a água engasgando e praticamente corri do botequim. Loucos estão à solta. O Rio é um manicômio.
Ainda atordoado, não tinha certeza de para onde ir. Segui a Av. Rio Branco, eu parecia estar num contrafluxo humano, toda a multidão das calçadas pareciam vir contra mim. Quando passei em frente à Sete de Setembro, entrei. Fui andando, como se minha bússola interior estivesse quebrada. Em determinada altura, o instinto me levou á porta da Cancun. De repente, ouvi um som meloso, um som do passado que vinha não sei de onde, uma música da década de 70 começou a tocar alta em algum lugar que eu não identificava, o romantismo dos anos 70 invadiu a atmosfera enquanto eu decidia se entrava ou não no bordel.

I need you love

O universo mundano é um naufrágio de amores – pensei enquanto a música me fazia viajar à entrada do puteiro.

Senti um tapa forte nas minhas costas, levei um susto. Olha para trás, não era um psicótico covarde me abordando à traição, era o meu bom e dileto amigo Teixeirinha. Um encontro raro e mágico no Centro da Cidade.

– O que está fazendo aqui, Dante?

– O que eu poderia estar fazendo na porta do puteiro, Teixe? Decidindo se entro.

– Porra! Vamos então entrar logo nessa bagaça – Teixeirinha sempre foi um desbocado master.

Entramos na uisqueria...

– Caraii, Dante. Isso é puteiro ou enfermaria?

O clima da uisqueria da Cancun, novamente, não surpreendeu. O Teixeirinha exagerou ao comparar o salão com uma enfermaria, eu continuo considerando mais parecido com a sala de leituras da Biblioteca Nacional. Entrar na uisqueria da Cancun é ficar em dúvida se entrou no lugar certo, você pode pensar que entrou numa enfermaria (como o Teixe), numa biblioteca (como eu), numa capela de oração, na antessala de um médico de surdos-mudos, numa UTI etc. Meninas de comportamento apático, atendimento de funcionários que parecem não querer atender, um desastre. Pagamos para sair dali.

Fomos seguindo a Rio Branco, atravessamos a Presidente Vargas e alcançamos a Uruguaiana. Ao passarmos em frente as escadas da 210, concordamos em escalar o sobrado e verificar a situação. O espaço claustrofóbico, a música alta, a neblina de cigarros, corpos espremidos, o barman quase jogando a garrafa de long neck na nossa cara, mas havia a alegria que a Cancun desaprendeu a fabricar.

– Dante, se lá era enfermaria, isso aqui está parecendo presídio com superlotação. – Meu camarada Teixe tinha razão. A casa estava tão cheia que ficar lá dentro parecia irrespirável.

Vejo uma morena, aparência de balzaquiana, estava entubada num vestido justíssimo, pernas grossas, olhos negros, cabelos escuros e compridos, rosto de cigana. Estava conversando com um idoso. Depois do Viagra, todo velhinho acha que pode dar uma. Quando o matusalém se afastou, eu avancei. Fiz a entrevista básica para evitar o pesadelo da alcova, a menina foi aprovada. Suzy seu nome. Pedi uma das masmorras da 210 e subimos. Quando estava galgando as escadas, começa a tocar “Shape of You”. Escutei um gritinho agudo e quando olho para baixo Teixeirinha dançava eufórico entre as putas.

Shape You

Já na masmorra, a coroa me surpreendeu. Inteiraça nua, conseguiu deixar meu velho e combalido pênis inteiriço em pouco tempo. Beijos, pegação, chupação e coloco de quatro para um daqueles orgasmos que entram para os livros de história. Quando eu já colocava a roupa, a balzaca pediu caixinha. Como foi carinhosa e dedicada, deixei a minha homenagem revertida em reais. Quando voltei para a pista, o Teixeirinha não estava mais lá, é sempre assim. Pego o rumo do metrô, atravesso o camelódromo, uma galera bebia no entorno da estação, de uma das barracas vaza uma antiga batida conhecida.

Lose Your Self

Eminem... Parei num camelô com isopor e pedi uma cerveja, quis escutar a música. Olhei em volta, a vida pulsava sem vírus, sem medo, prestes a ser paralisada. Dei o primeiro gole e o álcool deslizou gostoso pela minha garganta.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Brand, alan26272829, Bad Brain, WilsonP, Yojiro, melzas, schusk, Chakall, curtiram esse TD.
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POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
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30 de Agosto de 2020 às 20:08



Início da noite. Eu caminhava pela Lapa a esmo, como bala perdida que ainda não tinha encontrado um corpo vivo para se aninhar. Ia sozinho, olhando os antigos sobrados iluminados por lâmpadas de neon, pensando comigo sobre a Lapa da Belle Époque, uma sucessão de bordeis, muitos deles habitados por francesas famosas que dominavam o lazer sexual do Rio. Em 1920, a Lapa era conhecida como Montmartre carioca, devido aos grupos de intelectuais que se reuniam para beber na região, intelectuais do porte de Manual Bandeira, Villa-Lobos, Portinari, Di Cavalcanti. Cabarés, clube de jogos, prostitutas e travestis davam vida ao bairro do pecado. A Lapa era a alma libertina da cidade. Outra época, outros charmes. Imagine que diferença, afeiçoado forista, hoje você entra numa Terma do Centro e quando ela está cheia de gente, está cheia de ninguém. O mundo é dos medíocres. Havia também uma sequência de bares conhecidos como Chopes, estabelecimentos frequentados por malandros e com uma programação regular de pequenos espetáculos. São histórias que nos fazem pensar que nascemos na época errada, mas cada período tem a Belle Époque que merece. Veja, forista sem fé, havia um tipo de prostituta diferenciada que chamavam de hetera (do grego), eram mulheres sofisticadas que mantinham casos com clientes e serviam como boas companhias. É o elo perdido do Bop (baba-ovo de puta) contemporâneo. Infelizmente, a partir de 1940, a intensa e glamourosa prostituição do Centro foi sendo empurrada para o Mangue, numa onda moralista semelhante a que vivemos. A Lapa decaiu até ressuscitar capenga para a nossa geração.

Em meio a essas reflexões, entrei no Bar Brasil, lugar que frequento quase todas as semanas, para degustar da boa cozinha que praticam. Peço meu prato favorito, tomo meus chopes e encerro com o néctar dos Deuses batizado como apfelstrudel, uma torta de maçã regada a chantilly que nos prova que a vida vale a pena. Saio do Bar Brasil sublimado pelo paladar e caminho até o Bar das Quengas, foi próximo a ele que estacionei o Sucatão. Sento-me no bar, que conheci como pé-sujo de uma Lapa ainda em ruínas no início dos anos 90, peço uma dose de uísque, peço duas doses, alcanço a terceira e paro. Preocupado com a Lei Seca, arrisco ir com o Sucatão até a bucólica praça Afonso Pena, na Tijuca, de lá pego um táxi para a Vila Mimosa. Já contei aqui que conheci o último resquício da Vila Mimosa no Mangue, quando se resumia literalmente a uma vila insalubre, de casas caindo aos pedaços, no terreno onde hoje fica a estação do metrô do Estácio. Marafonas velhas e carcomidas desfilavam misturadas às garotas jovens e gananciosas. Um lugar feio, acuado, com todos os sinais de que margeava a extinção. A Vila Mimosa renasceu ao se transferir para a Rua Sotero Reis. A rua batizada com o nome de um gramático maranhense do século 19 se transformaria no maior curso de gramática da luxúria dos cariocas.

O Táxi me deixou na árida Rua Ceará por volta da meia-noite. Assim que finquei minhas botas nos paralelepípedos da zona, as luzes se apagaram. Blackout. Um detalhe sobrenatural chamava a atenção, o letreiro do Hotel Canário continuava aceso e refletia uma pálida luz azul dentro do breu, um farol fantasmagórico resistindo às trevas. Sem enxergar quase nada, fiquei parado, forçando a vista, tentando pressentir as presenças que vagavam ao redor. Enxerguei vultos, talvez espectros de libertinos ausentes que um dia transitaram por ali, talvez fantasmas vivos buscando o único destino permitido. Predominava um silêncio de surdo. Eu estava preso, não tinha como sair rompendo aquela escuridão, tive que aguardar os acontecimentos. De repente, a escassa iluminação da Rua Ceará volta a brilhar, ouço um berro de comemoração coletiva erguendo-se do nada. Apressei o passo e respirando forte adentrei na zona.

Fazia frio, um tempero inusitado para a noite carioca. Nuvens cinzas e escuras anunciavam chuva. A primeira vez que pisei na zona recém-instalada na Praça da Bandeira, fiquei extasiado, era uma festa diuturna. Todos os tipos de mulheres passavam por ali. Negras, morenas, loiras. Mulheres frias, calientes, mornas, algumas viciadas, outras alcoolizadas. Um caldeirão de gente que me fascinava. Passei perigos na zona, mas diante de uma ameaça surge o momento em que raciocino mais rápido e consigo contornar os riscos. Fui à Vila para entrar na Mosaico, que dias antes foi manchete no jornal Extra por conta do show de uma atriz pornô e do congestionamento de maníacos sexuais no local.

Não me canso falar sobre a deferência com que me tratam na maior boate da Mimosa. Já existiu ocasião de eu ter mesa em posição privilegiada e reservada com meu nome. Isso me provou que a diferença não é o lugar ou as mulheres, a diferença é a forma como tratam a sua presença. Os anos passam e continuo sendo considerado como um amigo da casa. Não é um gesto fugaz ou de ocasião, é um carinho perene pelo cliente. Por isso, nestes dias de pandemia, só tenho me arriscado a frequentar esporadicamente a Mosaico.

Faço aqui uma pausa para aquele forista que está reclamando dos meus longos relatos. Perceba, estimado companheiro das minhas viagens boêmias, como é possível aceitar que uma jornada pelas madrugadas seja narrada como se fosse uma ida a padaria? Vejo aqui camaradas que relatam o sexo como se fosse um trabalho universitário. Sinceramente, se minhas noites na vida se assemelhassem a um TCC, eu já teria cometido suicídio. Não, forista sem fé. O dia é uma rotina, mas a noite é o imprevisível. O dia é o mono, a noite é o estéreo. O dia é o barulho, a noite é a música. Eu não escrevo TDs, eu componho as sinfonias que ouço e vejo sob as estrelas.

Voltemos. A pista da Mosaico estava sortida de boas mulheres. Belos e diversos tipos femininos rebolavam na sinuosidade pecaminosa que preenche as mulheres da noite. Fui atrás da última menina que eu comi, mas não a encontrei. Pedi um martíni e fiquei paquerando. Avistei uma branquinha de cabelos negros, porte médio, bunda arrebitada e seios pequenos com o desenho de um par de peras. Bonita e sexy dentro de um fio dental microscópico. Convoquei a menina e conversamos por uns minutos. Joana seu nome. Paguei uma vodca. Alcova.

Dentro do quarto, nus, vi um corpo exuberante. Uma pele alvíssima, lisinha, imaculada. Sem marcas. Os seis durinhos e pequenos tinham bicos rosados que apontavam para o espaço sideral. Ela pediu que eu a chamasse de Jô e me deu um beijo avassalador, como poucas vezes recebi dentro de um puteiro. Beijo de fazer o pau levitar como faquir indiano. Deitei-me com o prego em riste e a barriga se espalhando como pudim fora da geladeira. Jô veio por cima, me conectou a sua tomada e se remexeu frenética, gerando descargas elétricas de alta tensão. Quase a nocaute, pedi que ela me chupasse. Se o beijo era espetacular, a chupada foi transcendental. Sim, afeiçoado forista, existem mulheres que não são uma transa qualquer, são experiências místicas. Jô é dessas mulheres. Fica de quatro e me lança um olhar fumegante. Jô respinga sensualidade. Molhou um dos dedos e lubrificou o cu, sem deixar de me encarar. Sempre fico em dúvida se o meu combalido pênis terá a devida potência para penetrar num ânus. Depois dos 50 não há certezas, só dúvidas. Consegui entrar naquele universo mágico que faz o portal do intestino grosso. Uma delícia. Jô gemia algo, como quem gosta de ser sodomizada. A resistência de um velho nunca é resistência, é sempre prorrogação. Gozei horrores. Gozei parte da alma. Caí desfalecido no colchão de origem duvidosa com respiração de infartado. Não, dileto forista. Não espere da Mosaico lençóis de cetim, travesseiros de pena de ganso, almofadas de veludo. A Mosaico é o mundo real, com mulheres reais, com orgasmos reais e imaginários. A Mosaico talvez seja um pedaço da alma da antiga Lapa que escolheu renascer na zona.

Fui caminhando de volta à Rua Ceará, pairava uma neblina fosca sobre tudo. Eu precisava pegar um táxi e resgatar o Sucatão na praça Afonso Pena. Fiquei em pé, sob o letreiro inapagável do Hotel Canário. Ser libertino não é uma escolha, não é um ensaio. Ser libertino é uma marca humana. Sou desses sujeitos que gostam de estar sozinhos, a minha companhia me basta. Não costumo andar em bandos nem aprecio. A solidão constrói a intensidade. Vejo um amarelinho se aproximando, faço sinal, o carro para. Antes de embarcar, tento enxergar além da neblina, não consigo. A madrugada é uma deusa que não revela o que o Sol desnuda. E o libertino é aquele que persegue os mistérios além da neblina. E o táxi enfurnou-se comigo no negrume do asfalto.

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BOA BOA
membro, Wolverine2004, Brand, Psico, Saulo Top, Bad Brain, schusk, curtiram esse TD.
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