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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Irei começar este relato usando um vocábulo não muito usual no meu estilo, algo que foge do meu padrão de elegância e contenção da vulgaridade. Infelizmente, neste caso, é uma necessidade visceral começar a história por esta palavra:
CARALHO!
Manhã de sábado, clima chuvoso, eu estava olhando anúncios de mulheres no Skokka, sem compromisso. Foi quando me deparei com as fotos de uma mulata escultural que atende na Tijuca, usa o título de “Mulata fogosa”. Cedendo à ancestral tentação mundana, chamei-a no WhatsApp, ela me respondeu alguns minutos depois. A conversa rolou com naturalidade, a menina sabe levar um papo. Fiquei interessadíssimo e curioso. Sim, afeiçoado forista, este Velho Viking não resistiu e marcou o encontro.
Enfrentei uma tormenta devastadora para chegar ao local de atendimento, na rua São Francisco Xavier. A chuva desabava com fúria de vingança. Poças, alagamentos, relâmpagos. Não se preocupe, o velho viking fez o que sempre faz: sobreviveu.
O prédio onde ela fica é antigo e de poucos andares. Avisei pelo zap que já havia chegado, ela libera a entrada do próprio apartamento. Subo dois lances de escada, o ambiente é silencioso. Deparo-me com uma porta aberta e Iza (esse é o nome da musa) me esperava de biquíni cavado. Vamos fazer um intervalo. Respire fundo, incrédulo forista. É neste ponto que precisarei novamente apelar para a vulgaridade que expressa as nossas mais verdadeiras emoções
CARALHO!
O que eu avistei me esperando à beira da porta foi uma mulher descomunal, uma morena de enfartar cardíacos, uma mulata de ressuscitar o Sargentelli. Você me conhece, fiel forista. Você adivinhou. Meu queixo despencou da boca, rolou até o estádio do Maracanã e retornou de Uber para que eu pudesse me recompor. Descomunal. Belíssima. Sensualíssima. Um corpo feito de tantas curvas que é capaz de nos causar labirintite. Que mulher colossal. Diante daquele monumento, fui tomado por uma emoção profunda, quase verti lágrimas de tesão.
— Oiiii. Sou a Iza. Eu é que ficarei com você, amor.
Imagine meu rosto diante dessa frase, querido companheiro. Um rosto de paspalho, sem conseguir articular palavras inteligíveis para o mulherão à minha frente. Ela me puxou pela mão e me acomodou num quarto amplo, com cama de casal. Eu tinha a respiração ofegante. Ela se aproximou nua e começou a me despir. A beleza e o corpo da menina nos intimidam. Veio o beijo e terei que usar outra expressão vulgaríssima para expressar o que senti...
PUTA QUE PARIU!
Que beijo! Alucinante. Lábios carnudos me engolindo, língua se enroscando na minha, mãos acariciando a minha nuca e o meu pau. Eu tremia de desejo, forista sem fé. Pedi para que ela se deitasse e me joguei por cima dela, beijando, mamando seus seios perfeitos, alisando a sua pele, roçando perigosamente nas partes mais íntimas. Ela rebolava e me beijava com vontade. Lembrando-me de tudo agora, precisarei de um banho frio.
A bunda de Iza é empinadíssima e dura como pedra. Faz anal, faz tudo, faz mais um pouco. Os seios são médios, durinhos e deliciosos de lamber. A bocetinha depilada estava encharcada quando a toquei. Pernas grossas, barriguinha chapada. É aquela mulher que você olha e suspira um “inacreditável”.
Babei seus seios, chupei a boceta rosada enquanto ela se contorcia em gemidos absurdos, me enfiei dentro daquelas coxas querendo construir casa, comprar uma Tele Sena e formar família. Êxtase absoluto.
Ela ria das minhas piadinhas infames e me beijava mais. Pediu para me chupar e quase subi pelas paredes feito um Homem-Aranha pançudo. Iza não faz nada com miséria, é uma entrega inenarrável. Ficou de quatro e me ajoelhei diante daquele santuário anal. Comecei a penetrá-la devagar, minhas mãos apertando a bunda duríssima. Iza volta a gemer, se empina mais, rebola. Por baixo das pernas, passa a mão no meu saco enquanto eu a devoro. Digo com toda sinceridade, atento forista: eu não gozei, entrei em erupção.
Quase desfalecido no colchão, Iza me abanou, perguntou se eu estava bem, me ofereceu água. Naquele momento eu flutuava entre estrelas e meteoros, viajava com o Capitão Kirk na Entreprise. Eu estava em qualquer lugar, menos na Terra.
Iza é nova na labuta e digo com convicção, ela é insuperável. Dificilmente terei um sexo melhor em 2021. Reprise agendada. Velho Viking retorna aos mares bravios da Tijuca. Que venha a próxima onda, é nela que iremos surfar, é dela que surgirá a próxima aventura.