30 de Janeiro de 2021 às 23:31
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

A bucólica Tijuca fumegava na tarde de sábado. Camelôs suando nas calçadas ofereciam para vender qualquer quinquilharia que pudéssemos imaginar. Eu caminhava pela rua Conde de Bonfim quando um carro de som anunciando camarão por quilo passou tocando um antigo sucesso da Marina Lima.

“Vem chegando o verão O calor no coração Essa magia colorida. Coisas da vida... Não demora muito agora toda de bundinha de fora top less na areia virando sereia...”

O verão chegou e trouxe com ele um pouco do calor do Inferno. A sensação térmica de 50º. Falei com Alice pela manhã, deixei agendado para 16h. Meu interesse era mais na caprichada massagem que ela aplica, mas também me deu saudade da beleza mediterrânea dessa mulher que se transformou numa nova inspiração para mim. Vendo o relógio, percebi que me adiantei no horário. Para não perder o hábito, parei numa lanchonete e pedi o famigerado caldo de cana com pastel. É impressionante como algo tão simples possa parecer caviar com champanhe quando estamos apenas curtindo o momento.

Atravessei a portaria do prédio onde fica a sala da Alice e entrei no elevador. O corredor silencioso me esperava entediado, toco uma campainha e uma mulher bronzeada, com um cabelão bem tratado e sensualmente vestida abre a porta. Recebe-me com um sorrisão e um abraço. Sim, forista sem fé, a sedução começa ao passar por aquele pequeno portal do prazer. Minha grega exalava uma beleza exuberante neste sábado. Voltei a abraçar a minha mulher de Atenas, beijei seu pescoço e confirmei que fiz a escolha certa. Ela me entrega uma toalha ensacada e vou para o chuveirão.

De banho tomado, retiro a toalha da cintura, deito de bruços na maca e a magia começa. Alice tira a roupa, sobe sobre as minhas costas e começa a roçar seu corpo num ensaio de massagem tântrica. Delícia. Seus cabelos negros e compridos deslizam sobre mim numa estática que provoca arrepios constantes. Ela me beija de leve em pontos estratégicos e continua roçando seu corpão. A sala geladinha, a penumbra, tudo me leva a relaxar e ficar excitado ao mesmo tempo. Alice está linda, uma beleza que só se conquista com a chegada da maturidade. A massagem continua, hábil e deliciosa como foi na primeira vez que me entreguei à grega. As vigas do estresse diário deixam minhas costas a cada toque da feiticeira. Alívio.

Inverto a posição e peço que Alice se deite na maca. Começo a massagear seus pés, suas pernas. Empolgado, beijo os pés delicados da grega e projeto meu corpo à frente para também beijá-la. Beijos com vontade, com línguas enroscadas e troca de saliva. Alice estava inspirada. Começo a chupar seu grelinho, ela suspira, o corpo vibra, o abdômen se contorce. De repente, Alice estremece, seu corpo salta em ondas como vitimado por uma forte descarga elétrica, não para de se contorcer. Acho que até o prédio tremeu, Alice gozou. Que orgasmo maravilhoso, uma beleza de se ver. Só este instante já valeu por todo o encontro.

Recuperada, ela inicia o ritual de me chupar, me lamber. Passa a língua pelo meu saco enquanto me masturba e me engole. O efeito da bala halls em sua boca é inebriante. Não resisto muito tempo e ejaculo parte da alma tentando conter um grito de vitória.

Conversamos um pouco, mais algumas carícias e me despeço. Saio da sala com vontade de voltar. A Tijuca continuava a arder, mas não importa. O que vale é o calor no coração, essa magia colorida. Ave, Marina. Ave, libertinos. Tenho certeza, a vida é única. Envelheçam e vivam.