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RELATOS DO MEMBRO

PRÉDIO URUGUAIANA 24 - Rua Uruguaiana, 24 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
MELODY
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$57.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 NãO

03 de Agosto de 2022 às 19:08



PALÁCIO DAS VAMPIRAS — A SÉRIE



Naquela tarde de início da semana, a temperatura estava amena, a luz dourada e morna do Sol alegrava a frenética rua Uruguaiana, pedestres esbarravam-se na pressa da sobrevivência, os camelôs só não vendiam a mãe porque pegaria mal, mas seria possível encontrar artigos inimagináveis e disponíveis por uns poucos tostões. A roda do mundo girava sem sobressaltos.

Estanquei meus passos em frente ao U24 e refleti por alguns segundos. Na minha última visita fiquei vacilante devido a atual selvageria do lugar e recuei, mas resolvi me arriscar novamente. Olho para a antiga gaiola de porta pantográfica que deve ter sido um elevador moderníssimo há três séculos; penso que se aquilo enguiçar quando eu estiver dentro, é provável que o meu corpo seja descoberto fossilizado somente daqui a quatrocentos anos, momento em que algum arqueólogo pós-moderno irá examinar ao microscópio as minhas partes íntimas e colocar uma etiqueta com a denominação científica “Picanossauro Minimum”. Não, desisto do elevador. Vou pelas escadas e no quinto degrau já perco o fôlego. Sou um velho acabado — penso.

Esbaforido, alcanço o primeiro andar, vejo uma novinha bonita, encaixada num biquine quase imperceptível a olhos nus, ela me encara e lança um sorriso avassalador. Estremeço, porém, decido prosseguir para o andar seguinte. Quando eu ia me lançar no segundo lance da escada, sou interceptado por uma voz gritando histérica...

— ME DÁ UM ABRAÇO! ME DÁ UM ABRAÇO!

Não deu tempo de ver de onde veio o golpe, quando me dei conta estava preste a sufocar com meu rosto imprensado entre um par de seios enormes e com a voz de uma gordinha berrando no meu aparelho auditivo...

— COME MEU CU. COME MEU CU, VELHO SAFADO.

Nesta altura, meu combalido Pikachu escapou pelo zíper e devia estar em um vagão da estação Carioca do metrô ligando para o 190. Fiquei ali, quase moribundo, tentando me desvencilhar daquele obeso abraço de tamanduá bandeira antes de desmaiar por falta de oxigênio. A gordinha me soltou e puxei o ar com força tentando recuperar o fôlego.

— Agora não dá, estou procurando um amigo — respondi para a tamanduá e corri apavorado pelos degraus que me levaram ao segundo andar.

Ao chegar ao novo pavimento, quase rezei um Pai Nosso por ter sobrevivido àquela tentativa de estupro de incapaz. De repente, avisto uma ninfeta com um exuberante par de seios à mostra, ela sorri para mim e, admito estimado forista, fiquei inebriado pelos encantos físicos da menina. Aproximei-me para a entrevista e ela fez questão de apertar seus seios contra o meu tórax.

— Qual seu nome, moça? — perguntei.

— Melody — as putas de bordel e seus nomes estranhos...

— E o que você não faz? — fui direto ao assunto.

— Faço tudo, amor. Só não bato na cara — deu uma gargalhada levemente satânica.

— E qual o presente pra ficar com você?

— É 57 reais meia hora, amor.

Cinquenta e sete reais meia hora, que cálculo diabólico esse cafetão faz para pedir um valor quebrado? Por que não arredondar para sessenta reais ou para cinquenta contos? Coisas de trash. O ambiente do 24 estava penumbroso, me informaram que o terceiro andar estava fechado e nos demais não encontraria nenhuma garota, talvez eu encontrasse cadáveres que sucumbiram inutilmente à escalada ao topo daquele Everest erótico. Se chamam o prédio da Álvaro Avim 37 de “Castelo das Princesas”, o Uruguaiana 24 é o “Palácio das Vampiras”, as mulheres desesperadas por grana nos agarram, roçam os dentes na nossa jugular, dizem que deixam foder até o tímpano para tentar seduzir qualquer tipo de maníaco sexual que possa aparecer. Em outros tempos, foi um trash mais agradável. Para encerrar logo o assunto, pedi uma alcova e me embrenhei com Melody por uma baia que mais parecia uma cocheira.

Dentro da cocheira, caí mamando os seis de Melody enquanto a voz de Wando estourava as caixas de som cantando “Fogo e Paixão”.

WANDO

Quando cansei dos seios, Melody começou bater uma punheta enquanto me aplicava um boquete da melhor qualidade. Devo ter ejaculado até a uretra. Antes de deixar a cabine, Melody perguntou pelo meu nome...

— Dante. Meu nome é Dante. Yes

A conta já estava paga, desci acelerado as escadas e voltei a ver o Sol. O prazer da carne encontrou o alívio da mente. Libertine-se Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RUIM
membro, Psouza021, Dionizio_RJ, Barbosa82, Digboy, Wolfgang, Sued, Armenio, Sueco, Brand, ViciadoEmPeitudas, Helmet, Camarada_Boris, Schram, ronondex, Mayara Rios, Caçador_07, curtiram esse TD.
VILA MIMOSA - Rua Sotero dos Reis , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
KELLY
NEUTRO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$60.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
NãO SEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 NãO

22 de Julho de 2022 às 14:07



Lancei-me nos domínios obscuros da Vila Mimosa, nossa Terra Média da vida real, cravada entre a imperial e bucólica Quinta da Boa Vista e a árida e turbulenta Praça da Bandeira. A madrugada estava fria, a VM estava com pouco movimento, mas avistei algumas mulheres interessantes percorrendo os arredores dos corredores profanos. De uma das casas que beiram a rua Sotero Reis emergia um som eufórico dos anos 90...


Culture Beat - Crying In The Rain


Quem conhece a Vila desde os seus áureos tempos, sabe que ela é muito frequentada por anões. Acredite, forista sem fé, isso não é um deboche, é um fato. Certa vez li um texto que carregava este título: Os anões da Vila Mimosa. Conheci de perto um deles, que inclusive foi forista e usava o nick de Manitiba. Houve uma puta famosa no local, que parecia ser a preferida dos pequenos e que acabou adotando o codinome de Branca de Neve. O mundo libertino é lúdico, é repleto de alegorias e personagens descolados da nossa triste concretude.

Nesta madrugada, em particular, vi pelo menos uns quatro anões rondando os corredores. Por curiosidade e falta do que fazer, segui um deles e constatei que o baixinho só abordava mulheres altas e algumas muito gordas. Fetiche? Não posso afirmar nada. O que sei é que todas essas representações de uma realidade paralela que surgiram à minha frente me provocaram o tesão de trepar com uma anã ou com uma mulher que fosse baixinha. Como a Vila Mimosa é uma vitrine para todos os paladares, orientei meus passos e fui procurar o meu insondável objeto do desejo.

Não tenho certeza se encontrei uma anã, mas me deparei com uma menina muito baixa, cuja cabeça não ultrapassava a minha cintura, estava em frente à casa 21, tinha olhos verdes, um corpo certinho, mas havia uma expressão maligna em seu rosto que me fez lembrar da noiva do Chuck, o boneco assassino.




— Qual seu nome? — perguntei.

— Kelly. E o seu?

— Dante, me chamo Dante.

Por sessenta reais pelo período de meia hora, ela prometia prazeres gigantes. Subimos à alcova. Beijá-la na boca só seria possível se ela ficasse na horizontal, pois se eu tentasse me abaixar para beijá-la, corria o risco de travar a coluna cervical pelo esforço. Deixei o beijo para lá e pedi um boquete, que ficava mais a altura do horizonte da sua boca.

— Você não prefere um beijo grego? — perguntou?

— Por hoje, acho que prefiro o boquete mesmo.

— Fio terra você curte? — ela insistiu nas práticas invasivas.

— Melhor o boquetinho.

— Do meu beijo grego você ia gostar...

— Acredito, mas fica para a próxima.

Arriei a calça e a moça iniciou o boquete, fiquei em pé enquanto ela abocanhava o meu acabrunhado pênis. Apertou a minha bunda, começou a mover seus dedos no ritmo de aranha ardilosa em direção ao meu ânus.

— Minha filha, estou numa vibe mais tradicional hoje. Melhor não tentar — avisei cordialmente.

A garota se concentrou no boquete, mas como eu não gozava, apressou uma punheta e ejaculei sem emoção. Puxei de volta a calça, fiz o pagamento e me adiantei para sair da cabine.

— Não rola uma caixinha hoje? — sugeriu miniatura de fêmea.

Entreguei mais cinco reais e o olhar maligno da baixinha quase me incinerou. Fui caminhando de volta ao Sucatão na intenção de retornar à verdejante Tijuca, mas fui interceptado por um nanico vestindo uma camiseta branca com a inscrição #NãoMexeComQuemTáQuieto. Somente mais um dos inúmeros flanelinhas da Zona.

— Pode deixar um café, chefia? — cobra o flanelinha.

Puxei dois reais e entreguei. No universo mundano, a grana é que compõe as páginas do livro e o resto é a piada sem graça de um bufão que ainda acredita que existe amor em Sodoma.


THE END Amor Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RAZOáVEL
membro, Ninho, Senior69, pedrin, Saulo Top, SK 2.0, Dionizio_RJ, Nego Dengo, Felipe_BR, Black Man, Digboy, Random, Jonta, psyops, ViciadoEmPeitudas, LP come queto, Yone, Brand, Diazepan, Wolfgang, Barbosa82, Schram, viktorstifler, ronondex, curtiram esse TD.
ISADORA VILHENA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99349-3413
ISADORA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$450.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

10 de Julho de 2022 às 00:07



"O altar é o cu."

—Marquês de Sade


A tarde estava morna e ensolarada na bucólica Tijuca. Uma luz suave dava um tom aconchegante ao meu chalé, as árvores da pracinha Xavier de Brito sussurravam segredos à brisa leve que sobrava por entre os galhos. Todo esse cenário poderia ter me causado sono, mas me provocou tesão e desejos incontidos. Eu queria gozar.

Chamei Isadora pelo whatsapp, mas sem esperança de conseguir marcar, ela já havia me avisado que a agenda estava cheia naquele dia. Não me respondeu rápido; quando repsondeu, expliquei sem rodeios que queria ficar com ela, mas que não poderia ir ao Centro. Isadora não marca fora da sua sala e eu entendo, é difícil cobrir as marcações externas porque ela perde mais do que ganha quando sai de lá. Fiz a proposta de um encontro de uma hora, pagando mais uma hora e meia como um extra para compensar o tempo de deslocamento. Como estou cultivando um relacionamento de exclusividade com ela, Isadora abriu uma exceção, ajeitou um horário e veio novamente me atender na verdejante Tijuca.

Não existe nada melhor para um velho libertino do que o sexo em domicílio, é mais cômodo e a casa é um ambiente amistoso, que favorece à libido. Mandei o táxi e logo Isadora chegou. Da Cinelândia à bela Tijuca é um pulo. Desembarcou do carro emoldurada por um vestido justo, decotado nos seios e elegante em seu corpo, é preciso reconhecer que Isadora é uma mulher elegante, tem bom gosto no vestir. Admito, afeiçoado forista, depois de tantos encontros, ainda consigo me entusiasmar quando vejo essa mulher, ela tem um charme, um fogo nos olhos, um ar de safada e a considero muito gostosa. Entramos no chalé, Isa é saudada efusivamente pela minha poodle histérica e fomos para o quarto.

O quarto a meia luz é contagiado pelo aroma afrodisíaco de Isadora, ela tira a roupa revelando toda a sua exuberância, se aproxima e me abduz com o seu famoso beijo na boca. Que beijo... Acredito que um putanheiro inexperiente ou alguém que sofra de carência afetiva possa correr o risco de pirar na batatinha com os beijos de Isadora, é aquele beijo que destrói casamentos e leva qualquer desavisado à falência. Abri os olhos para ver o rosto de Isa enquanto me beijava e encontro os seus olhos fechadinhos, como se fosse uma namorada cheia de amor pelo parceiro. Ficamos ali, aos beijos, nos roçando, eu alisava seu corpo inteiro, sentia sua pele acetinada e deliciosa, apertava a sua bunda empinada com força, deslisava o dedo pelo seu cuzinho, pela sua bocetinha enxarcada de tesão. Isadora é uma mulher de muitos diferenciais, não é à toa que parei com todas as outras e me fixei nela. Afinidades sexuais irresistíveis que encontrei neste momento da minha vida.

Comecei a chupar sua bocetinha, dedilhar o cuzinho e Isadora gemia. Das dedilhadas, comecei a penetrar com o dedo em seu cuzinho apertado, ela gritou, mas começou a rebolar para facilitar a penetração, foi engolindo meu dedo até o talo com o cu, gemia, gritava, pedia para que eu parasse, mas com um tom de quem não queria que eu parasse. Acredite, forista sem fé, entrei em delirium tremens de tanto tesão. Isadora continuou rebolando com meu dedo cravado em sua bunda apetitosa, gemendo, gritando, até que gozou gemendo muito alto. Os velhinhos da vizinhança já deviam estar todos tocando uma punheta quando isso aconteceu.

Esperei para que ela recuperasse o fôlego e então saquei meu aparelhinho de última tecnologia, liguei na velocidade máxima e coloquei sobre o seu clitóris. Isadora voltou a gemer, se contorcer, eu mamava seus peitinhos suculentos, mordiscava os biquinhos, beijava a sua boca e ao mesmo tempo girava o aparelhinho em sua boceta. Isadora se contorcia muito, me ergui para acompanhar o show, ela gemia cada vez mais alto, acho que até as samambaias da pracinha estavam excitadas ouvindo aquilo. O gozo foi apoteótico.

Isadora então saca um consolo que trouxe da galeria erótica de sua sala, réplica de um pênis grande e grosso.

— Você não vai aguentar se eu usar isso — afirmei demonstrando piedade.

— Quem disse? — ela me responde em tom desafiador.

Passri a chupá-la para umedecer a região, lambi sua boceta, desci para o cu, subi para os seios... Isadora voltou a ficar toda molhadinha. Peguei o consolo e pedi que ficasse de quatro, ela me pede que penetre com ele bem devagar e segui suas instruções. O pênis de silicone ia entrando enquanto Isa novamente rebolava de um jeito muito sexy, sempre gemendo, dando uns gritinhos de dor misturado com prazer, o consolo foi entrando até o talo e as vibrações na minha mão me faziam sentir o cuzinho apertadíssimo da Isadora se abrindo. Dei tapinhas em sua bunda e ouvi uma ordem...

— Bate mais forte. Bate — Isadora me ordenou.

Fui metendo, numa simulação de sexo, ela se empinava, gritava, pedia para socar, me xingava... Foi quase como se eu estivesse comendo aquele cu com meu próprio pau. Gozou novamente, desesperadamente, um orgasmo colossal.

Deitei-me e Isadora me abocanhou num boquete maravilhoso, apertava de leve o meu saco, engolia meu pau em várias gargantas profundas, arranhava minhas pernas, alternava com uma punheta e quando eu estava quase gozando ela veio ao pé do meu ouvido contar histórias sobre os seus melhores orgasmos. Isadora sabe descrever com detalhes de erotismo as situações sexuais que vive, enquanto ela falava as sacanagens, eu me masturbava, a xingava de puta, até que explodi também em um gozo épico.

O tempo terminou, precisei me despedir desse mulherão que aprendi a amar, ela precisava retornar para a sua sala, pois há sempre uma fila de espera para as melhores divas. Existem muitas opções boas no fórum, mas a Isadora é dessas que ocupa a categoria das tops, tanto no atendimento quanto pela beleza que irradia. O sonho não acabou...

#Libertine-se Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, Dionizio_RJ, Barbosa82, Wolfgang, Digboy, CariocaCash, Just do it, Armenio, Saulo Top, Tenista, pauloeduardo, Gusttavo Lima, Ninho, PrefeitoComeCu, Cabra da Peste, Senior69, Gorila, ViciadoEmPeitudas, Sued, Bruno, Az,, João PGrosso, Isadora Vilhena, Gambit, Jonta, ronondex, curtiram esse TD.
ISADORA VILHENA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99349-3413
ISADORA
POSITIVO
TEMPO: 180 MINUTOS VALOR: R$600.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

05 de Julho de 2022 às 11:07







SWINGUEIRA – O ENSAIO

— Nunca me chamaram para um swing, Dante. Nunca fui — revelou Isadora.

— Como assim? — perguntei.

— Já até convidei, mas nunca me levaram — ela confirma a informação surpreendente.

As minhas conversas sobre levá-la ao swing se desenvolviam há algum tempo. Depois que firmei compromisso de namoro e ela passou a frequentar o meu modesto chalé, fiquei mais seguro para insistir no convite. Não acreditei que ela fosse, mas, como sempre, me surprendeu. Desde que a conheci, me tornei um libertino fiel, fidelíssimo. Eu me uni a uma libertina que completa as minhas expectativas mundanas e tento acreditar que ela é a cara-metade tão rara que encontrei nesta altura da vida. Só posso dar garantias pelo que sinto e o que sinto é um amor bem resolvido pela Isa, e por ser bem resolvido é que posso me permitir viver as brincadeiras sexuais que nos excitam.

Já é notório que estou cultivando um relacionamento com a Isadora, por conta disso há os que me lançam gotas de veneno em certas ocasiões, me dizem que ela é namoradeira, que ela é capaz de bloquear clientes com quem tem mais afinidade para mostrar ciúmes, que eu deveria procurar saber das coisas e por aí vai. Sempre aconselho a não perderem tempo semeando em mim discórdia ou suspeitas, pois a minha relação com a Isadora é baseada na confiança absoluta e escolhi por minha própria conta me manter fiel. O risco é meu e me mantenho leal enquanto considerar que ela é merecedora, não há motivo entre nós para mentiras ou omissões. Afastei-me da escrita no fórum, nunca mais saí com outra garota desde fiz o meu pacto com ela e me sinto preenchido pelo que a loira me oferece. Sei que precisamos aprofundar o elo, romper barreiras, sei que temos momentos entre tapas e beijos, mas são os beijos que prevalecem. Querem me chamar de ingênuo? Que chamem, o que vale é a mulher incomparável que agora tenho ao meu lado.

LUZ! CÂMERA! AÇÃO!

Feita a introdução, o que posso afirmar é que o swing e o ménage só atingem o seu potencial máximo quando estamos acompanhados por uma mulher que é nossa companheira, pois essas brincadeiras exigem mais do que uma simples companhia, é preciso haver um laço forte de afeto entre o casal. O gatilho do swing ou do ménage é o ciúme controlado que potencializa o tesão, precisa de confiança mútua, do olhar para o outro, da união baseada na transparência e cumplicidade. Não havendo esses elementos, o swing e mesmo o ménage não terão a mesma graça, ficarão como uma sacanagem qualquer.

Chegamos ao Mistura Certa pelas 23h30, a boate não estava cheia, mas tinha uma quantidade razoável de casais e solteiros. O Mistura Certa está mais para uma boate de ménage do que de swing devido à qualidade de solteiros querendo interagir. Isadora estava um pouco apreensiva, talvez desconfiada, ela não sabia o que a esperava, era a sua primeira vez numa arena de swingueiros. Tentei ambientá-la, sentamos em um canto para que ela pudesse observar, pedi um aperitivo, ficamos conversando e analisando o cenário. Isa me avisa que iria ao toilette e quando volta me diz que tirou a calcinha.

— Tirou a calcinha?! — pergunto surpreso.

— Sim, se ficar com ela vou acabar perdendo — me responde com ar de safada.

Emoldurada por um vestido curto e decotado, Isa atraía olhares de todos os lados, se tornou a mais desejada da boate. Perguntei se poderíamos dar um giro pelo lugar, ela aceitou e mergulhamos no labirinto erótico. Admito, afeiçoado forista, eu estava querendo ver a Isadora transar com alguém e me oferecer o show inigualável que só ela sabe fazer.

Vi um moreno forte, de quase dois metros, secando a minha princesa loira, sinalizei e entramos os três em uma das cabines do labirinto. Isa não perde tempo e parte para beijar o rapaz, ele a segura forte, aperta a sua bunda e continuam se beijando. Fico por trás da gostosa, beijo sua nuca e roço meu pau em sua bunda enquanto o rapaz mamava seus seios. Isadora gemia, eu podia captar o calor da sua boceta naquele momento, fogo puro. Ela chupa o moreno, que me humilha exibindo um pau que mais parecia um hidrante. Isa fica de quatro e o moreno mete devagar, até o talo, a chaninha de Isadora engole fácil aquele trem peniano. Isadora geme alto, rebola, o rapaz aperta a sua cintura e soca o pau. Gritos, sussurros, Isadora goza e amolece o corpo. O moreno retira o pau e diz a ela que vai querer comê-la outra vez naquela noite.

Fomos dar outro giro pelo labirinto e vimos a grande cama que fica no centro dos descaminhos. Eu e Isadora nos deitamos e começamos a namorar, levanto seu vestido e deixo exposta a sua bunda empinada, ela começa a me beijar, me chupar, chupa gostoso. Enquanto me chupava, Isadora encarava com olhar de devassa o segurança do local, o sujeito não disfarçava o pênis ereto por debaixo da calça e devia estar prestes a largar o emprego para poder comer a mulher que me aplicava um boquete colossal.

Atraído pela bunda apetitosa da nossa Isa, um outro homem se aproximou, ajeitou-se por trás dela, vestiu a camisinha e a penetrou devagar. Não demorou para que mais um rapaz se posicionasse ao lado dela e oferecesse o pênis, Isadora chupou um enquanto era comida pelo outro, soltava os gemidos inebriantes que alguns daqui do Arena conhecem bem. O sujeito gozou rápido, Isadora não. De quatro, empinada, Isa voltou a me chupar, um outro cara se colocou entre as suas pernas e começou a lamber sua boceta, Isa rebolava e gemia muito. Diante dos meus olhos incrédulos, um terceiro indivíduo passou a comer a mulher do homem que chupava a boceta da Isadora. Acredite, forista sem fé, era um pequeno bacanal.

Não demorou para que mais um elemento se aproximasse. Vendo Isadora de quatro, o cidadão arriou as calças, vestiu o preservativo, mirou a bunda de Isa e socou forte na minha parceira. Isa não nega fogo, pede para o cara socar mais forte, pede que ele não tenha pena, provoca. O fulano parecia estar num ataque epilético, metia como uma britadeira, segurava forte os ombros da minha acompanhante e a puxava para trás, para que sua pica fosse mais fundo. Gozou, mas não fez Isadora gozar.

Decidimos dar mais um giro, pelo outro lado da boate, onde fica um outro labirinto e outras cabines. Avistei um casal, um coroa com uma garota jovem que me pareceu gostosinha, sugeri a Isadora que fizéssemos uma abordagem. Aconteceu, começamos a nos beijar e a Isadora roçou a bunda na bunda da garota; de repente, as duas estavam se beijando, chupando os seios uma da outra, emboladas em mim e no coroa. A garota do coroa veio ficar comigo, me beijou com língua gulosa, desceu para chupar meu pau e o engoliu num fôlego só, enquanto isso o coroa mamava extasiado os seios de Isa, a beijava, delirava com ela. A garota continuava me chupando, queria meu leite e estava prestes a conseguir. Infelizmente, o coroa que estava com a garota que me chupava se mostrou ciumento, não permitia que nenhum outro homem se aproximasse ou alisasse as nossas meninas, chegou perto de arrumar confusão. No fim, ele gozou na boca da Isa, mas eu não consegui gozar com a garota.

O ÚLTIMO ATO

Fomos para mais um giro, que seria o último da noite. Isadora viu um rapaz por quem se interessou, sinalizou que ele viesse para a cabine onde entramos, ele veio. Isa começa a beijá-lo, beijos profundos, o rapaz a abraça com força e ela desce a boca para o boquete. O cara estava bem entusiasmado pela minha companheira. Sempre surpreendente, Isa me faz uma pergunta inesperada.

— Quero dar o cuzinho a seco pra ele. Posso?

Perplexo, só me restou a opção de permitir o prazer que ela queria experimentar. O rapaz tentou pegá-la de quatro, mas o sofá alto atrapalhou o encaixe. Isa então se deitou na beirada da cama, com as pernas levantadas, e o rapaz começou a introduzir a pica e iniciar um sexo anal que eu poderia classificar como épico. Enquanto comia a bunda da Isa, ele abaixava a cabeça, a beijava, lambia seus seios... Isa não gemia, gritava, a plateia do lado de fora começou a bater na porta, queriam entrar, assistir aquele espetáculo que parecia a final decisiva de um campeonato. O crescente de gritos e gemidos culminou quando os dois gozaram juntos, Isa e o rapaz. Após o orgasmo simultâneo, continuaram se beijando e o rapaz sussurrou algo no ouvido da minha parceira, queria passar o telefone, segundo a própria Isa me contou. Aqui, neste ponto, admito estimado forista, fui assolado pelo ciúme, que já vinha se manifestando quando percebi a Isadora empolgada pelo rapaz. Ciúmes em mim é um evento muito raro, mas não escapei dele nesse dia. A questão foi contornada e deu a hora em que combinamos que a Isadora precisaria ir. Pegamos o táxi, nos despedimos e eu percebi no caminho que já sentia falta da minha mulher.

— Se gosta tanto assim da Isadora, por que não tira ela da vida, Dante? — perguntaria o forista da família brasileira.

Eu respondo. Tudo tem seu tempo, estimado forista. Por isso, aproveite o tempo em que a Isadora ainda está disponível para o seu deleite.

#Libertine-se Girl9


ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, Chapéu de Palha, K-9, Senior69, Samu, Digboy, Cabra da Peste, Nothing, Saulo Top, Velhin Tarado, Tenista, Nego Dengo, Diazepan, Isadora Vilhena, ViciadoEmPeitudas, Galileu, Ninho, Armenio, Brand, Wolfgang, Barbosa82, Estarossa, Sued, Dionizio_RJ, Pica_Manssa, O_Barba, João PGrosso, ronondex, Just do it, Incubo, Preludio, Az,, Maya Gueixa, Gambit, Vegasvibes, curtiram esse TD.
SWING MISTURA CERTA - R. Vinte de Abril, 9 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99278-1569
MISTERIOSA
POSITIVO
TEMPO: 180 MINUTOS VALOR: R$600.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

03 de Julho de 2022 às 14:07



Estive no Mistura Certa na quinta-feira, numa noite de temperatura baixa. Há anos que não ia ao swing, não sou de ir nesse tipo de boate com qualquer companhia, o melhor para mim é sempre ir com alguém que eu tenha alguma conexão de afeto, do contrário a experiência do swing é sem graça. O swing, na minha opinião, é um exercício de compartilhar o prazer, é preciso que os parceiros saibam se incluir nas brincadeiras, é preciso confiança e que gostem realmente um do outro. Agora, experimentei ir com uma nova companhia.

Cheguei ao Mistura após as 23h30, o valor da entrada é de 80 reais; se chegar antes das 23h30, trinta reais do valor da entrada são revertidos em consumo. Imaginei que fosse encontrar a boate vazia, devido ao dia da semana e ao frio das ruas, mas a casa já estava com alguma frequência. A casa permite a entrada de solteiros com valor de ingresso a 270 reais.

A boate é arrumadinha, preços razoáveis para consumo, duas grandes áreas reservadas para as brincadeiras sexuais, muitas cabines e dois labirintos.

A questão é que o Mistura Certa não se encaixa tão bem na ideia de uma boate de swing, está mais para uma boate de ménage à trois, pois permitem a entrada de solteiros que ficam como urubus atrás de carniça. A única troca que fiz envolveu uma menina de óculos, que me fez um longo boquete. Minha parceira interagiu de forma ardente algumas vezes com outras presenças e fiquei de camarote assistindo ao show, privilégio meu.

Pela minha experiência anterior, os finais de semana são melhores, existe a frequência de mais gente bonita e mais sacanagem. Estava bom na quinta-feira, mas nada que se compare aos fins de semana que experimentei naquela boate.

Deixo aqui meu agradecimento à musa que me acompanhou, que teve sua primeira experiência num swing e se saiu muito bem, foi uma ótima companhia e acredito que tenha gostado da diversão. Espero voltar lá.

* Dois dias depois, fui tomado por uma gripe avassaladora e estou aqui arrastando os dedos nos teclados para ficar um pouco longe da cama.

#Libertine-se Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, o_cara_o_cara, Brand, LP come queto, Barbosa82, Senior69, Chapéu de Palha, PrefeitoComeCu, Sued, Papai Noel, Dionizio_RJ, Wolfgang, Papa99, Nego Dengo, AnjoEndiabrado, Armenio, Saulo Top, Isadora Vilhena, ronondex, Cafajeste80, Michael Corleone, Apolo, Mayara Rios, petropolitano, @nJo, curtiram esse TD.
ISADORA VILHENA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99349-3413
ISADORA
POSITIVO
TEMPO: 180 MINUTOS VALOR: R$600.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

24 de Junho de 2022 às 10:06



Isadora Vilhena, escolher tão bem um sobrenome, que dá mais um tempero sexy ao nome que virou marca registrada de prazer garantido nos fóruns, só podia ser coisa da Isa.

Fico aqui, diante da folha em branco, pensando o que mais posso dizer sobre a Isadora. Falar sobre sexo seria me repetir e repetir os outros, pois tudo já foi dito. Todos nós sabemos sobre o nível de entrega dessa mulher, sabemos dos beijos ardentes, do boquete que nos estremece e que paira entre a suavidade e a garganta profunda, do anal quase incomparável que ela sabe fazer e gosta de fazer. Escreverei mais um relato sobre a Isadora, mas não nos moldes convencionais, seria enfadonho falar sobre o que já falei, sobre o que todos nós já falamos.

Neste mês de junho, passei incontáveis momentos com a Isadora, cheguei a sair com ela todos os dias da semana, em nenhum instante me arrependi do investimento. Abandonei todas as outras meninas, não fiz TDs sobre ninguém mais, larguei os bordeis, pedi licença da boemia, interrompi meus textos aqui no site e praticamente passei a dedicar todos os meus relatos somente para a loira mais quente da Álvaro Alvim. O forista irônico diria que estou apaixonado, mas não se trata disso ou não se trata apenas disso.

Eu já me sentia cansado da promiscuidade, planejava dar um tempo, prestava mais atenção para avaliar se poderia me fixar em uma única menina e foi quando comecei a reparar em Isadora e perceber que suas virtudes atendiam muitas das necessidades que sinto neste momento. Decidi investir.

Há quem duvide de que eu seja um velho, olham para a minha carcaça e dizem que o Dante não é velho como diz. Acredite, forista sem fé, sou velho e doente. Há muitos anos adquiri uma diabetes agressiva, que cuido sem abdicar da arte de viver. Bebo ocasionalmente, como alimentos que não deveria comer e me permito engordar sem culpa. Os remédios me ajudam a controlar os picos de glicose e o que mais tento evitar é o estresse, são os aborrecimentos e os desgastes inúteis que podem atingir a minha saúde. O meu patrimônio mais valioso atualmente é a minha paz e a alegria com tudo o que me rodeia. Infelizmente, a diabetes deixou em mim um rastro de devastação, me deixou surdo, me trouxe um problema crescente de visão que quase me afastou das leituras que me dão sentido à vida, mexeu com a minha libido, mas não me tirou do jogo. A diabetes me envelheceu, mas ainda sou o titular que adia todos os dias a ida para o banco de reserva.

Minha relação com Isa é boa, mas não é perfeita. São as nossas imperfeições que nos fazem evoluir. Discordamos em alguns assuntos, discutimos, teimamos, não abrimos mão das nossas crenças, mas há uma misteriosa harmonia no caos que não permite que a gente desista do afeto. Inteligente, Isa mapeia, observa e se esforça para encontrar espaço para a figura do Dante em sua rotina. Isadora, além da mulher linda que é, possui tantas virtudes espontâneas que o meu texto ficaria enfadonho se eu tentasse enumerá-las. Definitivamente, é uma mulher encantadora e uma profissional única.

Isadora não é apenas uma acompanhante, é uma acompanhante que gosta de sexo, gosta de ter orgasmos, gosta de conhecer seus clientes e de fazê-los deixarem a sua sala com a ansiedade do retorno para os seus braços. Será que eu já disse isso?

Digo a você, afeiçoado forista, a minha natureza é ser sozinho e só de uns tempos para cá comecei a reavaliar a minha convicção pelo celibato. Por ser um homem indomável, tenho dificuldade com relações que envolvem afetos mais avançados como o amor, entro em uma espécie de melancolia, de tristeza, até que uma conexão mais sólida com o meu par aconteça, se ocorrer. Conexões comigo são muito raras de acontecer, sou um pouco bloqueado e a idade me faz analisar cada passo do processo, dou valor a minha intuição, aos sinais, às palavras ditas, aos gestos, às atitudes. Certos gestos, certas rotinas de carinho ajudam na conexão, quando Isa pede que eu ligue para ela pelas manhãs, quando encontra brecha para almoçarmos ou jantarmos juntos, quando pergunta se posso visitá-la... Da minha parte, evito o ciúme e, principalmente, evito interferir em seu trabalho. Algum forista poderia me dizer que, no meu caso, o melhor seria ficar apenas como cliente, mas existem mulheres fora da curva que me fazem querer arriscar.

Na minha experiência pessoal, o que mais gosto é de ver Isadora gozando, gritando de tesão. É um show particular que ela me proporciona e venho tentando reprisar sempre que possível. No último encontro, levei meus aparelhinhos de última geração, ela se deitou, abriu as pernas e comecei a sessão de tortura. A vagina enxarcada, os olhos perdidos, a boca se contorcendo de tesão, os gemidos que vão crescendo de intensidade até se tornarem gritos que anunciam o gozo forte. Descrever não alcança a dimensão do espetáculo erótico que Isadora me proporciona quando peço. São episódios realmente inesquecíveis.

Nunca tenho certeza de que estou escrevendo o último TD sobre a nossa Isadora, porque, cada vez mais, eu vejo que não estou escrevendo TDs, estou compondo uma história que eu espero que mantenha a mesma protagonista para sempre. Abraço

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22 de Junho de 2022 às 23:06



Admito que ando sem a minha habitual inspiração para escrever, um pouco de melancolia misturado ao estresse e ansiedade do dia a dia, reações de quem envelhece, mas hoje tive uma dessas poderosas epifanias ao caminhar envolvido por um entardecer magnífico na bucólica Tijuca. Foi quando recebi uma mensagem da grega Alícia me perguntando como eu estava, parece ter pressentido que eu não estava assim tão bem de humor. Veja, afeiçoado forista, uma mulher boa e sensível, que cria conosco um vínculo honesto de carinho, é capaz de ter vislumbres de empatia. Eu já disse isso, sempre fico profundamente comovido quando percebo que alguém se importa comigo. O resultado é que decidi agendar um atendimento com ela.

Entro na histórica galeria Skye, passo pela vitrine da Livraria Eldorado (onde o meu último livro está à venda), atravesso a recepção, embarco no elevador e em poucos segundos estou diante da mulher madura e magnífica que é Alice. Cai o queixo por vê-la com o corpo remodelado, os longos cabelos negros deslumbrantes, o sorriso de cigana e os olhos de Capitu. Alice está melhor do que nunca.

Confesso que fui menos pelo sexo e mais pela massagem, queria aliviar as tensões que se acumularam em mim nos últimos dias. Eu gosto de uma boa massagem, quem me decifra sabe disso e Alice é uma das que sabem.

A sala da grega agora está com uma nova maca turbinada, último modelo, alta tecnologia. Tomei um banho e quando retorno, Alice já havia deixado o ambiente na penumbra. Deito-me e espero os primeiros toques nos meus pés. Acredite, forista sem fé, quando Alice começou a apertar os meus pés, senti um arrepio que me percorreu das pernas até o alto da nuca, uma viagem, uma onda. Ela prosseguiu me apalpando, procurando meus pontos de tensão e caprichando com as mãos. De repente, quando olhei para o lado, Alice estava nua, seios esculpidos, barriguinha zero, pele sedosa e os longos cabelos deslizando sobre as minhas costas. Para descrever a minha reação, só comparando a um homem perdido e com sede encontrando um belo oásis no deserto. Alice é um alívio sempre disponível a poucos metros da minha casa, é um tesouro.

Após me massagear até a ponta da cabeça, Alice mergulha em mim num boquete dedicado, a boca quente, me engolindo e punhetando. Eu estremecia com as primeiras manifestações de uma onda vulcânica que se aproximava, Alice intensificou o boquete e a punheta. Não deu mais para segurar, meu gozo explodiu e acho que foi junto um pedaço da uretra e da minha bexiga.

Deixei a galeria com a alma purificada, anoitecia na Tijuca, o vai e vem das pessoas voltando para casa, o comércio de rua ensaiando o fim de expediente, eu caminhava sem compromisso com nada, sem lenço sem documento, minha bagagem era um sorriso espantado por confirmar como atenções tão pequenas podem nos fazer muito felizes. Cai o pano.

Nanda Facefuck, Barbosa82, membro, Senior69, Sued, Just do it, Jonta, Dionizio_RJ, Sueco, Bart, ViciadoEmPeitudas, Rai, Alice Tijuca, Chapéu de Palha, Wolfgang, Edu09, ronondex, LP come queto, pauloeduardo, curtiram esse TD.
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18 de Junho de 2022 às 11:06



O COMEÇO...

Estou namorando a Isadora — eis enfim a confissão. A afirmação é polêmica, alguns irão querer confirmar o que digo. Em casos de curiosidade incontrolável, aconselho que perguntem a própria Isadora, pois neste espaço a confissão é só minha.

Por que me amarrei à Isadora pelo afeto? Porque passei a visitá-la quase todos os dias úteis da semana, desde que a elegi como protagonista para me acompanhar no meu aniversário. Além disso, eu a convido regularmente para almoçar, jantar e outras programações possíveis para ela quando sobra tempo. Nunca desrespeitei o seu trabalho, pago pelos encontros e por todos os minutos que fico ao seu lado. Sim, afeiçoado forista, é puxado, em algum momento haverá um limite para a minha farra com a conta bancária, mas quis me proporcionar a possibilidade de viver o momento, de aproveitar o máximo que posso a companhia dessa mulher extraordinária, que me proporciona horas de intenso prazer em vários aspectos, não só o sexual.

É estranho relembrar que para conhecer a Isadora precisei me passar por outra pessoa, pois ela não queria aproximação com o Dante, fofocas bloquearam o seu interesse em me receber. Ludibriei o sistema e consegui estar frente a frente com ela, foi o começo de uma bela história. No início, saí com ela duas ou três vezes, mas movido por algum instinto de autopreservação, considerei melhor me afastar e me afastei. Não a procurei mais por alguns meses.

O RECOMEÇO...

Recentemente, decidi procurá-la novamente e o reencontro foi muito mais intenso do que os nossos primeiros dias juntos. Surgiu uma inesperada curiosidade de conhecê-la além das paredes de sua sala na rua Álvaro Alvim. Quando dei por mim, eu estava entusiasmadíssimo por ela. Digo que fiquei entusiasmado porque, nesta altura do campeonato, não me apaixono como me apaixonava na juventude, mas acredito que estar entusiasmado por uma mulher é muito mais valioso para a relação.

Nossa ligação se aprofundou, em parte pelo meu esforço físico, profissional e financeiro para estar perto dela todos os dias desde que nos reencontramos. Em vez de investir em várias mulheres, preferi apostar em uma. Não demorou para que eu compreendesse que Isadora é a mulher ideal para mim, sou um homem envelhecido, com fantasias de voyeurismo e incapaz de sentir ciúmes. O meu caso com Isa evoluiu (ao menos na minha cabeça). Agindo como um desses personagens de antigamente, me atrevi a pedi-la em namoro, mas repito que não posso reproduzir aqui a resposta que só ela tem o direito de revelar. Talvez, afeiçoado forista, você possa ver como estranho o que irei divulgar, mas o que me atrai na Isadora, além da inteligência, da sensibilidade e da poderosa sexualidade que transmite, é o lado de putona que ela não pretende abrir mão. Ela gosta de sexo e não quer ser só de um único homem na cama, ela sente necessidade de ser pervertida, mas sem deixar de ser leal a quem escolhe como parceiro. Essas faces da personalidade da Isa foram determinantes para que eu a desejasse ao meu lado mais do que como uma acompanhante, passei a deseja-la como companheira. O conceito de Isadora sobre lealdade foi fundamental para que eu depositasse a minha confiança nela.

Tudo poderia ser perfeito, mas a imperfeição é o toque desviante que acentua as cores. Há limitações que incomodam o meu entusiasmo por essa mulher. No mesmo compasso que me envolvo mais com o romance, sinto a urgência de fazer parte da vida de Isadora fora dos dias da rotina de trabalho, a aspiração de conquistar um fim de semana que pudéssemos passar juntos, o interesse por um pernoite ao seu lado, a vontade de fazer parte da intimidade pessoal etc. O entusiasmo exige esses temperos para se consolidar e se assumir sem receio, do contrário se restringe a um horizonte incerto. Minha idade já não me permite mais ficar esperando pelos acontecimentos, gosto mais de quem faz acontecer. Sem dar esses novos passos, a ligação ainda é frágil. Prudência em excesso nos priva do êxtase da vida.

A CONTINUAÇÃO...

Citei algumas vezes que Isadora despertou a minha ressurreição. Estive com muitas mulheres antes dela, dificilmente me apego e apesar de toda a carência em que eu me encontrava pelas perdas que sofri nos últimos anos, nenhuma das mulheres com quem saí me interessou a ponto de me fazer investir em demonstrações de carinho. Falta percepção para muitas garotas na atitude de cultivar um bom cliente, um homem interessante, de fidelizar quem dá retorno. Isadora, com toda a sua sensibilidade, teve essa percepção comigo, muitas vezes ajustou a agenda para me receber e foi me conquistando não só pelo sexo, mas pela atenção e ternura que me ofereceu. Acredite, forista sem fé, pouquíssimas agem assim, por incrível que pareça.

Constatei no dia a dia que Isadora possui muitos admiradores e não é à toa que isso ocorre. Ela desenvolve um estreito vínculo de amizade com alguns clientes. Tenho o anseio de alcançar algum tipo de exclusividade com ela, intimidade de confidências, cumplicidade e instantes que ela não compartilha com mais ninguém, não sei se chegarei tão longe, mas são esses os elementos que poderão fortalecer os nossos laços.

Isadora é essa mulher depravada que gosta de gozar com quem se deita e encontrou em mim alguém que não alimenta sentimento de posse. Seu grande trunfo com os homens é a entrega absoluta, entrega que se reflete nos beijos e nos inúmeros orgasmos que ela consegue experimentar num simples contato de uma hora. Sua sensualidade é capaz de pirar as mentes fracas.

A CONCLUSÃO...

Um forista mais atento pode levantar a seguinte questão: como o Dante pode acreditar que namora uma acompanhante tão devassa como a Isadora? Como você pode constatar, estimado forista, não me censuro mais sobre qualquer aspecto íntimo que me interesse revelar. Acredito que estou namorando porque cumpri até aqui todas as etapas que um homem deve cumprir para se sentir parceiro de uma mulher. Não são etapas fáceis, Isadora é desconfiada, em muitas ocasiões é imaginativa demais, brotam tensões na nossa convivência, mas tenho conseguido relevar qualquer inconveniente ou suposições desagradáveis quando vejo a mulher linda, generosa e bacana que ela é, o meu carinho paira acima de qualquer atrito que ela possa ter comigo. Defeitos todos nós carregamos.

Para que não surjam comentários maldosos, eu já me ofereci para assumi-la, sugerindo que ela pare com os programas ou dê um tempo para mergulharmos um no outro. Não me perguntem pela resposta. Sobre ser devassa, o que pode se mostrar mais atraente do que uma mulher devassa que aceita a nossa companhia e que também quer estar conosco?

Posso escrever os relatos porque pago para poder escrevê-los, nada é de graça porque não aceito que ela perca qualquer centavo na convivência comigo, pelo contrário, quero que ela ganhe mais.

Estou namorando a Isadora, mas não sei se ela enxerga isso como algo relevante ou dispensável. Ainda não conheço o seu senso de oportunidade, se for compatível com a inteligência que possui, ela saberá o valor do que conquistou e seremos um par mais do que perfeito. Tudo é possível ou impossível, de acordo com a capacidade de cada um.

Ao me expor neste tópico, não estou traindo a confiança de ninguém, pois não sou casado ou comprometido. Existem pessoas que queremos esconder, outras temos orgulho de mostrar, o valor que nós merecemos é o valor que damos ao nosso eu. Não sei o que Isadora pensará disso, o que sei é que ainda sou tão clandestino em sua vida como qualquer um por aqui.


O ÚLTIMO TD...

Estive com ela sexta-feira. Recebeu-me com um sorriso que ilumina a beleza do rosto irretocável. Passamos algum tempo conversando, deitados em chamegos, até que ela se levantou e me aplicou um boquete absurdo, ficou de lado para os meus olhos enquanto me chupava, o breve Pikachu ameaçava entrar em erupção a qualquer momento. A boca no meu pau, a bunda para cima, rebolando provocante, os gemidos que emitia durante o boquete. Isadora é estonteante. Desceu mais para chupar meu saco e nunca conheci uma mulher que chupasse um saco tão bem, a boca quente, a língua lambendo as bolas, descendo quase num beijo grego, comecei a me masturbar e ela gemia enquanto degustava minhas bolas como se fossem sorvete. Gozei estrondosamente.

Período encerrado, me despedi com a frustração de saber que não terei o fim de semana para estar ao seu lado, torcendo que ela possa descobrir o quanto este passo além das fronteiras dos dias úteis na Álvaro Alvim será importante para erguemos uma união inabalável. Como eu disse, tudo é possível ou impossível, as oportunidades só são proveitosas para quem sabe agarrá-las. Piscada

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12 de Junho de 2022 às 18:06




Haverá quem possa estranhar esta sequência de relatos com uma única mulher. Certamente, alguns dirão que estou competindo com outros foristas neste tópico ou que estou promovendo um afeto. Acredite, forista sem fé, não postei nem sequer metade dos encontros que tive com a Isadora nas duas últimas semanas. Aos que possam aventar que estou apaixonado, responderei que se enganam, estou enamorado, são dois vocábulos com valores distintos. Posso garantir que o que escrevo agora se refere ao derradeiro encontro e é provável que eu faça um intervalo daqui para a frente.

Isadora é uma mulher extremamente visual, isso me atrai demais nela, não sei se conheci outra igual. É uma delícia vê-la gozar, é quase um show para quem gosta de assistir. Sempre levo o meu aparelhinho, que chamo de “fábrica de orgasmos”, e fico apreciando a mulher se contorcer, gemer, gritar e quase desfalecer quando alcança o clímax. É lindo. Nos diversos encontros recentes que tive com Isa, alguns eu fui para curtir sua companhia e fazê-la gozar antes que o tempo terminasse. Cada gozada dela é diferente da anterior, algumas com intensidade impressionante, outras como se fosse uma gata no cio.

Dia dos Namorados, os motéis da bucólica Tijuca, provavelmente, estão lotados e eu aqui, escrevendo relato com uma mulher que perdi a conta de quantas vezes fiquei. Estranho que o Dia dos Namorados no Brasil caia na data que evoca Santo Onofre, um misantropo que odiava o sexo e cultuava a solidão. Não nego, eu teria passado o dia de hoje com ela, mas infelizmente Isadora não me cede qualquer dia do final de semana. É frustrante. Eu perco, mas ela também perde, pois proporcionaria momentos que ela não esqueceria jamais.

Na juventude, fui um nerd, saía da faculdade e me enfurnava na Biblioteca Nacional, rodava pelas livrarias do Centro da Cidade, fazia aulas de piano no Conservatório Villa Lobos, frequentava o Teatro Municipal e a Sala Cecília Meirelles. Depois da surdez, já não toco tão bem ao piano, as livrarias do Centro foram falindo, raramente entro na Biblioteca Nacional, mas ainda gosto de ir ao Municipal e à Sala Cecília Meirelles. Programas que eu apreciava para realizar sozinho, difícil encontrar uma parceira que quisesse me acompanhar em um roteiro muito voltado para o intelecto.

Adulto, descobri que não era tão difícil arranjar namoradas, namorei muito, conheci dias de comer três mulheres em doze horas (manhã, tarde e noite), exercitei a sedução e fui um jovem adulto de boa aparência, com algum charme. O meu problema é que eu falhava na continuidade, me autossabotava, tinha pavor de engravidar alguém ou de não conseguir escapar de um matrimônio. O celibato foi sempre a minha religião, a minha fé.

Envelheci e um certo cansaço de ser sozinho começa a me abater, creio que velhos precisam de companhia, mas sou um velho pervertido, degenerado, não é mais qualquer companhia que serve para mim. Após começar a emergir de um surto depressivo, conheci muitas garotas de programa no espaço de um ano e esbarrei com Isadora. Gosto de citar e repetir que Isadora foi a minha ressureição. Tenho um desvio psicológico, não sinto ciúmes, pelo contrário, sinto tesão ao ver uma mulher que me atrai gostar de ser possuída por outros que a desejam. Eu avisei a você, afeiçoado forista, sou um degenerado. Não consigo mais manter um relacionamento se não puder fazer esses jogos eróticos, mas que tipo de mulher topa isso sem me botar chifres e mentir? São raríssimas, é um nível de cumplicidade e lealdade dificílimo de achar. Isadora me parece ser essa mulher rara.

Tudo poderia ser perfeito, mas Isadora tem suas limitações, ela não pode dormir comigo, não pode passar o fim de semana comigo, não pode morar comigo, não pode se expor comigo. Sim, afeiçoado forista, eu desistiria se minha alma não fosse um poço de otimismo. Aprendi que relacionamentos com mulheres que trabalham com sexo são confusos quando ultrapassam a fronteira de segurança que preserva o nosso combalido coração, mas fico querendo acreditar que Isa é diferente, que ainda manteve sua sensibilidade, sua capacidade afetiva. Vejo como ela se preocupa de forma pessoal com seus clientes, como se envolve com problemas que não são dela e como se faz até de psicóloga para muitos que frequentam o seu ninho. Foi com Isa que conversei sobre detalhes de um assunto que nem com uma psicóloga formada consegui conversar, foi com ela que abri os motivos que me levaram a uma depressão profunda que ainda me assombra de vez em quando.

Isa é especial, mas acredito que tenha o mesmo problema que eu, sabota os relacionamentos que poderiam ser promissores, que poderiam mudar sua vida. Talvez, isso seja consequência de escutar diariamente as conversinhas de muitos homens, todas iguais, todas monocórdias, ela acaba sem saber distinguir aquele que fala a verdade, que pode transformar dificuldades em sonhos realizados.

Encerrada a longa digressão, volto ao objetivo do último relato da série, o sexo. Ocorreu na sexta-feira. Como eu citei, fui muitas vezes visitar a Isadora apenas para ver o show do seu orgasmo, que podem ser vários no curto espaço de uma hora. Introduzi o aparelhinho em seu clitóris, mas dessa vez ocorreu uma novidade, pedi que ela me contasse como foram suas melhores gozadas e como aconteceram, ela contou. Ela falando das trepadas que mais gostou me fez prorrogar o programa por mais uma hora, foram contos eróticos saindo da boca de Isa enquanto ela gozava outra e outra vez. Virou meu vício.

Tempo encerrado, relato concluído. Para o meu estilo de tara, não vejo nenhuma que possa me agradar mais do que a Isadora. Positivo

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09 de Junho de 2022 às 22:06



*Só aqui no Arena, sob a batuta do camarada e maestro Brand, me atrevo a escrever os devaneios que virão a seguir.

A INTRODUÇÃO NECESSÁRIA

Pela insuspeição, é necessário que eu confesse que me enamorei da Isadora. Digo que esse sentimento irreprimível, que tomou de assalto o coração vetusto deste escriba, brotou subitamente. Talvez, tenha nascido de um olhar, de uma frase, de uma palavra, de um aroma ou de uma simples respiração. A verdade é que não é fácil que qualquer presença feminina sacuda os meus recantos mais emotivos. Isadora foi a minha ressurreição.

A alma do fórum é a credibilidade do seu conteúdo, mas a confiabilidade desse conteúdo é subjetiva por natureza, há preferências peculiares, gostos diferenciados, propósitos individuais e atrações distintas. Sou um personagem antigo, um homem que consegue domar os sentimentos mais intensos, mas não sou permanentemente imune ao afeto, ao entusiasmo desmedido por uma mulher.

Estou me comportando como o namorado de Isadora, é uma ilusão somente minha diante de uma mulher que atua como a magnífica profissional que é, que reconhecemos como uma das melhores feiticeiras sensuais do atual cenário erótico.

Ousei até fazer uma proposta para que a bela loira viesse dormir algumas noites no meu modesto chalé na bucólica Tijuca, para que pudéssemos jantar, conversar e terminar na cama explorando os deleites da carne. Infelizmente, ela me disse não ter condições de aceitar o meu convite, mesmo sendo compensada financeiramente. Sim, afeiçoado forista, eu poderia assumir a presença de Isadora em minha casa, como se fosse uma companheira oficial, poderia até tirar da vida ou deixar que continuasse trabalhando no seu ofício se fosse a vontade dela, o essencial seria desfrutar da sorte de sua companhia. Como já disse, sou solteiro, sem filhos, ganho mais do que preciso e aplicar um dinheiro que não uso com ninguém para poder investir no raro efeito do amor refrescaria à minha rotina.

Alguns irão me criticar por este texto, irão debochar, irão rir do velho inebriado e poderão questionar se devo continuar escrevendo relatos. Não sei se devo continuar escrevendo relatos, mas quando escrevo um TD tento ser honesto. Perco a credibilidade? Não. Perco a vergonha, derrubo a censura que me impediria de confessar o que confesso. Atravessando o rubicão da terceira idade, decidi me permitir ficar nu em público.

Meu cérebro é labiríntico, tenta interpretar os descaminhos do romance, dos amores perigosos, das trilhas obscuras. Ainda não perguntei à loira Isadora se cogitaria me ter como seu parceiro, como seu companheiro de aventuras e de vida, mas é provável que insinuar a pergunta aqui seja o mesmo que perguntar diretamente a ela. O que importa é que eu poderia apresentar a ela outras perspectivas.

Estou namorando Isadora, mas não quero dizer com isso que ela me namore. É a ficção de um escritor da vida mundana. Acredite, forista sem fé, para um libertino da minha idade, com a estrada que percorri, falar em romance é a revelação de um episódio extraordinário. Expõe, principalmente, uma mulher com virtudes excepcionais. Desde que me conectei a ela, tenho me mantido fiel, não busquei outras, até porque as outras não conseguiriam me oferecer a intensidade que a Isa me oferece. Troquei o celibato pelo pacto de lealdade, a solidão pela companhia, troquei a liberdade pelas delícias de um cativeiro amoroso. É um privilégio para mim, mas também é um privilégio para ela ter conseguido cativar um homem com as minhas qualidades e com a experiência que carrego. Esquecendo a modéstia, sou um bom partido. Tornei-me exclusivo de Isadora, por muitos motivos, por motivos que são meus, razões invioláveis. Por quanto tempo? Não depende só de mim.

Por outro lado, desenvolver uma relação em paralelo com o trabalho dela não é fácil. É missão ingrata tentar criar vínculos que não se resumam somente a encontros que não se aprofundam, hoje não me interesso tanto por sexo quanto pela qualidade da conversa, me interesso pela inteligência, pela sensibilidade, pela capacidade da garota em ser uma boa companhia e pela abertura que ela oferece para que uma relação mais íntima possa crescer. O meu interesse é mais humano do que sexual. Sexo é fácil, vínculos são difíceis porque exigem esforço e confiança.

Há o risco imenso da frustração, de tristezas, de decepções, de tempo perdido. Nem todas as mulheres que trabalham com o sexo conseguem alcançar a capacidade de aprofundar relações que poderiam ser promissoras, mas uma força misteriosa me faz tentar apostar na inteligência de quem consegue despertar o meu interesse. Sim, é possível que eu seja ingênuo, mesmo sendo velho.

O SEXO INEVITÁVEL

Em nosso derradeiro encontro, consegui o último horário da agenda de um dia que foi tumultuado para ela. Pedi um período maior, queria degustá-la como se degusta o melhor da vida. Levei os meus aparelhinhos de tortura erógena, adoro ver a Isadora gozar, é quase um show particular que me proporciono. Ela é capaz de gozar muitas vezes, incontáveis vezes, em uma disposição sexual invejável. Fica encharcada de mel. A supremacia da Isadora, como muitos sabem, está na capacidade de entrega, na sensibilidade, na vontade de sexo, na necessidade de ser putona, na intensidade do seu desejo pelo orgasmo. É assim com todos que atende, mas mantenho a fé delirante de que há algo nela só meu.

Comecei tocando o seu clitóris, ela fechou os olhos, contorceu a boca, o rosto tinha expressões febris enquanto rebolava o quadril. Peguei um dos aparelhos que levei para o encontro e coloquei sobre a sua boceta, ela estremeceu como se levasse um choque, rebolou mais intensamente, gemeu alto, gritou, alisou o próprio corpo, apertou os seios impecáveis, sua face exibia um tesão indescritível. Gozou, gozou muito e eu quase gozei junto. Isadora é pornográfica, me faz lembrar uma atriz pornô chamada Fernanda Fernandez, sendo que a Isa é muito mais bonita. Depois dos orgasmos, ficamos nos beijando e quando falo sobre o beijo de Isadora, quem provou pode confirmar o que é, não existe igual. Conversamos, namoramos e ela me aplicou um boquete sobrenatural. Após falecer por alguns segundos em uma gozada vulcânica, me despedi. Deixei um presente valioso, espero que ela use.

“Tão bom morrer de amor! E continuar vivendo” — escreveu Mário Quintana. Saí do prédio da Álvaro Alvim e ganhei a Cinelândia nostálgica e noturna. Meus olhos não conseguiam mais enxergar nada como enxergavam antes. De volta à bucólica Tijuca, reconheci que estou ligado indissoluvelmente a uma mulher. Os velhos também amam... Girl8

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04 de Junho de 2022 às 08:06



*RELATO ESPECIAL — ANIVERSÁRIO DO DANTE — ÚLTIMO CAPÍTULO


Duas semanas antes da data do meu aniversário, separei uma quantia e decidi que investiria tudo na comemoração, bem no estilo Al Pacino em “Perfume de Mulher”, a diferença é que não sou cego como o personagem que ele interpretou, sou surdo. Disponibilizada a grana para a farra, faltava escolher a mulher. Quem aceitaria ser minha acompanhante na semana em que planejei uma série de eventos? É inacreditável, porém, de todas as meninas que conheci, só imaginei uma que poderia atender aos meus requisitos. Talvez, fosse também a única que poderia aceitar a minha proposta. Todos já sabem o nome da escolhida, foi a Isadora.

Na sexta-feira, cheguei à tarde na Cinelândia e avisei a Isadora que estava na área. Wolf, o dono do Zezé, já se encontrava de plantão no seu point habitual, passei por ele com um cumprimento rápido, pois estava atrasado para o meu último encontro de aniversário com a sexy loira balzaquiana. Veja, forista sem fé, quando entrei na sala da Isa, havia um bolo de chocolate com velinhas e o som ligado tocava parabéns para você. Admito, fiquei emocionado, não esperava pela surpresa nem pelo capricho carinhoso que ela teve com uma data que é especial só para mim. Não cultivo mais o amor romântico, mas acredito no amor que nasce das atitudes e da dedicação que observamos no outro; neste momento, posso afirmar que senti amor por Isadora. Jamais alguma acompanhante fez isso por mim.

No dia três de junho, nenhuma garota, além de Isa, me desejou feliz aniversário. Como eu não poderia começar a sentir um afeto maior por essa mulher tão sensível e delicada? Passei a adorar a Isadora quando ela me entregou uma lembrancinha e um cartão escrito com letras bonitas e palavras comoventes sobre a minha mudança de idade. Estou velho, em fim de carreira, são poucas as pessoas e as ocasiões que conseguem me surpreender. Isa me surpreendeu.

Não me considero um privilegiado, entendo que Isa gosta de criar uma relação de intimidade pessoal (não apenas sexual) com seus clientes, é o que a torna especial, mas é o que também gera o risco de atrair indivíduos mais ciumentos. Esse é o diferencial no atendimento da Isadora, ela sabe se conectar às nossas carências, valorizar o nosso desejo. Infelizmente, sou um desses velhos que analisam as situações o tempo todo, gosto de me sentir realmente único para quem está comigo, mesmo que seja em um programa. Questiono todas as emoções que borbulham dentro de mim. Devido a própria idade, não sou mais de me deixar levar, de deixar rolar. Observo o momento e só mergulho quando o mar é transparente.

Na última quinta-feira, levei a loira ao teatro para me fazer companhia, tudo previamente combinado, não esquecendo que ela é uma profissional. Que parceira maravilhosa é a Isa, tem classe, postura, é inteligente, sensível e capaz de ficar ao lado de um homem pretensiosamente intelectualizado como eu e ao mesmo tempo me deixar orgulhoso de ter uma mulher como ela me acompanhando. Creio que Isadora gostou da experiência teatral. Depois, a levei para jantar num restaurante em Copacabana, bebi meu uísque e ela a sua coca-cola zero, uma boa conversa, um deleite contemplar a sua beleza e poder estar fora da Álvaro Alvim, 37. Arrisco-me a dizer, sem hesitar, que Isadora é uma acompanhante de luxo e precisa começar a se convencer disso. Sou um homem experiente, dotado de relativa inteligência e sei que não exagero quando comento sobre o diferencial dessa moça, sei reconhecer tesouros quando encontro. Aqueles que a conhecem, confirmariam o que escrevo.

Sexta-feira, dia oficial do meu aniversário, programei com ela um almoço em um restaurante simpático da bucólica Tijuca, depois aproveitamos o resto do tempo num motel. O sarro fenomenal na hidromassagem valeu tudo que investi. Beijos, boquete, amassos... Prazeres indescritíveis e orgasmos inenarráveis. Isadora tem essa capacidade de gozar várias vezes como se fosse a primeira vez que estivesse gozando. É fogosa demais. Ela fez o papel de namorada disposta a agradar. Tudo o que eu pudesse dizer de elogios neste texto soaria redundante, mas alguns detalhes surpreenderiam os foristas. Digo só que foi uma tarde inesquecível, que guardarei para sempre comigo. Escrevo o relato para que estes dias de comemoração fiquem registrados no fórum e que eu possa me recordar do que vivi daqui a alguns anos. Sou um homem que gosta da própria solidão e Isadora quebrou uma parede que costuma ser intransponível.

Talvez, a rainha loira nem vá apreciar as tantas minúcias que escrevi, ela é modesta, mas não posso faltar com a verdade, não posso descrevê-la menor do que é. Repito, Isadora tem a estatura e o comportamento de uma acompanhante de luxo, das mais refinadas. É a Julia Roberts em "Uma Linda Mulher". Isadora é uma lição que todas as garotas deveriam seguir, só iriam ganhar se aprendessem com ela.

O aniversário terminou, não sei o que virá daqui pra frente, ilusões se confundem com sensações reais. Tudo no mundo é frágil, tudo passa, escreveu uma poetiza portuguesa.

O que desperta o amor? O gesto, a sinceridade, a atitude, a lealdade e o carinho comigo. Não é o tempo que constrói os amores, o que semeia o amor é a capacidade de alguém demonstrar o que ninguém nos mostra, aquilo que somente uma única pessoa foi capaz de nos dedicar. Amor não é paixão. Diante disso, sem medo do ridículo, eu posso dizer: amo você, “pipoqueira”.








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01 de Junho de 2022 às 12:06



*DA SÉRIE ANIVERSÁRIO DO DANTE – TD PREMIUM

Nuvens negras, mar bravio, solidão.
O horizonte é um nada devastado
Eu caminho por onde não há chão.
Meu mundo é um tecido destroçado.

A vida leva e não faz concessão,
O sorriso brilha desconfiado,
Os olhos renegam qualquer paixão.
São contrapesos de um rosto cansado.

Desilusões nos roubam o paladar,
Mas a alegria pode estar lá fora,
Tem cheiro e tem um rosto, é o agora.

A existência não é linear
Amanhecer é aguardar a hora.
O Sol nasce e tem nome: Isadora



Desde o ano passado, não me permitia comemorar nenhuma data festiva, uma tristeza insistia em mim desde o falecimento do meu pai e de outras mortes causadas pela pandemia. Foi um período de profunda depressão, um estado de completo desamparo que eu nunca havia experimentado. Não, não foi fácil a sensação de estar atravessando uma tempestade brutal que não cessava, que destroçava o meu olhar sobre a vida, que dizimava a minha pacata rotina, que dilacerava a minha alma para somente me mostrar que não possuo controle sobre nada. O tempo é sádico, nos tira tudo lentamente, num conta-gotas de perdas que vão nos amputando de todos os amores que cultivamos nesta breve existência.

Foi neste ano de 2022 que comecei a emergir das águas turbulentas e decidi que comemoraria a minha sobrevivência ao caos pelo qual passei, que deveria resgatar a minha alegria reduzida a farrapos após suportar a tormenta que me assolou. Voltei a me encontrar com mulheres, busquei no sexo a minha fuga, encontrei nas garotas de programa o meu consolo. O ritmo desses encontros foi intenso e poderia continuar assim se eu não tivesse esbarrado com a loira Isadora, não foi tarefa simples conhecê-la, precisei apelar para uma falsa identidade que tornou possível driblar o seu bloqueio e provar que os rumores a meu respeito não se sustentavam diante da minha imagem verdadeira.

O primeiro contato com a Isa me impactou, da mesma forma que deve impactar tantos outros foristas que ousam conhecê-la. Fiquei impressionado com a entrega, com os beijos, com a beleza da balzaquiana que brilha para os nossos olhos, com a delicadeza, com a sensibilidade, com os orgasmos e com a poderosa energia sexual que nos transmite. Isadora gosta de ser chamada de princesa porque não se dá conta de que é rainha de um império soberano de prazeres e paixões. Não tenho dúvida de que muitos homens naufragam naquele apartamento da Rua Álvaro Alvim, afogam-se com um sorriso triste por saberem que não poderão possuí-la para sempre.

A introdução deste relato explica o porquê escolhi Isadora para ser a minha parceira exclusiva numa data que representa o meu renascimento. Isadora é a minha ressurreição e foi ela a escolhida para me acompanhar na semana da redescoberta do entusiasmo de viver. Digo que ela teve esse privilégio, acima de outras garotas, pelas tantas virtudes que possui, ela também me concedeu uma honraria quando aceitou o meu convite. Conheci muitas mulheres este ano, mas nenhuma compreendeu que talvez valesse a pena me priorizar como cliente, como pessoa e como forista que escreve. Isadora entendeu isso, por diversas vezes me priorizou até arrebatar a minha irrevogável admiração.

Algum forista maldoso poderá dizer que o velho Dante está apaixonado, mas seria um engano grosseiro proferir tal dedução. Sou um libertino marcado por muitas cicatrizes, algumas profundas, não deixo que a fugaz ilusão do amor me consuma com facilidade, muito menos por amores que surgem dentro do universo mundano. Fico imaginando quantas dezenas de declarações românticas a bela Isadora escuta todos os dias, a quantidade de promessas vãs, as juras eternas e repetitivas de uma penca de homens carentes ou daqueles que carregam a compulsão de seduzir para conquistar um prêmio. Quem sou eu para competir com tantos conquistadores? Sou um velho escriba cujo único talento é saber compor com palavras. Um dia desses, eu estava sendo atendido por ela e a campainha toca, precisei correr para dentro do banheiro, era um entregador trazendo um lanche enviado por um cliente anônimo. Isadora é mimada por todos os lados.

Não, o velho Dante não quer se apaixonar, mas busco criar uma conexão com Isa, conexões são mais duradouras e sólidas do que paixões passageiras. Sim, estou ligado a Isadora, algo raríssimo de acontecer comigo, não acredito que seja uma situação recíproca, mas da minha parte é um impulso sincero. Não foi à toa que a escolhi como acompanhante exclusiva nesta semana de aniversariante. Alguns podem insistir em dizer que estou gamado, mas afirmo que tento apenas construir uma ponte, sou um arquiteto dedicado erguendo um vínculo inabalável com esta mulher transbordante de lascívia e fogo que chamamos de Isadora. Se vou quebrar a cara? Não sei, mas tenho certeza de que nada me causará mais estrago do que as dores que conheci recentemente pelas perdas sofridas. O risco valoriza o gesto.

Como parte da minha programação da semana de aniversário, propus à Isadora que passasse uma tarde comigo antes de terminarmos na cama. Combinamos o valor e iniciei o roteiro. Fomos almoçar no meu rodízio de massas preferido, o Coliseu. Conversamos e rimos enquanto eu saboreava as delícias do prato e do olhar da rainha. Perdoem-me pelo que possa parecer bajulação, mas a Isadora estava linda, elegante, a pele reluzente, o sorriso impecável, a voz suave e firme, adoro a voz de Isadora. Saímos do Coliseu e passeamos pelo Edifício Central, onde me deu na telha entrar em uma joalheria e presenteá-la com um relógio que me pareceu fazer justiça ao seu pulso gracioso. Ela gostou. Compreenda, afeiçoado forista, o meu melhor presente foi presenteá-la.

Saindo do Edifício Central, pegamos um táxi e levei-a para conhecer o Mosteiro de São Bento, uma igreja barroca do século 17 encravada perto da Praça Mauá, um dos meus locais favoritos no Rio. Isadora se emocionou, ficou encantada com tudo que a sua sensibilidade absorveu e eu fiquei extasiado observando a capacidade dela de perceber toda a beleza histórica que nos rodeava. Comentei sobre o estrondo que seria se ela desfilasse vestida de noiva naquele cenário exuberante. Ficamos curtindo juntos a paz do monastério, nos deixando impregnar pela vibração dos séculos que descansam ali. Senti que Isadora estava feliz, talvez por ficar longe por algumas horas da caverna claustrofóbica da Álvaro Alvim sabendo que não teria nenhum prejuízo profissional. Como tudo sempre acaba, precisávamos retornar ao castelo 37.

Dentro do quarto, renovada pelo passeio, Isadora me beija como nunca havia me beijado, uma eletricidade diferente nos percorreu, sua boca parecia uma tocha iluminando os meus recantos mais obscuros. Ela diz que quer gozar, que quer meter comigo. Devassa e desinibida, ela me deita, monta sobre o meu tronco, encaixa o meu pau em sua boceta, rebola, se esfrega, quica e não tira os olhos dos meus olhos enquanto os seus lábios se contorciam em gemidos de um orgasmo anunciado. Ela goza com um grito de vitória.

Tempo encerrado, hora da despedida. Ganhei as ruas do Centro e não enxerguei mais as cores intensas que a luz incessante de Isadora iluminou naquela tarde. A separação me turva os olhos e penso se realmente não estou apaixonado. Como escreveu Vinícius de Moraes: se for amor, que seja infinito enquanto dure... Piscada

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01 de Junho de 2022 às 00:06


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DA SÉRIE ANIVERSÁRIO DO DANTE Dancinha


Quando cheguei ao Centro, o fim da tarde se aproximava a galopes acelerados. Admito que não sabia bem o que estava fazendo, seria uma experiência nova para um libertino velho, ondas de excitação misturadas à ansiedade embaçavam a mente. Deixei para a Isadora a gerência e organização da minha mais nova fantasia, o sexo com duas mulheres. E aqui faço um agradecimento necessário à bela Isadora, que vem demonstrando imensa boa vontade e carinho comigo na realização dos meus desejos exóticos de aniversariante, acredito que nenhuma outra mulher me dedicaria tanta atenção, paciência e consideração. Não sou chegado a clichês, mas Isadora é uma princesa.

— Dante, mas você nunca ficou com duas mulheres e se diz libertino? — ecoaria a pergunta irônica de um forista curioso.

Não, nunca havia me deitado com duas mulheres simultaneamente porque nunca me senti competente e apto para dar conta da empreitada. Sou um homem mais dedicado à boemia e ao foco em uma única fêmea, mas a velhice tem me provocado novos desejos.

Trato feito, valores acertados e agora eu estava ali, entrando no elevador do famigerado 37 da Álvaro Alvim. Enquanto subia, escutei a ascensorista cantarolar um hino evangélico, fiquei com receio de que aquilo fosse algum mau presságio para quem estava prestes a cometer uma simulação de bigamia. Tentei abstrair. A porta do elevador se abriu e desembarquei com a pressa de quem foge de um confessionário.

Toco a campainha, Isadora me recebe com uma calcinha minúscula, os seios irretocáveis saltando afoitos do sutiã, me avisa que a Giovanna Vitale está vindo. Embalamos nos beijos, sarros e amassos para aquecer o ambiente. Para este escriba corroído pelo tempo, vejo em Isadora um mistério que se oculta por atrás da sinceridade que ela exala, uma balzaquiana linda, com uma capacidade de entrega incomparável e uma generosidade rara de se ver em nosso universo mundano. Sinto uma paz alegre quando estou com ela, uma vontade secreta de que o tempo se estenda ao infinito para que eu não precise ir embora nem me separar daquele corpo quente que me acolhe.

Giovanna chegou, eu não a conhecia, é uma moça atraente, com corpo apetitoso, peitos fartos e convidativos, uma bunda esférica e estufada, pernas grossas, simpatia espontânea, qualidades que me deixaram à vontade e relaxado. Tiramos a roupa, os três nus e com anseio pela devassidão. Isadora e Giovanna começam a se beijar, línguas gulosas girando, enroscadas em si mesmas, como duas bailarinas salivantes, duas feras autofágicas devorando-se. Eu me mantive a distância, contemplando, em êxtase, num estado de absoluta efervescência.

Giovana abocanhou os seios apetitosos de Isa, lambia como se saboreasse um pavê de creme. De olhos fechados, Isadora não conseguia conter gemidinhos, roçava o corpo em Giovanna, as duas se alisando, explorando uma o corpo da outra, descobrindo áreas de arrepio, buscando o mapa do ponto G. Isadora deitou-se e Giovanna mergulhou decidida em sua boceta cheirosa e lisa, chupou entusiasmada a minha loira favorita. Isa se contorcia, gemia mais alto, dava gritinhos. Avancei para beijá-la na boca e mamar um dos seios enquanto Giovanna a conduzia ao orgasmo, a um passeio pelo Éden. Isadora gozou forte, virou-se de lado respirando forte.

Um brevíssimo intervalo e Giovanna adiantou-se para me fazer um boquete ao mesmo tempo em que Isa puxou minha cabeça para encaixar um beijo faminto. Acredite, forista sem fé, que sensação extraordinária, uma mulher chupando meu pau e a outra me chupando a língua, um caboclo mais fraco gozaria como hidrante durante um incêndio, mas eu consegui me segurar para curtir outras cenas. Giovanna abandona meu combalido pênis, que a esta altura já se assemelhava a um pimentão maduro devido à pressão do sangue, e formou um beijo triplo comigo e com Isadora. Sou um bom escritor, mas não sei como descrever toda a gama de emoções que me abateu, um turbilhão de reações químicas intensas e inenarráveis.

Deitei Giovana e passei a chupar sua vagina úmida e morna, a garota tem uma sensibilidade a flor da pele, se contorcia, tentava não gemer e gritava, o clitóris inchava nos meus lábios, ela começou a estremecer, como se estivesse em
incontida convulsão. Gozou.

Outro intervalo, Isa montou em Giovanna e iniciaram um esfregar de bocetas, a famosa briga de aranhas. Isa começou devagar e foi acelerando à medida em que se empolgava, as duas mulheres gemiam, se apalpavam e Isadora continuava esfregando-se freneticamente. Isa berrou e teve novo orgasmo. Digo a você, afeiçoado forista, quando a cena terminou, eu já havia alcançado umas trinta ejaculações psicológicas, mas ainda faltava gozar de verdade e as duas garotas partiram para cima de mim como canibais em dia de festa. Beijos, boquete duplo, lambidas no saco, punheta, unhas na virilha e gozei desesperadamente.

Ficamos os três numa conversa agradável, mas o período terminou e Giovanna teve que nos deixar. Estendi um pouco mais com a Isadora e combinei com ela um novo programa, diferente do habitual, ela topou (aguardem o próximo relato). Precisei me despedir e ganhei a Álvaro Alvim, onde encontrei o ícone pop Papai Noel e o roqueiro Wolf, o verdadeiro dono do Zezé. Conversei rapidinho com os dois e um perfume de maconha começou a impregnar a rua, senti uma estranha onda coletiva na região e deixei os dois famosos foristas porque precisava retornar à bucólica Tijuca. Emparelhei o meu aparelho auditivo com o celular e aproveitei a doce maresia para ouvir Gabriel Pensador.

MARESIA

Eu estava realizado, estava feliz. Yes

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30 de Maio de 2022 às 23:05



"Se sentires as pernas cansadas, abre o peito e inspira fundo."

—Friedrich nietzsche (1883)



O mar se movia com preguiça quando estacionei o Sucatão às margens da Praia Vermelha. A noite se fazia densa, o silêncio só permitia o sussurrar leve da brisa que soprava de algum ponto obscuro do horizonte. Não pensei que ela pudesse se lembrar de mim, até receber um súbito chamado pelo WhatsApp. Gisele voltou, mas ficará por poucos dias no Rio. Avisou-me que não estava no Centro, mas hospedada na casa de uma amiga na Urca. Marcamos e cheguei antes da hora. Eu transpirava ansiedade. Inseri um disco aleatório no cd-player, apoiei as costas na lataria do carro e um som antigo transbordou alto pelas caixas de som...

Kate Bush

Há momentos que são mágicos, enquanto a balada emoldurava a paisagem exuberante, avistei Gisele vindo em passos suaves pelo lado da Fortaleza de São João, ela me acenou com a leveza da bailarina que é, meus olhos quase marejaram ao confirmarem sua presença divina. Louraça, cabelos soltos se derramando pelos ombros, olhos que cintilavam à distância, pernas longas e torneadas, cintura fina, o rosto delicado de beleza imponente, tudo isso envolvido por um vermelho vestido vaporoso e decotado. Acredite, forista sem fé, o meu primeiro pensamento se materializou em uma frase: “estou sonhando, essa mulher não quer ser minha, não pode ser...”

A escrita é um instrumento que afinamos com exercícios diários, treinando, sentindo o som dos vocábulos, o ritmo, a respiração, a textura de cada sentença, porém, mesmo que eu fosse um virtuose da palavra, não conseguiria descrever Gisele de forma fiel, que retratasse o quanto ela é deslumbrante. Ela pertence ao grupo das jovens mulheres que nos causam apneia, minhas pernas tremeram diante da sua aparição. Fiquei ali, estático, esperando que se aproximasse o suficiente para que eu pudesse agarrá-la como um náufrago tentando não se afogar.

— Dante, como você está elegante. Isso tudo é pra mim? — foi sua primeira frase para este velho libertino.

Sim, afeiçoado leitor, sou um britânico nascido moreno e nos trópicos. Minha resposta foi um abraço e um beijo em sua boca, Gisele retribuiu. Ela me convidou para nos sentarmos um pouco na areia da praia, queria conversar, aceitei. Contou-me sobre as viagens que fez, disse que São Paulo é muito melhor do que o Rio para uma stripper como ela, confidenciou que sentiu saudades de mim (será?) e me lançou um olhar quase em brasas. Começou a alisar minha perna direita e subiu até o meu combalido pênis escondido sob a calça jeans, os sinais da ereção se manifestaram. Novamente, ofereceu-me a sua boca, a língua gulosa quase alcançou a minha traqueia, ela se deitou sem medo de se lambuzar na areia, puxou-me para o seu lado e levou minha mão a um dos seios. Transei na praia uma única vez na minha vida, mas fiquei receoso de continuar com aqueles amassos ousados em uma área militar, como é a Praia Vermelha. Perguntei a Gisele se ela teria tempo para irmos a um motel, ela disse que precisava fazer um show mais tarde no Palácio de Cristal, mas poderia ir se não demorássemos muito. Cavalo dado não se olha os dentes, parti com ela para o Bambina, em Botafogo.

Confesso, afeiçoado forista, dentro do quarto, ela se despiu e fiquei alguns minutos sentado à beira da cama contemplando aquela obra magnífica da genética e da natureza. Gisele é a minha Sharon Stone, uma loira que exala sem pudores o seu instinto selvagem. Ajoelhou-se e abocanhou Pikachu, o breve, em um boquete quase artístico, lambendo a minha glande com calma, explorando com a língua todos os detalhes anatômicos do meu pau, deslizando sua boca até o meu saco, chupando meu saco, subindo para engolir novamente o pênis, alternando o boquete com a punheta. Meu tesão era tanto que fiquei com receio de sofrer um AVC. Não sei qual é a técnica que ela usa, mas rapidamente senti aquela sensação vulcânica da erupção e gozei jatos intermináveis de sêmen na garganta da menina. Ela engoliu, lambeu os lábios e me deu um sorriso devasso que jamais irei sairá da minha memória. Devido a ejaculação precoce, o encontro terminou rápido.

Voltamos ao Sucatão, acelerei e partimos em direção ao Palácio de Cristal. Quando peguei o Aterro do Flamengo, a música de Simple Minds inundou a cabine...

Simple Mind

— Sabe que adoro você, Dante? — Gisele me diz de repente.

Pisei mais fundo no acelerador sem conseguir conter um sorriso de euforia. Outro pensamento intruso se manifestou em uma frase mental silenciosa: “Caralho, essa mulher é minha”. Yes

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25 de Maio de 2022 às 11:05





MÉNAGE: HMH + VOYEUR


Acredite, forista sem fé, o avançar da terceira idade nos faz menos potentes e mais pervertidos. Conhecendo esta verdade, você será capaz de compreender os motivos que me fizeram realizar a fantasia erótica que narrarei aqui: um ménage com dois homens, uma mulher e um voyeur (eu). É necessário que eu explique, há alguns tempo assumi a minha atração pelo voyeurismo, é uma boa opção para idosos em fim de carreira.

O primeiro passo foi avaliar para qual mulher eu poderia propor a obscenidade, pouco tenho saído com frees e a maioria delas sempre me parece enrolada com agenda, com clientes e com elas próprias. Quem poderia ser então? Subitamente, a força da intuição iluminou a minha mente como um relâmpago: Isadora.

Foi no último encontro que fiz a proposta bizarra, percebi que os olhos da mulher brilharam antes de me responder.

— Eu adoro isso, Dante.

A generosa reciprocidade à sugestão me animou. Por via das dúvidas, considerei sensato consultar o nosso presidente Brand para saber se eu poderia escrever a estranha aventura no tópico da garota, pois se tratava de uma situação com algum ineditismo. O presidente liberou. Tudo acertado, agora seria me dedicar à fase mais difícil, escalar os coadjuvantes.

Há anos sou cadastrado em um site dedicado ao ménage e swing que se chama Sexo com Café, foi onde anunciei minhas intenções e rapidamente choveram candidatos. Escolhi dois jovens bem apessoados e em forma, ambos pré-aprovados pela protagonista. Combinei o dia, local e hora. Marquei com os dois num bar da Cinelândia antes do horário agendado com a Isa, fiz a entrevista básica, dei instruções e pedi para que subissem dez minutos depois de mim. Os dois entenderam tudo e selamos o acordo.

Quando toquei a campainha da sala e a Isadora me viu sozinho, pareceu-me decepcionada. Expliquei imediatamente que os rapazes iriam chegar e ela deu uma ajeitada no leito que serviria como palco para a depravação. A campainha tocou, os garotos entraram, apresentaram-se: Jean e Flávio.

Avisei que ia ao banheiro e Isadora disse que iniciaria a ação. Quando abro a porta para retornar ao quarto, ela já estava beijando os dois rapazes, segurando o pau de um deles e os dois mamavam seus seios no intervalo entre os beijos. A boca de Isadora se contraía de tesão, os olhos reviravam. Nus, os dois jovens ofereceram o pênis para que ela chupasse e ela chupou, abocanhou, se fartou como se lambesse sorvetes Chicabom, ela chupava gemendo. De quatro na cama, revezava o boquete entre as duas picas, às vezes levantava os olhos para me observar, eu assistia aquele espetáculo pornô com a ereção nas galáxias, salivando com a desenvoltura sexual dessa mulher fora de série.

Isadora se deita e um dos garotos começa a chupar sua boceta enquanto o outro beija a sua boca e mama seus seios. Isadora grita, fala palavrões, se contorce. Quando sentiu que poderia gozar, interrompeu a cena e disse que queria que um deles metesse nela. O rapaz mais alto se deita e ela monta em seu tronco, introduz o pênis, rebola, quica... o garoto reagiu em um delírio febril. O outro parceiro dedilhava o cu da moça, lambia sua nunca, segurava a sua cintura, dava tapinhas na bunda. Isadora não aguentou, gozou com fúria e despencou amolecida sobre o colchão.

Jean e Flávio deitaram-se ao lado dela, voltaram a acariciá-la, Isadora recobrou as forças e pediu que a comessem outra vez. Ficou de quatro, um dos garotos encaixou o pau em sua vagina e o outro ficou diante do seu rosto para ser mamado. Um metia e o outro ganhava um boquete. Isa gemia alto, algumas vezes tirou a boca do pau de Flávio para soltar um grito de prazer incontido, Jean continuava metendo. Mudaram de posição, Flávio se deitou, Isadora montou sobre o seu pau e pediu que Jean comesse a sua bunda, a famigerada dupla penetração. Estar presente diante daquele cenário foi quase como contemplar um quadro renascentista, coisa linda. Isadora gemia altíssimo, rebolava, um pau bombava em sua boceta e o outro entrava e saía do cu. Creia, afeiçoado forista, o gozo dos três desregrados foi quase simultâneo. Eu tocava uma punheta inebriado com a imagem, mas segurei o orgasmo.

O combinado era que os garotos fossem embora depois que gozassem, cumpriram o trato. Agradeci aos dois pela performance e saíram. Isa foi se banhar e depois voltou para me satisfazer. Estava empolgada, me confessou que amou a brincadeira, que não lembrava de nenhum cliente dela que gostasse do que inventei e me pediu para fazermos outra vez quando for possível. Claro que faremos. Deitei-me e ela me aplicou um boquete cheio de tesão, a boca molhada e profunda, foi o melhor boquete que recebi dela desde que a conheci. Pedi para chupar sua chana, ela se deitou e abriu as pernas, me disse que sentia como se ainda estivesse gozando, estava muito melada. Mergulhei com a língua, saquei o aparelhinho quase medieval, encostei sobre o seu clitóris e ela ficou enlouquecida. Voltou a gritar, a se contorcer, pediu clemência e gozou novamente. É raro encontrar uma mulher que goste tanto de sexo quanto Isa.

Ela veio me chupar novamente, o mesmo boquete sublime, lambia meu saco, ameaçava um beijo grego, me masturbava com o pau dentro da sua boca. O velho Dante não conseguiu mais resistir. Explodi ao mesmo tempo que implodi. O período se esgotava, conversamos até o momento da despedida.

Sinceramente, existem garotas interessantes, mas atualmente não sei se conheço tantas garotas do naipe da Isadora na cama, ela é voluptuosa, pornográfica, sem-vergonha, tem uma capacidade de entrega única, tudo o que aprecio em uma acompanhante. Saí pela Álvaro Alvim em êxtase pelo sucesso da fantasia e pelo show que presenciei, Em Isadora identifiquei uma parceira com sintonia fina e vontade de agradar. Novos capítulos virão...

#Libertine-se

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[TERAPIAS] ESPAÇO TANTRA RJ - Centro - Rio de Janeiro - RJ
BELA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 TALVEZ

23 de Maio de 2022 às 22:05



A introdução deste relato será esquisita, é por isso que apelo à sua compreensão e paciência, afeiçoado forista. Começo confirmando que atuo como escritor profissional, possuo diversos livros publicados, fui premiado em algumas ocasiões. Minhas formações acadêmicas giram em torno da escrita. Hoje, possuo uma editora que lança as obras que produzo. Cultivo laços na Academia Brasileira de Letras (instituição que frequento), tenho colegas famosos na área da literatura e da cultura em geral, são os elementos que compõem o meu habitat. Não faz muito tempo, um crítico literário me definiu como um autor que mistura o rigor machadiano com a eloquência de Nelson Rodrigues, não sei se foi deboche ou elogio, o fato é que achei o máximo ser comparado a duas referências icônicas da literatura brasileira, mas não me permito ser devorado pelo ego.

Há anos descobri que o meu estilo atrai a atenção de determinados grupos de leitores, tanto em ambientes literários, nas Redes Sociais, como nos fóruns sobre sexo pago. Desperto a admiração dos bons e o recalque dos maus. Precisei aprender a conviver com o recalque por conta do talento que desenvolvi com estudo e empenho. A boa escrita é poder e a Internet ainda é muito baseada na escrita.

Toda essa introdução não é para fugir da minha natureza modesta, é para compartilhar que muitos e muitas falam mal de fóruns como este, tentam desqualificar o site e quem participa dele, dizem que é perda de tempo, uma sequência de bobagens, que foristas são idiotas etc. Não concordo com nada disso, o fórum é um registro cotidiano daqueles que transitam em segredo pelos recantos da luxúria, não é uma sequência de bobagens, mas uma sequência de crônicas que misturam o erotismo com a nossa fome interminável pelo prazer carnal. Não me preparo para escrever em fórum, não elaboro, faço de improviso, mas não deixo de usar a palavra como o pincel com o qual desenho detalhes de cada episódio que experimento dentro do universo mundano. O Dante é mais marca do que personagem e como marca se mistura à persona real do autor.

Se eu não registrasse aqui os momentos de deleite que tantas mulheres me ofereceram, é provável que a minha memória caduca não me permitisse mais a recordação de nenhuma delas.

— Dante, pelo amor de Zeus, por que toda essa introdução? Quer aparecer? — questionaria o forista impaciente.

Estimado forista, o mundo dos fóruns é pequeno, os comentários circulam, as maledicências giram e todos acabam por saber de tudo e existem pessoas que se ressentem com o meu talento. Por que isso? Não há necessidade, pelo tempo de prática que eu guardo como escritor e jornalista, vejo que alguns aqui são muito melhores do que eu na descrição das aventuras. Peço ao forista obscuro que não se incomode comigo por pouca coisa.

Virando a página, retornamos ao que interessa, fiz outra visita à predadora sexual que usa o codinome de Bela e é sempre na segunda visita que confirmamos a perenidade das virtudes. Ela está no Espaço Tantra, um privê que me causou a impressão de possuir poucas cabines, mas não tenho certeza. Definitivamente, Bela é fora de série, está naquela categoria de atendimento acima da média, tão raro nestes novos tempos da arte mundana. Beija feito uma namorada que acaba de aceitar o compromisso, transa com se fôssemos o primeiro homem em sua cama, nos oferece uma liberdade que rejeita restrições. No sexo, nos aplica o famigerado boquete rapel, escala a glande até o topo e depois deixa a boca despencar até a raiz do pênis. Namoramos intensamente, até que eu gozei com a menina de quatro, gemendo como gata no cio. Disse e repito, Bela é um exemplar raro que nos exige uma sequência de degustações, ficamos com o desejo de apurar os detalhes, de reviver o óbvio, de beijá-la incansavelmente.

Deixei o prédio da Avenida 13 de Maio em estado de graça, aliviado pela convicção de que poderia elogiar de novo uma mulher talentosa na arte que escolheu, feliz por saber que às vezes conquisto admiração e repleto de leveza por ser capaz de ignorar os recalcados obscuros que me lançam antipatias ou resmungam pelos cantos sombrios dos lupanares. Libertine-se Dancinha

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BOA BOA
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PONTO DE RUA - Cemitério do Caju , Caju - Rio de Janeiro - RJ
KELLY
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$70.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
NãO SEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 NãO

23 de Maio de 2022 às 10:05




O número dos que nos invejam confirma as nossas capacidades.

—Oscar Wilde



O silêncio se erguia tão absoluto que poderia ser comparado ao eco de um abismo insondável. Fazia frio, eu vestia um antigo sobretudo que me cobria quase até os joelhos, as botas reverberavam meus passos sobre a calçada e a noite cinza insinuava rejeitar o brilho das lâmpadas sobre o asfalto. Sozinho, sem saber o que procurar, eu fugia da maldição da insônia. Talvez, não procurasse uma mulher, mas um espelho que me obrigasse à redescoberta de mim mesmo, que me resgatasse daquela deriva urbana. O libertino não é alguém que atravessa a noite, ele é a noite, a sombra, a calmaria que camufla o caos, é alma derivante que busca, mas jamais encontra um porto. O libertino é um corsário do sexo.

Há anos não me arriscava por aquele perímetro do cemitério onde conheci Gisa, uma ruiva quase albina que marcou minha memória e o meu combalido pênis com o seu boquete sobrenatural. Acredite, forista sem fé, não se esquece uma mulher como Gisa, você pode tentar evita-la, mas um dia retorna ao local do crime. Se eu não tenho medo de andar por lugares como o Caju? É claro que tenho receio, mas como revelei por diversas vezes, atualmente o meu prazer está mais na adrenalina do que no gozo. A mesmice serve bem aos que não chegaram aonde cheguei, eu tento restaurar o mistério e o pulso acelerado que habitaram a juventude da luxúria.

— Que isso, Dante? Existe ponto de putas perto do cemitério? — pergunta-me o forista cético.

Afirmo que sim, existe há muitos anos. Os poucos que se aventuraram me escreveram surpresos por terem realmente encontrado mariposas rondando no território da última página de todos os homens, mulheres que se movem em revoada pelo entorno do campo santo. O cético enxerga o céu, mas duvida das nuvens. Vá e veja. É um ponto destinado aos caminhoneiros e taxistas que transitam por ali. Os uivos não brotam das assombrações, emergem da garganta de alguma criatura destemida que atingiu a ejaculação pelos lábios de uma puta carpideira.

Estacionei o Sucatão próximo a uma floricultura em que estavam descarregando coroas de flores. Nas ocasiões anteriores, sondei o local de dentro do carro, não desembarquei, mas desta vez preferi ir a pé e ver por outro ângulo as moças que trabalham nos arredores do Caju. Não pense que eu seja um valente, afeiçoado forista, sinto medo, mas é o medo que bombeia o sangue, dilata as pupilas, é ele que me excita. Avistei uma pequena colônia de putas quase em frente à entrada do Cemitério de São Francisco Xavier, percebi olhares que estranharam um homem bem-vestido vagando na área, meu faro me empurrou em direção a uma menina de corpo curvilíneo e seios à mostra. Apressei-me para abordá-la.

— Como eu faço para sair com você?

— Anjo, é setenta o boquete e cem o programa.

— Pode ser no carro? Estou estacionado na floricultura.

— Pode, mas melhor parar em frente a marmoraria.

Reparei que o estacionamento da marmoraria onde fiquei com a Gisa pela primeira vez ainda funcionava.

— Qual seu nome? — perguntei.

— Kelly e o seu?

— Dante, me chamo Dante. Vamos? Aceito o boquete.

De topless, Kelly caminhou comigo até o Sucatão; ao nosso lado, as grades vazadas do cemitério revelavam covas, jazigos e anjos heroicos. Não identificava imagens do demônio, ele estava ao meu lado. Entramos no carro, Kelly me ofereceu os seios irretocáveis e mamei como um moribundo imaginando beber a ambrosia dos Deuses, a menina fechou os olhos, gemeu, girou as mãos sobre a minha calça, afrouxou o cinto, abriu o zíper, pegou meu combalido pênis e o engoliu com ânsia. Um boquete inenarrável, sem preguiça, que dissimulava tesão legítimo. Escalava a minha glande com a língua e despencava como uma praticante de rapel até a raiz do meu pau. Eu estava em delírio, vendo crucifixos imensos e torres góticas despontarem diante do para-brisa. Gozei num último suspiro, meus espermatozoides flutuaram como fantasmas, lambuzaram os lábios de Kelly, o painel do carro e o meu abdômen. Paguei a garota, ela saiu e eu tentei controlar a respiração para recuperar o fôlego.

Refeito, girei a chave do automóvel, pisei na embreagem, acelerei e ganhei a Avenida Brasil. Inseri um disco aleatório no cd-player, um som nada celestial inundou a cabine e minha cabeça dançou desafiando a finitude. A vida não tem reprise.

Culture Beat - Mr. Vain

O Sucatão zunia contra o vento frio que vinha de todos os lados. Se existe vida após a morte, ela faz ponto em frente ao cemitério. Creia, a partir de agora qualquer aventura é possível.

#Libertine-se Dancinha

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RAZOáVEL RAZOáVEL
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ISADORA VILHENA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99349-3413
ISADORA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
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19 de Maio de 2022 às 08:05






Na primeira vez, foi muito difícil marcar com ela, eu poderia dizer que foi impossível até o momento em que criei a identidade alternativa do Pai Jonas. Existiam lendas e boatos maldosos sobre o velho Dante que causaram receios na moça, só consegui furar o bloqueio quando inventei outro alter ego. Os primeiros dois encontros foram de reconhecimento e a partir do terceiro as afinidades surgiram, o sabor se acentuou, a entrega turbinou o tesão. Quando alcancei o paraíso da conexão plena, tornei-me um desses clientes repetidos e repetitivos da Isadora.

Conversando com um amigo, disse a ele que atualmente passei a valorizar mais as mulheres com quem alcanço uma sintonia avançada, por incrível que pareça isso é raro e ocorre pouco comigo. Já não guardo paciência nem disposição com meninas de marcação difícil, que não priorizam quem escreve e que demonstram preguiça em atender. Perdem o cliente, perdem o escritor, perdem a propaganda espontânea.

Eu tive mais encontros do que relatos com essa mulher sensível e bonita. Seleciono quando devo escrever para não cansar o tópico, mas às vezes é necessário romper regras para valorizar e demonstrar que é preciso dar moral para quem nos dá moral. Isadora possui uma beleza clássica, cabelos loiros e lisos na altura dos ombros, olhos brilhantes, nariz perfeitíssimo e afilado, boca carnuda, sorriso impecável, seios indescritíveis, coxas grossas e bunda convidativa. Além disso, é uma mulher inteligente, vivida.

Eu andava a esmo pelo Centro, anoitecia, não queria voltar para casa, estava inquieto, eletrizado por uma ansiedade crônica que prenunciava outra madrugada insone. O horário ingrato para tentar marcar com alguma freelancer me desanimava, cogitei entrar em algum bordel, mas decidi arriscar um contato com a diva Isadora.

“Ainda tem horário para idoso? Estou precisando.” — perguntei.

“Eu ia me preparar para ir embora, mas se você está precisando pode subir” — ela me responde.

Veja, estimado forista, isso pode parecer banalidade, mas creia que descrevi um gesto generoso, algo que só poderia surgir de uma mulher verdadeiramente afetuosa. Ajustei a rota e acelerei o passo para a rua Álvaro Alvim.

Isadora me recebe vestida com um robe azulado, os cabelos loiros sempre impecáveis e me tasca um beijo de língua que estremece meus ossos. Fui tirando a roupa, tomei um banho e me deitei ao seu lado, continuamos a nos beijar, a esfregar os corpos, eu mamava seus seios esfericamente irretocáveis, alisava a sua bunda, me embolava entre as suas pernas. Isadora se entrega e está aí o seu segredo, a entrega imediata, absoluta, inquestionável, desmedida. Há no sexo com Isadora aquele ponto da sublimação que se soma ao orgasmo, pois essa mulher não cultiva nenhuma frescura, nunca manifestou qualquer restrição. Ela idolatra o ato de ter e dar prazer, é especial por ser incomum.

Fica de quatro e me aplica um boquete ardente, com sede de seiva, com vontade de se lambuzar com meu gozo. Resisto como um herói que não aceita perder a batalha. Interrompo o oral aniquilador e a coloco novamente deitada na cama, deslizo a minha língua em um banho de gato sobre sua pele alvíssima, ela fecha os olhos e geme aguardando que a minha boca chegue ao seu clitóris. Chupei seu grelo, engoli sua boceta, babei nas suas coxas. Isadora grita, se contorce e goza.

Não dei tempo para recuperação, saquei o meu novo aparelho quase medieval e apertei sobre a sua vagina, ela implorou misericórdia, mas prossegui. Isadora voltou a se contorcer, a gemer alto, a me xingar. Outro gozo e seu corpo perdeu os movimentos na exaustão do sexo. Rapidamente, ela retoma o fôlego e me ameaça.

— Agora você vai sofrer.

Vem por cima de mim, me ataca com beijos profundos, chupo sua língua, ela leva a mão até o meu combalido pênis, me masturba, continua me beijando, falando sacanagens e descrevendo fantasias eróticas no meu ouvido. Sou velho, sou fraco, não deu para resistir, gozei até o meu subconsciente naquele quarto, Freud seria capaz de fazer psicanalise nos meus espermas espalhados pelo aposento.

No tempo que restou, conversamos. Eu não sentia vontade de ir embora, mas era preciso enfrentar a despedida. Ganhei as ruas, fui deixando que minhas botas me guiassem pelo desabitado Largo da Carioca, a lua brilhava alta no céu, meu sangue borbulhava como se estivesse aquecido em uma chaleira, o sono não viria. O som dos Rolling Stones emergiu nos meus fones de ouvido. Por favor, permita que eu me apresente, me chamo Dante, sou libertino e a partir de agora qualquer aventura é possível...

Sympathy For The Devil

#Libertine-se Dancinha

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[TERAPIAS] ESPAÇO TANTRA RJ - Centro - Rio de Janeiro - RJ
BELA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
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18 de Maio de 2022 às 08:05






Nunca me casei, não tive filhos, há quem possa considerar isso um fracasso pessoal, no meu caso foi a única escolha certa que fiz na vida. A convicção do celibato não representa a negação do amor. Já me apaixonei muitas vezes, as mulheres foram relâmpagos sobre a minha existência, iluminavam o meu caminho num súbito incêndio e desapareciam num inevitável inverno, abandonando-me à solidão obscura e silenciosa. Desses inesperados relâmpagos, há os que tatuam nomes em nossa memória.

Quando vi a loira na pista de uma boate, ela mostrava um sorriso suave, um corpo talhado em academia, sem o exagero de músculos, apenas moldado em curvas acentuadas, atraentes. Ela tinha a aura de mistério que circunda todas as mulheres bonitas. Não me aproximei no primeiro momento, fiquei intimidado pela imagem exuberante que exalava. Mais tarde, quando cruzei com ela pela segunda vez, decidi abordá-la.

— Preciso saber seu nome, do contrário não irei conseguir dormir — sim, afeiçoado forista, eu dou essas cantadas cretinas.

— Oi. Meu nome é Bela e o seu?

— Dante, me chamo Dante.

Bela não poderia ter outro nome. A conversa fluiu, ela carregava na mão um copo de vodka e demonstrava um deslumbre alegre, talvez pelo efeito do álcool. Na pista, o som de The Pussycat Dolls embalava a moça numa dança sinuosa ao som de Don't Cha, eu a contemplava sentindo a saliva espumar em minha boca.

DONT'CHA

Bela esfregou a bunda empinada no combalido Pikachu, o breve. Seu perfume, a textura da pele e a exuberância do corpo motivaram os primeiros sinais de uma rara ereção espontânea. De repente, a garota se vira e me beija. Caralho. Acredite, forista sem fé, Bela não beija, abduz. As nossas línguas se enroscaram, os lábios deslizavam e se perdiam no êxtase molhado das bocas, mãos apertavam a minha nuca, peles roçavam no curto-circuito de fios de alta tensão desencapados.

— Eu preciso sair com você — balbuciei sob o efeito dos neurônios afetados pela paixão imediata.

— Vai no meu trabalho. Agendo para você.

— Onde você trabalha?

— No Espaço Tantra, fica no Centro. Você vai gostar.

Acredite, fiel leitor, ela agendou a minha visita ali mesmo e foi em uma terça-feira cinza de maio que o encontro carnal ocorreu. Desembarquei do táxi por volta das três horas da tarde e minhas botas foram para a rua Treze de Maio como se estivessem no piloto automático. O aparelho auditivo emparelhou com o celular e I Wanna Go inundou meus ouvidos enquanto eu rasgava a matrix psicodélica do Largo da Carioca.

I WANNA GO

No prédio de número 47, passei por uma catraca liberada, entrei no elevador e fui até a sala informada no vigésimo segundo andar. Uma mocinha atraente abriu a porta, me encaminhou para um quarto com tatame e me pediu para aguardar. Passaram-se dois minutos antes que a cabine brilhasse pela presença da estrela em ascensão, Bela entra vestida em um desses conjuntos de ginástica colado em suas curvas afrodisíacas e se aproximou para me beijar na boca. Que beijo do caralho (novamente). A menina se despe e revela toda a opulência física que beira a perfeição. Seguro os seus cabelos loiros e a puxo para mais um beijo.

Pouco papo, muita ação. Deitamos juntos no tatame e nos enroscamos como dois amantes ansiosos pelo orgasmo. Aqui, faço uma observação, caso o estimado leitor me permita: ficar com Bela é como estar com uma namorada quente e apaixonada; digo com a nobreza da sinceridade, você esquece que é um encontro remunerado, há um risco enorme de gamar na garota.

Mamei os seios esféricos e suculentos de Bela com a euforia de um recém-nascido; lambi sua barriguinha sarada até alcançar o templo sagrado da boceta e chupei seu clitóris como quem descobre uma fonte de água no deserto. Bela gemia baixinho, um gemido que transborda um erotismo capaz de nos enlouquecer. Saquei meu aparelhinho quase medieval e o coloquei sob o seu grelo avantajado.

— Ai, que surpresa boa — me diz.

Ela fecha os olhos, aperta a boca, geme, se contorce, coloca um dos pés no meu pau e diz que vai gozar. Goza com a beleza que a construiu. Lanço-me sobre ela, volto a beijá-la, arrasto meu membro entre as suas pernas, Bela me abraça, me alisa, acaricia meus cabelos. Eu já estava prestes a entrar naquele estado de delirium tremens, devido ao altíssimo nível de tesão que a mulher me provocou.

Bela me aplica um boquete profundo, com sede de seiva, fiz um esforço sobre-humano para não entregar os pontos. Peço que ela fique de quatro (a posição preferida de nove entre dez idosos), ela me atende, se empina, pega no meu pau e o introduz no universo vaginal morno e úmido. Por alguns segundos, fiquei estático, contemplando aquele tobogã erótico a minha frente, uma mulher disposta a me fazer realmente feliz. Iniciei as estocadas devagar e aumentei a cadência na proporção do entusiasmo, Bela puxou a minha mão para dedilhar o seu cuzinho. Não conseguindo mais resistir, acho que ejaculei a minha carga genética desde a pré-história. Desabei desfalecido ao lado da musa.

Ficamos abraçados, nos beijando, namorando, nos acariciando, curtindo o tempo que nos restava. Bela é verdadeiramente apaixonante e linda. Comentei que a indicaria aqui no fórum, pois não consta foto dela no anúncio da casa, ela concordou e agradeceu. Bela é um desses achados casuais raríssimos, há muito tempo não esbarrava com uma garota que me causasse tanto interesse. Um sininho tocou, hora da despedida. Outros beijos e até a próxima.

Caminho pela Treze de Maio, um vento frio cortava as almas e os arranha-céus, mas o meu corpo ainda ardia com o aroma da Bela. No aparelho auditivo, uma balada me empurrava adiante, afastando o meu coração libertino das fantasias do amor. A partir de agora, qualquer aventura é possível...

SAY MY NAME

Dante, meu nome é Dante. Yes

#Libertine-se Dancinha

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BOA BOA
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FERNANDA ZUCKIE - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96696-3465
FERNANDA
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TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$170.00
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17 de Maio de 2022 às 11:05



Explosão. Pessoas se movimentando bruscamente, burburinhos, sons de um vulcão irrompendo brasas, algo acontecia de anormal a primeira festa do GP Arena. Acredite, forista sem fé, não se tratava de um ataque terrorista, era Fernanda Zuckie que surgia no salão como lava escaldante nos petrificando pela exuberância da sensualidade. Ela me concedeu o privilégio de alguns momentos de conversa, me disse que passaria a beijar nos atendimentos (a ausência de beijos é um impeditivo irrevogável para mim). Espontânea, inteligente, bonita e atenciosa. Fernanda me conquistou à primeira vista. Alguns não acreditaram que o beijo na boca pudesse realmente se concretizar, mas ousei e fui.

A natureza conspirou contra o encontro, que ocorreu na última segunda-feira. Final de tarde, quando desembarquei da estação do Metrô na Cinelândia, fui surpreendido por uma tormenta de granizo, pedradas na cabeça, tapas de vento, borrifadas de água no rosto. O meu encontro com Zuckie começava de forma dramática, como ela mesma expressou. Saltei sobre poças d’água comparadas a Lagoa Rodrigo de Freitas, cruzei com cracudos em pânico ao som de trovoadas, cachoeiras se formavam nas marquises dos prédios. Eu devia ter ido de sunga — pensei. Finalmente, alcancei o 37 da Álvaro Alvim, o prédio cintilava como um porto dos náufragos, das almas condenadas. Atravessei a portaria e embarquei no elevador. Durante a subida, chega uma mensagem no WhatsApp...

“Cadê você?”

Fernanda cobrava minha iminente presença. Localizei a sala, toquei a campainha, a porta se abre lentamente, como um portal que hesita em revelar seu grande mistério. Entro e vejo a morena magnífica, com um maiô branco cavado e decotadíssimo, véu e grinalda sobre a cabeça, uma noiva erótica vestida para matar. Sim, afeiçoado forista que me acompanha, naquele momento percebi que a caça seria eu, não ela. A sala da menina é agradável e o pagamento é adiantado.

— Entrou aqui, tem que tirar a roupa — Fernanda me avisa.

Despido, ela me indica o banheiro e tomo um banho para retirar a lama que herdei da tempestade. Volto de toalha, tímido diante daquela morena com traços de deusa egípcia. Decifra-me ou devoro-te — Zuckie é uma esfinge que rapidamente se desfaz do mistério e nos devora com ardor implacável.

Fernanda tem um corpo lindo, muito mais radiante do que nas fotos que o anúncio exibe, é uma mulher de inquestionável personalidade, sexy, dona de uma pele aveludada que vibra em estática libidinosa. Ofereceu-me um beijo na boca assim que entrei em sua sala e outros mais quando estávamos sobre a cama. Seios médios, bons de mamar, coxas grossas, bunda com as dimensões de um mapa-múndi do paraíso.
A Zuckie é a mistura química de uma mulher carinhosa com um tesão interminável. O tempo todo ela mantém um imenso vibrador ao seu lado e não se inibe em usá-lo ou em pedir que usamos para o seu próprio prazer. Vê-la gozar de verdade e repetidas vezes foi um êxtase a mais no encontro. Fernanda tem um boquete tão firme quanto a sua persona, precisei abstrair para não ceder à ejaculação precoce. Dedilhadas no cuzinho, mas o dedo na boceta se entrar vestido de camisinha. Pedi que ela ficasse de quatro e rocei naquele rabo esférico e harmonioso enquanto me masturbava, por pouco não gozei vendo Fernanda com olhos fechados e gemendo. Deitei-me, ela lambeu e alisou meu saco com as unhas, chupou meus peitos, alternou no boquete e me masturbou. O velho Dante não conseguiu resistir e gozei horrores, aos urros.

Acredito que o tempo havia terminado, os ponteiros do relógio voam quando estamos ao lado de Fernanda. Como tive a impressão de que havia outro cliente vindo, me vesti em tempo recorde, cheguei a ficar esbaforido. A moça ficou de pé, esperava. Depois, me conduziu até a saída e mais um episódio libertino se encerrava.

Fui caminhando pela Av. Rio Branco, um cheiro de terra molhada vinha não sei de onde, as poças de água refletiam com o brilho de estrelas no chão as luzes das lâmpadas das ruas. Tudo parecia querer me causar um momento de felicidade e talvez eu tenha sido invadido por uma onda de serotonina, pois senti um bem-estar súbito, uma alegria inexplicável. Cruzei a rua da Alfândega e avistei a entrada do Clube 502, eu senti que precisava de mais uma dose. Entrei na boate e a maior surpresa do ano aconteceria.

Continua... Piscada

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