BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Haverá quem possa estranhar esta sequência de relatos com uma única mulher. Certamente, alguns dirão que estou competindo com outros foristas neste tópico ou que estou promovendo um afeto. Acredite, forista sem fé, não postei nem sequer metade dos encontros que tive com a Isadora nas duas últimas semanas. Aos que possam aventar que estou apaixonado, responderei que se enganam, estou enamorado, são dois vocábulos com valores distintos. Posso garantir que o que escrevo agora se refere ao derradeiro encontro e é provável que eu faça um intervalo daqui para a frente.
Isadora é uma mulher extremamente visual, isso me atrai demais nela, não sei se conheci outra igual. É uma delícia vê-la gozar, é quase um show para quem gosta de assistir. Sempre levo o meu aparelhinho, que chamo de “fábrica de orgasmos”, e fico apreciando a mulher se contorcer, gemer, gritar e quase desfalecer quando alcança o clímax. É lindo. Nos diversos encontros recentes que tive com Isa, alguns eu fui para curtir sua companhia e fazê-la gozar antes que o tempo terminasse. Cada gozada dela é diferente da anterior, algumas com intensidade impressionante, outras como se fosse uma gata no cio.
Dia dos Namorados, os motéis da bucólica Tijuca, provavelmente, estão lotados e eu aqui, escrevendo relato com uma mulher que perdi a conta de quantas vezes fiquei. Estranho que o Dia dos Namorados no Brasil caia na data que evoca Santo Onofre, um misantropo que odiava o sexo e cultuava a solidão. Não nego, eu teria passado o dia de hoje com ela, mas infelizmente Isadora não me cede qualquer dia do final de semana. É frustrante. Eu perco, mas ela também perde, pois proporcionaria momentos que ela não esqueceria jamais.
Na juventude, fui um nerd, saía da faculdade e me enfurnava na Biblioteca Nacional, rodava pelas livrarias do Centro da Cidade, fazia aulas de piano no Conservatório Villa Lobos, frequentava o Teatro Municipal e a Sala Cecília Meirelles. Depois da surdez, já não toco tão bem ao piano, as livrarias do Centro foram falindo, raramente entro na Biblioteca Nacional, mas ainda gosto de ir ao Municipal e à Sala Cecília Meirelles. Programas que eu apreciava para realizar sozinho, difícil encontrar uma parceira que quisesse me acompanhar em um roteiro muito voltado para o intelecto.
Adulto, descobri que não era tão difícil arranjar namoradas, namorei muito, conheci dias de comer três mulheres em doze horas (manhã, tarde e noite), exercitei a sedução e fui um jovem adulto de boa aparência, com algum charme. O meu problema é que eu falhava na continuidade, me autossabotava, tinha pavor de engravidar alguém ou de não conseguir escapar de um matrimônio. O celibato foi sempre a minha religião, a minha fé.
Envelheci e um certo cansaço de ser sozinho começa a me abater, creio que velhos precisam de companhia, mas sou um velho pervertido, degenerado, não é mais qualquer companhia que serve para mim. Após começar a emergir de um surto depressivo, conheci muitas garotas de programa no espaço de um ano e esbarrei com Isadora. Gosto de citar e repetir que Isadora foi a minha ressureição. Tenho um desvio psicológico, não sinto ciúmes, pelo contrário, sinto tesão ao ver uma mulher que me atrai gostar de ser possuída por outros que a desejam. Eu avisei a você, afeiçoado forista, sou um degenerado. Não consigo mais manter um relacionamento se não puder fazer esses jogos eróticos, mas que tipo de mulher topa isso sem me botar chifres e mentir? São raríssimas, é um nível de cumplicidade e lealdade dificílimo de achar. Isadora me parece ser essa mulher rara.
Tudo poderia ser perfeito, mas Isadora tem suas limitações, ela não pode dormir comigo, não pode passar o fim de semana comigo, não pode morar comigo, não pode se expor comigo. Sim, afeiçoado forista, eu desistiria se minha alma não fosse um poço de otimismo. Aprendi que relacionamentos com mulheres que trabalham com sexo são confusos quando ultrapassam a fronteira de segurança que preserva o nosso combalido coração, mas fico querendo acreditar que Isa é diferente, que ainda manteve sua sensibilidade, sua capacidade afetiva. Vejo como ela se preocupa de forma pessoal com seus clientes, como se envolve com problemas que não são dela e como se faz até de psicóloga para muitos que frequentam o seu ninho. Foi com Isa que conversei sobre detalhes de um assunto que nem com uma psicóloga formada consegui conversar, foi com ela que abri os motivos que me levaram a uma depressão profunda que ainda me assombra de vez em quando.
Isa é especial, mas acredito que tenha o mesmo problema que eu, sabota os relacionamentos que poderiam ser promissores, que poderiam mudar sua vida. Talvez, isso seja consequência de escutar diariamente as conversinhas de muitos homens, todas iguais, todas monocórdias, ela acaba sem saber distinguir aquele que fala a verdade, que pode transformar dificuldades em sonhos realizados.
Encerrada a longa digressão, volto ao objetivo do último relato da série, o sexo. Ocorreu na sexta-feira. Como eu citei, fui muitas vezes visitar a Isadora apenas para ver o show do seu orgasmo, que podem ser vários no curto espaço de uma hora. Introduzi o aparelhinho em seu clitóris, mas dessa vez ocorreu uma novidade, pedi que ela me contasse como foram suas melhores gozadas e como aconteceram, ela contou. Ela falando das trepadas que mais gostou me fez prorrogar o programa por mais uma hora, foram contos eróticos saindo da boca de Isa enquanto ela gozava outra e outra vez. Virou meu vício.
Tempo encerrado, relato concluído. Para o meu estilo de tara, não vejo nenhuma que possa me agradar mais do que a Isadora.