BEIJO
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ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
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SIM

MÉNAGE: HMH + VOYEUR
Acredite, forista sem fé, o avançar da terceira idade nos faz menos potentes e mais pervertidos. Conhecendo esta verdade, você será capaz de compreender os motivos que me fizeram realizar a fantasia erótica que narrarei aqui: um ménage com dois homens, uma mulher e um voyeur (eu). É necessário que eu explique, há alguns tempo assumi a minha atração pelo voyeurismo, é uma boa opção para idosos em fim de carreira.
O primeiro passo foi avaliar para qual mulher eu poderia propor a obscenidade, pouco tenho saído com frees e a maioria delas sempre me parece enrolada com agenda, com clientes e com elas próprias. Quem poderia ser então? Subitamente, a força da intuição iluminou a minha mente como um relâmpago: Isadora.
Foi no último encontro que fiz a proposta bizarra, percebi que os olhos da mulher brilharam antes de me responder.
— Eu adoro isso, Dante.
A generosa reciprocidade à sugestão me animou. Por via das dúvidas, considerei sensato consultar o nosso presidente Brand para saber se eu poderia escrever a estranha aventura no tópico da garota, pois se tratava de uma situação com algum ineditismo. O presidente liberou. Tudo acertado, agora seria me dedicar à fase mais difícil, escalar os coadjuvantes.
Há anos sou cadastrado em um site dedicado ao ménage e swing que se chama Sexo com Café, foi onde anunciei minhas intenções e rapidamente choveram candidatos. Escolhi dois jovens bem apessoados e em forma, ambos pré-aprovados pela protagonista. Combinei o dia, local e hora. Marquei com os dois num bar da Cinelândia antes do horário agendado com a Isa, fiz a entrevista básica, dei instruções e pedi para que subissem dez minutos depois de mim. Os dois entenderam tudo e selamos o acordo.
Quando toquei a campainha da sala e a Isadora me viu sozinho, pareceu-me decepcionada. Expliquei imediatamente que os rapazes iriam chegar e ela deu uma ajeitada no leito que serviria como palco para a depravação. A campainha tocou, os garotos entraram, apresentaram-se: Jean e Flávio.
Avisei que ia ao banheiro e Isadora disse que iniciaria a ação. Quando abro a porta para retornar ao quarto, ela já estava beijando os dois rapazes, segurando o pau de um deles e os dois mamavam seus seios no intervalo entre os beijos. A boca de Isadora se contraía de tesão, os olhos reviravam. Nus, os dois jovens ofereceram o pênis para que ela chupasse e ela chupou, abocanhou, se fartou como se lambesse sorvetes Chicabom, ela chupava gemendo. De quatro na cama, revezava o boquete entre as duas picas, às vezes levantava os olhos para me observar, eu assistia aquele espetáculo pornô com a ereção nas galáxias, salivando com a desenvoltura sexual dessa mulher fora de série.
Isadora se deita e um dos garotos começa a chupar sua boceta enquanto o outro beija a sua boca e mama seus seios. Isadora grita, fala palavrões, se contorce. Quando sentiu que poderia gozar, interrompeu a cena e disse que queria que um deles metesse nela. O rapaz mais alto se deita e ela monta em seu tronco, introduz o pênis, rebola, quica... o garoto reagiu em um delírio febril. O outro parceiro dedilhava o cu da moça, lambia sua nunca, segurava a sua cintura, dava tapinhas na bunda. Isadora não aguentou, gozou com fúria e despencou amolecida sobre o colchão.
Jean e Flávio deitaram-se ao lado dela, voltaram a acariciá-la, Isadora recobrou as forças e pediu que a comessem outra vez. Ficou de quatro, um dos garotos encaixou o pau em sua vagina e o outro ficou diante do seu rosto para ser mamado. Um metia e o outro ganhava um boquete. Isa gemia alto, algumas vezes tirou a boca do pau de Flávio para soltar um grito de prazer incontido, Jean continuava metendo. Mudaram de posição, Flávio se deitou, Isadora montou sobre o seu pau e pediu que Jean comesse a sua bunda, a famigerada dupla penetração. Estar presente diante daquele cenário foi quase como contemplar um quadro renascentista, coisa linda. Isadora gemia altíssimo, rebolava, um pau bombava em sua boceta e o outro entrava e saía do cu. Creia, afeiçoado forista, o gozo dos três desregrados foi quase simultâneo. Eu tocava uma punheta inebriado com a imagem, mas segurei o orgasmo.
O combinado era que os garotos fossem embora depois que gozassem, cumpriram o trato. Agradeci aos dois pela performance e saíram. Isa foi se banhar e depois voltou para me satisfazer. Estava empolgada, me confessou que amou a brincadeira, que não lembrava de nenhum cliente dela que gostasse do que inventei e me pediu para fazermos outra vez quando for possível. Claro que faremos. Deitei-me e ela me aplicou um boquete cheio de tesão, a boca molhada e profunda, foi o melhor boquete que recebi dela desde que a conheci. Pedi para chupar sua chana, ela se deitou e abriu as pernas, me disse que sentia como se ainda estivesse gozando, estava muito melada. Mergulhei com a língua, saquei o aparelhinho quase medieval, encostei sobre o seu clitóris e ela ficou enlouquecida. Voltou a gritar, a se contorcer, pediu clemência e gozou novamente. É raro encontrar uma mulher que goste tanto de sexo quanto Isa.
Ela veio me chupar novamente, o mesmo boquete sublime, lambia meu saco, ameaçava um beijo grego, me masturbava com o pau dentro da sua boca. O velho Dante não conseguiu mais resistir. Explodi ao mesmo tempo que implodi. O período se esgotava, conversamos até o momento da despedida.
Sinceramente, existem garotas interessantes, mas atualmente não sei se conheço tantas garotas do naipe da Isadora na cama, ela é voluptuosa, pornográfica, sem-vergonha, tem uma capacidade de entrega única, tudo o que aprecio em uma acompanhante. Saí pela Álvaro Alvim em êxtase pelo sucesso da fantasia e pelo show que presenciei, Em Isadora identifiquei uma parceira com sintonia fina e vontade de agradar. Novos capítulos virão...
#Libertine-se