BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM

SWINGUEIRA – O ENSAIO
— Nunca me chamaram para um swing, Dante. Nunca fui — revelou Isadora.
— Como assim? — perguntei.
— Já até convidei, mas nunca me levaram — ela confirma a informação surpreendente.
As minhas conversas sobre levá-la ao swing se desenvolviam há algum tempo. Depois que firmei compromisso de namoro e ela passou a frequentar o meu modesto chalé, fiquei mais seguro para insistir no convite. Não acreditei que ela fosse, mas, como sempre, me surprendeu. Desde que a conheci, me tornei um libertino fiel, fidelíssimo. Eu me uni a uma libertina que completa as minhas expectativas mundanas e tento acreditar que ela é a cara-metade tão rara que encontrei nesta altura da vida. Só posso dar garantias pelo que sinto e o que sinto é um amor bem resolvido pela Isa, e por ser bem resolvido é que posso me permitir viver as brincadeiras sexuais que nos excitam.
Já é notório que estou cultivando um relacionamento com a Isadora, por conta disso há os que me lançam gotas de veneno em certas ocasiões, me dizem que ela é namoradeira, que ela é capaz de bloquear clientes com quem tem mais afinidade para mostrar ciúmes, que eu deveria procurar saber das coisas e por aí vai. Sempre aconselho a não perderem tempo semeando em mim discórdia ou suspeitas, pois a minha relação com a Isadora é baseada na confiança absoluta e escolhi por minha própria conta me manter fiel. O risco é meu e me mantenho leal enquanto considerar que ela é merecedora, não há motivo entre nós para mentiras ou omissões. Afastei-me da escrita no fórum, nunca mais saí com outra garota desde fiz o meu pacto com ela e me sinto preenchido pelo que a loira me oferece. Sei que precisamos aprofundar o elo, romper barreiras, sei que temos momentos entre tapas e beijos, mas são os beijos que prevalecem. Querem me chamar de ingênuo? Que chamem, o que vale é a mulher incomparável que agora tenho ao meu lado.
LUZ! CÂMERA! AÇÃO!
Feita a introdução, o que posso afirmar é que o swing e o ménage só atingem o seu potencial máximo quando estamos acompanhados por uma mulher que é nossa companheira, pois essas brincadeiras exigem mais do que uma simples companhia, é preciso haver um laço forte de afeto entre o casal. O gatilho do swing ou do ménage é o ciúme controlado que potencializa o tesão, precisa de confiança mútua, do olhar para o outro, da união baseada na transparência e cumplicidade. Não havendo esses elementos, o swing e mesmo o ménage não terão a mesma graça, ficarão como uma sacanagem qualquer.
Chegamos ao Mistura Certa pelas 23h30, a boate não estava cheia, mas tinha uma quantidade razoável de casais e solteiros. O Mistura Certa está mais para uma boate de ménage do que de swing devido à qualidade de solteiros querendo interagir. Isadora estava um pouco apreensiva, talvez desconfiada, ela não sabia o que a esperava, era a sua primeira vez numa arena de swingueiros. Tentei ambientá-la, sentamos em um canto para que ela pudesse observar, pedi um aperitivo, ficamos conversando e analisando o cenário. Isa me avisa que iria ao toilette e quando volta me diz que tirou a calcinha.
— Tirou a calcinha?! — pergunto surpreso.
— Sim, se ficar com ela vou acabar perdendo — me responde com ar de safada.
Emoldurada por um vestido curto e decotado, Isa atraía olhares de todos os lados, se tornou a mais desejada da boate. Perguntei se poderíamos dar um giro pelo lugar, ela aceitou e mergulhamos no labirinto erótico. Admito, afeiçoado forista, eu estava querendo ver a Isadora transar com alguém e me oferecer o show inigualável que só ela sabe fazer.
Vi um moreno forte, de quase dois metros, secando a minha princesa loira, sinalizei e entramos os três em uma das cabines do labirinto. Isa não perde tempo e parte para beijar o rapaz, ele a segura forte, aperta a sua bunda e continuam se beijando. Fico por trás da gostosa, beijo sua nuca e roço meu pau em sua bunda enquanto o rapaz mamava seus seios. Isadora gemia, eu podia captar o calor da sua boceta naquele momento, fogo puro. Ela chupa o moreno, que me humilha exibindo um pau que mais parecia um hidrante. Isa fica de quatro e o moreno mete devagar, até o talo, a chaninha de Isadora engole fácil aquele trem peniano. Isadora geme alto, rebola, o rapaz aperta a sua cintura e soca o pau. Gritos, sussurros, Isadora goza e amolece o corpo. O moreno retira o pau e diz a ela que vai querer comê-la outra vez naquela noite.
Fomos dar outro giro pelo labirinto e vimos a grande cama que fica no centro dos descaminhos. Eu e Isadora nos deitamos e começamos a namorar, levanto seu vestido e deixo exposta a sua bunda empinada, ela começa a me beijar, me chupar, chupa gostoso. Enquanto me chupava, Isadora encarava com olhar de devassa o segurança do local, o sujeito não disfarçava o pênis ereto por debaixo da calça e devia estar prestes a largar o emprego para poder comer a mulher que me aplicava um boquete colossal.
Atraído pela bunda apetitosa da nossa Isa, um outro homem se aproximou, ajeitou-se por trás dela, vestiu a camisinha e a penetrou devagar. Não demorou para que mais um rapaz se posicionasse ao lado dela e oferecesse o pênis, Isadora chupou um enquanto era comida pelo outro, soltava os gemidos inebriantes que alguns daqui do Arena conhecem bem. O sujeito gozou rápido, Isadora não. De quatro, empinada, Isa voltou a me chupar, um outro cara se colocou entre as suas pernas e começou a lamber sua boceta, Isa rebolava e gemia muito. Diante dos meus olhos incrédulos, um terceiro indivíduo passou a comer a mulher do homem que chupava a boceta da Isadora. Acredite, forista sem fé, era um pequeno bacanal.
Não demorou para que mais um elemento se aproximasse. Vendo Isadora de quatro, o cidadão arriou as calças, vestiu o preservativo, mirou a bunda de Isa e socou forte na minha parceira. Isa não nega fogo, pede para o cara socar mais forte, pede que ele não tenha pena, provoca. O fulano parecia estar num ataque epilético, metia como uma britadeira, segurava forte os ombros da minha acompanhante e a puxava para trás, para que sua pica fosse mais fundo. Gozou, mas não fez Isadora gozar.
Decidimos dar mais um giro, pelo outro lado da boate, onde fica um outro labirinto e outras cabines. Avistei um casal, um coroa com uma garota jovem que me pareceu gostosinha, sugeri a Isadora que fizéssemos uma abordagem. Aconteceu, começamos a nos beijar e a Isadora roçou a bunda na bunda da garota; de repente, as duas estavam se beijando, chupando os seios uma da outra, emboladas em mim e no coroa. A garota do coroa veio ficar comigo, me beijou com língua gulosa, desceu para chupar meu pau e o engoliu num fôlego só, enquanto isso o coroa mamava extasiado os seios de Isa, a beijava, delirava com ela. A garota continuava me chupando, queria meu leite e estava prestes a conseguir. Infelizmente, o coroa que estava com a garota que me chupava se mostrou ciumento, não permitia que nenhum outro homem se aproximasse ou alisasse as nossas meninas, chegou perto de arrumar confusão. No fim, ele gozou na boca da Isa, mas eu não consegui gozar com a garota.
O ÚLTIMO ATO
Fomos para mais um giro, que seria o último da noite. Isadora viu um rapaz por quem se interessou, sinalizou que ele viesse para a cabine onde entramos, ele veio. Isa começa a beijá-lo, beijos profundos, o rapaz a abraça com força e ela desce a boca para o boquete. O cara estava bem entusiasmado pela minha companheira. Sempre surpreendente, Isa me faz uma pergunta inesperada.
— Quero dar o cuzinho a seco pra ele. Posso?
Perplexo, só me restou a opção de permitir o prazer que ela queria experimentar. O rapaz tentou pegá-la de quatro, mas o sofá alto atrapalhou o encaixe. Isa então se deitou na beirada da cama, com as pernas levantadas, e o rapaz começou a introduzir a pica e iniciar um sexo anal que eu poderia classificar como épico. Enquanto comia a bunda da Isa, ele abaixava a cabeça, a beijava, lambia seus seios... Isa não gemia, gritava, a plateia do lado de fora começou a bater na porta, queriam entrar, assistir aquele espetáculo que parecia a final decisiva de um campeonato. O crescente de gritos e gemidos culminou quando os dois gozaram juntos, Isa e o rapaz. Após o orgasmo simultâneo, continuaram se beijando e o rapaz sussurrou algo no ouvido da minha parceira, queria passar o telefone, segundo a própria Isa me contou. Aqui, neste ponto, admito estimado forista, fui assolado pelo ciúme, que já vinha se manifestando quando percebi a Isadora empolgada pelo rapaz. Ciúmes em mim é um evento muito raro, mas não escapei dele nesse dia. A questão foi contornada e deu a hora em que combinamos que a Isadora precisaria ir. Pegamos o táxi, nos despedimos e eu percebi no caminho que já sentia falta da minha mulher.
— Se gosta tanto assim da Isadora, por que não tira ela da vida, Dante? — perguntaria o forista da família brasileira.
Eu respondo. Tudo tem seu tempo, estimado forista. Por isso, aproveite o tempo em que a Isadora ainda está disponível para o seu deleite.
#Libertine-se
