17 de Maio de 2022 às 11:50
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

Explosão. Pessoas se movimentando bruscamente, burburinhos, sons de um vulcão irrompendo brasas, algo acontecia de anormal a primeira festa do GP Arena. Acredite, forista sem fé, não se tratava de um ataque terrorista, era Fernanda Zuckie que surgia no salão como lava escaldante nos petrificando pela exuberância da sensualidade. Ela me concedeu o privilégio de alguns momentos de conversa, me disse que passaria a beijar nos atendimentos (a ausência de beijos é um impeditivo irrevogável para mim). Espontânea, inteligente, bonita e atenciosa. Fernanda me conquistou à primeira vista. Alguns não acreditaram que o beijo na boca pudesse realmente se concretizar, mas ousei e fui.

A natureza conspirou contra o encontro, que ocorreu na última segunda-feira. Final de tarde, quando desembarquei da estação do Metrô na Cinelândia, fui surpreendido por uma tormenta de granizo, pedradas na cabeça, tapas de vento, borrifadas de água no rosto. O meu encontro com Zuckie começava de forma dramática, como ela mesma expressou. Saltei sobre poças d’água comparadas a Lagoa Rodrigo de Freitas, cruzei com cracudos em pânico ao som de trovoadas, cachoeiras se formavam nas marquises dos prédios. Eu devia ter ido de sunga — pensei. Finalmente, alcancei o 37 da Álvaro Alvim, o prédio cintilava como um porto dos náufragos, das almas condenadas. Atravessei a portaria e embarquei no elevador. Durante a subida, chega uma mensagem no WhatsApp...

“Cadê você?”

Fernanda cobrava minha iminente presença. Localizei a sala, toquei a campainha, a porta se abre lentamente, como um portal que hesita em revelar seu grande mistério. Entro e vejo a morena magnífica, com um maiô branco cavado e decotadíssimo, véu e grinalda sobre a cabeça, uma noiva erótica vestida para matar. Sim, afeiçoado forista que me acompanha, naquele momento percebi que a caça seria eu, não ela. A sala da menina é agradável e o pagamento é adiantado.

— Entrou aqui, tem que tirar a roupa — Fernanda me avisa.

Despido, ela me indica o banheiro e tomo um banho para retirar a lama que herdei da tempestade. Volto de toalha, tímido diante daquela morena com traços de deusa egípcia. Decifra-me ou devoro-te — Zuckie é uma esfinge que rapidamente se desfaz do mistério e nos devora com ardor implacável.

Fernanda tem um corpo lindo, muito mais radiante do que nas fotos que o anúncio exibe, é uma mulher de inquestionável personalidade, sexy, dona de uma pele aveludada que vibra em estática libidinosa. Ofereceu-me um beijo na boca assim que entrei em sua sala e outros mais quando estávamos sobre a cama. Seios médios, bons de mamar, coxas grossas, bunda com as dimensões de um mapa-múndi do paraíso.
A Zuckie é a mistura química de uma mulher carinhosa com um tesão interminável. O tempo todo ela mantém um imenso vibrador ao seu lado e não se inibe em usá-lo ou em pedir que usamos para o seu próprio prazer. Vê-la gozar de verdade e repetidas vezes foi um êxtase a mais no encontro. Fernanda tem um boquete tão firme quanto a sua persona, precisei abstrair para não ceder à ejaculação precoce. Dedilhadas no cuzinho, mas o dedo na boceta se entrar vestido de camisinha. Pedi que ela ficasse de quatro e rocei naquele rabo esférico e harmonioso enquanto me masturbava, por pouco não gozei vendo Fernanda com olhos fechados e gemendo. Deitei-me, ela lambeu e alisou meu saco com as unhas, chupou meus peitos, alternou no boquete e me masturbou. O velho Dante não conseguiu resistir e gozei horrores, aos urros.

Acredito que o tempo havia terminado, os ponteiros do relógio voam quando estamos ao lado de Fernanda. Como tive a impressão de que havia outro cliente vindo, me vesti em tempo recorde, cheguei a ficar esbaforido. A moça ficou de pé, esperava. Depois, me conduziu até a saída e mais um episódio libertino se encerrava.

Fui caminhando pela Av. Rio Branco, um cheiro de terra molhada vinha não sei de onde, as poças de água refletiam com o brilho de estrelas no chão as luzes das lâmpadas das ruas. Tudo parecia querer me causar um momento de felicidade e talvez eu tenha sido invadido por uma onda de serotonina, pois senti um bem-estar súbito, uma alegria inexplicável. Cruzei a rua da Alfândega e avistei a entrada do Clube 502, eu senti que precisava de mais uma dose. Entrei na boate e a maior surpresa do ano aconteceria.

Continua... Piscada