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RELATOS DO PAPAI NOEL

RED NIGHT 21 - R. Buenos Aires, 21 (Beco das Cancelas) , Centro - Rio de Janeiro - RJ
FERNANDA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

14 de Outubro de 2022 às 00:10



CONTOS DO NOEL - TINHA QUE SER

HO HO HO


O dia era uma quinta-feira. Saí de um enrosco sensacional, embarco no elevador rumo ao andar térreo e encontro uma dama queridíssima quando passamos pelo seu andar. Fomos colocando o papo em dia enquanto a acompanhava até onde pegaria a condução rumo ao seu lar. No meu retorno parto para uma missão assumida poucas horas antes: levar a melhor pipoca das redondezas à outra estimada menina. Apesar da demora, missão cumprida.

Nesse ínterim, já estava acompanhado do confrade Az, pois tínhamos combinamos de retornar ao local onde eu o tinha levado semanas antes. E assim o fizemos, caminhando e proseando pela Av. Rio Branco. Chegando lá, nos dirigimos à parte da boate, peguei uma bebida e antes que pudéssemos sentar, surge Agatha. Mal pude apreciar sua beleza, ela e Az se atracaram aos beijos e virei um misto de voyeur com castiçal nessa hora. Quando os lábios de ambos se distanciaram, sentamos os três para conversar, mas logo sugeri o outro ambiente, que era mais apropriado para isso.

O papo fluiu muito bem, assuntos dos mais diversos rolaram. Agatha é divertida, inteligente e articulada, o que fez o interesse por ela aumentar ainda mais. "Mas ela estava com o Az", diriam alguns. Eu sei disso. Mas fica a dica para uns e a constatação para outros: também sei que sou filho da puta. Então joguei umas marimbas discretas, outras, nem tanto, algumas a deixaram sem graça (segundo as próprias palavras, mas todas foram rechaçadas. Me senti o Lúcifer na série homônima em suas investidas contra a detetive Decker. Bom, já que meus esforços eram infrutíferos (por diversas razões que não vou enumerar agora), anunciei minha retirada. Achei por bem aceitar a justa derrota.

Ao contrário de Agatha, que estava inconformada que (sic) "alguém tão legal" não encontrasse uma menina. Ah, ela pediu. Mesmo sabendo que não mudaria o rumo do jogo (que, sem saber, entrei sem chances de vitória, conforme o Az descreveu em seu TD), desferi mais uma cartada. O máximo que consegui foi um sorriso e seu olhar sendo desviado, exatamente como antes.

Foi então que ela saiu e retornou com uma menina que eu já tinha conhecido na minha visita anterior à casa, Dandara: uma falsa magra, bonita, de cabelos encaracolados e uma boca gostosa de beijar. Ficamos os quatro conversando até o momento em que fui ao bar buscar a bebida. Qual não foi minha surpresa ao ver Dandara subindo com um cliente quando voltei. Sentei com os pombinhos, olhei para Agatha e seu olhar já se desculpava pela reclamação que não precisei fazer.
Ela disse:
- Peraí que vou trazer outra, só um instante!
- Não precisa!
- Claro que precisa!
- Meu anjo, só vai piorar. O que acontece uma única vez, raramente acontece uma segunda vez; mas se acontecer, vai ter uma terceira. Melhor não!


Fui solenemente ignorado e lá foi ela mais uma vez, retornando com outra menina. Dessa vez trouxe a Layla, morena baixinha, cabelos negros na altura do pescoço e pele macia. Nos cumprimentamos e refizemos o quarteto. Papo vai, papo vem, o consumo de álcool me obrigou a ir ao banheiro. Na volta - surpresa! - Layla estava em outra mesa com outro cara. Foi o suficiente pra mim. Se antes me senti como Lúcifer, agora me sentia como Jesus, só que sendo negado por três Pedros diferentes.
Agatha não escondia a decepção em seu semblante. Bom, falta de aviso não foi.

Peguei minhas coisas, me despedi da jovem frustrada e do portador de um sorriso eterno, paguei minha conta e minutos depois estava na Av. Rio Branco com destino ao Bar do Zezé. Caía uma leve garoa. À essa altura do campeonato, você que está lendo deve estar pensando "só faltava essa, ser negado três vezes e ainda pegar chuva, é muito azar". Como diria o Dante, aí é que você se engana, forista sem fé. A fina chuva que mal tocava minha pele não veio como uma pá de cal nesta aventura, mas, sim, para lavar minha alma e me preparar para o que viria a seguir.

Ao chegar na esquina da Rio Branco com a Rua do Rosário, lembrei que era onde ficava a nova casa que o Martins (que eu conheci semanas antes em outra ocasião) estava trabalhando, o Club 21. Já que estava devendo uma visita para conhecer o local, alterei a rota e fui. Na porta do local, avisto um rosto conhecido e o cumprimento:

- Fala, Valmir! Tudo na paz?
- Qual é, Barba? Beleza?
- Como tá a casa?
- Encerramos já.
- Ah, não sacaneia. É sério?
- Sério.
- Porra, mas são 23h ainda ...
- Pois é, movimento hoje foi fraco, 'tamo' começando, sabe como é ...
- Foda ... Martins tá aí?
- Tá sim, quer falar com ele?
- Sim.
- Peraí que vou chamar.


Valmir manda um áudio pro Martins, que demora um pouco mas desce.
- Fala, Noel. Como você está?
- Chateado, né? Vim aqui fazer uma visita mas já tá fechado.
- Vamos lá em cima pra você conhecer a casa.
- Tá. Bora.


E subimos. Na escada, ele me apresenta uma menina que já estava de saída e cujo nome não me recordo. Mais um lance de escadas e chegamos à recepção e logo vamos ao salão, razoavelmente amplo com um "fumódromo" em um dos cantos (que apelidei carinhosamente de 'câmara de gás'). Não sei como era a casa antes, mas estava tudo com cheirinho de novo.

Ficamos por ali papeando até que perguntei sobre o plantel. "Ainda tem umas meninas aí que já vão descer. Vem cá que te apresento", foi a resposta dele. Voltamos para a recepção e logo aparece a Leandra. Morena, cabelão cacheado, magrinha, ideal pro MRio e LP (e quem mais gostar de meninas com esse biotipo, claro). Nos cumprimentamos e ela pede licença, vai pegar suas coisas para ir embora. Logo em seguida vem descendo outra menina, de chinelo, calça jeans e camisa de time. Baixinha, coxas grossas, bunda redondinha: Fernanda é o seu nome.

Nos apresentamos e ofereci o rosto para os tradicionais beijinhos na bochecha. Ela segura meu queixo e manda um beijaço de língua. Já era, fui fisgado. Ao ver a cena, Martins fala: "Noel, se tu quiser pode subir.". Olho pra Fernanda e nem precisei perguntar se ela topava, pois já estava agarrada ao meu corpo mordendo os lábios. Por conta do horário, avisei que seria só meia hora, mas que serviria como um trailer, o filme mesmo a gente ia protagonizar depois. Fiz os acertos e subimos.

Como ela já estava de banho tomado, me adiantei logo. Enquanto me lavava, fomos trocando uma ideia. Ao terminar, já pulo do box direto pros braços dela e sou recebido aos beijos, que, aliás, merecem um destaque: poucas vezes tive um encaixe de beijo como esse. E o elogio à sua boca e língua se estendem também ao oral que ela logo começou e é arrebatador. Pensei em muita coisa ruim pra não me esvair logo, mesmo sabendo que o tempo era curto, mas achei por bem segurar.

Depois de maltratar o Pequeno Rudolph, ela vem até mim. Me sento com ela no colo e ficamos aos beijos. Que entrega ela tem. Peço pra ela se deitar e me dirijo ao seu sexo. Agarrado às suas coxas roliças, caio de boca e ela já suspira. Sua buceta carnuda parecia pedir que minha língua a explorasse, e foi o que fiz. Fiquei me deliciando ali um tempo, até que ela procura minha mão, entrelaça os dedos e aperta firmemente. Chupo com mais vontade e logo ela goza, gemendo e se contorcendo.

Voltamos aos beijos, abraçados, numa pegação deliciosa. Não arrisquei nada por achar que nosso tempo estava por terminar, o que foi confirmado ao chamarem com a tradicional batida na porta. Aos risos e beijos, nos vestimos e comentamos sobre o que tinha acabado de acontecer. Mesmo rápido, mesmo no improviso, mesmo fora de horário, foi muito bom. Ainda mais pra mim, considerando o que tinha passado mais cedo. Fomos saindo, encontramos o Martins e descemos. Ali perto tem um churrasquinho na esquina e ficamos ali aguardando ela pegar o Uber junto com Leandra, que estava esperando para irem embora juntas. Enquanto o carro dela não chegava, contei de forma resumida a saga que foi até eu parar ali. Fernanda olha pra mim e diz:

- Sabe porque tudo isso aconteceu e agora a gente está aqui?
- Não, me diga.
- Porque tinha que ser.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
Papai Noel, Digboy, Az,, LP come queto, Sueco, Novaes87, membro, Bart, Tronche63, Barbosa82, Dionizio_RJ, Isadora Vilhena, pgggato45, Sued, PrefeitoComeCu, Mannish Boy, MRio, Oscar, The Shy, Mítico, Morangão, Mayara Rios, Just do it, Chicote, Wolfgang, Não é o Antony, curtiram esse TD.
GIOVANA BRANCA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99021-1397
GIO BRANCA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

12 de Outubro de 2022 às 15:10


GIO BRANCA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=7900

CONTOS DO NOEL - VERDADES ...

HO HO HO


Não sei explicar o motivo. Pode ser destino, uma mera coincidência, numerologia, obra do acaso ... Mas a verdade é que 'Giovana' (e suas variantes) é um dos três nomes com os quais me dou muito bem. Há mais "coincidências" ou "maquinações do destino" acerca desse assunto, mas deixarei para outra oportunidade.

Dito isso, agendei antecipadamente meu retorno aos braços (e curvas, e coxas, e lábios etc...) dessa menina que sempre me tratou excelentemente bem e vivo tentando retribuir à altura, sem tanto sucesso. No dia de nosso reencontro, feito inédito: não comecei os trabalhos no Zezé. Ousadia? Esquecimento? Pouco importa, o objetivo do dia era bem maior (e melhor) do que a resposta à essa indagação.

Próximo ao horário combinado já estava aguardando seu chamado de posse do acesso à Matrix. Faltando 10 minutos chega a mensagem: Vem!. Subo, chego ao seu local, aguardo ser atendido. Uma morena bonita e sorridente abre a porta e me leva onde serei atendido pela minha musa de pele alva como marfim. Logo, ela irrompe pela porta, linda como sempre, com uma lingerie pequena e um robe transparente. "Que saudades!", ela diz com sua excitante voz rouca, para em seguida me abraçar e colocarmos nossas línguas em ação num beijo ávido. Batemos um papo rápido enquanto tiro a roupa e sigo ao banho.

Quando volto, retomamos os beijos ainda em pé. Ela já estava sem o robe e fomos alternando a retirada de peças que ainda nos cobriam: sutiã, cueca e calcinha. Deitamos e vou fazer o que é uma obrigação pra mim todas as vezes que estou com a Gio, que é degustar de forma voraz e deliciosa seus seios, que são espetacularmente maravilhosos. Como o Wolf costuma dizer, e eu concordo, "mereciam estar expostos no MoMA".

Voltamos aos beijos e ela desliza em direção ao Pequeno Rudolph, dando início à sua costumeira covardia: o oral. Eu não ouso chamar o que ela faz de 'boquete' ou qualquer outro termo mais chulo. Na humilde opinião deste Bom Velhinho que vos escreve o que ela faz é uma manifestação de arte. Movimentos e pressão precisos, chupadas que te levam à loucura alternadas com lambidas cujo timing é impecável e trazem o bônus do seu sorriso malicioso. Tudo isso entrecortado com o olhar matador de duas esmeraldas cujo brilho parece te hipnotizar.

Quando achei que seria incapaz de suportar mais tempo daquela prazerosa tortura, peço a ela para invertermos. Ela diz "Oba!", me beija enquanto fazemos a transição e se abre para me receber entre suas pernas. Faço tudo que eu sei que ela gosta, com a dedicação que ela merece. Seus suspiros e gemidos se sobrepuseram à música que tocava. Quando começou a xingar, eu sabia que seu mel estaria por vir. E num semi grito, ela me honra com seu sabor.

Pausa pra recuperação da Gio. Ficamos deitados namorando e conversando. Sua mão encontra Rudolph animado, então ela já saca a camisinha e vem por cima. A seguro pela cintura e por outro ponto que ela adora e a deixa mais excitada ainda, o que se pôde notar pelas cavalgadas e quicadas que deu com muita vontade. Seu olhar não escondia o tesão que estava sentindo naquele momento. Outro gozo veio. Que delícia! Ainda alternamos algumas posições depois disso até finalizarmos nosso tempo, que sempre parece passar num piscar de olhos, mas foi o suficiente para matarmos as saudades e eu ficar totalmente relaxado.

Já limpinhos e cheirosos, fomos recolocando nossas roupas e batendo um rápido papo. Sou levado até a porta e, como sempre, não resisto e a puxo pela cintura para provar seu beijo de "Até breve". Porque com ela, nunca é "Adeus!".
Te adoro, Gio.



Papai Noel, Just do it, Digboy, Senior69, LP come queto, CariocaGaludo, Conde Da Valáquia, Dionizio_RJ, MRio, Tronche63, Barbosa82, Az,, Hairy, Oscar, The Shy, Morangão, Tenista, Brand, Julio Cesar 34, Predator, Don Santão, Isadora Vilhena, PrefeitoComeCu, Sued, Michael Corleone, Wolfgang, ronondex, Ciclope, Y@N, pauloeduardo, Não é o Antony, curtiram esse TD.
FERNANDA ZUCKIE - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96696-3465

POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$160.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

28 de Agosto de 2022 às 20:08


FÊ - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=8295

CONTOS DO NOEL - O QUE OS OLHOS NÃO VÊEM

HO HO HO


- Papai, já sei o que vou fazer contigo quando você voltar.
Com essa frase, Fê despertou minha curiosidade. Não a ponto de perguntar o quê, já que a provável resposta dela seria "É surpresa, caralho!". Então tratei de acertar meu retorno o quanto antes.
Chegando ao Centro, fico no Zezé fazendo hora até receber o chamado dela. Ao chegar, subo imediatamente. Já no seu apê, ela estava de salto, uma saia curta onde era possível ver a generosa curva de sua bunda, e uma blusinha que mal cobria seus apetitosos seios. Ambas as peças com uma estampa quadriculada, o que lhe dava um ar de colegial.

Um rápido beijo e sou quase jogado dentro do banheiro. Banho tomado e ela me aguarda na beira da cama, diferente das outras vezes. "Vai, deita aí!", ela me disse, se levantando. "Bem aqui, no meio da cama!". Segui suas instruções e ela saca 4 tiras por baixo do colchão e me prende, começando pelos tornozelos. Ela olha pra mim e pergunta:"Algum problema? Tá com medo?. Digo que não e então meus pulsos são presos. Ela se ajoelha na cama, passa a mão por trás da minha cabeça, puxa a venda que estava embaixo do travesseiro e seu corpo se aproximando foi a última coisa que vi. Tentei beijá-la, mas fui rechaçado com um tapa na venta. Adoro!

Desprovido da visão, só restava me concentrar no tato, principalmente, e na audição. Ouço ela abrir a tampa de alguma coisa e em segundos suas mãos passeavam pelas minhas partes baixas espalhando um óleo ou gel, sei lá. Fez uma espécie de Lingam, massageando toda a diminuta extensão do Noelzinho e a sacola de presentes. Em poucos minutos começa um oral que, junto com o que ela passou anteriormente, deu uma sensação muito mais deliciosa e prazerosa que o normal.
Aí vieram as maldades: engolia freneticamente; passava a ponta da língua bem devagar, subindo e descendo, e depois ao redor da cabeça; chupava de lado ... tudo com a vontade e maestria que só quem já esteve com ela sabe do que estou falando. Dali a pouco, ela saca um vibrador. Passou pela cabeça do Noelzinho, no saco, alternava com chupadas. Não sei quanto tempo tudo isso durou e eu não podia vê-la, mas tenho certeza que em algum momento um sorriso de satisfação se fez presente em sua bela face.

Só sei que em meio aos suspiros e gemidos, consegui balbuciar para ela:
- "Tô na dúvida, não sei se quero que continue ou se peço pra me soltar."
- "Então pensa rápido e se decide!"
- "ME SOLTA!"
Não sei foi pela entonação da minha voz, pelo prazer de fazer maldade comigo, ou tudo junto, mas ela me libertou das amarras, se deitou de pernas abertas e encapou meu companheiro de aventuras muito rápido. Eu estava completamente tomado de tesão e a possuí do jeito que gosta. Sentir seu corpo junto ao meu, sua buceta quente e molhada, e sua boca (que quando não me beijava, gemia a cada orgasmo que teve), me estimulava muito. A Vovó Noel, minha pobre mãe, deve ter ficado com as orelhas em brasas, dada a quantidade de "Filho da puta" que ouvi.
A resistência foi diminuindo e aviso que a hora de gozar estava próxima. Ela pede na boquinha e jorro fartamente atendendo ao seu pedido.

Depois que volta do banheiro e eu estou recuperado, nossa conversa teve alguns rumos bem distintos. Entre eles, ideias para algumas das próximas visitas, uma verdadeira reunião de cúpula. Ou melhor ... de alcova!

Papai Noel, LP come queto, Brand, Senior69, MRio, Digboy, pauloeduardo, Just do it, PrefeitoComeCu, Oscar, The Shy, Az,, Dionizio_RJ, Gusttavo Lima, photus, Rai, Chinaski, Ninho, Barbosa82, Morangão, Sueco, Nego Dengo, AnjoEndiabrado, Hairy, Wolfgang, Chapéu de Palha, Sued, Tenista, Bart, Não é o Antony, Michael Corleone, Y@N, curtiram esse TD.
DUPLA - BRUNINHA & JUJU ANGEL - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98578-0791 / (21) 96527-7907
BRUNINHA
POSITIVO
JUJU ANGEL
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$720.00
BRUNINHA
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM
JUJU ANGEL
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

23 de Agosto de 2022 às 21:08


BRUNINHA - http://www.gparena.net/social-feed-user.php?id=15545
JUJU ANGEL - https://www.gparena.net/td-show.php?t=6022

CONTOS DO NOEL - O QUARTO MAIS ALTO DA TORRE MAIS ALTA

HO HO HO


Ah, a putaria ... Muitos julgam se tratar de um mundo à parte. Acredito ser bem mais do que isso. Na minha modesta opinião é todo um universo paralelo e, ao mesmo tempo, intrínseco ao mundo dito "normal". Eu poderia elaborar algumas dezenas de parágrafos sobre esse assunto, mas para que ninguém durma ou desista de ler, vou manter o foco numa pequena fração do universo libidinoso: os relatos.

Através deles podemos, entre outras coisas, decidir sobre qual garota ir (ou não ir), descobrir possíveis novos prazeres e até mesmo trazer de volta antigos interesses que estavam adormecidos em nossas mentes. Exatamente como aconteceu com o meu cúmplice ...

Desde que relatei a surubinha que fiz com o Wolf no início deste ano, recebi convites aqui e ali para organizar e/ou integrar versões de um dos eventos mais deliciosos e divertidos que já vivi. Sempre recusei. Mas deixo bem claro que, embora tenha feito algumas piadas a respeito, nunca se tratou de soberba da minha parte. Quem me conhece, ainda que só um pouquinho, sabe bem que não sou assim.
Não sou apegado a status ou até mesmo títulos que os confrades vivem atribuindo à minha pessoa no chat ou nos comentários. Aproveito e faço aqui uma confissão: tenho dificuldade em aceitar que pessoas se inspiram em mim pelo que lêem em meus TDs e pelas "dicas e conselhos" que dou esporadicamente. Não bastasse isso, me assombra saber que alguns vão além e me admiram pelos meus "feitos". Logo eu, que sempre me achei o mais modesto e simplório, e, por vezes, fraco e incapaz.

Mas isso vem mudando. Parafraseando o começo da música
Ainda é Cedo, uma menina me ensinou que eu devo me permitir essas pequenas coisas. Um elogio descompromissado desse pode vir a ser a melhor coisa que irei ouvir num dia ruim, por exemplo. Ela não me fez mudar de opinião, mas posso lhes dizer que estou mais receptivo à novas experiências de um tempo pra cá.

Voltando aos convites, eles foram se intensificando até que um dia, o ditado "água mole em pedra dura tanto bate até que fura" surtiu efeito no meu petrificado e gélido coração. O que me chamou a atenção foi o plano, já praticamente arquitetado, me fazendo lembrar a Incursão. Bastava apenas eu dar o OK. Foi o que fiz.

O objetivo era aparentemente simples, resgatar duas princesas no Castelo, vigiadas por um cavaleiro e um sacerdote. Pra ser bem sincero, achei fácil demais, mas fiquei na minha. Não podia influenciar negativamente o jovem cavaleiro que tanto ansiava por este momento.
Lá estava eu, na Taverna do Zezé, a observar transeuntes e as mais diversas figuras que frequentam esse estabelecimento. Outros destemidos aventureiros e desbravadores dividiram a mesa e uns bons goles de bebida. Faltava apenas aquele que compartilharia as glórias comigo. Enquanto o aguardava, chequei meus equipamentos e tudo certo: Noel, o Velho, estava pronto.



"Me aguardem!"



Pouco antes do horário previamente acertado, Az, o Garboso, chega e informa que sofreremos um pequeno atraso devido ao ensaio de um conhecido menestrel. Só então seguimos em nossa escalada. A rota até o nosso alvo se mostrou tranquila, o que me gerou mais assombro. Tudo muito fácil. Nada de inimigos, armadilhas, muito menos um sinal sequer da presença dos algozes guardiões. O alerta ligou. À porta do local onde as princesas estão, nos preparamos para irromper numa investida conjunta. A porta se abre e uma figura feminina faz as vezes de anfitriã. Era a guerreira Bruninha, a Voraz, que nos convida para o interior do recinto. Subimos um lance de escada e nos deparamos com a Mestra Ju Angel, ajoelhada sobre a cama que serviria de altar para o nosso sacrifício. Na verdade, não se tratava de um resgate, mas de um desafio contra uma amazona e uma sacerdotisa. Olhamos um para o outro com a mesma cara de "FUDEU".

Feitas as devidas apresentações (da minha parte, só não conhecia a anfitriã), já ia me encaminhar ao banho quando Bruninha me abraça e me beija. Por um segundo, interrompemos o beijo, nos olhamos e continuamos. Após ser liberado, fui me lavar. Na volta, vejo Az se atracando com Juju aos beijos e amassos enquanto Bruninha tirava uma casquinha (rima não intencional).

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Deixo aqui uma pequena observação quanto a continuidade do relato. Procurarei manter o foco da narrativa pelo que vi. Então, não vou abranger aqui exatamente tudo que ocorreu, nem na mesma ordem, justamente por conta disso, OK?
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Voltando ... chego por trás de Bruninha beijando suas costas e pescoço, enquanto a seguro pela cintura. Ela se vira, fica ajoelhada na cama e nos beijamos. Que beijo delicioso e envolvente. Ela para e reclama que algo está nos atrapalhando: era minha cueca e seu conjunto de lingerie rosa. Já totalmente nus, deitamos com mais beijos. Az e Juju se pegavam no outro extremo da cama. Por motivos bem particulares pra mim, nos permiti ficarmos um tempo assim. Bolinamos nossas partes íntimas ao mesmo tempo, falando sacanagens ao pé do ouvido. Chupo seus seios, fazendo-a suspirar. Ela desce até o Pequeno Rudolph e inicia um oral alternando ritmo e pressão perfeitos. Por todo o tempo que ficou ali me fez revirar os olhos, gemer e me retorcer na cama. Não sei o que se passava com o "outro casal", mas minha mão direita foi agarrada com força por outra mão. Pelo toque suave (e usando a lógica) era Juju. Voltando à Bruninha, ela mamava vorazmente até eu sugerir que alternássemos as posições. Não sem antes beijar mais aquela boca carnuda e gostosa, e passar pelo seios mais umas vez. Antes de chegar em sua buceta, inicio os trabalhos já nas coxas e virilha. E pude ver Az por cima de Juju.

Quando parto pro oral propriamente dito, ficamos nos deliciando, eu chupando e ela curtindo pegando nos seus seios. Como tínhamos um tempo razoável pela frente, optei por me dedicar bastante ali. Aperto e acaricio sua coxa e com a outra mão entrelaço os dedos com ela e sinto suas reações a cada mudança de estratégia. Quando tudo se alinhou, a faço gozar minutos depois. Sorver seu mel foi como morder um bombom de licor, você quer aproveitar todo aquele líquido, mesmo que precise se lambuzar pra isso. E assim eu estava, lambuzado com o sabor dela.

Já que ela parecia aturdida, me levanto para me deitar ao seu lado. Mal faço isso, Az se levanta e vai ao banheiro. Desconfio o que tenha sido, mas sem ter certeza, encaro como uma parada técnica. Mas eu senti no ar que algo errado não estava certo ...
Olho pro lado e vejo Juju com uma carinha de safada. Então a convido para os meus braços e alterno beijos entre ela e Bruninha, e ambas vão passando suas mãos pelo meu peito. Juju desce, Az volta e Bruninha passa por trás de mim, que estava sentado na beira da cama. A Sacerdotisa reergueu meu companheiro de aventuras rapidamente e o engolia num oral fascinante, quase me entreguei ali. Ficou um bom tempo usando sua boca por onde alcançava: Rudolph, a sacola de presentes, a guirlanda ... como diria Luciano, o Huck, "loucura, loucura, loucura".
Mãos suaves me abraçam, Bruninha retorna e Juju volta para Az. Sou montado pela morena Voraz, sempre me beijando muito. Pouco depois, ela sugere ficar de quatro, uma visão irresistível ... mas eis que rolou um malfunction (® by MRio) e não consegui dar andamento à empreitada. E pelo que discretamente percebi, não fui o único.

Viro Bruninha na cama e ataco seu sexo novamente, meio que numa forma de compensação pela rateada e pra não perder o rumo da coisa. Capricho bastante no oral e noto que ela se entregou mais agora. Não que antes não o tivesse feito, mas como eu já sabia a rumo certo a trilhar, tudo ficou mais fácil. Prova disso foi o orgasmo abundante que veio a seguir.
Nova "parada técnica", ficamos os 3 na cama papeando e rindo (eu já tinha abraçado a derrota, então foda-se). Az retorna, se junta à conversa, riu também e assim ficamos até o tempo terminar.

Como bons moço e velho que somos, nos certificamos que cada uma de nossas destruidoras seguiu seu rumo para casa adequadamente. Aí sobramos nós dois, derrotados mas felizes, cada um ao seu jeito.
Ainda rolou uma peregrinação pela sombria selva de pedra do Centro, um serviço de escolta (literalmente) de última hora à uma dama na calada da noite e uma verdadeira jornada para que retornássemos aos nossos lares.
Mas são outras histórias para outros momentos ...

Papai Noel, PrefeitoComeCu, Az,, Bart, Sueco, Aquiles Espartan, Just do it, Digboy, Senior69, Hairy, MRio, Oscar, The Shy, Brand, Lixo IV, Vassoura, Ninho, Duelista, Chapolin, pauloeduardo, Dionizio_RJ, Chinaski, Tenista, Rai, Araujo, Wolfgang, Chapéu de Palha, LP come queto, Piróquio, Michael Corleone, Não é o Antony, Sued, curtiram esse TD.
FERNANDA ZUCKIE - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96696-3465

POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$160.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

12 de Agosto de 2022 às 20:08


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CONTOS DO NOEL - "A CURA"

HO HO HO


Passei uma semana muito pra baixo, estava mal. E de uma forma muito ruim: mal comigo mesmo. Tinha deixado agendado um horário com minha querida Noelete e cogitei a possibilidade de desmarcar. Não queria "contaminar" ela com minha vibe ruim. Só que, como vocês devem imaginar, o tesão falou mais alto e fui mesmo assim.

Já estava por perto quando recebo seu aviso dizendo que "estava pronta pra me amar". A ansiedade que já me atacava, aflorou mais ainda, estava há duas semanas sem vê-la. Toco a campainha, a chave destranca a porta, que se abre deixando-a escondida. Mal pude imaginar o que ela vestia: entrei e a vi com um conjunto de fitas, que deixavam suas curvas mais delineadas do que já são e expondo seu corpo de um jeito que senti a volúpia exalar. Ela estava provocante, deliciosa, gostosa, tesuda. Aquela visão me deixou faminto, doido para possuí-la ali mesmo. Mas Fê nem me deixa tocar ela. Me encaminha logo ao banho porque se encostasse nela o bicho ia pegar. A ideia era essa, mon amour, mas OK ... Manda quem pode, obedece que tem juízo.

Enquanto me lavo, vamos conversando rapidamente. Saio do banho literalmente mordendo os lábios e salivando de tanta vontade de me jogar em cima dela. E foi o que eu fiz. Seu beijo, doce e gostoso, me recepciona. Passo as mãos pelo seu corpo e ela já segurava o Noelzinho, que latejava. Olha nos meus olhos e diz:
- "Me come um pouquinho? Tô te querendo ..."
- "Um pouquinho? Eu sempre te quero muito, garota!"

Ela saca a camisinha e coloca sem deixar de olhar pra mim. Assim que termina, completa: "Vem, me fode bem gostoso!". Embora meu desejo animalesco estivesse me dizendo pra meter com tudo, coloco devagar pois gosto de ver a cara dela quando faço isso. O primeiro gemido já veio e aí não teve jeito, dei vazão a todo o tesão acumulado. Meto de forma cadenciada dentro dela, beijo sua boca que me escapole pra gemer com o primeiro orgasmo. Sem desencaixar, me ajoelho de frente à ela, agarro suas coxas e continuo metendo. Outro orgasmo veio, o som de seu gemido me incendeia mais ainda.

Desço de cima dela, que fica de ladinho. Me junto ao seu corpo, apertando, beijando e resistindo à vontade de morder aquela pele morena. Fê me empurra contra a cama e vem por cima de mim. A expressão em seu rosto confirmava que ela estava querendo ... e muito. Como Noelzinho ainda se mantinha a postos, só o ajeita dentro de si e fica no seu hábitat natural: em cima de sua cama na posição de dominadora. Praticamente, ela que me possuiu nessa hora. Cavalgou, rebolou, se esfregou. Segurei seus seios e seu quadril acompanhando seus movimentos. Novos gemidos, outro orgasmo dela. Tapas na cara e xingamentos completaram sua performance.

Depois de um tempo, desmonta e parte para um oral que nem tive tempo de esboçar reação, quando dei por mim já estava abocanhando meu companheiro de aventuras como uma esganada, achei que ia arrancar ele do lugar tamanha a voracidade de suas investidas bucais. Fê chupava, lambia, batia na língua. PUTA QUE PARIU! Até a hora que não aguentei mais e explodi em sua boca. Fiquei me retorcendo na cama de prazer enquanto ela foi fazer sua higiene. Ela volta pra cama e ficamos agarradinhos conversando até findar o horário.

Tomo mais um banho, me visto, faço o registro que deixo abaixo para vocês admirarem e me despeço da minha Noelete aos beijos Ao sair, me bate uma dúvida: e se derem falta daquele "eu" que chegou aqui mais cedo e nunca mais foi visto?



Papai Noel, Lixo IV, Ninho, PrefeitoComeCu, Digboy, Brand, Just do it, Barbosa82, Senior69, Oscar, The Shy, Gusttavo Lima, Tenista, Dionizio_RJ, Wolfgang, Chinaski, MRio, LP come queto, Chapéu de Palha, peixotarado, Nego Dengo, Rai, Não é o Antony, Michael Corleone, Sued, curtiram esse TD.
JADE LIRA / NINA CHANEL - Largo do Machado - Rio de Janeiro - RJ
JADE LIRA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO NãO SEI R$0.00 SIM

09 de Agosto de 2022 às 20:08


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CONTOS DO NOEL - "DELIRANTE"

HO HO HO


"Um belo dia resolvi mudar", já dizia um dos sucessos de Rita Lee. E foi essa vibe que me deu um norte para escolher uma menina. Decidi pela Jade, amplamente recomendada pelo confrade Bart. Entro em contato com ela, conversamos rapidamente e deixo agendado minha descida de chaminé para mais tarde.
Passam-se as horas e lá estou eu nas redondezas. Vejo um sapatinho na janela. Era o sinal verde para a minha investida.

Já no meu destino, anuncio minha chegada e fico aguardando. O som de passos usando saltos serviram de arauto para a chegada dela: por detrás da porta, num vestido preto justinho, realçando suas deliciosas curvas, e exibindo um sorriso encantador, Jade Lira estava à minha frente. E sim, sua beleza é embasbacante.

Depois de uns segundos atônito, nos beijamos e, então, sigo para o banho e vamos conversando enquanto isso. Eu saio e ela entra para se banhar também. Quando termina, já vem para o colo do Bom Velhinho aos beijos. Nos deitamos, mãos bobas passearam e ela toma a iniciativa, montando em mim, me beijando a boca, pescoço, peito ... Desliza seu corpo sobre o meu, provocantemente até encontrar o Pequeno Rudolph, que a aguardava em pé como um guarda britânico.

Sua chupada é muito boa, alterna velocidade, mas mantendo a mesma pressão. E bem molhado. Sabe (e muito bem) o que faz nessa hora. Eu já sinto um tesão a mais quando a menina está fazendo oral e olha pra mim. Quando tem olhos claros então, eu quase perco as estribeiras. E pra evitar que esses fatores me prejudiquem, peço para fazer um revezamento. Jade já deita empolgada. Encho-a de beijos e vou descendo. Quase decido ficar em seus seios quando comecei a chupar eles, deliciosos, mas prossigo com o método EBAF - Exploração Bucal da Anatomia Feminina - até alcançar sua ppk: carnuda, cheirosa e convidativa à degustação.

Abracei suas coxas e a abocanhei. Alternando chupadas e lambidas, não poupei nenhum ponto de sua buceta, ao mesmo tempo em que segurava um dos seus seios. Como não colocamos música (seja por esquecimento ou destino), o silêncio que pairava no quarto era cortado pelo suave som da respiração dela mesclado com suspiros. Quando usou as duas mãos para acariciar meus cabelos (quase num cafuné), achei que seu orgasmo estava prestes a chegar. Mas a vida, senhores, é uma caixinha de surpresas. Mais alguns minutos de oral e nada. Faço uma pausa de poucos segundos e respiro fundo.
- Eu demoro um pouco pra gozar no oral., Jade me fala com um sorriso sacana no rosto.
- "Um pouco?", respondo com a boca quase seca. Me aguarde então!

Volto aos trabalhos disposto a finalizar ela. E consegui: mais alguns minutos e ela estava gemendo até gozar. Me deito ao seu lado, ficamos nos beijando até que, em meio aos amassos, ela agarra Rudolph, saca a camisinha e o encapa. Permanece deitada e me traz para junto de si. Já encaixados num PPMM, vou mantendo o ritmo (o fato de sua buceta estar quente e molhada ajudava nessa hora) alternando beijos e troca de olhares.
Mudamos para ela de quatro na beira da cama. Visão maravilhosa, movimentos sincronizados, seguro-a pelo quadril aumentando o ritmo. Coloco um pé na cama, pego ela mais firme, que retribui gemendo e xingando. Digo que vou gozar, ela pede leitinho nos seios e é atendida quase que imediatamente.

Ela vai ao banho e fico admirando aquela beldade se lavar enquanto me recomponho. Depois, tomo um banho, batemos um papo e me visto, pois o tempo termina. Nos despedimos com um longo e gostoso beijo. Promessa de retorno? Claro! Só que fiz sem verbalizar, somente com a nossa troca de olhares maldosos ...



ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Papai Noel, Ninho, membro, PrefeitoComeCu, Tony Almeida, Sueco, Gusttavo Lima, Julio Cesar 34, Jade Lira, Barbosa82, Digboy, Dionizio_RJ, Chapéu de Palha, Oscar, The Shy, Tenista, Chinaski, Wolfgang, KalielSemeth, Bart, LP come queto, MRio, Gorila, Rai, Não é o Antony, Michael Corleone, Sued, curtiram esse TD.
ALICE MARTINS - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98269-0471
ALICE MARTINS
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

09 de Agosto de 2022 às 01:08


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CONTOS DO NOEL - "BORA QUE EU BORO"

HO HO HO

Quarta-feira, véspera de feriado, estava quieto no trabalho. Terminamos as tarefas mais cedo e uma galera começou a botar pilha pra sair e tomar um gelo. Falei "Tô dentro" e aguardei me falarem que horas seria. Fiquei jogando no celular e me distraí. 15 minutos, meia hora, uma hora ... e nada. Fui procurar o povo e um colega me informou que já tinham saído faz tempo. Puta que pariu, me largaram na pista. Deus é testemunha, eu só queria beber com a rapaziada.





Como eu já ia sair mesmo, resolvi jogar um verde no status do WhatsApp, meio que pra tentar a sorte. Perguntei se alguém tinha indicações de meninas na Zona Oeste que atendessem até mais tarde. Qual não foi a minha surpresa ao ver que quem respondeu foi a Alice, que estava indo pra casa voltando de um atendimento e que, na ocasião, abriria uma exceção para me atender. Bons frutos que poucos sabem e conseguem colher.
Trocamos mensagens de forma rápida e estratégica para otimizarmos tempo, até chegarmos a um consenso e escolher o Salou como nosso Campo Elíseo.

Combinamos de nos encontrar lá, então parti pro local enquanto ela continuava seu deslocamento. Chegamos literalmente ao mesmo tempo, porém por entradas diferentes (o motel tem dois acessos, um pela Avenida Brasil e outro por Campo Grande). Nos achamos e seguimos abraçados para nossa alcova.

Banhos tomados, hora da ação! Bom, nem tanto. Como ambos estavam cansados de suas jornadas até aqui, seguimos uma linha mais calma, mais relax. Enroscamos nossas línguas num beijo maravilhoso e ficamos nos pegando deitados. Aproveito que ela se deitou de costas, brinco com seus seios por um tempo e vou degustar sua ppk. Brinco ali durante uns 15 minutos, eu acho. Tempo suficiente pra deixar Alice bem relaxada depois de gozar algumas vezes.

Voltamos aos beijos e afagos mútuos, como um casal de namorados. Não sei vocês, mas pra mim é impossível resistir aos carinhos desta deusa loira, me envolvo por completo com ela. Seus beijos hipnóticos cessam, sua língua desliza pelo meu corpo em busca dele, o famigerado Rudolph, que, tão logo foi alcançado, desapareceu na boca de Alice. Ela chupava de uma forma tão delicada, mas igualmente gostosa, que me senti um membro da nobreza européia do século 17 sob os cuidados da melhor das cortesãs. Depois de se deleitar e quase me levar à loucura, ela vem por cima de mim com um sorriso no rosto irresistível. Monta e me cavalga no mesmo ritmo do oral que fazia minutos antes. Seus suspiros pouco a pouco passaram a coincidir com os meus e dentro de instantes, nossos corpos estavam jogados na cama.

Aproveitamos o tempo que ainda tínhamos, fazendo massagem um no outro compartilhando histórias de nossas vidas, num papo descontraído, exatamente como foi todo o nosso encontro. Mais um banho para reanimar e nos despedimos, seguindo nossos rumos.
Muito obrigado por tudo, Alice. Seu carinho e consideração comigo jamais serão esquecidos.



A Rainha de Wonderland






P.S.: TD realizado em 20 de abril, antes da Alice atender em seu atual local.

Papai Noel, Just do it, Sueco, Tony Almeida, Oscar, The Shy, Senior69, PrefeitoComeCu, Brand, Chapolin, Gorila, Barbosa82, Dom Pirocone, Wolfgang, OCurioso, Gusttavo Lima, Conde Da Valáquia, Ninho, Chapéu de Palha, Tenista, Chinaski, LP come queto, Tuaregue, Rai, Não é o Antony, Michael Corleone, Sued, curtiram esse TD.
FERNANDA ZUCKIE - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96696-3465
FERNANDA ZUCKIE
POSITIVO
TEMPO: 90 MINUTOS VALOR: R$260.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

22 de Julho de 2022 às 00:07


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CONTOS DO NOEL - "RATI"

HO HO HO

Anteriormente, em Contos do Noel...

Mas eu queria mais e perguntei se poderia voltar mais tarde. Ela aceitou e bati em retirada.


Por "bater em retirada" entenda-se: descer e ficar no Bar do Zezé. Chego e não encontro nenhum conhecido, somente um ou outro habitué (sim, crianças, já me enturmei com alguns frequentadores "civis" do local).
Como estava de olho no relógio, faltando 20 minutos para retornar parti numa sidequest previamente combinada antes de descer. E o timing foi perfeito, a convocação dela chega assim que concluo a minha empreitada. Subo o elevador e lá vou eu de novo. Toco a campainha e percebo que esqueci um detalhe: não estava de gorro. Sem ele eu não entro. Tudo ajeitado, passe liberado.

Outro banho, partimos para a continuação da jornada de mais cedo. Beijos, sarradas e passadas de mão foram o (re)início aos trabalhos. Sugo seus peitinhos com aqueles bicos duros de tesão ao mesmo tempo em que aperto suas coxas e sua bunda.
"Me dá essa piroca, seu filho da puta!". Quem conhece a Fê, sabe que isso não é um pedido, é uma ordem. Levo o Pequeno Ru... digo ... Noelzinho até sua boca e ela mama com vontade, mostrando que gosta muito. Com uma pressão enlouquecedora na chupada, ela ainda massageia a sacola do Bom Velhinho. Com uma das mãos a seguro pelos cabelos e com a outra brinco com seu grelinho.

Peço pra parar porque não sou espírito obsessor, mas queria possuí-la o quanto antes. Camisinha colocada, adentro sua buceta quente e molhada. Meto do jeito que ela gosta, com vontade. Fê geme, segura as coxas pra se abrir mais, vou beijando sua boca e pescoço e continuo no ritmo cadenciado pela fome que ela desperta em mim. Sentir e vê-la gozando me deixa de um jeito que eu mesmo me desconheço. Poucas fazem isso e é bom pra caralho!

Alguns minutos depois, a resistência física gritou mais alto que o tesão e paro um pouco. Ela, que é eletricidade personificada, já engole o Noelzinho novamente me dando o troco: agora era eu que gemia e revirava os olhos.

Ela dá uma última chupada mais forte, olha pra minha cara e diz:
- "Você confia em mim?"
- "Mulher, há 5 segundos você estava com minha rola na boca. Eu preciso mesmo responder isso?"
- "Então vem cá e me obedece!
"





CA-RA-LE-O! O que se seguiu foi algo praticamente indescritível. Só sei que mesmo sem meditar, cheguei ao Nirvana e fui recebido pelo próprio Buda. Me mostrou o lugar onde ele mora, com som ambiente, céu multicor, um povo diferentão ... bem maneiro! Aproveitei a oportunidade e pedi pra conhecer a deusa hindu do sexo.
Às gargalhadas, Sidarta (para os íntimos) me diz:
- "Rati? Tem certeza?"
- "Claro, ué? Qual o problema?"

Ele chega próximo de mim e sussurra no meu ouvido:
- "Ela está na cama contigo!
E me empurra. Volto à realidade segundos antes de Fê me proporcionar um orgasmo cósmico.



RATI, deusa hindu do desejo carnal, do amor, do prazer sexual e da paixão



Depois dessa experiência transcendental, fico na cama sem saber da vida ... só peço que ela se deite ao meu lado pra poder sentir seu corpo mais um pouco. Após mais alguns beijos, recupero as forças e vou ao banho. Passamos os poucos minutos que restavam conversando e infelizmente chega a hora de partir. Mais beijos e vou embora. Eu ainda estava ligeiramente fora de mim, ouvindo cítaras ao longe. Pasmem: nem parei no Zezé ...







Namastê

Papai Noel, Brand, Chinaski, pauloeduardo, Just do it, Dionizio_RJ, Sueco, LP come queto, Aquiles Espartan, Tenista, Saulo Top, Digboy, Wolfgang, Ninho, MRio, voicersex, Random, Barbosa82, Bart, Pica_Manssa, Conde Da Valáquia, Tony Almeida, Chapéu de Palha, Az,, Não é o Antony, Sued, curtiram esse TD.
CLUB 502 - Rua da Alfândega, 65 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97161-1880
GEOVANA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

20 de Julho de 2022 às 00:07



CONTOS DO NOEL - "SONHO DE MENINA"

HO HO HO

Era uma sexta-feira totalmente atípica, desde o álibi que praticamente caiu no meu colo, ao dia em si passando por diversas situações sui generis. Pra não passar em branco, vamos tentar um enrosco, né? Depois de cinco contatos (quatro meninas e uma casa), nada. Dei azar em todas as investidas. Aí lembrei de um pagode dos anos 90: "Aí vem o desespero / Machucando o coração".

Encontro um nobre amigo da confraria no Amarelinho e ficamos conversando até a chegada de outro camarada nosso. O primeiro teve que ir embora e o segundo me convida a conhecer a U24. Fomos. Reconhecimento da área feito, 5 minutos depois já estávamos nas ruas novamente. Definitivamente, o local não é pra mim.

Acompanho o confrade até a estação de metrô da Carioca. Já estava resignado, não seria meu dia e bati em retirada para o Zezé. Lá chegando vi algumas caras conhecidas passando, umas falaram comigo de longe, outras me cumprimentaram rapidamente e pediram desculpas pela pressa; e teve até quem fingiu não me ver.

Longos minutos se foram até que vejo duas pessoas queridíssimas saindo do Castelo das Princesas. Pela liberdade que tenho com ambos, indaguei se poderia acompanhá-los e minha presença foi aceita. Relatei a sequência de desencontros que tive e me foi feita a seguinte pergunta:

"- Você pode entrar em puteiro?
- Posso, ué? Porquê?
- Vai na 502 então. A entrada é barata, não tem consumação e você ainda vê umas gostosas por lá.
"

E fui!

Lá chegando, fiz um reconhecimento inicial: dois ambientes distintos, uma pista de dança, onde fica o bar, e um lounge com sofás e uma mesa de sinuca. Peguei algo para beber e uma menina me chamou a atenção na pista (ela não estava dançando). Como estava acompanhada, não me aproximei. Pouco depois a vejo no balcão da entrada, onde seu próximo cliente fazia os acertos para subir com ela. Ele volta para a pista (provavelmente, para pegar algo no bar) e a deixa sozinha. Me aproximo, pergunto seu nome e de maneira tímida me responde: "Geovana.". Digo que me interessei nela e que provavelmente a aguardaria. Nos cumprimentamos com beijos no rosto e me retiro para o lounge.

Lá chegando, me sento em frente à mesa de sinuca. Algumas pessoas jogavam e fiquei observando. Ao meu lado, um grupo de três rapazes e duas meninas conversavam animadamente, até que um deles toca meu braço.

- Com licença, irmão! Queria te fazer uma pergunta.
- Pois não.
- Você é analista de dados?
- Não.


Todos começaram a rir. Estavam tentando adivinhar com o quê eu trabalhava e parece que cada um apostou numa profissão. Vi uma oportunidade para me divertir.

- Engenheiro então?
- Também não.
- Trabalha com o quê, desculpe perguntar?
- Vocês querem saber o que eu faço?
- Pô, irmão. Tô preocupado agora. Acho que não quero saber não.


Uma das meninas interrompe:

- Mas eu quero saber: quem é você?
- Noel. Meu nome é Noel.


Silêncio por 1 segundo. Todos caem na gargalhada.

- Ah, irmão. Não mete essa. Vai querer me convencer que é o Papai Noel só por causa dessa barba aí?
- Quase todo mundo tem a mesma reação que você. Mas eu posso provar.
- Como assim?


Abro a mochila, saco o gorro e coloco na cabeça. Os cinco emudecem e ficam com os olhos arregalados.

- Caralho! Ninguém vai acreditar em mim quando eu disser que vim numa termas e conheci o Papai Noel putão.

Depois de risos e um breve papo, noto que um cara alto de óculos e boné passa pelo salão mantendo a arrumação do ambiente. Era a segunda ou terceira vez que ele fazia isso, logo concluí que trabalha no estabelecimento. Pedi licença e perguntei se ele sabia se a Geovana estava livre. Ele se prontificou de imediato a conseguir essa informação. Voltou rapidamente dizendo que horas ela estaria liberada e emendou:

- Se quiser deixar reservado seu horário, só falar comigo: Martins PQD.
Era "só" o gestor do lugar.

Falei que já éramos"amigos" pelo Facebook (o fake, na verdade ) me identifiquei e ele lembrou de mim. Confirmei o interesse na menina e acertamos tudo no balcão. Ele me disse que assim que ela estivesse disponível pediria que uma menina me levasse até ela.
E assim se sucedeu: na hora certa, fui conduzido ao andar superior pela Lola (simpaticíssima e gostosa demais), que me "entrega" à Geovana. Ela me conduz à suíte no 3° andar, recebo a toalha ensacada e vou ao banho. Ela sai para buscar algumas coisas e volta quase ao mesmo tempo em que fecho o chuveiro. Estava com as mesmas vestes de mais cedo: um conjunto de lingerie branca com detalhes laranja, meias 7/8, salto e um botão de rosa vermelha presa ao seu curto cabelo.

Falando especificamente dela, é uma falsa magra, bem branquinha, seios pequenos e uma bundinha redonda. De rosto, ela parece uma versão mais bonita da Clarice Falcão. Pele aveludada e macia, gostosa de pegar, apertar, beijar ...
Para quebrar o gelo (ela é tímida, lembram?), conversamos um pouco e, entre outras coisas, ela me revela que achava esse nosso momento algo muito louco. Perguntei porquê e ela me disse que sonhou que um cara com o biotipo e aparência semelhantes aos meus a procuraria. Achei curioso, então deixamos a parte onírica de lado e encaramos a realidade com beijos suaves mas que aqueceram o ambiente. As mãos bobas foram percorrendo os corpos nus. Quando dei por mim, estava deitado de costas e Geovana vai beijando meu peito, barriga e chega no Pequeno Rudolph.

Ela se posiciona de lado e faz um oral ao mesmo tempo em que massageia o saco de presentes e a região adjacente mais ao sul. Deu um tesão acima do normal. Passo a mão pelo seu corpo alvo, sinto suas curvas e nuances. Que delicinha! Ela parte pra cima de mim e se encaixa numa posição muito gostosa, que permite que eu beije sua boca e seios. Após um tempo ela me pergunta se pode me chupar mais um pouco. Respondo com um grito: "NÃO! ... mas isso em algum ponto do Multiverso, porque nessa realidade só concordei com a cabeça.

Mais um oral caprichado acompanhado da massagem que quase me leva à loucura. Porém, acho que o combo cansaço + excesso de cervejas me impedia de gozar. Pra não deixar a coitada ali a vida toda (apesar de estar muito bom), pergunto se ela gosta de ser chupada. Já deita de costas com um sorriso safado no rosto. Entendi aquilo como um 'sim'.
Nos beijamos, chupo seus lindos seios e enfim chego à sua xana, depiladinha e provocante. Caio de boca de forma lasciva, chupando com vontade, lambendo cada recanto de seu sexo. Ela passa suas pernas pelos meus ombros, geme, se contorce e goza lindamente.

Do pouco tempo que nos restava, conversamos sobre coisas triviais e gostos pessoais, quando ela lembra de me contar o final do sonho e não é um desfecho feliz. Diferente do nosso, que é o que importava ali, naquele momento.
Fico observando Geovana recolocar suas peças de roupa, parecia uma dama da era vitoriana, pela delicadeza com que se vestia. A rosa continuava lá ornamentando seus cabelos negros. Batem na porta anunciando o fim de nosso encontro e saímos até o andar inferior, onde nos despedimos com um beijo e a promessa de retornar.

De volta ao primeiro andar, encontro o Martins novamente, agradeci pela simpatia e por ter agilizado meu encontro com a Geovana, batemos um breve papo e antes de me despedir, ele me apresenta outra beldade da casa, Cléo, mais um ótimo motivo para retornar à casa. Fecho minha conta, sigo pelas ruas pensando no que acabei de vivenciar e chego à conclusão que não precisa encher a mão pra deixar o Noel com tesão.

No fim, uma dúvida atormentava a minha mente: será que o Zezé ainda tá aberto?

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
Papai Noel, Oscar, The Shy, Chapolin, Just do it, membro, Incubo, Aquiles Espartan, Saulo Top, Dionizio_RJ, Sueco, Tenista, Digboy, Brand, Chapéu de Palha, PrefeitoComeCu, MRio, Felipe_BR, voicersex, Az,, Wolfgang, Michael Corleone, ronondex, Não é o Antony, Peter White, curtiram esse TD.
SHERON TOMAZELY - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98494-4103
SHERON TOMAZELY
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$190.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

18 de Julho de 2022 às 22:07


SHERON TOMAZELY - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=8193

CONTOS DO NOEL - "LIVIN' LA VIDA LOCA"

HO HO HO

Depois de um bom tempo que a gente se conhece (mais especificamente, desde a primeira resenha informal que a galera marcou no Amarelinho, em novembro do ano passado ), finalmente pude estar sob os cuidados da queridíssima Sheron.
Próximo ao horário, pergunto se posso subir, ela autoriza e passa o número do apê. Mas antes fui comprar as cervejas que prometi. Depois de entrar no prédio, paro em frente ao elevador que tinha um aviso colado: EM MANUTENÇÃO. Aí lembrei de conselhos que já deram nos TDs: "Pra ir na Sheron é igual dançar o Créu, tem que ter disposição". Achei que se referia somente ao vigor da menina, jamais imaginaria que seria sobre subir intermináveis lances de escada.

I feel a premonition
That girl's gonna make me fall


Chego à porta do seu cafofo e mal tive forças para tocar campainha. Entro, sou recebido com um abraço e um beijo gostosos e peço um copo d'água, em nome de Jeovah. Explico o porquê de estar esbaforido e ela me diz que o elevador está funcionando normalmente, só devem ter esquecido de tirar o aviso. Me senti o Rei dos Asininos, mas OK.
Recebo a toalha e vou me banhar, enquanto ela guarda as cervejas e prepara o ambiente, com luz e músicas de acordo com o seu gosto. Ao sair, ainda conversamos um pouco e depois tascamos um beijo pra começar o incêndio.





She will wear you out

Fomos pra cama aos beijos. O robe vermelho dela e minha cueca tomaram Red Bull, criaram asas e voaram pelo quarto. Minutos depois foi a vez da sua lingerie, momentos antes dela começar um oral foda demais, parece que a língua da Sheron é um ser vivo acoplado à sua boca. Ficou um bom tempo ali até se levantar com um sorriso no rosto que imaginei ter múltiplas motivações: sadismo, diversão, felicidade, tesão ... possivelmente tudo isso junto e mais um pouco.

Pequeno Rudolph foi encapado e lá vem Sheron. Se divertiu por cima de mim, me beijava, fui aos seus seios. Disposição? Sobrava nela e se esvaía de mim. Depois de um tempinho, ela desmonta, desce da cama e me chama. Me põe sentado num sofazinho que fica no pé da cama e se ajoelha na minha frente. "Só relaxa", ela me disse.

Her lips are devil red
And her skin's the color mocha


De posse de um óleo específico para o ato, ela aplica um oral que é difícil descrever: a temperatura subiu, o relaxamento se apossou do meu corpo e o tesão parecia um mar revolto me puxando para seu epicentro. Eu queria ceder, mas não conseguia. Peço para voltarmos à cama, ela fica de quatro e ... um acidente de percurso me impede de degustá-la. Partimos para a Filosofia de Jaque: Jaque estamos aqui, bora pra alternativa. Sheron se deita de costas e a beijo para em seguida anunciar minhas intenções: um tête-à-tête com sua ppk. Antes me delicio um pouco em seus seios para então seguir ao meu objetivo.

Once you've had a taste of her
You'll never be the same
Yeah, she'll make you go insane


E que buceta, meu caros. Pequena, cheirosa e muito gostosa de se chupar. E chupei, mas chupei muito. Não sei por quanto tempo. Ela foi relaxando, gemendo baixinho e fui me dedicando mais até que seus gemidos foram sincronizando com sua respiração, cada vez mais ofegante, e ela atinge o orgasmo. E o mais impressionante é: mesmo no auge do prazer, a mulher mantém o sorriso no rosto.





Como já não restava muito tempo, fui tomar um banho. Depois, ainda conversamos (e rimos) um pouco e bebemos uma(s) cerveja(s). Despedimo-nos com um beijo, desço as escadas e as ruas me recebem. A saideira tem que ser no Zezé ...

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Papai Noel, CariocaGaludo, Digboy, Brand, Senior69, Barbosa82, AnjoEndiabrado, Aquiles Espartan, Sueco, Saulo Top, Pica_Manssa, MRio, Wolfgang, Oscar, The Shy, PrefeitoComeCu, Az,, Tenista, Ninho, Ex Sonegador, Nego Dengo, Dionizio_RJ, Morangão, Lixo IV, Aquiles25, Lisbela Varela, Não é o Antony, curtiram esse TD.
FERNANDA ZUCKIE - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96696-3465
FERNANDA ZUCKIE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$160.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

11 de Julho de 2022 às 20:07


FERNANDA ZUCKIE - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=8295

CONTOS DO NOEL - "O RETORNO DA NOIVA"

HO HO HO

TD ESPECIAL: "DE REPENTE 50"


Mesmo com a noite de núpcias já consumada, decidi voltar NOIVAmente (sei que depois desse trocadilho alguns podem desistir de continuar lendo, mas OK). Dessa vez, seguindo meu padrão, marquei com antecedência.

Aguardava eu pacientemente no "polêmico" Bar do Zezé quando recebo seu contato. Subo e lá vou eu. Gorro a postos, toco a campainha e ela me recepciona toda de branco como da última vez. Já devidamente beijada e agarrada, ela se deita na cama e me provoca "Quer dizer que hoje você é só meu?" (tinha dito isso a ela quando marcamos). Com um sorriso maldoso, respondi que sim e fui ao banho.

Saio e me deito na cama para beijar aquela nubente deliciosa. Sorver seus lábios e sua língua é algo tão prazeroso que podia ficar ali mais tempo, mas a Fê tem tanto a ser explorado que fazer com que minha boca se afaste dela acaba não sendo algo tão sacrificante. Peço um óleo para lhe fazer uma massagem que havia prometido. Já deitada de costas, começo pelos seus delicados e pequenos pés. Ela elogia minhas mãos dizendo que são bem quentes e diz pra ir subindo logo pra esquentar tudo, afinal o dia estava um pouco frio (pra ela, pra mim que sou do Pólo Norte ...). Canelas, coxas, bunda, costas e ombros receberam sua porção de atenção e cuidados. Peço para que ela se vire para receber a segunda parte da massagem. "Ah, tem?", Fê pergunta. Respondo que sim, só que agora é com a boca.
Antes de iniciar os trabalhos, fico com a sensação de estar sendo observado ...

Demos um longo e gostoso beijo, sigo ao seu pescoço, seios e vou indo até chegar em sua ppk, onde a brincadeira vai ficar muito séria. Começo lambendo cada parte dela, para os lados, de baixo pra cima e voltando. Alterno com chupadas intensas e seu corpo começa a reagir: agarrado às suas coxas, sinto Fê se tremer e gemer. O primeiro gozo veio, saboroso, me deixando com mais tesão. Continuo chupando pra sentir mais dela, algo que não demora muito, agora acompanhado de xingamentos (adoro!). Permaneço mais um tempo sentindo, ouvindo e vendo ela gozar mais vezes

Paro e me deito junto à ela acariciando seu rosto, cabelo, corpo e o que mais minhas mãos alcançavam. Uma conversa ótima ( com a Fê sempre é) que infelizmente não durou tanto pois o tempo estava estourando e ela tinha outro cliente. Mas eu queria mais e perguntei se poderia voltar mais tarde. Ela aceitou e bati em retirada.

Já volto ...

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GIOVANA BRANCA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99021-1397
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04 de Julho de 2022 às 19:07


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CONTOS DO NOEL - "ESQUENTA"

HO HO HO

"Agraciada por Deus". Esse é um dos significados do nome Giovanna, que me agraciou com uma marcação bem no horário que eu queria. O roteiro antes de chegar lá, todos estão cansados de saber, né? Parada obrigatória no Zezé, beijos e abraços em uma queridíssima dama que por lá estava e dois confrades. Desta vez foi praticamente uma visita de médico e saio dizendo "Até mais tarde" aos três.

Próximo ao prédio, aviso que estou chegando e Gio me pede pra aguardar um pouco. Pra adiantar, já pego o acesso às roletas dos elevadores; mal pego o cartão e ela me pede pra subir.



"Maldito Chaveiro, fica embaralhando as portas ..."



Nos corredores da Matrix, procuro sua nova sala (não tinha ido ainda) e vejo outro confrade: tinha acabado de ser atendido por ela. Batemos um papo rápido, trocamos um "Até daqui a pouco" e toco a campainha. Gio me atende com um robe de cetim vermelho e de salto. Nos agarramos e beijamos assim que a porta se fecha, começando a aquecer aquela tarde nublada. Saudades que chama, né?

Sou encaminhado ao seu cantinho, colocamos o papo em dia e vou ao banho. Na volta, o robe não está mais amarrado, revelando uma lingerie preta provocante. Ela se ajoelha na cama e começamos os beijos e esfregações. Ainda conectados pelos lábios, ficamos nus. Peço pra ela ficar de quatro na beira da cama e chupo sua buceta nessa posição. Fico um tempo ali e depois ela se deita e abre as pernas para que eu termine o serviço. Me delicio bastante ali, observando ela dando sinais de que iria gozar, o que não demora muito, logo sinto seu mel em minha língua.

Beijo seu corpo e chego aos seus seios, aqueles monumentos esculpidos com tanto esmero pela natureza. Seu bicos estavam eriçados e sua pela arrepiada, não resisto e chupo ambos gulosamente. Sua mão procura o Pequeno Rudolph, já em posição de enfrentamento. Ela vai até ele e começa aquele oral único: não só pelo desempenho estupendo como pela visão daqueles olhos lindos cruzando com os meus. Ficou ali até eu pedir arrego, senão já era ...
Já com Rudolph encapado, parto para um PPMM, mas fico pouco tempo: por ainda estar sensível por causa do oral recebido, a posição estava desconfortável pra ela, que fica de quatro e me chama "Vem!".

Mal nos encaixamos e sinto seu sexo quase que fumegante, me instigando mais ainda a bombar nela, estava especialmente mais gostosa nesse dia. Trocamos de posição mais uma vez, ela vem por cima, continua bem excitada, cavalgando muito, eu querendo me segurar, mas não estava fácil. Foi aí que veio o golpe baixo: Gio segura minha mão e a conduz até onde ela curte, e com a outra aperto sua bunda. E ela continuou cavalgando mais forte, num ritmo insano e goza rapidamente, quase desmaiando sobre mim.





Continuamos abraçados, trocando beijos e carícias. Conversamos sobre assuntos pessoais e triviais, tomo meu banho, me despeço com beijos e promessa de retorno (como não?), e sigo até o elevador.
Saio do prédio quase em ritmo de marcha. Afinal, outro compromisso me aguardava. Próxima parada: 1° Encontro Oficial do Arena.

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18 de Junho de 2022 às 23:06


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CONTOS DO NOEL - "AGEPÊ"

Anteriormente, em Contos do Noel...

Nos despedimos, cada uma tomou seu rumo. Eu devia ter feito o mesmo, mas fiz? Não ...


HO HO HO

Lá ia eu, feliz pra caralho, andando pela Senador Dantas igual o Coringa, rindo e dançando. Respondi uma mensagem da Fê, disse que estava pelo Centro e ela pergunta se eu vou lá. Disse que não teria condições físicas de empreender um novo embate e expliquei o motivo. Mas após uma breve conversa, larguei o "foda-se" e aceitei o desafio, literalmente entreguei na mão de Deus.





Próximo ao horário combinado, fico aguardando o chamado dela. "Já estou livre pra te amar", dizia sua mensagem de autorização. Subo o elevador, paro em frente à porta de seu apê, devidamente paramentado e toco a campainha. Graças ao salto que estava usando, pude ouvir seus passos se aproximando. Ela abre a porta, eu entro e a vejo com um conjunto verde limão (a saber, o mesmo da foto que ela usa no avatar).



Esse limão eu chupo todo ... Evil



Minha mochila esbarra em algo que estava na bancada que fica logo na entrada e eu ia pegar. "Calma, amor, deixa que eu pego", disse ela abaixando o corpo e esfregando a bunda no Noelzinho (sim, ela rebatizou Rudolph), que gostou da recepção. Aperto sua bunda, passo as mãos pela sua cintura, chego aos seios e trago ela até mim. Beijo seu pescoço, sua boca e peço uma toalha pra tomar logo um banho.
E aqui se encerra a narrativa padrão que alguns de vocês estão acostumados a ler. A partir do próximo parágrafo, a descrição ficou por conta de um outro eu que a Fê despertou ...

No banho já estava pensando como ia devorar aquela mulher. Saio do banheiro e lá está ela, na cama me olhando com uma cara de safada. Me jogo por cima dela, beijo sua boca, levanto sua blusa descobrindo aqueles peitinhos que parecem feitos sob medida para serem chupados.

Quero saciar a minha sede
No desejo da paixão que me alucina


Depois arranco sua calcinha e vou até sua buceta, que, nesse dia, parecia me inebriar. Sem firulas, chupei seu grelo, dei linguadas de cima a baixo e os gemidos começaram. Seguro pela cintura e chupo com mais força
Ela goza uma, duas, três vezes ... sempre se tremendo, me xingando e gemendo.

Subo beijando seu corpo e ela sente o Noelzinho enrijecido passando pela sua perna. Já coloca a camisinha e pergunta "Como você me quer?". Respondo "De qualquer jeito, eu só quero!". Ela abre as pernas num frango assado e invado seu corpo.

Quero te pegar no colo
Te deitar no solo e te fazer mulher


Eu ia dizer que a comi com vontade. Mas usarei as palavras da própria Fê: eu a saboreei. Meu prazer era vê-la, sentí-la ... e assim eu estocava firme com ela me encarando e pedindo "Me fode! Mete mais!" até que quase num grito, diz "Vou go....", revira os olhos, me agarra pra junto dela. Sigo por cima dela enquanto consigo. Ela goza mais uma vez me xingando muito.

O cansaço começa a me dominar e peço para trocarmos de posição. Ela fica de quatro, bem empinada. Resisti à vontade de meter e chupei sua buceta. Acho que gozou de novo, não posso afirmar. Ela se vira pra mim e começa um oral que não durou muito, logo me entrego e gozo em sua boca.

Ela vai ao banheiro, faz sua higiene, volta e fica ao meu lado, pois ainda estou sob efeito do cansaço e êxtase. Ficamos batendo um papo, vou tomar outro banho e ainda curtimos mais um tempinho juntos. O que fizemos? Ah, é coisa nossa ...
Fiquem com mais um trechinho dessa música que dedico à ela e esse encontro fenomenal.

Deixa eu te amar
Faz de conta que sou o primeiro
Na beleza desse teu olhar
Eu quero estar o tempo inteiro

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03 de Junho de 2022 às 23:06


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CONTOS DO NOEL
"NOEL SÓ PARA BAIXINHAS - PARTE 3: A IMPIEDOSA"


Parte 1
Parte 2

HO HO HO

Acertaram pra onde eu ia? Pro Zezé, claro! Onde mais?
Chegando lá, alguns dos confrades já tinham ido embora, outros ainda estavam e novos se juntaram à mesa. Se fosse combinado não daria certo. Fiquei menos tempo dessa vez, por conta do horário previamente marcado, e logo sou convocado ("Oi, meu amor. Pode subir.").

Se alguém me chamou, lá estou.
Chego rapidamente ao seu apê e sou recebido pela Gio com um beijaço, já pra deixar bem claro o que viria depois.
Peço um copo de água, conversamos brevemente e vou ao banho; ela se dirige aos seus aposentos para me aguardar. Entro no seu quarto, sou intimado a subir na cama e ir até ela. Mal me aproximo e a pegação começa forte: beijos, esfregação, aperta dali, aperta de cá. Agarro seus cabelos, beijo seu pescoço e vou descendo. Como não é boba, Gio já abre as pernas para me receber ...

Anteriormente, em Contos do Noel...

... me atento a um pequeno detalhe, imperceptível à maioria, mas de suma importância. A missão não estava cumprida ...


... e já que cometi a gafe de não aproveitá-la por completo na visita anterior, me impus realizar um serviço um pouco acima da média, até pra ser compatível à sede que ela mostrava. Enfiei a cara entre suas pernas e chupei como se fosse a última coisa que faria na vida (era quase isso mesmo, considerando a maratona até chegar aqui, mas OK). Grelo e lábios foram deliciosamente sugados, lambidos, chupados por um bom tempo até seu corpo dar sinais de que lá vinha um orgasmo. Confesso que fiquei tentando a deixar ela me dar um triângulo, mas com aquelas coxas grossas e torneadas preferi não arriscar (já tinha tomado uma raspagem mais cedo). Ela geme gostoso e tece comentários impróprios sobre minha performance. Prefiro guardar pra mim.

Aguardar ela se recuperar? Uma porra! A mulher já agarra o Pequeno Rudolph (nesse momento, fazendo jus ao adjetivo) e agasalha o bichinho com a boca. Meia dúzia de linguadas e tá lá ele, em riste. E o oral ficou melhor ainda a partir daí, descia chupando e voltava lambendo, quase tortura chinesa. Para aproveitar, peço a camisinha e que ela fique de quatro. Ficamos assim pouco tempo, o companheiro de aventuras deu sinais de cansaço. Diferente da Gio que cai de boca nele novamente, já se ajeitando para um 69. Enquanto eu repetia o processo anterior, ela chupava de lado, ia no saco, batia na língua e malandramente começa uma punheta quando sentiu que ia gozar. Começou a cavalgar na minha boca e sinto seu mel.

Como Rudolph entregou os pontos, ficamos na cama namorando e colocando a conversa em dia; conversa essa que foi muito proveitosa, aliás. Termina nosso tempo, vou aos procedimentos finais, beijos de despedida e fui.


a foto é do acervo da Gio; na próxima visita, tiro uma com meu indefectível gorro


Pois é, povo! E assim termina a maratona do Noel.
Mas não se preocupem: já estou planejando uma nova edição.

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03 de Junho de 2022 às 23:06


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CONTOS DO NOEL
"NOEL SÓ PARA BAIXINHAS - PARTE 2: A DEVORADORA"


Parte 1

HO HO HO

Chego ao bar mais democrático da Álvaro Alvim e lá estavam alguns confrades num animado papo. Após beijar e abraçar todos os presentes (pois aprendi que é "obrigação" de quem chega, ser cordial e respeitoso com quem já estava), seguimos a prosa, rindo e bebendo. O tempo vai passando, eu de olho no relógio, chega minha hora e me retiro.

Já próximo do seu local e faltando míseros minutos, confirmo se posso subir, recebo o OK e partiu. Toco a campainha e ela abre a porta, lindíssima e exuberante como sempre. Nos beijamos e seguimos aos procedimentos de sempre (vulgo, banho). Na volta, fomos batendo um papo, chegando mais perto, nos acariciando, bocas bem próxi.... juntas, enroscadas, se sugando, mordiscando uma à outra.

E com esse beijo incandescente a chama do tesão percorria meu corpo como uma labareda ao passo que o vulcão Alice entrava em erupção. Notaram a diferença, né?
Fiquei pouco tempo saboreando seus seios e fui quase que obrigado a descer até sua buceta. "É isso que você quer então, né?". Ela não precisou responder, era uma pergunta retórica. Ajeito suas pernas do jeito que ela gosta e faço um oral caprichado. Quando aquele sorriso perverso surge, seu corpo se contrai e os gemidos se metamorfoseam em xingamentos, ponto pra mim.

Volto à sua boca e nos beijamos longamente. Em seguida, confiro que o jiu-jitsu da gata tá afiado: tomo uma raspagem e ela já cai montada em mim. Continuamos com beijos e apertões e ela discretamente coloca suas mãos atrás dos meus joelhos e quase que num impulso só, segue até o Pequeno Rudolph e levanta minhas pernas pelas coxas. Só tive tempo de pensar "Eita!"

Normalmente, a visão da Alice nessa hora é algo mágico, principalmente quando seu olhar cruza com o dela, com aqueles olhos quase esbranquiçados de tão claros que são, parcialmente emoldurados pelos seu cabelos negros como a noite. Já tinha provado seu oral antes, mas não com a intensidade que demonstrou dessa vez. Pelo conjunto da obra, já seria digno de nota tudo que ela fez, mas só por ter conseguido uma garganta profunda com Rudolph, o Pequeno, merecia uma medalha.

Como ela fez diferente dessa vez, me vi no direito de seguir o ritmo, mas sem mexer em time que está ganhando: pedi um 69 e ela veio na posição norte-sul (será que é por isso que chamam de arte suave?). Abraço sua cintura e redescubro seu sexo, agora por outro ângulo. Ela empina a bunda, facilitando meu acesso e novamente me delicio entre suas pernas. Alice alterna oral, punheta e gemidos. Aumenta a velocidade. E ficamos assim, num desespero mútuo de prazer, até ela rebolar discretamente e me xingar. Quase ao mesmo tempo em que jorro um gozo intenso.

Ambos satisfeitos, ainda ficamos deitados, papeando e rindo até a fatídica hora do BBB: Banho, Beijos e Bora (pra rua).
O destino? Ah, vocês sabem ...




Parte 3

Papai Noel, Oscar, The Shy, membro, Barbosa82, Conde Da Valáquia, MRio, Az,, Aquiles Espartan, Ninho, Papa99, Gusttavo Lima, Bauhaus, Saulo Top, Brand, LP come queto, Tenista, Velhin Tarado, CariocaGaludo, Dionizio_RJ, Wolfgang, Michael Corleone, Schram, Lisbela Varela, Sueco, rpf, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
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03 de Junho de 2022 às 23:06


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CONTOS DO NOEL

"NOEL SÓ PARA BAIXINHAS - PARTE 1: A SELVAGEM"


HO HO HO

Inspirado pelos confrades Tenista e Bart, resolvi fazer uma maratona temática. Rolou uma preparação e todo um esquema especial para poder curtir mais esse desafio que, além de uma realização pessoal, faz parte de um treinamento para algo maior. Depois de atiçar a curiosidade de alguns, fecho aqui essa introdução.
Vamos ao início dessa mini saga ...

Chego ao Centro 40 minutos antes do horário combinado. Entro em contato com Nina para saber se quer que leve algo para comer. Ela agradece e diz que não precisa, mas se contentaria com outra coisa. Sigo ao local na própria Senador Dantas para pegar a nossa encomenda (sim, segui sua dica e comprei um pra mim também).

Sigo para o seu local, toco a campainha e ela abre a porta. Logo, noto que algo não está bem: Nina estava tristinha por conta de problemas pessoais que a deixaram chateada. Me pediu um milhão de desculpas e não aceitei, afinal ela não tinha feito nada de errado. Conversamos e então decidi cuidar dela para que melhorasse o astral, pois essa é verdadeira missão deste Bom Velhinho: deixar uma pequena porção de alegria e felicidade por onde passo.

Fui tomar um banho e na volta, pergunto se ela quer uma massagem, que foi aceita prontamente. Antes de desempenhar tal tarefa, me concentrei para usar todas os meus conhecimentos (que somados, totalizam zero) e seja o que Deus quiser. O que eu achei que seria um fracasso retumbante se mostrou um sucesso inesperado: não só fiz a menina relaxar um pouco, como despertei a jovem leoa.

Ela me agradece com seus abraços e beijos saborosos. Quem já provou, sabe do que estou falando. E com aquele sorriso, delicado e safado, me pede para saboreá-la como da última vez. Se eu já vou na fome quando tomo a iniciativa, imagina quando me pedem? Avanço sobre sua ppk para fazer o que me pediu. E fiz com (bem) mais gosto que de costume. Breves minutos depois e lá estava ela, se entregando ao orgasmo.

Deito ao seu lado para beijá-la, mas Nina, toda arisca, foge de minha boca para extravasar seu tesão. E o pobre Rudolph foi a vítima da cadeia alimentar sexual desta fera indomável: partiu num oral guloso e voraz. Seu apetite parecia não ter fim, diferente da minha resistência aos seus avanços. Mas conhecedora de suas habilidades, Nina para, me olha e vem lentamente sobre mim, mostrando sua total dominância. Já encapado, ela ajeita o Pequeno Rudolph e realiza um mix de movimentos que nem sei descrever exatamente. Cavalgou, rebolou, quicou ... e óbvio, me finalizou. Ficamos abraçados e eu passava a mão pelos seus lindos cabelos negros enquanto apertava seu corpo junto ao meu.

Antes de acabar nosso tempo, fomos degustar juntos a encomenda que tinha levado e ficou estrategicamente para o final. Antes de sair, me certifico se ela está bem, confirmado pelo sorriso e o beijo de namoradinha ao me despedir.
Retorno às ruas para fazer meu primeiro Pit Stop: Zezé, aí vou eu!



Parte 2

Parte 3

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
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28 de Maio de 2022 às 01:05


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CONTOS DO NOEL - A FÊMEA

Anteriormente, em Contos do Noel...

... saí de lá com uma pontinha de frustração. "Sinto que não aproveitei tudo que poderia", pensei ...


HO HO HO

Não se engane, este é mais um TD atrasado.
Continue lendo para saber o que rolou neste encontro com a Deusa das ... ops, foi mal, Bart! Me empolguei! kkkkkkkkkkkkkkkk

Após sair do primeiro encontro com Isa, fiquei decepcionado comigo mesmo. Me fez lembrar de parte do refrão da música Enjoy the Silence (alô, Oscar the Shy):

All I ever wanted
All I ever needed
Is here in my arms


Decidi me dar mais uma chance e agendei outra visita com ela. Desta vez iria preparado.
Chega o dia, já nas cercanias, fico esperando o chamado para me enveredar pelos andares e corredores do Castelo das Princesas. "Oieeeeee. Pode vir." Torci para o elevador funcionar como o teletransportador de Star Trek, mas até que chegou rápido.

Ela me recebe sorridente, cheirosa e espetacular, de salto, trajando uma calcinha vinho e um quimono, algo que eu adorei pois fez referência ao papo que tivemos da primeira vez sobre uma coisa que ambos curtimos. E esse é só mais um diferencial dessa mulher que, inteligentemente, soube agradar de verdade, fazendo com que um pequeno detalhe se transformasse num algo a mais.
Após os beijos e abraços, sou encaminhado ao banho e vamos conversando enquanto isso.

Saio e Isa está sentada na beira da cama. Se levanta e me beija (ai, esse beijo!). Viro ela de costas pra mim, abro seu quimono e vou passeando pelo seu corpo com minhas mãos, que passam a acariciar seus seios. Ela empina o corpo e rebola se esfregando em mim. Levanto levemente o quimono para sentir a calor de sua bunda me tocando. E Rudolph em cólicas querendo provar e ser provado por aquela fêmea tesuda que impregnava o ambiente com seu feromônio, pedindo, implorando, exigindo sexo.

Nos jogamos na cama, ficamos nus e seguimos com beijos, amassos, xingamentos. De sua boca vou imediatamente à sua buceta, já um pouco molhada mostrando o quanto estava excitada. Dou chupadas, lambidas, sugadas sem dó. E ela goza, soltando um único gemido, contínuo, que ecoava pelo quarto. O som do seu prazer entrou pelos meu ouvidos como uma injeção de Turbo no motor de um carro: incendiando.

Quando pensei em partir pra cima, ela vem sobre em mim, encapa meu companheiro de aventuras e começa a galopar. Me beija com vontade, me xinga, pede pra xingá-la e pega uma de minha mãos para fazer algo que ela vorazmente suplica. Com a outra a aperto onde sei que ela curte. Levanto o quadril e o encaixe fica ótimo. E Isa goza pela segunda vez.

Semi desfalecida, ela se deita de bruços ao meu lado e diz "Você é um safado, me estudou direitinho!", me beija loucamente e me pede "Bota a mão nela pra ver como está molhadinha". Isso lá é pedido? É uma ordem! Mal chego lá e e sinto seu mel escorrendo abundantemente. Não resisto, encharco os dedos e chupo para sentir seu gosto mais genuíno. Quando ela vê, me diz que quer também. Repito o gesto duas vezes, uma para ela sentir sozinha e outra para provarmos juntos. Isa segura minha mão, chupa minha língua e meus dedos.

Percebendo o desespero de Rudolph para participar dessa brincadeira, ela dá início a um oral ficando de quatro na cama, de lado pra mim. Pensei em tocar seu corpo enquanto ela magistralmente me chupava, mas num lampejo de sabedoria resolvi apreciar o show daquela mulher sedenta por prazer, que, naquele momento, era o meu. E como não estava com a mínima vontade de resistir, pouco tempo depois explodo num gozo fenomenal.

Após as devidas assepsias, conversamos mais um pouco e nos despedimos. Os sorrisos em nossos rostos no olhar que trocamos na saída eram o sinal de que aquela visita estava longe, muito longe, de ser a última ...




Recado aos fãs dos Contos: na foto, Isa não está com o gorro porque, como foi avisado no início, este TD é atrasado e se passou antes dessa novidade.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Papai Noel, Barbosa82, Bart, Sueco, Oscar, The Shy, Armenio, Chinaski, Dionizio_RJ, Michael Corleone, LP come queto, MRio, Saulo Top, Tenista, Gusttavo Lima, membro, CariocaGaludo, Cabra da Peste, ronondex, Ninho, Brand, Frank21, Giovanna Vitale, bender rodrigues, Isadora Vilhena, LuzdoLuar, curtiram esse TD.
ALICE MARTINS - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98269-0471
ALICE MARTINS
POSITIVO
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BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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24 de Maio de 2022 às 03:05


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CONTOS DO NOEL - NO PAÍS DAS MARAVILHAS

HO HO HO

Olá, crianças! No relato atrasado de hoje, vou narrar uma incursão por terras longínquas, onde me aventurei com ninguém menos que a Rainha local.

Toda jornada ao País das Maravilhas tem início perseguindo o Coelho Branco. E eu o vi perambulando pelo Facebook; e depois migrou para o WhatsApp. Lá, foi onde acertamos a trilha final que eu teria que percorrer até chegar ao fabuloso mundo de Alice.



No dia combinado, pego um Uber e, antes de chegar ao nosso destino, faço uma parada para resgatar Alice deste mundo insano. Vestida com uma calça preta e uma blusa verde escuro, ela embarca, nos cumprimentamos discretamente e seguimos a viagem abraçadinhos trocando beijinhos e carícias. Ao chegar, pego uma suíte com hidro e lá fomos nós.

Porta fechada, deixamos nossos pertences nos cantos e finalmente beijamos de verdade, com gosto. Aliás, que gosto! Desde o beijo, que é o contato inicial, já pude perceber que Alice é deliciosa ao extremo.
Sigo ao banho e depois é a vez dela: veio numa lingerie vermelha combinando com o gorro do Noel, que eu obviamente estava usando quando ela saiu do banheiro. Seguimos ao enrosco, muitos beijos, pegação intensa ... logo, estávamos na cama, ainda aos beijos, e fomos nos despindo.





Ao libertar aqueles seios suculentos, tive a mesma reação de qualquer um que os visse: abocanhei e suguei com a vontade e volúpia que ambos exigem. Vou beijando seu corpo alvo e saboreando sua pele macia até chegar em sua buceta. Fiquei ali um tempo achando que ia me fartar (já que eu gosto muito disso) mas era ela que estava se fartando ao gozar sequencialmente. Normalmente me sinto muito excitado ao ver uma mulher gozando, mas Alice foi um caso atípico. Seus orgasmos pareciam ondas de choque que cresciam exponencialmente. Quando a língua quase deu cãibra (kkkkkkkkkk), paro e me deito ao seu lado.

Enquanto sua respiração voltava lentamente ao ritmo normal, fomos conversando. Quase que como num estalo, ela vem por cima com um olhar fulminante, olhos semi encobertos por suas madeixas loiras, um sorriso que vejo pela primeira vez, mas que reconheço de longe: o de quem está prestes a cometer maldades. Me beija a boca, o pescoço e vai descendo até encontrar o Pequeno Rudolph, que já lhe aguardava bem ansioso. Começa um oral que me faz ver estrelas desde o início. Se eu fosse um Chapeleiro, ficaria Louco com certeza.

Peço para vir por cima e prontamente sou atendido. Após encapar meu companheiro de aventuras, Alice veio numa montada forte, pude sentí-la apertadinha me cavalgando. Mudamos de posição, ela fica de quatro, reencaixamos, agarro sua cintura e fico ali sentindo mais uma vez o calor do seu sexo. Mas um acidente de percurso interrompeu esse momento: movido pela minha empolgação e intensidade, Rudolph desencaixou e deu uma "dobrada" no retorno. Desconfio que tenha sido um atentado a mando da Rainha de Copas ...

Para aproveitar essa pausa forçada, resolvemos ir pra hidro. Até que a banheira encheu rápido, mas cadê que funcionava? Ligo pra recepção pra reclamar, mandam um funcionário averiguar e nada. Deu PT. Ao ser perguntado se quero outro quarto, digo que sim e vamos nós pro novo local, descalços e agarrados à nossa bolsa (ela) e mochila (eu), parecendo dois refugiados de guerra.

Já instalados, fui testar a hidro. Tudo OK dessa vez, entramos e começamos um papo trivial até que nossas bocas se reencontram. Rolou um namoro gostosinho e a mão boba de Alice encontra alguém já recuperado. Ela me pede pra sentar na beirada da banheira e vem num oral foda demais, graças ao talento dela e o tesão acumulado que eu estava. Não fiz questão nenhuma de me segurar e gozei demais.

Tomamos banho, voltamos pra cama e ela me fez uma massagem sensitiva muito boa (eu, pelo menos, curti demais).
Antes que o tempo acabasse voltei a chupá-la, só que agora com mais intensidade e vontade. Os orgasmos dela vieram, não contei, mas sei que foram muitos.
Ao fim, banhados novamente e arrumados, ficamos no aguardo das respectivas viaturas. Nos despedimos como um casal de namorados, ela parte primeiro e, minutos depois, sou eu que vou embora.
E tal qual o Gato Cheshire, um largo sorriso se estampava em meu rosto ....



P.S.: TD realizado em 19 de abril, antes da Alice atender em seu atual local.

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DUPLA - FERNANDA ZUCKIE & LUANA MARCHES - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96696-3465 / (21) 99886-6813
FERNANDA ZUCKIE (DUPLA)
POSITIVO
LUANA MARCHES
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$460.00
FERNANDA ZUCKIE (DUPLA)
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM
LUANA MARCHES
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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19 de Maio de 2022 às 02:05


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CONTOS DO NOEL - W.I.B. - WOMEN IN BLACK

HO HO HO

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Dia: 12/05/2022
Local: Curta Carioca
Objetivo: localizar e apreender o alvo "Papai Noel"
Acusação - roubar uma nave disfarçada de veículo das regiões geladas
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Sim, meus amigos! Como já falei e repeti exaustivamente para várias meninas e amigos aqui, o Noel sempre está de olho e sabe mais do que vocês imaginam. As informações acima fazem parte do briefing maléfico que foi repassado à duas agentes encarregadas de capturar este Bom Velhinho que vos escreve. Mesmo descobrindo a tempo, não resisti e fui pego. Mas pra minha sorte elas gostaram de mim e fui liberado. Continua lendo e saiba como isso aconteceu.

Estava eu igual pinto no lixo no 1° Encontro Oficial do Arena (sério, foi muito ótimo; se você que está lendo não foi, perdeu uma excelente oportunidade de ser divertir muito). De repente, chega a Agente Fê: linda, numa espécie de macacão com um sobretudo por cima, esbanjando charme e sensualidade . Para disfarçar, chegou com uma amiga e logo se misturou.
Mesmo disfarce usado pela Agente Lu, sendo que esta adentrou o recinto com um confrade. Mesmo não tendo reparado o momento que ela chegou, era impossível não notar tamanha beleza num vestido preto que exibia suas provocantes curvas, fora o batom, rubro como sangue.

Não sei se passaram horas ou minutos (o evento estava tão foda que o tempo parecia correr diferente) e a Isca foi lançada: Lu agarra Fê na minha frente e ambas se beijam. O efeito foi instantâneo em mim, fiquei paralisado olhando aquela cena de romance moderno, mas ainda assim prestes a resistir. E quem diria, fui traído pelo meu companheiro, o Pequeno Rudolph, que se agitava desesperado dizendo "Eu quero elas, porra! Arrasta as duas!". Fizemos os acertos e mergulhei de cabeça na armadilha delas.

Fê saiu um pouco antes para preparar o local de abate (vocês lembram que o alvo sou eu, né?). Pouco depois me retiro acompanhado da Lu. Entramos no elevador e ao que as portas se fecham, tivemos o mesmo pensamento e nos atracamos aos beijos e amassos ali mesmo. Já no andar selecionado, paramos à porta do local da Fê e toco a campainha. Lá de dentro, ela diz: "Cadê o gorrinho? Sem ele você não entra!". Tive que completar minha caracterização como Bom Velhinho para prosseguir.

Mais uma vez, ela estava de noiva. Se antes eu saí derrotado, agora com ajuda então ...
Luana vai ao banho primeiro e, orientado pela Fê, sai de toalha para que eu não veja seu corpo. Minha vez de tomar banho, saio de toalha e o que vejo? As duas se pegando. Pego a minha toalha, arranco a da Luana e vamos à putaria.

Como a Fê estava deitada, já chego por cima dela querendo o meu prêmio: seu beijo. Jeovah Jireh! Que beijo bom da porra! Nem posso dizer que fui o primeiro porque Luana chegou antes. Logo, já estávamos num beijo triplo e depois descemos aos seios dela. Então, Luana desce até a buceta da Fê, que pede: "Bota essa piroca na minha boca!". Pedido atendido e ela mama no mesmo ritmo que Luana chupava. As duas trocam de lugar, Fê passa a chupar Luana que me chupa.

Ficamos um tempo assim até que peço a vez de degustar as duas. Como Luana já estava deitada, assim ficou e meti a cara entre suas pernas. Uma buceta carnuda e gostosa, chupei com muita vontade. Fê a beijava e sugava os seios. Suspiros, gemidos e xingamentos se sucederam e se intensificaram até ela gozar gemendo gostoso. Beijo seu corpo, seus seios e sua boca. Viro pra Fê e digo pra trocar de lugar com Luana. Ela já abre as pernas me puxando pra chupar sua buceta que já estava um pouco molhada. Luana acariciava minhas costas e cabelos ao mesmo tempo que chupava os seios e beijava Fê. Tive que me dedicar mais tempo até que seu corpo ficasse trêmulo, dando os sinais de que iria gozar. E gozou. Muito.

Enquanto Fê foi tomar um banho para ajudar a relaxar, fiquei aos beijos com Luana. Fiz menção de me posicionar por cima dela, mas fui mantido na posição que estava e fui sendo beijado até ela chegar no Rudolph e começou um oral mais espetacular do que o que havia feito antes. Fê sai do banheiro e dá de cara com Luana de quatro me chupando e eu de véu. Sim, deixei essa imagem na cabeça de vocês e foda-se! kkkkkkkkkkkkkkkkk

Depois que parou de rir, Fê começa a chupar Luana e a coisa ficou feia pra mim, porque o oral ficou num ritmo desesperador, a ponto das pernas começarem a ficar dormentes. Foi o momento em que implorei para que uma delas viesse por cima de mim e Fê se prontificou imediatamente "Afinal de contas, eu cheguei primeiro".

Sua cavalgada me fez revirar os olhos, que voltaram ao normal ao ouvir um som característico: o da bazuca do prazer funcionando. E eu que estava sendo investigado de utilizar artefatos alienígenas, né? Sei ...
Ela tocava o próprio grelo e roçava o Rudol... digo...a piroca com ele. Milagrosamente aguentei o suficiente pra ver a bazuca sendo usada em Luana enquanto me beijava. Quando achei que já tinha sido abatido, Luana já estava num 69 comigo e Fê me chupando os mamilos. Depois Luana vem chupar meus mamilos e eu num êxtase tamanho, mas lúcido o suficiente para ouvir a Fê falar: "Olha, que leitinho gostoso!". E pela primeira vez na minha vida, eu gozei e não senti! Ainda ficamos aos beijos até eu me levantar para tomar banho.

Depois, tirei algumas fotos e saímos, eu e Luana, deixando Fê em seu apartamento para o merecido descanso.
Da minha memória este momento jamais será apagado pois, para mim, foi um dos melhores que já vivi.
Fernanda Zuckie e Luana Marches, muito obrigado por tudo! Vocês foram excepcionais!





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18 de Maio de 2022 às 14:05


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CONTOS DO NOEL - KILL BILL

Anteriormente, em Contos do Noel...

A porta se abre e dou de cara com ela ...


HO HO HO

Como tinha outras pessoas, fiquei quieto, melhor não falar nada naquele momento. Percebi que ela estava com um pouco de pressa, então preferi não atrapalhar (se tem uma coisa que eu detesto é ser incômodo para alguém).
Paro no Zezé. Peço uma cerveja e fico ali bebendo sozinho com o pensamento nela (ir ou não ir, eis a questão).

"Oi, meu amor! Tá aí sozinho?", diz Pam ao sair do prédio e me encontrar. Como ela estava um pouco em cima da hora, conversamos brevemente e comento que esbarrei com a Zuckie ainda há pouco. E ela retruca "Já ficou com ela?". Quando digo que "Não", ela devolve "Acho que você vai gostar bastante". Mal nos despedimos (o Uber dela havia chegado), mando mensagem "Já encerrou?". "Não, tenho o último horário". "Fechou. É meu!".

O tempo passou, comi algo para forrar (levemente) o estômago, fico no aguardo do seu chamado, que chega e me vou. Subo, gorro a postos, vamos lá. A porta se abre deixando a iluminação vermelha do ambiente tornear as curvas deliciosas da Noiva. Dou um abraço, ela fecha a porta e me encaminha ao banho.

Já limpo e cheiroso para curtir as núpcias, ela deitada de lado me pergunta:
"O gorro é só pra entrada?"
"Sim, porquê?"
"Comigo não. Pode colocando!"
Recoloco o gorro e ela abre as pernas mostrando o que me esperava. Subo na cama e avanço no seu pescoço beijando e sentindo seu perfume enquanto encho as mãos em suas coxas. Chupo seus seios, um de cada vez e Fé já geme baixinho. Dedilho sua buceta que já se mostra bem receptiva, então desço logo até ela e sigo cada parte dela. E que buceta boa de chupar, puta que pariu. Fiquei ali me fartando em seu grelo enquanto ela gemia, me xingava e se contorcia. Até que alcança o celular para registrar esse momento.



Continuo chupando mais e mais até que ela treme, dá uns espasmos e goza encharcando minha cara com seu melzinho. Meu prêmio por esse feito? Ser xingado de filho da puta! Adoro!
Invertemos as posições e hora do show dela.

Aqui vou abrir um rápido adendo para pedir desculpas ao meu fiel companheiro de aventuras. Pequeno Rudolph, meu camarada, enquanto não convenço a Fê a usar seu nome, ela vai te chamar de piroca mesmo. Fazer o quê ...

Voltando .... ela agarra a piroca de um jeito como se ela fosse criar asas e voar e começa uma verdadeira mamada frenética. Com as pernas entreabertas ela saca uma bazuca do prazer (chamar aquilo de "brinquedinho" chega a ser deboche) e começa a tocar o grelo. Vou apertando suas coxas e à medida que ela se excitava com aquele colosso, as chupadas ficavam mais intensas.

Quando gozava, dava uma parada, gemia e engolia a piroca de novo. Esse processo se repetiu algumas vezes até ela ficar de quatro e pedir: "Enfia o dedo no meu cuzinho, amor!". E tome-lhe mais chupadas e mais rápido ainda. Que talento essa menina tem. Ao mesmo tempo em que a dedava, senti sua buceta absurdamente encharcada. A essa altura do campeonato eu nem sentia mais o Rudolph, digo, a piroca.

Só sei que num dado momento estávamos os dois deitados já conversando pois o tempo estava chegando ao fim, embora eu tivesse a impressão de que tínhamos estourado e muito.
De roupa trocada, me despeço e saio tal qual Bill, derrotado pela Noiva ....

P.S.:TD ocorrido no dia 03/05

Wolfgang, membro, Papai Noel, Conde Da Valáquia, Saulo Top, Dionizio_RJ, Morangão, Ninho, Brand, Barbosa82, Bart, Az,, Oscar, The Shy, LP come queto, Michael Corleone, curtiram esse TD.
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