12 de Outubro de 2022 às 15:04
GIO BRANCA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

CONTOS DO NOEL - VERDADES ...

HO HO HO


Não sei explicar o motivo. Pode ser destino, uma mera coincidência, numerologia, obra do acaso ... Mas a verdade é que 'Giovana' (e suas variantes) é um dos três nomes com os quais me dou muito bem. Há mais "coincidências" ou "maquinações do destino" acerca desse assunto, mas deixarei para outra oportunidade.

Dito isso, agendei antecipadamente meu retorno aos braços (e curvas, e coxas, e lábios etc...) dessa menina que sempre me tratou excelentemente bem e vivo tentando retribuir à altura, sem tanto sucesso. No dia de nosso reencontro, feito inédito: não comecei os trabalhos no Zezé. Ousadia? Esquecimento? Pouco importa, o objetivo do dia era bem maior (e melhor) do que a resposta à essa indagação.

Próximo ao horário combinado já estava aguardando seu chamado de posse do acesso à Matrix. Faltando 10 minutos chega a mensagem: Vem!. Subo, chego ao seu local, aguardo ser atendido. Uma morena bonita e sorridente abre a porta e me leva onde serei atendido pela minha musa de pele alva como marfim. Logo, ela irrompe pela porta, linda como sempre, com uma lingerie pequena e um robe transparente. "Que saudades!", ela diz com sua excitante voz rouca, para em seguida me abraçar e colocarmos nossas línguas em ação num beijo ávido. Batemos um papo rápido enquanto tiro a roupa e sigo ao banho.

Quando volto, retomamos os beijos ainda em pé. Ela já estava sem o robe e fomos alternando a retirada de peças que ainda nos cobriam: sutiã, cueca e calcinha. Deitamos e vou fazer o que é uma obrigação pra mim todas as vezes que estou com a Gio, que é degustar de forma voraz e deliciosa seus seios, que são espetacularmente maravilhosos. Como o Wolf costuma dizer, e eu concordo, "mereciam estar expostos no MoMA".

Voltamos aos beijos e ela desliza em direção ao Pequeno Rudolph, dando início à sua costumeira covardia: o oral. Eu não ouso chamar o que ela faz de 'boquete' ou qualquer outro termo mais chulo. Na humilde opinião deste Bom Velhinho que vos escreve o que ela faz é uma manifestação de arte. Movimentos e pressão precisos, chupadas que te levam à loucura alternadas com lambidas cujo timing é impecável e trazem o bônus do seu sorriso malicioso. Tudo isso entrecortado com o olhar matador de duas esmeraldas cujo brilho parece te hipnotizar.

Quando achei que seria incapaz de suportar mais tempo daquela prazerosa tortura, peço a ela para invertermos. Ela diz "Oba!", me beija enquanto fazemos a transição e se abre para me receber entre suas pernas. Faço tudo que eu sei que ela gosta, com a dedicação que ela merece. Seus suspiros e gemidos se sobrepuseram à música que tocava. Quando começou a xingar, eu sabia que seu mel estaria por vir. E num semi grito, ela me honra com seu sabor.

Pausa pra recuperação da Gio. Ficamos deitados namorando e conversando. Sua mão encontra Rudolph animado, então ela já saca a camisinha e vem por cima. A seguro pela cintura e por outro ponto que ela adora e a deixa mais excitada ainda, o que se pôde notar pelas cavalgadas e quicadas que deu com muita vontade. Seu olhar não escondia o tesão que estava sentindo naquele momento. Outro gozo veio. Que delícia! Ainda alternamos algumas posições depois disso até finalizarmos nosso tempo, que sempre parece passar num piscar de olhos, mas foi o suficiente para matarmos as saudades e eu ficar totalmente relaxado.

Já limpinhos e cheirosos, fomos recolocando nossas roupas e batendo um rápido papo. Sou levado até a porta e, como sempre, não resisto e a puxo pela cintura para provar seu beijo de "Até breve". Porque com ela, nunca é "Adeus!".
Te adoro, Gio.