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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Anteriormente, em Contos do Noel...
Nos despedimos, cada uma tomou seu rumo. Eu devia ter feito o mesmo, mas fiz? Não ...
HO HO HO
Lá ia eu, feliz pra caralho, andando pela Senador Dantas igual o Coringa, rindo e dançando. Respondi uma mensagem da Fê, disse que estava pelo Centro e ela pergunta se eu vou lá. Disse que não teria condições físicas de empreender um novo embate e expliquei o motivo. Mas após uma breve conversa, larguei o "foda-se" e aceitei o desafio, literalmente entreguei na mão de Deus.
Próximo ao horário combinado, fico aguardando o chamado dela. "Já estou livre pra te amar", dizia sua mensagem de autorização. Subo o elevador, paro em frente à porta de seu apê, devidamente paramentado e toco a campainha. Graças ao salto que estava usando, pude ouvir seus passos se aproximando. Ela abre a porta, eu entro e a vejo com um conjunto verde limão (a saber, o mesmo da foto que ela usa no avatar).
Minha mochila esbarra em algo que estava na bancada que fica logo na entrada e eu ia pegar. "Calma, amor, deixa que eu pego", disse ela abaixando o corpo e esfregando a bunda no Noelzinho (sim, ela rebatizou Rudolph), que gostou da recepção. Aperto sua bunda, passo as mãos pela sua cintura, chego aos seios e trago ela até mim. Beijo seu pescoço, sua boca e peço uma toalha pra tomar logo um banho.
E aqui se encerra a narrativa padrão que alguns de vocês estão acostumados a ler. A partir do próximo parágrafo, a descrição ficou por conta de um outro eu que a Fê despertou ...
No banho já estava pensando como ia devorar aquela mulher. Saio do banheiro e lá está ela, na cama me olhando com uma cara de safada. Me jogo por cima dela, beijo sua boca, levanto sua blusa descobrindo aqueles peitinhos que parecem feitos sob medida para serem chupados.
Quero saciar a minha sede
No desejo da paixão que me alucina
Depois arranco sua calcinha e vou até sua buceta, que, nesse dia, parecia me inebriar. Sem firulas, chupei seu grelo, dei linguadas de cima a baixo e os gemidos começaram. Seguro pela cintura e chupo com mais força
Ela goza uma, duas, três vezes ... sempre se tremendo, me xingando e gemendo.
Subo beijando seu corpo e ela sente o Noelzinho enrijecido passando pela sua perna. Já coloca a camisinha e pergunta "Como você me quer?". Respondo "De qualquer jeito, eu só quero!". Ela abre as pernas num frango assado e invado seu corpo.
Quero te pegar no colo
Te deitar no solo e te fazer mulher
Eu ia dizer que a comi com vontade. Mas usarei as palavras da própria Fê: eu a saboreei. Meu prazer era vê-la, sentí-la ... e assim eu estocava firme com ela me encarando e pedindo "Me fode! Mete mais!" até que quase num grito, diz "Vou go....", revira os olhos, me agarra pra junto dela. Sigo por cima dela enquanto consigo. Ela goza mais uma vez me xingando muito.
O cansaço começa a me dominar e peço para trocarmos de posição. Ela fica de quatro, bem empinada. Resisti à vontade de meter e chupei sua buceta. Acho que gozou de novo, não posso afirmar. Ela se vira pra mim e começa um oral que não durou muito, logo me entrego e gozo em sua boca.
Ela vai ao banheiro, faz sua higiene, volta e fica ao meu lado, pois ainda estou sob efeito do cansaço e êxtase. Ficamos batendo um papo, vou tomar outro banho e ainda curtimos mais um tempinho juntos. O que fizemos? Ah, é coisa nossa ...
Fiquem com mais um trechinho dessa música que dedico à ela e esse encontro fenomenal.
Deixa eu te amar
Faz de conta que sou o primeiro
Na beleza desse teu olhar
Eu quero estar o tempo inteiro
