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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
HO HO HO
Anteriormente, em Contos do Noel...
Mas eu queria mais e perguntei se poderia voltar mais tarde. Ela aceitou e bati em retirada.
Por "bater em retirada" entenda-se: descer e ficar no Bar do Zezé. Chego e não encontro nenhum conhecido, somente um ou outro habitué (sim, crianças, já me enturmei com alguns frequentadores "civis" do local).
Como estava de olho no relógio, faltando 20 minutos para retornar parti numa sidequest previamente combinada antes de descer. E o timing foi perfeito, a convocação dela chega assim que concluo a minha empreitada. Subo o elevador e lá vou eu de novo. Toco a campainha e percebo que esqueci um detalhe: não estava de gorro. Sem ele eu não entro. Tudo ajeitado, passe liberado.
Outro banho, partimos para a continuação da jornada de mais cedo. Beijos, sarradas e passadas de mão foram o (re)início aos trabalhos. Sugo seus peitinhos com aqueles bicos duros de tesão ao mesmo tempo em que aperto suas coxas e sua bunda.
"Me dá essa piroca, seu filho da puta!". Quem conhece a Fê, sabe que isso não é um pedido, é uma ordem. Levo o Pequeno Ru... digo ... Noelzinho até sua boca e ela mama com vontade, mostrando que gosta muito. Com uma pressão enlouquecedora na chupada, ela ainda massageia a sacola do Bom Velhinho. Com uma das mãos a seguro pelos cabelos e com a outra brinco com seu grelinho.
Peço pra parar porque não sou espírito obsessor, mas queria possuí-la o quanto antes. Camisinha colocada, adentro sua buceta quente e molhada. Meto do jeito que ela gosta, com vontade. Fê geme, segura as coxas pra se abrir mais, vou beijando sua boca e pescoço e continuo no ritmo cadenciado pela fome que ela desperta em mim. Sentir e vê-la gozando me deixa de um jeito que eu mesmo me desconheço. Poucas fazem isso e é bom pra caralho!
Alguns minutos depois, a resistência física gritou mais alto que o tesão e paro um pouco. Ela, que é eletricidade personificada, já engole o Noelzinho novamente me dando o troco: agora era eu que gemia e revirava os olhos.
Ela dá uma última chupada mais forte, olha pra minha cara e diz:
- "Você confia em mim?"
- "Mulher, há 5 segundos você estava com minha rola na boca. Eu preciso mesmo responder isso?"
- "Então vem cá e me obedece!"
CA-RA-LE-O! O que se seguiu foi algo praticamente indescritível. Só sei que mesmo sem meditar, cheguei ao Nirvana e fui recebido pelo próprio Buda. Me mostrou o lugar onde ele mora, com som ambiente, céu multicor, um povo diferentão ... bem maneiro! Aproveitei a oportunidade e pedi pra conhecer a deusa hindu do sexo.
Às gargalhadas, Sidarta (para os íntimos) me diz:
- "Rati? Tem certeza?"
- "Claro, ué? Qual o problema?"
Ele chega próximo de mim e sussurra no meu ouvido:
- "Ela está na cama contigo!
E me empurra. Volto à realidade segundos antes de Fê me proporcionar um orgasmo cósmico.
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RATI, deusa hindu do desejo carnal, do amor, do prazer sexual e da paixão
Depois dessa experiência transcendental, fico na cama sem saber da vida ... só peço que ela se deite ao meu lado pra poder sentir seu corpo mais um pouco. Após mais alguns beijos, recupero as forças e vou ao banho. Passamos os poucos minutos que restavam conversando e infelizmente chega a hora de partir. Mais beijos e vou embora. Eu ainda estava ligeiramente fora de mim, ouvindo cítaras ao longe. Pasmem: nem parei no Zezé ...
Namastê
