28 de Agosto de 2022 às 20:17

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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

CONTOS DO NOEL - O QUE OS OLHOS NÃO VÊEM

HO HO HO


- Papai, já sei o que vou fazer contigo quando você voltar.
Com essa frase, Fê despertou minha curiosidade. Não a ponto de perguntar o quê, já que a provável resposta dela seria "É surpresa, caralho!". Então tratei de acertar meu retorno o quanto antes.
Chegando ao Centro, fico no Zezé fazendo hora até receber o chamado dela. Ao chegar, subo imediatamente. Já no seu apê, ela estava de salto, uma saia curta onde era possível ver a generosa curva de sua bunda, e uma blusinha que mal cobria seus apetitosos seios. Ambas as peças com uma estampa quadriculada, o que lhe dava um ar de colegial.

Um rápido beijo e sou quase jogado dentro do banheiro. Banho tomado e ela me aguarda na beira da cama, diferente das outras vezes. "Vai, deita aí!", ela me disse, se levantando. "Bem aqui, no meio da cama!". Segui suas instruções e ela saca 4 tiras por baixo do colchão e me prende, começando pelos tornozelos. Ela olha pra mim e pergunta:"Algum problema? Tá com medo?. Digo que não e então meus pulsos são presos. Ela se ajoelha na cama, passa a mão por trás da minha cabeça, puxa a venda que estava embaixo do travesseiro e seu corpo se aproximando foi a última coisa que vi. Tentei beijá-la, mas fui rechaçado com um tapa na venta. Adoro!

Desprovido da visão, só restava me concentrar no tato, principalmente, e na audição. Ouço ela abrir a tampa de alguma coisa e em segundos suas mãos passeavam pelas minhas partes baixas espalhando um óleo ou gel, sei lá. Fez uma espécie de Lingam, massageando toda a diminuta extensão do Noelzinho e a sacola de presentes. Em poucos minutos começa um oral que, junto com o que ela passou anteriormente, deu uma sensação muito mais deliciosa e prazerosa que o normal.
Aí vieram as maldades: engolia freneticamente; passava a ponta da língua bem devagar, subindo e descendo, e depois ao redor da cabeça; chupava de lado ... tudo com a vontade e maestria que só quem já esteve com ela sabe do que estou falando. Dali a pouco, ela saca um vibrador. Passou pela cabeça do Noelzinho, no saco, alternava com chupadas. Não sei quanto tempo tudo isso durou e eu não podia vê-la, mas tenho certeza que em algum momento um sorriso de satisfação se fez presente em sua bela face.

Só sei que em meio aos suspiros e gemidos, consegui balbuciar para ela:
- "Tô na dúvida, não sei se quero que continue ou se peço pra me soltar."
- "Então pensa rápido e se decide!"
- "ME SOLTA!"
Não sei foi pela entonação da minha voz, pelo prazer de fazer maldade comigo, ou tudo junto, mas ela me libertou das amarras, se deitou de pernas abertas e encapou meu companheiro de aventuras muito rápido. Eu estava completamente tomado de tesão e a possuí do jeito que gosta. Sentir seu corpo junto ao meu, sua buceta quente e molhada, e sua boca (que quando não me beijava, gemia a cada orgasmo que teve), me estimulava muito. A Vovó Noel, minha pobre mãe, deve ter ficado com as orelhas em brasas, dada a quantidade de "Filho da puta" que ouvi.
A resistência foi diminuindo e aviso que a hora de gozar estava próxima. Ela pede na boquinha e jorro fartamente atendendo ao seu pedido.

Depois que volta do banheiro e eu estou recuperado, nossa conversa teve alguns rumos bem distintos. Entre eles, ideias para algumas das próximas visitas, uma verdadeira reunião de cúpula. Ou melhor ... de alcova!