10 de Dezembro de 2020 às 01:09
CAROL
http://clinicaeuroriospa.com.br/index.php/equipe/26-carolLEONA
http://clinicaeuroriospa.com.br/index.php/equipe/85-leona CAROL
LEONA
Senhores, tento eu, o máximo que posso, ser o mais preciso que consigo, quando a precisão é importante. Mas devo confessar que, voluntariamente, escondi um detalhe. Carol confidenciou-me que gostaria de atender com Leona, sendo isto que motivou minha marcação. Prometi à moça, no ato, que marcaria em futuro próximo. Não sendo cabra de promessas levianas e vazias, retornei...
Como estou banido à Barra da Tijuca, vi-me necessitado a ter um bastião de luz e esperança, visando manter a sanidade frente à insanidade do mundo atual. Tudo é dominado por Marte e o belicismo reina. Não obstante é irmão de Discordia, deusa do nome autoexplicativo, e ambos são filhos de Juno, deusa do matrimônio, origem de todo o mal. Acima jaz o trono de Fortuna, logo devemos à ela recorrer.
Doravante os infortúnios da vida, Fortuna guiou meu caminho até este local. Infelizmente, para o meu bolso, ele está no meio do caminho de casa. Felizmente meu bolso tem aguentado o tranco, somente Fortuna saberá até quando. Mas, crendo em Fortuna, sou otimista.
Omnia sol temperat, purus e subitilis.
Findo o último serviço com a Carol, prontamente agendei esta empreitada. Não sou mais o efebo de antigamente, sendo necessária devida preparação filosófica para performar dois rituais sagrados, simultaneamente. Isto é: dormir bem, comer bem, sem punheta, sem estresse prévio.
Início: Chegando ao templo, fui recebido pela sacerdotisa Carol, a qual me aguardava. Falando abertamente aos senhores, ela me remete ao que seria uma versão bem jovem da Mônica Mattos. Sou
de veras ignorante na área da pornologia, tanto que comi a Yasmin Mineira sem conceber a carreira cinematográfica da donzela, vindo a saber mais tarde. Conduzido ao antro onde sofreria um ordálio visando testar minha fortitude que, como sempre, estaria nas mãos de Fortuna. Poucos instantes depois entra Leona. Diante da cena, fitado por ambas graciosidades,
amor volat undique, captus est libdine, de forma imediata, meu
gladius tornou-se firme porém atento.
Tempus es iocundum, o virgines, modo congaudete vos iuvenes!
O Templo: Para tal peripécia fez-se necessário a grande sala ritualística. Sem mais.
O Ritual: Leona entrou por último e fechou a porta. As duas me olharam como se fosse um picolé na praia em dia de calor escaldante. Carol veio me beijando enquanto Leona afagava meu cabelo. Este padrão repetiu-se até que Carol ajoelhou-se e decidiu, corajosamente, encarar a espada de frente, enquanto Leona segurava a empunhadura da arma e me beijava. Só isso já seria suficiente pra fazer um
infirmi qualquer fraquejar, mas o soldado de Fortuna, como asceta que é, manteve-se no posto. Leona pediu/ordenou abdicação da ortostase e prostração ao leito, onde similar ato divino foi continuado. Tendo sobrevivido ao começo da provação, as preladas decidiram abordar em dupla a flauta muda. Camaradas, não tem como descrever. Não existe palavra, em latim clássico ou vulgar, muito menos nas baixas línguas bárbaras, para descrever o que este degenerado, que só conseguia murmurar, passou na mão dessas duas. Eventualmente Leona monta sobre minha face, expondo a fenda maldosa, talvez para interromper meu lamento ignóbil. Ainda desorientado pelas pungentes, sequenciais e ritmadas bucetadas na boca, tive o mastro coberto pelo invólucro de látex e Carol monta, sem aviso ou remorso. Tomadas por um sentimento de misericórdia, me concederam a benesse de mudar de posição. Eu já estava quase saindo do corpo. Carol ficou de quatro, posicionada entre as pernas de Leona, alternando atenção entre a boca e os seios. Assim fui cumprir o chamado da natureza, tentado não deixar derramar a água da vida, intuindo aproveitar o máximo possível. Olhei pro relógio, pensei na situação do país, mentalizei a Whoopi Goldberg vestida de freira. Foi tudo em vão, largando um volume desconcertantemente grande na borracha. Tombei de lado tal qual um coelho no pós-coito.
Fiquei um tempo deitado transversalmente, com Leona à minha frente e carol atrás dela. Ficamos conversando trivialidades até que a Carol vocifera: “muita conversa e pouco sexo, olha aí a virilha dela do seu lado”. Prontamente ataco o berço da vida de Leona, pelo flanco. Enquanto isso ela afaga a espada e a outra beija meu pescoço. Perto de ter travamento cervical devido à posição antianatômica reivindico o direito de rearranjar o cenário. Leona, agora em posição ginecológica recebe, deste pobre degenerado, a continuação da conversa, enquanto Carol fica acariciando seus seios. Progredido, com a determinação de Fortuna, até Leona ter um terremoto pélvico-perineal magnitude 9,5 escala Richter. Ego preenchido, levantei-me para acessar o estado da coisas. Leona ofegante, olhando pra cima. Carol olhando para mim, rindo, disse-me que parecia um garotinho que acabou de ganhar um doce. Encontrava-me com um sorriso idiótico engessado no rosto, que não se desfazia nem forçando. Deitei, Leona encapa o anti-herói e monta, enquanto Carol se deita pouco acima e me oferece aqueles seios maravilhosos. Não preciso dizer, apesar da ser a segunda luta do embate, perdi a disputa facilmente, no vai e vem dos quadris de Leona. O champanhe estourou.
Sem conseguir me mover, cada uma se deita sobre um ombro. Vendo que o relógio corria, a felicidade em vias de acabar. A onda se aproximando do colapso, o
eigenstate, decido manter a incerteza do sistema e clamo por uma terceira hora, antes da queda do paraíso, incerto se ainda conseguiria combater. Tomei minha decisão e deixei para Fortuna tomar a dela. Desde o princípio sabia que seria difícil, mas prossegui certo de que a deusa não me abandonaria. Por inspiração divina as sacerdotisas iniciaram o sagrado/profano ritual do beijo triplo, soerguendo a antes débil e borrachuda jiboia ao estado envernizado e túrgido, que é seu modus operandi pra guerra. Deitei-me e começaram de novo aquela abordagem duplamente covarde sobre o pobre réptil, cuja glória recém recuperada foi suficiente para fazer frente à afronta. Maltrataram a cabeça da serpente até que, de forma inusitada, começaram a se beijar, meio que esquecendo que este indigno estava lá. Mantendo um invólucro bimanual sobre o corpo do ofídio, assim ficaram até que a memória de minha pessoa voltasse. Revoltado com o abandono deito a Carol e início o monólogo em seu santuário oculto. Ela é bem mais sensível que Leona, suporta pouca pressão glossial, requer a separação das duas partes do véu para expor seu pequenino grelo, o qual exige delicado trabalho. Leona se deleitava com os seios maravilhosos de Carol e olhava pra mim com aqueles olhos verdes, dedicado entre as pernas da menina, sorrindo. Carol tem o reflexo de se sentar quando goza, enquanto puxa minha cabeça, quase que forçando a fusão dos meus lábios com seus grandes lábios. Novamente elas dizem que estou com cara de criança com brinquedo novo. Como eu gosto de chupar uma buceta. A moça parece ter uma
petite mort mais longa, portanto dou seu tempo de recuperação, enquanto fico sarrando com Leona. O mastro, ainda se mantendo feliz, é coberto e Carol vem por cima, parece que gosta muito disso. Enquanto ela monta, tento manter a concentração pra manter a cobra concentrada, afinal o terceiro golpe é mais difícil de desferir. Leona vem e me beija, fechando o curto-circuito e causando em mim um orgasmo quase instantâneo.
Nesse andar da carruagem eu já deveria estar satisfeito, com 3 lutas completas, o que há muito isso não fazia parte do meu quotidiano. Carol diz que tem um cliente depois e já estendeu o programa mais do que podia, se despede e sai para ir ao banheiro. Fico com Leona aproveitando os momentos finais...ou não.
O espírito primordial grita dentro de mim:
Fortuna audaces iuvat!
Mas isso é outro relato....
Desfecho: Senhores nobres confrades, não tenho muito a adicionar além de um insight muito pessoal. Acredito que tenha conseguido deixar claro o evento, apesar dos eufemismos. Minha antiga jovem velha senhora tinha uma predileção grande por moças, o que levava a frequente inclusão de uma segunda ao nosso leito e, obviamente, eu sentia/sinto falta disto. Entretanto, para mim, isso é muito melhor pelo seguinte fato: não existe sentimento, expectativa, apreensão ou cobrança. Só sexo de alta qualidade sem obrigações. Só bônus sem ônus (fora o financeiro). Existe um ensinamento oculto que versa sobre isto: “Todo sexo custa alguma coisa. Geralmente o que você paga com dinheiro é mais barato do que aquele que você não paga”.
Abraços!