27 de Novembro de 2020 às 19:43
FERNANDA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Este é mais um relato “antigo” que não pode ser sonegado. Ocorreu na localidade que se tornou para mim uma parada quase obrigatória ao navegar pela área caótica da Barra. É meu templo de Fortuna, onde as sacerdotisas da deusa sempre acalentam de forma divina minha alma castigada.
Meu dia havia sido péssimo, Fortuna me relegou aos conflituosos caprichos de Marte e fui flagelado pelo belicismo alheio desde cedo.

Início: A marcação foi agilmente feita na manhã pela entidade oculta do outro lado do Zapzap, para 13:00, quando eu estaria livre e a moça chegaria na casa. Eu, mais uma vez, lancei-me na roda de fortuna e marquei 2 horas com alguém que não fazia ideia da qualidade. Sem erro, fui mais uma vez abençoado e a sacerdotisa era incrível.

Local: Novamente fui colocado novamente no “quarto vip”, talvez pelo horário. Espero que não venham me cobrar me cobrar aluguel. Eles mantém o padrão de mimar o cliente com bebidas e etc.

Atendimento: Fui atendido à porta pela própria com quem havia marcado. Ela não foi simpática nem sorriu e eventualmente entendi o motivo. Haviam feito uma pequena confusão na agenda e deixaram ela de castigo por 2 horas no dia anterior, achando que eu havia marcado para tal data. Ela entendeu como um furo meu, afinal um client com o mesmo nome reservou o mesmo período no dia seguinte. Em tese eu era um furão...

Expliquei devidamente que não faço isso, e se faço aviso com muita antecedência e, se não aviso eu compenso. Fortuna não olha por aqueles que promovem escárnio como tempo alheio. Isso fez o semblante da moça mudar. Ela é uma coisa impressionante. Corpo magro mas com belas curvas, seios lindos de caimento perfeito, cabelo preto liso cheiroso. Usa lentes de contato verde as quais normalmente (em minha opinião) dão um aspecto horrível. Entretanto, nela, ficou muito bonito, dando um visual exótico, a pele entre o moreno e o dourado, contrastando com os verde. Ria de forma meio tímida, mas era bem agitada, como se produzisse uma cocaína endógena.

Seu beijo era meio contido, sem muita língua. Entendi que não era falta de entrega (até se entregou demais eu acho) mas seu natural era assim. Eu prefiro sempre o natural. Depois dejetei a menina na cama e fui ter uma conversa séria com com seu sorriso vertical. Passado um tempo ela se agita, parece que a ansiedade bate forte. Encapado o herói fui puxado direto pra um PpMm de ritmos variados até que ela me trava, sinto a espada sendo levemente “mastigada”, a humidade cresce e ensopa a região de contato das virilhas e ela solta um gemido baixo, tímido. Assim é difícil até para um degenerado como eu se conter e acabo lançando o exército na tela de borracha. Passado uns bons minutos de descanso para repor o chi do guerreiro uma cena semelhante se ocorre, dessa vez com ela por cima. Pode ser fingimento, mas é difícil fingir a inundação...

Ela avisa de forma meio triste que o tempo estava próximo de acabar. Extasiado pelo evento, eu perguntei: tem mais 1 hora disponível? Ela dá um leve grito de felicidade e sai correndo pela porta, como um equipamento ligado no 220V. Retorna em breve, com um copa d’água e um mate, os quais eu não pedi mas precisava. Tomamos um banho rápido e eu recomeço os trabalhos diplomáticos lá embaixo, na origem da vida. Dessa vez sou mais incisivo e exploro a região digitalmente, concomitante com o carinho glossial em seu sino dos deuses. Passados uns minutos, onde via apenas um feedback de respirações profundas e gemidos leves, meu cabelo é puxado, do nada. Caso fosse implante capilar todo o investimento teria saído na mão dela de uma só vez. Ela me ordena de forma firme, bota a camisinha. A dama se prostra de 4 e eu início o serviço. 5 minutos nesse jogo ela começa a se tocar e água vem minando, molhando a região intercontato. Dessa vez, já naquela 3 que é meio sem sensibilidade eu me seguro. Poucos minutos depois ela acelera o movimento pélvico retrógrado e se toca novamente, e já rolando aquele barulho de “bota na grama molhada”, se treme. Aí fudeu, desafio alguém a aguentar essa merda sem gozar. Eu pensando que partida se encerraria no empate, fechou 4x3 pra ela. Nunca me senti tão satisfeito com uma derrota.

Faltando mais de 30 minutos do meu tempo, esta alma obumbrata que vos fala, se recupera e inicia a preparação pra partir, mais que satisfeito. Ela pergunta: já vai? Deita mais um pouco, relaxa, ainda tem tempo... Nem preciso dizer que obedeci.

Conclusão: Eu vou parar de postar relatos desse lugar. Reviver esse tipo evento não me faz bem. É como lembrar do céu enquanto se vive no inferno. É a queda do Paraíso. Chorando Chorando Cool O pior de tudo é que nem analisei o plantel inteiro que jaz nas instalações, o que é um plano a ser concretizado, em breve, espero eu...

Encerro por aqui.
Saudações à todos!