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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Mantendo meu objetivo de rodar todo o local, acabo de completar mais um objetivo parcial. Esse relato é em homenagem ao nosso nobilíssimo confrade KEVINX, com quem tinha esta dívida. Se tem algo que o degenerado é obrigado a cultivar é a honra. Sendo um cabra de palavra venho executar meu contrato com o confrade. Esta narrativa é em sua glória, KEVINX.
Fortuna me acalenta nesses tempos de vacas magras, algumas já na carcaça, abandonadas pelo caminho. In Fortune solio sederam. Como devoto e crente da graciosa deusa, sei que sua Roda não pode ser parada e parte do que me é dado deve ser lançado de volta. Os inscius que tentam são esmagados.
Início: Marquei ontem, durante uma crise de consciência, causada pela devassidão em binge dos últimos tempos, perdurando uma promissória em meu nome na mão de KEVINX. Não suportava mais. Cheguei a cogitar a desmarcar na Euro e ir em uma jóia de outro mundo que um nobre confrade recentemente achou. Mas Fortuna pune severamente, com infortúnio, aqueles de conduta leviana.
O Templo: Sem repetições, mas deram uma repaginada no “quarto VIP”, com uma pequena poltrona e uma cama de chão, além da própria cama do local.
O Ritual: Carol atende à porta e lembra-se de mim, quando houve uma confusão na agenda e ela só podia ficar 30 minutos. Não aceitei, pois isso é tortura, não atendimento. Ela é magrinha, pequena, linda como uma princesa. Tem uma bundinha pequena, cintura fina, peitos com um volume perfeito para alguém do tamanho dela. Mais do que qualquer outra da casa, ela foi esculpida por Fortuna como a mais perfeita armadilha para tolos. O fraco, incauto, inocente humano que tem o coração ainda funcional não escapa de ser apreendido em sua trama. Já posso continuar dizendo que contraindico fortemente a Carol, pois nem todos conseguiriam arcar com as consequências de serem expostos à ela. É assaz perigoso pois sabemos que “Ad amorem properat animus herilis”, e este não é um risco no qual todos podemos incorrer.
Começamos nos beijando, parecia que eu tinha conhecido ela numa festa privada. Língua com língua na tranquilidade. Começo a despir o robe, seguido da roupa íntima. Deito a moça e desço para explorar o berço do prazer. Que bela vulva, pequena, cheirosa, com um grelinho mínimo no topo. Ela não gosta de pressão, nunca vi uma moça tão sensível à dor na região, parecendo preferir leves e rápidas passadas de ponta de língua ou o deslize completo, sem apertar. Como sou degenerado completo, corpo e alma, sem conseguir ficar de pau duro se a mulher não gozar, fiquei ali até que ela se contorcesse e envergasse como uma serpente lasciva em status epilepticus. Deitou-se ao meu lado e ficou aproveitando o período refratário pós gozada, aqueles instantes nos quais não existimos. Passado seu “descanso” ela vem com um oral que parece de namorada. Não era pressão por pressão, mas um conjunto de movimento cervical e linguado no topo do mastro. Não conseguia me desligar de sua beleza, não do tipo putona, muito menos do tipo modelo de revista. É aquela menina da faculdade que rouba seu coração. O meu pode levar, não vale nada mesmo, é um pedregulho disforme, mas aconselho cuidado aos demais. Ela vem por cima, montando. Os romanos eram sábios e ensinaram que ferrum vagina nudare est, logo o lugar da espada é na bainha. E que bainha apertada. Ela toda molhada ainda, precisou de lubrificante, sendo que sou o portador da espada mais mediana e menos digna de nota possível. Ela cavalgou, alternando o ritmo, depois corpo-à-corpo até que a víbora chorasse de felicidade.
Lavei-me e conversamos um pouco mais. Eu conseguiria falar com ela por horas, a voz é agradabilíssima. Tentei mais uma vez o agrado oral, entretanto ela disse que não goza 2 vezes. Pensei comigo mesmo: isso porque eu só tenho 2 horas, mas deixa pra lá...
Depois de receber mais uma excelente chupada comecei com um PpMm que, seguindo uma meterola de 4, convertido para bruços. Fiquei assim até preencher o receptáculo de látex. Ficamos conversando até o tempo acabar. Tentei um terceiro jogo, mas o período refratário ainda estava em curso. Passados os 30 anos é só ladeira abaixo, sinto saudade de dar 2 gozadas seguidas sem tirar. Mas isto ficou lá nos 19-20 anos. Despedida dolorosa e agridoce, retornei ao flagelo de minha rotina.
Desfecho: KENVIX, não vá com a moça. É um caminho sem volta. Você vai se perder, sua mente não vai ser a mesma. Se você acredita no amor, KEVINX, não procure a Carol! Se você é propenso a paixões juvenis, KEVINX, não procure a Carol! Se o seu coração ainda bate, KEVINX, não procure a Carol! Mas se ainda quiser procurar, indo contra meu mais sincero conselho, não procure por ela na próxima quarta-feira, entre 13:00 e 16:00. Também não procure pela Leona nesse mesmo horário. Alguém, não sei quem fui, marcou um longo atendimento a 4 mãos...
Abraços ao confrade KEVINX, do qual não sei porra nenhuma mas já tenho grande consideração!
