06 de Dezembro de 2020 às 21:21
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Os caminhos de Fortuna não são retos ou tortos. São o que são, a vontade dela. E por sua vontade eu estava na Barra, num dia atípico para tal. Mais atípico ainda é o tempo vago que acompanhava a minha presença na região. O tempo livre é algo perigoso para a mente do degenerado. Ele precisa de rotina, de propósito e, mais do que tudo, senso. Carente disto o degenerado dança a espiral negra descendente que é sua existência e descumpre todo e qualquer acordo, com os outros e, mais gravemente, consigo mesmo.

Entrei em contato com a Euro perguntando quem estava livre no horário permitido. Vários nomes brotaram na tela do celular, mas somente um enxerguei, que estaria chegando ao local, exatamente no horário pretendido: Leona.

Início: Dirigi-me ao local, sempre com esforço pra manter a pontualidade. Maximizar meu tempo, que não poderia ultrapassar 2 horas era valioso, era a meta. Além do que Fortuna olha com desdém para os indivíduos que tratam o tempo alheio de forma leviana. Fui atendi na porta pela Yumi, a qual nunca tinha visto. Só para constar, bela menina, não sei a altura direito porque todas usam salto. Esta me conduziu até a sala onde aguardaria a sacerdotiza responsável por conduzir o ritual. Quando Leona entrou, o coração de granito deu uma batida rouca.

O Templo: O recinto já foi assaz descrito em outros relatos.

O Ritual: Banho tomado fui tomar aquilo que buscava. Ela sorriu de forma espontânea, como se realmente estivesse feliz em ver este cabra sem futuro. Constatei, com felicidade, que não fiquei de pedir em casamento. A podridão, estado natural de minha alma, havia sido restaurado.
Eu não perdi tempo e abri beijando a moça. Prontamente foi lançada à cama, corretamente despida, parti para conversar com o belo rosbife entre suas pernas. Depois que a da a foi agravada até atingisse o ápice e La Petite Mort, sem a qual tenho dificuldade de proceder. Eu me deito e ela vem por cima, com atrito duplo de virilhas e coxas. Recebi um oral excelente, mas interrompi de forma prematura, trazendo-a para cima de mim. Colocado o vestido de borracha no mastro ela monta, alternando ritmos, me olhando com aquele belos olhos verdes. Meu coração de pedra bateu mas uma vez, entretanto o espírito continuou, para minha alegria, depravado. Não mais aguentando a cavalgada da valquíria, deixei o cipó babão fazer o que ele mais queria naquele momento.

Conversamos um tempo e aqueles olhos verdes novamente me hipnotizaram mais uma vez. Meu coração bateu uma terceira vez e comecei a questionar se havia sido uma boa ideia retornar. Percebi que era uma provação de Fortuna para que este pérfido testasse sua resolução. Já que era este o propósito, resoluto eu seria.
Reiniciei o evento com um trabalho digital na gruta da felicidade. Ela proativamente colocou-se de lado e começou a atritar o grelo contra minha perna. Eventualmente ela me aperta, a perna treme e minha perna fica bem molhada. Senti-me usado porém muito satisfeito. Se fosse para me divertir sozinho eu ficaria iria pra casa e entraria no Pornhub. Partimos pra um PpMm, onde permanece até que fosse a minha vez de atingir La Petite Mort.

Ficamos conversado mais um pouco até que ouvi a frase que aniquila qualquer clima: nosso tempo acabou. Na verdade havia até estourado já. Queria poder pleitear a extensão do tempo, mas seria brincar com a benesse de Fortuna e somente um idiota faria isso., Banhei-me, vesti-me, sai do quarto. Na despedida meu coração bateu uma quarta fez. Quatro batidas em 2 horas eu aguento. Deixe o pobre órgão pensar que ainda vive. Fortuna me deu a chance de ser mais do era e sai fortalecido do evento, sabendo que degenerado permaneço.

Desfecho: Foi bom pra caralho. Sair daquele padrão “vai mete goza” é revigorante. É isso que eu buscava. Repeti agora e repetiria números vezes. Mas outros mares me chamam e meu coração só pertencia à uma: Fortuna.

Eu sou um cabra de palavra, prometi ao confrade KEVINX que exploraria a Carol, mas fui fraco, fui um pobre menino merendeiro e cedi aos caprichos da paixão. Então digo que já agendei para cumprir meu juramento solene ao distinto membro de nossa confraria. Amanhã você receberá o que te pertence meu caro!!!

Vou colocar agora, seguidamente, relatos que ocorreram em tempo recente.

Abraços!!!