10 de Dezembro de 2020 às 01:09
LEONA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Este relato aqui é uma continuação do anterior.

Início: Ali prostrado em êxtase, em estado semi-meditativo, presente somente em corpo pois a alma fora há muito levada, tento recuperar o pouco que me resta de consciência. Leona me da um beijo e o membro depauperado parece querer voltar à vida. Repito o experimento para avaliar sua replicabilidade, a qual se mantém. A voz interior urra: Fortuna audaces iuvat! Peço mais uma hora com ela.

O Templo: O mesmo de antes.

O Ritual: Ciente de minha capacidade prejudicada, sabia que preliminares de qualidade seriam necessárias. Para o degenerado que vos fala isso representa chupar Leona até ela gozar, de novo, nem que isso signifique sobrar tempo só para ganhar uma punheta. Meu empenho é máximo, minha vontade irrefreável, minha língua incansável. Fortuna me deu esta tarefa árdua e eu a cumpriria. Prossegui até encharcar a barba com água de pepeca, enquanto ela não sabia se respirava ou não. Somente a lembrança disso, confrades, já me atiça de novo. Peço que fique de bruços, monto e meto tranquilamente, com sensação de dever cumprido até , mais uma vez, chegar ao prêmio no fim da estrada. Mais fo que isso na verdade.

Desfecho: Nunca imaginaria conseguir tal proeza de juventude sem auxílio farmacológico. Fechando os olhos essa memória é mais próxima dos tempos de adolescência do que a maré de fadiga recente. Beleza, química entre as partes, atividade física e retomada do peso normal pré-pandemia devem ter contribuído para isto. Foi uma extravaganza em muitos sentidos. Mas a vida é assim, acho que todos podem e devem agarrar e aproveitar o que dá no momento, seja 15 minutos ou 10 horas.
Guardo sempre como máxima da vida: in tuo vere fides est et probitas tuum retinere.

Abraços à todos!