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13 de Dezembro de 2024 às 13:12
Recebo no whatsapp uma mensagem da Karina, parabenizando pelo Botafogo, campeão da Libertadores. E me convidando para uma comemoração a dois, na sala dela, regada a um bom vinho.
Ela é incrível! Gentil, elegante... tem sempre uma carta que tira da manga (ou da cinta-liga), em forma de gesto amoroso, pra oferecer.
Aceitei de bate-pronto, é claro!
Detalhe: por feliz coincidência, ainda seria nesta ocasião que o meu "cartão de fidelidade" (aquele do açaí, vocês sabem), seria completado. Ô sorte! Assim, combinamos uma data em que fosse possível reservar duas horas para nós, entre o meio e o final da tarde, para esta celebração tão especial.
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Karina me recebeu com seu sorriso alvo e uma negra lingerie.
Estava lindíssima!
Nos beijamos ainda junto à porta, no hall.
Uma chegada triunfal, de alterar a respiração e acelerar as veias...
fico de pau duro imediatamente, minha pica campeã da América
mal cabe dentro da calça!
Beijos e mais beijos se buscam numa torrente, para alegria
do meu coração botafoguense (aos pulos!)...
Estávamos com saudade...
Nos recompomos, brevemente: ainda há muito o que aproveitar, nessa tarde.
Karina sorri, olhos nos olhos comigo; me puxa pela mão, "Vem", ela diz, e, como
dois namorados, avançamos ao quarto.
"Trouxe uns petiscos", digo, passando às mãos dela uma sacola.
"Ah, legal... Também tenho uma surpresa pra você!"
Karina, então, me entrega algo que ela preparou especialmente para o nosso desfrute,
naquele encontro. (Que garota ousada!.. Muito criativa!)
– mas não vou revelar pra vocês que surpresa foi essa... he hehe..
Fui tomar uma ducha, enquanto ela desembrulhava os acepipes.
Na minha volta ao quarto, a mesa estava servida. Erguemos um brinde à arte dos bons encontros pela vida.
E nos sentamos para beber um pouco, beliscar uns pasteizinhos de queijo... colocar o papo em dia.
Momento de grande prazer!
Sorrisos e mais sorrisos, Karina é adorável!
Aos poucos, ela se achega... Puxa a cadeira e entrelaça as pernas comigo... Inclina o corpo pra frente e me alcança, num beijo intenso... Afaga meus cabelos, desalinhando-os docemente... ato contínuo, flui o gesto, descendo pela minha nuca, ombros, peito... Inebriado, retribuo – percorrendo o sentido inverso ao tomado por ela: passeio as mãos por suas coxas, ancas... sempre aos beijos... e vou subindo por sua cintura, pelo dorso... busco o fecho do soutien, para abri-lo (sou bom nisso), mas não acho. Ela mesma, então, se livra da peça (era um top, na verdade, não tinha fecho), pondo à mostra os seios... beijo, sugo, brinco em seus mamilos.
Karina se entrega... e evoluímos, como num passo coreografado, para a cama.
Me lanço ao jardim das delícias, juntando com muito carinho as flores que vou encontrando: uma mordidinha aqui, outra acolá, nos pontos certos (navegar é preciso), beijinhos, lambidinhas (nos pontos certos) - ela se contorce... Sigo atento aos sinais... Obstinado em levá-la ao ápice, vou abrindo caminho com a boca...
... até atingir sua boceta, magna flor desse jardim.
Alterno movimentos com a língua, sugo seu grelinho... Sinto na boca toda a potência do seu sexo!
A pele dela se arrepia... Karina fica molhada!.. Me dedico com afinco, me delicio, não dou trégua...
Sua respiração muda e ela começa a dizer coisas... Me segura pelos cabelos, ali, mergulhado entre suas coxas...
"AIÊÊ!!.. ASSIM... QUE CHUPADA!!.."
Seu quadril se ergue, levemente... e então ela vem com tudo! Vem com tudo pra mim: colho na boca, numa longa chupada, forte, todas aquelas ondas de prazer que perpassavam seu corpo. Karina dá-me de beber em êxtase o seu néctar.
Me deito ao lado dela. Feliz, lambuzado!..
Ela vem, sem descanso: quer mais, quer agora.
Karina é elétrica!
Eu, pobre escriba precário... Mas tenho o pau em riste!
E ela, então, se diverte! Segura ele, me olhando de um jeitinho sacana... e começa a me chupar com uma sutileza de endoidecer! Fecho os olhos, capturado por aquela língua que percorre TODO o meu caralho!.. gira na glande e escorre lânguida, num carinho de nuvem até a base... depois retorna... Indo e vindo, indefinidamente... Entre chupadas e lambidas, numa dessas descidas, ela vai um pouco além e começa a me lamber as bolas, enquanto me punheta; sutil, lentamente... cada movimento se faz sentir ao máximo...
Karina desbrava meu corpo com sua boca... Encontra meu ponto fraco, sou atravessado por um frisson, deliro de prazer! Ela se excita... fica louca de tesão...
Deixo-a se esbaldar!... Quando estou a ponto de atingir o clímax, entro em luta comigo mesmo para me desvencilhar dali: é difícil querer abrir mão de tanto prazer. Ela também deseja continuar, se empenha em manter a posição. Quase me deixei finalizar... mas o desejo de penetrá-la prevaleceu.
"Da próxima vez eu te algemo", diz ela, rindo...
Peço a camisinha.
Ela se deita de ladinho. Abraço-a, me encaixando; meu pau encontra o caminho entre as veredas do seu corpo e se enfia naquela boceta...
Estava bom o entra-e-sai, mas sou meio desajeitado nessa posição... logo ela me diz: "Peraí, meu bem". Me detenho por um instante, obediente. Ela então, num movimento só, faz um rebolado que arruma meu pau lá dentro e deixa o engate perfeito! Incrível!
Karina é mágica!
Aí, puro deleite, ficamos nessa, de ladinho, por um bom tempo!.. Achei que íamos assim até o final (que não parecia estar tão distante). Ledo engano... ela quer mais, e quer agora... "Me pega por trás, amor", diz, me olhando de soslaio.
Me desprendo, então, de seu quadril...
Ela se ajeita de bruços e empina a bundinha... Minha pica, dura como pedra, lateja... Um pouco de gel e, uma vez mais, encontro o caminho. Dessa vez, deslizo o caralho pra dentro daquele cuzinho... enterro tudo, até o talo.
Pelo espelho, vejo a cara de tesão que ela faz ao ser penetrada... fico transtornado com aquilo! Louco!
Falo absurdos sem sentido... Karina de olhos fechados, gostando, o meu caralho todo enfiado... Safada! Toda empinada pra mim, com aquela cara de tesão no espelho... Tento dizer como está linda, mas nem sei se consigo, já não sei mais nada que estou dizendo... não sou mais senhor de mim... Sou uma acha ardente, todo o meu corpo vibra num enlevo insano! Sou a Ascensão pintada por Dalí, sou um pássaro de fogo no arrebol... sou um bicho fodendo a fêmea no cio.
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No silêncio de depois, ainda na cama, recostado, contemplo a atmosfera do quarto.
Partículas quânticas do sexo consumado flutuam dispersas, no ar...? Divago.
Karina, olhos fechados, enroscada comigo.
Aos poucos, desperta...
Sorri (que linda!), me beija... e se levanta para ir até a geladeira e nos servir de mais bebida. Aproveito a deixa pra me levantar também, tirar a camisinha... Quero ir até o banheiro e me lavar. Ainda temos um tempo, um fim de tarde para curtir juntos.
Mas eis que algo INSÓLITO acontece!!...
Havia um objeto perto da geladeira, junto à janela - e o lugar tem uma baita janelona, de cinema. O troço estava embalado, não sei o que era. Algo grande como um par de esquis. Não sei se estava em falso... mas o fato é que, quando a Karina abriu a geladeira, aquilo se desequilibrou e caiu, levando consigo de arrasto a cortina.
Ficamos expostos, nus!
Largados & pelados na selva urbana do Rio de Janeiro!
Karina, num ato reflexo, se joga no chão como se estivéssemos sob um ataque aéreo! E estávamos mesmo à mercê do bombardeio de sabe-se lá quantos olhinhos e câmeras de celular por detrás das janelas dos edifícios em frente! Ela rasteja pelo quarto - agente do FBI - em busca de algo pra vestir...
Eu, pego de surpresa, em pé no meio do aposento, caralho pendurado à mostra, encaro o imponente paredão de vidro... Sem saber o que fazer, abro os braços e grito aos arranha-céus diante de mim: "ALÔ, RIO BRANCO!!" ... "SALVE O CENTRO DA CIDADE!!".
E rebolo, dou uma dançadinha, fazendo girar o pinto feito uma hélice: É O PASSO DO PIRUCÓPTERO!
Karina ressurge na cena, rindo... divertida e meio aflita. Está de pé, vestiu-se... (mas é uma pecinha de roupa que vai só até a cintura... aberta e transparente). Continua portanto, nua – e linda!
Ela vem carregando uma cadeira para perto do janelão.
Me adianto para ajudá-la, pergunto se tem uma escada... Não tem. Ela, então, apóia um pé na cadeira e, agilmente, salta para a janela (!!!)... Pego do chão o varão da cortina e entrego a ela.
Karina caminha de lado, equilibrando-se no peitoril... Na ponta do pé, ergue a extremidade do varão até o suporte e a encaixa. Aí, mais cinco passinhos de lado, vai pelo peitoril até o outro lado da janela... e fica na pontinha do pé outra vez, para ajustar a outra extremidade do varão.
Só que, quando uma ponta encaixa, a outra solta!...
Isso segue, num balé sem fim:
plié, elevé... plié, elevé... cinco passos pra cá, cinco passos pra lá, prende uma ponta do varão e a outra solta... Karina fica indo e vindo de lado pelo peitoril, nua na janela: é a dança do siri!
Faço menção de subir na janela também, segurar uma ponta no suporte enquanto ela encaixa a outra, mas ela não deixa (graças a Deus).
Então, se lembra que tem um rolo de fita adesiva.
Vou buscar!
Começo a cortar, tiras longas, orientado por ela.
Karina dá voltas com a fita para atar uma ponta do varão, depois a outra, nos suportes...
– Fim do espetáculo!
Ainda deu tempo de beber mais um pouquinho...
Fico olhando, admirado, aquela gambiarra que ela, não sem esforço, conseguiu habilmente criar...
"Isso dava um relato, hein, meu bem!", ela diz,
e caímos na gargalhada.
P.S. - Prometi a ela que se o Botafogo fosse campeão de novo, isto é, se conquistasse também o Brasileirão, eu escreveria esse relato. Então, aí está, honrei minha palavra.
O Botafogo ergueu suas taças... e nós também: Saúde!!
A felicidade é um açaí estampado num cartãozinho.
E a estrela solitária pulsando no meu peito.
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