08 de Dezembro de 2021 às 08:34
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!..."
Olavo Bilac

- "Chinaski, faz um tedêzinho pra mim?"
Vicky J.



Quinta, 2/ Sexta-feira, 3. XII. 2021

Tarde de quinta... em casa.

Deixo de lado o laptop, um instante, e recosto no sofá. Deito no copo um gole:
pausa breve.

Avancei bastante no trabalho hoje, o dia todo dissertando páginas e mais páginas no computador. Estou de boa.
Sorvo devagar o whisky, e penso:
"ser alguém comum é um esforço fácil, mas ser bebum requer talento".

Ponho um jazz pra rolar no Spotify. Aproveito o celular em mãos e flano o olhar nos entremontes do gparena - é quando vislumbro algo novo na paisagem: Victoria se mudou para o castelo das princesas, licencioso endereço da Cinelândia. Curioso em saber mais de sua nova alcova, improviso um ZAP... Ela responde, prontamente.

E assim começa esse nosso reencontro, um dia antes, num enlace de palavras - uma excitante troca de mensagens recordando as horas vividas a dois, coisas que fizemos... (e as imagens passando na minha cabeça, como um filme). Nos atiçamos dizendo obscenidades... ...
... ... ...
... .. .... ...
A certa altura da conversa, cheia de tesão, ela confessa:

- "Que vontade de te dar!"
"Estou molhada, aqui..."

- "Ah, Victoria!!.."
... .. ....
... ...
(putaquiupariu! sinto minha lucidez declinar rapidamente; o corpo fervilha, percorrido por ondas de lubricidade)

Puxo pra fora o pau: duro, em riste! Aproximo o celular... tiro uma foto, envio pra ela.

- "Quê isso!!!.."

- "Isso é só de pensar em você", respondo.

Seguimos um tempo ainda nesse enrosco safado pelo whatsapp. Pornográficos, docemente pornográficos.
Ao final, acertamos um encontro presencial para o dia seguinte e nos despedimos.

Retomo o trabalho com certa dificuldade, o pau ainda muito duro, estourando a calça. Demorou quase meia hora pra baixar.

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Sexta-feira. Centro da cidade.

Também estou de endereço novo, no trabalho. Prédio inteligente (dizem) - é impressionante as mentiras que contam pra capturar e espremer as pessoas.
Dei sorte: me pagam bem para escrever. Por isso, venho. Mas não me pegam. Eu sei que essa pompa deles é uma merda, um mero disfarce; e que tanta tecnologia e modernidade não passam de um visgo de planta carnívora.

O relógio gira seus ponteiros, lentamente, contando o passar de nuvens e areias intermináveis... Náufrago, ilhado em meu desejo, cercado pelo MARasmo daquele escritório, engarrafo um ZAP de voz e lanço pra ela, perguntando se posso aparecer antes por lá...
Ela consente, e dou por colhido o dia de trabalho: sumo dali.

Num zás, surjo à porta do aposento, daquele mais gentil alcácer da cidade. Detalhe interessante: é o mesmo número da lei da união estável, exceto por aquele "b".
___('o lado B da lei', penso;
'o lado B da minha vida')___

Régia-flor, Victoria me recebe com beijo de namorada.
- "Entra", ela diz, conduzindo-me ao quarto.
Penduro a mochila, começo a me despir.
Ela traz uma toalha.
- "Aqui, cada uma cuida de suas próprias coisas", me esclarece. "Não é ensacada, mas fui eu mesma que lavei".
Cuidada pessoalmente por ela - melhor assim: está perfeita, a toalha.

Victoria fica me olhando tirar a roupa...

Tomo uma bela ducha e retorno ao quarto exíguo - não sei por que razão, me lembra o módulo lunar da Apollo, uma cápsula espacial. Bem, estou pronto à viagem.
Victoria estende um lençol azul sobre o colchão como quem descortina o céu.
Então, se vira e vem bem de pertinho... (posso sentir sua respiração)... Olha-me docemente nos olhos...
- "Está com saudades mesmo de mim, Chinaski?"

Sua boca adere à minha, ígnea fonte de beijos. Sugo sua língua... Vou tirando sua roupa com urgência, mas curtindo... a cada peça que se evola no espaço, mais se revela sua nudez: a linha dos ombros, os seios, suas costas... a carne rosa do seu sexo... Nos agarramos, vorazes... Trilhas insabidas da Via Láctea se abrem ao nosso avanço... Vou deitando-a, entre beijos apaixonados...
Apoio um joelho na beira da cama e projeto o quadril em direção ao seu rosto, oferecendo o pau à sua boca. Ela aceita...pega meu membro, me chupa... AHH!!.. Flutuo inebriado!... Estendo a mão para acariciá-la e ela me enlaça pela cintura, puxando ainda mais para si, para dentro da sua boca o meu caralho. Victoria me engole, devora. Urro de prazer!... ...
... Esqueço-me ali, maravilhado, simplesmente sentindo-a, olhando pra ela, até não poder mais... Retiro-me num passo pra trás, suavemente, quase no ápice...
Então, me inclino e nossas línguas se buscam intensamente num beijo, outra vez.

Devagar, começo a descer... de levinho pelo seu pescoço, seios (ela se arrepia)... muitos carinhos, cheiros.. perfaço um rastro de beijos vadios, aluados, no seu corpo...
Pouso os lábios em sua boceta, e a esse toque sutil de minha boca seu corpo todo reage, num impulso!
Começo a chupá-la.
Louca de tesão, ela se entrega, em êxtase... as costas se retesam num suave arco, levemente desprendidas do lençol; a cabeça lançada para trás, cabelos em desalinho sobre o travesseiro. Victoria geme baixinho, se retorce, tomada de volúpia... até que anuncia..
- "vou gozar..." ...
Um mel delicioso se desprende dela, olor mesclado de flores e frutas amarelas...
Escorre, delicado. Desço um pouco do grelo para lamber por dentro sua boceta, recolhendo na língua toda a complexidade daquela seiva. Da boca à alma: fluo Victoria para dentro de mim, sentindo-a irrigar meus desertos.

Visto a camisinha, na ânsia de penetrá-la. (Detenho-me ainda um instante, brinco, esfregando a cabeça do pau em seu grelinho; ela goza um sem-número de vezes). Como é bonita...
Victoria me acolhe entre suas coxas.
Deslizo para dentro de sua boceta o meu caralho...Deliciosa!.. Muito molhada!... Enterro tudo, profundamente; sinto-o todo envolvido, integrado àquela boceta quente.
Deixo-me levar, assim...
-e desatino: lançado ao empuxo veloz, curso sinuoso do seu gozo múltiplo, fodo de uma forma insana!... Ela me abraça... Deitado sobre seu corpo, atado por seus braços e pernas, sou tragado - todo o meu ser - naquele turbilhão de sensações, e atinjo um dos orgasmos mais intensos que experimentei na vida.



(O ar condicionado sopra pleno. Na réstia azul do lençol nossos corpos nus em repouso, deitados no braço um do outro. Quanto tempo ficamos ali, nesse depois, não sei dizer - perdi a noção. Conversamos.. a partilha da vida, histórias bonitas e outras, difíceis de dizer, vêm à tona, evidenciando o quão precioso é aquele momento, presente: somos dois sobreviventes, acolhidos à sombra do altíssimo Amor)


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