BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
n A nd A 37
Caminho pelo centro da cidade, a barlavento...
/Sob as marquises, grassam sombras que a iniquidade esboça (dói ver tanta gente deixada para morrer, pelas calçadas... vultos, garatujas)/
Me esgueiro, ao sol.
Pelo meio da tarde chego à Cinelândia, ao mítico AA37, endereço já inscrito na história do Rio de Janeiro. É a primeira vez que ali aporto... vindo conhecer Nanda Martins.
Mais alguns passos e adentro o célebre edifício. Aceno um cordial boa tarde ao porteiro e me adianto para subir ao apartamento, livremente.
- "dez", peço ao enfadado ascensorista.
Minutos depois, estou diante da porta da Nanda. Pressiono a campainha; ela vem abrir sem demora.
- "oi..."
- "oi!", Nanda me diz, convidando a entrar...
- "quase passei teu horário pra outra pessoa... te mandei um Zap mais cedo e você não respondeu, confirmando..."
Graciosa, simpática... sua fala é tranquila, sem tom de reprimenda. Pelo contrário, demonstra estar contente porque apareci.
- "é mesmo?", digo sorrindo.. "ficou com medo de levar um bolo?"...
Ela assente. Me olha nos olhos de um jeito franco.
- "mas, que bom, resolveu manter o horário assim mesmo..."
- "sim!", ela responde, e recebo um sorriso aberto a todo lume!
('Ô sorte!.')
- "como você chegou até mim?"
- "pelo gparena"
- "humm... mas você escreve ou é apenas um voyeur?"...
- "ah, quer descobrir minha identidade secreta?", brinco.
Ela dá de ombros..
- "vou descobrir seus segredos mesmo, daqui a pouco...rs"
('garota inteligente!..', penso)
Seguimos conversando amenidades, à medida que me dispo.
Há um pequeno sofá, na entrada, onde deixei minha mochila, e um mancebo onde vou pendurando a roupa. Seu privê tem estilo. Um certo charme underground (ao meu feitio, modestamente), de filme cult ou tela de Lautrec; o esmero na limpeza, a arrumação dos objetos, seus detalhes e a maneira como estão dispostos, dão ao lugar uma atmosfera ímpar. Me sinto bem de estar ali. Outra virtude: tudo ali é o que é, não tenta dissimular um luxo que não tem... um alento ao espírito, nesses tempos fakes.
Ela se move pelo lugar de um jeito... irresistível! - nem sei bem como traduzir isso em palavras; é algo que se pode mais sentir do que descrever - Nanda tem muita presença, há nela qualquer coisa de Natasha Kinski: uma pantera pronta para devorar.
Ela me traz uma toalha limpa, ensacada.
Nanda é bonita - reparo nela ainda melhor, agora: está usando uma lingerie negra...
('caralho, que vontade de comê-la aqui mesmo, nesse sofá!')
- "Ó", diz ela, deixando gentilmente a toalha ao meu alcance.
- "Obrigado, querida!"
Parto para a ducha.
O banheiro é mínimo, mas está perfeito. Tudo lá, reitero, é bem cuidado. Me atrapalhei um pouco com a cortina do box porque sou um cara grande, mas nada demais.
Me seco. Estendo a toalha no encosto de uma cadeira, na sala. Nanda me observa; estou inteiramente à vontade.
Nos beijamos.
Deslizo as mãos pelo seu corpo, por suas costas... Longamente... Roço nela o dorso das unhas, com sutileza...
...Nossos beijos se intensificam ... Aperto sua bunda - Nanda geme, se arrepia, a boca grudada à minha... sua respiração se altera... (pantera desperta..)...
- "Deita", ela diz,apontando a cama.. Obedeço.
Ainda de calcinha e sutiã, começa a chupar meu pau... vem e vai e... por diversos momentos se detém, girando a língua pela glande. Em êxtase, peço mais... Pantera sedenta, ela me lambe o saco, explora... Sabe bem o que faz. E gosta.
Nanda se diverte com meu caralho na boca. Que coisa maravilhosa!..
A tempo, me salvo de um final fulminante: encontro forças para soerguer o tronco e alcançá-la, chamá-la outra vez num beijo. Ela vem, se esfrega, devagarinho, debruçada de quatro sobre mim... (um tesão filha da puta! meu pau em riste!..)
Habilmente, abro o seu sutiã e os seios vêm à mostra... ela sorri; num gesto felino de corpo, se estica e os oferece ao meu rosto... Vou ao encontro deles: que peitos lindos, puta que pariu!... chupo, ponho e tiro-os da boca, brinco com a ponta da língua nos mamilos... Nanda ronrona, semicerra os olhos... (belíssima!)...
Deixo-me estar um tempo por ali...
Depois, num giro de improviso, fico sobre ela. Curto ainda seus seios, por mais um delicioso momento.. Em seguida, desço, beijando seu corpo, sentindo sua pele... Puxo a calcinha com delicadeza, fazendo surgir sua boceta... (Paro um pouco para vislumbrá-la nua, na cama... Nanda... apolínea, uma visão estonteante!..)..
Ao toque das minhas mãos, ela afasta as pernas... e no vão criado entre seus joelhos, levemente erguidos, eu mergulho para encontrar seu sexo, com a boca. Nanda se entrega... Ávido, passo a ponta da língua, umedecendo sua fenda.. passo... paaaaasso... ,passeio a ponta da língua demoradamente no seu grelo.. alterno movimentos, circulo, chupo... e para cima e para baixo e outra vez orbito no clitóris minha língua... (que boceta deliciosa!) - Nanda, pernas abertas, braços lançados para trás, sobre a cabeça, retorce o corpo ao sabor da vertigem, solta nas torrentes de gozo que a percorrem sob a pele - Possuída pela minha boca!
...Experimento acariciá-la... e para meu deleite, sua respiração se intensifica ainda mais... ela geme... geme alto.. Vou masturbando Nanda... Ela fica louca!.. corresponde totalmente àquele carinho - seu corpo, seu ser inteiro dança no lençol. Deslizo o dedo para dentro de sua boceta: molhada! Me sirvo do seu mel... (cheiro, lambo, me esbaldo)... Sigo entre suas pernas, vadiando.. massageio seu ponto G por um instante e retorno ao grelo, alternando movimentos - dedo e língua... Até que ela explode numa onda de prazer, num grito curto que sacode todo o seu corpo- "AAAH!!".....
Rolo de lado no colchão, feliz. Meu caralho duro: um totem (por pouco não gozei junto com ela, há instantes). Nanda retoma fôlego aos poucos, deitada junto a mim... Pouso a mão em sua coxa; sinto os afluxos elétricos que ainda dardejam seu corpo.
De repente, ela vem... (a pantera..). Agarra meu pau e começa outra vez a chupar... (agora sou eu quem geme alto)
... peço pela camisinha... imploro!..
Nanda me atende; traz, envelopa meu pau. Pergunto a ela como gosta mais...
- "de quatro... mas agora eu quero assim", responde... E escala meu mastro, senta, enterrando-o todo na boceta.
Que delícia!
Nanda quica, cavalga a vara... Eu a seguro pela cintura, limitando um pouco seus movimentos (tenho receio de me machucar, nessa posição)... eis que então, todo aquele seu ímpeto se desloca para um jogo de quadril inacreditável! Ela se lança!... assume a posição dominante. ....meu pau totalmente envolvido em sua carne, enfiado fundo em sua boceta!... Nanda rebola indo e vindo, COLADA ao meu corpo! Só seu quadril ondula... um dínamo!.. (todas as forças da natureza agora se reúnem ali). Pantera voraz, Nanda me come...
Nanda ME FODE sentada em meu caralho! (Minha nossa, como fode!)...
... E é assim, capturado em seus movimentos, submerso em sua boceta quente, que JORRO num gozo interminável!...
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P.S. - Eu tinha decidido não escrever mais relatos. Encorajado pela Nanda, contudo, reconsiderei. Ela me pediu que escrevesse algo bem-humorado... Bem, não saiu conforme a encomenda, mas espero que ela goste. Um beijo, Nanda.