15 de Julho de 2022 às 12:28
Bom... imaginei que seria mais ativo aqui no fórum, porém, graves problemas pessoas tiraram totalmente o meu tesão, mas, graças a Deus, estão sendo resolvidos.
Gosto de escrever e contextualizar, mesmo não fazendo qualquer diferença, então, caso não tenha paciência, pode pular direto pro TD. Peço desculpas desde já, mas sou meio prolixo mesmo.
Após tempos tenebrosos, estou eu de volta ao meu amado Maracanã, jogo bom, clima de festa e Mengão classificado... eu já sabia onde isso iria terminar.
Na saída, como de costume, o primeiro diabo de sempre solta a pergunta esperada por todos: “partiu mosaiquinho?” e o famoso autoengano: “só a saideira, pô! Amanhã geral acorda cedo”.
Minha noiva de plantão até às 19:00 do dia seguinte e eu sem hora para acordar... fui, óbvio!
Chegando no Mosaico, o de sempre, 50 homens pra cada mulher, música alta pra caralho e muita gente doidona. Mas, inegável que a casa possui mulheres de qualidade.
Uma hora, algumas conversas, “entrevistas” sobre o atendimento, sarradas e cervejas depois, concluo que não valeria a pena, ninguém me chamou tanta atenção e não estava muito na pilha. Despeço-me dos amigos, pago meu consumo e sigo rumo a “doce sujeira” na companhia de um bom amigo.
Demos uma volta, na expectativa de encontrar Marina, de meu outro TD mais abaixo, porém, sem sucesso. Então, fomos direto para o U, sempre numa casa lá no meio com entrada para os dois lados, onde tem uma pequena mesa de sinuca; peço duas longnecks e nos sentamos em uma mesa. Quase que instantaneamente surge ...
A garota
... Juliana, uma preta bem gostosa; só de biquini, enfiado naquele rabo delicioso que apresentava leves e finos pelinhos loiros; uma barriga chapada e também levemente “loirinha”; senta ao nosso lado, sem sorri e, sem nem um oi, me pede uma cerveja.
Pego outra longneck e entrego a menina, que na mesma hora muda de humor, joga as suas pernas por cima das minhas e começa a mostrar um belo sorriso, puxa assuntos aleatórios como se já nos conhecêssemos há tempos.
Mais uma cerveja pedida e o assunto de putaria começa, com ela sempre tentando me instigar a subir, beijos no pescoço e orelha, minhas mãos pelo seu corpo, as dela pelo meu, até uma tentativa de punheta por dentro da bermuda. Porém, a conversa muda quando o assunto sobre o rabo sensacional dela entra em pauta e eu afirmo, na minha naturalidade, que nunca havia comido um cu.
Juliana demonstra uma surpresa gigantesca, como se eu fosse um dois últimos não comedores de cu do país, e começa a me intimar, que hoje era o dia, que iria me dar um chá de cu, que eu não iria querer outra coisa e essas propagandas de sempre.
Já estava decidido que subiria com ela antes disso, o tesão já estava grande, Juliana era agradável e bem gostosa, então, fui.
O programa
Subimos, lavei o pau na pia, e fui levado ao cubículo. A menina se ausentou por uns 5 minutos, retornou e, sorrindo, me mostrou que havia trazido 4 camisinhas, para ter cu e buceta intercalada a vontade.
Desamarro o biquini e liberto aqueles dois lindos seios, naturais e empinados, com mamilos grandes e duros e uma forte marquinha de biquini. Chupo como um bebê faminto, Juliana tira o meu pau e começa a punhetar.
Arranco sua parte de baixo e vejo uma boceta gorda, com um moicaninho, exatamente do meu jeito preferido, parecia que era meu dia de sorte.
A dama senta na cama e começa a chupar com vontade, sem capa, muito babado, a ponto de escorrer fio de baba para o chão, que boquete delicioso, chupa, lambe, enfia todo na boca, engole o saco... puta que pariu.
Ela deita e se abre, nitidamente sugerindo que eu caísse de boca naquela boceta que eu já havia elogiado para a gata, fui como um cachorrinho sedento, porém, ao chegar perto, sinto um leve cheiro, nada insuportável, mas a razão falou mais alto e, na mesma hora, viro pra ela e falo: “eu não vim comer cu?! Me dá esse rabo!”; ela sorri, encapa o garoto, fica de quatro e empina aquele rabo.
Passa um lubrificante nos dedos, esfrega no cuzinho e me manda meter com jeitinho. Encaixo a cabeça no buraquinho e vou enfiando bem devagar, até que entra toda, nunca havia sentido minha pica tão apertada, vou fazendo movimentos leves, até que ela olha pra mim e fala: “mete, vai! Soca no meu cu!!”, então, obedeci!
Soquei bastante, puxava o cabelo, batia naquele rabo gostoso com aquela marquinha de biquini desenhada, mas não devo ter ficado mais do que uns 5 minutos ali, apesar de já ter bebido bastante, estava a ponto de gozar e, como já havia perdido a minha “virgindade”, a missão já estava cumprida.
Disse que queria comer sua buceta também, e pedi que sentasse. Fui atendido, trocou a capa da piroca e sentou, cavalgou de frente, mas rapidamente cansou e passou a dar umas sentadas bem meia boca, então, como já imaginava que não devia faltar muito tempo, perguntei se poderia gozar na cara.
Juliana disse que sim, mas para mirar bem na boquinha pra não sujar muito. Tirou a capa e voltou a mamar com maestria, a menina gosta de cair de boca numa pica, cuspia, punhetava e chupava com vontade, sempre me olhando nos olhos e falando putaria. Aviso que vou gozar, começo a punhetar em direção a cara dela, que abre bem a boca e coloca a língua pra fora, com cara de safada... encho a boquinha de porra, a safada engole e ainda passa o dedo na cabecinha pra pegar a última gota e enfia na boca.
Mais uma bela foda na VM! As minhas são poucas, mas são muito boas!
Despeço-me, digo que voltarei a procura-la, e vou embora, feliz, leve e satisfeito.