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25 de Abril de 2022 às 19:04
Durante as minhas consultas quase que diárias ao fórum (preciso tratar o vício), a fim de montar a minha lista de damas a conhecer, deparei-me com o tópico da VM, cujos relatos não sabia que também eram postados. Então... não poderia deixar de postar uma das maiores fodas da minha vida - não me refiro somente a programas, até pq só fiz 3 (contando com esse), e um foi nos meus 18 anos, há 15 anos atrás.
O relato será grande, não sei se cabe, pois eu lembro cada segundo que passei naquele cubículo imundo e maravilhoso; e eu preciso contar!
TD realizado no último dia 20, quarta-feira.
Ao sair puto do Maracanã, após o empate sem gols entre Flamengo x Palmeiras, amigos soltaram a infernal frase: “partiu Mimosa?”; acompanhada da célebre autoenganação: “só uma saideira rapidinho, amanhã todo mundo acorda cedo”.
Diante do fato da patroa estar no plantão, não tive como negar! =)
Sou cria da Tijuca, por isso, a VM, além do Mosaico, era um local de frequência constante, mas sempre ficava só na sarrada, cerveja e sinuca. Só havia subido uma vez, nos meus 18 anos.
Partimos e fomos para uma pseudosinuca que fica logo no início do U, primeira entrada de quem vem no sentido dos carros. Logo no início da jogada me aparece uma menina branquinha, mas bem queimada de praia (aquela mistura de vermelha com dourada); cabelo liso preto na altura do ombro; short, salto e uma blusa branca de alcinha, bem justa; além de um par de óculos que a deixavam com uma cara absurda de safada.
Eu olhei praquela mulher e fiquei hipnotizado, jamais imaginei encontrar uma menina daquelas naquela pocilga (maravilhosa e infernal), ela parecia uma mulher de cinema, filme de princesa, sei la... Porém, percebi que estava acompanhada de outra menina e dois homens, que a apresentavam para uma senhora que parecia ser a responsável pela casa. Não abordei.
Umas cervejas depois, dois amigos resolvem partir e, junto com o amigo que sobrou, resolvi ir à caça de uma menina para terminar a noite.
Demos uma volta no U, nada agradou totalmente, então resolvemos dar mais uma volta e, logo ao sair, me deparo com aquela menina maravilhosa parada na porta de uma das casas que ficam na rua, quase em frente ao U, e, dessa vez, sozinha, ali, na minha frente, parada!
Pensei, é um sinal divino, na mesma hora fui até ela. Perguntei seu nome, a menina responde de forma seca: “Marina”; e se estava atendendo, respondeu que sim, então comecei com as perguntas sobre o programa, a menina, sempre bem simpática, respondia tudo que eu perguntava com um “não”. Chupa sem camisinha? Não! Beija na boca? Não! Posso te chupar? Não gosto muito! (percebo um leve sotaque de interior)
Mas eu estava tão maluco nela, que resolvi arriscar mesmo assim, combino 30 minutos por 70 reais, a menina pergunta se quero ir ao banheiro e digo que sim, lavo bem a pica na esperança de conseguir demovê-la da ideia de não chupar sem capa. Subimos praquele cubículo sujo.
A menina se ausenta por uns 2 minutos e retorna, sem o short, apenas de salto, calcinha, blusa e aqueles óculos que complementam bem o conjunto. A piroca pula na mesma hora, me aproximo da menina e conto o quanto fiquei hipnotizado com ela, ela solta um risinho, como quem diz, “apenas mais um”.
Peço para beijá-la, ela nega, respeito e a agarro, pego na sua bunda, e que bundinha linda, com uns pelinhos loiros bem de levinho, PUTA QUE PARIU! Beijo pescoço, seguro por trás da cabeça entrelaçando meus dedos nos seus cabelos e a piroca quase explode.
A menina senta na cama, posicionada na minha frente e pega a camisinha, tento novamente uma mamada sem capa, a menina, sempre muito risonha e simpática, pede desculpas e nega, explicando que é casada e o combinado com o marido é de que só atuaria nos programas de forma totalmente profissional.
O boquete estava uma delícia, mesmo com capa, não sei se era minha paixão platônica atacando meu psicológico ou se realmente estava. Peço para chupá-la, ela para, deita toda aberta e diz “vem”. Chupo muito aquela bocetinha linda e lisinha, ela rebola na minha cara e vai se animando (na “entrevista” prévia havia dito que não gostava de ser chupada), dou algumas chupadas e lambidas no cuzinho, mas quem conduzia tudo era ela, eu estava totalmente entregue, segurava minha cabeça contra a buceta dela, passava o dedo e enfiava na minha boca, fico completamente maluco só de lembrar.
De repente empurra minha cara e fala de uma forma séria que não havia mostrado ainda: “vem me comer!”. Senta na cama e abaixa para tirar o salto, é quando vejo mais uma perfeição nessa mulher, e solto a seguinte frase “que pezinhos lindos!!!” - Sim, gosto de pés, não chego a ser um fetichista, mas um pé bonito e bem cuidado chama a minha atenção.
Novamente a menina solta um risinho peculiar e pergunta se gosto de pés, respondo afirmativamente, ela deita novamente e, rindo, coloca os dois pés no meu peito. Puta que pariu, até esqueço que a menina estava andando pra cima e pra baixo naquele local imundo, e começo a chupar aqueles dedos, lamber as solinhas, ela se aproxima do meu pau e manda meter, meto naquela buceta gostosa e continuo chupando aqueles pezinhos.
Me aproximo dela, no papai e mamãe e peço, com cara de criança pidona, “deixa eu te beijar, por favor!”; é quando essa filha da puta (no mais delicioso sentido) coloca a linguinha um pouco pra fora, morde o piercing que tinha na língua e faz um não com os dedos.
Insisto e ela deixa, mas diz que só um pouquinho, beijo e meto, estava em êxtase, ela me empurra para parar de beijar e fica rindo.
De repente aquela batida na porta, que desespero! Aquilo não podia acabar ali, ela grita para a pessoa do lado de fora que está tudo bem e que já vai.
Então me pergunta: “quer ficar mais? Paga só 20 reais e vamos terminar isso aqui”, eu falei: ÓBVIO! (se essa mulher falasse que seria mais 200, do jeito que eu estava, toparia na hora. 20 reais? Porra, lógico!)
Seguimos naquela posição, até esqueci que existiam outras. Ficamos ali, eu metendo e insistindo nos beijos, ela dando leves gemidos e dizendo que não podia, pois era o combinado com o marido. Enquanto metia tentava um jeito de conseguir manter um contato com aquela menina, pedia número de telefone para marcar atendimentos externos, ela respondia que havia me achado lindo e que eu transava muito bem, mas que não podia passar o contato, sob o argumento do combinado com o marido.
Mais uns 10, 15 minutos, não aguentei e, de joelhos, com o dedão do pezinho lindo dela na minha boca, gozo deliciosamente na borracha. Quase caio em cima da menina. Mais uma vez, com cara de quem gosta de provocar, ela se levanta, me dá um selinho e diz no meu ouvido “foi uma delícia, né?”. Tira a capa, limpa meu pau e pede para eu esperar e sai.
Volta rapidinho, só de calcinha e chinelo, e cabelo preso. Insisto mais um pouco pelo seu whatsapp ou qualquer outro contato, ela diz que realmente não pode e me conta a sua história. Diz o que eu já sabia, que seu nome não é Marina; que tem 20 anos (recém completados em março) e que é de Barra Mansa; e está no Rio para cursar enfermagem. Afirma que é a sua segunda noite ali, que foi levada por uma amiga que é da cidade dela e atende ali também, e, como adora sexo e precisa de dinheiro, juntou o útil ao agradável.
Pediu para que eu desse os 20 reais (os 70 já haviam sido pagos antecipadamente), que ela mesma acertaria lá embaixo, dei os únicos 50 reais que tinha na carteira (certo de que ela merecia muito mais); ela coloca a blusa e o short e descemos juntos, me dá um abraço apertado, diz que amou me conhecer e que espera que a gente se esbarre de novo.
Saio dali completamente realizado e apaixonado, certo de que na primeira oportunidade voltarei para procurá-la.
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