|
06 de Março de 2026 às 13:03
GABI PRADO - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=21112
Depois de muito tempo explorando esses prazeres de forma discreta, decidi trazer o primeiro relato de um encontro que tive com a Gabi.
Eu costumo marcar com um pouco de antecedência, um dia, dois, às vezes três. Raramente mais do que isso. Com ela aconteceu exatamente assim: mandei mensagem na quinta e agendei para a segunda. Quatro dias inteiros em que a expectativa foi se instalando devagar, sem alarde, como uma corrente subterrânea que não faz barulho, mas que você sente o tempo todo correndo por baixo da pele.
Chegou a segunda. Fui para o trabalho de manhã, confirmei o horário do almoço, mas ela teve um imprevisto e pediu para adiar meia hora. Não foi nada que me abalasse. Remarquei uma coisa que tinha ali perto e garanti o encontro que já ocupava cada canto da minha cabeça.
Saí no horário ajustado, peguei o VLT, caminhei até a Senador Dantas 117 e subi o elevador depois que ela passou o número do apartamento. Só quando cheguei no andar que a memória voltou: meses antes eu já tinha estado naquele prédio, com outra garota, mas em outro apê. Toquei a campainha. A porta abriu.
Entrei e virei para o lado. Lá estava ela, o corpo inteiro dentro daquela lingerie preta, as curvas reais, o calor real. Meu pau deu um pulo imediato dentro da cueca justa, como se o corpo tivesse reconhecido antes da mente. Mesmo assim, segui até o quarto. Um gatinho laranja dormia esparramado no sofá ao lado da cama. Sentei ali para tirar a roupa e fui para a ducha.
Voltei só de toalha, deitei na cama. Ela pediu um minuto antes de voltar para o quarto. Pode ter sido menos, mas naquele intervalo curto minha imaginação já se soltou: todos os toques, todos os caminhos que eu queria percorrer no corpo dela. Quando ela apareceu, o tempo se dissolveu num beijo leve e lento. Cada roçar de lábios, cada deslize da língua dela na minha, tinha uma presença quase tátil, como se o gosto de hortelã e o calor da boca dela fossem coisas que eu pudesse guardar para sempre. Minhas mãos desceram pelas costas, apertando a bunda macia, sentindo a carne ceder de leve sob os dedos. A toalha caiu. Meu pau pulsava nas mãos dela enquanto eu levava os peitos à boca, lambendo devagar os bicos, sentindo o tesão dela se espalhar como uma onda que voltava para mim.
Ela ficou de joelhos. Antes que eu pudesse acompanhar com os olhos, senti o calor úmido da boca envolvendo minha rola. O prazer subiu quente, espalhando-se pelo corpo inteiro como uma corrente que começa na base da espinha e vai se abrindo. Ela chupava com vontade, deixando tudo molhado, escorregadio, num ritmo que era ao mesmo tempo firme e generoso. Tive que respirar fundo, me segurar para não gozar logo. Se acontecesse ali, seria na boca dela — e eu aceitaria aquilo como um fim perfeito.
Depois daquela sensação que quase me derrubou, resolvi devolver. Deitamos. Ela tirou a calcinha devagar, abriu as pernas. A buceta era linda, já molhada, lábios cheios convidando. Comecei pelas coxas, beijando a pele macia, subindo devagar, sentindo a textura suave, o calor que aumentava a cada centímetro. Tudo delicado — ela é sensível, e eu percebia isso em cada tremor sutil. Beijo fechado primeiro, depois língua plana lambendo de baixo para cima, provando o gosto doce do tesão dela. Toquei o clitóris com a ponta da língua, circulando devagar, suave. Ela arqueou as costas de leve, começou a gemer baixinho, e os gemidos foram se alongando, ganhando corpo, intensidade, no mesmo compasso do meu cuidado. O corpo dela se contorcia sutilmente, o sabor ficava mais presente, mais molhado, e ela se entregava cada vez mais, gemendo sem parar, como se cada som fosse uma continuação do anterior.
Aquele fogo não deixava espaço para pausa. Ela pegou a camisinha, colocou em mim. Mandei ela ficar de quatro. A visão das costas tatuadas, daquela bunda grande empinada, me fez parar uns segundos, só absorvendo a imagem antes de entrar. Penetrei devagar, sentindo a xoxota quente me envolver centímetro por centímetro, apertada, molhada, viva. Foder a Gabi de quatro era como mergulhar num prazer que você deseja que se estenda indefinidamente. O tempo se reduzia às batidas dos nossos corpos, ao som molhado que ecoava baixo, ao calor que subia entre nós. Minha pica explorava cada canto daquela bucetinha quente, como se cada movimento fosse uma redescoberta.
Mesmo curtindo aquela posição, pedi para virar. Ela abriu as pernas. Voltei a meter, sentindo os peitos balançando a cada estocada, os gemidos dela crescendo, ficando mais altos, mais urgentes. Deu para sentir ela gozando, o corpo se fechando em volta de mim num gemido longo e alto. Logo depois eu não aguentei mais, aumentei o ritmo e gozei forte, perdido naquele prazer que parecia não ter fim.
Rolamos na cama, ofegantes por um instante, mas o quarto era climatizado e a gente não chegou a suar de verdade. Depois daquela entrega toda, invertemos a ordem natural das coisas: ficamos conversando, nos conhecendo melhor ali, nus, relaxados, sem pressa. O tempo tinha acabado, mas antes tomei outro banho, me vesti e me despedi daquele encontro que ficou gravado na memória como poucos ficaram.
|