BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
O trabalho se arrastava naquela tarde de sexta, mas desde a manhã uma inquietação já murmurava que algo poderia acontecer. Eu resistia, cético, repetindo para mim mesmo que seria só mais um dia igual aos outros. Ainda assim, à medida que as horas passavam e as demandas se acumulavam sem trégua, aquela ideia ganhava contorno, se expandia devagar, quase contra a minha vontade, enquanto a noite de sexta se formava lá fora como uma tentação silenciosa.
Saí do escritório, peguei o VLT e desci a poucos metros do caminho de casa. No último instante cedi. Decidi dar uma chance àquela vontade inocente e maliciosa — o desejo de sentir o prazer e ouvir o calor latejando nos ouvidos. Sabia que era improvável. Mesmo assim, me permiti tentar.
Brenda respondeu quase imediatamente, clara, doce e solícita. Fez aquela aposta improvável virar realidade. Fazia tempo que o desejo por ela crescia dentro de mim.
Cheguei ao edifício central no meio da pressa das pessoas voltando para casa. Fui rápido, subi direto, saí do elevador, virei à direita e caminhei até a porta que anunciava spa e massagem. Toquei a campainha. Esperei.
A porta se abriu. Entrei e lá estava ela. Corpo delicioso, rosto delicado, exatamente a mulher que eu tanto havia desejado. Brenda não precisava de artifícios. Era linda de um jeito que tornava tudo mais real.
Guiado até o quarto, o vestido azul colado marcava suas curvas e incendiava minha imaginação antes da hora. O ambiente tinha uma cama baixa, grande e bonita, com luzes baixas e escuras. Ali tudo iria acontecer.
Ela perguntou se eu aceitaria uma massagem. Por um instante achei que iríamos direto ao sexo, mas aceitei. Tomei uma ducha rápida, voltei nu e deitei de bruços.
Seus toques começaram suaves. As mãos mansas desfaziam os nós da fadiga. Logo não eram só as mãos. O corpo inteiro dela deslizava sobre o meu, seios roçando minha pele, barriga macia, buceta quente pressionando contra minhas coxas. O relaxamento se transformava em outra coisa. Algo mais urgente. Algo que eu queria intensamente.
Virei-me. Ali estava ela, nua. O olhar mudou. Seus lábios desceram e envolveram meu pau com um calor úmido e guloso. Ela chupava com apetite, molhando tudo. Eu a puxei, formamos um 69. Enterrei o rosto entre suas pernas, saboreando aquela buceta, aquele piercing, sentindo o gosto e os tremores dela enquanto ela me mamava com fome.
Não havia mais espaço para espera. Coloquei-a de quatro. Penetrei devagar em sua buceta melada. Brenda reagiu com uma fome quase selvagem, rebolando de forma tão natural e intensa que logo eu metia mais forte, segurando firme sua cintura fina.
Virei-a de frente. Com as pernas abertas, deitei meu corpo sobre o dela e me aprofundei. Metia cada vez mais fundo, nossos corpos colados, suados. Beijos urgentes. Gemidos. Tirei o pau por um instante, desci a boca e chupei seu clitóris com força até os gemidos dela romperem o quarto.
Voltei para dentro. O ritmo acelerou. O calor tomou conta de tudo. Segurei-a com força, senti o clímax subir e gozei intenso, me entregando por completo àquela mulher de corpo quente e pele sedosa.
Deitados lado a lado, nos abraçamos. Conversamos sobre nossas vidas, histórias soltas, desejos pequenos. Por alguns minutos parecia possível ficar ali para sempre. Depois a realidade voltou. Paguei, dei um último beijo e me despedi de Brenda carregando uma melancolia leve, quase doce, misturada à satisfação profunda daquele momento de prazer.
Por que esses encontros deixam a gente tão leve e, ao mesmo tempo, tão consciente do peso que volta logo em seguida?