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RELATOS DO CAVALEIRO DA LUA

PÉROLA NEGRA - Av. do Pepê, 400 – Posto 1 , Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 3556-8698
LORENA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$550.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

18 de Setembro de 2023 às 21:09



Boa noite, meus confrades noturnos. O que narro se passou no último sábado.

Após um período combatendo o mal em outros estados, conhecendo diversas vilãs por este país, eis que retorno à nossa cidade caótica, decadente e com seus aspectos de Gotham City.

Ainda que, pelo meu dever de Guardião da Noite e pelos meus hábitos pessoais - ou talvez, maldições - eu seja um sujeito noturno, isso não significa que eu seja um sujeito da noite. Não, pelo contrário, é raro me encontrar em confraternizações, redutos boêmios ou coisas do tipo. Eu prefiro o anonimato e meu esconderijo seguro.

Pois bem. Apesar disso, em algumas definidas ocasiões eu deixo as sombras e, com sorte, posso ser avistado em alguns locais se você souber onde procurar. No sábado, combinei com alguns amigos de ir a uma festa na Zona Sul do Rio. Mas, como sempre, os ambientes cheios de pessoas costumam me incomodar, por volta das três da madrugada meu senso falou mais alto e eu precisei desaparecer na vastidão da noite. Pensei em ainda passar em algum lugar mais calmo pra tomar uma cerveja e conversar um pouco, então escolhi o destino: Pérola Negra.

Como eu já fui de frequentar assiduamente o recinto, possuo boa relação com quase todos os funcionários, desde o guardador de carros, às recepcionistas e ao gerente da casa. Pelo adiantar da noite, fiz breve contato com o gerente, que me informou que o funcionamento seria até as cinco. Sinal verde.

A noite era de Lua Nova.

Após breve vôo noturno, pousei sob forte maresia na orla. Cumprimentei meus conhecidos, e encontrei o gerente, que me informou que Lorena estava lá.

Breve disclaimer: Lorena já é minha velha conhecida. Houve um tempo, mais especificamente meados do ano passado, em que eu aparecia quase toda semana no Pérola. Num desses dias conheci Lorena, foi inclusive no mesmo dia que postei meu último relato no Pérola, no qual eu prometi relatar sobre um inevitável encontro com ela. Mais de ano se passou, e foram diversos desses encontros. Fodas indescritíveis, cheias de tesão, suor, gozo e pegada, e todas as características dessas transas que ficam na nossa memória possuem. Diversas vezes ia no Pérola com vontade de conhecer novas meninas mas acabava com ela porque a química era muito boa, dessas de ter que tomar cuidado pra não acabar chamando a menina pelo seu nome de civil no ambiente de trabalho dela. Mas depois de um tempo, a perdi de vista, mesmo possuindo seu contato. Eu também, é verdade, passei a frequentar menos as casas. Por circunstâncias que aqui não importam não relatei tais experiências, mas agora trago o exposição do último - e melhor - encontro realizado com Lorena.

Adentrei o salão e me dirigi ao bar, enquanto o gerente, muito solícito, foi procurar Lorena para mim. Mal pego minha dose de whisky e já sou abordado por uma loira, a qual eu gentilmente recusei a aproximação e fui para a área externa. Sinceramente não posso dizer aqui se o salão estava bom porque eu não fiquei nem cinco minutos lá dentro, queria um ambiente mais calmo. Mas pelo horário eu achei que estava bem movimentado ainda, várias meninas. Mandei mensagem pra Lorena dizendo que estava lá fora e logo ela responde sinalizando ok e aparece diante de mim.

Lorena, como já descrito em outra oportunidade, é uma morena novinha de vinte e poucos anos, estatura média pra alta, de cabelos lisos, bonitas tatuagens e um piercinzinho no nariz, e óculos, além de sempre muito cheirosa. Chama atenção em qualquer ambiente que esteja. Conversamos como ex-ficantes que não se viam há meses, bebemos alguns drinks, roubei beijos dela, e quando já era quase cinco, tivemos que subir pois se não íamos acabar ficando só na conversa... e nenhum de nós dois queria isso, né Sacárstico

Já no quarto, depois de tirar meu traje e tomar meu banho, Lorena também toma seu banho, e vem pra cama. Não me contive e parti pra cima, nos beijamos intensamente, enquanto deslizava minha mão pelo teu corpo que é irretocável, enquanto dizia a ela que senti saudade de momentos como aquele e a mesma concordou.

Comecei a beijar todo o seu corpo, fui descendo até chegar nos seus seios, que são naturais e também perfeitos, médios pra grandes. Passei um bom tempo mamando ali, enquanto continuava a acariciar seu corpo. Continuei meu caminho, descendo e beijando seu corpo, sua barriguinha, seu piercing no umbigo, sua virilha e suas coxas, até chegar na sua buceta. Que buceta Lorena tem, meus confrades. Perfeitinha, lisinha, cheirosinha e a cereja do bolo: um piercinzinho também, que eu adoro. Que saudade daquele piercinzinho.

Não sei se já confidenciei isso aqui, mas um dos momentos que eu mais aprecio no sexo é quando eu realizo oral nas meninas, se não for meu preferido. Ali, me empenhei, comecei a lamber seu grelo pequenininho, enquanto Lorena ficava com a mão na minha cabeça, alternando entre carícias e puxadinhas de cabelo enquanto se contorcia, suspirava e gemia: "Caralho, isso, isso... Não para... que delícia." Mais alguns minutos entre suas pernas e ela se tremeu mais forte, começou a sorrir e me puxou pra me beijar, pois estava sensível após gozar.

Nisso ela vem retribuir, e começa um oral de quem tem experiência. Bem babado, a pressão não é tão forte mas é ideal junto com aquela carinha de safada que ela faz no ato. Já não estava aguentando mais, a puxei, coloquei a camisinha e começamos no PPMM, com direito a muitos beijos e gemidas e ela com os braços cruzados nas minhas costas, me abraçando. Estávamos juntos, sentindo nossos corpos trocarem calor como outrora tanto aconteceu. Era como se estivéssemos magnetizados pelo tempo que passamos longe.

Após um tempo assim, quis ver aquele corpo perfeito de quatro, pedi a ela e ela concordou. Que visão, cara. Como das outras vezes, meu pau encaixou fácil e perfeitamente na sua buceta, e comecei a estocar de leve, enquanto admirava suas tatuagens e sua marquinha de biquíni. Fui aumentando o ritmo, segurei uma mão dela e minha outra mão ela guiou até um de seus seios, o qual eu apertava e acariciava enquanto ia aumentando o ritmo. Lorena gemia e eu estava explodindo de tesão, até que deixei fluir e gozei assim mesmo. Caímos na cama e concordamos que foi o melhor sexo que já fizemos.

Fui tomar uma ducha, Lorena foi também. Depois disso, voltamos pra cama e ficamos conversando mais um pouco, nos beijando e fazendo carinho um no outro. Eram quase seis, e, pelo adiantar da hora e pelo fato de Lorena ter me contado que havia chegado cedo naquele dia, apesar de não ter trabalhado tanto durante a noite, nem esperei o tempo acabar e liberei a menina para que ela pudesse ir logo pra casa descansar. Devia faltar poucos minutos para terminar o tempo, mas eu já estava satisfeito. Foi bom reencontrar uma pessoa que sabe te satisfazer e você possui intimidade. Nos arrumamos, descemos juntos, mais beijos de uma despedida que queríamos postergar o máximo de tempo.

Lorena me disse pra eu não sumir. Eu respondi afirmando que sumir é da minha essência mas que nos encontraríamos mais vezes.

Aproveitando os últimos resquícios da noite, esgueirei-me entre as poucas sombras que ainda persistiam e fui embora, com uma fagulha antiga reacendida no peito.



Obs. 1: o valor mencionado se refere a uma das suítes superiores da casa, o quarto simples possui valor menor.
Obs. 2: o relato descrito se refere à minha experiência, sem ter como garantir que o mesmo se repita com outras pessoas em circunstâncias diferentes.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
Oscar, The Shy, Digboy, Ikki RJ, Brand, Michael Corleone, Madruguinha, The Witcher, Player69, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
BIANCA LARA - Rio de Janeiro - RJ - (11) 95274-7565
BIANCA LARA
POSITIVO
TEMPO: 90 MINUTOS VALOR: R$1000.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
NãO SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO R$0.00 TALVEZ

13 de Abril de 2023 às 01:04


BIANCA LARA - https://barravipsrio.com/acompanhantes-rio-de-janeiro-bianca-lara

Boa noite, confrades noturnos.

TD ocorrido em 08.04.

Depois de um significativo hiato e depois de uma breve passagem em São Paulo – o mau teve que ser combatido na capital paulista, pois não está restrito ao Rio de Janeiro, por mais que pareça – (mas também, claro que tive que conferir a cena noturna lá e realizar uns TD’s), apareço de volta à esta cidade, retorno sorrateiramente aos seus becos escuros e telhados carcomidos, escalo novamente estruturas enferrujadas pela maresia carioca e observo o movimento mal iluminado pelos postes tortos e a luz da Lua.

Sim, se ouvirem por aí que me avistaram, não é boato. Eu voltei.

Como eu disse em outros relatos, eu sou muito organizado e metódico, então programo meus encontros minuciosamente.

Desde quando eu estava em São Paulo eu via o anúncio da referida moça no famigerado Barra Vip’s, mas nunca tinha entrado em contato para saber maiores detalhes (eu apenas entro em contato com as meninas se tenho realmente disponibilidade e intenção de encontrá-las. Não gosto que desperdicem meu tempo então aplico essa mentalidade com os outros).

Eis que numa noite, em São Paulo, já embriagado e no meu esconderijo, pego o anúncio e entro em contato. O encontro não rolou em terras paulistas, mas Bianca disse que viria ao Rio dali a uma semana e eu disse que então a veria em breve.

- “Onde?”
- “No Rio.”

Menos de uma semana depois, meu telefone notifica uma mensagem dela, dizendo que estaria chegando no Rio naquela noite. Conversamos um pouco, e, após ela dizer que “faz tudo, menos anal”, marcamos pro sábado seguinte.

A menina possuía local para atendimento, num apart-hotel na Barra da Tijuca. A princípio a encontraria lá, mas como não achei nenhum relato dela em lugar nenhum, e dado que eu sou um personagem noturno que já viu muita coisa, me senti mais seguro em encontrá-la num motel, e um pouco antes do nosso encontro, perguntei se nosso encontro poderia se dar no Dunas, ela respondeu prontamente dizendo que não teria problema.

Era Lua Cheia. Um presságio.

Me dirigi planando pelo céu negro ao local, mas não antes de parar num mercado e pegar um vinho pra gente (me inspirei no confrade Dionizio). Logo que cheguei no hotel e peguei meu quarto, aviso a ela o número da suíte, retiro meu traje e em poucos minutos ela chega.
Quando ela bate à porta e entra no quarto, meus amigos, preciso dizer que pensei: hoje eu tirei a sorte grande. Bianca chegou com um conjuntinho de calça e top de tactel, mas eu só consegui reparar na sua cinturinha que parece que foi modelada à mão pelo próprio Deus, que tinha de bônus um piercinzinho no umbigo. Os traços do rosto de Bianca eram sutis e ainda assim bem marcados, de fazer inveja à qualquer Cleópatra. Bianca é dessas novinhas tipo as que tu vê na balada um dia e a garota fica na tua mente a semana toda.

Eu então servi duas taças e perguntei se ela me acompanharia, a menina disse que não costuma beber em atendimentos mas que beberia comigo. Ficamos conversando na cama, pois eu não tinha pressa e afinal de contas tinha tempo.

Foi quando o clima começou a esquentar, e Bianca disse:
- “vou tirar essa roupa aqui pra ficar mais confortável.”

Eu estava atônito com o que estava diante dos meus olhos, e não consegui fazer mais nada além de ficar observando ela ficar só de lingerie na minha frente, com aquele corpo escultural que parecia o próprio templo de guarda da múmia de Tutancâmon. Seus seios pequenos e naturais me hipnotizaram de um jeito que eu pensei que não conseguiria me mover mais.

Foi quando Bianca me sugeriu uma massagem, mas eu disse que eu que faria nela. Tentei dar o meu melhor apesar de não praticar muito, e parece que fui aprovado por ela que disse que eu tenho “mãos fortes” e que estava bom.

Depois disso eu só pensava em chupar aquela bucetinha linda, rosinha e depilada. Fiquei ali por um bom tempo, só ouvindo os gemidos de prazer da menina e vendo ela ficar molhadinha, quando ela pediu pra virar o jogo e me jogou na cama. Bianca disse:
- “Você é bom nisso, não é comum achar alguém assim.”

Caro leitor, sabemos que as palavras que saem da boca das meninas costumam ser a maior balela para massagear nosso ego e nos fazer pensar que somos fodas e diferentes pra elas. Mas como eu já ouvi esse elogio por muitas vezes, decidi aceitar o comentário, bem como aceitar que ela viesse me fazer um boquete na medida.

Eu não tenho vergonha em dizer que, a visão que eu tinha, somando-se com o boquete que eu recebia não me fez aguentar por muito tempo. Apesar de um pouco tímida, ela soube fazer muito bem, e eu tive que logo pedir para ela parar se não ia gozar tudo ali na boca dela. Por um momento pensei em deixar rolar, mas a vontade de estar dentro dela era maior.

Ela põe a camisinha em mim e começa a cavalgar, numa visão que eu nem sabia que era possível ter. Deixei ela se admirar no espelho enquanto fazia poses e caras, mexia no cabelo e colocava a língua pra fora. Seus seios cabiam perfeitamente nas minhas mãos e a primeira acabou por ali mesmo. Gozei com ela sentando em mim e tentei me recuperar do transe.

Ambos tomamos banho e logo já estávamos na cama de novo trocando carícias. Comecei a chupá-la de novo (nesse ponto acho que já ficou claro que eu gosto muito) repetindo o mesmo roteiro de antes, cada vez ela ficando mais molhada e gemendo mais.

Coloquei novamente a camisinha e comecei a meter nela num papai e mamãe, pra admirar o seu corpo, que agora estava mais quente que o normal por causa do banho. Estava ardendo. Continuei com as estocadas quando ela pediu pra eu meter nela de quatro. Caros confrades, quando eu imaginava que minha visão não podia ser melhor, eu tive um vislumbre do paraíso.

Meu pau encaixou perfeitamente na sua bucetinha quente, e eu apertava sua cinturinha enquanto observava seu cuzinho piscando. A tatuagem super delicada de um mini coração que Bianca tem no cóccix só melhorou toda a experiência.

Nesse momento decidi que era a hora, desisti de tentar segurar e gozei tudo o que eu tinha com ela ali de quatro.

Caí na cama e nessa hora a playlist começou a tocar Wicked Games – The Weeknd*

Tomamos outro banho, vesti meu traje e pegamos um Uber. Deixei Bianca num shopping ali perto, ela me chamou para um jantar numa próxima vez, e segui viagem pra Zona Sul pois a noite ainda me guardava momentos ímpares.

Eu sou da noite, e a noite é minha aliada. A lua é meu guia.

*Let me see that ass, look at all this cash
(Deixe-me ver essa bunda, olhe para toda essa grana)
And I've emptied out my cards too
(E eu estourei meus cartões também)
Now I'm fucking leaning on that
(Agora eu tô me jogando nessa porra)
Bring your love, baby, I can bring my shame
(Traga seu amor, querida, eu posso trazer minha vergonha)
Bring the drugs, baby, I can bring my pain
(Traga as drogas, querida, eu posso trazer minha dor)
I got my heart right here
(Eu tenho meu coração bem aqui)
I got my scars right here
(Eu tenho minhas cicatrizes bem aqui)


Observação 1 – Bianca fica entre RJ e SP, então não sei dizer por onde anda.
Observação 2 – Bianca disse que mora fora do país e em breve irá embora para seu país de moradia, na Europa.
Observação 3 – Apesar de dizer que faz tudo, Bianca apenas me beijou timidamente, pois disse que possui um relacionamento onde mora. Não foi um problema pra mim, mas já dá pra ver que ela tem certa restrição.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Eddie Adams, Ikki RJ, Seu Brandão, Dionizio_RJ, Digboy, Tronche63, Bruce Wayne, lukapeta, Papai Noel, Oscar, The Shy, Mordekaiser, curtiram esse TD.
JUH INK - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97153-0951
JUH INK
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

31 de Março de 2022 às 17:03



SOMETHING IN THE WAY

Boa noite, confrades noturnos.

O que passo a relatar aqui é um encontro ocorrido na sexta-feira última (25 de março). E posso dizer que se tratou realmente de um ‘‘encontro’’ no sentido mais profundo da palavra. Algumas definições menos triviais extraídas do dicionário de língua portuguesa:

‘‘Junção de pessoas ou coisas que se movem em vários sentidos ou se dirigem para o mesmo ponto.’’
‘‘Ação ou efeito de descobrir algo.’’
‘‘Confluência de dois ou mais cursos d’água.’’
‘‘Fato de duas coisas se unirem.’’


Pois bem. Passando por entre os becos escuros e imundos dessa cidade, observando a delinquência e sempre atento aos relatos dos confrades, encontro o perfil da Juh. Preciso nem dizer que, devido aos meus gostos mais alternativos, ela já me chamou atenção de cara. Sim, sou um indivíduo que possui gostos que podem ser considerados anacrônicos, porém são claros e bem definidos. Sempre gostei de mulheres com tatuagem, apesar de não possuir nenhuma.

Algumas semanas após, resolvi mandar mensagem, fui prontamente respondido, acertamos nosso encontro para dali a dois dias e pelo teor da conversa já ficou bem claro que seria mais do que um simples episódio corriqueiro. Já por mensagem a Juh se demonstra bem simpática, objetiva e adorável. Conversamos sobre alguns gostos pessoais e revelou-se o encontro de algumas preferências, o que já me deixou animado para conhecê-la pessoalmente.

Na data, a Lua estava de Cheia para Minguante.

Vesti meu uniforme propício para a situação e fui em direção ao famigerado endereço (AA37). Pousei com certa antecedência, pois gosto de me programar bem e sou friamente organizado. Sob olhares desconfiados e curiosos despertados por um mascarado com traje lunar, sentei-me numa mesa aos fundos do Amarelinho. Após algumas cervejas, doses de Salinas e conversas amistosas com garçons, fiz contato com a Juh, e a mesma me autorizou a subir antecipadamente. Escalei o castelo levando cervejas para nós.

No corredor, ao me aproximar do número informado, escuto pelo lado de fora que estava tocando Alice in Chains. Fico feliz. Sabia que nossos gostos musicais eram parecidos, mas ela estar ouvindo uma das minhas bandas preferidas no momento que cheguei me deixou incrédulo. Yes Pra mim música é algo realmente importante, e quando os gostos se convergem, inevitavelmente há química.

Bato a porta e sou recebido com um sorriso e um comentário bem-humorado sobre um assunto que conversávamos antes. Já começamos a nos beijar ali mesmo e a Juh tem um beijo apaixonante, ela se entrega completamente, é de arrepiar.

Fazia calor. Sentamos na cama, tomamos uma cerveja e conversamos, vimos que temos bastante em comum e o assunto fluiu muito bem. Novamente começamos a nos beijar, eu me despi do meu traje e Juh de sua lingerie preta.

A deitei na cama e comecei a beijar seu corpo, fui do seu pescoço até seus seios - naturais (que eu tanto prezo, ainda mais com um piercing). Me diverti um pouco chupando aquele piercinzinho e continuei descendo, admirando, beijando e acariciando seu corpo de proporções perfeitas, com a pele macia e cheirosa, branquinha, mas majoritariamente desenhado, como uma obra de arte em produção.

Comecei um oral com vontade, pois nesse ponto a menina já tinha me ganhado. Juh falava coisas que davam a entender que eu estava cumprindo bem a missão, quando finalmente ela se contorceu, apertou minha cabeça com suas coxas e emitiu um gemido, gozando.

Ato contínuo, ela me deixou deitado e começou um boquete sem defeitos. Juh sabia o que estava fazendo. Engolia tudo, garganta profunda, incluía as bolas no ato. Perfeito.

A puxei pra mim e só pude dizer uma coisa:

- ‘‘Vem.’’

Juh fez sinal de positivo, colocou a camisinha e veio por cima. Nesse momento, na playlist, começaram os primeiros acordes de ‘‘Something in the Way’’, do Nirvana, contemporaneamente/tardiamente popularizada pelo filme do Batman. Ali, tudo fez sentido. Os astros se alinharam e a coisa ficou intensa. Ela sentava com vontade e me beijava freneticamente.

Depois eu pedi pra que ela se deitasse, partimos pro PPMM, continuei metendo nela com um bom ritmo, beijando seu pescoço e sentindo seu calor. Estava em transe, ela dizia o quanto estava bom, e a situação evoluía.

Por fim, pedi pra que ela ficasse de 4, não tinha como não ter essa experiência. Enquanto estocava com força, continuei admirando seu corpo, mais especificamente as tatuagens que ela possui na bunda. Eu apertava com força a sua bunda e sua cintura, passava a mão pelas suas costas.

Num certo momento, sentamos um de frente pro outro, nos abraçamos. Estava realmente quente. Estávamos suados, compartilhávamos tudo nesse exato momento, com nossos corpos colados um no outro.

Fui tomar uma ducha, continuamos a conversar ao som de Black Rain do Soundgarden (contribuição minha pra playlist) e bebemos outra cerveja. Continuamos a nos beijar, perdemos um pouco a noção do tempo e eu que me dei conta, tive que me apressar pois passava da hora e ela possuía outros compromissos. Ela disse que não dava vontade de me deixar ir, mas... eu tinha que ganhar a noite.

A Juh é realmente uma pessoa acolhedora e te faz se sentir à vontade o tempo todo. Muito divertida. Não mexeu no celular, não regulou posição, horário, nada. É companhia agradabilíssima. Fiquei de vê-la em breve.

Caros amigos, tomem essa pra vida: as oposições dão os melhores resultados. Juh é o caos, eu sou a ordem. Juh é o preto, eu sou o branco. Dessa mistura não se deu o xadrez nem o listrado. Não foi ying-yang com fronteiras bem definidas entre um lado e outro. Se deu o cinza, nos misturamos. E foi bom demais.

E com certeza tem mais alguma coisa no caminho.

__________________________________________________________________________

Underneath the bridge
Tarp has sprung a leak
And the animals I've trapped
Have all become my pets

Something in the way, hmm
Something in the way, yeah, hmm




ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
O Professor, Wolfgang, Sueco, Dionizio_RJ, Brand, Oscar, The Shy, Bart, Não é o Antony, Michael Corleone, Eddie Adams, Hairy, PrefeitoComeCu, Veronica Carbone, curtiram esse TD.
PÉROLA NEGRA - Av. do Pepê, 400 – Posto 1 , Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 3556-8698
IVY
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$400.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - COM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 TALVEZ

17 de Março de 2022 às 09:03



Saudações, confrades noturnos.

Esse relato segue a categoria ''atrasado não é sonegado''. Pois bem:

Na sexta-feira pré carnaval (25/02) vesti meu traje branco e fui beber com um parceiro na Olega. Tava o fervo, todos ansiando por aquela liberdade mundana após um ano sem a famosa festa carnavalesca. Após algumas gracinhas com algumas vilãs, consegui o instagram da atendente do bar depois de umas piscadas de olho, mas eu queria mais.

Eu, figura noturna, senti um abrupto desejo naquela atmosfera. A noite era de Lua minguante, mas o Perigeu seria no dia seguinte. A órbita da Lua não é exatamente circular, mas sim elíptica, e a Terra, consequentemente, não está exatamente no centro dessa elipse. Com isso, ao girar ao redor da Terra, a Lua fica ora mais próxima, ora mais afastada em relação ao nosso Planeta. Portanto, quando a Lua se encontra no ponto da órbita mais próximo em relação à Terra, nosso satélite está no Perigeu.

Não haveria como negar meus instintos. Não nessas circunstâncias.

Lá pelas uma da manhã me lembro do Pérola Negra, casa que eu costumava frequentar em meados da década passada. O Pérola era o irmão desafortunado do Paris Café, num estilo mais trash em que as meninas passavam na média por pouco. Já cheguei a ir num ''evento'' lá com transmissão de futebol e rolando um churrascão. Zoado.

Pelo fato de termos vivenciado uma pandemia, nem sabia se a casa ainda estava em funcionamento. Como estava perto, resolvi checar e me dirigi ao local pulando entre os prédios com auxílio da minha capa. A maresia que exalava no Pepê e as mangueiras de luzes coloridas envoltas nas palmeiras em frente ao endereço me deram uma nostalgia dos meus tempos áureos de juventude.

A casa não só estava em funcionamento como estava bombando. Salão lotado de mulheres com um nível bem bom. Eu estava cético, pois como disse, as meninas lá costumavam ser piores que as do Paris. Como eu estive no Paris há pouco tempo e o plantel não me agradou muito, achei que no Pérola as coisas estariam piores. Mas devo dizer que me enganei, por sorte.

Fui direto ao bar pegar a minha sempre companheira dose de whisky safado e comecei a fumar. O Pérola me agrada, pois, diferentemente do Paris, as meninas não vêm te perturbar, o que torna o ambiente mais agradável e me deixa mais à vontade. Havia até uma banda pronta pra se apresentar ao vivo. Puxei papo com o baterista e pedi pra dar uma gastada, e após algumas combinadas de música com o resto da banda, lá estava eu tocando bateria numa termas com pessoas que eu nunca tinha visto antes. Coisas da vida, coisas da noite...

Depois de duas músicas devolvi as baquetas pro baterista titular e fui cumprir minha missão. Num cantinho, eu encontrei quietinha aquela que é simplesmente a GP mais linda que vi em toda a minha vida. Moreninha, cabelo liso, óculos, piercinzinho no nariz. Alta, magrinha, seios médios naturais e bunda na proporção perfeita. Daquelas que é foda não se apaixonar. Puxei conversa, fluiu bem, mas eu soube que não era o dia. Essa merecia uma noite toda só pra ela, e não 1h num colchão fudido de termas. Peguei contato. Aguardem relatos.

De volta à pista, agora com uma Beck's que me custou dezoito reais, vejo uma baixinha sorrindo. A chamo com o olhar e a mesma vem em minha direção. Bem baixinha, uma garotinha, seios pequenos naturais, bunda grande. Moreninha, cabelos lisos na altura do ombro, aparelho no dente e piercing na língua. Se apresentou como Ivy (não sei se a grafia correta é essa) e pelo seu sotaque apaixonante percebi que não era do Rio. Disse que era do interior de São Paulo e tinha chegado há poucos dias na cidade maravilhosa. Após uma conversa leve, beijei ela na pista mesmo e a chamei pra subir.

Chegando no quarto, nos beijamos freneticamente como dois namorados tomados pelo desejo, eu retiro meu traje e ela seu top e seu short jeans. Perguntei se ela tinha gostado dos cariocas, ela me disse que ainda não tinha feito programa direito. Só com um gringo e velho que nem ficou duro. Então eu disse:

- ''eu que vou te apresentar o jeito carioca então?''

Depois dela rir dessa baboseira e dizer que ''sim'', caímos na cama aos beijos, e eu já vou viajando pelo seu corpinho. Começo o oral e passo um bom tempo ali. Ivy goza depois de um tempo e voltamos a nos beijar.

PPMM clássico, eu ia me ajeitando ao seu corpo e tudo encaixava bem. Depois de um tempo, pedi pra ela ficar D4, ela fez. Eu ia metendo e batendo e apertando aquela bunda redondinha, e Ivy gostava. Pedi pra ela vir por cima, e enquanto eu metia nela, Ivy me beijava e dizia coisas no meu ouvido com sotaque propositalmente pra me excitar.

Depois pedi pra ela me chupar, ela fez um bom oral, mas com capa. Disse ser ''regras da casa''. Ok, nem tudo é perfeito... Enquanto ela me chupava, eu dedilhava aquela bucetinha lisinha. Pedi pra ela vir por cima, dessa vez ela fez o ''reverse cowgirl'' puxando a bunda pra sentir tudo entrar até o talo. Depois ela se virou pra mim de novo, eu aumentei o ritmo enquanto ela me apertava com as unhas e dizia:

- ''você é maravilhoso, você é incrível'' Dancinha Risada

E assim, como num alinhamento dos astros e das Luas, gozamos juntos no momento em que o telefone tocou. Ivy ainda ficou um tempinho a mais comigo no quarto, e fomos tomar banho conversando sobre qualquer coisa.

Acho que apresentei bem o Rio de Janeiro pra ela Sacárstico

Vesti meu traje e fui ganhar a rua. Na saída encontrei com uma GP loira extremamente gostosa que havia conversado lá dentro também, saindo do expediente, e por acaso estava indo pro meu bairro. Dei carona pra ela, que me chamou pra um after, mas os primeiros raios de sol despontavam, o dia amanhecia e outras vilãs haviam de ser combatidas na noite seguinte. Peguei contato.

No geral, um dos melhores TDs que já fiz.

É isso, companheiros noturnos. Até a próxima



Captura de Tela 2022-03-16 a?s 09.27.56.png

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
BalabanRJ, Felipe_BR, Brand, Michael Corleone, Oscar, The Shy, Pajé, Eddie Adams, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
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