BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Após um período combatendo o mal em outros estados, conhecendo diversas vilãs por este país, eis que retorno à nossa cidade caótica, decadente e com seus aspectos de Gotham City.
Ainda que, pelo meu dever de Guardião da Noite e pelos meus hábitos pessoais - ou talvez, maldições - eu seja um sujeito noturno, isso não significa que eu seja um sujeito da noite. Não, pelo contrário, é raro me encontrar em confraternizações, redutos boêmios ou coisas do tipo. Eu prefiro o anonimato e meu esconderijo seguro.
Pois bem. Apesar disso, em algumas definidas ocasiões eu deixo as sombras e, com sorte, posso ser avistado em alguns locais se você souber onde procurar. No sábado, combinei com alguns amigos de ir a uma festa na Zona Sul do Rio. Mas, como sempre, os ambientes cheios de pessoas costumam me incomodar, por volta das três da madrugada meu senso falou mais alto e eu precisei desaparecer na vastidão da noite. Pensei em ainda passar em algum lugar mais calmo pra tomar uma cerveja e conversar um pouco, então escolhi o destino: Pérola Negra.
Como eu já fui de frequentar assiduamente o recinto, possuo boa relação com quase todos os funcionários, desde o guardador de carros, às recepcionistas e ao gerente da casa. Pelo adiantar da noite, fiz breve contato com o gerente, que me informou que o funcionamento seria até as cinco. Sinal verde.
A noite era de Lua Nova.
Após breve vôo noturno, pousei sob forte maresia na orla. Cumprimentei meus conhecidos, e encontrei o gerente, que me informou que Lorena estava lá.
Breve disclaimer: Lorena já é minha velha conhecida. Houve um tempo, mais especificamente meados do ano passado, em que eu aparecia quase toda semana no Pérola. Num desses dias conheci Lorena, foi inclusive no mesmo dia que postei meu último relato no Pérola, no qual eu prometi relatar sobre um inevitável encontro com ela. Mais de ano se passou, e foram diversos desses encontros. Fodas indescritíveis, cheias de tesão, suor, gozo e pegada, e todas as características dessas transas que ficam na nossa memória possuem. Diversas vezes ia no Pérola com vontade de conhecer novas meninas mas acabava com ela porque a química era muito boa, dessas de ter que tomar cuidado pra não acabar chamando a menina pelo seu nome de civil no ambiente de trabalho dela. Mas depois de um tempo, a perdi de vista, mesmo possuindo seu contato. Eu também, é verdade, passei a frequentar menos as casas. Por circunstâncias que aqui não importam não relatei tais experiências, mas agora trago o exposição do último - e melhor - encontro realizado com Lorena.
Adentrei o salão e me dirigi ao bar, enquanto o gerente, muito solícito, foi procurar Lorena para mim. Mal pego minha dose de whisky e já sou abordado por uma loira, a qual eu gentilmente recusei a aproximação e fui para a área externa. Sinceramente não posso dizer aqui se o salão estava bom porque eu não fiquei nem cinco minutos lá dentro, queria um ambiente mais calmo. Mas pelo horário eu achei que estava bem movimentado ainda, várias meninas. Mandei mensagem pra Lorena dizendo que estava lá fora e logo ela responde sinalizando ok e aparece diante de mim.
Lorena, como já descrito em outra oportunidade, é uma morena novinha de vinte e poucos anos, estatura média pra alta, de cabelos lisos, bonitas tatuagens e um piercinzinho no nariz, e óculos, além de sempre muito cheirosa. Chama atenção em qualquer ambiente que esteja. Conversamos como ex-ficantes que não se viam há meses, bebemos alguns drinks, roubei beijos dela, e quando já era quase cinco, tivemos que subir pois se não íamos acabar ficando só na conversa... e nenhum de nós dois queria isso, né
Já no quarto, depois de tirar meu traje e tomar meu banho, Lorena também toma seu banho, e vem pra cama. Não me contive e parti pra cima, nos beijamos intensamente, enquanto deslizava minha mão pelo teu corpo que é irretocável, enquanto dizia a ela que senti saudade de momentos como aquele e a mesma concordou.
Comecei a beijar todo o seu corpo, fui descendo até chegar nos seus seios, que são naturais e também perfeitos, médios pra grandes. Passei um bom tempo mamando ali, enquanto continuava a acariciar seu corpo. Continuei meu caminho, descendo e beijando seu corpo, sua barriguinha, seu piercing no umbigo, sua virilha e suas coxas, até chegar na sua buceta. Que buceta Lorena tem, meus confrades. Perfeitinha, lisinha, cheirosinha e a cereja do bolo: um piercinzinho também, que eu adoro. Que saudade daquele piercinzinho.
Não sei se já confidenciei isso aqui, mas um dos momentos que eu mais aprecio no sexo é quando eu realizo oral nas meninas, se não for meu preferido. Ali, me empenhei, comecei a lamber seu grelo pequenininho, enquanto Lorena ficava com a mão na minha cabeça, alternando entre carícias e puxadinhas de cabelo enquanto se contorcia, suspirava e gemia: "Caralho, isso, isso... Não para... que delícia." Mais alguns minutos entre suas pernas e ela se tremeu mais forte, começou a sorrir e me puxou pra me beijar, pois estava sensível após gozar.
Nisso ela vem retribuir, e começa um oral de quem tem experiência. Bem babado, a pressão não é tão forte mas é ideal junto com aquela carinha de safada que ela faz no ato. Já não estava aguentando mais, a puxei, coloquei a camisinha e começamos no PPMM, com direito a muitos beijos e gemidas e ela com os braços cruzados nas minhas costas, me abraçando. Estávamos juntos, sentindo nossos corpos trocarem calor como outrora tanto aconteceu. Era como se estivéssemos magnetizados pelo tempo que passamos longe.
Após um tempo assim, quis ver aquele corpo perfeito de quatro, pedi a ela e ela concordou. Que visão, cara. Como das outras vezes, meu pau encaixou fácil e perfeitamente na sua buceta, e comecei a estocar de leve, enquanto admirava suas tatuagens e sua marquinha de biquíni. Fui aumentando o ritmo, segurei uma mão dela e minha outra mão ela guiou até um de seus seios, o qual eu apertava e acariciava enquanto ia aumentando o ritmo. Lorena gemia e eu estava explodindo de tesão, até que deixei fluir e gozei assim mesmo. Caímos na cama e concordamos que foi o melhor sexo que já fizemos.
Fui tomar uma ducha, Lorena foi também. Depois disso, voltamos pra cama e ficamos conversando mais um pouco, nos beijando e fazendo carinho um no outro. Eram quase seis, e, pelo adiantar da hora e pelo fato de Lorena ter me contado que havia chegado cedo naquele dia, apesar de não ter trabalhado tanto durante a noite, nem esperei o tempo acabar e liberei a menina para que ela pudesse ir logo pra casa descansar. Devia faltar poucos minutos para terminar o tempo, mas eu já estava satisfeito. Foi bom reencontrar uma pessoa que sabe te satisfazer e você possui intimidade. Nos arrumamos, descemos juntos, mais beijos de uma despedida que queríamos postergar o máximo de tempo.
Lorena me disse pra eu não sumir. Eu respondi afirmando que sumir é da minha essência mas que nos encontraríamos mais vezes.
Aproveitando os últimos resquícios da noite, esgueirei-me entre as poucas sombras que ainda persistiam e fui embora, com uma fagulha antiga reacendida no peito.
Obs. 1: o valor mencionado se refere a uma das suítes superiores da casa, o quarto simples possui valor menor.
Obs. 2: o relato descrito se refere à minha experiência, sem ter como garantir que o mesmo se repita com outras pessoas em circunstâncias diferentes.