SP LOVE Acompanhantes encontro vip casarão azul Anitta Taylor Terapeutas acompanhantes de luxo sp Acompanhantes10 descorty Acompanhantes emprego

RELATOS DO ESCRITOR X

MAITÊ - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99253-6618
MAITE
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI SIM R$0.00 SIM

22 de Março de 2016 às 22:03



Maitê - um Sorriso encantador. A minha “Sorrisinho”.

Colocando alguns relatos em dia... Vamos falar da Maitê. Mais para frente, falarei da Mel. Da Juliana uma blogueira muito doidona e doida por sexo... E da Nandinha, nosso encontro secreto ainda não aconteceu. Mas está chegando.


Procurando breves palavras para definir e suprimir um encontro secreto com a Maitê.

Ela é graciosa. É bonita. Morena. Jambo. Mulher de bem com a vida. Adora brincar e brinca de ser mulher. Adora fazer e proporcionar loucuras. Alguns diriam que é safada. Eu penso diferente. Ela até pode ser, mas na medida certa. Sem ser escancarada ou completamente devassa. Sem forçar nada. Sem ser vulgar. Ela gosta do que todos nós deveríamos sempre gostar mais. Ela gosta do sexo bem feito. Ela adora fazer bem feito. Como também gosta muito de ser de ser mimada e ao mesmo tempo agradada.

Ela é sexy.

Ela quer chegar ao clímax com louvores de variadas formas. Ela gosta de agradar o homem em sua companhia. Ela é a mulher que faz com que o homem que a acompanha sinta prazerosamente o delírio, o sexo, o prazer... do início, do meio, ao fim.

Para quem não gosta ou não tem paciência para ler, o TD pode terminar aqui.



Maitê – E seus belos sorrisos.

Será que eu consigo falar algo diferente dos confrades acima?!

Bem, beleza é algo muito relativo.

Porque “beleza está nos olhos de a quem vê”. Ramón de Campoamor y Campoosorio – Poeta Espanhol.

O que me instigou, inicialmente, à minha experiência com a Maitê, foi o primeiro TD publicado, dias antes ao relato do confrade Rovina. Confesso que já estava decidido a ter um encontro secreto com a Maitê, antes mesmo da publicação do relato do nobre confrade. Aprecio muito os relatos do Rovina. Podem ter certeza, o Rovina dá dicas preciosas. Mas antes de todos os relatos publicados; apreciei, com muito gosto, a L.D. da menina em outro fórum. Mas a pedido da própria Maitê, essa foi retirada por estar causando certo receio ou desconforto para quem está iniciando nesse meio obscuro e prazeroso dos “encontros secretos”. Maitê é uma bela iniciante nesse mundo que não é só de prazeres.

Apreciei muito as fotos divulgadas em outro local. Mas já retiradas.

O que se via na fotos publicadas na extinta LD?

Uma mocinha de biquíni. Em outra foto; apenas usando um belo sutiã de cor rosa. Numa outra, uma minúscula lingerie preta. Em outra, uma lingerie na cor azul. Uma foto deliciosa de bumbum para o alto. Fotos plenamente deliciosas de se olhar.

Resumindo o que eu vi:

Uma mulher esbelta, porém muito vistosa. Corpo proporcional à altura.

Em relação à úbere; havia uma foto onde o ponto central predominava um belo vale com seios médios, meio que escondidos. Ao mesmo tempo, o que era possível de se ver e imaginar; parecia ser um lindo par de seios em formato de pêra, os dois ou as duas pêras dentro de um belo sutiã na cor rosa.

As pernas: Longas. Recobertas de pura morenice.

Cabelos longos, sedosos, castanhos e iluminados. Muito bem tratados. Lindíssimos.

Mas não era possível analisar nada do rosto.

Nenhuma foto mostrava o rosto de Maitê. Nenhum detalhe. Nenhum sorriso. Nada a imaginar.

Resolvi cadastrar em meu smartfone, o número divulgado para conferir o wsapp.

No perfil dela "wsapp", onde a menina trocava as fotos diariamente. E em muitas das vezes, a cada período do dia; essas fotos foram me causando diversos transtornos possessivos e obsessivos.

Essa forma de marketing pessoal foi o ponto chave que me levou a estar certo para agir de forma a concretizar que estar nos braços dessa mulher seria algo muito mais que divertido. Muito prazeroso.

Mas por que eu pensava assim?!

R - Por que as fotos me enlouqueciam a cada vez que trocadas.

Mas quero lembrar aqui mais uma vez: “A beleza está nos olhos de a quem vê”

O que, a mim, pode ser belo; de igual forma, a você, leitor, não será.

Mas o que se via nas fotos?

Uma morena “jambo”. Muito bonita de corpo e rosto. Pele bronzeada bem ao natural. Vistosa e com belas pernas levemente torneadas. Cabelos, sempre, muito bem cuidados. Lisos. Castanhos. Muitos iluminados. Pelo visto, muito sedosos também. A boca carnuda. Lábios grossos. E sempre muito Sorridente. E sempre aprontando alguma brincadeira em variados locais fechados ou abertos do Rio de Janeiro.

Acredito que seja melhor vocês entenderem as formulas com que uso para atingir os objetivos traçados e, então, alcançar os prazeres intensos com uma mulher totalmente desconhecida. Eu gosto muito de colocar apelidos nas meninas, e como sei que todas elas usam nomes artísticos. Melhor dizendo, essas “nossas” mulheres de assuntos forísticos, que ora nos encantam - ora nos frustram, usam nomes fakes como forma de esconder a real identidade puritana. Assim como nós nos escondemos nossas identidades, através dos nicks de fórum.

Então, como já estamos carecas de saber disso, apesar de toda nossa curiosidade para descobrir o nome verdadeiro na maioria das vezes sem sucesso; o eu gosto de fazer?

Eu adoro colocar apelidos nas moças. Claro, que sempre apelidos muito carinhosos.

E vcs me perguntam:

Mas por que isso?!

Quando as meninas me levam ao delírio no encontro secreto, quando é muito bom o ato final, não gosto de gritar o nome fake que elas escolheram na hora do gozo. Eu sou bem escandaloso quando chego ao clímax. Se vocês já foram em algum motel, e escutaram um cara gritando loucamente na hora do gozo, um grito louco com um nome ou apelido, provavelmente; esse cara pode ter sido eu. E eu não gosto de gritar o nome falso. Em outra oportunidade, posso explicar melhor. Mas me sinto num um clímax falso ou num momento falso. Não sei se vocês me entendem. É mais ou menos isso. E pelo mais*, pra mim, os apelidos, que invento, são todos verdadeiros.

* Pelo mais (Como não gosto de falar de quem me agrada com “pelo menos”; quero dizer que quando uma menina me leva a um gozo delirante merece sempre “pelo mais”). Sempre +.

Resolvi fazer o primeiro contato pelo wsapp com a Maitê.

Praticamente, na linha direta, ela passava todas as informações do atendimento, mas gosto de buscar um tipo de contato, e acontecendo o primeiro encontro, eu já tenha antes do ato, algum tipo de afinidade. Alguma pequena intimidade que NÃO nos faça começar do PONTO ZERO na chegada da mulher ao local do encontro secreto. Para isso, dentro das características físicas de cada uma delas, vou procurando o melhor apelido. O apelido que se encaixa perfeitamente à mulher. E para apelidar a menina, é preciso fazer o primeiro e outro contatos e aguardar algo ou a ideia que me dê o ponto de partida para o apelido perfeito ao meu gosto.

Então, mentindo no primeiro contato, resolvi enviar esta mensagem:

“Boa noite, Maitê.

Um amigo indicou vc. (Na verdade, confrades; um forista foi quem indicou)

Meu amigo não para de falar que vc é inesquecível.

Mas não me deu nenhuma dica. Só diz, o todo tempo, que a Maitê é incrível.

Ele me deu apenas o seu fone.

Não me deixou ver nada no celular dele. Diz ter fotos suas sensacionais, mas não mostra.

Deixou claro para não te ligar.

Que vc retorna via wsapp com fotos e tudo que preciso saber para atestar que vc é realmente incrível.

Vc pode me dar detalhes do seu atendimento, do local base ou bairro para um encontro secreto?

Fico aguardando, “Mulher Incrível”!

Beijo Carinhoso.”



E claro que minha mensagem era meio que enganação. O amigo a quem me referia, era o confrade contando o primeiro TD positivo com a menina em fórum.

Mas não tive resposta dessa primeira mensagem.

Então, insisti em mais outra. Tudo na tentativa de subir minha mensagem. Porque concluía que possivelmente a minha primeira comunicação tinha ficado para baixo entre muitas outras na linha de prioridades do wsapp. (As últimas a serem postadas sempre aparecem na parte superior do aplicativo).

Vamos combinar...

Cá entre nós; quando aparece uma novata bem relatada em algum fórum por um forista confiável, sinto que parecemos urubus em cima de carniça. Todo mundo quer tirar um pedaço. Melhor dizendo. Todo mundo quer comer. Só que comer uma bela carne fresquinha. Comer a carne nova do pedaço.

É ou não é?!

Então, resolvi subir minha mensagem mais uma vez. E mandei outra:

“Por favor, Maitê: Me informe, também, o melhor horário disponível.

Suas medidas de corpo. Tipo de atendimento. Se completa. Se finaliza.

Os valores de períodos diferenciados de tempo. Se há bonificação para tempos maiores.

Ainda aguardando.

Beijos.”

Mais uma vez, sem resposta.

Na tentativa de continuar subindo minhas mensagens na grade do wsapp...

Lancei mais uma mensagem sempre buscando que os meus pedidos de informação ficassem na linha superior de prioridades do aplicativo.

“Aguardando ansioso”

Mais um dia de espera... Nada... Sem resposta.

Então, lancei a mensagem derradeira, na tentativa de ajudá-la a responder tantas mensagens iguais:

“Talvez vc deva ter trocentas mil mensagens iguais a esta para responder.

Mas se vc fizer uma mensagem/resposta padrão, basta copiar/espelhar/colar.

Se vc acha que são muitas mensagens, me avise. Dessa forma, não ficarei aguardando, e nem me sentindo ansioso.”

Até que a moça resolveu deixar uma mensagem de voz.

Vocês querem saber o que ela respondeu?! Acho que não! Ninguém aqui é curioso. Ou é?!

Então, vamos lá:

Querido, eu estou com a garganta inflamada. Ainda não posso sair.

Mas quando eu puder, eu te falo. Pode ser?!

Hoje, eu não tive tempo de ver minhas mensagens.

Tenho uns trabalhos referentes a estudo para terminar. Estou tão ocupadaaaa.

Mas eu vou te enviar uma mensagem. Talvez, amanhã. Pode ser?!

Então, respondi:

“Claro que pode ser. Cuide-se que a cura vem. Sem pressa. Sem atropelos. Depois vc me passa os detalhes, todos. Adorando a sua voz. Sou ansioso. Mas também sou paciente. Só dependo da resposta certa para ser tão ansioso ou mais paciente. Na hora certa, nos falamos. E acertamos”

Aguardei mais alguns dias. Pensei: Talvez, a dor de garganta não tenha passado.

No meu pensamento, rapidamente: - Será que a mocinha está se cuidando?! (imaginava)

Então, outro pensamento mais maldoso brotou em minha mente: Será que a dor de garganta aconteceu depois de um “deep throat” de um pirocudo?! :badgrin:

Ahhhh. Só de lembrar essa maldade, fico com vontade de fazer também. Adoro enfiar o “meu” nas gargantas das mocinhas que parecem inocentes.

Então, dias depois... surgiu a foto da Maitê com um “Sorriso” lindo. Encantador. Um sorriso de tamanha felicidade, talvez, por ganhar e segurar no colo, um ursinho de pelúcia. Talvez, ela tenha ganho de mimo de algum cliente.

Ahhhh, encontrei o apelido certo para essa mocinha morena de cabelos sedosos e sempre sorridente.

O apelido é “Sorrisinho”.

Então, a partir daí, fui esquecendo quase que totalmente o nome fake da moça, Maitê.

E comecei a chamá-la nas mensagens de wsapp, desde então, pelo apelido.: “Sorrisinho”.

Pensando, agora, cá comigo.

- Mesmo sendo um belíssimo nome, a mocinha poderia trocar o Maitê, não somente para me agradar. Acredito, que todos nós ficaríamos felizes, e eu me sentiria muito honrado, se futuramente, a mocinha usar o novo nome de luta, por mim inventado: “Sorrisinho”. Uma dica, você que optar por encontra-la, chame-a de “Sorrisinho”. Você desfrutará dos mais belos sorrisos que uma mulher pode oferecer.

O sorriso da Maitê é belo. É cheio. É especial. É branquíssimo. É encantador. Eu perdi horas dos meus dias, nos primeiros contatos até o dia fatal do primeiro encontro, contemplado o sorriso dessa morena, quando ela publicava as fotos que iam me enlouquecendo no perfil de wsapp.

Lembrando disso, neste momento, li em algum lugar, há tempos atrás, em um livro ou site; a seguinte definição sobre o sorriso: “O sorriso é a manifestação dos lábios, quando os olhos encontram, o que o coração procura”.

O principal motivo que me fez ter a certeza de que eu seria capaz de estar com a Maitê é exatamente este:

Maitê é entre vários sorrisos, o que todos nós, em nossos corações, queremos encontrar em uma mulher.

Este início de história, do primeiro contato ao nosso encontro fatal, nem tudo aconteceu de forma tão perfeita. No início tive que ter muita paciência para que ela me respondesse as primeiras mensagens. Depois, nossas agendas não batiam, e a minha forma de encontrar uma mensagem ousada para finalmente conseguir alguma intimidade e ou afinidade preliminar ao encontro; a comunicação com “Sorrisinho” via wsapp para marcarmos o nosso primeiro embate não foi tão fácil.

Tive que driblar TPMs naturais, compromissos, viagens, etc.

Até que um dia, possuo liberdade em plena segunda-feira. Resolvi ligar através do número onde não tenho perfil de wsapp. O telefone da Maitê, fora da área de cobertura. Liguei mais duas vezes. Nada. Da mesma forma: Fora da área de cobertura.

Duas da tarde, “Sorrisinho” me retorna as minhas ligações anteriores.

- Você me ligou, quem é?!

Disse o meu verdadeiro nome e perguntei. (Pelo wsapp, abrevio meu primeiro nome. Ela nem desconfiou)

- Você está livre hoje à noite? – Perguntei.

- Não. Já tenho um compromisso. À noite, não posso.

- Ok! E agora, no período da tarde, você pode, So-Maitê? - Quase eu me entrego. Quase a chamo ao telefone de, “Sorrisinho”. Minha intenção era fazer surpresa. Não queria que ela desconfiasse, porque eu estava ligando do de um número diferente do meu cadastrado no wsapp;

- A que horas você quer?! (Maitê pergunta)

- As quatro ou cinco da tarde.

- ok, Nesse horário, eu posso. Mas tenho um compromisso às sete horas. Vou precisar ir embora ao mais tardar às sete. Tudo bem?

- ok, Eu estou em Copacabana, qual bairro eu encontro você mais rapidamente?!

- Na Tijuca. Estou na Tijuca.

- ok, So-Maitê! (outra vez, quase me entrego) Eu pego o metrô. E rapidamente, estarei na Tijuca. – ( Com certeza, devo ser o único a chamá-la de “Sorrisinho” no wsapp).

De Copacabana à Praça Saens Pena, são mais de trinta minutos de viagem. Maitê está à minha espera em plena praça sem aguardar a minha ligação de chegada e confirmação na saída do metrô, mas eu ainda tinha que comprar uns apetrechos sexuais na drogaria do outro lado da praça.

Ao atravessar a rua, chegando na farmácia; Maitê me liga, aparente nervosa ao telefone, e pergunta.

- Vc demorou a atender. Onde vc está? Eu ainda nem almocei. E seu telefone só fora da área de cobertura.

- Claro, eu disse que vinha de Copa. Eu estava no metrô. Demorei mais de 30 minutos para chegar até a Saens Pena, minha querida.

- Pensei que você não vinha mais. Nós vamos para o Éden, certo?

- Isso. Podemos ir. Eu só estou comprando umas coisinhas na farmácia.

- O que vc está fazendo na farmácia? Comprando o quê? (Curiosa, ela me pergunta)

- Nada demais. Preservativos. Gel para escovar os dentes e enxaguante bucal para deixar a boca limpinha e com um hálito fresco. E daqui a pouco, eu quero muito beijar você. Esses cuidados todos, porque eu acabei de almoçar. E preciso escovar os dentes.

Sorrisinho com ar de inveja, confessa uma imensa fome.

- Você quem é feliz, meu querido. Eu ainda não almocei. Meu estomago está colando.

- Então, eu te convido para almoçar comigo no hotel. E te acompanho. Faço uma boquinha. Porque eu já almocei... (pauso) Depois... (pauso novamente)... - e Maitê interrompe.

- Depois o quê?! (Perguntou-me com um ar de curiosidade. Aquela curiosidade com ar de safadeza.)

- Depois, eu como vc todinha. – E solto uma senhora gargalhada. Sorrisinho me acompanha na gargalhada e fala com ar de riso.

- Eu quero só ver. Vou indo para o hotel. Fico te aguardando na recepção, então.

- Ok, pode ir. A gente se encontra lá.

Ao chegar à recepção do Éden, peço uma suíte com hidromassagem e pergunto à recepcionista.

- Por acaso, uma mocinha, moreninha, está me aguardando na sala de espera?

A recepcionista do hotel responde com um sorriso de esperteza nos lábios.

- Ahhhh! Tem uma moça na sala de espera sim. Acredito que seja a moça que está aguardando o senhor.

- Ok, muito obrigado.

A recepcionista me dá as chaves, me informa o andar; e me encaminho à sala de espera junto à recepção. Quando chego à sala de espera, minúscula, eu tenho uma boa e bela surpresa.

“Sorrisinho” me aguarda lindamente. Vejo uma bela morena sentada à mesa. Fiel às fotos que tinha visto no wsapp da moça. É realmente a mulher das fotos. Sinto-me feliz. “Sorrisinho” está simplesmente bela. Sandálias rasteiras. Saia na altura dos joelhos. Uma blusa comportada. Nenhum decote ousado. Assim que “Sorrisinho” me vê, ela abre aquele belo sorriso. E que sorriso. Ganho um selinho demorado. A lingüinha lambendo meus lábios. Ela segura a minha mão e diz:

- Puxa! Vc demorou. Cheguei a pensar que ia levar um bolo.

- O metrô demorou. E eu te avisei que ia ligar assim que chegasse à Saens Peña. Vc nem deixou eu chegar, já foi me ligando.

Sorrisinho, também muito esperta, me pergunta:

- Será que eu já conheço você. Vc é parecido com uma pessoa. De onde, eu conheço vc?

Eu troquei várias mensagens com “Sorrisinho” até o dia do encontro secreto. Quando marcamos, pelo telefone, não me identifiquei. Usei o primeiro nome para me identificar pelo fone. Ela viu algumas fotos minhas no perfil de wsapp, mas nelas, eu estava sem óculos. Quando cheguei à recepção do hotel e sala de espera, eu estava usando óculos. Óculos com lentes que escurecem com muita luz. E clareiam na falta de luminosidade. De marotagem, respondi, sorrindo.

- Será mesmo que vc me conhece. Com certeza, não nos conhecemos. Só se vc fica me seguindo... Se vc me conhece... Conhece de onde?! – (Perguntei com certo ar de sacana, contando uma verdade mentirosa. A verdade que realmente era o nosso primeiro encontro. Mas já nos conhecíamos “entre aspas” via zap-zap). E sorrisinho continua o inquérito e pulveriza mais informações.

- Tenho um... como vou te dizer. Ele não é um amigo, mas fala muito comigo via wsapp. Aliás, me escreve muito. Ele não é um cliente, ainda. Mas ele é parecido contigo. Ele me chama de “Sorrisinho” o tempo todo via wsapp. Tem certeza que não é você?!

Sorrindo por dentro. Com vontade de gargalhar na frente dela. Contenho minha empolgação. E despisto e levo o papo em direção a outro assunto.

- Bem, podemos subir para a nossa suíte? Lá, nós conversamos sobre este e outros assuntos. É que já estou sentindo ciúmes desse cara que te chama de Sorrisinho. Vamos subir? O que vc acha?

Sorrisinho responde que sim. Por um instante, cheguei a temer que ela me rejeitasse. Eu não estava sendo sincero, mas claro que eu abriria o jogo, apresentando a verdade mais tarde, principalmente, depois de vê-la nua em meus braços. E o meu receio se devia pela reclamação que eu escrevo muito no wsapp. E que ela não sabia responder com tanta presteza. Com tantas palavras. Descobri que ela tem mais jeito para falar do que para escrever.

Aproveitamos que entramos no elevador para uma agarração carinhosa. Aquela básica: Beijos. Carinhos. Olhos nos olhos. E mãos bobas e ora ela aperta minha mão para segurar meu ímpeto de desfaçatez. Aproveitei, quando o elevador parou no andar da suíte, para agradecê-la por ter vindo ao meu encontro.

- Obrigado, mocinha. (Ainda não me confesso, dizendo que sou a pessoa que a chama de Sorrisinho pelo wsapp).

- Obrigado, por quê?!

- Obrigado, por ter vindo ao meu encontro. Pelos beijos no elevador. Beijos gostosos. Pelos seus olhares.

- Puxa, vc não precisa agradecer por isso. Se nós marcamos, pode ter certeza; eu sempre vou estar presente. Aliás, seus olhos são lindos. Verdes. Mesclado com riscos em vários tons claros e escuros.

Sinto-me feliz e confiante com o elogio sobre a cor dos meus olhos. Abro a porta da suíte. Não me lembro mais o número. Sorrisinho entra primeiro. O quarto está bem limpo. A cama arrumada. Mas a suíte com hidromassagem é por demais indiscreta, em minha opinião. Sou obrigado a me trocar e tomar banho na frente da linda “Sorrisinho”. A suíte com hidromassagem não tem chuveiro dentro do banheiro. O Chuveiro fica por cima da banheira de hidromassagem, situada à frente da cama. E pensando em higiene, não é ideal tomar banho, onde vários hóspedes fazem a higiene ali, e depois encher a banheira para depois deitar e curtir a hidromassagem. Em volta da banheira, um jogo de vidros blindex separam a cama e os demais lados da suíte. Mas não posso ligar para isso. Dispo-me na frente da “Sorrisinho”. Ela, sem vergonha alguma, inicia a retirada das roupas que usava e fica apenas com um lindo conjunto de lingerie. E me informa que saiu de casa de banho tomado e frisando mais uma vez; sem almoçar. Ao tirar as roupas básicas, Sorrisinho me espera na cama com um conjunto de sutiã e calcinha nas cores preta e branca. Eu entro no box blindex da hidromassagem e inicio o meu banho. Ela fica me apreciando já bem excitado, já sonhando, imaginando, adentrar nas carnes daquela mulher. Depois, enquanto vou me lavando, Sorrisinho me vem com uma boa nova.

- Olha, eu tenho que dizer, por favor, não sou de ficar falando isso e ainda não vi muitos, mas você tem um pênis lindo. Limpinho. Cabeça grandinha e rosada. Tudo em volta raspadinho. Todo depilado. Bolinhas depiladas, pequenas, redondas. (Ela pausa o comentário por alguns instantes, fico sem ação. E “Sorrisinhno me pergunta) - Tudo isso é pra mim?

(Meus amigos, ela disse pênis. Não disse pau. Não disse caralho. Não disse cacete. Não disse piroca. Ela disse: pênis. Pênis lindo).

Fui às nuvens e voltei, pensando: Meu pênis é lindo.

Caramba, nunca, ninguém, na história desse país. Melhor dizendo. Na história desse meu pênis, havia declarado algo assim a primeira vista ou a primeira impressão sobre o meu pênis com tamanha naturalidade. Eu não sabia se agradecia. Se eu respondia de imediato qualquer coisa. Fiz de tudo para organizar os pensamentos rapidamente, então; pensei comigo: Ahhh, ela deve dizer a mesma coisa para todos os outros pênis que viu na vida?! Mas no meu íntimo, no meu pensamento, no meu interior, repetia-se a frase:

“Você tem um pênis lindo!” “Você tem um pênis lindo!” “Você tem um pênis lindo!” “Você tem um pênis lindo!” :lol:

Aquela voz, repetindo a frase. Se ela disse qualquer coisa após esse instante, eu não consegui captar ou não me lembro.

Lembrei de uma outra namorada que também havia dito algo parecido. Mas com outros termos. Mas o que eu falo para essa mulher que elogia meu pênis?! Agradeça. Pensei. E então, agradeci.

- Muito obrigado, “Sorrisinho”. Daqui a pouco, eu, e o meu pênis lindo, vamos querer conhecer você. Inteirinha.

Ela abre um sorriso maior nos lábios. Dá um pulo da cama e grita:

É você. Você é quem me chama de Sorrisinho via wsapp. Logo vi. É você!

- Que sou eu! Só te chamei de “Sorrisinho”, porque você, pelo jeito, gosta de ser chamada assim. Você ficou perturbando meus ouvidos na sala de espera e na subida da suíte com esse seu apelido, e, agora, resolvi te chamar assim para implicar com você. Qual é o problema?

- Não acredito! Você está mentindo! Quem me chama de “Sorrisinho” é você. Eu sei. Só pode ser vc.

Mentindo. Negando até a morte, repito.

- Não sou eu quem te chama de “Sorrisinho”, mas daqui a pouco vou dizer que sou eu mesmo que te chamo assim. Você está me deixando com ciúmes desse seu amigo que te chama de “Sorrisinho". E vou dizer que sou eu mesmo, só pra te alegrar. Dou uma gargalhada meio que sem graça. Maitê está muito desconfiada.

Saio do banho, enrolado numa toalha. Meu pênis lindo assanhado e feliz. Em estado de rocha. Ferro. Aquela mulher morena, sorrindo pra mim. Dizendo que estou enganando-a. E estou mesmo. Começamos a nos beijar. Vou tirando o sutiã. Belo par de seios pêra. Duros. Deliciosos de dar umas lambidas. Sorrisinho enlouquece. E me confessa.

- Meus seios são sensíveis. Muito sensíveis.

- Que ótimo. Já que você confessou que são sensíveis. Também vou confessar um crime. (pauso)

- Confessar, o quê?!

Olhos nos olhos de sorrisinho. Interrompo a beijação e as lambidas nos seios duros, gostosos e sensíveis. Pego o celular e mostro nossa conversa via wsapp e me confesso.

- Também sou muito sensível. Detesto mentir. E Sou eu mesmo quem te chama de “Sorrisinho”. É verdade, já nos conhecemos, mas só de wsapp.

- Não, mas vc ligou de outro número e não comentou nada. Seu safado. Safado de marca maior. Vc é um safadão.

Sussurrando ao ouvido de “Sorrisinho”; encosto delicadamente os lábios próximo ao lóbulo esquerdo de Maitê e digo bem baixinho.

- Então, eu adoro ser safado. E Adoro chamar você de “Sorrisinho”. Como foi difícil controlar para não te chamar de “Sorrisinho”.

Após ouvir minha frase, Sorrisinho aconchega os lábios carnudos nos meus. Ganho um beijo delicioso. Não sei por quanto tempo, nos beijamos. Nos agarramos e “Sorrisinho” me lembra de uma promessa que fiz ao telefone, antes de chegar ao motel.

- Você me convidou para almoçar aqui no hotel. Confesso que estou ficando tonta de fome. Nós podemos pedir algo para comer?

- Claro. Peça o que quiser. Escolha o prato que eu te acompanho. Apesar de não estar com fome, eu te acompanho. – Respondo prontamente. Estou com uma mulher na cama. Cabelos maravilhosos. Sedosos. Seios lindos, duros, delicados e sensíveis e em formato de duas peras. Uma mulher apenas usando uma calcinha preta. E ela está com fome. Muita fome. Eu também, mas outro tipo de fome. Sorrisinho falante como ninguém, educadamente quer matar uma curiosidade.

- Não vou pedir nada caro. Mas você vai descontar, do meu cachê, o valor do almoço?! Já que você acabou de almoçar e não está com fome.

- Claro que não vou descontar nada. Seria uma grande indelicadeza da minha parte. Peça. Pode pedir o seu almoço.

Ganho um sorriso lindo da morena “Sorrisinho” que também me agradece. Ela pega o telefone na cabeceira da cama e chama a telefonista para a escolha da refeição tão desejada. A telefonista pergunta se nós, ao entrarmos, solicitamos a suíte e o período de tempo com direito à refeição inclusa. Eu nem me liguei nesse diferencial que o Éden oferece aos hóspedes, apesar de que no nosso contato telefônico inicial em solo Tijucano, Sorrisinho já havia me confessado que não havia almoçado. E eu fui sincero quando a convidei para almoçar. Eu mesmo poderia ter solicitado na recepção do hotel o período com direito à refeição. Mas alguns hotéis do Rio, ou do mundo, adoram sonegar informações ou promover aquela máxima de desculpas para ficarem isentos dos compromissos da promoção apresentada no site. Então, a telefonista informa:

- Senhora, se na entrada, não for pedido o período de tempo que lhe da o direito à refeição, agora, a senhora não poderá cambiar para o período que lhe dá esse direito.

Sorrisinho fica na maior dúvida de como deve agir, e me passa o que está acontecendo, com as informações prestadas pela telefonista. E pensando em somente saciar a fome da minha convidada naquela tarde para estar ali naquela tarde quente, no Eden; digo para ela pedir a refeição que ela desejasse. Para não esquentar a cabeça. Mas Sorrisinho insiste em lutar pelo direito da refeição inclusa no pagamento do período. A menina queria que eu economizasse. Ponto para minha querida “Sorrisinho”. Então, Sorrisinho insistia para que eu reclamasse junto à gerência do hotel. Querendo logo resolver o problema, porque na verdade; minha intenção maior era almoçar, mas almoçar a linda “Sorrisinho”, verifico que o valor da promoção é a soma exata para o período de adicional de tempo, onde a refeição já está incluída. Depois de uns selinhos, insisto para que Sorrisinho faça o pedido da refeição que ela quer. Pois nós não ficaríamos dentro daquele período de tempo, para termos o direito à refeição inteiramente grátis. E suplico à bela “Sorrisinho”.

- Minha querida, peça a sua refeição. Não fará diferença. Pagar com a refeição inclusa ou pedir separadamente. No final, vamos trocar seis por meia dúzia. E não vamos ficar 12 horas. Se bem que eu ficaria contigo aqui até o mundo se acabar. Isso se o meu dinheiro permitisse.

Não fazendo mais questão do período com direito à refeição. O que ela queria era matar a fome. E eu queria apenas duas coisas: Que ela matasse a fome. E finalmente comer a linda “Sorrisinho”. Ela me dá um selinho, me chama de bobinho e faz o pedido final à telefonista.

- Por favor, telefonista! Eu quero um espaguete com frango ao molho branco.

Não me lembro exatamente o nome do prato, mas foi isso que a Morena “Sorrisinho” escolheu para saciar a fome. E no final da conversa entre a telefonista, escuto Sorrisinho perguntando quanto tempo, mas sem pressa, mais ou menos, o garçom poderá trazer a refeição, Sorrisinho repete a informação da telefonista que responde em torno de 20 minutos ou 30 minutos.

Sorrisinho desliga o telefone e me diz com um ar incrível de safadeza em seu semblante juvenil.

- Vamos comer espaguete com frango ao molho branco daqui mais ou menos uns 30 minutos. E (pausa) E até lá (pequena pausa) o quê você vai querer comer?!

Vocês não imaginam a felicidade que eu senti ao escutar essa pergunta maravilhosa, respondendo, agarrando-a e levando ao centro da cama. Respondi olhando-a olhos nos olhos.

- Eu quero te comer toda! Eu quero te comer nteira!

E a maior felicidade, eu senti com a pergunta que viria em seguida.

- Acho melhor vc começar pelo meu cuzinho. Acredito que com essa sua cara de safado que só você tem; o senhor vai querer comer meu o cuzinho?!

Meus amigos. Vocês acham que macaco, na floresta - ou melhor - no paraíso - em pleno Eden, não vai querer comer a fruta? O que vocês acham que eu respondi?

- Vou ficar louco se já começarmos pela porta dos fundos, Sorrisinho.

Ela responde.

- Melhor brincar agora, porque depois do almoço pode ser perigoso. Você sabe. Vai que...

- Entendi. – Mas não agüentei e Morri de rir da possibilidade. Para quem não sabe, fazer sexo anal depois das refeições o risco de passar um “cheque marron” aumenta muito. E o jeitinho com que ela deu de ombros ao fazer afirmativa, me fez gargalhar muito. E Sorrisinho após minhas gargalhadas, me vem com essa. Eu não esperava. E gargalhamos. Nos olhamos. Depois das nossas risadas, o silêncio.

Antes o sexo oral.

Sorrisinho se ajoelha aos pés da cama e acaricia o brinquedo. E diz. Adoro pau de cabeça rosada.

E começa a distribuir trocentos pequenos beijinhos na cabeça do brinquedo. Até que de repente, Sorrisinho engole o “Xizinho”. Com movimentos sugadores, a mocinha tarada engole até o talo. E baba integralmente o brinquedo de cabeça rosa. Eu enlouqueço. Vou ás nuvens. Vou a Marte. Vou a Júpiter. Controlado, não penso em queimar a largada na boquinha de veludo de Sorrisinho.

Hora de retribuir o oral.

Posiciono a “Sorrisinho” na cama. Ajoelhada. De quatro. E sugo do cuzinho à xotinha.

Ela enlouquece. Fala que sou um pervertido. Um tarado. Dou uma palmada quente na banda direita do bumbum. Ela grita:

- Doeu, safado!

- Então, entendo que vc gostou.

- Seu safado, doeu, mas adoro levar uns tapas no bumbum!

- Então, toma outra, Safada! – E dou uma palmada tão forte quanto o anterior na outra banda. Lógico, que sem machucar.

E fico me deliciando por minutos. Ora, mordendo levemente as bandas das nádegas. Ora, as coxas. E mais levemente sua xoxotinha, já inteiramente inundada. Vou sugando e transpassando o suco da vagina para as beiradas do círculo daquele cuzinho delicioso. Estico as mãos até a beirada da cama, onde deixei algumas camisinhas preparadas na minha caixa preta da salvação. Eu sempre levo uma coleção de camisinhas. Uso sempre as minhas camisinhas. Visto o pinto de cabeça rosa, com uma camisinha cor e sabor “uva”. E continuo no meu trabalho de lubrificação anal e vaginal, via oral.

Depois de alguns minutos de lambidas e mordidinhas. Aproveito a posição com a “Sorrisinho” virada de quatro, para estocar forte a “xotinha” de Sorrisinho por poucos, mas prazerosos momentos. Até ela reclamar de imediato.

- O Combinado não era vc comer o meu cuzinho primeiro, seu safado?

- Calma, minha querida! O seu pedido é uma ordem. Estava só lubrificando mais a camisinha com o seu mel vaginal.

E Sorrisinho lembra que esqueceu o facilitador de penetração de cuzinho, reclamando do esquecimento, e ao mesmo tempo, elogiando o meu modo de falar.

- Ahhh, puxa vida! Você tem um jeito de falar tão engraçado... – Mas mudamdo de assunto – Esqueci de trazer um óleo ou um gel para facilitar a entrada do seu brinquedo de cabeça rosada no meu cuzinho. Vamos ver se que conseguimos aqui no hotel. E imediatamente, eu a impeço de sair daquela posição de cadelinha safada.

- Não saia daí de onde vc está. Na minha caixinha deve ter algo que vai nos ajudar a facilitar as coisas.

Sorrisinho esticou a mãozinha esquerda. E dentro da minha caixinha de camisinhas, um condicionador capilar lubrificou ainda mais a portinha do cuzinho. Vou brincando de lutar espada com meu brinquedo contra aquele cuzinho indefeso, piscando, pedindo para ser penetrado.

Sorrisinho gemia. Gritava:

- Que caralho é esse. Você está me enlouquecendo nessa esfregação. Enfia tudo desse pau de cabeça rosa no meu cuzinho.

Vou, va-ga-ro-sa-men-te, introduzindo a cabecinha rosada naquele cuzinho marron. Vou sentindo um prazer indescritível quando ouço um gemido e um grito alucinante de “Sorrisinho”, reclamando, e ao mesmo tempo, acredito; se deliciando.

- Vc está estourando o meu cu, seu safado!

- Não é assim que vc quer, minha querida "Sorrisinho", safada, predileta?

- É assim mesmo, come o meu cuzinho. Estoura esse cuzinho. Come gostoso. Dar o cuzinho, pra vc, é uma delícia.

Enquanto eu comia o cuzinho, ela bolinava o clitóris freneticamente, gritando. Suspirando. Gemendo. E depois disso, ela resolve se vingar, colocando mais de um apelido em mim.

- Arrebenta meu cuzinho, safado. Arrebenta esse cuzinho, “Sorrisão” do caralho rosado.

Mas vamos dar uma pausa nessa história, para que eu possa fazer um breve comentário.

Posso garantir aos confrades. Essa mulher é uma loucura! Ela geme. Ela grita. Ela tem espasmos múltiplos. Por inteiro, ela se contorce de tesão. E não rejeita a introdução do caralho de cabeça rosada naquele cuzinho piscante e marrom que ela tem.

Depois de ficar por minutos na posição de cãozinho traçando a cadelinha. Comendo o cuzinho delicioso da Maitê. Resolvo mudar a posição. E beijando cada uma das bandas do bumbum de “Sorrisinho”, peço para ela ficar de lado. Então que percebo; estamos literalmente suados.

- Vamos mudar de posição, Sorrisinho! Quero comer esse seu cuzinho, agora; de ladinho.

E mudamos de posição. Enquanto dou estocadas fortes no cuzinho de Maitê. Vou apertando os seios sensíveis. Duros. Gostosos de apertar De lamber. De beijar. Ela volta a bolinar o clitóris. A xotinha cabeluda. O detalhe. Maitê tem uma xotinha raspadinha embaixo. Cabeluda em cima. Um cuzinho moreninho. Lindo. Que aperta intensamente a cada estocada. Que cuzinho delicioso. E que xotinha aparadinha. Desenhada. Resolvo ver a cor do túnel anal de Maitê. E espontaneamente, eu digo entusiasmado.

- É vermelho. É lindo. Seu túnel é vermelhinho.

Maitê reclama engraçadamente.

- Seu safado. Vc abriu meu cuzinho pra ver a cor dele lá dentro.

- Claro. É gostoso abrir! É gostoso colocar! É gostoso tirar! É gostoso ver!

- Mas que caralho é esse. Enfia tudo desse pau de cabeça rosa no meu cuzinho. Safado!

Brincamos muito. Sorrisinho gemia cada vez mais alto. Cada vez mais forte. Aquilo ia me enlouquecendo de tesão. Mas eu não queria gozar tão rápido. O clímax para o homem é a morte. Então, vamos brincar mais. E deixar o gozo para mais tarde.

Não acabou aqui, mas vamos finalizar essa sacanagem.

Trocamos de camisinha. Fizemos oral. 69. A Maitê faz uma garganta profunda maravilhosa. O primeiro round terminou com uma cavalgada de pompoar. Maravilhosa. A xotinha dela é mordedora do caralho.

Rojei litros na borracha... Gritando: "Sorrisinho"... Que delíciaaaaaaa!

E bem antes disso, entre a troca do cuzinho para voltar à xotinha e chegar ao clímax com um pompoar maravilhoso, o garçon já havia deixado o almoço da “Sorrisinho” à mesa. A campainha tocou e não paramos a sacanagem. A fome de sexo era maior.

Depois da recomposição respiratória, o almoço nos esperava.

Sorrisinho almoça depois de matar a fome de sexo, chegou a hora de matar a fome que lhe cortava o ventre. Eu acompanho, apenas com uma pequena boquinha. Depois de saciados, voltamos à cama.

Mais sexo. Mais sacanagem. Muitas Chupadas. Palmadas. Carinhos. Beijinhos. Garganta profunda. Muita saliva babada. Sorrisinho suplica, com a carinha de safada. Ao mesmo tempo, de bebê inocente. E cheia de dengo. Sussurrando, vem me pedir o seguinte:

- Me dá o leitinho do pinto rosa, “Sorrisão”. Me dá o leitinho. Eu quero leitinho.

Como é bom ouvir isso. Se todas as mulheres pedissem assim. Todas as nossas amantes. Por que não dar? Todas merecem leitinho.

- Claro que dou. Todo leite que eu tiver, eu dou. Por puro prazer, eu dou.

Ela suga. Contorce o pinto de cabeça rosada. E numa pressão avassaladora, Maitê, entre várias estocadas de garganta profunda - vários "bate-bate" punheta – e centenas de lambidas babadas – ela aspira todo o restante de sêmen. De maneira feroz. Não perde uma gota. Só me resta a dar um urro de prazer. O som tomou conta do paraíso. Aliás, do Éden. E vou gritando loucamente. De felicidade absurda.

- Sorrisinho. Toma a porra do caralho rosa que vc tanto quer. Toma o leite. Porra! Sorrisinho, bebe a porra toda. – Ordeno com felicidade.

Sorrisinho brinca com o leite na língua. Na boquinha. Gargareja e some. Que menina brincalhona. Safada. Tarada. Louca.

Fiquei em êxtase por alguns instantes. Largado na cama numa mistura plena de sentidos. Não enxergando mais nada. Não vejo mais a Maitê. Fui a Vênus passando por Marte. Cheguei à outra dimensão.

E o meu encontro secreto, com Sorrisinho, chegou ao fim.

Maitê se arrumou para ir embora. Ela tinha compromisso. Acertamos nossas contas. E em nenhum momento houve pressão de tempo. Verificação de celular. Reclamações. A “Sorrisinho” se entrega totalmente. Faz de tudo para satisfazer com loucura e safadeza.

Ela me dá um beijinho. Pede para eu ter cuidado com a vida. Ganho um abraço. E “Sorrisinho” vai embora. Eu fico no hotel sozinho. Arrumando minhas coisas.

Agora, vamos à nova novidade. Tem uma mocinha do interior tão louquinha. A Nandinha chegando ao Rio. Estou doidinho pra pegar.


Ohhhh, Vida Louca!

Vamos ver o que acontece.

Abraço, confrades!

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
NANDA NINFETA - Zona Sul - Macaé - RJ - (22) 99799-3093
NANDA NINFETA
POSITIVO
TEMPO: 90 MINUTOS VALOR: R$450.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI SIM R$0.00 SIM

17 de fevereiro de 2016 às 16:02


NANDA NINFETA - http://ninfetananda.wix.com/nandaninfeta

NANDA NINFETA (22) 99799-3093

http://ninfetananda.wix.com/nandaninfeta

Temporada - I LOVE RIO.

Na temporada anterior (VIDA LOKA), depois do primeiro encontro inesquecível, pela bela surpresa: A presença da Deusa com ar de menina no Rio de Janeiro. Fiquei buscando informações para a abertura da nova temporada (I LOVE RIO) na cidade maravilhosa. Ficamos trocando mensagens e informações. Minha intenção: Ser o primeiro na nova temporada.

Até que, após o carnaval. Exatamente, na quarta de cinzas; recebo a seguinte mensagem via wsapp:

Benhê, está decidido. Estou me programando para estar no Rio em 16 de Fevereiro.

Vc não quer ser o primeiro dessa nova temporada?


Já enlouquecido pela boa nova, respondi:

Adoraria. Será uma honra. Um grande prazer. Com certeza, mais que grande prazer. Melhor, se for mais que infinitos prazeres.

Praticamente, todos sabem aqui que dificilmente tenho interesse por repetecos. A lista de beldades a explorar, a cada dia, está sempre maior. Mas este pedido, confrades! Eu não resisti.

A Nanda tem um jeito tão envolvente de ser. Tão especial. Uma voz tão feminina. Então, marcamos para esta terça-feira, dia da sua chegada. 16 de fevereiro. Em nossas conversas via wsapp, ela confidenciou-me que o motel preferido é o “Pandal”, em Botafogo. E por incrível que pareça, ela gosta da ala daqueles apartamentos vermelhos. Os mais antigos. Clássicos. Com decoração do final do século passado. E depois de muitas mensagens de voz, marcamos o nosso encontro secreto. E sempre com aquela costumeira simpatia, característica marcante da Nanda.

=> Dicas valiosas aos confrades. Descartem perguntas idiotas. Não usem palavrões e ou grosserias. Por favor, também não me enviem MP perguntando se a Nanda é realmente bonita. Há fotos caseiras no site informativo. A beleza está nos olhos de quem a vê. Então, tirem suas próprias conclusões. Sobre o atendimento, os detalhes estão no site. “Tudo pode desde que seja permitido”. Vai depender de atitude. Do clima. Da educação. Do jeito que se pede. Da higiene. Repito: Não façam perguntas idiotas. E vasculhem bem o site da Deusa com ar de menina:

www.ninfetananda.wix.com/nandaninfeta

Na troca de mensagens, escrever corretamente é importante para se conseguir um “UP” no atendimento. Fotos de partes íntimas, ela não tem interesse em recebê-las. Ela confidenciou-me mais de dois mil bloqueios de usuários do wsapp com perguntas idiotas, e ou envio de fotos nada interessantes. Finalmente, ela trabalha no nosso instrumento do prazer pessoalmente... e como trabalha bem. Relembrando. O meu instrumento acabou de me dizer.

- Quero a Nanda! Quero a Nanda! Quero a Nanda!
- Eu sei, pintoso! Também quero! Vamos voltar ao relato.

No dia e com antecedência da hora combinada, encaminho-me ao Panda em estado de puro tesão. O trânsito, na cidade, está um inferno. Cada dia que passa, uma verdadeira loucura.

Na chegada, com o costumeiro pedido inicial da expressão “por favor”; solicito à recepcionista, que prefiro a ala de apartamentos vermelhos. Aqueles mais antigos e clássicos.

- Por favor, mocinha! Quero o apartamento que esteja em melhores condições. Lógico, dos que estiverem desocupados; quero o melhor.
- Todos estão em bom estado, senhor.
- Então, que me seja dado o mais perfeito possível.
- Senhor, os apartamentos novos são melhores.
- Senhorita. Eu quero os apartamentos da ala vermelha. Os antigos. Aqueles clássicos com a decoração do fim do século passado. A minha companhia, que ainda está por chegar, prefere assim. Eu quero agradá-la! Entendido?
- Perfeitamente, senhor. – Pensei. Que recepcionista bonita! Mas está se perdendo aqui. Pegável. Muito pegável. Só que precisa de um bom corretivo pela petulância em oferecer-me o que não foi solicitado.

O apartamento está em perfeito estado de conservação. Chegando com uns cinquenta minutos de antecedência do horário combinado, britanicamente; estou pronto, dez minutos antes do horário da chegada da Nanda. Estou arrumado, mas não pelado. (Em minha opinião, não é politicamente correto, esperar uma acompanhante, pelado ou enrolado numa toalha). As Unhas estão, perfeitamente, lixadas, sem cantinhos cortantes ou sujeirinhas. Barbeado duplamente (raspadinho, em cima e embaixo). E muito bem perfumado. Isso é muito importante para se ganhar mais atenção da Nanda. Ela se sente muito mais confortável para atender quando a higiene é o ponto alto que, em hipótese nenhuma, pode ser desprezado.

Em seguida, passo uma mensagem via wsapp, Informando o número do apartamento à Nanda. Recebo o OK de confirmação do entendimento do local. E no minuto seguinte ao horário combinado, 17:01, o fone toca. A recepcionista me informa.

- Senhor! Sua companhia chegou! – Pensei - Vai morar assim na PQP da Inglaterra, Nanda!
- Muito obrigado. – Respondi à telefonista!

Em poucos segundos, escuto passos e um subir delicado dos degraus da escada. Abro a porta! Quem chega? Quem chega? Quem chega?

A ninfeta! A Nanda! A Deusa com ar de Menina!

Linda. Sorridente. Em um belo vestidinho de enlouquecer. Na cor rosa. Como é difícil decifrar a emoção sentida. Só vejo menininhas, ainda criancinhas, usando vestidinho rosa. A ninfeta chega com seu jeito encantador. Toda bela e radiante! Em um belo vestidinho esvoaçante. Na cor. Rosa.

Êxtase. Me aproximo com carinhos automáticos. Costas da mão direita em seu belo rosto juvenil. A Mão esquerda procura envolver-se em pequenos toques de sedução. Que se iniciaram nos ombros delicados. Pescoço. Costas. Até chegar às grandes e belas curvas. O Vale do coração está totalmente coberto. Mas tenho que tocá-lo quase que sem querer, querendo muito. Seios convidativos, Duros. Dois pães-de-açúcar. Trocamos vários olhares, em silêncio, por preciosos segundos. Pequenos sorrisos. Um leve descair de nossas frontes. Então, um beijo de saudade acontece. Simplesmente, delicioso.
Perdi-me em loucos e longos beijos. E em abraços indecifráveis de sofreguidão. Quando paramos. Abri os olhos. Gritei:

- EU ESTAVA LOUCO DE SAUDADE! - Acredito que o Motel, hóspedes, funcionários, vizinhos, todos escutaram a frase.
Ela sorriu e disse:
- Louco! Você não estava louco! Você é louco! Pare de gritar, Benhê!

Querendo demonstrar minha boa ventura, ainda em tom alto de voz, continuei a proclamar:

- E EU NEM SABIA QUE ESTAVA ASSIM COM TANTA SAUDADE – Automaticamente, a olhei profundamente. Olhos nos olhos. Só que agora, sussurrando, continuei - Sinto um louco tesão por você, Nanda. Por acaso, você é uma espécie de feiticeira, bruxinha linda? - E toda serelepe. Dando voltinhas rápidas em torno das almofadas do pole dance. Dançando e mostrando um belo par de coxas torneadas, girando quase que loucamente até levantar o vestidinho rosa naquela velocidade circular; a Nanda expõe um belo sorriso nos lábios e diz:
- Sou bruxinha. Sim. Eu sou. Mas ainda nem comecei a enfeitiçar você.
- Nossa! Vc me deixou sem fôlego. Sem ar. Seus olhos em mel de tom claro. Seus cabelos. Quanto brilho. Quantos mil tons de caramelos. Cada fio mais lindo que o outro.

Ela retorna ao meu encontro e diz sussurrando ao meu ouvido:

- Só você para me elogiar dessa forma. Dizer que meus cabelos são mil tons de caramelo. Você é o único que diz isso.
- Seus cabelos são uma loucura, Nanda!
- Ok, Benhê! Vou me arrumar para você. Especialmente para você. Tenho uma surpresinha.
- Surpresinha?! Que bom!
- Sim. Vou tomar uma ducha rápida. Pelo seu cheirinho gostoso, você já está bem limpinho. Espere-me na cama prontinho para a surpresa. Não entre no banheiro, até eu estar pronta. Combinado?
- Claro. Combinado.

O som da água do chuveiro. O resto é silêncio nos meus mais profundos pensamentos. Até que resolvo quebrar totalmente todos os sons percebidos e viajo pela minha imaginação: Que surpresa será essa? Fecho os olhos. Vejo a Nanda nua. Como na nossa primeira vez. Ou com algum lingerie. Mas de qual cor? O que será que ela está aprontando? E, finalmente, retiro todas as minhas roupas. E estou preparado para o atendimento AAA da Nanda. Em poucos instantes. Não sei quanto tempo. A Nanda pergunta:

- Você está preparado?

Como assim preparado. Que pergunta doida. Quem está se aprontando e se preparando é a Nanda! Mas como eu adoro uma brincadeira...

- Nanda! Você é quem está se preparando. Eu estou aguardando a surpresa. - (rs) sorrio pela pergunta boba. O que ela queria saber se eu estava pelado. A hora de ficar pelado é quando a acompanhante volta do banheiro.
- Então, seu chatinho, bobinho e louquinho! Você está preparado para a surpresa? Não vai gritar que nem um louco!
- Ok! Estou sim! Não prometo nem silêncio. Nem gritos. Depende da surpresa!

A Nanda me sai do banheiro. Mas não me parece mais a Nanda! Ela foi abduzida outra vez? - O QUE É ISSO! – Gritei. A Deusa com ar de menina adentra majestosa em direção às almofadas do Pole Dance. Não sei se devo contar a surpresa. Não sei se quero dividir os maravilhosos momentos a seguir. Posso dizer apenas o seguinte.

Os saltos.
As meias. Rendadas do tipo arrastão.
A Calcinha. Minúscula. Com filetes de metal prateado.
A máscara do tipo de um dos livros da trilogia dos 50 tons de cinzas.
Um Chapéu, imitando um tipo dos anos 20.


Tudo em vários tons de rosa.

Ela estava sem sutiã. O Vale do coração à mostra.
Que surpresa!


A partir deste ponto, tudo foi puro êxtase.

Noventa minutos se passaram. Mais que rapidamente. Pareceram apenas dez. Fizemos sexo loucamente. Como namorados apaixonados. Até como dois animais em puro cio.

O primeiro gozo, da Ninfeta, foi em meus lábios.

O Meu, foi num belo cavalgar oferecido pela deusa com ar de Menina. Gritei em puro desfastio.

- NAAANNNNDDDDDDAAAAAAAA! LIIIIINNNNNDAAAAA! GOSSSTTTTOOOSAAAAA!

Após o segundo gozo. A Nanda derretida. Completamente suada. Sussurra aos meus ouvidos num abraço derretido:

- O nosso tempo. Acho que passou.

Fui dar uma olhada no relógio. Realmente passamos bons e calorosos minutos dos primeiros noventa combinados. Resolvi fazer um pedido.

- Nanda! Eu não gostaria que este momento acabasse agora. Foi maravilhoso! E eu ainda tenho mais gás para gastar. La plata, também.
- O que você quer, Benhê?
- Eu quero mais um período. Você tem compromisso agora?
- Você é um homem de sorte. Eu marquei encontro, hoje, apenas com você.
- Então, você pode ficar mais um período?! OBA! – Gritei sentindo pura felicidade.
- Posso ficar. Eu estou adorando estar com você outra vez, Benhê. Você é educado. Muito gentil. Cavalheiro. Sabe pedir como poucos. Sabe ser carinhoso e safado na hora certa. Levando-me ao êxtase por duas vezes. Será que você consegue uma terceira?
- Claro que sim. Seu desejo é uma ordem! Mas tenho que pedir algo mais.
- Peça, Benhê! Peça-me o que quiser. Mas vc sabe, nem tudo poderá ser permitido, principalmente para todos. mas, você...
- Nanda, eu vou pagar esse primeiro período em espécie. Vi no seu site, que você aceita débito ou crédito. Eu posso pagar no débito? Eu deveria ter sacado mais dinheiro. E olha que um outro confrade avisou (hjtoterrivel). Noventa minutos, com você, voam.
- Sem problemas. Eu sempre trago a maquininha. Mas você se incomoda em passar o cartão agora?
- Claro que não, Nanda! Não tem problema. Mas eu não poderia pagar tudo no final?
- Pode, mas veja bem! Na última vez que usei minha maquininha, ela falhou por falta de sinal de cobertura. Deu uma trabalheira sem fim. Porque se falhar de novo, vamos ter que procurar um local com banco 24 horas. Imagine! Vamos ficar rodando por aí. Além de perigoso. Poderá ser desagradável. Eu recebendo dinheiro das suas mãos fora deste ambiente. Eu, novinha! Bonitinha! De Rosinha! Você, com essa cara de lobo mau tarado! Já pensou?

Morri de gargalhar com a possibilidade. E por ter sido chamado de lobo mau tarado. Entendido como lobo mau tarado comedor de novinha.

A Nanda veste um roupão. Tira da bolsa, a maquininha. Eu insiro meu cartão na máquina. Ela comanda o valor a débito. Digito a senha. E a máquina diz:

- TRANSAÇÃO APROVADA.

Tive uma boa ideia! Essa máquina é fantástica! E sugiro à Nanda:

- Vamos começar, então, uma nova transação. Você aprova?
- Agora mesmo, querido. Mas vamos fazer o seguinte. Vamos começar um novo período de noventa minutos, depois que tomarmos uma ducha. Porque eu estou tão suada. E preciso de um bom banho.
- Puxa, Nanda! Você é demais! Não sei se mereço tanta atenção. Tanto carinho. Tantos mimos.
Nanda responde piscando os olhos.
- Você é querido! Você nem imagina, o quanto você é querido. Você é compreensivo. Você sabe agradar uma mulher.

Tomamos um bom banho. Mil carinhos. Sabonete deslizando nas curvas da ninfeta. Xampu. Cabelos molhados. Abraços. Desejos sendo desvendados. Beijos desvairados. No vale do coração. No sexo. Todo o restante foi mais que desatinado.

Trouxe a Nanda, do chuveiro à cama, em meus braços. Molhada. Despida. E outra vez, límpida.

Enxuguei-a com o maior carinho do mundo. Depois de inteiramente seca, com os dedos; fui redesenhando todas as suas curvas. Até que ela me diz, com um olhar muito carinhoso:

- Vamos contar o tempo do outro período, a partir de agora?

Como negar um pedido desses: Como vou negar? Isso é praticamente uma ordem. Não há como negar. Então, respondo:

- Você é quem comanda, Nanda! E você sempre esteve no comando. Estou todo a seu dispor. E a seu inteiro prazer.

Tivemos outros noventa minutos, ultrapassados, do mais ardente sexo. Onde nada havia sido combinado. Onde tudo foi permitido. Tudo, loucamente, abusado. Sexo sem vergonha. Safado ao extremo. Sem pudor. Sexo ultrapassando os limites da mais pura sacanagem. Enfim, levo a Ninfeta ao terceiro round de prazer.

Foram momentos maravilhosos, que jamais deveriam ser compartilhados com um bando de sonegadores.

A Nanda chegou ao motel às 17:01 em ponto. O táxi a levou, pontualmente, às 21:15. Até tomarmos outro banho. Ela conseguir ajeitar os longos cabelos. Até fazermos um lanche rápido, porque sexo bom dá uma fome! Até o garçom chegar com a conta. Até arrumarmos tudo e verificarmos se não havíamos esquecido alguns dos nossos pertences. O tempo voa ao lado na Nanda.

A surpresa especial. A Ninfeta surpreendendo até o fim.

- Querido. Quando eu faço uma surpresa especial, gosto de doar o conjunto de lingerie ao surpreendido. Você mereceu. Para você nunca mais se esquecer de mim. Tome. Guarde a calcinha, as meias, o chapéu. Quando sentir saudade. É só pegar no fundo da gaveta. Fazer carinhos. E lembrar dos momentos que vivemos aqui. Ou... só me chamar outra vez. Eu uso tudo de novo. Só para você.

Fico perplexo. Envergonhado. Não trouxe nada. A minha pressa de chegar. Então, resolvo perguntar:

- E você? O que você vai ter para lembrar de mim, Nanda! Eu não trouxe nada! Absolutamente, nada!
- Você trouxe o seu carinho. A sua atenção. O seu suor. O fruto do seu trabalho. A dedicação com que você me levou ao prazer. Isso basta.

Fico em êxtase emocional, sentado à cama, admirando as peças de lingerie. O Chapéu. O Suor. Nossos cheiros.

Finalizando, somente pelo acerto de nossas contas, em nenhum momento, senti estar na presença de uma garota de programa.
No final do jogo do prazer, empate técnico: 3 x 3. E o meu bolso e conta com furos de R$ 450,00, cada um.

E mais o período do apto do Panda com os gastos dos lanches R$ 260,00.

E se você chegou até aqui, mais uma vez; parabéns.

Obrigado pela leitura do relato. Esse não foi tão longo, mas somente nos melhores atendimentos, me dou o direito de ser o que sou.

Uso a oportunidade, que o fóruns me dão, para treinar o que mais amo fazer, depois do que relatei acima.
Repetindo. Fazer sexo é bem mais fácil do que escrever. Os dois são prazerosos. Mas sexo é muito mais.


Obrigado, Nanda!

Trepeteco. Será que vai acontecer?!

O grande risco: O vício

Ela é Ninfeta. É mulher. É linda! Deusa com ar de menina.

Escritor X.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Brand, curtiu esse TD.
NANDA NINFETA - Zona Sul - Macaé - RJ - (22) 99799-3093
NANDA NINFETA
POSITIVO
TEMPO: 90 MINUTOS VALOR: R$450.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

11 de Janeiro de 2016 às 05:01


NANDA NINFETA - http://servicos-adultos-sexo.vivalocal.com/acompanhante-erotico+botafogo/nanda-escort-girl-na-zona-sul-/128636375

TD: POSITIVO Fez Oral sem camisinha: Sim Fez Anal: Não Beijou na Boca: Sim Welcome

Nanda, ninfeta do interior - dos cabelos e olhos cor de mel, está no Rio de Janeiro.

CONTATO VIA WSAPP (22) 99799-3093

Um TD fresquinho para a rapaziada. TD POSITIVAÇO

Link de anúncio e fotos: http://servicos-adultos-sexo.vivalocal.com/acompanhante-erotico+botafogo/nanda-escort-girl-na-zona-sul-/128636375

Valor do Cachê por 90 minutos de atendimento, já incluso o valor do táxi: R$ 450,00 (Apenas para hotéis e motéis na Zona Sul do Rio).

Vocês não imaginam a satisfação de estar com essa menina. Sim, ela parece uma menina. Adolescente.

Se ela disser que tem 15 anos, vocês vão acreditar.

Se ela disser que tem 17 para 18 anos, vocês vão continuar acreditando.

Ela anuncia que tem 22. Ninguém vai acreditar!

Mas calma. Não vamos ficar babando ainda por isso. Estou dizendo que ela pode parecer ter entre 15 e 18 anos, mas usando roupas.

De roupas, pude ver uma menina de Ipanema ou do Leblon. Aquela moça que anda e que passa ao “Tom de Vínicius”. Tão linda. Tão cheia de graça. Que vem e devassa. Simplesmente bela, ao balanço, ao som, pelos caminhos que chegam ao mar.

Mas quando a menina tira as roupas; ela se transforma.

A adolescente de 15 ou 17 simplesmente é abduzida. :shock:

E entra em cena a mulher, Senhoras e Senhores: Deusa com ar de menina. :P

Quando chegou ao local para o encontro secreto, ela usava óculos escuros. Sandálias rasteiras. Um vestidinho, comportado, estampado com pequenas florzinhas. E uma calcinha branca.

Imaginem o êxtase de ver uma abdução?

E eu nunca havia presenciado uma.

Depois de muitos anos de vida, pela primeira vez, felizmente, presenciei.

Após a abdução, no palco, daquele quarto de hotel, entrou uma mulher simplesmente linda. Da mesma forma que na música, a pele branca é coberta pelo “Tom de Vinícius”. O que predomina é uma tez em tom levemente dourado. Com marquinhas muitos sexys de um pequeno biquíni comportado. (Detalhe que pequeno é diferente de minúsculo).

Procurando uma explanação para decifrar o corpo da Nanda de cima para baixo em detalhes, o que foi maravilhoso de se ver, após a abdução, foi o seguinte:

Uma mulher de cabelos castanhos em tons mesclados em escuros e claros, com fios bem finos. Sedosos. Muito bem cuidados. Os cabelos convidam para o controle e dominação de uma potra selvagem no cio. Uma bela guincha recém chegada do interior.

Vejo um rosto de menina ou de mulher. Ainda não sei ao certo. Um rosto belo. Traços finos. Delicados. Traços desenhados com perfeição. Quem terá sido o autor dos desenhos do corpo da ninfa?

Um sorriso branco, límpido. Dentes pequenos. Perfeitíssimos. Pareciam pequenas pérolas. O Sorriso da Nanda é contagiante.

Logo em seguida, pude ver um belo pescoço. Fino. Lindo. - Minha imaginação => Quero beijar - Apertar de leve - Quase enforcar.

Logo abaixo do pescoço, um belo par de ombros. Convidando aos carinhos e beijos.

Abaixo dos ombros, o colo com um belo par de seios. Siliconados. Bonitos. Deliciosos de se ver. Não só de se ver. Continuo sonhando => Beijar o vale do coração. Não somente o vale. As montanhas, seus picos. Melhor, bicos. Pontudos. Pequenos funis rosados com tons avermelhados. Mas aquele vale merece ser explorado de outras formas, além de ser muito beijado. Não só ser muito beijado. Aquele “Vale do Coração” merece ser invadido.

A cintura afunilando ao centro. Bem Fina. Lembra um pequeno violão. No centro do ventre, um pequeno brinco dourado preso ao umbigo. (chamo de brinco, porque não gosto da palavra piercing. Eu vejo um brinco. Um brinco no umbigo).

E definindo o brinco, posso dizer que é um dos mais lindos e sensuais que vi. Também um dos mais estimulantes. Único. (No relato, explicarei melhor). Com formato de uma pequena borboleta e um conjunto de pequenos fios longos, finos e também dourados, que vão se afunilando em forma de cascata. Pelo que sei, a borboleta representa o espírito de liberdade. Assim como a borboleta, a mulher floresce, e de menina se transforma em mulher. E com o dom de criar uma nova vida. Ou seja, fica fácil concluir que estar com a Nanda é experimentar este espírito livre, da menina que se transforma em mulher, instantaneamente.

Do brinco para baixo, a visão é avassaladoramente tentadora. As curvas do tipo violão realçam demais o corpo da menina ou da mulher. São duas curvas lindas. Generosas, delicadas, perfeitas. Pareciam ter sido desenhadas por Oscar Niemeyer. O gênio das curvas.

Entre as pernas, uma linda xoxotinha. Delicada. Fechada. As curvas e lábios, que se iniciam no clitóris, são finos, pequenos, quase invisíveis. O belo e pequeno botão do prazer é imperceptível. Tudo totalmente depilado. Nenhum filete de pelos.
E as pernas fazem todo o conjunto do corpo ficar divinamente perfeito.

Os pés são pequenos. Delicados. Dedinhos lindos e finos. Unhas bem feitas. Pés, que certamente, eu adoraria gastar pelo menos uma hora somente para beijá-los em uma outra oportunidade. Se eu fosse aquele homem-propaganda das sandálias havaianas, diria que a Nandinha tem pés número 34. Hehehe. Eu perguntei, não sou assim tão adivinho.

Depois de fazer um apanhado geral de tudo que visualizei da cabeça aos pés, me dei conta que os braços e mãos passaram-me quase despercebidos na checagem da primeira visualização. Vi que os braços, as mãos e os pés estavam lá, mas não cheguei a conferir minuciosamente os detalhes. Então, quando ficamos mais próximos, visualizei braços finos. Macios e levemente recheados. Não se via o formato das junções dos ossos do antebraço às mãos. No caso, as mãos são muitíssimas delicadas. Pequenas. Dedos finos. Também pequenos. E com as unhas muito bem feitas. A imaginação. Quero ser as rédeas nas mãos da mocinha numa cavalgada.

Detalhe importante, o qual eu dou grande valor. A pele perfeita. Nenhuma marca de tinta ou desenho na tez levemente dourada. Nenhuma cicatriz. Nenhuma tatuagem. Confesso que não sou fã de tatuagens. Não acredito que “tatus” incorporam mais beleza ao homem ou à mulher. Embora, já tenha apreciado um conjunto de tatuagens delicadas em algumas mulheres. Sei que é um paradoxo. Mas, em minha opinião, o corpo humano é muitíssimo mais belo sem tatuagens.


Nandinha se prepara para pegar um chuveiro para higienização. E adquirir aquela refrescância que nos falta nos dias de verão em nossa cidade. Ela chegou sob um sol de 40 graus.

Antes de relatar o encontro secreto, é bom que vocês saibam certos detalhes dos diversos anúncios sobre o atendimento da Mocinha do interior. Para quem pretende desfrutar dos encantos dessa mocinha-mulher do tipo, DELICIA! DELICIA! DELICIA! Na verdade quis dizer: Loucura de Vida Louca!

A Deusa com ar de menina, realmente, parece uma adolescente, mas é cheia das atitudes que só uma mulher madura e bem vivida pode ter. E vocês vão entender onde eu quero chegar, porque fiz um condensado dos vários pequenos detalhes apresentados nos variados anúncios que me seduziram e me e levaram ao primeiro contato, via wsaap. E finalmente, ao encontro secreto com a Nandinha.

Vamos ver os detalhes dos vários anúncios, condensados neste relato por mim, e postados na Internet pela Nanda:

(NÃO ATENDO FUMANTES)

Acompanhante estilo ninfeta com rosto delicado. Meiga, muito discreta e paciente.
Meu corpinho é no estilo mignon.
Tenho um jeito alegre e de bem com a vida.
E faço um tipo de namoradinha muito putinha. Muito safada.
Companhia ideal para homens exigentes que buscam qualidade e satisfação no atendimento.
Que é feito de acordo com o que você deseja e me proporciona.
Sou envolvente. Procuro sempre agradar meus clientes.
Meu propósito é realizar e satisfazer o mais íntimos dos desejos.
Sou amante do bom sexo. Daquele tipo que nos faz suar.
Os que experimentam estar comigo, levam consigo uma experiência. Não apenas um atendimento.
Deixo o clima natural, sem nenhum tipo de pressão. Nada mecânico ou robotizado.
Faço questão de me empenhar, e se possível, dar e sentir muito prazer.
Adoro fazer e receber sexo oral.
Gosto de homens com atitude.
Que falam o que têm vontade.
E aprecio, também, os gentis e educados.
Sou muito prezada pela higiene. E adoro homens asseados da mesma forma.
Essas são as coisas fundamentais, para termos um encontro inesquecível e prazeroso!
Meu desejo é vê-lo indo embora com um belo sorriso no rosto, e muito satisfeito.
Pode ter certeza, te levarei ao delírio!


Então, a atitude dessas palavras nos variados anúncios pela internet.

As fotos que encontrei nos mesmos anúncios.

As fotos que ela posta no perfil do wsapp (22) 99799-3093.

Este somatório de fatores deixou-me fragilizado de tal forma, que me senti seduzido ao ponto de marcar um encontro com a Nanda. A bela ninfeta do interior.

E vamos combinar uma coisa, confrades! Com esse tipo de autoconfiança no que faz; só pagando pra ver.

Atenção, fumantes! Nem tentem marcar. Se ela sentir o aroma do cigarro em suas roupas, no hálito; a mulher-mocinha se retira do recinto. Ela deixou isso muito claro nos nossos papos via wsapp.

Quando descobri um anúncio que ela faria uma temporada aqui no Rio, eu meio que enlouqueci de vez. Só que no anúncio não informava as datas. Já estava sonhando e planejando um dia de fuga para cidade da Nanda. Essa ninfeta no Rio. Passei imediatamente minha primeira mensagem de wsapp. Mas como não poderia deixar de ser, ainda não aprendi a ser palhaço. Mas sempre estou procurando fazer uma graça. E dessa forma, resolvi enviar uma mensagem, após ver uma foto no perfil de wsapp da Nanda, onde aparecia o mar na altura da Avenida Niemeyer.

Minha primeira mensagem nas vésperas do Natal.

Bom dia, Nanda!
Por essa foto, temos que adivinhar que vc já está no Rio?
Se vc está, pretende ficar até quando?
Eu estou meio com a cabeça quebrada. Apesar disso, já estou legal. Mas fiquei meio doido pra conhecer vc.
Beijos.

A Ninfa responde:

Olá! Vou ao Rio no dia 08 de Janeiro.

Então, respondi.

Até o dia 08, já devo ter tirado os oito pontos da cabeça. E dessa forma, posso ganhar seus carinhos de forma especial?

Ela responde:

Está bem. rs. Boa recuperação.

Outra vez, respondi.

Obrigado. Hehehe. Mas minha cabeça quebrada não me impediria de te dar uns pegas antes disso. Se bem que os antibióticos cortam um pouquinho de T. Hehehe.

Recebo de volta, uma solzinho sorrindo. Aprovado

E para continuar fazendo graça, fui enviando mensagens devido a minha alta ansiedade pela espera do dia 08.

- O Natal chegou. O dia 08 de Janeiro, nada.

Nanda responde.

- Logo chega. Feliz Natal.

Respondo com agradecimento. E o mesmo desejo por um Natal Feliz.

No dia de Natal, ela posta no status do wsapp, palavras sobre a forma dela viver, resumindo: Vida Louca.
Morrendo de rir do que estava escrito no status. Na foto, a Nanda com um sorriso, mordendo a linguinha. Já que adoro fazer uma graça, não aguento ficar quieto ao deslumbrar tão bela imagem da fronte. Sem cortes. Sem máscaras. Um rosto divinamente lindo.

Então, envio a seguinte mensagem.

Que linguinha lindinha é essa?
Ahhhhhh, nem responde!
Eu já imagino o quê essa linguinha lindinha é capaz de fazer.

Ela retorna à minha mensagem com KKKKKKKKKs

Mais perto do fim de ano, envio outra mensagem.

O Natal chegou. Já passou. Já está chegando o Ano Novo. O dia 08, que tanto quero, não chega.

Nanda responde.

- Vai chegar.

No dia 30 de dezembro, eu envio outra mensagem, retrucando a postagem da Nanda no Status do wsapp.

Lembrei de vc no ato.
Amanhã, vou sair de casa. Só volto no ano que vem. Agora, Sou é vida Loka.

A Nanda me manda um solzinho sorrindo e piscando um olho. Piscada

No primeiro dia do ano, não me agüentando de ansiedade, envio outra mensagem.

Chegou e passou o Natal. Estamos em um novo ano. Só o dia 08 que não chega!

A Nanda responde.

- Vai chegar.

No dia 06 de Janeiro, a ansiedade estava no limite. Resolvi enviar outra mensagem.

Já estamos de novo num ano velho e com seis dias.
Chegou o dia de Reis.
Mas o dia 08, o dia de ver e dar uns bons pegas na princesa, não chega.
Ou será Rainha?
Só sei que no dia 08, eu quero ser rei.

A Nanda responde.

Está mais próximo.

Entre os dias 7 e 8, conversamos muito e animadamente. Por toda a viagem em que a Nanda partiu do interior até ao Rio de Janeiro, fomos trocando provocações. Ela chegou à rodoviária Novo Rio por volta das duas da matina, no dia 08. Combinamos que nos encontraríamos no Hotel Shalimar, à tarde. Por volta das 15 horas.

Cheguei um pouco antes, e logo enviei, pelo wsapp, o número da suíte. Como ela estaria na zona sul, entre Copacabana, Ipanema ou Leblon, o Shalimar fica mais próximo desses bairros. Visualizei as suítes disponíveis apenas pelas fotos do site do hotel. Há muito tempo, não ia ao Shalimar. Seguramente, há mais de 15 anos. As fotos atuais do site apresentavam suítes novas. Reformadas. Mas tudo é pura enganação. Nem vou dar nota ao hotel. Está decadente. E me senti muito envergonhado, por ter convidado a Nanda para o nosso encontro secreto no Shalimar. Pelo menos, a suíte estava limpa.

Quase que instantaneamente, o telefone toca. A telefonista informa que minha companhia havia chegado. O coração acelera.

Pensei: A Nanda faz o encontro acontecer em tempo real! Uau... E o dia 08, enfim, chegou.

Quando chegou ao local para o encontro secreto, ela usava óculos escuros. Sandálias rasteiras. Um vestidinho, comportado, estampado com pequenas florzinhas. E uma calcinha branca. (A cor da calcinha, lógico que descobri um pouco depois).

Com a aparição da Nanda, esqueci-me completamente da espelunca do Shalimar. Nada mais importava.

A Nanda sorri. Ganho um selinho demorado. E alegremente, ela diz.

- Enfim, o dia 08 chegou! Gostou do que vc está vendo.

Com certa malandragem, respondo de uma forma negativa. E depois, positiva.

- Não gostei, no passado. - Dou uma pausa. A Nanda me faz um olhar de susto. E eu, da mesma forma, estou muito assustado. E ela começa a me advertir sorrindo, desconfiando que eu estava curtindo uma brincadeira, por dizer que não gostei.

- Tem certeza, que você não gostou? - Lógico que ela desconfiava, que eu estava de zoação.

Automaticamente, ela se afasta um pouco mais para perto da porta de entrada e faz uma voltinha rapidamente, para que eu a admirasse em 360º. O Vestidinho da Nanda, que escondia levemente os joelhos – com o rodopio, revela instantaneamente a cor da calcinha. Branca. Fico mudo em êxtase por alguns segundos. Imagino. Que pernas. Que bumbum lindo que eu vi. Mas foi tão rápido. Então, suplico.

- Faz isso de novo?

- Não faço, você disse que não gostou. E até agora, não sei o que vc não gostou. – A Nanda caiu na minha pilha. Eu estava só começando uma nova brincadeira. Uma nova graça. Então, retruquei.

- Nanda, você não deixou, eu terminar. – Sorrio disfarçadamente. - Vou repetir. Não gostei, no passado. Repetindo. No passado, não gostei. Porque já gosto muito do que vejo. Não vou conseguir parar de gostar. Vou continuar gostando. E quero ver mais para gostar mais. Faz um rodopio de novo? Por favor, faz.

- Ahhhh, ainda bem. Pensei que vc não tivesse gostado do meu vestidinho. Do meu jeito. Da minha pessoa.

- Gosto de tudo. Mas confesso, estou assustado. Aliás, muito assustado.

- Assustado, com o quê?

- Nanda, desculpe. Mas você é maior de idade?

- Ahhhhh, por isso vc se assustou?

- Sim, eu me assustei, vc parece ser menor de idade. Como vc entrou no hotel? Vc pode responder?

A Ninfeta começa a sorrir. Eu fico sem entender. Enquanto ela gargalha zombando de minha pessoa, fico pensando. Será que essa menina é maior de idade? - E sou interrompido após as gargalhadas, e não com uma resposta sincera, mas com uma nova pergunta.

- Se eu disser que tenho 15 anos, vc vai acreditar?

- Sim. Claro.

- E se eu disser que tenho quase 18, vc continua acreditando?

- Claro que sim.

- Mas eu tenho mesmo os 22. Todo mundo se assusta, quando eu digo que tenho 22. Porque ninguém acredita. Eu não postaria nos meus anúncios uma idade falsa. E até a moça da recepção do hotel, pediu para ver minha identidade. (risos de ambos).

Sorrimos nos abraçando. Um abraço apertado. Agradeço por ela ter vindo ao meu encontro. Peço desculpas por duvidar inicialmente. Mas nos meus pensamentos, eu não entendia nada direito. As fotos, que vi nos sites que ela anuncia, são aparentemente de uma mulher. Uma mulher formada. Não parecia uma ninfeta. Como isso pode? Fico pensando. Mesmo assim, resolvi continuar nosso diálogo.

- Ok, estou mais tranqüilo. Não vou pedir pra vc mostrar a identidade. Eu acredito.

- Se você quiser, eu mostro. Sem problemas.

- Mas o seu nome é mesmo Nanda? Fernanda, aliás?

- Claro que não. Fernanda é meu nome de fantasia.

- Então, você não precisa mostrar. Eu acredito. Não quero ver o seu nome de verdade. Mas não parece mesmo que vc tenha 22 anos.

- Eu sei, mas vamos deixar essa conversa, e vamos fazer o que é bom de verdade. Vou tomar um banho, deite um pouquinho pra vc relaxar do susto. Mas antes assista e me diga agora, se eu pareço ter entre 15 ou 17.

É nesse momento que assisto à abdução. A Nanda faz um show de Strip-tease à minha frente.

A menina chega. De repente, ela tira as roupas. Depois, aparece-me uma mulher encantadoramente linda, completamente nua. E para ter certeza, antes de ir para o chuveiro, ela me faz a seguinte pergunta:

- E agora, qual a idade que pareço ter? Quero uma resposta sincera.

Fico pensando. Não sei responder. O que eu respondo? Responde alguma coisa, Moleza. Chuta qualquer idade. Até que encontro uma resposta.

- Sinceramente, sei lá. – sorrio - Mas já que vc quer uma resposta. De roupas, você parece ter 15. Nua, mais de 18. Talvez, mais de 19. Mas com certeza, 22. No máximo. – Dou um sorriso sem graça. Ou um sorriso de bobo. Surpreendentemente, a Nanda me denomina de...

- Seu bobo! – E sorrimos juntos. Aproveito para ganhar mais selinhos.

Então, fico pensando. Como a Nanda é divertida. Desencanada. Que menina legal. Que mulher gostosa. Eu fico procurando palavras de como definir a Nanda.

Ela vai para o banheiro. Escolhe uma toalha. Entra no chuveiro. E eu fico embasbacado. Não dá a mínima por eu estar presente assistindo tudo do outro lado da porta do blindex. Fico em êxtase e um pouco envergonhado. Então, saio e vou arrumar minhas coisas. Ainda não havia tomado meu banho. Não separei as camisinhas. Não tinha feito nada. A moça foi pontualíssima. E o meu pensamento perturbado com tamanha felicidade: Cara, você se deu bem! Que mulher gostosa é essa?! Que maluquice é essa?! Ainda agorinha, essa menina chegou aqui com 15 aninhos. De um minuto para o outro, ela virou um mulheraço. Como pode isso? Perguntava e respondia aos meus próprios pensamentos. Sei lá!

A Nanda sai do chuveiro. Enrola-se em uma toalha. Ajeita os cabelos. E me chama. Eu espionava seus movimentos pelos espelhos da suíte.

- Agora é a sua vez. Vem tomar seu banho.

Obedeço. Ela prontamente se vinga. Fica me olhando pelo blindex. Depois que se seca, ela corre em pequenos passos. Se dirigindo de volta ao quarto. Eu continuo no meu banho. Em alguns segundos, a Ninfa me chama.

- Não demore. Já estou pronta. Estou te esperando.

Fico no silêncio dos meus pensamentos. Como pronta? Como assim? Ela está nua ou colocou algum tipo de lingerie sexy?

Saio do chuveiro. Começo a me enxugar rapidamente. O desejo, de estar com a Nanda na cama, é grande. Um outro alguém já está bem grandinho também. Latejando. Dizendo ao meu pensamento.

- Quero a Nanda! Quero a Nanda! Quero a Nanda! Enxuga-se logo, Moleza. Escove os dentes, Seu Moleza! Rápido. Mais rápido. Vamos. Quero a Nanda! Quero a Nanda! Quero a Nanda!

- Pinto rosado falante, me deixe em paz. - Respondo em pensamento.

Mas obedeço à cabecinha rosinha pensante. Cabecinha mandona essa. Faço minha higiene bucal rapidamente. Não me enxugo nada direito. Saio do banheiro quase que voando. Não percebi um degrau à beira da cama, justamente na hora em que eu ia falar para a Nanda que não me enxuguei direito. Tropeço. Caio ainda com cabeça quebrada à mostra, mas consigo me apoiar na própria cama, sem me machucar outra vez. Que sorte. E da mesma forma, caio na gargalhada. Ela, também. E a Nanda pergunta.

- Vc não viu o degrau? Machucou?

- Vi. Mas quando percebi o degrau, já era tarde. Escorreguei. Tropecei. Eu estava doido pra chegar aqui na cama, mas não desse jeito, voando. Mas felizmente não me machuquei. E também não me enxuguei direito, heim!

Nanda me esperava completamente nua. Ajoelhada sobre o lençol. E da mesma forma, me ajeito, ajoelhando-me frente a frente para aquela menina. O pensamento vem rapidamente para me corrigir: Mulher! Mas, talvez, seja uma Deusa, com o poder de se transformar no que ela bem entender. No que ela bem quiser. Não sabia de mais nada. Nada conseguia definir. Eu estava perdido naquele quarto, frente a frente para uma Ninfa. Olhamos-nos demoradamente. Sorrimos um para o outro. Até que a ninfeta curva a fronte, talvez envergonhada com os meus olhares ou em direção do meu amigo latejante que pulsava. Ao abaixar a cabeça, uma mecha dos belos fios de cabelos castanhos cobre metade daquele lindo rosto. Resolvo ajeitar as mechas e aproveito para acarinhar aquela face tão bela. Tão jovem. Vejo uma mulher ou Deusa. Deusa ou menina. Ainda não consigo definir. O silêncio predomina nos ares. Estávamos sob a penumbra de um quarto quase que totalmente às escuras, e até aquele momento, em inação. Eu aproveitava para apreciar tudo o que aquela mulher tem a oferecer. Os cabelos. Os olhos. O nariz. As maças do rosto. A tez dourada. Os lóbulos. Os brincos. O pescoço. O colo. Os braços. As mãos. O Ventre. As pernas. Os pés. Tudo nela é sensualidade. Mas o vale do coração entre os seios é pura prosa e poesia.

Pergunto mais uma vez ao meu íntimo. Que mulher é essa? O raciocínio, enfim, a define: A Nanda é uma Deusa com ar de menina.


Nanda interrompe o silêncio do ambiente, me faz novamente uma mesma pergunta, mas de uma outra forma. Com o seu jeito todo delicado de pronunciar de quem vem do interior. Uma forma única de exprimir as palavras simplesmente.

- Vc está gostando do quê vê?

- Muito. Você é bela. Nice. Beautiful. Vc é, com certeza, uma linda mulher. - Respondo sussurrando, depois de procurar um pouco mais de ar para respirar. Porque eu tinha que encher meus pulmões já enfraquecidos por tanta contemplação.

Ela agradece. E nessa hora, percebo que a menina que chegou coagida para provar ser maior de idade, não estava mais naquele quarto de hotel. Na minha presença, a mulher e seus sorrisos de agradecimento contagiavam todo o ambiente. Não precisava da comprovação por minha parte. Ela sabe que é uma bela mulher. E não é necessário trazer a prova de mais nada.

Em seguida, aproveito para quebrar o gelo, e depois dos belos sorrisos que trocamos; resolvo beijar o vale do coração. Como é quente. Sinto o grande pulsar da úbere. O perfume é de enlouquecer qualquer mortal. Fecho os olhos para sentir todo o aroma da pele dourada. Viajo ao espaço sideral sentindo aquela fragrância de sentidos palpitantes. Levemente encosto a face nos seios perfeitamente desenhados. Subindo lentamente, experimento sabores, aromas e desejos. Semeando mais beijinhos em cada canto do intervalo e logo acima do vale do coração. Ainda não toquei os seios com minhas mãos ou lábios.

Do vale, encaminho-me para invadir e propalar o colo com mais beijos. Meus lábios partem sedentos para os ombros. Ombros lindos. Tenho muito a explorar daquela tez tão macia. Dos ombros ao pescoço, já sinto um pequeno êxtase de ambas as partes. Aperto delicadamente aquela garganta frágil, estreita, fina. Então, a Deusa suspira, com todo ar de menina. Depois de muito comprimir suavemente, quero partir para a queixa inferior do tão belo mento. Encaminho-me à ponta da pequena cova do queixo. Em seguida, sinto-me completamente fora de controle. Quero saber os desejos mais secretos dessa mulher. Quero contar os meus segredos mais profanos e libertinos. Sinto os lábios da Deusa com ar de menina. A seiva. A língua. A textura. O sabor. A delicadeza. Os segredos próximos à descoberta: O beijo.

Beijos são segredos que somente confessamos com a boca. Sem nenhuma necessidade do funcionamento dos ouvidos. Se bem que eles merecem ser também muito bem beijados.

Deixei-me hipnotizar pelos encantos que aquela mulher oferecia. Ela ordena de uma forma soberana, que eu me ajeitasse perfeitamente na cama. E de certa forma, sendo conduzido pela Ninfa para receber um trabalho especifico no brinquedo de cabeça rosada, vou me ajeitando às suas ordenações. Transformando-me em um verdadeiro súdito, obedeci plenamente às ordens da princesa do sexo bem feito. Não teria nem o porquê, de não obedecer. O primeiro beijo, meu amigo latejante recebeu com uma extrema felicidade. Foi um beijo suave. Em seguida, mil beijinhos. A partir daí, ora, eu fechava os olhos. Ora, apreciava o belo desenho formado pelas pontas daqueles lábios perfeitos beijando cada centímetro do brinquedo de cabeça rosada, não mais falante. E que agora, se mantinha completamente mudo. Foram infinitos beijos. Incontáveis. Repentinamente, aquela boca de lábios carnudos se deixa invadir. Mesmo surdo, cego e mudo, o brinquedo tem uma capacidade absurda de sentir carinhos e prazeres linguísticos. Sinto grandes movimentos circulares por toda glande. Deliciosos. Harmoniosos. Suaves. Gulosos. Encharcados. Sugadores. Todo o meu corpo latejava, e eu sentindo uma felicidade plena por receber enorme mimo. Eu estava literalmente sendo sugado. Foram minutos de puro êxtase. Mas sei controlar. E não é hora de por fim a tamanho desejo. Por fim ao enorme tesão. Os sons que os beijos produziam eram divinos. O mesmo som do prazer de se deliciar com um sorvete. Sentindo-me em estado de graça; também achava graça da pureza daqueles sons vindos da boca que cultuava o meu pênis. A Nanda parece ter um tipo de crença que toda mulher deve sempre dedicar todas as honrarias ao brinquedo do prazer que nós homens possuímos.

Hora de retribuir o oral. Em meu intimo, mãos, dedos e língua, iriam trabalhar para retribuir o que foi proporcionado ao membro latejante. Tínhamos a certeza que levaríamos aquela mulher ao delírio extremo.

Quase que satisfeito aos carinhos lingüísticos da Nanda, faço questão de proporcionar o prazer da mesma forma. Fazer o caminho de volta em agradecimento, mas devo iniciar onde os meus carinhos foram finalizados. Partindo com um beijo. Depois com mil beijinhos semeados do queixo ao sexo úmido da Ninfa. Então, é chegada a hora de retribuir o oral. Em meu intimo, mãos, dedos e língua, iriam trabalhar para retribuir o que foi proporcionado ao membro latejante. Tínhamos a certeza que levaríamos aquela mulher ao delírio extremo, e de forma oral.

Inicio os trabalhos, descendo a fenda na ponta do mento. Fazendo os caminhos de volta. Queixo, pescoço, ombros, colo e o vale do coração. Só neste momento que toco as mãos e língua nas pontas e nas bases dos seios daquela mulher. Os seios mereceram carinhos especiais. Muitos beijos, apertões e lambidinhas leves primeiramente no seio esquerdo. Depois o direito. Não aconteceu quaisquer tipos de frescuras por parte da Nanda por beijar, beliscar ou apertar os seios. Vejo os confrades reclamando de tantas acompanhantes e suas frescuras. A Nanda, totalmente sem frescuras.

Mas voltando ao meu trabalho de levar à Nanda ao prazer que ela tanto gosta; adoro fazer sempre o sinal infinito, tomando como base as pontas mais sensíveis dos seios, já rígidos pelo prazer do tocar. Para quem nunca foi beijada ou beijado dessa forma, e melhor explicando; ser tocada pela língua em forma de infinito em alguma parte erógena, faz com que a sensação de prazer aumente da mesma forma, infinitamente. O sinal de infinito, do latim infinítu, dá significado as coisas sem limites, incontáveis, imensuráveis. Ou seja, infinito é o símbolo que representa aquilo que não tem começo e nem fim e que representa a eternidade. O que é sagrado. A divindade. A evolução humana. O amor e o equilíbrio entre o sexo, o físico e o espírito. O sinal é representado pelo número oito na horizontal, ou seja, uma curva geométrica com um traço contínuo simbolizando em sua forma, a inexistência do início e do fim. Pode ser que a Nanda não tenha percebido a distribuição de beijos e lambidas nas formas do sinal de infinito. Eu repeti o sinal no vale do coração, nos seios, no abdômen, no clitóris, e no orifício de felicidade que tanto cobiçamos pelo prazer maior. Não estou aqui para ensinar isso, mas é só colocar a cabeça pensante para funcionar e experimentar o “carinho em sinal de infinito”. As mulheres adoram.

Como o objetivo desses carinhos era levar a Nanda ao prazer extremo. O importante, a saber, é que a interseção ou o centro do sinal foi feito exatamente sobre o clitóris, e as voltas são feitas exatamente na junção das virilhas esquerda e direita. Formando assim o número oito na horizontal. Vários minutos, lambidas e beijos foram gastos para que ela estivesse próxima ao prazer da excitação sexual, e assim atingisse a máxima intensidade. O que só foi conseguido, em plenitude, pelo toque do que chamo de ponto fatal. Ouvir a mulher aumentando os decibéis dos gemidos pouco a pouco, conforme se aumentava a pressão dos beijos, carinhos e lambidas no clitóris, na entrada da vagina, nas virilhas e no ânus, foi o som mais divino que pude ouvir no TD realizado com a Nanda. Ao final desse ato, quando recuperou a normalidade da respiração após um orgasmo intenso, ela me confidencia com um ar de sutil delicadeza e felicidade.

- Vc conhece o meu corpo melhor do que eu mesma. E é a nossa primeira vez... Tem um lugar que vc tocou... No início, pensei: Isso não vai dar certo. Eu me enganei. Eu senti algo tão intenso que nem sei explicar.

A partir desse momento, ela me pediu um tempo para recuperar o fôlego, e disse que me levaria a loucura também. Para fazer graça, eu respondi.

- Eu já sou louco.

Ela sorriu, e veio se empenhar ainda mais, conforme anunciava e prometia.

Infelizmente, pra vcs que gostam de ler, não vou ficar descrevendo tudo o que fizemos. Só vou divulgar alguns pontos essenciais e inesquecíveis.

A cavalgada que a Nanda proporcionou a mim ao lado do espelho, admirando a própria beleza e a todo conjunto de movimentos, foi algo demais maravilhoso. Eu até agora não sei o que foi melhor. Olhar para o espelho. Ou olhar diretamente para a ninfeta cavalgando. Uma delícia aquele cavalgar fazendo das minhas mãos rédeas seguras. Enquanto a cascata do brinco no umbigo excitava também o meu umbigo. E ao mesmo tempo, os seios se ofereciam às minhas lambidas e beijos.

Bater estaca, com a Deusa na posição de cadelinha no cio, foi outro ponto divino. A cintura fina e as curvas do violão, contrastando com as marcas do pequeno biquíni, são lindíssimas de se assistir. Show segurar o pescocinho nessa posição, faze-la gemer chamando pelos nomes que estão anunciados e por outros.

Observar a Nanda tendo a mostra os orifícios de prazer também na posição de cadelinha no cio, foi algo que considero muito fantástico. Abrir, beijar, lamber o orifício mais desejado por nós, é outro ponto inesquecível. Quase que eu consegui o algo mais. A abertura circular é muito apertada. Ela prometeu-me preparação maior para receber, em outra oportunidade, a minha cabeça muda, cega, surda e rosada. E eu brinquei muito, de variadas formas, no orifício mais desejado por nós.

Quero relembrar de uma parte dos anúncios da Nanda:

Gosto de homens com atitude
Que falam o que têm vontade.
Mas adoro, também, que sejam gentis e educados.
O atendimento é feito de acordo com o que você deseja e me proporciona.


Então, sejam espertos e desfrutem do que a Nanda tem a oferecer de melhor. Essa é a dica.

Em nenhum momento a Nanda pegou no celular para atender ou verificar as redes sociais.
Em nenhum momento a Nanda regulou o tempo.
Não faço a menor ideia do tempo. Sei que ficamos mais dos que os 90 minutos combinados. Mas não abusem. Acredito que essa Deusa com ar de menina é uma mulher de atitude impar.

Um outro diferencial do atendimento da Nanda. Ela atende apenas nos motéis da zona sul, e no valor do cachê já está incluso as despesas com o táxi.

A Nanda é uma mulher linda. Por demais atraente. Tem muita atitude. E dificilmente, divulgo isso. Valerá muito a pena repetir a dose de sexo com a Deusa com ar de menina.

Se você chegou até aqui, parabéns. Obrigado pela leitura do relato. Sei que são longos, mas somente nos melhores atendimentos, me dou o direito de ser prolixo. Mas uso a oportunidade, que o fórum me dá, para treinar o que mais amo fazer, depois do que relatei acima. Fazer sexo é bem mais fácil do que escrever. Os dois são prazerosos. Mas sexo é mais. Aguardem que estou preparando algo a mais para 2016. E posso ficar uns tempos sumido. Trabalhando muito.

Obrigado, Nanda! Comecei o ano com os dois pés direitos. O nosso encontro foi maravilhoso. Eta, Vida Loka! Ahhh, o dez no próximo encontro. Supere-se.

Feliz 2016, confrades. :D

ESCRITOR X. Xau

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
GABRIELA - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97671-5862
GABRIELA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM

17 de Maio de 2015 às 19:05


GABRIELA - http://hotside.com.br/acompanhantes-garotas-de-programa/rj/gabriela/2125

GABRIELA - Sabor picante de cravo e canela

Fone e contato whatsApp - 21 9767-15862

Hoje, o relato do TD será bem resumido. Assobiando

Numa visualização rápida de acompanhantes no hotside, preferi a Gabriela pela morenice.

Através de um contato rápido via whatsap, ela me passou fotos civis e os detalhes do atendimento por mensagem de voz.

A mensagem recebida:

“Meu estilo é namoradinha. Bem... (pausa)

Bem, não!

Sou muito safadinha. Mas não faço anal. Favor não insistir. Também não faço coisas bizarras.


Valor da minha hora = 300 reais
Para duas horas = 500 reais

Atendendo em meu local sem custos adicionais. Bem reservado e discreto.

Beijinhos Amor

Gabriela.”

No dia e hora combinados, ao chegar ao local que realmente é muito discreto, sou atendido; melhor, surpreendido por uma bela. Linda. Morena. De cabelos extremamente lisos e sedosos. Olhos negros. Pele morena de índia. Loucura. Desejo. Ardor. Welcome

Gabriela é muito melhor que nas fotos, ela é uma gata de rosto, o corpo é realmente muito bonito. Alta. Esguia. 1,76 de morenice.

Atendeu-me à porta usando um lindo macaquinho Jeans.

Seu local é discreto, porém muito agradável, mas acima de tudo, um ambiente muito aconchegante. A cama é espaçosa. Tipo cama box.

Vamos ao TD. Briga

Banho tomado. Ela me espera na sala ainda com macaquinho jeans. Muito, mas muito sexy.

Com um belo sorriso no rosto, ela me conduz até ao quarto.

Ela se vira de costas para mim e pede para eu abrir a roupa a qual estava usando. Descer o zíper do macaquinho. O Macaquinho cai e que visão! Vejo as costas com uma pele perfeita. Pele morena jambo. Sem marcas. Sem tatuagens. Tudo na medica certa. Seios lindos. Melhor, maravilhosos de serem tocados e beijados. Nem grandes. Nem pequenos. Pelas fotos no link é possível ver quase tudo.

Começo a beijar suas belas costas. Braços. Tudo que eu posso beijar. É muita morena para um caminhão só carregar. Até que ganho um beijo maravilhoso. Aliás, em todo o atendimento, os beijos da Gabriela são maravilhosos. Em nenhum momento foram sonegados.

Em seguida ela me oferece um oral maravilhoso do tipo garganta profunda.

Depois, alternamos. Ela adora ser beijada. Lambida. Seduzida com a língua. Girl2

Como o TD de hoje será resumido vou apenas dizer que a Gabi é muito boazinha. Boazinha? Não.

Ela é gostosa de cama. Oferece sinfonias e cânticos de prazer.

Sexo todo mundo sabe como é. Com a Gabi, seduza-a com a língua antes do sexo e seja feliz. Mas, infelizmente, não faz anal.

Apenas um, porém. Ela é “Caxias” na questão do horário. Ela divide o espaço com outra moça a quem não fui apresentado. Não sei quem é. O tempo começa a correr no momento da chegada do cliente.

A outra moça faria um atendimento após o nosso, no mesmo ambiente. Eu estava pensando em ficar duas horas e levei cartão vermelho quando o meu tempo de apenas uma hora acabou. Eu não falei o tempo que eu imaginava ficar. Ela não perguntou. Uma hora é pouco tempo com a Gabriela. Ela parece um parque de diversões. Não dá para brincar em todos os brinquedos em uma hora. É muita morena. É muito suor. É muito tesão para matar em apenas uma hora. Sessenta minutos pareceram poucos segundos com a Gabriela. Puto

Repeteco. Imagino que melhor será se for mais de três horas. Sacárstico

Um Abraço a todos. Xau

Escritor X.


ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Brand, curtiu esse TD.
1  

© GPARENA.NET