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22 de Março de 2016 às 22:03
Maitê - um Sorriso encantador. A minha “Sorrisinho”.
Colocando alguns relatos em dia... Vamos falar da Maitê. Mais para frente, falarei da Mel. Da Juliana uma blogueira muito doidona e doida por sexo... E da Nandinha, nosso encontro secreto ainda não aconteceu. Mas está chegando.
Procurando breves palavras para definir e suprimir um encontro secreto com a Maitê.
Ela é graciosa. É bonita. Morena. Jambo. Mulher de bem com a vida. Adora brincar e brinca de ser mulher. Adora fazer e proporcionar loucuras. Alguns diriam que é safada. Eu penso diferente. Ela até pode ser, mas na medida certa. Sem ser escancarada ou completamente devassa. Sem forçar nada. Sem ser vulgar. Ela gosta do que todos nós deveríamos sempre gostar mais. Ela gosta do sexo bem feito. Ela adora fazer bem feito. Como também gosta muito de ser de ser mimada e ao mesmo tempo agradada.
Ela é sexy.
Ela quer chegar ao clímax com louvores de variadas formas. Ela gosta de agradar o homem em sua companhia. Ela é a mulher que faz com que o homem que a acompanha sinta prazerosamente o delírio, o sexo, o prazer... do início, do meio, ao fim.
Para quem não gosta ou não tem paciência para ler, o TD pode terminar aqui.
Maitê – E seus belos sorrisos.
Será que eu consigo falar algo diferente dos confrades acima?!
Bem, beleza é algo muito relativo.
Porque “beleza está nos olhos de a quem vê”. Ramón de Campoamor y Campoosorio – Poeta Espanhol.
O que me instigou, inicialmente, à minha experiência com a Maitê, foi o primeiro TD publicado, dias antes ao relato do confrade Rovina. Confesso que já estava decidido a ter um encontro secreto com a Maitê, antes mesmo da publicação do relato do nobre confrade. Aprecio muito os relatos do Rovina. Podem ter certeza, o Rovina dá dicas preciosas. Mas antes de todos os relatos publicados; apreciei, com muito gosto, a L.D. da menina em outro fórum. Mas a pedido da própria Maitê, essa foi retirada por estar causando certo receio ou desconforto para quem está iniciando nesse meio obscuro e prazeroso dos “encontros secretos”. Maitê é uma bela iniciante nesse mundo que não é só de prazeres.
Apreciei muito as fotos divulgadas em outro local. Mas já retiradas.
O que se via na fotos publicadas na extinta LD?
Uma mocinha de biquíni. Em outra foto; apenas usando um belo sutiã de cor rosa. Numa outra, uma minúscula lingerie preta. Em outra, uma lingerie na cor azul. Uma foto deliciosa de bumbum para o alto. Fotos plenamente deliciosas de se olhar.
Resumindo o que eu vi:
Uma mulher esbelta, porém muito vistosa. Corpo proporcional à altura.
Em relação à úbere; havia uma foto onde o ponto central predominava um belo vale com seios médios, meio que escondidos. Ao mesmo tempo, o que era possível de se ver e imaginar; parecia ser um lindo par de seios em formato de pêra, os dois ou as duas pêras dentro de um belo sutiã na cor rosa.
As pernas: Longas. Recobertas de pura morenice.
Cabelos longos, sedosos, castanhos e iluminados. Muito bem tratados. Lindíssimos.
Mas não era possível analisar nada do rosto.
Nenhuma foto mostrava o rosto de Maitê. Nenhum detalhe. Nenhum sorriso. Nada a imaginar.
Resolvi cadastrar em meu smartfone, o número divulgado para conferir o wsapp.
No perfil dela "wsapp", onde a menina trocava as fotos diariamente. E em muitas das vezes, a cada período do dia; essas fotos foram me causando diversos transtornos possessivos e obsessivos.
Essa forma de marketing pessoal foi o ponto chave que me levou a estar certo para agir de forma a concretizar que estar nos braços dessa mulher seria algo muito mais que divertido. Muito prazeroso.
Mas por que eu pensava assim?!
R - Por que as fotos me enlouqueciam a cada vez que trocadas.
Mas quero lembrar aqui mais uma vez: “A beleza está nos olhos de a quem vê”
O que, a mim, pode ser belo; de igual forma, a você, leitor, não será.
Mas o que se via nas fotos?
Uma morena “jambo”. Muito bonita de corpo e rosto. Pele bronzeada bem ao natural. Vistosa e com belas pernas levemente torneadas. Cabelos, sempre, muito bem cuidados. Lisos. Castanhos. Muitos iluminados. Pelo visto, muito sedosos também. A boca carnuda. Lábios grossos. E sempre muito Sorridente. E sempre aprontando alguma brincadeira em variados locais fechados ou abertos do Rio de Janeiro.
Acredito que seja melhor vocês entenderem as formulas com que uso para atingir os objetivos traçados e, então, alcançar os prazeres intensos com uma mulher totalmente desconhecida. Eu gosto muito de colocar apelidos nas meninas, e como sei que todas elas usam nomes artísticos. Melhor dizendo, essas “nossas” mulheres de assuntos forísticos, que ora nos encantam - ora nos frustram, usam nomes fakes como forma de esconder a real identidade puritana. Assim como nós nos escondemos nossas identidades, através dos nicks de fórum.
Então, como já estamos carecas de saber disso, apesar de toda nossa curiosidade para descobrir o nome verdadeiro na maioria das vezes sem sucesso; o eu gosto de fazer?
Eu adoro colocar apelidos nas moças. Claro, que sempre apelidos muito carinhosos.
E vcs me perguntam:
Mas por que isso?!
Quando as meninas me levam ao delírio no encontro secreto, quando é muito bom o ato final, não gosto de gritar o nome fake que elas escolheram na hora do gozo. Eu sou bem escandaloso quando chego ao clímax. Se vocês já foram em algum motel, e escutaram um cara gritando loucamente na hora do gozo, um grito louco com um nome ou apelido, provavelmente; esse cara pode ter sido eu. E eu não gosto de gritar o nome falso. Em outra oportunidade, posso explicar melhor. Mas me sinto num um clímax falso ou num momento falso. Não sei se vocês me entendem. É mais ou menos isso. E pelo mais*, pra mim, os apelidos, que invento, são todos verdadeiros.
* Pelo mais (Como não gosto de falar de quem me agrada com “pelo menos”; quero dizer que quando uma menina me leva a um gozo delirante merece sempre “pelo mais”). Sempre +.
Resolvi fazer o primeiro contato pelo wsapp com a Maitê.
Praticamente, na linha direta, ela passava todas as informações do atendimento, mas gosto de buscar um tipo de contato, e acontecendo o primeiro encontro, eu já tenha antes do ato, algum tipo de afinidade. Alguma pequena intimidade que NÃO nos faça começar do PONTO ZERO na chegada da mulher ao local do encontro secreto. Para isso, dentro das características físicas de cada uma delas, vou procurando o melhor apelido. O apelido que se encaixa perfeitamente à mulher. E para apelidar a menina, é preciso fazer o primeiro e outro contatos e aguardar algo ou a ideia que me dê o ponto de partida para o apelido perfeito ao meu gosto.
Então, mentindo no primeiro contato, resolvi enviar esta mensagem:
“Boa noite, Maitê.
Um amigo indicou vc. (Na verdade, confrades; um forista foi quem indicou)
Meu amigo não para de falar que vc é inesquecível.
Mas não me deu nenhuma dica. Só diz, o todo tempo, que a Maitê é incrível.
Ele me deu apenas o seu fone.
Não me deixou ver nada no celular dele. Diz ter fotos suas sensacionais, mas não mostra.
Deixou claro para não te ligar.
Que vc retorna via wsapp com fotos e tudo que preciso saber para atestar que vc é realmente incrível.
Vc pode me dar detalhes do seu atendimento, do local base ou bairro para um encontro secreto?
Fico aguardando, “Mulher Incrível”!
Beijo Carinhoso.”
E claro que minha mensagem era meio que enganação. O amigo a quem me referia, era o confrade contando o primeiro TD positivo com a menina em fórum.
Mas não tive resposta dessa primeira mensagem.
Então, insisti em mais outra. Tudo na tentativa de subir minha mensagem. Porque concluía que possivelmente a minha primeira comunicação tinha ficado para baixo entre muitas outras na linha de prioridades do wsapp. (As últimas a serem postadas sempre aparecem na parte superior do aplicativo).
Vamos combinar...
Cá entre nós; quando aparece uma novata bem relatada em algum fórum por um forista confiável, sinto que parecemos urubus em cima de carniça. Todo mundo quer tirar um pedaço. Melhor dizendo. Todo mundo quer comer. Só que comer uma bela carne fresquinha. Comer a carne nova do pedaço.
É ou não é?!
Então, resolvi subir minha mensagem mais uma vez. E mandei outra:
“Por favor, Maitê: Me informe, também, o melhor horário disponível.
Suas medidas de corpo. Tipo de atendimento. Se completa. Se finaliza.
Os valores de períodos diferenciados de tempo. Se há bonificação para tempos maiores.
Ainda aguardando.
Beijos.”
Mais uma vez, sem resposta.
Na tentativa de continuar subindo minhas mensagens na grade do wsapp...
Lancei mais uma mensagem sempre buscando que os meus pedidos de informação ficassem na linha superior de prioridades do aplicativo.
“Aguardando ansioso”
Mais um dia de espera... Nada... Sem resposta.
Então, lancei a mensagem derradeira, na tentativa de ajudá-la a responder tantas mensagens iguais:
“Talvez vc deva ter trocentas mil mensagens iguais a esta para responder.
Mas se vc fizer uma mensagem/resposta padrão, basta copiar/espelhar/colar.
Se vc acha que são muitas mensagens, me avise. Dessa forma, não ficarei aguardando, e nem me sentindo ansioso.”
Até que a moça resolveu deixar uma mensagem de voz.
Vocês querem saber o que ela respondeu?! Acho que não! Ninguém aqui é curioso. Ou é?!
Então, vamos lá:
Querido, eu estou com a garganta inflamada. Ainda não posso sair.
Mas quando eu puder, eu te falo. Pode ser?!
Hoje, eu não tive tempo de ver minhas mensagens.
Tenho uns trabalhos referentes a estudo para terminar. Estou tão ocupadaaaa.
Mas eu vou te enviar uma mensagem. Talvez, amanhã. Pode ser?!
Então, respondi:
“Claro que pode ser. Cuide-se que a cura vem. Sem pressa. Sem atropelos. Depois vc me passa os detalhes, todos. Adorando a sua voz. Sou ansioso. Mas também sou paciente. Só dependo da resposta certa para ser tão ansioso ou mais paciente. Na hora certa, nos falamos. E acertamos”
Aguardei mais alguns dias. Pensei: Talvez, a dor de garganta não tenha passado.
No meu pensamento, rapidamente: - Será que a mocinha está se cuidando?! (imaginava)
Então, outro pensamento mais maldoso brotou em minha mente: Será que a dor de garganta aconteceu depois de um “deep throat” de um pirocudo?! :badgrin:
Ahhhh. Só de lembrar essa maldade, fico com vontade de fazer também. Adoro enfiar o “meu” nas gargantas das mocinhas que parecem inocentes.
Então, dias depois... surgiu a foto da Maitê com um “Sorriso” lindo. Encantador. Um sorriso de tamanha felicidade, talvez, por ganhar e segurar no colo, um ursinho de pelúcia. Talvez, ela tenha ganho de mimo de algum cliente.
Ahhhh, encontrei o apelido certo para essa mocinha morena de cabelos sedosos e sempre sorridente.
O apelido é “Sorrisinho”.
Então, a partir daí, fui esquecendo quase que totalmente o nome fake da moça, Maitê.
E comecei a chamá-la nas mensagens de wsapp, desde então, pelo apelido.: “Sorrisinho”.
Pensando, agora, cá comigo.
- Mesmo sendo um belíssimo nome, a mocinha poderia trocar o Maitê, não somente para me agradar. Acredito, que todos nós ficaríamos felizes, e eu me sentiria muito honrado, se futuramente, a mocinha usar o novo nome de luta, por mim inventado: “Sorrisinho”. Uma dica, você que optar por encontra-la, chame-a de “Sorrisinho”. Você desfrutará dos mais belos sorrisos que uma mulher pode oferecer.
O sorriso da Maitê é belo. É cheio. É especial. É branquíssimo. É encantador. Eu perdi horas dos meus dias, nos primeiros contatos até o dia fatal do primeiro encontro, contemplado o sorriso dessa morena, quando ela publicava as fotos que iam me enlouquecendo no perfil de wsapp.
Lembrando disso, neste momento, li em algum lugar, há tempos atrás, em um livro ou site; a seguinte definição sobre o sorriso: “O sorriso é a manifestação dos lábios, quando os olhos encontram, o que o coração procura”.
O principal motivo que me fez ter a certeza de que eu seria capaz de estar com a Maitê é exatamente este:
Maitê é entre vários sorrisos, o que todos nós, em nossos corações, queremos encontrar em uma mulher.
Este início de história, do primeiro contato ao nosso encontro fatal, nem tudo aconteceu de forma tão perfeita. No início tive que ter muita paciência para que ela me respondesse as primeiras mensagens. Depois, nossas agendas não batiam, e a minha forma de encontrar uma mensagem ousada para finalmente conseguir alguma intimidade e ou afinidade preliminar ao encontro; a comunicação com “Sorrisinho” via wsapp para marcarmos o nosso primeiro embate não foi tão fácil.
Tive que driblar TPMs naturais, compromissos, viagens, etc.
Até que um dia, possuo liberdade em plena segunda-feira. Resolvi ligar através do número onde não tenho perfil de wsapp. O telefone da Maitê, fora da área de cobertura. Liguei mais duas vezes. Nada. Da mesma forma: Fora da área de cobertura.
Duas da tarde, “Sorrisinho” me retorna as minhas ligações anteriores.
- Você me ligou, quem é?!
Disse o meu verdadeiro nome e perguntei. (Pelo wsapp, abrevio meu primeiro nome. Ela nem desconfiou)
- Você está livre hoje à noite? – Perguntei.
- Não. Já tenho um compromisso. À noite, não posso.
- Ok! E agora, no período da tarde, você pode, So-Maitê? - Quase eu me entrego. Quase a chamo ao telefone de, “Sorrisinho”. Minha intenção era fazer surpresa. Não queria que ela desconfiasse, porque eu estava ligando do de um número diferente do meu cadastrado no wsapp;
- A que horas você quer?! (Maitê pergunta)
- As quatro ou cinco da tarde.
- ok, Nesse horário, eu posso. Mas tenho um compromisso às sete horas. Vou precisar ir embora ao mais tardar às sete. Tudo bem?
- ok, Eu estou em Copacabana, qual bairro eu encontro você mais rapidamente?!
- Na Tijuca. Estou na Tijuca.
- ok, So-Maitê! (outra vez, quase me entrego) Eu pego o metrô. E rapidamente, estarei na Tijuca. – ( Com certeza, devo ser o único a chamá-la de “Sorrisinho” no wsapp).
De Copacabana à Praça Saens Pena, são mais de trinta minutos de viagem. Maitê está à minha espera em plena praça sem aguardar a minha ligação de chegada e confirmação na saída do metrô, mas eu ainda tinha que comprar uns apetrechos sexuais na drogaria do outro lado da praça.
Ao atravessar a rua, chegando na farmácia; Maitê me liga, aparente nervosa ao telefone, e pergunta.
- Vc demorou a atender. Onde vc está? Eu ainda nem almocei. E seu telefone só fora da área de cobertura.
- Claro, eu disse que vinha de Copa. Eu estava no metrô. Demorei mais de 30 minutos para chegar até a Saens Pena, minha querida.
- Pensei que você não vinha mais. Nós vamos para o Éden, certo?
- Isso. Podemos ir. Eu só estou comprando umas coisinhas na farmácia.
- O que vc está fazendo na farmácia? Comprando o quê? (Curiosa, ela me pergunta)
- Nada demais. Preservativos. Gel para escovar os dentes e enxaguante bucal para deixar a boca limpinha e com um hálito fresco. E daqui a pouco, eu quero muito beijar você. Esses cuidados todos, porque eu acabei de almoçar. E preciso escovar os dentes.
Sorrisinho com ar de inveja, confessa uma imensa fome.
- Você quem é feliz, meu querido. Eu ainda não almocei. Meu estomago está colando.
- Então, eu te convido para almoçar comigo no hotel. E te acompanho. Faço uma boquinha. Porque eu já almocei... (pauso) Depois... (pauso novamente)... - e Maitê interrompe.
- Depois o quê?! (Perguntou-me com um ar de curiosidade. Aquela curiosidade com ar de safadeza.)
- Depois, eu como vc todinha. – E solto uma senhora gargalhada. Sorrisinho me acompanha na gargalhada e fala com ar de riso.
- Eu quero só ver. Vou indo para o hotel. Fico te aguardando na recepção, então.
- Ok, pode ir. A gente se encontra lá.
Ao chegar à recepção do Éden, peço uma suíte com hidromassagem e pergunto à recepcionista.
- Por acaso, uma mocinha, moreninha, está me aguardando na sala de espera?
A recepcionista do hotel responde com um sorriso de esperteza nos lábios.
- Ahhhh! Tem uma moça na sala de espera sim. Acredito que seja a moça que está aguardando o senhor.
- Ok, muito obrigado.
A recepcionista me dá as chaves, me informa o andar; e me encaminho à sala de espera junto à recepção. Quando chego à sala de espera, minúscula, eu tenho uma boa e bela surpresa.
“Sorrisinho” me aguarda lindamente. Vejo uma bela morena sentada à mesa. Fiel às fotos que tinha visto no wsapp da moça. É realmente a mulher das fotos. Sinto-me feliz. “Sorrisinho” está simplesmente bela. Sandálias rasteiras. Saia na altura dos joelhos. Uma blusa comportada. Nenhum decote ousado. Assim que “Sorrisinho” me vê, ela abre aquele belo sorriso. E que sorriso. Ganho um selinho demorado. A lingüinha lambendo meus lábios. Ela segura a minha mão e diz:
- Puxa! Vc demorou. Cheguei a pensar que ia levar um bolo.
- O metrô demorou. E eu te avisei que ia ligar assim que chegasse à Saens Peña. Vc nem deixou eu chegar, já foi me ligando.
Sorrisinho, também muito esperta, me pergunta:
- Será que eu já conheço você. Vc é parecido com uma pessoa. De onde, eu conheço vc?
Eu troquei várias mensagens com “Sorrisinho” até o dia do encontro secreto. Quando marcamos, pelo telefone, não me identifiquei. Usei o primeiro nome para me identificar pelo fone. Ela viu algumas fotos minhas no perfil de wsapp, mas nelas, eu estava sem óculos. Quando cheguei à recepção do hotel e sala de espera, eu estava usando óculos. Óculos com lentes que escurecem com muita luz. E clareiam na falta de luminosidade. De marotagem, respondi, sorrindo.
- Será mesmo que vc me conhece. Com certeza, não nos conhecemos. Só se vc fica me seguindo... Se vc me conhece... Conhece de onde?! – (Perguntei com certo ar de sacana, contando uma verdade mentirosa. A verdade que realmente era o nosso primeiro encontro. Mas já nos conhecíamos “entre aspas” via zap-zap). E sorrisinho continua o inquérito e pulveriza mais informações.
- Tenho um... como vou te dizer. Ele não é um amigo, mas fala muito comigo via wsapp. Aliás, me escreve muito. Ele não é um cliente, ainda. Mas ele é parecido contigo. Ele me chama de “Sorrisinho” o tempo todo via wsapp. Tem certeza que não é você?!
Sorrindo por dentro. Com vontade de gargalhar na frente dela. Contenho minha empolgação. E despisto e levo o papo em direção a outro assunto.
- Bem, podemos subir para a nossa suíte? Lá, nós conversamos sobre este e outros assuntos. É que já estou sentindo ciúmes desse cara que te chama de Sorrisinho. Vamos subir? O que vc acha?
Sorrisinho responde que sim. Por um instante, cheguei a temer que ela me rejeitasse. Eu não estava sendo sincero, mas claro que eu abriria o jogo, apresentando a verdade mais tarde, principalmente, depois de vê-la nua em meus braços. E o meu receio se devia pela reclamação que eu escrevo muito no wsapp. E que ela não sabia responder com tanta presteza. Com tantas palavras. Descobri que ela tem mais jeito para falar do que para escrever.
Aproveitamos que entramos no elevador para uma agarração carinhosa. Aquela básica: Beijos. Carinhos. Olhos nos olhos. E mãos bobas e ora ela aperta minha mão para segurar meu ímpeto de desfaçatez. Aproveitei, quando o elevador parou no andar da suíte, para agradecê-la por ter vindo ao meu encontro.
- Obrigado, mocinha. (Ainda não me confesso, dizendo que sou a pessoa que a chama de Sorrisinho pelo wsapp).
- Obrigado, por quê?!
- Obrigado, por ter vindo ao meu encontro. Pelos beijos no elevador. Beijos gostosos. Pelos seus olhares.
- Puxa, vc não precisa agradecer por isso. Se nós marcamos, pode ter certeza; eu sempre vou estar presente. Aliás, seus olhos são lindos. Verdes. Mesclado com riscos em vários tons claros e escuros.
Sinto-me feliz e confiante com o elogio sobre a cor dos meus olhos. Abro a porta da suíte. Não me lembro mais o número. Sorrisinho entra primeiro. O quarto está bem limpo. A cama arrumada. Mas a suíte com hidromassagem é por demais indiscreta, em minha opinião. Sou obrigado a me trocar e tomar banho na frente da linda “Sorrisinho”. A suíte com hidromassagem não tem chuveiro dentro do banheiro. O Chuveiro fica por cima da banheira de hidromassagem, situada à frente da cama. E pensando em higiene, não é ideal tomar banho, onde vários hóspedes fazem a higiene ali, e depois encher a banheira para depois deitar e curtir a hidromassagem. Em volta da banheira, um jogo de vidros blindex separam a cama e os demais lados da suíte. Mas não posso ligar para isso. Dispo-me na frente da “Sorrisinho”. Ela, sem vergonha alguma, inicia a retirada das roupas que usava e fica apenas com um lindo conjunto de lingerie. E me informa que saiu de casa de banho tomado e frisando mais uma vez; sem almoçar. Ao tirar as roupas básicas, Sorrisinho me espera na cama com um conjunto de sutiã e calcinha nas cores preta e branca. Eu entro no box blindex da hidromassagem e inicio o meu banho. Ela fica me apreciando já bem excitado, já sonhando, imaginando, adentrar nas carnes daquela mulher. Depois, enquanto vou me lavando, Sorrisinho me vem com uma boa nova.
- Olha, eu tenho que dizer, por favor, não sou de ficar falando isso e ainda não vi muitos, mas você tem um pênis lindo. Limpinho. Cabeça grandinha e rosada. Tudo em volta raspadinho. Todo depilado. Bolinhas depiladas, pequenas, redondas. (Ela pausa o comentário por alguns instantes, fico sem ação. E “Sorrisinhno me pergunta) - Tudo isso é pra mim?
(Meus amigos, ela disse pênis. Não disse pau. Não disse caralho. Não disse cacete. Não disse piroca. Ela disse: pênis. Pênis lindo).
Fui às nuvens e voltei, pensando: Meu pênis é lindo.
Caramba, nunca, ninguém, na história desse país. Melhor dizendo. Na história desse meu pênis, havia declarado algo assim a primeira vista ou a primeira impressão sobre o meu pênis com tamanha naturalidade. Eu não sabia se agradecia. Se eu respondia de imediato qualquer coisa. Fiz de tudo para organizar os pensamentos rapidamente, então; pensei comigo: Ahhh, ela deve dizer a mesma coisa para todos os outros pênis que viu na vida?! Mas no meu íntimo, no meu pensamento, no meu interior, repetia-se a frase:
“Você tem um pênis lindo!” “Você tem um pênis lindo!” “Você tem um pênis lindo!” “Você tem um pênis lindo!” :lol:
Aquela voz, repetindo a frase. Se ela disse qualquer coisa após esse instante, eu não consegui captar ou não me lembro.
Lembrei de uma outra namorada que também havia dito algo parecido. Mas com outros termos. Mas o que eu falo para essa mulher que elogia meu pênis?! Agradeça. Pensei. E então, agradeci.
- Muito obrigado, “Sorrisinho”. Daqui a pouco, eu, e o meu pênis lindo, vamos querer conhecer você. Inteirinha.
Ela abre um sorriso maior nos lábios. Dá um pulo da cama e grita:
É você. Você é quem me chama de Sorrisinho via wsapp. Logo vi. É você!
- Que sou eu! Só te chamei de “Sorrisinho”, porque você, pelo jeito, gosta de ser chamada assim. Você ficou perturbando meus ouvidos na sala de espera e na subida da suíte com esse seu apelido, e, agora, resolvi te chamar assim para implicar com você. Qual é o problema?
- Não acredito! Você está mentindo! Quem me chama de “Sorrisinho” é você. Eu sei. Só pode ser vc.
Mentindo. Negando até a morte, repito.
- Não sou eu quem te chama de “Sorrisinho”, mas daqui a pouco vou dizer que sou eu mesmo que te chamo assim. Você está me deixando com ciúmes desse seu amigo que te chama de “Sorrisinho". E vou dizer que sou eu mesmo, só pra te alegrar. Dou uma gargalhada meio que sem graça. Maitê está muito desconfiada.
Saio do banho, enrolado numa toalha. Meu pênis lindo assanhado e feliz. Em estado de rocha. Ferro. Aquela mulher morena, sorrindo pra mim. Dizendo que estou enganando-a. E estou mesmo. Começamos a nos beijar. Vou tirando o sutiã. Belo par de seios pêra. Duros. Deliciosos de dar umas lambidas. Sorrisinho enlouquece. E me confessa.
- Meus seios são sensíveis. Muito sensíveis.
- Que ótimo. Já que você confessou que são sensíveis. Também vou confessar um crime. (pauso)
- Confessar, o quê?!
Olhos nos olhos de sorrisinho. Interrompo a beijação e as lambidas nos seios duros, gostosos e sensíveis. Pego o celular e mostro nossa conversa via wsapp e me confesso.
- Também sou muito sensível. Detesto mentir. E Sou eu mesmo quem te chama de “Sorrisinho”. É verdade, já nos conhecemos, mas só de wsapp.
- Não, mas vc ligou de outro número e não comentou nada. Seu safado. Safado de marca maior. Vc é um safadão.
Sussurrando ao ouvido de “Sorrisinho”; encosto delicadamente os lábios próximo ao lóbulo esquerdo de Maitê e digo bem baixinho.
- Então, eu adoro ser safado. E Adoro chamar você de “Sorrisinho”. Como foi difícil controlar para não te chamar de “Sorrisinho”.
Após ouvir minha frase, Sorrisinho aconchega os lábios carnudos nos meus. Ganho um beijo delicioso. Não sei por quanto tempo, nos beijamos. Nos agarramos e “Sorrisinho” me lembra de uma promessa que fiz ao telefone, antes de chegar ao motel.
- Você me convidou para almoçar aqui no hotel. Confesso que estou ficando tonta de fome. Nós podemos pedir algo para comer?
- Claro. Peça o que quiser. Escolha o prato que eu te acompanho. Apesar de não estar com fome, eu te acompanho. – Respondo prontamente. Estou com uma mulher na cama. Cabelos maravilhosos. Sedosos. Seios lindos, duros, delicados e sensíveis e em formato de duas peras. Uma mulher apenas usando uma calcinha preta. E ela está com fome. Muita fome. Eu também, mas outro tipo de fome. Sorrisinho falante como ninguém, educadamente quer matar uma curiosidade.
- Não vou pedir nada caro. Mas você vai descontar, do meu cachê, o valor do almoço?! Já que você acabou de almoçar e não está com fome.
- Claro que não vou descontar nada. Seria uma grande indelicadeza da minha parte. Peça. Pode pedir o seu almoço.
Ganho um sorriso lindo da morena “Sorrisinho” que também me agradece. Ela pega o telefone na cabeceira da cama e chama a telefonista para a escolha da refeição tão desejada. A telefonista pergunta se nós, ao entrarmos, solicitamos a suíte e o período de tempo com direito à refeição inclusa. Eu nem me liguei nesse diferencial que o Éden oferece aos hóspedes, apesar de que no nosso contato telefônico inicial em solo Tijucano, Sorrisinho já havia me confessado que não havia almoçado. E eu fui sincero quando a convidei para almoçar. Eu mesmo poderia ter solicitado na recepção do hotel o período com direito à refeição. Mas alguns hotéis do Rio, ou do mundo, adoram sonegar informações ou promover aquela máxima de desculpas para ficarem isentos dos compromissos da promoção apresentada no site. Então, a telefonista informa:
- Senhora, se na entrada, não for pedido o período de tempo que lhe da o direito à refeição, agora, a senhora não poderá cambiar para o período que lhe dá esse direito.
Sorrisinho fica na maior dúvida de como deve agir, e me passa o que está acontecendo, com as informações prestadas pela telefonista. E pensando em somente saciar a fome da minha convidada naquela tarde para estar ali naquela tarde quente, no Eden; digo para ela pedir a refeição que ela desejasse. Para não esquentar a cabeça. Mas Sorrisinho insiste em lutar pelo direito da refeição inclusa no pagamento do período. A menina queria que eu economizasse. Ponto para minha querida “Sorrisinho”. Então, Sorrisinho insistia para que eu reclamasse junto à gerência do hotel. Querendo logo resolver o problema, porque na verdade; minha intenção maior era almoçar, mas almoçar a linda “Sorrisinho”, verifico que o valor da promoção é a soma exata para o período de adicional de tempo, onde a refeição já está incluída. Depois de uns selinhos, insisto para que Sorrisinho faça o pedido da refeição que ela quer. Pois nós não ficaríamos dentro daquele período de tempo, para termos o direito à refeição inteiramente grátis. E suplico à bela “Sorrisinho”.
- Minha querida, peça a sua refeição. Não fará diferença. Pagar com a refeição inclusa ou pedir separadamente. No final, vamos trocar seis por meia dúzia. E não vamos ficar 12 horas. Se bem que eu ficaria contigo aqui até o mundo se acabar. Isso se o meu dinheiro permitisse.
Não fazendo mais questão do período com direito à refeição. O que ela queria era matar a fome. E eu queria apenas duas coisas: Que ela matasse a fome. E finalmente comer a linda “Sorrisinho”. Ela me dá um selinho, me chama de bobinho e faz o pedido final à telefonista.
- Por favor, telefonista! Eu quero um espaguete com frango ao molho branco.
Não me lembro exatamente o nome do prato, mas foi isso que a Morena “Sorrisinho” escolheu para saciar a fome. E no final da conversa entre a telefonista, escuto Sorrisinho perguntando quanto tempo, mas sem pressa, mais ou menos, o garçom poderá trazer a refeição, Sorrisinho repete a informação da telefonista que responde em torno de 20 minutos ou 30 minutos.
Sorrisinho desliga o telefone e me diz com um ar incrível de safadeza em seu semblante juvenil.
- Vamos comer espaguete com frango ao molho branco daqui mais ou menos uns 30 minutos. E (pausa) E até lá (pequena pausa) o quê você vai querer comer?!
Vocês não imaginam a felicidade que eu senti ao escutar essa pergunta maravilhosa, respondendo, agarrando-a e levando ao centro da cama. Respondi olhando-a olhos nos olhos.
- Eu quero te comer toda! Eu quero te comer nteira!
E a maior felicidade, eu senti com a pergunta que viria em seguida.
- Acho melhor vc começar pelo meu cuzinho. Acredito que com essa sua cara de safado que só você tem; o senhor vai querer comer meu o cuzinho?!
Meus amigos. Vocês acham que macaco, na floresta - ou melhor - no paraíso - em pleno Eden, não vai querer comer a fruta? O que vocês acham que eu respondi?
- Vou ficar louco se já começarmos pela porta dos fundos, Sorrisinho.
Ela responde.
- Melhor brincar agora, porque depois do almoço pode ser perigoso. Você sabe. Vai que...
- Entendi. – Mas não agüentei e Morri de rir da possibilidade. Para quem não sabe, fazer sexo anal depois das refeições o risco de passar um “cheque marron” aumenta muito. E o jeitinho com que ela deu de ombros ao fazer afirmativa, me fez gargalhar muito. E Sorrisinho após minhas gargalhadas, me vem com essa. Eu não esperava. E gargalhamos. Nos olhamos. Depois das nossas risadas, o silêncio.
Antes o sexo oral.
Sorrisinho se ajoelha aos pés da cama e acaricia o brinquedo. E diz. Adoro pau de cabeça rosada.
E começa a distribuir trocentos pequenos beijinhos na cabeça do brinquedo. Até que de repente, Sorrisinho engole o “Xizinho”. Com movimentos sugadores, a mocinha tarada engole até o talo. E baba integralmente o brinquedo de cabeça rosa. Eu enlouqueço. Vou ás nuvens. Vou a Marte. Vou a Júpiter. Controlado, não penso em queimar a largada na boquinha de veludo de Sorrisinho.
Hora de retribuir o oral.
Posiciono a “Sorrisinho” na cama. Ajoelhada. De quatro. E sugo do cuzinho à xotinha.
Ela enlouquece. Fala que sou um pervertido. Um tarado. Dou uma palmada quente na banda direita do bumbum. Ela grita:
- Doeu, safado!
- Então, entendo que vc gostou.
- Seu safado, doeu, mas adoro levar uns tapas no bumbum!
- Então, toma outra, Safada! – E dou uma palmada tão forte quanto o anterior na outra banda. Lógico, que sem machucar.
E fico me deliciando por minutos. Ora, mordendo levemente as bandas das nádegas. Ora, as coxas. E mais levemente sua xoxotinha, já inteiramente inundada. Vou sugando e transpassando o suco da vagina para as beiradas do círculo daquele cuzinho delicioso. Estico as mãos até a beirada da cama, onde deixei algumas camisinhas preparadas na minha caixa preta da salvação. Eu sempre levo uma coleção de camisinhas. Uso sempre as minhas camisinhas. Visto o pinto de cabeça rosa, com uma camisinha cor e sabor “uva”. E continuo no meu trabalho de lubrificação anal e vaginal, via oral.
Depois de alguns minutos de lambidas e mordidinhas. Aproveito a posição com a “Sorrisinho” virada de quatro, para estocar forte a “xotinha” de Sorrisinho por poucos, mas prazerosos momentos. Até ela reclamar de imediato.
- O Combinado não era vc comer o meu cuzinho primeiro, seu safado?
- Calma, minha querida! O seu pedido é uma ordem. Estava só lubrificando mais a camisinha com o seu mel vaginal.
E Sorrisinho lembra que esqueceu o facilitador de penetração de cuzinho, reclamando do esquecimento, e ao mesmo tempo, elogiando o meu modo de falar.
- Ahhh, puxa vida! Você tem um jeito de falar tão engraçado... – Mas mudamdo de assunto – Esqueci de trazer um óleo ou um gel para facilitar a entrada do seu brinquedo de cabeça rosada no meu cuzinho. Vamos ver se que conseguimos aqui no hotel. E imediatamente, eu a impeço de sair daquela posição de cadelinha safada.
- Não saia daí de onde vc está. Na minha caixinha deve ter algo que vai nos ajudar a facilitar as coisas.
Sorrisinho esticou a mãozinha esquerda. E dentro da minha caixinha de camisinhas, um condicionador capilar lubrificou ainda mais a portinha do cuzinho. Vou brincando de lutar espada com meu brinquedo contra aquele cuzinho indefeso, piscando, pedindo para ser penetrado.
Sorrisinho gemia. Gritava:
- Que caralho é esse. Você está me enlouquecendo nessa esfregação. Enfia tudo desse pau de cabeça rosa no meu cuzinho.
Vou, va-ga-ro-sa-men-te, introduzindo a cabecinha rosada naquele cuzinho marron. Vou sentindo um prazer indescritível quando ouço um gemido e um grito alucinante de “Sorrisinho”, reclamando, e ao mesmo tempo, acredito; se deliciando.
- Vc está estourando o meu cu, seu safado!
- Não é assim que vc quer, minha querida "Sorrisinho", safada, predileta?
- É assim mesmo, come o meu cuzinho. Estoura esse cuzinho. Come gostoso. Dar o cuzinho, pra vc, é uma delícia.
Enquanto eu comia o cuzinho, ela bolinava o clitóris freneticamente, gritando. Suspirando. Gemendo. E depois disso, ela resolve se vingar, colocando mais de um apelido em mim.
- Arrebenta meu cuzinho, safado. Arrebenta esse cuzinho, “Sorrisão” do caralho rosado.
Mas vamos dar uma pausa nessa história, para que eu possa fazer um breve comentário.
Posso garantir aos confrades. Essa mulher é uma loucura! Ela geme. Ela grita. Ela tem espasmos múltiplos. Por inteiro, ela se contorce de tesão. E não rejeita a introdução do caralho de cabeça rosada naquele cuzinho piscante e marrom que ela tem.
Depois de ficar por minutos na posição de cãozinho traçando a cadelinha. Comendo o cuzinho delicioso da Maitê. Resolvo mudar a posição. E beijando cada uma das bandas do bumbum de “Sorrisinho”, peço para ela ficar de lado. Então que percebo; estamos literalmente suados.
- Vamos mudar de posição, Sorrisinho! Quero comer esse seu cuzinho, agora; de ladinho.
E mudamos de posição. Enquanto dou estocadas fortes no cuzinho de Maitê. Vou apertando os seios sensíveis. Duros. Gostosos de apertar De lamber. De beijar. Ela volta a bolinar o clitóris. A xotinha cabeluda. O detalhe. Maitê tem uma xotinha raspadinha embaixo. Cabeluda em cima. Um cuzinho moreninho. Lindo. Que aperta intensamente a cada estocada. Que cuzinho delicioso. E que xotinha aparadinha. Desenhada. Resolvo ver a cor do túnel anal de Maitê. E espontaneamente, eu digo entusiasmado.
- É vermelho. É lindo. Seu túnel é vermelhinho.
Maitê reclama engraçadamente.
- Seu safado. Vc abriu meu cuzinho pra ver a cor dele lá dentro.
- Claro. É gostoso abrir! É gostoso colocar! É gostoso tirar! É gostoso ver!
- Mas que caralho é esse. Enfia tudo desse pau de cabeça rosa no meu cuzinho. Safado!
Brincamos muito. Sorrisinho gemia cada vez mais alto. Cada vez mais forte. Aquilo ia me enlouquecendo de tesão. Mas eu não queria gozar tão rápido. O clímax para o homem é a morte. Então, vamos brincar mais. E deixar o gozo para mais tarde.
Não acabou aqui, mas vamos finalizar essa sacanagem.
Trocamos de camisinha. Fizemos oral. 69. A Maitê faz uma garganta profunda maravilhosa. O primeiro round terminou com uma cavalgada de pompoar. Maravilhosa. A xotinha dela é mordedora do caralho.
Rojei litros na borracha... Gritando: "Sorrisinho"... Que delíciaaaaaaa!
E bem antes disso, entre a troca do cuzinho para voltar à xotinha e chegar ao clímax com um pompoar maravilhoso, o garçon já havia deixado o almoço da “Sorrisinho” à mesa. A campainha tocou e não paramos a sacanagem. A fome de sexo era maior.
Depois da recomposição respiratória, o almoço nos esperava.
Sorrisinho almoça depois de matar a fome de sexo, chegou a hora de matar a fome que lhe cortava o ventre. Eu acompanho, apenas com uma pequena boquinha. Depois de saciados, voltamos à cama.
Mais sexo. Mais sacanagem. Muitas Chupadas. Palmadas. Carinhos. Beijinhos. Garganta profunda. Muita saliva babada. Sorrisinho suplica, com a carinha de safada. Ao mesmo tempo, de bebê inocente. E cheia de dengo. Sussurrando, vem me pedir o seguinte:
- Me dá o leitinho do pinto rosa, “Sorrisão”. Me dá o leitinho. Eu quero leitinho.
Como é bom ouvir isso. Se todas as mulheres pedissem assim. Todas as nossas amantes. Por que não dar? Todas merecem leitinho.
- Claro que dou. Todo leite que eu tiver, eu dou. Por puro prazer, eu dou.
Ela suga. Contorce o pinto de cabeça rosada. E numa pressão avassaladora, Maitê, entre várias estocadas de garganta profunda - vários "bate-bate" punheta – e centenas de lambidas babadas – ela aspira todo o restante de sêmen. De maneira feroz. Não perde uma gota. Só me resta a dar um urro de prazer. O som tomou conta do paraíso. Aliás, do Éden. E vou gritando loucamente. De felicidade absurda.
- Sorrisinho. Toma a porra do caralho rosa que vc tanto quer. Toma o leite. Porra! Sorrisinho, bebe a porra toda. – Ordeno com felicidade.
Sorrisinho brinca com o leite na língua. Na boquinha. Gargareja e some. Que menina brincalhona. Safada. Tarada. Louca.
Fiquei em êxtase por alguns instantes. Largado na cama numa mistura plena de sentidos. Não enxergando mais nada. Não vejo mais a Maitê. Fui a Vênus passando por Marte. Cheguei à outra dimensão.
E o meu encontro secreto, com Sorrisinho, chegou ao fim.
Maitê se arrumou para ir embora. Ela tinha compromisso. Acertamos nossas contas. E em nenhum momento houve pressão de tempo. Verificação de celular. Reclamações. A “Sorrisinho” se entrega totalmente. Faz de tudo para satisfazer com loucura e safadeza.
Ela me dá um beijinho. Pede para eu ter cuidado com a vida. Ganho um abraço. E “Sorrisinho” vai embora. Eu fico no hotel sozinho. Arrumando minhas coisas.
Agora, vamos à nova novidade. Tem uma mocinha do interior tão louquinha. A Nandinha chegando ao Rio. Estou doidinho pra pegar.
Ohhhh, Vida Louca!
Vamos ver o que acontece.
Abraço, confrades!
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