11 de Janeiro de 2016 às 05:06
NANDA NINFETA
http://servicos-adultos-sexo.vivalocal.com/acompanhante-erotico+botafogo/nanda-escort-girl-na-zona-sul-/128636375
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

TD: POSITIVO Fez Oral sem camisinha: Sim Fez Anal: Não Beijou na Boca: Sim Welcome

Nanda, ninfeta do interior - dos cabelos e olhos cor de mel, está no Rio de Janeiro.

CONTATO VIA WSAPP (22) 99799-3093

Um TD fresquinho para a rapaziada. TD POSITIVAÇO

Link de anúncio e fotos: http://servicos-adultos-sexo.vivalocal.com/acompanhante-erotico+botafogo/nanda-escort-girl-na-zona-sul-/128636375

Valor do Cachê por 90 minutos de atendimento, já incluso o valor do táxi: R$ 450,00 (Apenas para hotéis e motéis na Zona Sul do Rio).

Vocês não imaginam a satisfação de estar com essa menina. Sim, ela parece uma menina. Adolescente.

Se ela disser que tem 15 anos, vocês vão acreditar.

Se ela disser que tem 17 para 18 anos, vocês vão continuar acreditando.

Ela anuncia que tem 22. Ninguém vai acreditar!

Mas calma. Não vamos ficar babando ainda por isso. Estou dizendo que ela pode parecer ter entre 15 e 18 anos, mas usando roupas.

De roupas, pude ver uma menina de Ipanema ou do Leblon. Aquela moça que anda e que passa ao “Tom de Vínicius”. Tão linda. Tão cheia de graça. Que vem e devassa. Simplesmente bela, ao balanço, ao som, pelos caminhos que chegam ao mar.

Mas quando a menina tira as roupas; ela se transforma.

A adolescente de 15 ou 17 simplesmente é abduzida. :shock:

E entra em cena a mulher, Senhoras e Senhores: Deusa com ar de menina. :P

Quando chegou ao local para o encontro secreto, ela usava óculos escuros. Sandálias rasteiras. Um vestidinho, comportado, estampado com pequenas florzinhas. E uma calcinha branca.

Imaginem o êxtase de ver uma abdução?

E eu nunca havia presenciado uma.

Depois de muitos anos de vida, pela primeira vez, felizmente, presenciei.

Após a abdução, no palco, daquele quarto de hotel, entrou uma mulher simplesmente linda. Da mesma forma que na música, a pele branca é coberta pelo “Tom de Vinícius”. O que predomina é uma tez em tom levemente dourado. Com marquinhas muitos sexys de um pequeno biquíni comportado. (Detalhe que pequeno é diferente de minúsculo).

Procurando uma explanação para decifrar o corpo da Nanda de cima para baixo em detalhes, o que foi maravilhoso de se ver, após a abdução, foi o seguinte:

Uma mulher de cabelos castanhos em tons mesclados em escuros e claros, com fios bem finos. Sedosos. Muito bem cuidados. Os cabelos convidam para o controle e dominação de uma potra selvagem no cio. Uma bela guincha recém chegada do interior.

Vejo um rosto de menina ou de mulher. Ainda não sei ao certo. Um rosto belo. Traços finos. Delicados. Traços desenhados com perfeição. Quem terá sido o autor dos desenhos do corpo da ninfa?

Um sorriso branco, límpido. Dentes pequenos. Perfeitíssimos. Pareciam pequenas pérolas. O Sorriso da Nanda é contagiante.

Logo em seguida, pude ver um belo pescoço. Fino. Lindo. - Minha imaginação => Quero beijar - Apertar de leve - Quase enforcar.

Logo abaixo do pescoço, um belo par de ombros. Convidando aos carinhos e beijos.

Abaixo dos ombros, o colo com um belo par de seios. Siliconados. Bonitos. Deliciosos de se ver. Não só de se ver. Continuo sonhando => Beijar o vale do coração. Não somente o vale. As montanhas, seus picos. Melhor, bicos. Pontudos. Pequenos funis rosados com tons avermelhados. Mas aquele vale merece ser explorado de outras formas, além de ser muito beijado. Não só ser muito beijado. Aquele “Vale do Coração” merece ser invadido.

A cintura afunilando ao centro. Bem Fina. Lembra um pequeno violão. No centro do ventre, um pequeno brinco dourado preso ao umbigo. (chamo de brinco, porque não gosto da palavra piercing. Eu vejo um brinco. Um brinco no umbigo).

E definindo o brinco, posso dizer que é um dos mais lindos e sensuais que vi. Também um dos mais estimulantes. Único. (No relato, explicarei melhor). Com formato de uma pequena borboleta e um conjunto de pequenos fios longos, finos e também dourados, que vão se afunilando em forma de cascata. Pelo que sei, a borboleta representa o espírito de liberdade. Assim como a borboleta, a mulher floresce, e de menina se transforma em mulher. E com o dom de criar uma nova vida. Ou seja, fica fácil concluir que estar com a Nanda é experimentar este espírito livre, da menina que se transforma em mulher, instantaneamente.

Do brinco para baixo, a visão é avassaladoramente tentadora. As curvas do tipo violão realçam demais o corpo da menina ou da mulher. São duas curvas lindas. Generosas, delicadas, perfeitas. Pareciam ter sido desenhadas por Oscar Niemeyer. O gênio das curvas.

Entre as pernas, uma linda xoxotinha. Delicada. Fechada. As curvas e lábios, que se iniciam no clitóris, são finos, pequenos, quase invisíveis. O belo e pequeno botão do prazer é imperceptível. Tudo totalmente depilado. Nenhum filete de pelos.
E as pernas fazem todo o conjunto do corpo ficar divinamente perfeito.

Os pés são pequenos. Delicados. Dedinhos lindos e finos. Unhas bem feitas. Pés, que certamente, eu adoraria gastar pelo menos uma hora somente para beijá-los em uma outra oportunidade. Se eu fosse aquele homem-propaganda das sandálias havaianas, diria que a Nandinha tem pés número 34. Hehehe. Eu perguntei, não sou assim tão adivinho.

Depois de fazer um apanhado geral de tudo que visualizei da cabeça aos pés, me dei conta que os braços e mãos passaram-me quase despercebidos na checagem da primeira visualização. Vi que os braços, as mãos e os pés estavam lá, mas não cheguei a conferir minuciosamente os detalhes. Então, quando ficamos mais próximos, visualizei braços finos. Macios e levemente recheados. Não se via o formato das junções dos ossos do antebraço às mãos. No caso, as mãos são muitíssimas delicadas. Pequenas. Dedos finos. Também pequenos. E com as unhas muito bem feitas. A imaginação. Quero ser as rédeas nas mãos da mocinha numa cavalgada.

Detalhe importante, o qual eu dou grande valor. A pele perfeita. Nenhuma marca de tinta ou desenho na tez levemente dourada. Nenhuma cicatriz. Nenhuma tatuagem. Confesso que não sou fã de tatuagens. Não acredito que “tatus” incorporam mais beleza ao homem ou à mulher. Embora, já tenha apreciado um conjunto de tatuagens delicadas em algumas mulheres. Sei que é um paradoxo. Mas, em minha opinião, o corpo humano é muitíssimo mais belo sem tatuagens.


Nandinha se prepara para pegar um chuveiro para higienização. E adquirir aquela refrescância que nos falta nos dias de verão em nossa cidade. Ela chegou sob um sol de 40 graus.

Antes de relatar o encontro secreto, é bom que vocês saibam certos detalhes dos diversos anúncios sobre o atendimento da Mocinha do interior. Para quem pretende desfrutar dos encantos dessa mocinha-mulher do tipo, DELICIA! DELICIA! DELICIA! Na verdade quis dizer: Loucura de Vida Louca!

A Deusa com ar de menina, realmente, parece uma adolescente, mas é cheia das atitudes que só uma mulher madura e bem vivida pode ter. E vocês vão entender onde eu quero chegar, porque fiz um condensado dos vários pequenos detalhes apresentados nos variados anúncios que me seduziram e me e levaram ao primeiro contato, via wsaap. E finalmente, ao encontro secreto com a Nandinha.

Vamos ver os detalhes dos vários anúncios, condensados neste relato por mim, e postados na Internet pela Nanda:

(NÃO ATENDO FUMANTES)

Acompanhante estilo ninfeta com rosto delicado. Meiga, muito discreta e paciente.
Meu corpinho é no estilo mignon.
Tenho um jeito alegre e de bem com a vida.
E faço um tipo de namoradinha muito putinha. Muito safada.
Companhia ideal para homens exigentes que buscam qualidade e satisfação no atendimento.
Que é feito de acordo com o que você deseja e me proporciona.
Sou envolvente. Procuro sempre agradar meus clientes.
Meu propósito é realizar e satisfazer o mais íntimos dos desejos.
Sou amante do bom sexo. Daquele tipo que nos faz suar.
Os que experimentam estar comigo, levam consigo uma experiência. Não apenas um atendimento.
Deixo o clima natural, sem nenhum tipo de pressão. Nada mecânico ou robotizado.
Faço questão de me empenhar, e se possível, dar e sentir muito prazer.
Adoro fazer e receber sexo oral.
Gosto de homens com atitude.
Que falam o que têm vontade.
E aprecio, também, os gentis e educados.
Sou muito prezada pela higiene. E adoro homens asseados da mesma forma.
Essas são as coisas fundamentais, para termos um encontro inesquecível e prazeroso!
Meu desejo é vê-lo indo embora com um belo sorriso no rosto, e muito satisfeito.
Pode ter certeza, te levarei ao delírio!


Então, a atitude dessas palavras nos variados anúncios pela internet.

As fotos que encontrei nos mesmos anúncios.

As fotos que ela posta no perfil do wsapp (22) 99799-3093.

Este somatório de fatores deixou-me fragilizado de tal forma, que me senti seduzido ao ponto de marcar um encontro com a Nanda. A bela ninfeta do interior.

E vamos combinar uma coisa, confrades! Com esse tipo de autoconfiança no que faz; só pagando pra ver.

Atenção, fumantes! Nem tentem marcar. Se ela sentir o aroma do cigarro em suas roupas, no hálito; a mulher-mocinha se retira do recinto. Ela deixou isso muito claro nos nossos papos via wsapp.

Quando descobri um anúncio que ela faria uma temporada aqui no Rio, eu meio que enlouqueci de vez. Só que no anúncio não informava as datas. Já estava sonhando e planejando um dia de fuga para cidade da Nanda. Essa ninfeta no Rio. Passei imediatamente minha primeira mensagem de wsapp. Mas como não poderia deixar de ser, ainda não aprendi a ser palhaço. Mas sempre estou procurando fazer uma graça. E dessa forma, resolvi enviar uma mensagem, após ver uma foto no perfil de wsapp da Nanda, onde aparecia o mar na altura da Avenida Niemeyer.

Minha primeira mensagem nas vésperas do Natal.

Bom dia, Nanda!
Por essa foto, temos que adivinhar que vc já está no Rio?
Se vc está, pretende ficar até quando?
Eu estou meio com a cabeça quebrada. Apesar disso, já estou legal. Mas fiquei meio doido pra conhecer vc.
Beijos.

A Ninfa responde:

Olá! Vou ao Rio no dia 08 de Janeiro.

Então, respondi.

Até o dia 08, já devo ter tirado os oito pontos da cabeça. E dessa forma, posso ganhar seus carinhos de forma especial?

Ela responde:

Está bem. rs. Boa recuperação.

Outra vez, respondi.

Obrigado. Hehehe. Mas minha cabeça quebrada não me impediria de te dar uns pegas antes disso. Se bem que os antibióticos cortam um pouquinho de T. Hehehe.

Recebo de volta, uma solzinho sorrindo. Aprovado

E para continuar fazendo graça, fui enviando mensagens devido a minha alta ansiedade pela espera do dia 08.

- O Natal chegou. O dia 08 de Janeiro, nada.

Nanda responde.

- Logo chega. Feliz Natal.

Respondo com agradecimento. E o mesmo desejo por um Natal Feliz.

No dia de Natal, ela posta no status do wsapp, palavras sobre a forma dela viver, resumindo: Vida Louca.
Morrendo de rir do que estava escrito no status. Na foto, a Nanda com um sorriso, mordendo a linguinha. Já que adoro fazer uma graça, não aguento ficar quieto ao deslumbrar tão bela imagem da fronte. Sem cortes. Sem máscaras. Um rosto divinamente lindo.

Então, envio a seguinte mensagem.

Que linguinha lindinha é essa?
Ahhhhhh, nem responde!
Eu já imagino o quê essa linguinha lindinha é capaz de fazer.

Ela retorna à minha mensagem com KKKKKKKKKs

Mais perto do fim de ano, envio outra mensagem.

O Natal chegou. Já passou. Já está chegando o Ano Novo. O dia 08, que tanto quero, não chega.

Nanda responde.

- Vai chegar.

No dia 30 de dezembro, eu envio outra mensagem, retrucando a postagem da Nanda no Status do wsapp.

Lembrei de vc no ato.
Amanhã, vou sair de casa. Só volto no ano que vem. Agora, Sou é vida Loka.

A Nanda me manda um solzinho sorrindo e piscando um olho. Piscada

No primeiro dia do ano, não me agüentando de ansiedade, envio outra mensagem.

Chegou e passou o Natal. Estamos em um novo ano. Só o dia 08 que não chega!

A Nanda responde.

- Vai chegar.

No dia 06 de Janeiro, a ansiedade estava no limite. Resolvi enviar outra mensagem.

Já estamos de novo num ano velho e com seis dias.
Chegou o dia de Reis.
Mas o dia 08, o dia de ver e dar uns bons pegas na princesa, não chega.
Ou será Rainha?
Só sei que no dia 08, eu quero ser rei.

A Nanda responde.

Está mais próximo.

Entre os dias 7 e 8, conversamos muito e animadamente. Por toda a viagem em que a Nanda partiu do interior até ao Rio de Janeiro, fomos trocando provocações. Ela chegou à rodoviária Novo Rio por volta das duas da matina, no dia 08. Combinamos que nos encontraríamos no Hotel Shalimar, à tarde. Por volta das 15 horas.

Cheguei um pouco antes, e logo enviei, pelo wsapp, o número da suíte. Como ela estaria na zona sul, entre Copacabana, Ipanema ou Leblon, o Shalimar fica mais próximo desses bairros. Visualizei as suítes disponíveis apenas pelas fotos do site do hotel. Há muito tempo, não ia ao Shalimar. Seguramente, há mais de 15 anos. As fotos atuais do site apresentavam suítes novas. Reformadas. Mas tudo é pura enganação. Nem vou dar nota ao hotel. Está decadente. E me senti muito envergonhado, por ter convidado a Nanda para o nosso encontro secreto no Shalimar. Pelo menos, a suíte estava limpa.

Quase que instantaneamente, o telefone toca. A telefonista informa que minha companhia havia chegado. O coração acelera.

Pensei: A Nanda faz o encontro acontecer em tempo real! Uau... E o dia 08, enfim, chegou.

Quando chegou ao local para o encontro secreto, ela usava óculos escuros. Sandálias rasteiras. Um vestidinho, comportado, estampado com pequenas florzinhas. E uma calcinha branca. (A cor da calcinha, lógico que descobri um pouco depois).

Com a aparição da Nanda, esqueci-me completamente da espelunca do Shalimar. Nada mais importava.

A Nanda sorri. Ganho um selinho demorado. E alegremente, ela diz.

- Enfim, o dia 08 chegou! Gostou do que vc está vendo.

Com certa malandragem, respondo de uma forma negativa. E depois, positiva.

- Não gostei, no passado. - Dou uma pausa. A Nanda me faz um olhar de susto. E eu, da mesma forma, estou muito assustado. E ela começa a me advertir sorrindo, desconfiando que eu estava curtindo uma brincadeira, por dizer que não gostei.

- Tem certeza, que você não gostou? - Lógico que ela desconfiava, que eu estava de zoação.

Automaticamente, ela se afasta um pouco mais para perto da porta de entrada e faz uma voltinha rapidamente, para que eu a admirasse em 360º. O Vestidinho da Nanda, que escondia levemente os joelhos – com o rodopio, revela instantaneamente a cor da calcinha. Branca. Fico mudo em êxtase por alguns segundos. Imagino. Que pernas. Que bumbum lindo que eu vi. Mas foi tão rápido. Então, suplico.

- Faz isso de novo?

- Não faço, você disse que não gostou. E até agora, não sei o que vc não gostou. – A Nanda caiu na minha pilha. Eu estava só começando uma nova brincadeira. Uma nova graça. Então, retruquei.

- Nanda, você não deixou, eu terminar. – Sorrio disfarçadamente. - Vou repetir. Não gostei, no passado. Repetindo. No passado, não gostei. Porque já gosto muito do que vejo. Não vou conseguir parar de gostar. Vou continuar gostando. E quero ver mais para gostar mais. Faz um rodopio de novo? Por favor, faz.

- Ahhhh, ainda bem. Pensei que vc não tivesse gostado do meu vestidinho. Do meu jeito. Da minha pessoa.

- Gosto de tudo. Mas confesso, estou assustado. Aliás, muito assustado.

- Assustado, com o quê?

- Nanda, desculpe. Mas você é maior de idade?

- Ahhhhh, por isso vc se assustou?

- Sim, eu me assustei, vc parece ser menor de idade. Como vc entrou no hotel? Vc pode responder?

A Ninfeta começa a sorrir. Eu fico sem entender. Enquanto ela gargalha zombando de minha pessoa, fico pensando. Será que essa menina é maior de idade? - E sou interrompido após as gargalhadas, e não com uma resposta sincera, mas com uma nova pergunta.

- Se eu disser que tenho 15 anos, vc vai acreditar?

- Sim. Claro.

- E se eu disser que tenho quase 18, vc continua acreditando?

- Claro que sim.

- Mas eu tenho mesmo os 22. Todo mundo se assusta, quando eu digo que tenho 22. Porque ninguém acredita. Eu não postaria nos meus anúncios uma idade falsa. E até a moça da recepção do hotel, pediu para ver minha identidade. (risos de ambos).

Sorrimos nos abraçando. Um abraço apertado. Agradeço por ela ter vindo ao meu encontro. Peço desculpas por duvidar inicialmente. Mas nos meus pensamentos, eu não entendia nada direito. As fotos, que vi nos sites que ela anuncia, são aparentemente de uma mulher. Uma mulher formada. Não parecia uma ninfeta. Como isso pode? Fico pensando. Mesmo assim, resolvi continuar nosso diálogo.

- Ok, estou mais tranqüilo. Não vou pedir pra vc mostrar a identidade. Eu acredito.

- Se você quiser, eu mostro. Sem problemas.

- Mas o seu nome é mesmo Nanda? Fernanda, aliás?

- Claro que não. Fernanda é meu nome de fantasia.

- Então, você não precisa mostrar. Eu acredito. Não quero ver o seu nome de verdade. Mas não parece mesmo que vc tenha 22 anos.

- Eu sei, mas vamos deixar essa conversa, e vamos fazer o que é bom de verdade. Vou tomar um banho, deite um pouquinho pra vc relaxar do susto. Mas antes assista e me diga agora, se eu pareço ter entre 15 ou 17.

É nesse momento que assisto à abdução. A Nanda faz um show de Strip-tease à minha frente.

A menina chega. De repente, ela tira as roupas. Depois, aparece-me uma mulher encantadoramente linda, completamente nua. E para ter certeza, antes de ir para o chuveiro, ela me faz a seguinte pergunta:

- E agora, qual a idade que pareço ter? Quero uma resposta sincera.

Fico pensando. Não sei responder. O que eu respondo? Responde alguma coisa, Moleza. Chuta qualquer idade. Até que encontro uma resposta.

- Sinceramente, sei lá. – sorrio - Mas já que vc quer uma resposta. De roupas, você parece ter 15. Nua, mais de 18. Talvez, mais de 19. Mas com certeza, 22. No máximo. – Dou um sorriso sem graça. Ou um sorriso de bobo. Surpreendentemente, a Nanda me denomina de...

- Seu bobo! – E sorrimos juntos. Aproveito para ganhar mais selinhos.

Então, fico pensando. Como a Nanda é divertida. Desencanada. Que menina legal. Que mulher gostosa. Eu fico procurando palavras de como definir a Nanda.

Ela vai para o banheiro. Escolhe uma toalha. Entra no chuveiro. E eu fico embasbacado. Não dá a mínima por eu estar presente assistindo tudo do outro lado da porta do blindex. Fico em êxtase e um pouco envergonhado. Então, saio e vou arrumar minhas coisas. Ainda não havia tomado meu banho. Não separei as camisinhas. Não tinha feito nada. A moça foi pontualíssima. E o meu pensamento perturbado com tamanha felicidade: Cara, você se deu bem! Que mulher gostosa é essa?! Que maluquice é essa?! Ainda agorinha, essa menina chegou aqui com 15 aninhos. De um minuto para o outro, ela virou um mulheraço. Como pode isso? Perguntava e respondia aos meus próprios pensamentos. Sei lá!

A Nanda sai do chuveiro. Enrola-se em uma toalha. Ajeita os cabelos. E me chama. Eu espionava seus movimentos pelos espelhos da suíte.

- Agora é a sua vez. Vem tomar seu banho.

Obedeço. Ela prontamente se vinga. Fica me olhando pelo blindex. Depois que se seca, ela corre em pequenos passos. Se dirigindo de volta ao quarto. Eu continuo no meu banho. Em alguns segundos, a Ninfa me chama.

- Não demore. Já estou pronta. Estou te esperando.

Fico no silêncio dos meus pensamentos. Como pronta? Como assim? Ela está nua ou colocou algum tipo de lingerie sexy?

Saio do chuveiro. Começo a me enxugar rapidamente. O desejo, de estar com a Nanda na cama, é grande. Um outro alguém já está bem grandinho também. Latejando. Dizendo ao meu pensamento.

- Quero a Nanda! Quero a Nanda! Quero a Nanda! Enxuga-se logo, Moleza. Escove os dentes, Seu Moleza! Rápido. Mais rápido. Vamos. Quero a Nanda! Quero a Nanda! Quero a Nanda!

- Pinto rosado falante, me deixe em paz. - Respondo em pensamento.

Mas obedeço à cabecinha rosinha pensante. Cabecinha mandona essa. Faço minha higiene bucal rapidamente. Não me enxugo nada direito. Saio do banheiro quase que voando. Não percebi um degrau à beira da cama, justamente na hora em que eu ia falar para a Nanda que não me enxuguei direito. Tropeço. Caio ainda com cabeça quebrada à mostra, mas consigo me apoiar na própria cama, sem me machucar outra vez. Que sorte. E da mesma forma, caio na gargalhada. Ela, também. E a Nanda pergunta.

- Vc não viu o degrau? Machucou?

- Vi. Mas quando percebi o degrau, já era tarde. Escorreguei. Tropecei. Eu estava doido pra chegar aqui na cama, mas não desse jeito, voando. Mas felizmente não me machuquei. E também não me enxuguei direito, heim!

Nanda me esperava completamente nua. Ajoelhada sobre o lençol. E da mesma forma, me ajeito, ajoelhando-me frente a frente para aquela menina. O pensamento vem rapidamente para me corrigir: Mulher! Mas, talvez, seja uma Deusa, com o poder de se transformar no que ela bem entender. No que ela bem quiser. Não sabia de mais nada. Nada conseguia definir. Eu estava perdido naquele quarto, frente a frente para uma Ninfa. Olhamos-nos demoradamente. Sorrimos um para o outro. Até que a ninfeta curva a fronte, talvez envergonhada com os meus olhares ou em direção do meu amigo latejante que pulsava. Ao abaixar a cabeça, uma mecha dos belos fios de cabelos castanhos cobre metade daquele lindo rosto. Resolvo ajeitar as mechas e aproveito para acarinhar aquela face tão bela. Tão jovem. Vejo uma mulher ou Deusa. Deusa ou menina. Ainda não consigo definir. O silêncio predomina nos ares. Estávamos sob a penumbra de um quarto quase que totalmente às escuras, e até aquele momento, em inação. Eu aproveitava para apreciar tudo o que aquela mulher tem a oferecer. Os cabelos. Os olhos. O nariz. As maças do rosto. A tez dourada. Os lóbulos. Os brincos. O pescoço. O colo. Os braços. As mãos. O Ventre. As pernas. Os pés. Tudo nela é sensualidade. Mas o vale do coração entre os seios é pura prosa e poesia.

Pergunto mais uma vez ao meu íntimo. Que mulher é essa? O raciocínio, enfim, a define: A Nanda é uma Deusa com ar de menina.


Nanda interrompe o silêncio do ambiente, me faz novamente uma mesma pergunta, mas de uma outra forma. Com o seu jeito todo delicado de pronunciar de quem vem do interior. Uma forma única de exprimir as palavras simplesmente.

- Vc está gostando do quê vê?

- Muito. Você é bela. Nice. Beautiful. Vc é, com certeza, uma linda mulher. - Respondo sussurrando, depois de procurar um pouco mais de ar para respirar. Porque eu tinha que encher meus pulmões já enfraquecidos por tanta contemplação.

Ela agradece. E nessa hora, percebo que a menina que chegou coagida para provar ser maior de idade, não estava mais naquele quarto de hotel. Na minha presença, a mulher e seus sorrisos de agradecimento contagiavam todo o ambiente. Não precisava da comprovação por minha parte. Ela sabe que é uma bela mulher. E não é necessário trazer a prova de mais nada.

Em seguida, aproveito para quebrar o gelo, e depois dos belos sorrisos que trocamos; resolvo beijar o vale do coração. Como é quente. Sinto o grande pulsar da úbere. O perfume é de enlouquecer qualquer mortal. Fecho os olhos para sentir todo o aroma da pele dourada. Viajo ao espaço sideral sentindo aquela fragrância de sentidos palpitantes. Levemente encosto a face nos seios perfeitamente desenhados. Subindo lentamente, experimento sabores, aromas e desejos. Semeando mais beijinhos em cada canto do intervalo e logo acima do vale do coração. Ainda não toquei os seios com minhas mãos ou lábios.

Do vale, encaminho-me para invadir e propalar o colo com mais beijos. Meus lábios partem sedentos para os ombros. Ombros lindos. Tenho muito a explorar daquela tez tão macia. Dos ombros ao pescoço, já sinto um pequeno êxtase de ambas as partes. Aperto delicadamente aquela garganta frágil, estreita, fina. Então, a Deusa suspira, com todo ar de menina. Depois de muito comprimir suavemente, quero partir para a queixa inferior do tão belo mento. Encaminho-me à ponta da pequena cova do queixo. Em seguida, sinto-me completamente fora de controle. Quero saber os desejos mais secretos dessa mulher. Quero contar os meus segredos mais profanos e libertinos. Sinto os lábios da Deusa com ar de menina. A seiva. A língua. A textura. O sabor. A delicadeza. Os segredos próximos à descoberta: O beijo.

Beijos são segredos que somente confessamos com a boca. Sem nenhuma necessidade do funcionamento dos ouvidos. Se bem que eles merecem ser também muito bem beijados.

Deixei-me hipnotizar pelos encantos que aquela mulher oferecia. Ela ordena de uma forma soberana, que eu me ajeitasse perfeitamente na cama. E de certa forma, sendo conduzido pela Ninfa para receber um trabalho especifico no brinquedo de cabeça rosada, vou me ajeitando às suas ordenações. Transformando-me em um verdadeiro súdito, obedeci plenamente às ordens da princesa do sexo bem feito. Não teria nem o porquê, de não obedecer. O primeiro beijo, meu amigo latejante recebeu com uma extrema felicidade. Foi um beijo suave. Em seguida, mil beijinhos. A partir daí, ora, eu fechava os olhos. Ora, apreciava o belo desenho formado pelas pontas daqueles lábios perfeitos beijando cada centímetro do brinquedo de cabeça rosada, não mais falante. E que agora, se mantinha completamente mudo. Foram infinitos beijos. Incontáveis. Repentinamente, aquela boca de lábios carnudos se deixa invadir. Mesmo surdo, cego e mudo, o brinquedo tem uma capacidade absurda de sentir carinhos e prazeres linguísticos. Sinto grandes movimentos circulares por toda glande. Deliciosos. Harmoniosos. Suaves. Gulosos. Encharcados. Sugadores. Todo o meu corpo latejava, e eu sentindo uma felicidade plena por receber enorme mimo. Eu estava literalmente sendo sugado. Foram minutos de puro êxtase. Mas sei controlar. E não é hora de por fim a tamanho desejo. Por fim ao enorme tesão. Os sons que os beijos produziam eram divinos. O mesmo som do prazer de se deliciar com um sorvete. Sentindo-me em estado de graça; também achava graça da pureza daqueles sons vindos da boca que cultuava o meu pênis. A Nanda parece ter um tipo de crença que toda mulher deve sempre dedicar todas as honrarias ao brinquedo do prazer que nós homens possuímos.

Hora de retribuir o oral. Em meu intimo, mãos, dedos e língua, iriam trabalhar para retribuir o que foi proporcionado ao membro latejante. Tínhamos a certeza que levaríamos aquela mulher ao delírio extremo.

Quase que satisfeito aos carinhos lingüísticos da Nanda, faço questão de proporcionar o prazer da mesma forma. Fazer o caminho de volta em agradecimento, mas devo iniciar onde os meus carinhos foram finalizados. Partindo com um beijo. Depois com mil beijinhos semeados do queixo ao sexo úmido da Ninfa. Então, é chegada a hora de retribuir o oral. Em meu intimo, mãos, dedos e língua, iriam trabalhar para retribuir o que foi proporcionado ao membro latejante. Tínhamos a certeza que levaríamos aquela mulher ao delírio extremo, e de forma oral.

Inicio os trabalhos, descendo a fenda na ponta do mento. Fazendo os caminhos de volta. Queixo, pescoço, ombros, colo e o vale do coração. Só neste momento que toco as mãos e língua nas pontas e nas bases dos seios daquela mulher. Os seios mereceram carinhos especiais. Muitos beijos, apertões e lambidinhas leves primeiramente no seio esquerdo. Depois o direito. Não aconteceu quaisquer tipos de frescuras por parte da Nanda por beijar, beliscar ou apertar os seios. Vejo os confrades reclamando de tantas acompanhantes e suas frescuras. A Nanda, totalmente sem frescuras.

Mas voltando ao meu trabalho de levar à Nanda ao prazer que ela tanto gosta; adoro fazer sempre o sinal infinito, tomando como base as pontas mais sensíveis dos seios, já rígidos pelo prazer do tocar. Para quem nunca foi beijada ou beijado dessa forma, e melhor explicando; ser tocada pela língua em forma de infinito em alguma parte erógena, faz com que a sensação de prazer aumente da mesma forma, infinitamente. O sinal de infinito, do latim infinítu, dá significado as coisas sem limites, incontáveis, imensuráveis. Ou seja, infinito é o símbolo que representa aquilo que não tem começo e nem fim e que representa a eternidade. O que é sagrado. A divindade. A evolução humana. O amor e o equilíbrio entre o sexo, o físico e o espírito. O sinal é representado pelo número oito na horizontal, ou seja, uma curva geométrica com um traço contínuo simbolizando em sua forma, a inexistência do início e do fim. Pode ser que a Nanda não tenha percebido a distribuição de beijos e lambidas nas formas do sinal de infinito. Eu repeti o sinal no vale do coração, nos seios, no abdômen, no clitóris, e no orifício de felicidade que tanto cobiçamos pelo prazer maior. Não estou aqui para ensinar isso, mas é só colocar a cabeça pensante para funcionar e experimentar o “carinho em sinal de infinito”. As mulheres adoram.

Como o objetivo desses carinhos era levar a Nanda ao prazer extremo. O importante, a saber, é que a interseção ou o centro do sinal foi feito exatamente sobre o clitóris, e as voltas são feitas exatamente na junção das virilhas esquerda e direita. Formando assim o número oito na horizontal. Vários minutos, lambidas e beijos foram gastos para que ela estivesse próxima ao prazer da excitação sexual, e assim atingisse a máxima intensidade. O que só foi conseguido, em plenitude, pelo toque do que chamo de ponto fatal. Ouvir a mulher aumentando os decibéis dos gemidos pouco a pouco, conforme se aumentava a pressão dos beijos, carinhos e lambidas no clitóris, na entrada da vagina, nas virilhas e no ânus, foi o som mais divino que pude ouvir no TD realizado com a Nanda. Ao final desse ato, quando recuperou a normalidade da respiração após um orgasmo intenso, ela me confidencia com um ar de sutil delicadeza e felicidade.

- Vc conhece o meu corpo melhor do que eu mesma. E é a nossa primeira vez... Tem um lugar que vc tocou... No início, pensei: Isso não vai dar certo. Eu me enganei. Eu senti algo tão intenso que nem sei explicar.

A partir desse momento, ela me pediu um tempo para recuperar o fôlego, e disse que me levaria a loucura também. Para fazer graça, eu respondi.

- Eu já sou louco.

Ela sorriu, e veio se empenhar ainda mais, conforme anunciava e prometia.

Infelizmente, pra vcs que gostam de ler, não vou ficar descrevendo tudo o que fizemos. Só vou divulgar alguns pontos essenciais e inesquecíveis.

A cavalgada que a Nanda proporcionou a mim ao lado do espelho, admirando a própria beleza e a todo conjunto de movimentos, foi algo demais maravilhoso. Eu até agora não sei o que foi melhor. Olhar para o espelho. Ou olhar diretamente para a ninfeta cavalgando. Uma delícia aquele cavalgar fazendo das minhas mãos rédeas seguras. Enquanto a cascata do brinco no umbigo excitava também o meu umbigo. E ao mesmo tempo, os seios se ofereciam às minhas lambidas e beijos.

Bater estaca, com a Deusa na posição de cadelinha no cio, foi outro ponto divino. A cintura fina e as curvas do violão, contrastando com as marcas do pequeno biquíni, são lindíssimas de se assistir. Show segurar o pescocinho nessa posição, faze-la gemer chamando pelos nomes que estão anunciados e por outros.

Observar a Nanda tendo a mostra os orifícios de prazer também na posição de cadelinha no cio, foi algo que considero muito fantástico. Abrir, beijar, lamber o orifício mais desejado por nós, é outro ponto inesquecível. Quase que eu consegui o algo mais. A abertura circular é muito apertada. Ela prometeu-me preparação maior para receber, em outra oportunidade, a minha cabeça muda, cega, surda e rosada. E eu brinquei muito, de variadas formas, no orifício mais desejado por nós.

Quero relembrar de uma parte dos anúncios da Nanda:

Gosto de homens com atitude
Que falam o que têm vontade.
Mas adoro, também, que sejam gentis e educados.
O atendimento é feito de acordo com o que você deseja e me proporciona.


Então, sejam espertos e desfrutem do que a Nanda tem a oferecer de melhor. Essa é a dica.

Em nenhum momento a Nanda pegou no celular para atender ou verificar as redes sociais.
Em nenhum momento a Nanda regulou o tempo.
Não faço a menor ideia do tempo. Sei que ficamos mais dos que os 90 minutos combinados. Mas não abusem. Acredito que essa Deusa com ar de menina é uma mulher de atitude impar.

Um outro diferencial do atendimento da Nanda. Ela atende apenas nos motéis da zona sul, e no valor do cachê já está incluso as despesas com o táxi.

A Nanda é uma mulher linda. Por demais atraente. Tem muita atitude. E dificilmente, divulgo isso. Valerá muito a pena repetir a dose de sexo com a Deusa com ar de menina.

Se você chegou até aqui, parabéns. Obrigado pela leitura do relato. Sei que são longos, mas somente nos melhores atendimentos, me dou o direito de ser prolixo. Mas uso a oportunidade, que o fórum me dá, para treinar o que mais amo fazer, depois do que relatei acima. Fazer sexo é bem mais fácil do que escrever. Os dois são prazerosos. Mas sexo é mais. Aguardem que estou preparando algo a mais para 2016. E posso ficar uns tempos sumido. Trabalhando muito.

Obrigado, Nanda! Comecei o ano com os dois pés direitos. O nosso encontro foi maravilhoso. Eta, Vida Loka! Ahhh, o dez no próximo encontro. Supere-se.

Feliz 2016, confrades. :D

ESCRITOR X. Xau