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RELATOS DO MEMBRO

RIOS AMERICAN BAR - Rua Guilherme Maxwell, 389 , Bonsucesso - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96434-9709
BRENDA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$220.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

20 de Janeiro de 2019 às 00:01



Há 17 anos em Bonsucesso, a Rios se tornou mais do que uma boate, é um santuário da luxúria e da diversão. Local de funcionários simpáticos, de mulheres bonitas, de boa organização, acaba sendo indispensável ao roteiro do boêmio.

Frequentei muito a Rios, mas deixei que se formasse um hiato de tempo até que eu retornasse a casa novamente. Às vezes, caímos no comodismo do lugar comum, frequentando boates do Centro e da Zona Sul, esquecemos que as delícias da vida que o subúrbio carioca ainda abriga.

Estive na Rios sexta-feira e conheci uma mulher a quem cabe com justiça o título de monumento: Brenda. Morena alta, bronzeada, toda pedaçuda, com um corpo irretocável, bunda de revista, seios grandes e firmes, pernas torneadas, sorriso lindo e um rosto sexy. Bastou um olhar para que ela se aproximasse de mim com extrema simpatia e sedução. Irresistível. Fui levado à alcova.

Espero uns poucos minutos na nababesca suíte. Detalhe, todos os quartos possuem chuveiro e água quente. Brenda entra com uma camisolinha de tirar o fôlego do velho. Puxo as alcinhas que seguram a pequena peça do vestuário que cobre seu corpo e o espetáculo revela-se diante dos meus olhos. Colosso!

Nos beijamos sem miséria, ela pede que eu deite e aplica um dos boquetes mais magníficos que recebi na vida. Sim, forista sem fé, o boquete da Brenda merece entrar para os livros de história, tanto quanto a independência do Brasil e a Proclamação da República. Com o mastro armado e as velas impulsionadas pelos ventos da libido, peço que a moça fique de quatro e penetro naqueles confins úmidos e mornos de tesão. Delícia. Meto com histeria naquela bunda empinada enquanto observo a imagem refletida no espelho. Sensacional.

Antes que eu gozasse, Brenda diz que quer me chupar mais. Aceito a solicitação como um submisso atendente de Call Center. Deito e ela volta a me engolir, dessa vez com mais fome, com mais ímpeto. Foi fatal, em poucos segundos jorrei até a alma naquela boca diabólica. Não sobrou uma gota...

Conversamos um pouco nos minutos que restavam e nos despedimos. Tem volta, é promessa.

A Rios está valendo.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA EXCELENTE
MOSAICO NIGHT CLUB - R. Hilário Ribeiro, 243 , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
ESTHER
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

07 de Setembro de 2018 às 00:09



Ligo o motor do Sucatão, o carro ruge como se acordasse de um sono profundo, de sonhos sombrios. Os pneus deslizam sobre o asfalto da bucólica e noturna Tijuca. Encaixo o pendrive no aparelho de som e as caixas começam a vazar a voz de Eminem cantando Lose Yourself. Submergimos na noite de quinta-feira...

Trilha sonora

O libertino é o personagem que luta para não se render ao amor. Ou melhor, luta contra a própria vontade subversiva de se render ao amor. O amor, esta armadilha do destino que quer nos convencer a subtrair a liberdade de forma voluntária e sem garantia de recompensa.

Meu destino, a Mosaico. Infelizmente, meus encontros com Esther são quase integralmente restritos ao espaço da boate, o tempo que a encontrei fora dali foi mínimo, o que acaba sendo menos do que uma esmola para as grandes paixões. Cada capítulo parece prenunciar o epílogo. Costumo chegar ao mesmo tempo em que ela entra na boate, mas aguardo por alguns longos minutos o ritual de preparação que ela cumpre antes de descer à pista. Vale a pena esperar, sempre desce deslumbrante aos olhos de todos.

Fomos para a varanda conversar um pouco. À medida que avança meu contato com Esther, fica difícil segurar as palavras e as demonstrações desse patético amor que me assola. Preso sob as luzes de neon do bataclã, eu vou me tornando repetitivo e óbvio para todos que me observam. Paixões da noite são mais breves que amores de carnaval, não temos o tempo que queremos, temos o tempo que sobra. É um calvário que potencializa a solidão e a melancolia, só um libertino é forte o suficiente para atravessar o mar revolto em que mergulha quando se apaixona pelas mulheres selvagens que desabrocham ao brilho da lua.

Não há mais muitas novidades nestes relatos, pois eles não acontecem no mundo real, eles se apresentam dentro das mentiras que habitam o cabaré. Subimos à alcova...

A cada nova ocasião que vejo Esther nua, deslumbro um monumento, musa com a grandeza das musas da mitologia grega. Esther inspira, desarma, excita. E os olhos de Esther? Olhos de gueixa, olhos fatais. Seus beijos são doces e quentes como beijos das primeiras namoradas da nossa adolescência. Existe magia em Esther. Sim, leitor sem fé, sou um romântico, mas isso não quer dizer que estou exagerando. Há experiências que só podemos confirmar experimentando.

Não sou um atleta sexual e tenho minhas preferências. Depois de provar muito de sua boca e de sua vagina úmida e molhada, eu a coloquei de quatro e alcancei o nirvana sexual. Todos os orgasmos com Esther são inesquecíveis.
Novamente na varanda, nos despedimos. Esther foi amável, carinhosa e me acompanhou até a saída. Dentro do carro, senti aquela tristeza de quem quer acreditar num sonho sabendo que precisará de muita energia e sorte para torná-lo real. Talvez, não consiga. Ligo o motor, o Sucatão ruge tentando me acordar. Volto a mergulhar nas penumbras da cidade, onde a solidão e as incertezas fazem nascer novos libertinos.

https://oslibertinos.com

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
MOSAICO NIGHT CLUB - R. Hilário Ribeiro, 243 , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
GRAZY
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

02 de Setembro de 2018 às 00:09



Sexta-feira, estaciono o Sucatão na rua Hilário Ribeiro, quase em frente ao bar “O Pecado mora ao Lado”, a localização do bar com título de filme faz o nome virar quase um aviso literal. O relógio marcava 23h e havia um movimento intenso de grupos de motoqueiros na área. Depois de uma semana de diversas visitas à Mosaico, meu corpo já não pedia mais sexo, pedia sono e travesseiro. Porém, o ritmo de um libertino é algo que sempre beira o limite, um personagem que vive pelo prazer como seu bem supremo. A luxúria é o seu estilo de vida.

Quando me aproximo da varanda da boate, vejo o nosso pequeno grupo de mundanos abrindo a casa e animando o início da noite. Eu não estava mais sozinho. Entro, confraternizo com os amigos, cumprimento as meninas, abraço o Gerentão, dou uma alô para a efusiva Maria, beijo a Batata, aperto a mão da galera do bar, bato um papo com o Hugo Boss. Estou mais à vontade que em minha própria casa. A Mosaico é isso, um berço do boêmio.

De repente, vejo Grazy… Para explicar a sensação, é como ver um raio caindo sobre a terra. Se a Mosaico fosse uma ilha fincada entre um mar revolto, Grazy seria o farol, com aquele sorriso iluminado guiaria os barcos e os náufragos. É linda, corpo escultural e tem a simpatia como sua virtude absoluta. Morena, cerca de 1,70 com seu salto, cabelos na altura dos ombros, pernas grossas e bem feitas, olhos vivos, boca carnuda e um sorriso que desintegra corações. Uma das mais finas beldades da boate. Há tempos ela já havia despertado meu interesse, mas nunca consegui me aproximar de uma forma mais íntima. Sexta-feira, aconteceu…

Subimos à alcova…

Ela entra no quarto com um hobby vermelho e vaporoso. Quando abre a fitinha que o amarrava, seus seios deslumbrantes se revelam diante dos meus incrédulos e famintos olhos. Duas esferas perfeitas e convidativas. Irresistíveis, leitor sem fé, caí de boca. Seria possível eu passar o encontro inteiro degustando os peitos da Grazy, mas decidi sorver a fonte do seu néctar abaixo da linha do equador, onde não existe pecado, só entrega. Explorei com a língua os recantos mais úmidos da bocetinha da garota, ela se contorcia em silêncio, não gemia… Continuei lambendo os domínios de seu clitóris quente e molhado, até que suas pernas começaram a tremer e ela se largou num gritinho de derrota. Que orgasmo, afeiçoado amigo que me lê, quase gozei junto. Depois disso, Grazy ficou mole, mas suas pernas continuavam a tremer, algo que durou até o final do nosso período juntos.

Este pobre Velho Viking, esgotado pelas tantas viradas de noite, foi ao extremo das forças. Coloquei a menina de quatro e tentei penetrá-la para alcançar o meu próprio orgasmo venerado. Não consegui chegar ao objetivo final, o cansaço me derrubou. Ficamos de namorinho, beijinhos deliciosos na boca, tateei os peitos de Grazy como se quisesse levá-los para casa e chegou a hora de nos despedirmos. Menina-mulher maravilhosa.

Vejo a hora no celular, a madrugava avançava rumo à ameaça de um novo dia, como vampiro que foge da chibata dos raios de sol, entro no Sucatão e partimos de volta à bucólica Tijuca ao som de Eurythmics – Sweet Dreams…

A partir de agora, qualquer aventura é possível…

Trilha sonora

OS LIBERTINOS

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
MOSAICO NIGHT CLUB - R. Hilário Ribeiro, 243 , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
ESTHER
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

30 de Agosto de 2018 às 00:08



A primeira vez que pisei num cabaré foi em 1980. Na época, havia uma famosa casa carioca localizada na Rua Alice, em Laranjeiras. Foi quando avistei Débora, uma balzaquiana que fazia ponto no lugar. Mesmo sendo um garoto inexperiente, percebi que o magnetismo de Débora fazia com que ela se destacasse de todas as outras mulheres presentes. Era a estrela do salão e uma dezena de homens entravam naquele reduto de luxúria apenas para desfrutar da sua companhia. Após desfrutar dos segredos de Débora, saí do quarto com uma lição empírica: a alma de um bordel são suas melhores mulheres.

Um cabaré sem protagonistas é um cabaré sem identidade. Óbvio que deve existir um segundo plano de coadjuvantes que atendam as várias preferências e componham a rotatividade de um ambiente que encha os olhos dos clientes, mas as estrelas são o carro chefe, são indispensáveis e devem ser cultivadas com zelo pelos proprietários de qualquer bataclã.

Esther, com certeza, é uma dessas divas que iluminam qualquer boate, capaz de despertar o furor dos amores noturnos e libidinosos. Não é apenas a beleza ou o corpo que erguem uma estrela. O carisma, o desembaraço no diálogo e a capacidade de entrega no sexo fazem a fonte de atração irresistível que só a protagonista é capaz exercer. Quem conhece uma Esther, quer voltar para revê-la, num ciclo vicioso que traz fama, lucro e prosperidade às casas em que ela pousa. Estrelas como Esther são raras, brotam espontaneamente sob as luzes de neon, joias que devem ser guardadas em caixas de veludo e cuidadas como tesouro.

Terça-feira, pude estar com Esther novamente. Por coincidência, numa festa que teve tudo a ver com sua presença: a festa Noite com as Estrelas, na Mosaico Night Club. Por sinal, a Mosaico é a única casa que se esforça para preservar suas estrelas.

O reencontro foi inesquecível e narrar os detalhes seria redundante. Esther é mulher que agrada a qualquer homem, possui aquela intuição única sobre os desejos masculinos e sabe como satisfazê-los. E se todo este texto carrega um tom de paixão é porque essa mulher realmente desperta paixões. O que eu estranho é que uma mulher da dimensão sedutora de Esther ainda prefira as incertezas de uma tumultuada vida na noite do que a paz de um porto seguro que um desses amores que ela desperta possa lhe oferecer. Fico imaginando quantas oportunidades passaram e se perderam como fumaça entre suas mãos. Enfim, como dizia Shakespeare: “Há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia”...

Passei uma noite inteira junto a Esther. Quando me despedi, para que ela seguisse o seu caminho, já havia amanhecido e o Sol machucava os olhos de quem tinha virado a noite em prazeres mundanos. Ficou a tristeza de vê-la partir e a incerteza se a verei novamente. Mas como o tempo não para, o combalido coração libertino precisa seguir em frente...

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
MOSAICO NIGHT CLUB - R. Hilário Ribeiro, 243 , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
LAÍS
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$150.00
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28 de Agosto de 2018 às 00:08



Última segunda-feira de agosto, decido visitar a Mosaico e aproveitar a promoção para foristas. A boate estava num clima lounge, tranquila e com o movimento menos frenético de início de semana. Sou recebido carinhosamente pelas gerentes Maria e Ravine. Os garotos do bar sempre show de bola. Muitas mulheres presentes, como é característica da casa. Fui em busca de Talia, mas a menina me tratou com uma inesperada frieza que me incomodou. Depois da trigésima vez que se referiu a mim como cliente, dando impacientes sinais de que não queria perder tempo me dando atenção, desisti completamente de levá-la ao andar das alcovas. Percebi que seria melhor buscar outra companhia. Amores de bataclã duram menos que pegação de carnaval.

Avistei uma garota linda que já havia observado em outras ocasiões desfilando pela pista da Boate. Vestida num biquíni sumário, Laís, não deve passar de 1,65m, olhos castanhos vivos, cabelos longos e lisos, pele clara, sorriso sedutor, seios médios e uma bunda que deve ter sido esculpida do além por Michelangelo. Maravilhosa e simpaticíssima. Fiz uma breve entrevista para confirmar se não havia restrições e subimos à alcova.

Laís chegou no quarto me beijando e tirando a roupa. Desinibida e alegre, não economiza os lábios, beija de verdade. Deitou-se para que explorasse seu corpo com a boca, o que fiz sem ansiedade, degustando cada pedacinho daquele textura saborosa que acompanha o desenho de suas curvas. Ela pede que eu me deite e me abocanha num boquete guloso, tesudo, daquele que faz a gente esquecer o dia de amanhã. Curti... Com delicadeza, peço que ela fique de quatro e inicio o ritual sagrado da penetração, a gata se empina, geme e com poucos movimentos desabo por nocaute.

Amanhã, terça-feira, é o dia da lendária festa “Uma Noite com as Estrelas” na Mosaico. As meninas em traje de gala prometem arrepiar os corações dos marmanjos. Laís me mostrou até o vestido que irá usar, de suspender nosso fôlego. Eu vou.

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BOA BOA
MOSAICO NIGHT CLUB - R. Hilário Ribeiro, 243 , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
ESTHER
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TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$150.00
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25 de Agosto de 2018 às 00:08



Nelson Rodrigues dizia que um autor começa a perder a honestidade com seus textos quando passa a escrever para os olhos dos outros, para a boa crítica de quem lê. Por isso, continuo a escrever para o papel, para a página desnuda, que em sua pureza alva exige a nossa mais deslavada verdade.

Por ironia do destino, quem me levou até Esther foi a Talia, são amigas. Quando Talia comentou sobre a beleza de sua amiga e sobre as virtudes do seu atendimento, não dei muita importância, quase ignorei. Naquele momento, não me pareceu que possível haver mulher mais envolvente e fogosa do que própria Talia. Um engano fatal das minhas ingênuas suposições. De repente, me vi diante de Esther, pele clara, cabelos negros lisos e compridos, belíssima, corpo esguio de falsa magra, sorriso que põe abaixo os corações mais endurecidos, um charme avassalador que ela cultiva nos gestos discretos e elegantes. Acredite, forista sem fé: Esther é irresistível.

Quando saí pela primeira vez com ela, fui nocauteado em todas as minhas defesas. Ousado, retornei na última sexta-feira à Mosaico e repeti o risco de degustar essa mulher, que é como um vinho de paladar refinado que inebria nossos sentidos e nos traz uma súbita euforia, a vaporosa felicidade de viver o momento. Lindíssima numa lingerie branca, me recebeu de forma amável, com uma atenção próxima à exclusividade que se pode alcançar numa boate. No primeiro instante, hesitei em me deixar levar novamente pelos seus encantos. Ela cria em nós o perigo iminente de envolvimento sentimental. É uma mulher poderosa, uma ogiva nuclear. No entanto, como já diziam os Borgs de Star Trek: resistir é inútil.

Subimos à alcova...

Ela retira as breves peças de roupa e revela os seios irretocáveis e o corpo impecável. Cheirosa, se aproxima e me beija sem resistências, entrega a sua língua, sua saliva, numa mistura que me excita. Enquanto nos beijamos, ela massageia delicadamente meu pênis, que reage com entusiasmo ao toque. Esther deita e eu deslizo até sua vagina, com a língua exploro suas reações, ela se contorce, geme, vai ao orgasmo... Se mulher fosse um estilo, Esther seria um clássico, daqueles que ficam eternizados na memória da humanidade. Um mulherão.

Generosa, ela pede para me chupar. Afeiçoado forista, se o mesmo acontecer com você, seja forte. O boquete de Esther é uma obra-prima. Chupa suave, acariciando nossos testículos num carinho erótico, faz sem presa, querendo retirar de nós o máximo deleite. O boquete de Esther é um alucinógeno. Para evitar o gozo precoce, eu a coloco de quatro e penetro em frenesi nos seus domínios mais profundos, ela me encara pelo espelho com os olhos em revoada de tesão. Que doideira. Não dá mais para aguentar: gozo, gozo, gozo, gozo... Devo ter gozado ininterruptamente por uns 20 segundos. Despenco quase desfalecido sobre a cama.

“O resto é silêncio...”


Os Libertinos

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BOA BOA
MOSAICO NIGHT CLUB - R. Hilário Ribeiro, 243 , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
ESTHER
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$150.00
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21 de Agosto de 2018 às 00:08



Aciono o motor do Sucatão e deslizamos pelo asfalto da bucólica Tijuca rumo aos imprevisíveis impulsos da luxúria. Estamos num inverno de noites frias, nubladas, mas a lua insistia em desafiar as nuvens com sua meia luz. As vias estão semidesertas, há um silêncio em tudo. Atravesso uma blitz habitual na agulha da Praça da Bandeira que dá acesso a Rua Ceará, estaciono o carro, caminho alguns metros e sinto os paralelepípedos que dão introdução a todas as aventuras que se pode viver na Vila Mimosa. Meu destino era a Mosaico.

Foristas em peso confraternizavam na varanda da boate, sou recebido com alguns gritos desabonadores (nunca entendi essa mania de homem saudar homem com gritos de “viado”). Sigo firme. O relógio marcava 22h e a casa estava num clima lounge e aconchegante. Cumprimento os amigos e dou um alô ao companheiro Hugo Boss, que sempre me recebe com o maior carinho. Logo, esbarro com a musa Talia, que me conta estar acompanhada de uma amiga tão sexy como ela. De repente, a vejo, uma falsa magra de rosto lindo, alta e dona desses sorrisos que fazem o chão sob os nossos pés tremer: Esther, a amiga da Talia.

Sem pestanejar, a pego pelo braço e subimos à alcova...

Esther tira o vestidinho sexy e revela belos seios que começo a explorar sem pressa e com a fome de um recém-nascido. Ela geme baixinho, cerra os olhos, mostra que sente prazer. Que delícia, é bom encontrar mulheres da vida que ainda estão vivas. Fogosa, ela me posiciona ao pé da cama e investe num boquete suave, de quem quer extrair nossa seiva. Resisti e a coloquei de quatro. Esther de quatro é um tobogã erótico, suas ancas trazem finas marquinhas de biquíni, ela se empina para me receber...Que visão magnífica. Não quero Torre Eiffel, não quero Big Ben, eu quero a bunda da Esther de quatro, apontando suas cavidades aos meus caprichos. Penetro devagar e vou aumentando o ritmo, que delírio, é como uma febre que se apossa de mim. Nocaute. Gozo litros e despenco na cama ao lado da beldade.

Simpática, boa conversa, belíssima mulher. É quando me ocorre Vinícius de Moraes:

Se todas fossem
Iguais a você
Que maravilha viver
Uma canção pelo ar
Uma mulher a cantar
Uma cidade a cantar, a sorrir, a cantar, a pedir
A beleza de amar...

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
MOSAICO NIGHT CLUB - R. Hilário Ribeiro, 243 , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
TALIA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$150.00
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17 de Agosto de 2018 às 00:08



Existem mulheres que compõem o gosto pessoal do indivíduo, outras pertencem à preferência universal de homens e mulheres. Talia é uma mulher universal e aqui neste blog decidi dar destaque às colheitas raras do exercício libertino.

Foi no recente reencontro com a Mosaico Night Club que esbarrei com Talia, uma mulher de corpo sarado, pernas bem torneadas e um bumbum esférico que poderia abrigar o mapa mundi. É uma morena bonita, riso fácil, sorriso estonteante e exala uma simpatia extrema, que cria em nós uma conexão irreversível com o seu carisma. Pelo corpo trabalhado em academia, talvez não seja da predileção visual de todos, mas experimente levá-la para a cama: resistir é inútil, já nos alertava um dos episódios de Star Trek.

Na última vez em que fui para a alcova com a menina, me recostei na cama e ela sentou-se sobre o meu colo, envolveu meu tronco com as pernas lançando a boca contra os meus lábios com a língua sedenta de beijos. Ficamos assim, num roçar lascivo, com as bocas grudadas, numa comunhão de saliva e calor que fez minha libido ganhar vida numa ereção inevitável. Eu alisava as suas costas, deslizava as mãos sobre sua bunda, sentia a pele morna e macia enquanto a menina deixava escapar gemidos sussurrados e provocantes. Ela se deita oferecendo seu delicado clitóris ao meu deleite, mergulho com ímpeto de me afogar naquele néctar que consola a nossa luxúria. Os gemidos de Talia se tornam mais fortes, geme como gata no cio, de olhos fechados ela parece febril enquanto a sugo. É uma fêmea que se entrega, sem impor restrições, o que potencializa nossa fome por ela. Mulher metamorfoseada em felina, pela qual nos apaixonamos, mesmo sabendo que o seu amor é miragem, canto de sereia. Sim, Talia se contorce num orgasmo que não é possível descrever, você se torna testemunha do indescritível.

Recupera-se e vem por cima do meu corpo, abocanha meu membro num boquete rapel. Tento não desfalecer e a observo no ato, com a magnífica bunda empinada e a boca me engolindo. Inesquecível... Quase cedendo a sedução do seu sexo oral, a coloco de quatro e tenho a visão de uma Vênus escultural pronta para me receber no seu ponto mais íntimo. Penetro devagar, ela geme; aumento o ritmo, ela se agarra a cama e continua gemendo alto; é uma experiência que se assemelha a um delírio erótico ouvi-la gemer enquanto eu a observava, suas costas se projetando para cima como um tobogã da luxúria, sua bunda colada a minha virilha... De repente, foi como se eu tivesse ejetado a alma do corpo, gozei de despencar no colchão nocauteado.

Há anos não encontrava uma mulher como Talia, alguns podem pensar que é exagero do Dante, não é possível dimensionar o que eu digo sem viver a experiência. Saio da Mosaico e caminho pelas penumbras da Rua Ceará de volta ao Sucatão. É uma semana gelada do inverno carioca, a solidão está sempre de tocaia. Aciono o motor, o carro desperta num ronco libertário. Ligo o rádio, a melodia de “Lady In Red” inunda a cabine do carro. Acelero e tento esquecer que sou um romântico, os pneus deslizam silenciosos sobre o asfalto e me vem a mente uma frase de Schopenhauer: “O amor é uma armadilha da natureza”.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
MOSAICO NIGHT CLUB - R. Hilário Ribeiro, 243 , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
TAINÁ
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$150.00
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15 de Agosto de 2018 às 00:08



Segunda-feira, dia da “Carteirada de Forista” na Mosaico, a casa oferecendo diversos e bons descontos para foristas de qualquer fórum, bastando se identificar. Noite fria, mas estive lá. Cheguei um pouco tarde e encontro a casa enfeitada com balões coloridos e clima de festa. De cara, fico impressionado com a quantidade de mulheres bonitas e gostosas que estão na entrada da boate. Só tops. Pego minha comanda e entro no Olimpo dos libertinos. Sou recebido calorosamente pelo velho e bom Gerentão, pelo sagaz Hugo Boss e por todos os demais funcionários da casa. Essa recepção da Mosaico faz a diferença fundamental, nos sentimos em casa. Por isso, vale a pena ser cliente.

Muitos foristas presentes, vou esbarrando com vários. O ambiente é de total confraternização. Se na varanda haviam meninas lindas, o queixo acabou de cair quando entrei na pista da boate. Certamente, a Mosaico deve ser a casa que concentra mais gatas por metro quadrado. São mulheres realmente bonitas, com corpão, a maioria novinhas cheias de gás.

Bati um papo com o forista Scooby, o Interessante, o Comedor Nato, Fúria Jr., Venon, Maledeto, Zeca, Muleke Piranha e tantos outros. Clima muito bacana.

Acabei escolhendo a musa cavala Talia para uma reprise erótica. O que dizer dessa menina? Sensacional. Com certeza, o melhor sexo de 2018 e dos últimos tempos. Sem necessidade dos detalhes do TD, que a cada repetição ficam melhores. Gozei horrores e saí feliz do quarto.

Que venham os próximos encontros...

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
BLACK & WHITE - Av. Paris, 634 , Bonsucesso - Rio de Janeiro - RJ
THAYLLA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$150.00
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09 de Agosto de 2018 às 00:08



Hoje, tive uma baita surpresa ao visitar a Black White. Quando entro na boate, me deparo com um elenco bacana de mulheres, cerca de 20 meninas, casa bem arrumada e muitas meninas bem interessantes. Um amigo me apresentou a Thaylla e o meu destino foi selado. Menina perfeita. Conversamos no salão e ela já se mostrou extremamente carinhosa, namoradinha, uma princesa. Morena, cerca de 1,70m, cabelos lisos na altura das costas, seios médios e durinhos, bundinha redonda e firme, corpo irretocável.

Fomos para uma das suítes nababescas da casa... Resumo: beijos na boca sem miséria, pegação, chupação. A garota é sensacional, ainda ganhei uma massagem sublime antes de terminar o tempo. Nas últimas duas semanas só tenho pego mulheres maravilhosas com o nome com T inicial. Todas um tesão. Duvido que alguém aqui não fique de queixo caído pela Thaylla.

A Black está com uma estrutura legal, possui os quartos normais e as suítes, todos bem ajeitados e limpos. Está valendo a visita, eu não ia há algum tempo e me surpreendi.

E a maratona continua...

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
CLUB 502 - Rua da Alfândega, 65 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97161-1880
TAINÁ
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$150.00
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08 de Agosto de 2018 às 00:08



Existem mulheres que ainda merecem que a gente escreva, que a gente reserve um tempo e registre a experiência do encontro nas areias da Internet. É preciso que fique para a posteridade. Morena belíssima, balzaquiana de sorriso avassalador, corpo irretocável, bom papo e extremamente carinhosa. Uma dessas mulheres com quem a gente esbarra somente de 10 em 10 anos nas pistas libertinas. Pois é, ela apareceu na 502 e seu nome é Tainá.

Disse-me ser nova no ramo, sendo a 502 sua primeira casa. Cabelos lisos na altura dos ombros, pernas grossas, barriguinha zero, seios médios e firmes, boca carnuda e pele de veludo. Beija na boca que é uma delícia, com entrega, com língua, com saliva. Não economiza nos beijos e nas carícias. Confesso que as preliminares com Tainá são tão excitantes quanto o momento do sexo. Que mulher!

No quarto, fez questão de tomar banho junto comigo, grudadinhos no box, debaixo do chuveiro. Só esse detalhe, de tão rara iniciativa entre as garotas de programa atualmente, já me deixou totalmente envolvido por ela. No banho, beijos, sarros, chupação, esfregas. Sensacional! Com Tainá, você não sente que está num puteiro, é como se estivesse num motel com a namorada. A gente esquece da vida.

Na cama, ela vem pra cima. É proativa. Enlouquece com o sexo oral, vai ao orgasmo frenético. Sobe sobre meu corpo e cavalga forte, gemendo com vontade. A mulher se entrega, se larga. De quatro, é uma escultura, uma visão que você vai rememorar antes de morrer. Sedutora como poucas que encontrei nos últimos anos. Resumo, saí da 502 inebriado. Encontrei uma joia, dessas difíceis de garimpar e que merece infinitas repetições. Já estou com aquele gosto de quero mais.

Fora isso, a 502 está com uma programação bacana. Hoje, terça-feira, tinha uma banda ao vivo na casa tocando um som animado.

Caminho pela Rua da Alfândega em direção ao metrô, de volta para a Tijuca. O frio intenso da um toque noir à cidade maravilhosa. Fecho a página, que venha o próximo capítulo...

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
MOSAICO NIGHT CLUB - R. Hilário Ribeiro, 243 , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
JAPA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

04 de Agosto de 2018 às 00:08



Sexta-feira de uma semana invernal, frio e chuva castigaram uma cidade que é filha do Sol e do calor. À noite, o ar glacial somado às finas gotas de água borrifada das nuvens nos tocam como punhal gelado. Uma atmosfera noir cobriu o Rio nesta primeira entrada de agosto. Num velho hábito que havia sido abandonado, estaciono o Sucatão no meio fio da rua Ceará e caminho pelos molhados paralelepípedos até a Mosaico. Com a queda de público da Vila Mimosa, a Mosaico se tornou um templo à memória e à resistência da vida noturna carioca. Cravada entre a Praça da Bandeira e o lado imperial de São Cristóvão, a boate é um palácio libertino. Enquanto tudo em torno é museu, a Mosaico é o presente lutando para recuperar seu passado de glórias. E vai conseguir.

Sou afetuosamente recebido pelo menino que distribui as comandas, encontro meu amigo Prelúdio, logo chega o camarada Maledeto, fico sabendo que um aniversariante estava sendo homenageado e cruzo com mais alguns companheiros da boa boemia. Às 23h, a casa ainda estava no clima lounge, mas ainda recebendo meninas e clientes. O elenco da Mosaico é composto de meninas novas, bonitas e esculturais. Não há exceções, é a regra. Procuro a musa Talia, mas ela estava em atendimento, foi a senha para explorar a diversidade feminina da casa.

No meio tempo, entre escolher uma odalisca e subir à alcova, esbarro com os maestros que fazem rodar as engrenagens da boate: Lavine, Hugo Boss, Ted, o eterno Gerentão, a imortal Batata e a rapaziada frenética do bar. Isso não é um time, é seleção para vencer Copa do Mundo.

Finalmente, escolho uma menina chamada Japa, que de japa não tem nada além dos olhos repuxados. Subo à alcova. Japa tem 19 anos e um corpo absolutamente perfeito, poderia ser capa da Sexy ou de qualquer revista destinada ao público masculino. A garota é elétrica, parece que tem um vibrador interno, não para de dançar e pular o tempo todo, mas o velho viking aqui gosta de desafios. Seios durinhos, no melhor estilo peitinho agulha, coxas torneadas, barriguinha zero, boca que beija e bundinha com uma harmonia esférica que é capaz de comover os mais brutos dos homens. Boquete dedicado, roça daqui, roça dali, ponho de quatro e penetro naquela úmida cavidade jovem e excitada. Nocaute.

Japa não é uma Talia, mas dá conta do recado e é dona de uma simpatia que nos cativa já no salão.

Se alguém me pedir uma dica para curtir à noite até o amanhecer, eu responderei na ponta da língua: Mosaico. Aos poucos, depois de receber uma sacodida da crise que afeta a cidade, a Mosaico vai recuperando seu posto de rainha absoluta das madrugadas cariocas. Vale a visita, vale reviver os bons tempos da libertinagem numa das poucas casas que ainda nos oferece isso.

Deixo a Mosaico às 4h da madruga, com casa cheia. Ligo o motor do Sucatão e atravessamos as águas em direção à Tijuca. A aventura continua...

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
MOSAICO NIGHT CLUB - R. Hilário Ribeiro, 243 , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
TALIA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

03 de Agosto de 2018 às 00:08



Retornando agora da Mosaico, às 3h20 da madruga, num ritmo boêmio que eu havia abandonado faz tempo, mas que a nova fase dessa boate praticamente nos intima a reviver. Além de mim, estavam presentes os foristas Fred, Krisium, Scooby e Kaká. Chegamos por volta das 23h e a casa ainda estava com clima lounge, mas logo ficou abarrotada de clientes. Para a alegria da galera, os shows de strip voltaram ao palco principal da boate, a fila do gargarejo congestiona.

Numa semana de noites geladas, esticar pela madrugada da Mosaico volta a ser um privilégio. O sinal de que a casa está recuperando seu velho fôlego é a presença crescente de foristas no local. Em tempo, está valendo a promoção para foristas oferecida pela Mosaico, os detalhes a galera pode conhecer conversando com o gerente Ted.

Confesso, fui na intenção de pegar a Pink, uma sarada bonita e simpática que guarda a fama de ser boa de cama. Porém, esbarrei novamente com a Talia e resistir a ela é inútil. Subi à alcova. Não vou me repetir nos detalhes do TD, Talia é um mulherão passado a limpo, o resto é rascunho. Envolvente, receptiva, carinhosa, quente, geme que é uma delícia... Tenho certeza de que 5 entre 10 clientes da Mosaico retornam à boate por causa dela. A menina é vocacionada, uma gueixa no sentido mais refinado da palavra.

Rodo por aí e posso garantir que poucas casas possuem um elenco de qualidade como a Mosaico ainda mantém. Talvez, só a 502 se equipare atualmente em diversidade feminina. A casa está mais organizada e amistosa, frutos do recente trabalho da nova direção. É a única casa que abre de domingo a domingo repleta de mulheres, o que a torna uma opção aos moldes da finada Help, o icônico templo demolido de Copacabana.

Bate papo com amigos, bebida gelada, um bom sexo e volto para casa esperando o dia nascer feliz. Essa é a vida que eu quis, o mundo inteiro acordar e a gente dormir.

Ave, Cazuza!

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
MOSAICO NIGHT CLUB - R. Hilário Ribeiro, 243 , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
TALIA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ NãO SEI R$0.00 SIM

02 de Agosto de 2018 às 00:08



Quinta-feira do mês de agosto, noite chuvosa, fria. Decidido a viver a noite na velha e boa Mosaico. Desembarquei na Rua Ceará por volta das 23h. Aproveitando o clima glacial que faz esta semana no Rio, eu estava paramentado da minha habitual elegância britânica, porque é preciso ter estilo. A vida sem estilo é como pelada em campo de várzea.

Entro na boate e sou recebido calorosamente pelos maestros da casa, Ted e Gerentão. O ambiente com atmosfera lounge, o movimento de clientes ainda estava começando, mas já era possível ver um exército de meninas no salão. Fiquei impressionado com a quantidade de novinhas bonitas desfilando na pista, o que me fez lembrar do apogeu desse templo libertino da Praça da Bandeira. A casa está sob nova direção e logo se vê o reflexo da atual gestão na limpeza do local, na simpatia dos garçons e na orientação do comportamento das mulheres. Fui para uma visita rápida, mas confesso que me senti bem e fui ficando. Como é bom poder encontrar pousos agradáveis na noite caótica e hostil do decadente Rio de Janeiro. Com a Mosaico, a gente vê que o que faz a qualidade não é estar localizada na Zona Sul, Zona Norte ou Baixada, a qualidade vem do empenho e do tal estilo que só os melhores gestores conseguem imprimir.

Tomo minha Coca-Cola quando, de repente, avisto uma morena saradíssima, pernas torneadas, barriguinha zero, bunda de revista, sorriso avassalador... Talia... Uma escultura viva. Chamo, ela senta ao meu lado e iniciamos a conversa. Simpaticíssima, carinhosa, sedutora, irresistível. Subo à alcova. No quarto, muitos beijos na boca, beijos com língua, com saliva. Talia é daquelas mulheres que conseguem fazer você esquecer que está num puteiro e pagando programa. Foi como se eu estivesse na companhia de uma namorada de poucos meses, ainda cheia de tesão e entusiasmo por mim. Talia entendeu que a ilusão do amor é a suprema mágica do bordel. Senti-me como Al Pacino em Perfume de Mulher.

Eu, idoso e combalido, consegui comer aquele monumento sexual de todas as formas. De quatro, papai e mamãe, de ladinho. A mulher realmente faz o homem. Gozei até minha última gota de sêmen. Talia é maravilhosa. Sem dúvida, merece muitas reprises.

Despeço-me do pessoal que administra a casa, deixo meus elogios e parto sem querer partir. Vou embora querendo retornar. Renasce um abrigo para aqueles que perambulam pelas madrugadas inóspitas, renasce uma porta para aqueles que são órfãos do sono e do Sol, renasce a alegria da miragem para aqueles que andam abraçados à solidão. Renasce a Mosaico Night Club.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
PONTO DE RUA - Cancela Preta , Padre Miguel - Rio de Janeiro - RJ
LAURA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$40.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

08 de Dezembro de 2013 às 00:12



2009

Av. Brasil, a fronteira final... Estas são as viagens do Sucatão na sua missão em busca de novos Puteiros, novas civilizações de Putas, audaciosamente indo onde nenhum Putanheiro jamais esteve!...

Madrugada, ao sair de mais uma visita à Vila Mimosa, decido embicar pela Leopoldina e percorrer a Av. Brasil, para conferir a dica de um amigo Taxista, um lugar chamado Cancela Preta.

A Cancela Preta não chega a ser outro Planeta, mas é quase um Satélite da Terra, tal sua distância. Fica no limbo, embolada entre Padre Miguel, Realengo e Bangu. Não sei especificar sua localização, mas chega-se lá pela árida Av. Brasil e é indicada pelas sinalizações.

Quando caí no acesso da Brasil que desembocava na penumbrosa Cancela Preta, me dei conta que talvez fosse um lugar mais propício para caçar Vampiros do que mulheres. Não tinha mais jeito, após meia hora cruzando o asfalto, eu estava na Cancela Preta e, logo de cara, tive uma visão...

Creia, forista sem fé, num recuado de pista, dentre várias meninas, havia uma loira saradíssima, vestida com top e calça de ginástica, fazendo ponto num local batizado como Cancela Preta. Eu nem sei se acredito em mim mesmo quando conto isso, mas é a mais pura, translúcida e nutritiva verdade. Juro sobre a bíblia!

Seu nome é Laura, pedi que entrasse no carro e começamos a conversar.

- Com este corpão, você deve fazer academia todos os dias! – Inicio minhas perguntas cretinas.

- Não tenho dinheiro pra Academia. Comprei uns pesos na Casa & Vídeo e malho em casa.

Impressionante! A força de vontade faz milagres! Não me emocionou pelo rosto, mas pelo corpaço.

Tratei com ela, como presente, R$ 40,00 para me acompanhar ao motel. O Sucatão mergulha no breu até o Motel Carbonara, também na Brasil, altura de Bangu.

Fico olhando para aquela mulher suculenta e pensando: se ela erguesse quatro paredes de tijolos, contratasse um gerente simpático, colocasse um letreiro luminoso escrito “Termas Black Gate” e cobrasse R$ 300,00, talvez ficasse famosíssima em algum Fórum do Rio.

Peço um apartamento simples (R$ 25,00 – 6h).

Introduzo a chave, abro a porta do quarto, acendo a luz e ouço um grito estridente... Era a menina que berrava e corria desesperada para o banheiro, perseguida por uma nuvem de mosquitos canibais que despertou quando entramos; ao verem o primeiro ataque frustrado, a mosquitada partiu raivosa para cima de mim, agora era eu quem gritava e corria. Protegi-me com o cobertor e, ao mesmo tempo, agitava o travesseiro para espantá-los; consegui abrir a janela e ligar o ar-condicionado.

Em poucos segundos, fui semidevorado pelos hematófagos, mas venci uma das sete pragas da Cancela Preta.

Exausto, bati à porta do banheiro para avisar que a mosquitada havia feito um recuo estratégico. Laura abre a porta e sai de calcinha minúscula e com os pequenos seios durinhos expostos. Que delícia!

Uma perna malhada da moça devia dar duas da minha; barriga tanquinho; bunda de pedra e arrebitada; braços fortes e pele macia.

Começamos nos beijando, ela tem um beijo gostoso. Depois, ela desceu lambendo minha barriga, abocanhou meu membro e sugou-me como os mosquitos hematófagos que tentaram secar meu sangue.

Peço a minha posição favorita e ela fica de quatro... A visão daquela bunda trabalhada com pesos da Casa & Vídeo me deixou atordoado. Comecei a meter, a garota não gemia, arfava... Senti que ainda ficaram alguns mosquitos desertores da nuvem que invadiu o quarto, volta e meia eu era assolado por umas picadas, mas tesão era forte e gozei rápido como um coelho.

Deixamos o hotel e eu desovei a Laura novamente na Cancela Preta.

De volta à Av. Brasil, acelero o Sucatão, tive a impressão de ver uma nuvem de insetos nos seguindo. Não, não podia ser! Era o trauma da situação que me iludia. Voamos de volta para casa!

Até o próximo episódio!...


Localização: Sentido Zona Oeste, a referência é a entrada da Cancela Preta, sai da Brasil e pega pra esquerda assim que der.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RUIM
membro, Michael Corleone, MuriloRJ, Avast, curtiram esse TD.
PONTO DE RUA - Cemitério do Caju , Caju - Rio de Janeiro - RJ
GISA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$60.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 TALVEZ

07 de Dezembro de 2013 às 00:12



07/2010


Madrugada de quinta para sexta-feira.

Prostitutas não são apenas o nosso obscuro objeto do desejo, elas representam a nossa evolução.

Na juventude, pagamos pela curiosidade, pelo mistério. Pagamos pela descoberta.

Na fase adulta, pagamos para saciar uma sede interminável, a libido embaça os sentidos. É a luxúria. Pagamos pela boceta.

Quando amadurecemos, o sexo já não nos domina, há um vazio detrás do orgasmo. Pagamos pelo Amor.

Quanto mais envelheço, mais me entedio. Talvez, seja um desvio psicológico, alguma espécie de insanidade, o meu desejo só desperta pela adrenalina. Gosto dos bordéis. Aprecio as mulheres-pizza ou garotas delivery, as nossas conhecidas Frees. Porém, nada disso me emociona. Não há incêndio se não houver risco.

O silêncio era cego, a pista da Av. Rodrigues Alves ocultava os sons em ninhos de penumbra. A luz mostrava timidez na rota que leva ao Cemitério. O celular direcionava para uma Caixa Postal. Eu não sabia se iria conseguir encontrá-la. Não sabia sequer se ela ainda fazia ponto no mesmo local. Prostitutas são entidades etéreas, aparições que se desvanecem sem deixar vestígio.

Durante a madrugada, alvorece um universo paralelo, chama-se Av. Brasil. Naquela imensa reta sombria, todos os caminhos se entortam. Minha bússola era o Cemitério. Girei o volante, eu e o Sucatão penetramos na Av. Monsenhor Manoel Gomes. Às margens do Campo Santo, procurávamos o um milagre: Gisa.

Há quem duvide. Há quem não creia. Leões de cativeiro terminam esquecendo-se do cheiro acre da selva, do calor abrasador da caça. Não, Forista sem Fé, eu ainda não desisti. Logo no princípio da Avenida, diante do Memorial do Carmo, minha Ninfa Poltergeist defendia o seu posto. Ruiva, alva e bela. Se os Deuses não a tivessem criado mulher, seria uma esfinge desafiadora sobre algum mausoléu antigo.

Não sei explicar o porquê, eu estava solitário, avistar a Gisa foi como encontrar uma ilha após dias à deriva na aridez do mar. Emocionei-me. Fiz a volta para outra pista e estacionei o meu táxi diante dela. Não houve palavras. Houve um sorriso, desses tão deslumbrantes que o coração palpita ao encará-lo.

Abri a porta, finquei minhas botas no asfalto, dei uns três passos e nos beijamos. O cemitério girou, as tumbas giraram, a Av. Brasil girou, o mundo inteiro rodopiou na vertigem daquele beijo. O rádio do carro estava ligado, volume alto, sintonizado na JB FM. A Natureza não recompensa os céticos, mas acaricia os que acreditam. Neste exato momento, a música que vazava pelas caixas era All For a Reason – Alessi Brothers.

https://www.youtube.com/watch?v=ZTLO9dnVhsY

Do sepulcro, nascia o Amor.

Ela entrou no carro. Iluminados pelas velas que guiam as almas, rumei para o Motel Stop Time.

Dentro do quarto, ela se despe e revela o corpo sinuoso. Seios firmes, pernas grossas. A barriguinha seca, ornada por um crucifixo prateado na altura do umbigo. A Gisa não é somente bonita, possui o toque inexplicável do estilo.

Eu me deito e ela envolve o meu membro com os lábios, sempre com a boca fresca, refrigerada por uma bala halls. A chupada com sopro de menta é como aprisionar o pau numa gaveta de necrotério. Gozar é morrer. Provavelmente, por esse motivo, os melhores boquetes tenham buscado a vizinhança do cemitério.

Ejaculei com tanta força naquela boca que a minha visão tonteou. Um impacto profundo. Ela pousou a cabeça sobre o meu peito, afagou meus cabelos e conversamos amenidades.

Hora de ir. Eu a devolvo ao seu local de origem. Antes de sair do Sucatão, ela me olha com uma ternura cativante. Retoma sua posição, me lança outro sorriso e eu acelero para lugar nenhum. Pelo retrovisor, a imagem da minha amante foi se tornando pequena na distância, emoldurada por um muro branco por onde cruzes e querubins se erguiam. Sobre a calçada, beirando à morada da morte, meu anjo pairava destemido. As asas escondidas num sorriso. Se Gisa não fosse um nome, seria um mantra.

A Av. Brasil fica para trás e a cidade volta a ser um ***** de olhos frios em busca de alguma ilha acolhedora.

(R$ 60,00 por 1h no Motel)

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
PéSSIMA PéSSIMO
pit_rj, curtiu esse TD.
PONTO DE RUA - Cemitério do Caju , Caju - Rio de Janeiro - RJ
GISA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$60.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
NãO SEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 TALVEZ

06 de Dezembro de 2013 às 00:12



04/2010


Terça-Feira. A madrugada ia alta quando saí de casa a procura de um táxi. O Sucatão, abatido pelo tsunami de 06/04/2010, recuperava-se na oficina. O ar transbordava silêncio e dos poros do asfalto parecia emergir a marcha que seria o tema deste episódio...

A febre do desejo não marca hora para bater a nossa porta. Entre optar pela solitária arte da masturbação e a aventura da caça, preferi ser ousado. Mergulhei na pista, coberta por um céu escuro e nublado, fui tentar reencontrar a Gisa.

Logo passa um táxi noturno, um golzinho velho, pelas janelas abertas eu vi um maço de pulseiras de Nosso Senhor do Bonfim penduradas no retrovisor. O motorista era um garotão, um nordestino sorridente. Entrei.

- Pode me levar até o Cemitério do Caju?

O rapaz torce o pescoço e me olha intrigado, como se quisesse confirmar o pedido excêntrico.

- Pra onde?! – Pergunta.

- Caju. Cemitério.

- Tem enterro a essa hora?

- Não.

- Vixe! Vai visitar algum defunto?

- Não. Quero ver um ponto de mariposas que existe por lá.

- Ahh! Sei qual é. Vamos nessa!

Então, o jovem motorneiro saca um CD e o coloca pra tocar.

https://www.youtube.com/watch?v=cp1yATndU38

Faltou sensibilidade. Tocar Banda Calypso, numa madrugada fria, indo em direção ao cemitério, não foi a melhor escolha. Mas estava feito, ao som de Joelma e Chimbinha partimos para o campo funéreo.

Com o trânsito livre, não demorou em alcançarmos o Caju. Logo avistei a pequena colônia de meretrizes do cemitério. Mais rápido ainda avistei a Gisa.

Lá estava a minha ruiva poltergeist, vestidinho preto justíssimo, botas que elevavam ainda mais sua altura, que deve ser de 1,70m. E as pernas? Que pernas lindas possui essa menina, como se fossem esculpidas pelas mãos divinas de algum ser etéreo.

Pedi pro taxista dar uma parada e me aguardar. Saltei para desenrolar as negociações. Assim que saí do carro, senti aquela baforada gélida afagando meus cabelos. Chamei a Gisa num canto e combinamos R$ 60,00 por 1 hora no Stop Time.

Partimos: eu, o Cearense e a Gisa pela Av. Brasil, dentro do velho golzinho, em direção ao Motel, sempre ao ritmo de Joelma e Chimbinha mandando ver com a Banda Calypso.

No quarto penumbroso, ela se antecipa despindo-se do vaporoso vestido, me empurra na cama e vem por cima roçando no meu corpo.

Acredite, Forista sem Fé! Pode ser um efeito psicológico criado pelo contexto da situação ou talvez tenha sido uma percepção real, mas o fato é que a menina cheirava a vela de sete dias. Um aroma de parafina emanava de cada toque dela. Provavelmente o fenômeno era causado pela exposição à brisa contaminada que sopra por entre as tumbas e atinge as moças na calçada que beira os sarcófagos. Não sei explicar. Só sei que a inhaca era de vela.

Não aguentei, sugeri que tomássemos um banhozinho juntos. Aquela catinga de sepultura não era afrodisíaca.

No chuveiro, Gisa me lança um olhar vampiresco, dá uma abaixadinha e abocanha meu membro. Essa mulher não chupa, ela faz uma prece suplicando pelo jato de esperma em seus lábios.

Eu devo estar sofrendo de ejaculação precoce. O boquete foi tão elaborado, tão profundo, quase sobrenatural, que gozei em pouco mais de um minuto. A boca fria, graças à técnica da bala halls, deu um toque fantasmagórico à chupada. Foi fatal. Meu pau desfaleceu sem mais demonstrar sinais de pulsação.

Paguei o combinado e pedi um novo Táxi à recepção do Stop Time. Dessa vez, chega um Safira, com a etiqueta da cooperativa “Altas Horas” e dirigido por um coroa.

Tratamos de nos acomodar no carro e pedi que ele desse uma paradinha nos arredores do cemitério. Imediatamente o velho torce o pescoço e me olha como se eu fosse um insano, mas não fez perguntas, executou o trajeto.

Deixei minha ruiva poltergeist em frente ao portão principal do Memorial do Carmo e prossegui o traçado para a Tijuca.

Ao observar cruzes e anjos emergindo sobre os muros da terra dos cadáveres, não pude evitar cantarolar mentalmente o grande sucesso do também falecido Michael Jackson: Thriller.

https://www.youtube.com/watch?v=sOnqjkJTMaA

Quando rompi as luzes da Praça Saenz Peña, senti a euforia de Lázaro e de todos os que renascem no Paraíso.

This is it.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
PéSSIMA PéSSIMO
Felipe_BR, curtiu esse TD.
PONTO DE RUA - Cemitério do Caju , Caju - Rio de Janeiro - RJ
JANAINA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$20.00
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05 de Dezembro de 2013 às 00:12



2009


- Os melhores boquetes do Rio estão no cemitério!

Não se assuste, colega Forista! Os melhores boquetes não estão sepultados a sete palmos de terra e nem são defuntas que os praticam. Esse foi apenas o comentário de um taxista amigo, quando eu contei que havia descoberto um ponto de Putas beirando o Caju.

Diante da afirmação entusiasmada do taxista sobre os boquetes do cemitério e da lembrança ainda quente da minha primeira experiência bem-sucedida com a Gisa, decidi me embrenhar novamente pela morada eterna.

Era uma sexta-feira, início da madrugada, eu havia acabado de sair da Vila Mimosa. Pego a Leopoldina, subo em direção à Ponte e desvio para o Caju... E lá estávamos, eu e o Sucatão, outra vez caçando as Putas Funéreas.

Não vou florear e nem enaltecer o que eu não posso, o cemitério não estava bom nesse dia. Havia somente duas negras gordas e uma loirinha tão seca que eu poderia chamar de cadavérica. Para não perder a viagem, resolvi assumir a putaria temática, escolhi a que mais tinha aspecto de cadáver, acenei para a loira.

Ela se aproximou, era jovem, o rosto chupado pela magreza de retirante, pele muito branca e pernas finas. Porém, havia um charme naquela decrepitude desnutrida, não sei explicar o quê, mas me senti atraído. Chama-se Janaína.

- O pograma é R$ 40,00; o boquete é R$ 20,00 – A resposta foi seca, sem delongas, num português que também denunciava desnutrição.

Optei pelo boquete e perguntei onde seria, como se eu já não imaginasse...

- Nós vai pro pátio da Marmoraria ali na frente. – Responde ela com seu português esquálido.

Nós fomos!...

Estaciono na marmoraria, desligo os faróis e o breu se instala. Ela abre minhas calças, eu puxo para baixo e ela liberta meu membro para logo aprisioná-lo em sua boca.

Começa o boquete, que sensação fantástica!... Ela engolia até a raiz, ao mesmo tempo, acariciava meu saco com as pontas dos dedos. De repente, começava a chupar só a cabecinha enquanto batia uma ágil punheta. O silêncio sepulcral quebrava-se só pelo barulho salivante da chupada e por um grilo chatíssimo que cantava tão estridente que passava a impressão de estar dentro do carro.

Gozei aos palavrões, tal era o meu tesão. Gritei “porras”, “putas que os pariu”, “caralhos”! Blasfemei entre cruzes, anjos e lápides! Meu gozo deve ter feito inveja aos falecidos que repousavam atrás do muro!

Depois de gozar, fiquei assustado. A menina me pareceu ainda mais magra, mais cadavérica. Ela estava suando e os cabelos loiros tomaram uma forma lambida, grudaram no rosto. Ansioso por me livrar rápido daquela ossada ao meu lado, paguei os vinte reais e a desovei próximo ao portão do cemitério. Parti em arrancada com o Sucatão...

Caso alguém me pergunte hoje onde encontrar mulheres com um bom boquete, eu respondo sem pestanejar: Vá ao cemitério, é onde estão os melhores boquetes da cidade.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
PéSSIMA PéSSIMO
PONTO DE RUA - Cemitério do Caju , Caju - Rio de Janeiro - RJ
GISA
NEUTRO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$15.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
NãO SEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 TALVEZ

04 de Dezembro de 2013 às 00:12



2008


Aos amigos que me acompanham, na viagem das palavras, pelas minhas andanças boêmias, inicio pedindo desculpas pelo tom gótico deste episódio. Porém, aconteceu! Como Forista e Notívago, eu me imponho à obrigação de relatar.

Costumam me perguntar como um Professor, de formação avançada, pode se sentir bem dirigindo um táxi pelas noites do Rio. Eu poderia responder a questão invertendo os fatores, perguntando como um taxista pode se sentir feliz atuando como Professor durante o dia. Mas o que realmente ocorre quando me fazem essa interrogação é que sou remetido ao final da minha adolescência, no início dos anos 80. Lembro-me de estar sozinho, sentado numa das poltronas do Cinema Carioca, na Saenz Peña, assistindo ao filme “Caçadores da Arca Perdida” e desejando que a minha existência se tornasse um grande baú de aventuras que me salvasse do tédio urbano.

Aos 40 anos, comprando um táxi quase como quem compra um brinquedo, eu me tornaria o meu próprio herói...

Visto meu uniforme para a noite, calça e blusa nos invariáveis tons escuros; aciono o motor do Astra; ligo o rádio; acelero lentamente e mergulho no asfalto...

Uma Idosa acena, eu paro, ela entra no carro e informa que o seu destino seria o Caju. Durante o caminho, a anciã se revela uma déspota rabugenta, só me chama de Sr., me maltrata, reclama o tempo inteiro da minha falta de conhecimento sobre a região portuária, cheguei a pensar que fosse desistir da corrida, cheguei a ter essa esperança, mas ela parecia determinada a me infernizar. Quando, finalmente, alcançamos o paradeiro da Velha, ela salta do carro, me olha nos olhos e me manda comprar um Guia Rex. Tive vontade de chutar aquela Velhinha, senti um calor de raiva na face, mas sou um pacifista, fui criado na filosofia do respeito aos mais velhos, eu me contive.

Retornando pelo mesmo caminho por onde cheguei, tal qual Teseu fugindo do Labirinto de Minotauro, eu avistei o inusitado... Um grupo de garotas, vestidas em cores vivas, conversavam animadas em frente à entrada do Memorial do Carmo, um dos Cemitérios do Caju. Uma delas se precipitou para a beira da calçada quando viu meu táxi se aproximando em velocidade de cruzeiro. Começando a desconfiar do que se travava, fui freando o veículo até a que a menina já estava debruçada sobre a janela do carona e se apresentando como Gisa.

Um ponto de Mariposas em frente ao cemitério! Quando eu poderia imaginar isso se o meu carro amarelo não houvesse me levado pelos descaminhos da nossa cidade?...

Gisa é uma ruiva muito branquinha, em frente ao cemitério poderia facilmente ser confundida com um Poltergeist, mas é uma mulher de carne e osso, com um jeito atrevido e um toque sensual. Deve alcançar 1,70m; pernas bem torneadas, expostas por um vestido curto e estampado num azul e verde ofuscante; sua voz tem uma rouquidão sexy; seus cabelos são compridos, pintados num vermelho forte.

Sua primeira frase ao falar comigo não negava o ofício.

- Vai namorar com a Gisa hoje? – Pergunta.

- Depende! A Gisa é uma namorada carinhosa? – Devolvo.

- Sou a mais carinhosa daqui.

- Gisa, encontrar uma mulher carinhosa dando sopa na porta do Cemitério do Caju é quase como esbarrar com Lázaro fazendo um Cooper aqui pelas redondezas. É um evento! Mas quanto preciso dar pelo carinho?

- No motel, R$ 30,00. Só o boquete, R$ 15,00.

Não sei o porquê, mas sempre considerei a palavra “boquete” um vocábulo feio, com uma carga de vulgaridade muito grande. Ouvir uma mulher falar “boquete” é algo broxante pra mim, mas sentir uma mulher me fazendo um bom “boquete” é um sonho para qualquer homem... Contradições da nossa alma!...

- Aonde poderíamos ir se eu quiser só o boquete? – Questiono.

- Tem a garagem de uma Marmoraria ali atrás, é perto e ninguém incomoda. – Ela me esclarece.

Optei pelo boquete!...

A tal garagem era um recuado em terra batida, ao lado de um pequeno galpão e logo após o Cemitério do Caju, um lugar penumbroso que poderia causar temor aos corações mais frágeis. Estaciono o amarelinho e deixo a lanterna do farol acessa para que eu pudesse enxergar alguma coisa.

Gisa é dessas que não perde tempo, afrouxou meu cinto, desfez o nó dos meus botões, puxou minha calça para baixo, deixou cair a cabeça sobre a minha virilha e encaixou seus lábios numa deliciosa sucção sexual que envolveu todo o meu membro. A garota é boa no que faz, senti a eletricidade do tesão me percorrer inteiro, relaxei!... Confesso que a chupada era gelada, o que fez o clima fantasmagórico crescer na minha imaginação, mas preferi creditar o toque da língua fria a alguma bala Halls que a menina estivesse trazendo na boca.

Quando olho para o meu lado esquerdo, vejo uma lápide, apoiada numa parede, atrás de uma grade, com a inscrição “miserere mei” (Tende compaixão de mim) gravada na extremidade superior. Sim, meu amigo, aquilo me causou algum desconforto, mas o prazer suporta a maior parte dos incômodos.

Gisa continuava a me sugar como uma Vampira Erótica que necessitava despertar meu sêmen, para todos os lados que eu olhava só conseguia ver Cruzes e Anjos erguendo-se para o céu. Senti que a minha explosão estava próxima... Gozei!... Foi um Orgasmo Barroco, cercado de todos os símbolos religiosos que habitam um Cemitério tradicional.

Quando abro os olhos, me recuperando do beijo fálico, consigo ler outra inscrição no alto de um Jazigo que praticamente saltava pelo muro do cemitério: “Mors ultima ratio” (Morte, o derradeiro argumento).

Abandonamos a toca sombria, eu com os membros aliviados e a mente extasiada. Recordei-me do trecho de um Poema que li quando ainda era muito jovem: O Noivado do Sepulcro.

“E ao som dos pios do cantor funéreo,
E à luz da lua de sinistro alvor,
Junto ao cruzeiro, sepulcral mistério
Foi celebrado, d'infeliz amor.

Quando risonho despontava o dia,
Já desse drama nada havia então,
Mais que uma tumba funeral vazia,
Quebrada a lousa por ignota mão.

Porém, mais tarde, quando foi volvido
Das sepulturas o gelado pó,
Dois esqueletos, um ao outro unido,
Foram achados num sepulcro só.”

Muito além da meia-noite, deixei a Gisa no mesmo lugar em que a encontrei, em frente à entrada do Memorial do Carmo, aproveitei para perguntar se merecia o esforço fazer ponto ali, ela me explicou que aquela região é parada de Caminhoneiros e, por isso, as meninas se concentram nos arredores do Cemitério. A elucidação comprovou que para tudo existe uma razão científica.

Acelero o Astra e ainda consigo identificar uma última inscrição que emerge sobre uma cruz, acima do muro do campo-santo: “Dormit in Pace” (Descanse em Paz).

Ligo o rádio, o som está alto, ganho a Av. Brasil ao som da batida de um refrão de música estrangeira...

Set me free!...


Obs: Acredito que a partir dessa descoberta de última hora, além da Área Trash, precisaremos criar a Área Fúnebre.

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PéSSIMA PéSSIMO
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