25 de Agosto de 2018 às 00:00
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Nelson Rodrigues dizia que um autor começa a perder a honestidade com seus textos quando passa a escrever para os olhos dos outros, para a boa crítica de quem lê. Por isso, continuo a escrever para o papel, para a página desnuda, que em sua pureza alva exige a nossa mais deslavada verdade.

Por ironia do destino, quem me levou até Esther foi a Talia, são amigas. Quando Talia comentou sobre a beleza de sua amiga e sobre as virtudes do seu atendimento, não dei muita importância, quase ignorei. Naquele momento, não me pareceu que possível haver mulher mais envolvente e fogosa do que própria Talia. Um engano fatal das minhas ingênuas suposições. De repente, me vi diante de Esther, pele clara, cabelos negros lisos e compridos, belíssima, corpo esguio de falsa magra, sorriso que põe abaixo os corações mais endurecidos, um charme avassalador que ela cultiva nos gestos discretos e elegantes. Acredite, forista sem fé: Esther é irresistível.

Quando saí pela primeira vez com ela, fui nocauteado em todas as minhas defesas. Ousado, retornei na última sexta-feira à Mosaico e repeti o risco de degustar essa mulher, que é como um vinho de paladar refinado que inebria nossos sentidos e nos traz uma súbita euforia, a vaporosa felicidade de viver o momento. Lindíssima numa lingerie branca, me recebeu de forma amável, com uma atenção próxima à exclusividade que se pode alcançar numa boate. No primeiro instante, hesitei em me deixar levar novamente pelos seus encantos. Ela cria em nós o perigo iminente de envolvimento sentimental. É uma mulher poderosa, uma ogiva nuclear. No entanto, como já diziam os Borgs de Star Trek: resistir é inútil.

Subimos à alcova...

Ela retira as breves peças de roupa e revela os seios irretocáveis e o corpo impecável. Cheirosa, se aproxima e me beija sem resistências, entrega a sua língua, sua saliva, numa mistura que me excita. Enquanto nos beijamos, ela massageia delicadamente meu pênis, que reage com entusiasmo ao toque. Esther deita e eu deslizo até sua vagina, com a língua exploro suas reações, ela se contorce, geme, vai ao orgasmo... Se mulher fosse um estilo, Esther seria um clássico, daqueles que ficam eternizados na memória da humanidade. Um mulherão.

Generosa, ela pede para me chupar. Afeiçoado forista, se o mesmo acontecer com você, seja forte. O boquete de Esther é uma obra-prima. Chupa suave, acariciando nossos testículos num carinho erótico, faz sem presa, querendo retirar de nós o máximo deleite. O boquete de Esther é um alucinógeno. Para evitar o gozo precoce, eu a coloco de quatro e penetro em frenesi nos seus domínios mais profundos, ela me encara pelo espelho com os olhos em revoada de tesão. Que doideira. Não dá mais para aguentar: gozo, gozo, gozo, gozo... Devo ter gozado ininterruptamente por uns 20 segundos. Despenco quase desfalecido sobre a cama.

“O resto é silêncio...”


Os Libertinos