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RELATOS DO MEMBRO

CLUBE 114 - Rua da Conceição, 114 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
LAIZA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$75.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ DISSE QUE FAZ R$0.00 TALVEZ

20 de Janeiro de 2020 às 11:01



No Centro da Cidade, eu atravessava a selva de silêncio noturno da Av. Marechal Floriano, esgueirando-me entre os sobrados pálidos que sobreviveram ao nascimento e a morte de gerações. Sim, Forista sem fé, há nos libertinos um traço do sangue dos antigos bandeirantes misturado à hemoglobina dos velhos marujos que se aventuraram para descobrir novos continentes. Porém, o que nos guia não são bússolas nem sextantes, nosso farol é a fome imortal do orgasmo. O gozo é o nosso Norte, as vaginas o nosso destino.

Caminhando pelo Centro após às 20h, não pude evitar de me sentir num cenário tenebroso da série Walking Dead, com moradores de rua transitando feito fantasmas sem esperança, ratos cortando as calçadas e o ambiente de sombras causado pelos galhos das árvores frondosas cobrindo a iluminação no alto dos postes. Se, naquele momento, eu escutasse o uivo de um lobo, seria morte certa por parada cardíaca. Apesar de tudo isso, um libertino se orienta pela coragem, mesmo que possa sofrer um ataque covarde de algum morto-vivo que venha pelas costas. Somos espermatozoides numa corrida caótica em busca da luz vermelha de qualquer bordel, o nosso útero desejado.

Após percorrer alguns metros, entro à esquerda na rua da Conceição e subo as escadas da pequena entrada do número 114, uma boate cavernosa que nos oferece o prazer de corpos mornos a preços populares. A atmosfera é de penumbra, mulheres de todos os tipos, algumas com seios à mostra, bebem e dançam na pista. Homens com fisionomia de operários desolados ostentam baldes repletos da cerveja em promoção. Sento-me num canto e observo...

Estrelas insistem em brilhar, mesmo quando mergulhadas em trevas absolutas, foi assim que avistei Laiza, seu brilho teimoso rebolava como enguia erótica ao som do funk da vez. Mulata bonita, alta, seios médios, coxas grossas e bunda que poderia estar na capa de qualquer revista de entretenimento masculino. Uma mulher bonita e que transpirava sensualidade. Laiza, praticamente, se escolheu para mim. Depois de alguns segundos de flerte, sentou-se ao meu lado e bebemos algumas cervejas enquanto conversávamos. Simpática e sedutora, o convite à alcova foi inevitável. Subimos à masmorra da 114.

Há dois tipos de homens no mundo, aquele que é simplesmente homem e que está sempre tentando se autoafirmar com bravatas e gestos ridículos que imprimam a ideia de força e há os homens que mijam em pé. Os verdadeiros valentes são os que mijam em pé e somente esses são capazes de enfrentar o desgosto amargo de entrar num dos quartos deste bordel na rua da Conceição. A falta de lâmpadas oculta cômodos sujos, de lençóis não trocados e falta de banho. Nada disso detém a fome ancestral do libertino. Ele tira a roupa e se prepara para o atrito de peles como se estivesse num hotel cinco estrelas de Paris. Homens que mijam em pé não fazem questão de lençóis de cetim e travesseiro de pena de ganso.

Laiza entrou nua e avançou num beijo afrodisíaco. Desci a boca para chupá-la e senti um gosto de cereja em sua boceta que me fez ficar ali por algum tempo, até que o sabor se tornasse enjoativo. Ela veio para o boquete e mostrou que gosta e sabe fazer. Não nego, meu querido mundano, tudo foi muito rápido. Por algum motivo que não consigo explicar, o tesão foi intenso e imediato. Ela fica de quatro e ao testemunhar aquele rabo de proporções colossais, imaginei Ulisses escrevendo um segundo volume da Odisseia. Meti como quem se atira a um abismo, Laiza gemeu e empinou ainda mais a bunda. Mantive as estocadas e senti aquele pressentimento vulcânico que precede a sagrada ejaculação. Gozei de ficar zonzo.

Mais alguns beijos e nos despedimos. Quando encontro a rua, fiquei com a sensação de estar num planeta deserto, desabitado. Fiz sinal para o primeiro táxi que passou. Ao passarmos pela Central do Brasil, o relógio apontava para as horas da madrugada e o rádio do carro transbordou um som eufórico que me invadiu os tímpano: Moby...

Caminhos Extremos

A fome estava saciada, mas voltaria sem freio. Uma nova aventura é inevitável e é ela que nos une entre meretrizes e cavernas libidinosas. Condenados, somos um misturados a muitos, companheiro libertino.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RAZOáVEL
membro, Tuaregue, liutaio, Papaxotas, curtiram esse TD.
CLUB 502 - Rua da Alfândega, 65 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97161-1880
FANY
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

18 de Janeiro de 2020 às 17:01



Desço à estação do Metrô da Tijuca, o relógio girava próximo às 21h, o movimento de gente aguardando a chegada do transporte público era pequeno. Apoiei-me numa das pilastras e passei a olhar minhas redes sociais pelo celular. Havia um reflexo de tédio no rosto das pessoas, talvez pelo cansaço do fim do dia. Entrei no vagão que parou a minha frente, não demoraria muito para que eu chegasse ao burburinho atemporal da rua Uruguaiana, no Centro. Fiquei em pé, saquei novamente o celular do bolso da calça e abri meus e-mails. De repente, sinto um toque leve na cintura, olhei e vi a mão envelhecida de uma senhora baixinha que falou comigo em voz clara e audível.

– Isso caiu do seu bolso... – com a mão direita erguida, ela balançava sem pudor o pacote de preservativos que eu levei comigo de casa.

Recolhi as camisinhas com um gesto rápido e agradeci com a voz no menor tom que pude alcançar. A velha abriu um sorriso que brilhava molhado em saliva, transpirando uma atmosfera de personagem de filme de terror barato. Após o constrangimento, mudei de lugar dentro do vagão e não evitei a ansiedade de querer chegar logo ao destino.

Desci na Uruguaiana, um pagode ininteligível disputava a poluição sonora com os gritos dos camelôs. Caminho veloz em direção à imortal rua da Alfândega, foi quando um idoso de baixa estatura cruzou meu caminho carregando um tabuleiro que transbordava de comprimidos.

– Pramil! Pramil! Olha o pramil! Vai de pramil, chefe? Com ele a cobra não falha, morde – fiquei imaginando se estaria estampado em meu rosto algum tipo de fraqueza sexual ou necessidade de consulta no Boston Medical Group.

– Não companheiro, estou indo à missa – o pequeno ancião mostrou-se surpreso com a minha resposta e retrucou com um “amém”.

Dois idosos esquisitos me abordando na mesma noite com mensagens sexuais constrangedoras, aquilo me pareceu um sinal. De certa forma, não menti para o último velhinho, eu não estava indo a uma igreja, mas seguia em direção a um templo libertino: o clube 502.

Pego meu cartão de consumo na entrada e escalo os longos degraus que nos levam à arena de seduções e sedição. A casa é dividida em dois ambientes, uma ampla pista onde fica a boate e um salão pequeno usado como área de fumantes. A área de fumantes estava vazia naquela quinta-feira chuvosa, mas a pista da boate concentrava a essência pulsante de todas as libidos.

Perambulei de um salão ao outro repetidas vezes, até que a vi... Pele clarinha, cabelos compridos, corpo de curvas harmônicas, desses que fazem da mulher uma obra de arte. Coxas grossas, barriga sequinha, bundinha arrebitada, seios esféricos e firmes. Linda. Interceptei-a e perguntei seu nome.

– Fany.

Fiz as perguntas básicas de quem caça em ambientes mundanos e ela me garantiu que não fazia nenhuma restrição na cama. Decidi rápido e subimos à alcova. Os quartos da 502, para quem não conhece, são limpos e se resumem a uma cama e um chuveiro. Fiz meu asseio e ela entrou no quarto já retirando o minúsculo biquíni. De pé, colamos nossos corpos e nos beijamos. Acredite, forista sem fé, Fany não beija, ela abduz. Bocas coladas, línguas emboladas, troca intensa de fluidos, ela passando a mão carinhosamente pelos meus cabelos, minha nuca... A pica foi literalmente para as galáxias. Que mulher! Seus seios não nasceram, foram esculpidos, uma perfeição que se exibe em par aos nossos olhos. Eu poderia passar uma noite inteira lambendo aqueles peitos lindos e durinhos, a outra noite eu passaria beijando aquela boca gulosa.

Fui explorando o corpo de Fany com os lábios até esbarrar com sua xana, seu clitóris. Mergulhei fundo na chupada, a menina estremecia inteira, seu quadril começou a dar pequenos saltos, ela gozou. Não duvide, meu afeiçoado leitor, ela realmente gozou. Invertemos a posição e ela veio me chupar, uma chupada sem pressa, caprichada, de fêmea que enxerga o pênis como se fosse um sorvete chicabon. Precisei me concentrar para evitar a ejaculação precoce e usei uma técnica inspirada na sabedoria budista, imaginei estar no Jardim Zoológico, no Sítio do Pica-Pau Amarelo conversando com a dona Benta, caminhando pelo Norte Shopping na véspera de Natal... Apelei e mesmo assim quase não consegui segurar a pressão. Pedi que ficasse de quatro e ela empina aquela bunda transcendental. Começo a meter devagar, ela fala para eu não ter pena, aumento a força das estocadas, nossos corpos estalam a cada choque, ela geme, eu gozo todos os meus combalidos espermas e parte da minha alma. Fany é incendiária de homens. Mulher absurda de gostosa.

Retorno ao metrô pela rua deserta, embarco e retorno à bucólica Tijuca aleijado de um naco do coração. Há mulheres que são vampiras, não apenas fazem sexo, nos devoram.

Ave, Fany.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
juniorgm, Tuaregue, Y@N, Brand, membro, Papaxotas, curtiram esse TD.
[TERMAS] CLUB 26 - Praça Monte-Castelo, 26 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
ISA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$120.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

13 de Janeiro de 2020 às 21:01



Noite... Uma chuva fina tentava esfriar o asfalto que fumegava incandescente após um dia inteiro castigado por um sol implacável. A rua Uruguaiana ainda pulsava frenética com seu cenário de caos, o camelódromo e os ambulantes avulsos movimentavam-se num ritmo de fim de feira. Eu prossegui caminhando firme, abrindo espaço entre a multidão de mascates, como quem atravessa a selva num cortejo de safari. Meu fone de ouvido injetava adrenalina pelos tímpanos no meu velho e condenado sangue de vampiro sexual, Annie Lennox não me perdoava cantando Here Comes The Rain Again.

Atravesso a Praça Monte Castelo, batizada em homenagem ao campo da grande batalha onde foram vitoriosos os pracinhas brasileiros na 2ª Guerra Mundial. Empurro a porta de madeira e penetro no salão de luz azulada, a cor do céu disfarça as intenções maliciosas do Inferno. Não demorei muito a avistá-la, Isa é uma espécie de estrela maior do Moulin Rouge, rainha absoluta da colônia paraguaia da Uruguaiana. Não é fácil encontrá-la livre. Com seus 1,70m e um corpo distribuído em curvas vertiginosas e abundantes, cabelos longos e lisos e de uma simpatia acolhedora. É a mais disputada da boate. Aproximei-me da soberana do cabaré e ofereci uma cerveja, ela imediatamente aceitou. Conversamos um pouco, fiz todo o questionário técnico e decidi subir por meia hora, um tempo justo para a primeira degustação.

O quarto da 26 é pequeno, limpo e com a mesma luz azul que impera em toda a boate. Há um banheiro externo, grande e eficiente para o asseio pré-sexual. Isa entra no quarto depois de mim ainda coberta com seu biquini de proporções microscópicas e engata em minha boca com um beijo de ressuscitar Lázaro. Eu poderia dizer sem medo do ridículo que Isa é mais do que uma mulher, é um milagre feminino. Ela se desfaz dos breves panos que a cobriam e exibe o corpo nu, uma montanha de lascívia, a própria libido em carne e osso, Eva me oferecendo a maçã. Despejo minha língua em seus seios fartos, desço numa escalada corajosa até os domínios da vagina lisa e exploro as profundezas de um clitóris que ecoa gemidos pela garganta daquela fêmea portentosa. Ela inverte nossos papéis e mergulha em mim num boquete rapel, me engole inteiro, desce e sobe num ritmo que me entontece. Seguro a ejaculação precoce e peço que ela fique de quatro. Sim, forista sem fé, que visão. A bunda da Isa é a montanha de Maomé, você se sente obrigado a comer de joelhos e orando pela graça concedida. Excitadíssimo, bastaram algumas estocadas para que eu gozasse parte da minha alma dentro daquele santuário uterino.

Saio da 26 com quem houvesse acabado de receber a benção do papa. A rua estava mais calma, uma tímida brisa fria soprava com cheiro de mar. Coloco meus fones e a música me envolve junto com as sombras desconfiadas do Centro da Cidade. Deixo me levar pelo embalo de Save a Prayer, do Duran Duran. No meu horizonte, os prédios imensos, cada pequena janela um mistério. Navego sem temer as esquinas traiçoeiras, buscando o rumo, buscando a luz vermelha que guia todos os libertinos no oceano da luxúria. Para quem ousa, qualquer aventura é possível...

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Trabucodonosor, liutaio, Tuaregue, DerfelXx, ApaixonadoPorMulheres, Papaxotas, Lisbela Varela, Saulo Top, curtiram esse TD.
[TERMAS] CLUB 26 - Praça Monte-Castelo, 26 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
CARLA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$120.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

31 de Outubro de 2019 às 10:10



Cheguei ao Centro com o fim da tarde se pronunciando, havia um movimento frenético e alegre de pessoas deixando o serviço, o que comprova que o trabalho é uma exigência que só dignifica o patrão. Bebi um chope no balcão de um bar no Beco da Sardinha, o líquido geladíssimo rasgou minha garganta com a missão irrevogável de refrescar-me do calor. Havia uma euforia no ar, um sentimento que parecia incompreensível numa terça-feira. Iniciei minha romaria sexual subindo as escadas do Texas Show, o que encontrei no alto do sobrado foi um cenário composto por uma única mulher e nenhum cliente, recuei em fuga. Voltei a caminhar pela Marechal Floriano em direção à Central, no meio do percurso paro num boteco, peço uma cerveja, encho o copo e me entrego ao deleite momentâneo da meditação. Não se vive as delícias da existência sem que você interrompa por alguns instantes o fluxo histérico da rotina, é nessa essência que residem todos os orgasmos. Sim, forista sem fé, o libertino nasceu da filosofia, a filosofia da alcova.

Voltei à marcha e escalei as escadas da Afrodite. Havia algumas mulheres e clientes, avistei uma potranca alta e encorpada, dessas recheadas com aveia Quaker e suco de açaí, daquelas visões capazes de causar trombose peniana. Chamei-a para conversar. Ela se senta ao meu lado, peço que pegue um latão de Brahma e dividimos o álcool. Como de costume, pergunto o que ela não faz na cama e a menina me responde que não beija na boca... Intrigado, pergunto o porquê de só colocar restrição ao beijo na boca e ela me diz que é algo muito íntimo para se fazer num programa. Acredito que meu queixo sofreu uma queda tão vertiginosa que deve ter tombado até a Presidente Vargas. A puta pensa que é a Julia Roberts em “Uma Linda Mulher”. Inacreditável. Só faltou que eu acreditasse ser o Richard Gere para o delírio ser completo. Desisti da mulher e da Afrodite.

Decidi ir até o Club 26, uma casa relativamente nova que fica na Praça Monte-Castelo, 26. É ao lado da igreja da Rua Uruguaiana. A 26 não pode ser classificada exatamente como um trash, é uma casa com asseio, boa iluminação, organizada, tem algum conforto e boa decoração. É um estabelecimento intermediário, está entre os trashs e o que chamamos de primeira divisão. O elenco é de alta rotatividade, o que você vê hoje pode não reencontrar amanhã. Assim que entrei, uma mulata bonita, porte médio, foi se aproximando de mim num rebolado de enguia no cio. Gostei da menina à primeira vista. Sentou-se ao meu lado e começamos a conversar. Carla é seu nome, bunda bonita, seios pequenos, coxas grossas e um rosto atraente. A intuição me fez acreditar que é uma dessas mulheres que se entregam na cama. Não errei no julgamento. Fomos à alcova.

Os quartos da 26 são pequenos, mas extremamente limpos. Uma luz azulada num simulacro de lampião ilumina o cômodo. Carla tira a roupa e me tasca um beijo de interromper a respiração. Peço que ela se deite e vou lambendo seu corpo colorido em jambo até alcançar a vagina completamente encharcada pela excitação. A garota geme, torce o tronco, agarra minha cabeça com as coxas e exprime gozar. Deito e ela vem por cima me dando um banho de gata espetacular, sua língua explorou minha pele e minha alma. Deliciosa. Com o pênis quase atravessando a Via Láctea, peço que Carla fique de quatro, ela se posiciona empinando o rabo em direção às estrelas e eu a penetro com a ansiedade dos idosos. Poderia dizer que gozei, mas seria empobrecer o fenômeno. Eu explodi, acho que vi até a cascata do Hotel Meridian em algum remoto réveillon. Desabei nocauteado no colchão do cubículo.

Voltando para casa num vagão do metrô, pensei que viver talvez não tenha sentido se não descobrirmos que são os pequenos momentos de êxtase que dão brilho à vida. O êxtase não é uma ideia profunda, é um ímpeto, uma busca, uma fome insaciável dos que não se reprimem. Eros é a nossa essência e Platão ensina que “eros” é a procura do que nos faz falta. A textura de glúteos esféricos pode ser mais motivadora do que qualquer palestra do Leandro Karnal. Sim, o libertino nasce e renasce da filosofia e da contemplação. Afinal, o que é o orgasmo, senão o mais intenso nirvana. A próxima página ainda está em branco, mas é nela que talvez se inscreva a nossa maior aventura. Ousa, porque a vida é para os ousados. Piscada

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, fregues, alan26272829, curtiram esse TD.
[TRASH] TEXAS SHOW - Av Marechal Floriano, 1 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
ISA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$85.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

28 de Outubro de 2019 às 10:10



Há três espécies de predadores urbanos, o libertino é indubitavelmente o protagonista na cadeia da evolução. O libertino é notívago, vaga como um leopardo protegido pela camuflagem das sombras noturnas, verte uma baba ácida capaz de corroer as carnes mais indigestas, é sorrateiro, discreto, agarra qualquer presa que provoque seu interesse, é eficiente nas intenções. São chacais solitários e adeptos do celibato, compreenderam que o hedonismo tem maior plenitude selvagem quando estão desacompanhados. Porém, não pense que o libertino vive a vida, ele a desperdiça num derrame genocida de espermas que terão como função somente o prazer imediato. O libertino esbanja sem culpa a ideia de existência contínua para sorver o momento imediato, o presente. Acredite, forista sem fé, viver é desdenhar do futuro.

A segunda categoria de caçadores engloba os adúlteros, esses vazam uma baba bovina, são preferencialmente diurnos ou vespertinos. Casados, excitam-se com a traição, com as manobras dissimuladas, são de natureza infiel e cínica. Apreciam mais a mentira ao sexo. Vivem duas vidas que jamais convergem, a oficial e a paralela. Sentem um culpa distante, mas aceitam a culpa como ferramenta acessória do prazer.

A terceira e última classe pertence aos onanistas, os mais desprezíveis na convivência e na escala dos predadores. Desleais por convicção, têm como religião o próprio ego. Também são infantis e guardam a necessidade constante de autoafirmar a suposta masculinidade por um rótulo que os reflete como recalcados agressivos e conspiradores. A prática sexual favorita que os estimula é o boquete numa garrafa verde de Heineken, com seu sabor frio e amargo simulando a ordenada chatice holandesa. Mulheres são disfarces para seus suspeitosíssimos desejos eróticos. São de sexualidade conflituosa. Gostam de andar em bandos, pois instigam-se com o alheio que os consola da própria sensação de insignificância.

Após esse novíssimo tratado da origem das espécies, incio a narrativa.

Modestamente, pertenço a espécie impetuosa dos libertinos. Os ponteiros do relógio apontavam para além das 22h enquanto eu pisava sobre a calçada silenciosa e erma da Av. Marechal Floriano, no Centro do Rio. Foi quando avistei uma nova casa, inaugurada há pouquíssimo tempo. Do lado de fora, assemelha-se a uma agência de apostas do Jockey Club, ostentando o logotipo de um cavalo ao lado do nome do estabelecimento: “Texas Show”.

A casa é pequena, mas simpática. Um gerente, que me pareceu novo na função, girava pelo ambiente como barata tonta. Latão custando 10 reais e programas a partir de 55 pilas.

Para variar, a Texas Show fica num sobrado dotado de mais escadas do que o acesso ao Reino dos Céus. Subi com força de vontade e quando alcancei a pista da boate fui recebido por três mulheres em biquínis minúsculos. A negra, que primeiro se aproximou de mim com ousadia, tinha porte de potranca alimentada com aveia Quaker. Isa é seu nome, mas devido a sua imagem de fêmea pedaçuda, o que ela merece é o superlativo “Isíssima”. Calculo que quinze dias não seriam suficientes para explorar aquela bunda dura e empinada, aquelas coxas roliças, aquela boca sedenta de sêmen. Uma escultura exuberante talhada no mais fino ébano. Sem conseguir prolongar a minha resistência, convidei-a para a alcova.

O quarto possui o clássico perfil trash, sem chuveiro, cama estreita e é separado dos outros cômodos por divisórias. Tudo isso se mostrava irrelevante diante daquele corpanzil de divindade africana que Isa ostentava sem pudor. Comecei chupando sua saborosa vagina e ao mesmo tempo dedilhava levemente o cuzinho da menina. Ela gemia, se contorcia, pedia mais. Deslizei a cabeça em direção aos seus lábios lambendo no percurso aquele corpo de geografia vasta, como se fosse uma infinita sequência de montanhas libidinosas. Beijei sua boca, beijo de línguas enroscadas, de troca de saliva. Com a pica nas galáxias, pedi que Isa me chupasse, mas ela não me chupou, ela abocanhou meu pau como se fosse linguiça de churrasco em dia de vitória do Flamengo. Um boquete canibalesco. Quase entregando os pontos, pedi que a negra ficasse de quatro e meti com desespero, a mulher é gostosa demais. Empinada e firme, recebia minhas estocadas emitindo sons de prazer, a música da luxúria. Gozei, gozei, gozei e pensei que não fosse mais parar de gozar. Êxtase absoluto. Nirvana sexual.

Conversamos um pouco e quando saí do quarto tive a mais absoluta certeza de que Isa foi a melhor trepada do ano de 2019. Duvido que até dezembro possa surgir outra que se iguale a esse mito sexual.

Desci as escadas, ganhei a rua deserta, resgatei o Sucatão, liguei o motor e submergi no negrume de um asfalto que indicava outros descaminhos. Depois da próxima curva haverá outra mulher... Aperte o cinto. Piscada

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Brand, Frederico Cotrim, SonsOfAnarch, Tuaregue, Galileu, Psico, Papaxotas, curtiram esse TD.
UP HOUSE NIGHT CLUB - Av. Mem de Sá, 89 , Lapa - Rio de Janeiro - RJ - (21)99291-6370
NICOLE
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$170.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

19 de Outubro de 2019 às 16:10



Noite de sexta, noite de mais uma gincana sexual. Encontrei outro companheiro libertino e fomos dar uma olhada na Vila Mimosa. O que há com a Vila Mimosa? Sexta-feira à noite vazia, melancólica, poucos clientes e poucas mulheres. Não ficamos mais que dez minutos e pegamos o Sucatão em direção ao Centro.

Um dos maiores martírios das termas e trashs do Centro são as escadas dos sobrados onde se localizam. Qualquer cardíaco corre o risco de desfalecer antes de alcançar o andar em que ficam as mulheres. Rodar pelos bordéis do Centro da Cidade é treino para alpinismo. No fim da noite, se for contabilizado, subimos e descemos milhares de degraus. Estaciono na Buenos Aires e eu e o meu camarada decidimos visitar a 502, na Rua da Alfândega. Subimos as escadas e encontramos a casa cheia, muitas mulheres e clientes entupindo o salão principal e o fumódromo. Encontrei outros amigos, batemos um papo, mas por algum motivo inexplicável o ambiente não me seduziu. Fomos embora.

Escolhemos a Afrodite como segunda opção, na esperança de encontrar a vagina sagrada. Caminhamos até a Uruguaiana e outra vez uma sequência infinita de escadas para escalar. Enfrentamos o desafio e quando cheguei ao topo, suado e ofegante, quase perguntei ao barman se faziam transplante de pulmão ali. O salão da Afrodite também estava repleto de mulheres e clientes, mas um detalhe se destacava mais do qualquer bunda da pista, estava um calor insuportável. Foi como se tivéssemos atravessado o portal do Inferno, mais um pouco e acredito que veríamos bolas de fogo na pista. Eu, que já estava suado pela escalada anterior, comecei a me desfazer numa poça d’água.

Admirável estava o meu amigo, recepcionado por uma negra escultural, começou a dançar forró com a menina no meio do salão, duelando com as brasas que crepitavam na pista. Sentei-me num dos cantos daquele purgatório e observei a paisagem. Muitas garotas, mas poucas desejáveis. No entanto, muitas simpáticas, vinham se apresentar e fazer as mesuras em nome da boate. A DJ da Afrodite é inovadora, toca forró, pagode, samba-canção, bolero, qualquer hora ela vai mandar uma valsa nas carrapetas. Não leve arma, você será invadido por um desejo irrefreável de cometer suicídio.

Em determinado momento, não sei se meu amigo subiu com a garota ou apenas evaporou pela temperatura de mais de 50 graus que reinava no salão. Esperei, esperei, esperei, até que ele retornou com um olhar vazio e balbuciando palavras de êxtase. Sugeri que fôssemos para outro lugar. Ao botar os pés na rua, foi como se eu redescobrisse os deleites do oxigênio, respirei fundo e quase gozei. A brisa do porto enxugou os litros de suor do meu rosto e me trouxe a sensação e alívio. São poucos os que saem vivos de um vulcão. Pensei em sugerir que esticássemos na 31, mas na última visita ficou a impressão de que um velório numa capela do cemitério São João Batista se assemelharia a uma festa de Réveillon em Copacabana em comparação à decrepitude atual da 31.

Lembramos da Up House, na Lapa, e partimos para lá em alta velocidade com o Sucatão.

Não conhecia a Up, mas ouvi a fama de que é um bordel que está se destacando. A ideia de abrir um puteiro no coração da Lapa foi extremamente oportuna. É onde impera a boemia mais democrática e intensa da cidade. Deixamos o Sucatão na Rua Gomes Freire e atravessamos o burburinho notívago em busca de novos horizontes de prazer.

A portaria da Up se parece com a entrada de uma boate comum. O salão é pequeno, tem uma atmosfera um pouco claustrofóbica, sem muito conforto, com quase nenhum assento. Fiquei em pé avaliando e vi uma ninfa que devia ter mais de 1,80m e um corpo de cavala alimentada com aveia Quaker. É dessas mulheres que causam trombose peniana só de olhar. Não perdi tempo e me aproximei. O nome é Nicole, 1,85m de altura, cabelos aloirados e cacheados na altura dos ombros; a bunda é o próprio mapa múndi, imensa, jovem e apetitosa; as pernas grossas e torneadas; seios médios e durinhos. Nicole contou-me ter 19 anos completos e sem filhos. Novata, foi muito excitante na conversa. Apesar de estar um pouco cansado, não resisti e chamei para a alcova.

Meia hora a 170 reais, achei caro, mas fui.

No quarto, ela tira a roupa e fico sem fôlego diante daquela extraordinária geografia humana. Para explorar aquele corpanzil eu precisaria de 3 dias e só teria 30 minutos. Mergulhei na boceta úmida e lambi o mais fundo que pude, a menina gemia alto. Subi para os seus seios e ela se arrepiava a cada chupão. Então ela disse que queria mudar a posição e brincar comigo. Acredite, amigo profano e sem fé, a ninfeta desabou com a boca em meu pau e iniciou um boquete que só vemos em filme pornográfico premiado no canal Sexy Hot. Tive que usar toda a minha resistência espiritual para não sofrer uma ejaculação precoce, pensei em Buda, no Tibete, em urso polar, pinguim, em tudo que me ajudasse a não entregar os pontos. Quase nocauteado, peço que ela fique de quatro, ela se ajeita e coloca aquelas nádegas descomunais diante dos meus olhos e prontas para degustação. Meti como quem reza, porque Nicole é mulher para comer ajoelhado e agradecendo em oração. Umas poucas estocadas e derramei o orgasmo divino.

O resto é silêncio... Positivo

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, curtiu esse TD.
ROSA VERMELHA - Campo de São Cristóvão, 26 , São Cristóvão - Rio de Janeiro - RJ
CARLA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$100.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 TALVEZ

03 de Setembro de 2019 às 22:09



O burburinho de sábado à noite, no entorno do Campo de São Cristóvão, estava frenético quando aportei o Sucatão numa rua próxima à entrada da Feira. Eu não pretendia sair, mas o tédio e a necessidade sexual falaram mais forte.

O que é um libertino? Você poderia me perguntar inesperadamente, afeiçoado leitor. Respondo, um libertino é a criatura dotada de total liberdade, que possui a consciência dessa liberdade e às vezes mal sabe como usá-la. Sim, forista sem fé, a liberdade absoluta já é uma espécie de luxúria extrema. Um homem casado não é um libertino; um homem casado é, no máximo, um tristíssimo adúltero que precisa da mentira para driblar as frustrações do casamento. Talvez, pudéssemos afirmar que o adultero compõe uma subclasse de libertinos, praticam a nostalgia da liberdade que é vivida de forma plena e despudorada pelo desregrado libertino.

Nunca me casei. Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria... Se parafraseasse Machado de Assis, não estaria inventando a minha condição, eu a estaria constatando. Sou livre como um libertino precisa e deve ser.

Entrei pela Feira de São Cristóvão, que praticamente se tornou um polo de karaokês repletos de gente jovem, de ébrios desafinados e idosos ocasionais. Vaguei pelos corredores populosos do pavilhão decidindo o rumo da minha aventura. Escolhi visitar novamente o bordel Rosa Vermelha, próximo de onde eu estava.

O Rosa Vermelha assemelha-se aos puteiros do Centro, é um sobrado com milhões de degraus a serem escalados antes de alcançar o salão. E lá fui eu, pisando minhas botas sobre a poeira do tempo que recobre o bairro imperial. Há uma particularidade única no Rosa Vermelha, a área de convivência é um terraço ao ar livre, é onde as putas ficam e nos abordam. De todas as vezes em que eu estive na casa, essa foi quando a encontrei mais povoada de clientes e garota. Um pagode meia bomba fazia a trilha sonora de uns pinguços que dançavam sobe a melancolia do céu de inverno. Exatamente no meio da pista, avistei Carla, uma inacreditável loirinha de olhos verdes, vestida num sexy macacão colante preto dotado de um decote abissal. Linda, parecia uma miragem naquele cenário defronte à Linha Vermelha. Esperei que os olhos dela encontrassem e chamei-a num gesto com as mãos.

Carla se aproximou em passos de pantera, o corpo se remexia em oscilações vertiginosas. Ao parar diante de mim, pude me deixar naufragar naquele par de bilhas esverdeadas e vicejantes que formavam o seu olhar. A beleza de Carla intimida e encontrar uma mulher como ela num bordel de categoria duvidosa nos deixa confusos. Fiz aquela entrevista padrão do putanheiro velho e todas as respostas foram positivas. Anal, oral sem camisinha, gozada na boca, Carla se enquadrava na categoria cama, mesa e banho. Completíssima. Convoquei-a à alcova.

Quartos de trashs devem ser parecidos com as celas do presídio de Gericinó, talvez as celas sejam até melhores em alguns casos. Mas o legítimo libertino não é feito só de liberdade, é composto de coragem, de desprendimento, de desapego. O libertino de raiz é o homem que mija em pé. Carla se despiu e pude ver seu corpo miraculoso. Sim, incrédulo forista, porque uma mulher com três filhos ainda ser dotada de um corpo de curvas estonteantes é um desses milagres que não testemunhamos nem na Igreja Universal. Começamos a trocar carícias, beijos de afogados, língua com língua, saliva com saliva. Ela roçava seu corpo no meu provocando uma eletricidade que seria capaz de iluminar Benfica inteira. Carla me empurrou no pequeno colchão coberto por um lençol com aspecto de pano de chão abandonado sobre a cama e me invadiu num boquete que me fez ouvir a música tema de Missão Impossível. Que doideira. Tive que pensar nos pedalinhos da Quinta da Boa Vista, no hipopótamo do Zoológico, no incêndio do Museu, tudo para evitar a ejaculação precoce. Resistir é inútil, já diziam os Borgs de Star Trek. Posicionei a loirinha de quatro, dei uma lambida naquele rabo emoldurado com uma marquinha de biquíni que quase exigia um microscópio para ser detectada, comecei a penetrá-la enquanto a devasse soltava longos gemidos e iniciei o ritmo eufórico das metidas. Sim, meu estimado companheiro de orgias, resisti pouco e gozei muito no interior misterioso daquele útero nórdico. Caí na cama como um prédio velho após a implosão.

Carla me contou que só frequenta a boate nos fins de semana e que trabalha num privê do Centro que me esqueci o nome (perdoem-me a memória senil).

Retornei ao Sucatão, acionei o motor, liguei os faróis e quando ia acelerar alguém bateu no vidro.

– Fala, tio. É cinco real a vaga – diz o maldito flanelinha.

Paguei e mergulhei no negrume do asfalto... Yes

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
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CLUB 502 - Rua da Alfândega, 65 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97161-1880
VERENA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

28 de Agosto de 2019 às 21:08



Estacionei o Sucatão na Rua Buenos Aires por volta das 20h. Eu ainda me surpreendo em ver como o Centro vai minguando de gente tão cedo, como as ruas ficam vazias, algumas assemelhando-se à imensidão do vácuo sideral. Fruto da crise? Fechamento de lojas? Falência de empresas? Desemprego? Provavelmente, todos esses fatores combinados.

Fui caminhando, incerto do rumo que tomaria. Terça-Feira, dia que alguns velórios são mais festivos do que puteiros. Eu havia acabado de sair de uma reunião na Academia Brasileira de Letras, carregava nas ombreiras do casaco a poeira do tempo daquelas entidades quase centenárias que estiveram comigo. O inverno carioca tem sido glacial, talvez inspirado no coração de algumas putas.

Depois de vagar sem inspiração para atravessar a porta de qualquer bordel, parei num boteco na esquina da Rua do Acre com Marechal Floriano, uma artéria carcomida da região central que sobrevive aos escombros da cidade. No balcão, pedi uma dose de Salinas, pretendia aquecer o corpo e ganhar motivação fálica com minha cachaça preferida. A batalha se aproximava.

Rodeado por velhos sobrados cinzentos, ilhado num pé-sujo, a pele gelada pelo frio que dava ao cenário o toque londrino, um conjunto de elementos que faziam emergir das calçadas o torpor da melancolia. Acredite, forista sem fé, um libertino é composto muito mais por derrotas do que vitórias. Para você, valioso confessionário encarnado nesses olhos curiosos, posso admitir que já levei porrada, tombei embriagado em sarjetas obscuras, broxei mil vezes, mil vezes transei sem camisinha, lancei dinheiro ao ralo, amei vagabundas e fui enganado. Sim, afeiçoado leitor, um libertino é a confissão das cicatrizes, é a exposição das feridas ainda abertas, é a regeneração pelo sexo e pelas paixões promíscuas.

Eis que na terceira dose de Salinas eu a vi, a fugidia e vaporosa Felicidade flutuou pelo botequim como se me procurasse. A Felicidade ama os ébrios. Chamou-me pelo nome com a voz suave de sereia, puxou-me pela mão e me guiou até a 502, na Rua da Alfândega.

Os bordéis do Centro são como alpes suíços, mais afeitos às cabras e aos alpinistas. Mesmo trôpego pelo efeito do álcool, escalei os infinitos degraus da 502 e consegui alcançar a boate.

Poucos clientes e muitas mulheres coabitavam o salão. Não demorei muito para avistar uma morena sarada, num corpo em estilo atlético, pernas longas e afrodisíacas, barriguinha seca, cabelos presos num rabo de cavalo sexy, uma bunda explicitamente arrebitada que poderia estampar com louvor a capa da revista Playboy. Salivei... Como ela não se aproximava de mim, parti para o ataque. Perguntei seu nome: Verena.

Atualmente, a maioria das fêmeas dos nossos cabarés assemelham-se a pôneis insossos, mas Verena é uma cavalona puro-sangue capaz de intimidar os jóqueis mais experientes. Contou-me que era seu primeiro dia na casa e não sabia dizer se permaneceria pelo resto da semana. Vestia uma espécie de jaqueta decotada e aberta na frente, deixando seus pequenos seios durinhos à mostra. Durante a conversa, seus peitinhos espetavam meu braço, um par de agulhas descarregando a temperadíssima eletricidade da luxúria. Convoquei para a alcova.

Quando se despe da pouca roupa, Verena se revela uma escultura grega perdida nesta depressão tropical. Belíssima. Mergulhou em mim num boquete vertiginoso, a cabeça subindo e descendo numa chupada rapel. O tempo curto, eu tinha meia hora para mapear a geografia sinuosa daquela potranca efervescente. Inverti a posição e lambi a chana do monumento feminino deitado somente para os meus olhos, ela gemia baixinho, se contorcia, segurava minha cabeça com força. Pedi para que ficasse de quatro. Que paisagem! Se eu fotografasse, seria um cartão postal cobiçadíssimo pelos maníacos mundo afora. Penetrei-a devagar, sentindo o calor envolver meu pau, fui aumentando o ritmo das estocadas, ela passou a gemer alto, chamava-me de “meu amor”. Gozei. Uma ejaculação brutal. Desabei sem fôlego na cama. Que mulher! Totalmente demais!

Acertei a fatura na recepção. Quando vi a quantidade de degraus que teria que descer com as pernas trêmulas, fiquei frustrado por não poder voar.

A liberdade sem limites é um poder que poucos têm o privilégio de conhecer. Com o cavanhaque ainda cheirando a vagina, entrei no Sucatão, acionei o motor, liguei o rádio e desapareci sob o vulto imponente do relógio da Central do Brasil. Por uma dessas coincidências inexplicáveis da vida, o som que explodiu das caixas era Freedon...


Freedon

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EXCELENTE EXCELENTE
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PONTO DE RUA - Av. Francisco Eugênio , São Cristóvão - Rio de Janeiro - RJ
CLEO
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$50.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

25 de Agosto de 2019 às 15:08



O libertino também envelhece, mas é um envelhecimento diferente do homem comum, é um fenômeno peculiaríssimo. Imagine a criança que brinca numa casa, mas sem nunca deixar de ser criança, um Peter Pan libidinoso. O tempo passa, a casa começa a ficar carcomida, surgem goteiras, mofo nas paredes, rachaduras no teto, mas a criança continua ali, sempre criança, sempre peralta e inquieta. Sim, forista sem fé, assim é o libertino, o corpo envelhece, mas a alma rejuvenesce com a maturidade. A casa cai, mas o libertino continua ali, aprisionado como um eterno moleque jogando pelada no terreno baldio que restou. Quer identificar um libertino? Busque a alma, seja por trás do olhar de garoto ou disfarçada sob os cabelos brancos de um discípulo de Matusalém. A alma do libertino guarda a chama imortal da luxúria. O sexo é sua Terra do Nunca.

A noite de quinta-feira estava glacial, de ouvir dentes trincando pelas calçadas. Estacionei na Rua Ceará quando o relógio se aproximava da marca da meia-noite. Eu vestia um casaco escuro e um tênis de cano longo, o entorno da Vila Mimosa transpirava uma atmosfera noir. Tranquei o Sucatão e fui caminhando pela Sotero Reis, encontrei a zona vazia, poucos homens e ainda menos mulheres, quase uma cidade fantasma. É chocante ver a zona pouco frequentada, é como entrar numa igreja sem padres, sem missa. Percebendo que não encontraria nenhuma aventura, preferi retornar ao carro e procurar aventuras em outra região.

Aciono o motor, Sucatão ronca como um leão que desperta de sono profundo, ligo o rádio e uma batida conhecida emerge das caixas de som, Sympathy For The Devil, com The Rolling Stones. Acelero e os pneus ganham a escuridão do asfalto rasgada pelo clarão dos faróis do automóvel. Você tem razão, afeiçoado colega, a partir de agora qualquer aventura é possível...

Sympathy for the Devil

Desemboco na Av. Francisco Eugênio, havia um grande fluxo de carros, predadores atrás de mulheres da pista. Segui a corrente e fui obrigado a parar diante de uma retenção do trânsito. Nesse momento, batem no vidro do carona, uma mulata me gesticulava do lado de fora, queria dizer alguma coisa. Abro a janela. A menina era bonita, lábios carnudos, cabelos cacheados e um insinuante par de seios que convidava minha boca para um mergulho de fôlego. Afroescultural.

– Vamos esquentar o frio, amor? – Ela fala.

A princípio, eu não estava muito interessado, mas decidi perguntar os valores.

– Amor, é 50 reais o boquete e a gente pode ir a uma garagem aqui do lado pra ficar mais à vontade e com segurança.

Uma garagem... Certa vez uma puta de Copacabana me levou para dentro de uma garagem de um prédio na Av. Atlântica, o porteiro alocava vagas para as sacanagens da alta madrugada. A mulata passou a língua pelos lábios que me fez quase sentir a sua boca deslizando pelo meu pênis. Irresistível. Aceitei a proposta e ela entrou no carro. Confesso, tenho muitas restrições em pegar garotas de pista atualmente, considero arriscado, com possibilidades de ciladas perigosas. Mas arrisquei, porque a vida é para os ousados.

Ela me indicou o caminho, entramos numa perpendicular ao lado de um posto de gasolina, saindo de frente para a Quinta da Boa Vista. Entro na penumbrosa garagem, várias moças se concentravam no local. A mulata cochicha alguma coisa com um sujeito e ele aponta para o fundo, mostrando onde devíamos estacionar. Apesar da pouca luz, vi que minha acompanhante estava de microssaia justa, deixando expostos os dois nacos de coxas roliças que sustentavam seu corpaço de pé. Ela foi logo tirando a blusa e o sutiã, me ofereceu os peitões e eu caí de boca como um andarilho desidratado que vagou 10 dias pelo deserto. Chupei muito aqueles seios bonitos e duros. Creia, meu companheiro, os peitos da mulata pareciam duas pedras ornadas por mamilos macios. Ela puxou meu cinto, abriu meu zíper, arriou minha calça e abraçou meu pau com a boca gulosa, sem piedade, determinadíssima a extrair a última gota viva de sêmen.

Escutei Amy Winehouse invadindo o carro cantando Rehab...

Rehab

Explodi na boca da mulata com a potência de uma caixa de bananas de dinamite, a menina recuou a cabeça, assustou-se com o forte esguicho de espermas que recebeu na garganta. Eu só conseguir pronunciar uma expressão, sôfrego e arfando:

– Puta que pariu...

Acertei as contas com a moça e manobrei o Sucatão para o seu habitat natural, as ruas. Gozei tanto que meu coração ainda palpitava forte. Que boquete!. Pego o viaduto, desço ao lado do Maracanã e a estátua do Bellini me saudou erguendo a Jules Rimet. As luzes de vapor de mercúrio refletiam a palidez da noite, o céu continuava recoberto por nuvens cinzas e escuras, o rádio permanecia ligado. Aumentei o volume e Beat It acordou meus ouvidos na voz de Michael Jackson.

Beat It

Senti vontade de parar e dançar. Não, não direi se me entreguei ou não ao embalo do som, estimado leitor, ainda não criamos intimidade para confissões sobre os nossos ridículos impulsos. O que posso prometer é que a saga continuará e a minha criança prossegue saltando eufórica na casa cuja tinta está desbotando e o verniz se soltando da madeira. O tempo e a gravidade tentam nos esmagar, mas o legítimo libertino desafia até as leis da física. I'll be back...

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RAZOáVEL RAZOáVEL
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[TRASH] CLUBE AFRODYTE - Rua Uruguaiana, 145 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
LARISSA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$100.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO R$0.00 SIM

19 de Agosto de 2019 às 18:08



Inauguro o roteiro pela Praça Tiradentes. Encontrei o Interessante, camarada do fórum, para calibrarmos a mente bebendo alguns copos da boa e dourada cerva. Dias antes, eu havia passado em frente a um dos poucos bordéis que não conheço, no número 64 da mesma Praça Tiradentes; visto pelo lado de fora, é um mafuá ainda esperando a minha visita. Na terceira garrafa da Antártica Original, decidimos iniciar a expedição erótica pelo velho Beco das Cancelas, no Clube 21, hoje reformado e sem muito sucesso comercial.

Caminhamos até o boteco que fica na esquina da Rua Buenos Aires com o Beco das Cancelas e tomamos mais duas cervas. Hora de subir os incontáveis degraus que levam ao salão principal da 21. Vazia. Completamente vazia. Isso numa sexta-feira. Não avistei clientes e observei pouquíssimas mulheres disponíveis. Qualquer velório no São João Batista teria mais vida em torno de algum falecido anônimo do que o clima funéreo que encontrei naquele puteiro. É possível ver umas poucas novinhas atraentes, mas é constrangedor e opressivo permanecer num salão vazio de gente. Desistimos e fomos fazer uma inspeção na 65, que ainda insiste em cobrar 30 contos de consumo, apesar de divulgar que “a entrada é grátis”. Preferimos não arriscar perder os 30 contos diante do aspecto desértico da recepção. Partimos para a 502, que ainda é o pouso oferece mais garantias de diversão por um preço que não é justo, mas aceitável.

Andar pela Buenos Aires numa sexta-feira é ver e ouvir o burburinho frenético de muitas tribos confraternizando dionisiacamente à saída do trabalho. É uma festa, talvez para comemorar o fato de estarem empregados no país bolsomítico do desemprego e do trabalho sem direitos. De qualquer forma, é um trecho festivo do Centro da Cidade. No número 65 da Alfândega fica a 502. Os bordéis do Centro se embolam numa configuração algébrica de dígitos que querem fazer dígitos. Pego o cartão com o senhorzinho eternamente sentado na entrada do sobrado e subimos. Foi como eu esperava, a 502 estava abarrotada de chacais em busca de sexo e de mulheres em busca do dinheiro dos chacais. Um encontro que soa como o tilintar de caixas registradoras quando ocorre a primeira penetração. Nada a reclamar da 502, continua atendendo às expectativas. O problema é que eu não estava disposto a pagar mais de 100 reais por um programa de meia hora. Quitei o ingresso de 10 contos e deixei a casa.

Atravessei a Presidente Vargas e fui em direção à soturna Marechal Floriano. A única explicação para a paisagem despovoada só pode estar no fechamento de parte do comércio e das empresas da região, o certo é que após às 20h a Av. Marechal Floriano é um vácuo sideral. Não se vê quase ninguém, transitar por ela cheira a perigo, mas o forista é um bandeirante sexual, arrisca-se, lança-se às trevas mais temorosas em busca da boceta sagrada. Foi o que fiz. Primeiro entrei na 05, que se localiza na Leandro Martins, uma rua periférica à Rua do Acre. Depois caminhei pelo silêncio de penumbras e fantasmas até o Bombeirinho, na Rua da Conceição. Subo novos infindáveis degraus e encontro a pista lotada, botando gente pelo ladrão. Balde de 5 latões a 30 reais e programa de 30 minutos a 100 pilas. Isso explica a concentração de lobos atrás de carniça. No entanto, ainda não foi no Bombeirinho que estacionei meus combalidos e idosos espermatozoides.
Retornei à conhecida Rua Uruguaiana e escalei as centenas de degraus do Clube Afrodite. Preciso comprar equipamento de alpinismo. Novamente, casa lotada. Balde de 5 latões por 35 reais. Mulheres com seios à mostra e homens com a língua salivante de fora. A música alta embalava o strip-tease de uma ninfa sobre o queijo num canto da pista. De repente, vejo uma morena de altura mediana, com rabo de cavalo e rabo de cavala passar a minha frente. Sorriso lindo, rosto sexy, corpo desenhado em curvas que se estreitavam na cintura e se alargavam nos quadris, seios pequenos em forma de pera suculenta e coxas bem torneadas. Paguei uma cerveja, um cigarro à varejo e conversamos um pouco. Larissa é seu nome, diz que tem emprego formal durante a semana e frequenta pouco o Afrodite. A menina conseguiu me seduzir quando eu já estava perto de voltar para casa. Subimos à alcova.

Os quartos do Afrodite são semelhantes aos do bordel na Alfândega, 119. Péssimos. Cometi o pecado de perguntar onde era o banheiro e fui conduzido a uma pocilga inundada de mijo e imunda. Um esgoto tem mais dignidade. Mas como eu disse, o libertino é um bravo. A menina é gostosa, vai se entregando à medida que o tesão aumenta, beija na boca, mas o boquete é tímido. Botei de quatro, meti, gozei e vazei. Valeu. Parece novata e isso é excitante para um veterano.

A noite se encerra. Mergulho na estação do Metrô e pego o trem em sentido à bucólica Tijuca. No meio da viagem, um grupo de jovens adentra o vagão carregando vários instrumentos musicais. Organizam-se numa roda e começam a cantar Guantanamera.


Guantanamera


É o fim...




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RAZOáVEL RAZOáVEL
Tigrequesabe, Bumpy Johnson, Mate345, alan26272829, PirocaGdai, Saulo Top, curtiram esse TD.
PRÉDIO URUGUAIANA 24 - Rua Uruguaiana, 24 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
ÍRIS
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$85.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

05 de Agosto de 2019 às 11:08



Eu não conhecia o bordel localizado na Rua Uruguaiana, 24. Saí do metrô, fui caminhando. Quando estava próximo ao Largo da Carioca, vejo uma entrada camuflada por uma banca de relojoeiro, entro pela pequena porta e subo o primeiro lance de escadas. Ao todo, são cinco andares. Imaginem o antigo castelo de do Conde Drácula, cravado sobre alguma rocha elevada nos confins da Transilvânia. Sim, forista sem fé, foi a primeira impressão que tive ao penetrar naqueles domínios da penumbra e da lascívia. Um drink no inferno, do Tarantino, poderia ter sido filmado ali.

A cada novo andar alçado, nos deparamos com um rascunho de boate no melhor estilo inferninho. As mulheres que nos abordam parecem ter sede do sêmen que vale dinheiro. Comportam-se como predadoras ansiosas por nos capturar. As alcovas são precaríssimas, tumbas para as quais elas nos arrastam e nos arrancam o gozo. Tudo parece oscilar entre o irreal e o real, sonho e pesadelo, ficamos enredados naquele labirinto de escadas e músicas de jukebox.

Já no primeiro andar, uma mulata robusta e abusada aproximou-se de mim como quem fosse lançar os caninos contra a minha jugular.

– Vamos fazer amorzinho? Um sexo gostoso? – Joga a mulata.

– Ainda estou olhando, querida – Respondo.

– Vem olhar meu cu, vamos lá pra dentro pra você olhar meu cu... – Ela me devolve rangendo os dentes e manifestando uma agressiva obsessão anal.

Por cautela, preferi me afastar e subir mais um lance das escadas.

No segundo andar, observo fêmeas interessantes, algumas com seios amostras e a selvageria me pareceu mais contida. Pedi uma cerveja e fiquei acomodado no balcão que serve como bar. Foi quando vi uma morena clara, bunduda, de longos cabelos rastafari e de sorriso bonito. Ela estava a tiracolo de um coroa, então resolvi esperar. Nesse meio tempo, detectei uma loira de corpo graúdo, gostosa, mas mantive minha intenção de esperar a morena. Após uns 10 minutos, ela se desvencilhou do coroa, e veio em minha direção. Perguntou meu nome e contou o caso com o senhor de quem havia acabado de se despedir.

– Aquele coroa disse que quer ficar comigo, que quer me ajudar e perguntou se eu deixaria. Eu respondi que sim e ele disse que ia começar a me ajudar aqui mesmo. Puxou uma nota enrolada do bolso e botou na minha mão, pedindo que eu só olhasse depois que ele saísse. Quando eu abri a mão, ele tinha deixado 2 reais. Um filho da puta. Dois reais nem mendigo aceita.

Espirituosa, riu do ocorrido. Gostei da menina e marquei meia hora num daqueles sarcófagos que chamavam de cabine. Usa o nome de Ísis. No quarto, foi uma excelente surpresa. Beijos na boca, boquete sem capa, profundo e lubrificado na saliva. Ofereceu anal. Gozei comendo-a de quatro, ela gemendo gostoso e pedindo tapas nas nádegas bem nutridas. Fui feliz por 85 reais.

Desci as escadas em direção ao mundo exterior, a claridade do final de tarde ofuscou minha visão. As vampiras haviam ficado para trás, o relojoeiro na porta tinha aspecto enigmático, como se guardasse na sua fachada um dos grandes mistérios do universo. Caminhei sem pressa até a Gonçalves Dias e parei para um lanche na reluzente Confeitaria Colombo. Ao primeiro gole do café, um pensamento se desprende de mim junto com o aroma da bebida: a vida é boa...

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RAZOáVEL
liutaio, blueboy, Tigrequesabe, Random, Brand, alan26272829, Magnus Bruno, Lisbela Varela, curtiram esse TD.
VANESSA RIOS 05 - Rua Leandro Martins, 5 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
MARIANA
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$110.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

07 de Julho de 2019 às 21:07



A libido... essa fome vampiresca e implacável que nos faz vagar em busca de corpos quentes e vivos que saciem a necessidade de ordenha diária do nosso próprio sêmen. Um desejo incessante de orgasmo que nos move por ruas ermas, salões escuros, quartos estreitos e camas muitas vezes compartilhadas. Acredite, forista sem fé, essa pulsão sexual que só enfraquece com o avançar da velhice é um elemento de loucura indomável que carregamos em nós. Ao mesmo tempo que revela as delícias do nosso Olimpo pessoal e nos faz provar da ambrosia viciosa, também pode nos conduzir a calabouços de um inferno inescapável. A voz de uma mulher, a textura macia da pele, as ondas envolventes do corpo, as reações ao toque, todos esses detalhes formam a face e o canto de uma sereia que pode nos afogar. Entregue-se, mas não perca o juízo.

Caminhando pela noturna e chuvosa Rua do Acre, embiquei pela Rua Leandro Martins até alcançar o número 5. Entrei. A casa possui um elenco irregular, com algumas boas opções no cardápio flutuante. Fiquei observando o movimento me mantendo numa posição discreta e estratégica, foi quando ela se aproximou... Há dez anos que eu não a via, fazia dez anos que eu a comi pela última vez. Mariana foi uma mulata de alterar nossa respiração, de provocar as marés mais altas dos nossos instintos. Possuía um corpo perfeito, seios pequenos e firmes, uma bunda saborosa com dimensões de manchete de jornal sensacionalista. Praticava anal com gosto e maestria. Quando chegou perto, não a reconheci e tentei me desviar do contato. Ela insistiu e acabei lembrando-me de quem era. Infelizmente, o tempo foi perverso e a mulata colossal de outrora se transformou na gordinha veterana do cabaré.

Sentamo-nos à beira de uma das mesas disponíveis e conversamos. Ainda é simpática e de alguma forma inexplicável continua gostosa. Ganhou uma protuberância abdominal elevada, os cabelos estão maltratados, o rosto sofreu a erosão dos anos, mas a bunda ganhou contornos épicos com a concentrada colônia de células adiposas. Sim, agora o que se vê e sente são duas nádegas volumosas e duras, de um lado a Ilíada e do outro a Odisseia. Penetrar entre aquele vale, que guarda a lendária experiência de um cu e de uma boceta que já foram ícones das pistas, caberia em mais um livro de Homero.

Após algumas carícias e muitas provocações, decidi subir com Mariana para o andar das masmorras. A mulher continua gostosa, entre beijos e chupadas frenéticas ela se entrega como poucas. Engordou o corpo e o fogo. Quando ela fica de quatro, aquele voluptuoso rabo épico se transforma numa missão heroica para qualquer degenerado. E foi assim que a comi, da mesma maneira que comi tantas vezes no passado, com ela empinada e gemendo a cada estocada do pênis. Nocaute...

Concluímos nossa despedida e fiquei de retornar. Na rua, a chuva fina insistia em dar à noite fria um tom noir. A fome ancestral estava temporariamente saciada. Entro no metrô e percebo a sombra da luxúria numa menina jovem, vestida de saia curta e top justo num dia de temperaturas geladas. A aventura continua...

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Galileu, Random, Papaxotas, alan26272829, curtiram esse TD.
BOATE 119 - Rua da Alfândega, 119 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
LUCY
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$110.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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28 de Junho de 2019 às 15:06



O altivo relógio da Central do Brasil marcava um pouco além das 22h quando alcancei a Rua da Alfândega, que sob a penumbra pouco habitada daquela sexta feira pós-feriado parecia cenário para assassinado de algum livro de Aghata Christie. Como eu não tenho a vocação nem a astúcia do detetive Poirot, decidi entrar no primeiro bordel que vi pela frente, a 119.

Confesso, forista sem fé, subir os infinitos degraus do sobrado que levam ao salão da 119 é quase uma sentença de morte para idosos como eu. Quando finalmente alcanço o topo, a sensação que tenho é que já gozei e posso ir embora. A respiração ofegante e a perna cansada quase me desqualificam para o sexo. Mas desafio a possibilidade de um infarto e continuo a saga.

Apesar da rua deserta, a casa estava cheia. O funk vibrava alto nas paredes e a voz rouca do DJ talvez fosse um arremedo do falecido Catra. A boate tem um elenco composto de diversas meninas atraentes e convidativas. Junta-se a esse fator os preços, que são acessíveis ao abate.

Minha preferida na casa é Lucy, menina jovem e com um beijo delicioso, entrega total na cama. Ela se aproxima, bebemos alguns drinks e partimos para mais um lance de degraus em direção à alcova. A 119 é mais alpinismo do que ato sexual.

Fiquei numa das cabines mais confortáveis. Nunca aceitem ficar nas cabines do último andar, são péssimas.

Lucy não nega fogo, é uma gueixa maravilhosa, de quatro é paisagem. O encaixe com essa menina é perfeito, em tudo, desde o beijo até a penetração. Gozei e fui feliz.

Retorno inebriado ao deserto da Rua Uruguaiana, sentindo ainda o perfume vaginal de Lucy exalar do meu cavanhaque. Embarco no metrô, a estação me fez lembrar o filme Ghost. Antes que surgisse um fantasma, entrei no vagão sabendo que o bom sexo é sempre uma reprise com orgasmos inéditos.


ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
Galileu, membro, Papaxotas, alan26272829, cachorrolouco, Saulo Top, curtiram esse TD.
BOATE 119 - Rua da Alfândega, 119 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
LUCY
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$110.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

22 de Junho de 2019 às 11:06



Não é um bordel que agradará aos mais afetados, aos que esperam encontrar uma suíte master com cama king size forrada por lençol de cetim e ornada com travesseiros de pena de ganso. As instalações são modestíssimas, a boate é pequena, os quartos são alcovas onde, suspeito, não trocam nem sequer a roupa de cama. No entanto, o elenco da casa promete uma lista de experiências interessantes, a rotatividade não é grande, mas sempre traz novas presenças atraentes. Faz algumas semanas que estou frequentando o local, que tornei prioridade nas minhas visitas. O valor de 110 reais por um encontro sexual de 40 minutos é um atrativo a mais no centro de uma cidade ainda desconectada da realidade econômica de um país habitado por moradores de rua e motoristas de Uber.

Estive na 119 nesta sexta-feira imprensada entre o feriado e o fim de semana. A rua da Alfândega estava semideserta às 20h. Escalei os degraus infindáveis do sobrado e alcancei a pista. O ambiente é escuro, ao entrar damos de cara com o bar e nunca encontrei o espaço sem um número razoável de clientes ocupando os escassos metros quadrados do “salão”. Novamente, minha escolha foi Lucy, morena deliciosa, dotada de beijos profundos e que não tem medo de se entregar na cama. É mulher para comer ajoelhado, não refuga no anal e tem um encaixe perfeito no corpo a corpo. Tudo com ela é bem feito, sem nenhum tipo de frescura ou restrições, do boquete ao coito final. Maravilhosa.

As cabines se dividem em dois pavimentos, aconselho aos camaradas que prefiram ficar no primeiro andar das cabines. No segundo pavimento, o espaço das alcovas é pequeno e desconfortável. Durante a transa, uma das paredes da divisória ameaçou cair, o que causou uma interferência desagradável no clima de tesão que rolava. Como as divisórias não vão até o teto, é possível escutar gemidos e tapas soando das cabines próximas. A 119 não é para amadores, mas é possível colher resultados surpreendentes ali. Não é à toa que observo muitas meninas com clientes fixos.

Lucy de quatro é uma escultura, é como gosto de degustá-la. Foi mais uma seção inesquecível de metidas, linguadas, beijos e amassos. A menina é nota 10. Saí do quarto exausto.

Ao resgatar o Sucatão na rua Buenos Aires, vi grupos enormes de mulheres apetitosas pelas calçadas, o expediente da 13 naquela rua das floriculturas estava terminando. A quantidade de mulheres era tamanha que decidi que a 13 constará como prioridade na minha próxima inspeção no Centro.

Acionei o motor do carro, pisei no acelerador e mergulhei no negrume do asfalto. A saga continua...

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RAZOáVEL RAZOáVEL
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VILA MIMOSA - Rua Sotero dos Reis , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
RUBI
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$65.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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21 de Junho de 2019 às 14:06



Feriado na quinta-feira, fui dar um rolé na Vila Mimosa, a única opção supostamente viva numa cidade morta. Eu guardava a esperança de encontrar a gaúcha que conheci recentemente. Encontrei a zona com algum movimento, mas a cada nova visita confirmo o estado agonizante em que ela continua mergulhada. A VM respira por aparelhos numa UTI de hospital público.

Entrei na casa 46, antigamente conhecida como Queen 46. Poucas meninas presentes, mas uma negra jeitosa se aproxima de mim e puxa conversa. Para a minha surpresa, ela não fez aquela conhecida pressão para engatar “um sexo gostoso”, como costumam dizer. Em certo ponto da conversa, a negra gostosa que se chama Rubi me faz uma pergunta e uma afirmação, ambas inusitadas.

- Qual seu signo? – pergunta Rubi.

- Gêmeos.

- Ahh!... Gêmeos é gente de duas caras.

- Minha filha, se eu tivesse duas caras você acha que eu usaria esta aqui? - Lembrei do mestre Ariano Suassuna ao retrucar a afirmação da menina.


Simpatizei com a moça e fomos para a alcova, algo não recomendado a um senhor da minha idade. Foder na VM após um determinado ponto da vida é como um recém-infartado decidir correr a maratona de São Silvestre. Imprudência.

Rubi despe-se da pouca roupa que a cobria e vi um corpo impecável, uma falsa magra com bundinha redonda e estufada; peitinhos pequeno, pontudos e durinhos; coxas firmes e uma vagina mais lisa que bochecha de bebê.

Iniciamos a pegação com um molhado beijo na boca (sim, Rubi beija na boca), a menina chegou a me ensinar novas técnicas de beijo de língua que me excitaram muito. Chupei os peitinhos, dei umas linguadas na boceta e mais alguns beijos que quase me exigiram um aparelho de respiração. Como na Vila Mimosa tempo é dinheiro e geralmente o tempo é curto, posicionei a menina de quatro, vislumbrei a paisagem do seu bumbum esférico por alguns segundos e meti. De quatro, a bunda de Rubi se transforma num mapa mundi sexual. A garota é do tipo que geme gostoso e o som daquela melodia de gata no cio me fez gozar rápido.

Despedida concluída, fui dar mais uma volta nos corredores do shopping do sexo. É quase uma ironia que colado a VM esteja instalado um frigorífico imenso e quem vem crescendo e agregando mais terrenos da região todos os anos. São dois açougues lado a lado, cada um com uma função social diferente. No entanto, o frigorífico é uma empresa que cresce, enquanto a Vila Mimosa parece estar encolhendo.

Entro no Sucatão e atravesso a Av. Francisco Eugênio para pegar o retorno à bucólica Tijuca. Muita meninas preferindo ficar na pista a se abrigarem na suposta segurança da Vila.

A madrugada avança sobre as estrelas, que brilham em pequenos espetáculos no palco azul-marinho de um céu infinito. Aproveitam o momento enquanto o Sol, o astro rei egoísta, não ofusca a magia noturna das luzes compartilhadas pelos reflexos siderais. O dia pode nascer feliz, mas é somente quando ele adormece que a vida se realiza na penumbra e no desfrute dos prazeres mundanos. Evil

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RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, BS09, curtiram esse TD.
CLUB 116 - Rua da Conceição, 116 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
VANESSA
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$100.00
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17 de Junho de 2019 às 15:06



Gosto do Centro do Rio, de flanar pelas ruelas antigas, sob os sobrados centenários, tomar um vinho na Casa Paladino, um café na Casa do Café Capital, almoçar no Coliseu das Massas, assistir a um filme no Odeon e fazer sexo com alguma provocante rapariga garimpada nos misteriosos bordéis camuflados pela poeira do tempo. O Centro da Cidade alimenta o meu vício pela nostalgia. É uma área decadente, sempre foi mal conservada, mas atualmente entrou em estado de decrepitude devido a crise econômica. Não irá morrer, mas agoniza a olhos vistos. É possível perceber que o volume de transeuntes pela Av. Rio Branco diminuiu nos últimos anos, talvez por conta dos altos índices de desemprego. Caminhar por algumas vias do Centro após às 20h já é uma ousadia que requer coragem.

Os grandes randevus da região perderam público, alguns ainda insistem nas velhas fórmulas dentro de um mundo que se transformou. Outros, tentam se reinventar, mas não abrem mão da cobiça que não cabe mais no cenário financeiro do carioca. Cafetões perplexos não sabem o que fazer, pois nunca aprenderam a administrar, só conheceram a face amistosa do lucro. Por outro lado, também não vemos mais as belas mulheres que habitavam as pistas dos lupanares, aquelas que chamávamos de Tops, muitas encontraram outros caminhos num universo conectado pela Internet, novas opções de exposição trouxeram autonomia à prostituição e mais esforço para os velhos rufiões conseguirem montar elencos de meninas que aceitem trabalhar enclausuradas, recebendo ordens e penalidades. Sim, forista sem fé, a crise e as Redes Sociais abalaram o mercado tradicional do sexo.

O que velhos proxenetas não compreendem é que morreu a margem de lucro, o que existe hoje é a margem de sobrevivência. Só os que se adaptam sobrevivem e evoluem. Ao menos, enquanto durar a recessão.

Como frequentador, decidi me adaptar. Aderi aos trashs, onde é possível economizar no mínimo 30% num programa de 1h em relação as chamadas termas. Não esqueçamos as casas de massagem, que também operam com valores acessíveis, mas eu me criei nos puteiros e não me acostumo com o imediatismo dos privês. Além disso, as mulheres dos trashs aceitam convites de programa por fora, muitas vezes um pernoite sai a 150 reais num hotel qualquer.

Antigamente, quando você entrava numa 4x4, numa Cancún, numa Monte Carlo ou Solarium, sabia que encontraria ali um time diferenciado de mulheres. Isso acabou. As meninas giram, vão para onde sopram os melhores ventos, as melhores oportunidades. Querem dinheiro. Somente o caboclo esnobe, em condição de delirium tremens, crê que ainda exista marca registrada ou status no mundo da putaria. Ficou mais fácil encontrar uma Top no Bombeirinho do que na Centaurus.

Antes de partir para a rua da Conceição, passei novamente pela 119 (rua da Alfândega) e confirmei a estabilidade de um time de mulheres que nos oferecem uma longa e agradável degustação. No entanto, por desejar mudar de ares, fui para o Bombeirinho, localizado num trecho isolado da rua da Conceição, 116, entre a Presidente Vargas e Marechal Floriano.

Caso me pedissem uma descrição do Bombeirinho, eu diria que se parece com uma caverna, um pub popular, desnudo de luxo, ambiente escuro. A frequência é eclética, mas é possível ver trabalhadores mais humildes misturados a curiosos de gravata. O balde de 5 cervejas ao valor de 30 reais decora todas as mesas da boate. Mulheres para todos os gostos, a casa permite e elas apreciam exibir os seios nus pelo salão, o que fez o Bombeirinho ficar conhecido como a casa do peitinho agulha.

Sento-me num ponto discreto e logo vejo uma negra esguia, cabelos compridos e alisados, com uma bunda linda e seios pequenos. O biquíni mal cobria seus dotes físicos. Ela se aproxima e me fala seu nome. Vanessa é bonita, simpática e promete na arena o que cumpre na cama. Fiquei fissurado e chamei-a para a alcova. Como já informado, os quartos comuns do Bombeirinho possuem chuveiro, o que é um luxo que nem algumas termas consideradas de primeira divisão oferecem. Entrando no cafofo, Vanessa me tasca um beijo de tirar o fôlego, emenda num boquete de causar AVC em idoso e fica de quatro sussurrando que quer ser penetrada. A garota é gostosa e sem frescura. Antes de meter, caí numa chupada vaginal que fez a menina gemer alto. Com os níveis de tesão elevados, ajeitei a menina de quatro, apreciei aquela bela bundinha empinada e entrei com tudo nos domínios uterinos. Uma delícia. Muito excitado, bastaram umas poucas estocadas para que eu despejasse meu esperma junto a um pedaço da alma.

Conversamos mais um pouco, nos despedimos e fui embora em direção ao transporte coletivo. Dentro do metrô, meu corpo estava anestesiado e meu bolso aliviado por saber que tudo vale a pena quando a alma não é pequena. Continua...


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membro, Galileu, Brand, badrobot, curtiram esse TD.
BOATE 119 - Rua da Alfândega, 119 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
LUCY
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$110.00
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13 de Junho de 2019 às 19:06



Quarta-feira, 12 de junho, fim de tarde. Havia uma euforia nas ruas do Centro, casais circulando de mãos dadas, flores amparadas em braços femininos, alegorias do amor simulando felicidade. Paralelo a tudo isso, eu caminhava em passos firmes pelos corredores de prédios, sozinho, mas determinado a desaguar meu sêmen em ebulição em alguma vagina camuflada na penumbra dos sobrados que sobrevivem pela grana do sexo.

Sim, forista sem fé, o legítimo libertino é um solitário, não anda em manada, não pensa como rebanho, é um predador único caminhando anônimo pela multidão, um tipo de Blade Runner à caça dessas replicantes de mulheres que chamamos de putas. No dia dos namorados, ninguém pensa em encontrar romance no bordel. No território da luxúria não há o aroma das flores, há o cheiro do feromônio, do desinfetante barato, existe o reflexo das cores dos biquínis afrodisíacos cobrindo com dificuldade as partes eróticas das fêmeas em exposição. No universo mundano, a felicidade é afrodisíaca.

Piso sobre os paralelepípedos da Rua da Alfândega e escolho entrar na 502. Escalo os degraus até a recepção e encontro a gerente com rosto amuado, sentada numa cadeirinha em frente à escada. Um silêncio dominava o ambiente. Dirijo-me ao fumódromo absolutamente deserto, caminho até a boate e vejo um cliente e poucas meninas. Talvez, o dia dos namorados seja dia de finados para aqueles que aderiram ao sonhos vãos do matrimônio. Desisto de continuar ali e me retiro.

Alguns passos na mesma Rua da Alfândega e alcanço o número 119. Mais uma escalada de degraus infindáveis até o topo do sobrado. Sim, meu estimado companheiro de jornadas, ali encontrei o verdadeiro clima dos bordeis, o funk embalando bundas provocantes, água sanitária e desinfetante exalando perfumes que se misturavam no ar, as mulheres flertando com homens que trocaram o amor pela luxúria. Ali era o meu lugar. Peço uma cerveja e me sento à beira do balcão do bar.

Lucy surgiu no intervalo de uma piscada das luzes estroboscópicas da pista, se aproximou me encarando com olhos de gueixa, com a cintura fina que se despejava em quadris largos esculpindo uma bunda arrebitada, apetitosa. Sem cerimônias, me deu um selinho com seus lábios carnudos e perguntou se podia beber comigo. Claro que pode. Ficamos conversando por uns vinte minutos e percebi que resistir seria inútil. Convidei-a à alcova.

Subimos mais uma carreira de degraus para o andar dos quartos. Aqui, cabe um aviso, os quartos da 119 são cabines com divisórias que não vão até o teto, a cama é de casal, as instalações são bem simples e descobri que não trocam sempre os lençóis, dão uma sacudida e está novo para a próxima foda. Ou seja, a 119 está com um elenco surpreendente, meninas bonitas e com entrega, mas é uma casa para homem que mija em pé.

Lucy tira a roupa e me devora num boquete de quem parecia estar lambendo um sundae do Mc Donald’s. Inverti a posição e fui chupar seus peitinhos e beijar seu pescoço, a menina gemia baixinho, desci para sua boceta e pratiquei linguadas que causaram estremecimento em seu corpo. Botei de quatro e meti enquanto dedava seu cuzinho, a garota começou a gemer mais alto, em coro com a mulher da cabine ao lado, uma sinfonia sexual. O orgasmo venceu.

Conversamos mais um pouco e me despeço de Lucy com aquele gostinho de quero mais. Agradeço a Agronopólos pelas boas fodas que tenho encontrado na 119.

Ganho as ruas e o metrô me leva de volta à bucólica Tijuca no melhor conforto do transporte coletivo. Positivo


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VILA MIMOSA - Rua Sotero dos Reis , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
KARIN
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$150.00
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10 de Junho de 2019 às 01:06



Sou um velho, um velho libertino, um highlander de quem não arrancaram a cabeça, um velho viking que já navegou pelos sete mares, por todos os pecados capitais, que já experimentou muitos amores, muitos desamores, umas poucas amizades, muitas falsas amizades, alegrias e decepções. Acredite, forista sem fé, a luxúria é a terra dos desleais. Por isso, nunca dê as costas para ninguém nesse tortuoso universo, ao invés de um carinhoso tapinha nas costas, você poderá receber uma traiçoeira punhalada. É o campo de batalha dos medíocres, onde lutam a vaidade, o dinheiro, o status e a mentira. Sobreviva à ilusão. Abrace o inimigo. Escreva o livro e ninguém conseguirá conter sua história.

O motor do Sucatão ronca e emerge da garagem, aquecendo os pneus na madrugada fria do asfalto de sexta-feira. Ligo o rádio e Lady Gaga surge na cabine do carro cantando “Bad Romance”. A velocidade faz o vento sussurrar rouco o nosso destino: Vila Mimosa, onde moram o sexo e todos os vícios humanos.

Lady Gaga...

O movimento me surpreendeu. As galerias estavam vivas, com amazonas e gladiadores buscando cada um o seu prêmio. No entanto, para mim, a Vila Mimosa hoje é mais nostalgia do que um desejo de estar ali. Ainda pude conhecer a VM quando ficava no terreno onde atualmente está a estação do metrô do Estácio, era literalmente uma vila com casas precaríssimas e oferecendo os riscos que desafiam os bravos. Já na Praça da Bandeira, pude ver mulheres belíssimas há uns 10 anos. Nestes novos tempo, é raro observar mulheres tops seja em que local for.

Fui caminhando pelos paralelepípedos da rua Sotero Reis sem nenhuma pretensão que fosse além de passar o tempo. De repente, vejo uma loira de olhos verdes, esguia, de compridos cabelos finos e esvoaçantes descendo os degraus da casa 46. A visão inesperada me paralisou. Pingava sensualidade pelas pedras em que pisava. Não digo que seja linda, mas é dona de um magnetismo avassalador. Decidi segui-la junto com as centenas de olhares masculinos que acompanhavam a sua passagem. No meio do corredor de uma das galerias, decidi interceptá-la.

Karin seu nome. Gaúcha de Cruz Alta, 23 anos, um sotaque forte dos pampas, havia chegado na Mimosa naquela mesma semana. Uma sedutora. Perguntei se atendia fora dali e combinamos o valor de 150 reais por duas horas. Fui para o Hotel Bariloche, na rua Hadock Lobo, um santuário Tijucano.

Ao entrar no quarto, a menina não me negou generoso beijos na boca com um enroscar de línguas que quase alcançava minhas cordas vocais. A mulher possui uma língua alienígena. Tirou a pouca roupa que a cobria revelando seus seis em forma de peras, sua barriga sarada e um par de cochas grossas que sustentavam uma bunda esférica onde poderíamos desenhar o mapa mundi. Uma bela fêmea.

O boquete da menina, talvez pela língua privilegiada, é uma experiência espírita. A cada engolida que ela me dava, eu me sentia saindo do corpo e flutuando invulnerável sobre o morro do Turano. Eu alerto, estimado leitor, é quase impossível não gozar naquela boca, mas vale a pena tentar. Ela fica de quatro e a bunda emoldurada pela marca de um fio dental comove meus olhos, uma obra renascentista, um desenho de Da Vinci. Penetro naquela vagina como quem entra numa igreja barroca. Karin geme alto. Começo a socar num ritmo suave e aumento as batidas à medida que o som do coito me empolga. Resistir é inútil. Gozei um pedaço da alma e caí semi-inconsciente sobre a cama.

Deixei a menina novamente na Vila com a promessa de retorno. Voltei para casa dirigindo devagar, sentindo o entusiasmo da juventude desopilar minhas veias cansadas. Ligo o rádio e lanço meu corpo a som da música. Para o libertino, o sexo é ressureição.


World, hold on... Yes

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BOA BOA
Galileu, ERM-1898, Tuaregue, Abstrusius, curtiram esse TD.
RIOS AMERICAN BAR - Rua Guilherme Maxwell, 389 , Bonsucesso - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96434-9709
ÁGATA
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$180.00
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08 de Junho de 2019 às 21:06



Bonsucesso, após às 20h, poderia servir de competente cenário à série Walking Dead. A única ilha de vida está nos arredores da SUAM. Apesar do nome das vias principais se remeterem a pontos pomposos do planeta (Av. Nova York e Av. Bruxelas), o bairro está mais para uma filial do Afeganistão. A maior parte das ruas é um absoluto deserto, uma paisagem inóspita à noite. Tanto a Rio’s como a Black White ficam à beira da Av. Brasil, próximo ao complexo de favelas da Maré. Não é incomum ouvirmos o som de tiros ecoando na região. Portanto, ao frequentar a área, não esqueça de botar o capacete.

A melhor experiência da noite foi a parada no Bar Canequinho, fincado num endereço entre a BW e a Rio’s. Bar com excelente atendimento, petiscos saborosos e que serve a boa e necessária cachaça Salinas, a patrocinadora deste post.

Na minha última visita à Rio’s, também passei pela Black White. Havia muito movimento na BW, enquanto a Rio’s estava com atmosfera sonífera e garotas largadas pelos cantos sonhando com a maciez de um colchonete. O calendário pode ser uma explicação, era final de mês. Quem lembra da Rio’s há 9 anos e a frequenta nos dias atuais percebe que a crise não foi elitista, corroeu o público em todos os bairros da cidade. É inegável que existe uma falta de sensibilidade dos gestores das casas com a pindaíba econômica do país e, principalmente, do Rio de Janeiro. Cobrar mais de 200 reais por uma hora no quarto, num momento em que o maior “empregador” nacional é o Uber, agrava a decadência de qualquer bordel. ,

Peguei um balde promocional de cerveja, que é o auge da estratégia comercial criativa dos lupanares, se não considerarmos os flyers em Redes Sociais. Foi quando Ágata se aproximou. Mulata pedaçuda, cerda de 1,60, coxas grossas, bunda grande, barriguinha chapada, uma gostosa. Carinhosa, conversou sem pressão, sem contar tempo, num bate-papo agradável. Conseguiu me seduzir. Alcova...

Os quartos da Rio’s, apesar de básicos, possuem chuveiro e suposta água quente. Para o meu azar, do chuveiro do meu quarto só saía água gelada, daquela de desengatar cachorro depois da cruza. Tudo bem, é do jogo. A menina me pediu um instante para se preparar e saiu do quarto. Em casas que a menina sai do quarto para se preparar e o cliente precisa ficar esperando o retorno, deveriam colocar música ambiente para quebrar a tensão: um Roberto Carlos, um Amado Batista...

Ágata voltou ao quarto embrulhada numa rubra lingerie sensual. Gostei.

Começamos a pegação com beijos sem miséria, chupadas nos seios fartos da menina, seguido dum boquete vigoroso que ela me aplicou. Reservei uns minutos para lamber a xana carnuda da moça, que se contorcia e apertava os próprios peitos numa autoflagelação de prazer. Ficou de quatro e aquela bunda parecia ter crescido quando se arrebitou me convidando a gozar. Ágata geme que é uma delícia enquanto meto empolgado. Nocaute. Valeu muito conhecê-la.

Saio saciado da Rio’s e vou ao encontro do Sucatão. Ligo o rádio e um som contagiante inunda a cabine do carro: Set me Free, com House Boulevard. Numa sanha suicida, engato o motor pela árida e silenciosa Av. Brasil em direção à bucólica Tijuca. Sim, afeiçoado forista, a aventura continua na trilha dos melhores hits... Antes de morrer, viva! Yes

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BOA BOA
Redbull, curtiu esse TD.
BOATE 119 - Rua da Alfândega, 119 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
GABY
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$110.00
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06 de Junho de 2019 às 15:06



Quarta-feira, noite chuvosa no Centro do Rio, fui movido por aquele febril ímpeto sexual de me embrenhar numa caminhada erótica pelos bordéis da região. Comecei pela 502, na rua da Alfândega. Fui surpreendido por uma casa com poucos clientes, mas ilustrada por umas 50 mulheres, que devido à falta de demanda estavam preferindo fazer tricô a acasalar. Não me demorei muito no clima lounge do ambiente, atravessei a Presidente Vargas e caminhei até a rua da Conceição, onde um famigerado puteiro de raiz está fincado sob o número 116, o Bombeirinho.

Ao chegar na altura da rua da Conceição, quase esquina com a Marechal Floriano, nos deparamos com duas portas contíguas, duas escolhas às escuras oferecidas pelo diabo, enigmas sob as escadas dos sobrados que ocultam inferninhos. Escolhi a porta que leva ao afamado Bombeirinho.

O salão escuro da precária boate já abrigava muitos bebedores às 20h. Na parede, escrito a giz, destacava-se o anúncio do balde com 5 latões ao módico preço de 30 reais. A qualidade das mulheres não estava das melhores. Talvez, por isso, a negra Carol se destacasse soberana com seu corpo escultural. Sentei-me com ela e conversamos por um tempo, mas por uma dessas razões indecifráveis da libido, não me animei a subir.

Deixei o Bombeirinho e fui em direção ao 210 da Uruguaiana. Devido ao minúsculo e claustrofóbico espaço, deveriam ser obrigados a fornecer cilindros de oxigênio a cada novo cliente que entrasse. É difícil permanecer muito tempo no interior da 210, que com a presença de 30 indivíduos já se assemelha ao trem para Japeri na hora do rush.

Nada de muito interessante na 210, atravessei a rua e entrei no Clube Afrodite. No balcão, uma senhora vestida de mãe de santo fazia misteriosas anotações e coordenava as apresentações de dança e striptease no pole dance. Provavelmente, a mãe de santo devia representar precaução contra qualquer ataque inesperado de alguma pombajira à boate. Com poucas meninas e quase nenhuma interessante, a casa só vale pelos shows constantes que promove num pequeno palco instalado na pista. Entediado e quase desistindo de encontrar uma fêmea que me seduzisse, parti para a derradeira tentativa na 119 da rua da Alfândega.

A 119 é um fato interessante. Escondidinha no final da rua da Alfândega, guarda um elenco atraente para os bons garimpeiros. Escalei as centenas de degraus do sobrado e cheguei ao salão com a sensação de um pré-infarto. Sobrevivi e me postei no balcão do bar até ser abordado por uma ninfa com quem eu já havia saído e que é uma legítima coaching sexual. Gaby é seu nome, morena quase mulata, cerca de 20 anos, deve ter 1,70m, um corpo delicioso de falsa magra, seios pequenos e uma provocadora bunda arrebitada. A garota é disputada a tapa. Não perdi tempo: Alcova.

No quarto, ela se despe enquanto eu arranco meus trajes, ansioso por possuí-la. A fêmea me joga na cama e inicia um boquete no melhor estilo rapel, percorrendo meu pênis com a boca numa escalada de descidas e subidas vertiginosas. Inverto a posição e pratico o tradicional papai e mamãe, ela geme deliciosamente ao pé do meu ouvido. Quase entregando os pontos, depois da longa jornada erótica daquela noite, peço que ela fique de quatro. Que visão, afeiçoado forista. Gaby é mulher para comer ajoelhado e gritando “aleluia, irmã”. Quando gozei, eu podia jurar que ouvi vozes de anjos cantando naquele quarto 3x4. Não é uma experiência sexual, é um momento extrassensorial. Desabei nocauteado naquela tênue camada de espuma que cobria a cama de concreto. Sim, estimado forista, os quartos da 119 são feitos para os fortes, para homens que mijam em pé.

Fui embora saciado e feliz ao encontro do Sucatão, estacionado na rua Buenos Aires. Aciono o motor, ligo o rádio e das caixas de som transborda a voz de Billy Paul cantando “Your Song”. Antes de morrer, viva.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RAZOáVEL
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