BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Atravesso a Praça Monte Castelo, batizada em homenagem ao campo da grande batalha onde foram vitoriosos os pracinhas brasileiros na 2ª Guerra Mundial. Empurro a porta de madeira e penetro no salão de luz azulada, a cor do céu disfarça as intenções maliciosas do Inferno. Não demorei muito a avistá-la, Isa é uma espécie de estrela maior do Moulin Rouge, rainha absoluta da colônia paraguaia da Uruguaiana. Não é fácil encontrá-la livre. Com seus 1,70m e um corpo distribuído em curvas vertiginosas e abundantes, cabelos longos e lisos e de uma simpatia acolhedora. É a mais disputada da boate. Aproximei-me da soberana do cabaré e ofereci uma cerveja, ela imediatamente aceitou. Conversamos um pouco, fiz todo o questionário técnico e decidi subir por meia hora, um tempo justo para a primeira degustação.
O quarto da 26 é pequeno, limpo e com a mesma luz azul que impera em toda a boate. Há um banheiro externo, grande e eficiente para o asseio pré-sexual. Isa entra no quarto depois de mim ainda coberta com seu biquini de proporções microscópicas e engata em minha boca com um beijo de ressuscitar Lázaro. Eu poderia dizer sem medo do ridículo que Isa é mais do que uma mulher, é um milagre feminino. Ela se desfaz dos breves panos que a cobriam e exibe o corpo nu, uma montanha de lascívia, a própria libido em carne e osso, Eva me oferecendo a maçã. Despejo minha língua em seus seios fartos, desço numa escalada corajosa até os domínios da vagina lisa e exploro as profundezas de um clitóris que ecoa gemidos pela garganta daquela fêmea portentosa. Ela inverte nossos papéis e mergulha em mim num boquete rapel, me engole inteiro, desce e sobe num ritmo que me entontece. Seguro a ejaculação precoce e peço que ela fique de quatro. Sim, forista sem fé, que visão. A bunda da Isa é a montanha de Maomé, você se sente obrigado a comer de joelhos e orando pela graça concedida. Excitadíssimo, bastaram algumas estocadas para que eu gozasse parte da minha alma dentro daquele santuário uterino.
Saio da 26 com quem houvesse acabado de receber a benção do papa. A rua estava mais calma, uma tímida brisa fria soprava com cheiro de mar. Coloco meus fones e a música me envolve junto com as sombras desconfiadas do Centro da Cidade. Deixo me levar pelo embalo de Save a Prayer, do Duran Duran. No meu horizonte, os prédios imensos, cada pequena janela um mistério. Navego sem temer as esquinas traiçoeiras, buscando o rumo, buscando a luz vermelha que guia todos os libertinos no oceano da luxúria. Para quem ousa, qualquer aventura é possível...