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RELATOS DO MEMBRO

65 LOUNGE - R. do Rosário, 65 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
JANE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$330.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 TALVEZ

15 de Setembro de 2021 às 23:09



Saí com Jane uma segunda vez, baiana magnífica. Branca, cabelos cacheados, pernas grossas, bunda colossal, barriguinha zero. A garota é uma delícia e é quentíssima na cama. Nova na atividade, demonstra prazeres que só uma namoradinha demonstraria. Goza muito, é safada, gosta de foder. Beija com vontade, com enroscar de línguas trocas de saliva. Neste último encontro, pude experimentar todo o potencial do seu boquete. Puta que pariu. Foram uns dez minutos de chupada e ela me fez jorrar a alma pelo pau. Recomendadíssima se ainda estiver na 65, onde a rotatividade é grande.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
ronondex, Saulo Top, curtiram esse TD.
IZA FERNANDES - Rio de Janeiro - RJ
IZA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$170.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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15 de Setembro de 2021 às 22:09



Este último relato ficou com Iza ficou nos meus arquivos, esqueci de registrá-lo no fórum. Corrijo agora o injusto esquecimento.

Já lancei muitas mulheres em fórum, dessas que começam como free e ninguém conhece ou conhece pouco. Colaborei para que muitas meninas levantassem voo, fizessem sucesso, recheassem o cofrinho. O que eu ganhei? Nada. Atualmente, não ganho nem a preferência de um horário quando quero marcar programas. Nunca fui de sair muito com frees, experimentei-as mais regularmente neste ano. Não aprecio muito sair com mulheres que ficam muito tempo em evidência nos fóruns, apesar de saber que essas mantêm compromisso com um padrão regular de atendimento, mas não criam laços de preferência com os bons clientes. Prefiro pescar peixe fresco. Também não me atraem as meninas engajadas em fóruns, pelo menos as que observo são arrogantes, grosseiras ao se contrapor a opiniões que não as agradam. A AntiGP é isso, ela não aproveita o contraditório para demonstrar seu diferencial; ao contrário, ela usa o contraditório para expor que odeia os clientes, mesmo quando faz fachada de boa moça. Falta de capacidade cognitiva ou ausência de tato comercial? Ainda não sei. De qualquer forma, jamais omiti a minha opinião sobre assuntos delicados, não me interessa se terei ou não curtidas. Quem aposta somente nos bajuladores não cresce profissionalmente. Bajuladores, com o tempo, perdem a credibilidade (palavra de quem viu o fenômeno muitas e muitas vezes na história dos fóruns). Houve uma menina que me acusou de também ser bajulador de GP, ela se enganou; posso postar relatos positivos, mas não abdico da minha expectativa como cliente, não estou aqui para concordar sempre com as garotas de programa nem para bancar o fofo. Disse e digo novamente, o bajulador é o maior inimigo das GPs.

Voltemos a Iza. Descobri este monumento de ébano em um sábado, quando caçava alguma novidade para o meu catálogo, hesitei muito em marcar, mas a menina me convenceu a enfrentar o risco. Havia a imensa vantagem de estar localizada na bucólica Tijuca e paguei para ver. Lendo os relatos acima vocês podem constatar que foi uma descoberta espetacular. Espanta-me que existam tão poucos relatos sobre mulheres negras no fórum, eu adoro as negras, são lindas, são diferenciadas e as dotadas de um belo corpo são incomparáveis.

Não sei se a Iza está no Rio ou retornou para SP, argumentei com ela que talvez fosse um erro se manter nas pradarias paulistas, aqui no Rio ela é única e possui um potencial que a coloca em destaque diante da concorrência.

Tentarei não ser repetitivo, por isso irei apelar para o resumo. Iza tem o perfil mulherão, um corpo absurdo; um porte raro em mulher, alta, seios perfeitos, bunda de capa de revista, rosto bonito e um beijo de fazer você sonhar por uma semana. Repeti encontros muitas vezes com essa menina e jamais me arrependi. Além disso, é de uma simpatia sedutora, nunca me disse que não tinha horário, sempre me tratou com um carinho incrível. Até saímos para almoçar juntos, ato que raramente me permito. Maravilhosa. Como não recomendar? Quem me conhece, sabe que não mando para furada. Um forista disse para a Iza que sou meio exagerado, eu repito que não sou eu o exagerado, a Iza que é um exagero genético.
Saí com meninas que me decepcionaram depois. Algumas me mandavam “bom dia” todos os dias pelo Zap; outras, quando estavam começando, mandavam convites para me atender; algumas ofereciam descontos espontaneamente. Hoje é mais fácil eu marcar um almoço com Paulo Guedes do que ser atendido por essas criaturas, isso quando não são ríspidas nas respostas.

Iza. Iza. Iza. Esse é o nome. Essa é a mulher que você irá provar e nunca mais esquecer. Amor

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membro, Senior69, ronondex, Corcel, Dionizio_RJ, Gusttavo Lima, Michael Corleone, alan26272829, Saulo Top, schusk, curtiram esse TD.
VANESSA RIOS 05 - Rua Leandro Martins, 5 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
MARINA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$170.00
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14 de Setembro de 2021 às 22:09



* Importante informar que o site Os Libertinos está atingindo 5 mil acessos em menos de 3 semanas:

OS LIBERTINOS

TREVAS

Chovia fino, o vento gélido cortava os meus ouvidos como fantasmas sussurrando o passado de outras noites chuvosas e frias. Meus passos não estavam certos da direção a seguir, eu caminhava a esmo entre a av. Presidente Vargas e a Marechal Floriano, cruzando com indigentes e outros desorientados. O céu cinza e escuro estava baixo, querendo nos engolir na melancolia atemporal da cidade em decomposição. Não me intimidava, seguia firme, pisando com as minhas botas como um detetive de novela noir. Mergulhado em meditações inúteis, percebi que havia chegado a Rua Leandro Martins, decidi dar uma olhada no Clube 05.

Quando eu estava quase escalando o primeiro degrau do sobrado, alguém me pega pelo braço, me surpreendo com o gesto, giro o pescoço e vejo uma negra escultural encaixada em uma justiça roupa de ginástica, dessas muito colantes.

— Vem conhecer a casa em que trabalho — diz a negra bonita.

— Qual casa? — pergunto um pouco confuso.

— É ali mais na frente. Vem...

Eu fui, a menina me puxando pela mão e eu seguindo desconfiado. Ela aponta para um sobrado decrépito, mais para a metade da rua.

— É ali.

Acredite, forista sem fé, a sensação é de que eu estava prestes a entrar no castelo de Drácula e não foi por falta de ver morcegos dando rasantes sobre as poucas árvores que sobrevivem na região. Assim que fui alçar o primeiro degrau, vi uma mancha vermelha imensa na entrada, a garota percebeu o meu foco.

— Isso aí foi uma facada que deram em um cara há duas semanas, mas ele pediu. Vacilão.

Costumo me manter calmo e racional em situações que exalam perigo, procuro não recuar subitamente para não transmitir o medo que possa me tornar vulnerável. Fui subindo com a menina que disse se chamar Adriele. O prédio denunciava o próprio abandono a cada lance da escada, teias de aranha, um odor de mofo, creio que avistei até percevejos se arrastando pelas paredes. Alcanço um salão escuríssimo, um cheiro de erva tão forte que chegou a me tontear, me vi como o capitão Kirk desembarcando em um planeta hostil. A escuridão só me permitia identificar vultos, receei que fosse uma cilada, seres de desenhos arredondados cruzavam o espaço diante de mim.

— Fica à vontade. Se quiser ficar comigo me chama, mas pode ficar à vontade — Adriele tenta me confortar.

Impossível ficar relaxado naquele breu. De repente, sinto uma lata gelada encostando em meu braço.

— Taí a cerveja, patrão. Dez reais. Paga agora — uma voz nas trevas me cobrava pelo que não pedi.

Paguei, bebi e saí de fininho tentando encontrar a saída através do tato. Ficar dentro daquele ambiente quase me exigia um tanque de oxigênio, a atmosfera insalubre que misturava o mofo à maconha se fazia quase irrespirável. Quando ganhei novamente a rua quase gritei de alegria por ter sobrevivido. Retomei a ideia original de ir ao Clube 05.

CLUBE 05

Da porta às margens da calçada, o Clube 05 migrou para o alto de um sobrado, talvez seja tradição da área obrigar o cliente a praticar alpinismo. Subi ao topo do sobrado, alcancei a pista sem fôlego e transpirando 50% da água do meu velho corpo. Há algo interessante que ocorre ao atingirmos idades mais avançadas, a mente não envelhece e o corpo demonstra-se vingativo dessa juventude espiritual que não acompanha a sua decadência.

A geografia interna do 05 mudou, um imenso bar no centro do salão ocupa quase todo o espaço da boate, deixando disponíveis apenas os pequenos vãos do seu entorno. Uma gorda graúda passou a me encarar insistentemente assim que entrei, eu tentava não dar trela, circulei o bar, olhei as mulheres disponíveis, me deparei com um self-service de feijoada no meio do caminho, exposto a cuspes, moscas e outros bichos, sendo devorada vigorosamente por alguns sujeitos. A gorda me seguia com os olhos, sorria quando meu olhar cruzava com o dela, aquilo era mais assustador do que o castelo assombrado do qual eu havia escapado. Ao me ver acuado entre a feijoada e o banheiro, ela se aproxima.
— Dante? Tá lembrado de mim, não?

Busquei me recordar dos pesadelos que tive durante a minha vida de sono, mas nem neles encontrei uma mulher como aquela.

— Sou a Marina, trabalhei no 47 lá da Praça da Bandeira. Lembra?

Marina foi uma mulata descomunal que eu saí por quase um ano inteiro, trabalhava no extinto Clube 47, que ficava na Av. Maracanã. Conhecido pela alcunha de Clube da Rabada, abrigava mulheres que tinham o sexo anal como especialidade, Marina era uma delas. Olhei aquela mulher de grandes proporções e quase não consegui reconhecer as recordações da bela Marina ocultas sob aquele excesso de células adiposas.

— Oi, moça. Quanto tempo. Você está diferente.

— Engordei, né? — responde-me sorrindo.

— ... — Preferi o silêncio a confirmar a tragédia.

— E como você tá? — me pergunta.

O papo se estendeu, relembramos os bons tempos, volta e meia ela virava espontaneamente a bunda para que eu avaliasse. Incrível, Marina estava enorme, mas a bunda continuava irretocável, linda, suculenta, coisa de capa de revista.

— E aí? Vamos matar saudade? — ela me provocou e virou a bunda novamente.

Sim, afeiçoado leitor, aquela bunda causou em mim um efeito hipnótico e me convenceu a relevar a carga pesada que a carregava.

— Ainda rola o anal? — perguntei.

— Claro. Para você, sempre rola.

ALCOVA

Não sei o que aconteceu com Marina nesses anos em que nos perdemos de vista, mas quando ela tirou a roupa exibiu uma barriga inchadíssima, algo fora do normal. Mudei o foco para não brochar diante daquela deformidade. Os seios e a bunda da mulher não foram afetados e foi neles que me concentrei. Marina se enroscou em mim com um ardor afobado, num golpe rápido, digno de sumô, me pôs deitado e veio por cima para cavalgar no meu tronco. O peso imenso esmagava a minha virilha. Quando ela arriava o corpo para me beijar, o mundo quase se apagava pela asfixia. Não perdi muito tempo, pois o tempo poderia representar o meu obituário prematuro, pedi que Marina ficasse de quatro, ela atende a minha vontade. A vista dela de quatro se mostrava mais saborosa, o rabo arrebitado, redondinho, ela se enxarca de KY e penetro naquele orifício que abrigou gerações penianas. O altar é o cu, preconizava o Marquês de Sade. Embalo nas estocadas, Marina geme baixinho, gozei com a ansiedade de quem escolhe terminar rápido com a história.

Conversamos mais um pouco, trocamos telefones que jamais serão contatados e nos despedimos. Saio da boate com a av. Marechal Floriano deserta e encoberta por penumbras, minhas botas não me deixam na mão e aceleram a velocidade, entro em um táxi parado num ponto da Uruguaiana. As luzes passam se refletindo no para-brisa como as horas que escorrem em uma ampulheta. O libertino vive.

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RUIM RUIM
membro, Dionizio_RJ, Senior69, CariocaGaludo, Gorila, lord_omagnifico, Predator, Michael Corleone, Nego Dengo, schusk, Diazepan, curtiram esse TD.
ONIX TERAPIAS - Av. Rio Branco, 156 - sala 2235 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99996-7435 / (21) 3173-3800
SABRINA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$170.00
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12 de Setembro de 2021 às 21:09


SABRINA - http://www.onixterapias.com/terapeuta-info.php?p=SABRINA&s=278

Constantemente, tem me batido à porta o pressentimento de que o meu ciclo como libertino está terminando, foi uma jornada longa e intensa. Estou cansado, com fastio de garotas de programa. Considero-me um homem sem preconceitos; agora, adentrando a terceira idade, digo a você, afeiçoado forista, que a vida libertina é absolutamente improdutiva, o único sentido produtivo que podemos dar a ela é estarmos aqui relatando o que vivemos, registrando nossas experiências. Tentarão oprimi-lo alegando que escrever em fórum é babaquice, pois digo que já escrevi teses, artigos, reportagens, livros e escrevo em fóruns por lazer. Desde 2020 estamos testemunhando uma realidade quase distópica, que causou sofrimentos a muita gente, somos felizes por termos um fórum para nos conectarmos e demonstrar que o ato de querer viver e gozar é a revolução libertina. A existência muda em um estalo, a vida que você conhece hoje pode implodir amanhã. Admiro um tópico budista que nos aconselha a viver o presente.

Neste ano de 2021 escolhi diversões que pratiquei menos no meu passado, saí mais com frees, conheci privês e dei menos prioridade aos bordeis nos últimos seis meses. O que aprendi? Que as freelancers não se importam com o cliente como indivíduo. Levantei a bola de algumas garotas, mas se eu telefonar amanhã para uma delas é bem provável que não possuam horário nem se cocem para arrumar algum para mim. Semana passada procurei uma que saía e que trabalha no Avenida Central e ocorreu exatamente isso, sem contar que foi seca e ríspida ao zap. São umas idiotas e a ingratidão é um privilégio dos idiotas. Dos privês, o único que me agrada é justamente a Ônix, pelo padrão de qualidade no atendimento que eu percebo que o gestor faz questão de preservar, isso é ótimo. A Ônix é um porto seguro em horas de abandono.

Fui conhecer Sabrina, uma moreninha ninfeta com traços de índia bonita. Recebeu-me com um fogoso beijo na boca. Quando tirou a roupa, revelou seus seios, um par de melões que primam pela perfeição anatômica. Sabrina, ao sentir tesão, revira os olhinhos, suspira, geme. A garota é uma delícia, um exemplo de entrega e simplicidade espontânea. Gozei horrores e fiz gozar, foi um belo encontro com uma menina que recomendo com ênfase. Beijos, Sabrina. Obrigado, Ônix.

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BOA BOA
membro, Senior69, Brand, Oscar, The Shy, Dionizio_RJ, Jompa, LP come queto, Armenio, Yojiro, Michael Corleone, ronondex, GUSTAVO, CariocaGaludo, Onix Terapias, Roger Almeida, Deco1272, Gorila, Gominho, schusk, curtiram esse TD.
65 LOUNGE - R. do Rosário, 65 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
JANE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$330.00
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08 de Setembro de 2021 às 21:09



*Relato dedicado ao Papagaio de Cafeta, figura atemporal nos fóruns, sempre incorporando o espírito de manicure de subúrbio. Escrevi um tópico em homenagem a este personagem ímpar do folclore carioca, leitor voraz e dedicado das minhas crônicas.

Leia: PAPAGAIO DE CAFETA

Véspera de feriado, os bordeis vazios, mas um libertino não é pessimista. Marchamos, eu e mais dois combatentes mundanos, em direção a 65. Havia mulheres, mas não com a proporção de tops que se pode ver em um dia normal da casa. Fomos recebidos com o carinho usual da gerência, nos acomodamos em um canto e ficamos na observação. A partir de determinada hora, a uisqueria fechou, o objetivo era concentrar a galera na boate. Subimos. A 65 é como um cenário de “O Pagador de Promessas”, uma escadaria sem fim, existe um elevador, mas acabo encarando os degraus.

Boate com boa concentração de meninas e clientes. Fiquei bebendo a minha Corona até que avistei uma garota de pernas roliças, cabelos cacheados, pele clara, olhos expressivos e sorriso com aparelho odontológico. Bonita e, mais do que isso, charmosa. Abordei, ela me contou ser baiana, pouquíssimo tempo de casa. Seios pequenos e belíssimos, bunda mapa-múndi, coxas grossas, barriguinha zero e bom papo. Jane é seu nome, uma sedutora. Em determinado ponto da conversa, disse que eu sou lindo, a falsa gentileza turbina a sedução. Ela avança para me atacar com um delicioso beijo na boca, no meio da pista, no meio de todos. Retribuí e ficamos namorando algum tempo num daqueles sofás da boate que causam a impressão de que a qualquer instante irão nos engolir e ficaremos prisioneiros de uma espuma maquiavélica. Depois de beijos e amassos, não consegui mais resistir. Alcova.

Sem roupa, Jane é colossal, um mulherão indiscutível. Iniciei lambendo seus seios impecáveis, biquinhos pequenos e rosados, fiquei um bom tempo mamando seus peitos. Desci para a chaninha e só parei de chupar quando a menina emitiu gritinhos que demonstravam o orgasmo inevitável. Jane inverte a posição e abocanha meu pau como quem tivesse comprado um Sunday do McDonald’s, chupada gulosa, com tesão, gemendo enquanto me engolia. Ela empina a bunda enquanto me aplica o boquete e ver o rabo de Jane é risco real de ejaculação precoce. Quase pedindo arrego, peço que ela fique de quatro e meto o pau em uma exploração profunda naquela vagina cheirosa, a menina se empina ainda mais. O relato será curto porque não consegui segurar, gozei demais. Desabamos, eu e ela na cama, abraçadinhos, aninhados como um casal de namorados. A menina é mil.

Pago a conta pensando no que eu irei hipotecar na Caixa Econômica para alimentar meus caprichos sexuais, creio que só restaram os panos de prato da minha cozinha. Na porta da 65, pego um táxi, corpo exausto, mente apagada. Acho que cochilei antes de pensar que, apesar de tudo, a vida é bela.

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65 LOUNGE - R. do Rosário, 65 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
CEREJA
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TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$330.00
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05 de Setembro de 2021 às 21:09



Estive em um encontro vespertino com os camaradas Interessante e Liberato, dois libertinos da vanguarda. Fizemos um aquecimento no secular Bar Brasil, templo sagrado dos boêmios, regado a croquetes do alemão e muitos chopes. Terminada a sessão de gastronomia, decidimos para onde ir: a primeira parada seria a boate MV30, nos arredores da Mauá.

O dia de pagode na MV30 nos dava a esperança de encontrar bom movimento na casa, engano nosso. O local estava horrível, mulheres fracas, com tiques de profissas cascudas, ambiente depressivo, música ruim, salvou a cerveja que fui obrigado a beber para cumprir a consumação exigida de 25 reais. Ficou impraticável permanecermos no ambiente, pagamos a conta e embarcamos num táxi em direção a 65.

A 65 sempre nos recebe bem. Quem conhece, sabe que é uma casa bem decorada, com ares de luxo, remodelada desde que foi adquirida por uma nova administração, não há mais vestígios da antiga e icônica 65, aquela que tinha como logotipo um sapinho tomando drink em uma espreguiçadeira. Perdeu o símbolo, mas não perdeu a pose nem o preço elevado. Há quem se revolte quando reflito sobre valores versus compensação, mas não deveriam se indignar porque são reflexões a partir da minha própria experiência. Neste dia em que fui a 65 com meus companheiros, um deles comentou com o gestor que o aumento recente no valor dos programas foi impróprio para o momento, mas o gerente retrucou que se tratava de um reajuste no comissionamento das meninas. Tudo bem, nada mais justo do que valorizar as garotas, mas será que a atitude não faz com que elas percam clientes? É aquilo, não sabemos onde o calo aperta, somos apenas frequentadores ocasionais, tenho conhecimento de que a 65 possui uma estrutura de manutenção caríssima, um elefante branco nesses tempos bicudos, não deve ser fácil de sustentar e extrair lucro. É certo, no entanto, dizer que quem faz um programa na 65 gasta mal.

— Por que comer mulher na 65 é gastar mal, Dante? — perguntaria o forista que imagina que o que é bom é caro.

Respondo, afeiçoado. Deixar 400 contos no caixa da 65 (programa + consumo) é para amadores. Não nego que, neste momento, é a casa que ainda mantém um clima de bordel, talvez em paralelo com a 44, mas quando você sobe com uma menina de termas não sabe qual será o desempenho, afirmo que raramente é excepcional. Gastar 400 pilas por uma foda que dificilmente será excepcional é coisa de amador, pois eu gastei. A verdade é que a 65 se tornou a casa do chimbador, o sujeito vai lá, sarra, beija na boca, prende a mulher, bebe os 70 contos ou um pouco mais e sai sem fazer programa. São pouquíssimos os que sobem, é um tal de mulher chorar miséria que estou quase abrindo uma ONG de apoio. É certo que a menina que faz um programa ganha mais do que em outras casas, mas quantos programas ela consegue fazer na semana ao preço de 330 reais?

Infelizmente, o gestor de bordel cresceu e ficou adulto sem conseguir assimilar as variações da realidade econômica do Brasil, no Rio isso ainda é pior. O surto maior de criatividade do rufião carioca é comprar mesa de sinuca e atravancar o puteiro supondo que deu um golpe de mestre.

Junto aos meus amigos, vi pelo menos duas mulheres colossais na pista da 65, uma delas se aproximou de mim e me deu um beijo na boca que seria capaz de perfurar colete de aço. Resisti, mas como diz o lema clássico de Star Trek: resistir é inútil. Consegui resistir naquele dia, mas voltei na noite seguinte para fechar minha pendência com a Cereja, uma ruiva que enfeitiça até cadáver cremado.

Cereja é aquela mulher linda, que você vê em comercial de cerveja, debaixo do Sol e de um céu azul impecável de verão, com um biquíni minúsculo, não sua, não reclama, faz apenas caras e bocas de quem quer sexo e um drink. Lembrou-me a Feiticeira Vermelha de Games of Thrones. Caí naquela magia e morri em 400 reais. Eu poderia fazer como o forista sultão, poderia ostentar, dizer que para mim 400 reais é troco de padaria, que tenho casa em Dubai, poços de petróleo na Arábia Saudita, mas para quer mentir? Dói ceder aos caprichos da carne quando o prato sai caro.

Cereja é maravilhosa, sexy, gostosa, tem um sorriso hipnotizante, um corpo desenhado na prancheta do Niemeyer, é uma foda de respeito, sem frescuras, mas se me perguntassem agora se eu voltaria a pagar 400 reais para possuí-la, eu responderia com um rotundo não. É fácil dizer que eu não cederia, pois já cedi. É difícil não ceder. Quando nos expomos às tentações, nossas mais profundas convicções se tornam dúvidas. O arrependimento não me impede de ser justo, a 65 é uma casa com um bom astral atualmente, mas é a casa do chimbador, justamente pelos valores que pratica, é provável que subsista mais pelo consumo do que pelos programas.

Após a 65, explorei as sombras noturnas da Lapa, que será o próximo episódio. Yes

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UP HOUSE NIGHT CLUB - Av. Mem de Sá, 89 , Lapa - Rio de Janeiro - RJ - (21)99291-6370
KEILA
POSITIVO
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03 de Setembro de 2021 às 09:09



Há alguns anos que padeço de insônia e a insônia é uma espécie de imortalidade, enquanto os outros morrem nos breves intervalos do sono, o insone vive sem trégua. Sábado à noite. Tenho apreciado ir a Lapa nos fins de semana, saio em voo solo, já que é difícil encontrar entre os amigos casados aqueles que continuaram donos da própria vida.

— Dante, mas Lapa sozinho é osso, é chato — digo a você, leitor carente, nunca tive problemas com a solidão, gosto da solidão, a solidão para um libertino é um caso de amor, é desejo de grávida. Há quem queira impingir à solidão um sentido de tristeza, de melancolia, esqueça as ideias que o sistema quer infiltrar em sua mente. A solidão é temida porque ela representa uma liberdade tão absoluta que se torna perigosa.

Primeiro caminhei até o Beco da Noite, mas não encontrei aquela alegria dos musicais de Hollywood, como da última vez em que estive no bar. Meia dúzia de pinguços assistindo a um jogo de futebol na TV, forró tocando como fundo sonoro, nenhuma mulher, nenhuma alma perdida além da minha. Voltei para o miolo da Lapa, mas o meu desejo de um chope no Bar Brasil foi aguado quando constatei que todas as mesas estavam vazias, nenhum cliente, não tive coragem de entrar. Caminhei a esmo até parar em frente a uma espécie de casa de música chamada “Insensato”, a quantidade de mulheres estonteantes era incontável, uma janela aberta para a rua exibia bundas rebolativas e desinibidas, dançando empinadas para as estrelas, cus apontados para o infinito. Fiquei com a certeza de que o local também cultiva a frequência de garotas liberais, mas não quis entrar, me senti despreparado naquele momento para a azaração explícita. Fora isso, eu não estava com o meu material de trabalho.

— Que material Dante? — pergunta a curiosidade de um forista.

Explico. Quando a modalidade é azaração, uso uma técnica que desenvolvi há muitos anos e que costumava funcionar, não sei se ainda seria eficiente com a nova geração de mulheres. Eu chamava a minha ideia de “técnica de panfletagem”, consistia em imprimir cartões de visitas com meus dados, mirar uma presa, realizar a aproximação e soltar o script pré-fabricado.

— Olá, meu nome é Dante, queria te deixar meu contato, mas não estou com segundas intenções, não. Se você puder, me chama pelo celular porque é um papo importante, sério. Não converso aqui porque está muito tumulto, mas me chama pelo celular.

Eu mandava essa letra, virava as costas e voltava para a minha posição inicial. Se eu fizesse umas dez abordagens desse tipo, era certo de que umas duas meninas me contactassem movidas pela curiosidade feminina, quando, então, eu falaria do meu interesse e jogaria o convite para um encontro romântico. Os meus critérios para a escolha das vítimas eram rigorosos. Preferi não experimentar o “Insensato” naquela noite, mas fiz a promessa de explorar o ambiente em outra oportunidade. Caminhei mais um pouco e me deparei com a UP HOUSE, um bordel disfarçado como boate na Av. Mem de Sá. Não contemporizei muito, entrei.

O bordel não estava cheio, havia umas cinco mulheres atraentes dentre umas dez que se esgueiravam pela pista. Não pretendia consumar o sexo com ninguém, mas uma morena ligada em 220 volts me chamou a atenção. Coberta por um biquíni microscópico, a garota exibia curvas que pareciam uma obra póstuma do Niemeyer, sexy e sorridente ela percebeu o meu olhar salivante e se aproximou.

— Oi, tudo bem? Meu nome é Keila e o seu?

Fiz a entrevista enquanto ela rebolava a bunda sobre o combalido Pikachu, que dava sinais de que não estava num dia inspirado. De repente, a morena move o rosto e me tasca um beijo que quase extraiu meu esôfago e uma parte do fígado, depois disso não pensei duas vezes: solicitei uma alcova.

Eu queria fazer uma higiene básica, mas o banheiro não tinha água. Reclamei com a moça da marcação que me informou que pediria para “ligar a bomba”, foram uns 20 minutos de espera até que a bomba bombasse a água corrente jorrasse pelas bicas. Limpeza concluída, fui para a masmorra. Digo masmorra, porque é o que parece o pequeno cômodo escuro destinado ao sexo, uma luz vermelha forte, cama baixa e uns quadrinhos na parede que pretendem sugerir erotismo. Keila demorou meio século para entrar no quarto, me explicou que também padeceu com a falta de água. Parti para beijar a menina, que beija com língua enroscada, troca de saliva e roçada de corpos. Desci para chupá-la, suas coxas apertavam a minha cabeça, a garota gemia, se retorcia. Aplicou-me uma boa chupada, pedi para que ficasse de quatro e pude confirmar a bela visão curvilínea que o corpo dela exibia. Meti e gozei.

Sinceramente, a Up é um trash com preço de puteiro premium, talvez por ficar na Lapa ouse cobra um valor que não corresponde à qualidade das mulheres nem às instalações. Não é um rendez-vous que desperte emoções fortes, as meninas, em geral, não se aproximam, a música é chata e a pista vazia. Foi mais uma experiência que vivi no local para confirmar que não vale o preço. Pago e ganho a rua, volto a caminhar sem rumo, em frente a um bar próximo a Gomes Freire (Boemia da Lapa) ouço um som familiar, interrompo os passos para ouvir, um grupo dançava e cantava eufórico ao som da balada, a remota voz de Raul Seixas transbordava das caixas de som cantando Gita... Yes

“eu sou a a luz das estrelas
Eu sou a cor do luar
Eu sou as coisas da vida
Eu sou o medo de amar”


A noite é a alma do libertino, o labirinto de mistérios e espantos que ele percorre com a fome destemida dos que não dormem. Como tudo na vida, a noite não é eterna, termina quando a pretensão do Sol tenta desmascarar todas as sombras, mas durante o dia o libertino se torna a sombra do corpo que habita.

“eu sou o amargo da língua
A mãe, o pai e o avô
O filho que ainda não veio
O início, o fim e o meio
O início, o fim e o meio
Eu sou o início, o fim e o meio
Eu sou o início, o fim e o meio”



Ave, Libertinos Reverência



ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
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GEOVANA
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02 de Setembro de 2021 às 09:09



Afeiçoado forista, antecipadamente peço desculpas pelo impropério que irei cometer; perdoe-me, principalmente, se você for um cidadão de bem, homem casado, dedicado progenitor que, mesmo frequentando um fórum sobre prostituição, é um defensor enfático dos valores da tradicional família brasileira. Infelizmente, sou uma alma perdida, completamente perdida, absolutamente perdida, e preciso começar este relato da forma que irei fazer a seguir.

PUTA QUE PARIU!

Foi a exclamação que me veio à mente e chegou a trespassar meus lábios pecadores quando avistei Geovana. Cabelos castanhos, bem curtos (batido na nuca); pernas grossas, bunda mapa-múndi; rosto belíssimo, com traços de italianinha; sorriso que arrebata coração de aço; pele alva, alvíssima, quase translúcida; 21 aninhos de idade, uma ninfa. Quando a vi, senti um vazio no rosto, meu queixo tinha caído. Percebendo que a menina não duraria no salão da 502, adiantei-me, agarrei-a pelo braço e a convidei para beber comigo. A menina bebe com paixão, emborcou três garrafas de ice e ainda arrematou com uma Skol Beats. Geovana seu nome. Tímida, foi se soltando a cada nova golada no gargalo. Fiz a entrevista básica, foi aprovada com louvor. Com Pikachu orbitando galáxias, solicitei uma alcova.

Acredite, forista sem fé, percebi que eu teria um encontro capaz de entrar para os anais da história sexual do Rio de Janeiro assim que bati os olhos em Geovana, intuição de um velho viking. No quarto, ela tira a roupa e revela a sua exuberância juvenil, eu também tiro a minha e exponho despudoradamente a minha decrepitude sedentária. A menina toma um banho rápido e avança nua em minha direção para me golpear com o primeiro beijo. Se a Polícia Federal desse uma batida no quarto naquele momento, eu seria preso como consumidor de narcótico, o beijo da garota possui efeito narcotizante e vicia. Fiquei quase metade do programa beijando aquela boca inebriante até que reparei os seios de Geovana, coisa de capa de revista e sem photoshop. A ninfeta é um monumento. Da boca, passei para mamar seus peitos, ela gemia baixinho, acariciava a minha cabeça, se contorcia. Desci à sagrada vagina e enfiei-lhe a língua, a ninfa gemeu alto, se contorceu mais, ameaçava gozar. Ela inverte a posição e vendo Pikachu num raro momento de rigidez total, adota os protocolos de segurança, monta sobre o meu tronco, cavalga, rebola, continua gemendo e goza sem pudores.

Não, curioso forista, ela não para por aí, se movimenta como enguia até alcançar o meu pau e cai em uma chupada sideral, vi estrelas, ouvi Tetê Espíndola cantando “Escrito nas Estrelas” e quase cantei junto com voz de soprano.

“Você pra mim foi o Sol
De uma noite sem fim
Que acendeu o que sou
E renasceu tudo em mim


Quase tendo um derrame peniano, peço que Geovana fique de quatro e penetro naquela catedral erótica, a menina se empina feito um tobogã sexual. Por um espelho preso à parede, olho aquele corpo irretocável arqueado para me receber, meto, dou umas tapinhas em sua bunda, ela geme mais. Explodi. Acho que ejaculei um pedaço da alma. Desabei moribundo no colchão.

— Você me fez gozar duas vezes — ela diz me surpreendendo e quase me fazendo verter lágrimas, emocionado pela declaração. Pikachu puxou um lenço para me oferecer, juntos olhamos em direção ao céu e agradecemos ao milagre concedido.

Você tem duas opções, incrédulo leitor. Pode querer acreditar que o Dante é um exagerado, que não vale a pena se despencar para o bordel na intenção de vivenciar toda essa narrativa de ao vivo, mas você cometerá um enorme erro se julgar assim. Ou, como segunda opção, você pode dar crédito a este velho viking libertino, correr para a 502 amanhã e se apresentar para Giovana e experimentar uma das melhores fodas da sua vida. Digo com toda a minha convicção, você virá aqui me agradecer em seguida.

Ser libertino não é escolha, é destino. Ave, libertinos. Reverência

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BOA BOA
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SUZY
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23 de Agosto de 2021 às 08:08



A NOITE

Shocking Blue (Venus)

O fusca deslizava impune ao som de Shocking Blue (Venus), o clima ameno do começo da noite empolgava os pneus e o meu castigado coração. Por alguma conjunção extraordinária, a minha libido estava em nível altíssimo, um tesão de garoto me tomou naquela semana. Pikachu queria reviver os tempos áureos da adolescência, sem cometer a ejaculação precoce. A Lua cheia estampando o límpido céu noturno quase me fazia uivar. Atravessei o tapete de miséria da Av. Presidente Vargas, estavam preparando uma passeata: “Faça amor, não faça arminha”, “Viva o maluco beleza, fora os doidos de farda”, “O mundo é gay, não é gado”. Placas com inusitados chamados se erguiam aos poucos, talvez fosse difícil estacionar pelo Centro, acelerei na esperança de conseguir uma vaga. Para evitar ouvir os jingles de passeata, aumentei o som e encaixei um CD do Bryan Ferry.

Bryan Ferry

Assumo, afeiçoado leitor, eu estava entusiasmadíssimo, havia vibrações positivas na atmosfera. Restou-me estacionar o heroico fusca na rua Mayrink Veiga e de lá caminhei para o Clube Afrodite, na rua Uruguaiana. Após escalar os degraus do sobrado, chego sem fôlego ao andar onde fica a boate. A casa sempre me surpreende pela quantidade de novinhas no salão, pedi uma cerveja, um Red Bull e sentei-me no primeiro espaço livre que encontrei. Rolava um detestável pagode como trilha sonora. Avistei uma ninfeta que há muito eu estava mirando, bronzeada, cabelos curtos, seios pequenos apontados para espaço sideral e uma bela bundinha arrebitada. Fiz um gesto e ela se sentou ao meu lado, realizei a entrevista. Lucy é seu nome, concluímos nosso acordo sexual e pedi uma alcova.

Recebo a chave e sou conduzido pelo corredor lúgubre onde ficam as cabines da Afrodite, por algum motivo inexplicável aquilo me remeteu à imagem de um corredor da morte. A menina me acomodou numa das baias, disse que iria pegar seus equipamentos e retornaria. Fiquei aguardando naquele ponto negro e esquecido do universo, mas logo a garota voltou. Não perdeu tempo, tirou os trapos que a cobriam e revelou um magnífico e reluzente corpo jovem. Peço que ela se deite e caio afobado com a boca nos seios perfeitíssimos, ela acaricia a minha cabeça enquanto eu lambia os biquinhos rosados. O breve Pikachu roçou de leve na vagina úmida da mulher, ela não refugou. Tudo ia bem, mas aconteceu o inesperado.

— Moço — quer acabar com o meu tesão é me chamar de “moço”, ela chamou.

Preferi ignorar, mas ela insistiu.

— Moço, moço — a voz se elevou.

— O que é, minha filha. Estou te machucando?

— Ai, moço. Tem um índio atrás de você.

Acredite, forista sem fé, neste momento eu me transformei no Homem-Aranha. Dei um salto e quase grudei no teto. Imaginei um índio velho nas minhas costas, salivando para me currar. Após o susto, olhei em volta e não vi nada.

— Porra. Que índio, minha filha? Cadê o índio?

— Moço, tem um índio andando contigo. Sou “mãe de santo” [sic] e estou vendo.

A trepada acabou ali, estimado colega. A garota alegou que não conseguia meter com o meu índio voyeur olhando, mas me pediu para não cancelar o programa nem comentar sobre as “suas habilidades extrassensoriais”. Coração de velho é sentimental, relevei a cena e preferi esquecer, pois o programa estava pago. Vesti a minha roupa e deixei o lugar.

CLUBE 502

Corri pela av. Marechal Floriano como freira fugindo de um tarado pagão, tudo deserto e escuro, os poucos seres que andavam por ali deviam estar caçando morcego para procriação. Atravessei a av. Presidente Vargas decidido a tentar a última cartada na 502. Outro lance imenso de escadas, os antigos libertinos não morrem na cama, infartam em algum degrau do Centro da Cidade. Boate vazia, só ficou povoada por volta das 20h30. Uma carrapata veio para o meu lado e não me libertou antes de consumir três cervejas por minha conta. Enquanto isso, vi uma loira descomunal ir e voltar umas três vezes, antes de subir com um coroa barrigudo. Fiquei fissurado na mulher de cabelos platinados, me forcei a esperar o seu retorno. Como a sorte nem sempre me sorri, creio que esperei mais de uma hora assistindo às tediosas partidas de sinuca no antigo fumódromo. Eis que ela ressurge, me encara com um olhar sensual e senta-se ao meu lado.

— Qual seu nome? — pergunto.

— Suzy.

— Acho que nunca esperei tanto por uma mulher. E o que você não faz, Suzy? — solto a pergunta cretina.

— Só não sou de agredir ninguém.

A FÊMEA

Conversamos um pouco, ela me tasca um estonteante beijo de língua no meio da pista. Resistir é inútil, pedi uma hora de alcova. Afeiçoados, a Suzy é um tesão, um tornado sexual. Que mulher espetacular. Beija, chupa, fode como louca, geme e até elogia pau pequeno. É perfeita. A pegação rolou e Pikachu viveu momentos antológicos. Depois de muita agarração, posições exóticas, Suzy ficou de quatro e eu penetrei naquele templo ajoelhado, fazendo reverências no interior daquela boceta como um crente que entra numa catedral. O gozo foi oração. Que fodão.

Suzy me contou seu vasto currículo, trabalhou na Rio’s, na MV30, na 65, agora está na 502, espero que permaneça. Voltei a atravessar correndo a Presidente Vargas como um padre fugindo de canibais. Alcancei o fusca, girei a chave, inseri um CD e o som iluminou as trevas.

Seal - Crazy

Acredite, a partir de agora qualquer aventura é possível. Yes

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BOA BOA
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NANDA MARTINS - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96646-8191
NANDA MARTINS
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22 de Agosto de 2021 às 22:08



Falar das virtudes da Nanda é chover no molhado, ainda mais quando serei diluído na infinidade de TDs deste tópico. Eu poderia silenciar, sonegar o relato, mas preciso ressaltar alguns detalhes. O primeiro ponto é que percebi que a Nanda mostrou extrema boa vontade em me encaixar num horário que me fosse mais favorável, mesmo diante da sua agenda hollywoodiana, foi um detalhe que me encantou. O outro aspecto é que já fazia um longo intervalo de tempo em que não nos víamos e este encontro talvez tenha sido o melhor de todos, ao menos para mim. Nanda demonstrou uma entrega deliciosa, um carinho que me excitou e Pikachu até que se revelou em um desempenho razoável para as minhas limitações. Foi muito bom. Direito a belos gemidos, a uma cavalgada épica e a ejaculação de frente para o monumento de quatro. Fluiu tão bem que logo pretendo repetir. Ave, libertinos. Yes

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SABRINA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$150.00
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18 de Agosto de 2021 às 10:08



No relato anterior, um rapaz comentou, numa crítica justa, que eu não dei ao encontro com a Sabrina o erotismo necessário para ser classificado como TD. Aceito a crítica. Aproveito para destacar um fato que vimos ocorrer com outro forista, começam a surgir os fiscais do TD alheio, são poucos ainda, mas estão emergindo. Eles se alternam na perseguição, dependendo da simpatia maior ou menor que guardam por um ou por outro. São seletivos. Com essa prática mofenta não concordo, pois pode inibir a participação de outros camaradas dispostos a colaborar com este nosso tão querido espaço. É preciso entender que, no meu caso, mesmo com a minha boa formação, não estou aqui para exibir pirotecnias eruditas, apenas escrevo, escrevo como lazer, como prazer adicional às conjunções sexuais. Um texto de um fórum sobre prostituição não é redação para o ENEM, é um texto informativo, uma diversão que pode abranger muitos estilos e entre os muitos estilos de um fórum o que não cabe é o preconceito ou tentativas de infantilismo intelectual. Cercear e enquadrar é a arte dos mentecaptos, não do intelecto.

Infelizmente, por mais absurdo que pareça o meu relato anterior, que carrega uma longa introdução, foi real. Acredite se quiser. Há mais doidos nos antigos fóruns do que sonha a nossa vã filosofia, só quem viveu sabe. Aproveito que tive dois encontros com a Sabrina para atender à Banca do Enem. Neste novo relato, farei justiça às virtudes da menina.

Quando avistei a Sabrina pela primeira vez, ela se destacava no salão semideserto da 502. A menina possui dessas belezas originais, é branca, usa a cabeleira presa em um coque, tentava estar vestida com uma calcinha minúscula e uma espécie de jaqueta desabotoada que oferecia seus seios imaculados à minha visão salivante. Ela não é do Rio. Tivemos um primeiro encontro inesquecível, mas o segundo, este que narro agora, foi supremo.

Com um gesto exemplar, quando me viu novamente na casa, a menina se aproximou e veio me cortejar. Ponto para ela. Estava linda, pingando sensualidade em cada gesto. Sabrina não bebe, o que não considero positivo, gosto das que bebem, mas é uma irrelevância diante dos seus atributos inquestionáveis. Quase a semana inteira, o que vejo hoje na 502 é que a casa mantém poucas meninas e a maioria é das antigas, experientes, mas não empolgadas. Sabrina é uma exceção no atual cenário do lugar. Sentamo-nos no fumódromo, que agregou ao ambiente uma enorme mesa de sinuca. As grandes termas, que já foram renomadas e aspiravam ares de sofisticação, suburbanizaram-se.

O papo foi curto, convidei a garota para a alcova. Na cabine, sem as poucas peças de roupa que a cobriam, o corpo de Sabrina é irretocável. Os seios, como eu já disse, são médios, firmes, de bicos rosados. De frente para os seios de Sabrina, sou um bebê esfomeado que encontra a mamadeira, mamei muito. Desci a boca para a vagina clarinha, lambi o clitóris ungido pela umidade sexual enquanto a menina sussurrava se contorcendo em espasmos frenéticos. Ela cumpriu os protocolos de segurança, inverteu a posição, veio por cima de mim, beneficiou-se de uma inusitada ereção de alta intensidade do meu combalido Pikachu e cavalgou como exímia amazona sobre o meu tronco velho. Rebolava sobre o meu pau, abaixava o rosto para me beijar e gemia baixinho. Sim, afeiçoado forista, explodi em uma ejaculação que deve ter respingado em Irajá.

Saio da 502 e percorro com passos de avestruz a noturna e deserta rua da Alfândega até alcançar a estação do metrô da rua Uruguaiana. Não ultrapasse a faixa amarela. Mind the gap. A viagem continua...

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SABRINA
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18 de Agosto de 2021 às 00:08



Eu bebia em um bar da Uruguaiana, pensando aonde ir naquele início de noite fria e chuvosa, meditando sobre a existência e contemplando a vida borbulhante no meu entorno quando uma voz de barítono castrado ecoou nos meus ouvidos.

— Fala, poeta — o sujeito se dirigiu a mim.

Faço este destaque para explicar que quando me chamam de “poeta” deduzo três fatos antecipadamente: é algum velho de fórum, é problemático, metido a rico, provavelmente não simpatiza comigo, possui perfil passivo-agressivo e sente dificuldade com textos em prosa.

— Como vai? — respondo sem reconhecer o calvo à minha frente.

— Não se lembra de mim, pô?

— Sinceramente, não me recordo.

— Eu era do Hot-Fórum — começou a confirmar as minhas suspeitas quando citou sua origem em um fórum criado há 20 anos.

— Hum...

— Esses dias fiquei sabendo pelo Cachalote que você comentava que eu tinha uma paixão homoerótica pelo Baiacu — a conversa enveredou para os códigos dos nicks e manifestações de desvio psiquiátrico, muito comum entre a geração geriátrica dos fóruns.

— Eu comentei?! Não sei nem quem é Cachalote, colega. Na verdade, não sei nem quem é você.

— Pirarucu. Eu sou o Pirarucu — revela o calvo como se estivesse anunciando a entrada do Aquiles da Ilíada em Troia.

Pirarucu... Baiacu... Cachalote... Já não parecia conversa de fórum, parecia um fôlder do AquaRio. Fiquei olhando para aquele senhor de poucos cabelos, com olhos arregalados, que gesticulava como um tradutor de libras e percebi que não deveria contrariá-lo, pois ele transpirava um tom aziago de insanidade.

— Meu filho, realmente não sei quem é Cachalote, nem Baiacu, também não me lembro de você como Pirarucu. Desculpa aí.

— Pô. O Cachalote era o Mário Fofoca, antes de trocar de nick. Lembra?

— Não me lembro, infelizmente — respondo entediado.

— Do Peixe-Boi você lembra? Aquele que te odiava, te chamava de cuzão. Lembra? Lembra?

O sujeito entrou em um delírio interminável de lembranças que eu não me lembrava e sempre se enveredando por um tom de agressividade.

— Colega, não me lembro. E se eu lembrasse, ia preferir esquecer, não gosto de gente covarde. Não sei se é válido para você dar crédito a alguém que tem o apelido de Mário Fofoca, rapaz.

— Do Guarda Belo você lembra, né?

— Só do desenho animado.

— Tá bom. Tá bom. Só quero te dizer aqui, olho no olho, que nunca senti nenhum tipo de atração pelo Baiacu. Presta atenção.

— Acredito em você — neste ponto, cheguei a pensar que havia entrado em um hospício por engano.

— Virou “Imortal” no GPArena, né? Inacreditável. Sem noção aquilo lá. A gente se esbarra.

O pirarucu calvo virou-se sem se despedir, tinha um andar rebolativo, enfiado numa calça jeans surrada, malvestido e com aparência de figurante de “O Massacre da Serra Elétrica”. Observando-o se afastar, recordei-me de um grupo do finado Hot-Fórum, todos eram beiçudos e me detestavam porque se sentiam contrariados por mim e por opiniões que eu emitia. O próprio calvo que se apresentou como Pirarucu era um beiçudo. Será que ele se referiu a esse pessoal? Sei lá. Aprendi algumas coisas da vida real com fóruns virtuais, uma delas é que quando alguém chama você de “mestre”, “lenda” ou “ícone” é somente bajulação vazia e, desde sempre, bajuladores jamais são honestos; a outra lição é que há muita gente recalcada que se ofende com qualquer talento, são os que chamo de os “sem-talento”. Para esses, sobra brincar de arminha e se fazerem de valentões.

Voltei ao ponto inicial e decidi visitar a 502.

Logo de cara, escolhi a Sabrina. Uma suculenta morena nortista, bonita, simpática, com bom desempenho na cama e sem frescuras. Famosa na área. É escolha certa e sem medo dentro do leque atual limitado da 502. Saí satisfeito do quarto.

Deixei o bordel pensando naquele estranho encontro no bar da Uruguaiana. Se o cara perguntasse se eu me lembrava do Aquaman, juro que sairia correndo sem pagar a conta.

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BOA BOA
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PRÉDIO URUGUAIANA 24 - Rua Uruguaiana, 24 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
AMÉLIA
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11 de Agosto de 2021 às 01:08



— O senhor não é aquele ator da Globo? Aquele... Aquele antigo... Antigo, mas o senhor está bem de aparência, tá?... Francisco Cuoco. É o senhor, né? Tira uma selfie comigo?

Olhei ao redor para confirmar se mais alguém ouvia o absurdo que a menina de topless estava cometendo, não havia ninguém olhando. Aceitei fazer a selfie como Francisco Cuoco. Por que eu iria estragar um sonho?

— Minha vó não perdia as suas novelas. Até hoje ela comenta sobre o senhor.

Como o assédio começou a ficar um pouco inconveniente, dei boa tarde e subi ao próximo andar. Havia um movimento grande no local; uma quantidade maior de mulheres também, desde a minha última visita. O número de garotas jovens exibindo peitinhos-agulha é enorme. O topless virou um atrativo diferencial na Rua Uruguaiana, 24. Fui procurar uma garota com quem eu saí diversas vezes antes da pandemia, infelizmente não a encontrei. Trashes mais pesados como o 24 da Uruguaiana são um risco para o libertino idoso, muitas garotas ali fazem sexo como quem prepara um sanduíche de mortadela, vai no automático. Eu, no entanto, estava disposto a arriscar.

Subir todos os andares do prédio, girando naquelas escadas em caracol, é tarefa dura para os meus precários músculos cardíacos, mas fui indo. Cheguei a me imaginar levando uma barraca de camping para poder dar um intervalo de descanso entre um andar e outro. Este trash da Uruguaiana é um Pico Everest do sexo. A vontade, quando se chega ao último andar, é fincar uma bandeira e comemorar explodindo uma Chandon. De repente, vejo uma loirinha com um par de seios que pareciam um photoshop vivo, ela também me vê e sorri. Não precisei me aproximar, ela se aproximou (a coisa tá feia).

— Nossa. Como o senhor parece com aquele “repórti” da “Grobo”.

Tá de sacanagem, ser confundido com terceiros duas vezes no mesmo dia é demais, o florista vai dizer que é mentira. Acredite, forista sem fé, é verdade. Não é a primeira vez que acontece comigo.

— Que repórter, minha filha? — tento descobrir, mas já sei quem é.

— Num lembro o nome dele.

— André Luiz Azevedo? É esse?

— Esse! Esse! É o senhor??? Tá sumido.

Quando ela disse “está sumido”, não entendi. Se referia sumido da Globo ou do 24? Preferi não esticar o assunto e emendei na entrevista. A moça se mostrou receptiva, confirmou oral sem capa, beijo na boca e um anal se a ereção permitisse. Amélia é o nome que usa. É, você leu certo, o nome é Amélia. Decidi me embrenhar com ela numa das baias da boate. O problema do 24 é que as baias ficam no mesmo espaço da pista, então você faz sexo com trilha sonora, geralmente é Belo, Chitãozinho e Xororó, Anitta e outros bichos. É necessário manter uma concentração sobre-humana para a peteca não cair.

A menina iniciou o assunto com um boquete espetacular, viajei na Enterprise, entrei em velocidade de dobra e quase usei o teletransporte para o Éden antes do tempo. Segurei a onda dela antes que me causasse ejaculação precoce. Pedi para que ficasse de quatro. Quando eu ia meter, aumentaram o volume do som lá fora.

”Prepara que agora é a hora
Do show das poderosas
Que descem e rebolam…”


Puta que pariu. Dei uma rateada, mas Pikachu conseguiu reestabelecer a força auxiliar e alcancei a sagrada penetração. A menina gemia no ritmo do “Show das Poderosas” e eu fazia um exercício budista para não perder o pau ereto. Meti afobadamente, o objetivo era gozar com aquela batida sonora na minha cabeça, um desafio olímpico. Gozei. A menina se levanta, sai da cabine sem dizer nada (de praxe nesses locais) e eu me visto para ir embora.

Ganho as ruas e o anonimato, respiro aliviado. Caminho até a Casa do Café Capital, na nostálgica Av. Marechal Floriano, peço um cafezinho e me sento para contemplar a vida. Do outro lado do salão, um velhinho me encara como se me conhecesse...

— Porra. De novo não. Puto

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RUIM RAZOáVEL
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NANDA FREITAS - Rio de Janeiro - RJ
NANDA
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09 de Agosto de 2021 às 10:08



Afeiçoado forista, é correto que você imagine sobre a estranha impressão que me causa os anúncios de muitas garotas de programa. O uso de termos técnicos e burocráticos me fazem lembrar o espantalho do Mágico de Oz, fico surpreso que as anunciantes não percebam o ar de frieza que imprimem em seus chamados quando falam de agenda e disponibilidade, fico com a sensação de que farei contato com o urologista, não com uma profissional do sexo. Enfim, cada qual com suas escolhas, eu sou apenas um anônimo forista que observa e aprende.

Como fujo das que me transmitem um excesso de “profissionalismo”, termino buscando as que em parecem mais inexperientes. Foi assim que cheguei até a Nanda e completo agora mais um encontro da série consecutiva que venho realizando. Com a Nanda não tem expressões técnicas, tudo é amor. Dizer mais o quê? Nanda é um espetáculo nos quesitos simpatia e boa vontade, sem contar o corpo sarado, o beijo gostoso e a entrega no sexo. Dez, nota dez. O único porém, no meu caso, é que ela fica na Barra da Tijuca, que nem sempre é um local de fácil acesso para a maioria, mas Nanda vale o deslocamento.

Resumindo: outro encontro, outro momento feliz. Outros virão. Reverência

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NANDA FREITAS - Rio de Janeiro - RJ
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04 de Agosto de 2021 às 08:08




Alguém poderia dizer que a idade me tornou ranzinza, eu não classificaria assim. A idade me tornou exigente e visceralmente seletivo. Por isso, falar da Nanda é compará-la a qualquer tipo de evento raríssimo, como um cometa que só atravessa os céus uma vez a cada século, como anos bissextos, como uma orquídea que só floresça em determinada estação. Nanda é preciosa porque é dessas garotas que surgem muito esporadicamente e que só descobrimos com sorte. Dei sorte. Nanda Freitas é a prova de que as joias mais valiosas nem sempre estão diariamente na primeira página dos fóruns, manequins de vitrine nem sempre emanam o calor das mulheres discretas. Quando caio de entusiasmo, podem ter certeza de que a coisa é séria. A sorte maior é que ela irá fazer uma temporada no Centro do Rio a partir da semana que vem, no famoso prédio Álvaro Alvim, 37 — com valor especial para os foristas. É festa.

Mulata sarada, dessas que não faltam a academia; pernas torneadas e grossas, lábios carnudos; barriguinha definida; bunda planetária; rosto bonito; sorriso arrebatador; voz suave; toque delicado; muito carinhosa. A morena é um arraso.



Ontem, terça-feira, decidi ir até ela novamente. Embarquei para a Barra da Tijuca no meio da tarde, o local da menina fica em frente ao Shopping Downtown, em um discreto e pequeno centro comercial. Chego e subo direto. A sala é compartilhada, mas não vi ninguém, o ambiente é de aparência simples. O quarto da garota é básico, mas com o conforto necessário para os momentos celestiais que ela nos proporciona. Nanda me pergunta se desejo tomar um banho antes de entrar na arena. Higiene feita, os jogos começam.

Nanda beija como namorada, beijo gostoso, macio, de língua enroscada na minha língua, cola seu corpo ao meu, acaricia a minha nuca, embola as pernas saradas nas minhas pernas atrofiadas e a temperatura sobe na pequena ilha de prazer da Zona Oeste. Tem um par de seios firmes, durinhos, com um biquinho gostoso de mordiscar, ela geme, passa as mãos sobre a minha cabeça, se arrepia. Beijo seu pescoço, um ponto fraco. Desço para lamber a xaninha cheirosa e carnuda que ela tem, Nanda geme, respira forte, aperta meu rosto entre as coxas torneadas, sua pele possui um bronze excitante. Ela pede para me chupar, empina o rabo e cai de boca no pasmo Pikachu. Chupa muito gostoso a menina, boquete molhado, sem pressa, parece gostar de manter o pau na boca, aquecê-lo com os lábios, explorá-lo com a língua. Enquanto ela está empinada me chupando, dedilho a sua bocetinha, o seu cuzinho, ela rebola, me abocanha com mais força, geme enquanto chupa. Acredite, forista sem fé: é um delírio.

Antes que eu entregue os pontos no boquete, puxo Nanda para cima do meu tronco, ela se deixa conduzir. Prepara meu combalido pênis e monta como cavalgadora que quer derrubar o cavalo. Mexe, remexe, rebola, salta em minha pica, seu rosto se contorce de tesão, a respiração volta a ficar forte, ela geme e geme. Delícia. Peço que ela fique de quatro e ela se posiciona. Antes de penetrá-la, observo a paisagem erótica que ela reflete. O altar é o cu — lembro-me novamente da sentença do Marquês de Sade no livro “120 dias em Sodoma”. Rezo antes de penetrar naquele templo anal e vou em frente. O pau entra apertadinho, Nanda ajuda com um reboladinho sexy, com seu gemidinho de gata no cio. É uma viagem transcendental, afeiçoado forista. Começo estocando de leve, ritmo suave, mas a empolgação me toma o espírito, o rebolar da morena faz o meu pênis afundar cada vez mais naquele antro de deleites, sinto o vulcão começar a pulsar. Gozo. Gozo horrores. Gozo como num clímax de tragédia grega. Gozo e desabo, zonzo, exausto. Nanda vem por cima de mim e me tasca mais um beijo na boca, como a guerreira que mata o adversário com o último golpe de misericórdia.

Conversamos e namoramos mais um pouco. Nanda é ótima de conversa, inteligente, articulada, é capaz de seduzir até paralelepípedo. Hora da despedida, sinto vontade de dizer que ela é maravilhosa. Segura coração. Pego o táxi e retorno à bucólica Tijuca. O coração? O coração continua pairando sobre as dunas imaginárias da Barra, habitando a cabana em chamas que é a bela Nanda Freitas. Reverência

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Senior69, ronondex, BalabanRJ, Michael Corleone, El_Barto, Nanda2, LuizAntonio, Ancient Profligate, Alucard, Dionizio_RJ, Brand, Predator, Corcel, schusk, curtiram esse TD.
CLUB 210 - Rua Uruguaiana, 210 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
NATI
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$110.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 TALVEZ

31 de Julho de 2021 às 13:07



As noites glaciais que assolam o Rio constrangem o corpo a se lançar em atividades que exijam nudez. Crispado sob as cobertas, Pikachu preferia ficar assistindo às notícias funestas da Globonews a se arriscar pelos gélidos infortúnios do cenário carioca. Acontece que a libido é adversária vigorosa, mesmo nos altos cumes da idade. Na partida de xadrez entre o desejo e a preguiça, Pikachu tomou um xeque-mate. Agasalhados, partimos para acasalar.

Ainda oscilando entre a dúvida e a vontade, peguei um táxi para o Centro pelas 20h. Desembarquei próximo ao camelódromo e já conhecia o meu destino, faria nova visita ao Clube Afrodyte. Quando adentro à pista, me deparo com a boate lotada. No dizer dos antigos, era gente saindo pelo ladrão. Muitas mulheres; melhor do que isso, muitas ninfetas. Prevalece na Afrodyte, ao menos nas últimas visitas que fiz, uma quantidade expressiva de mulheres muito jovens, com idade em torno dos 20 anos. É provável que a intensa juventude do local confira à casa um clima de animação maior do que encontro em outros estabelecimentos do gênero. As meninas do Afrodyte parecem realmente se divertir, apesar da necessidade de faturarem. Muitas delas bebem e vão se entregando à voluptuosidade que o ambiente provoca. As batidas altas do funk dominam os ouvidos, são constantes, não dão trégua para as bundas rebolativas emolduradas por biquínis obscenos.

Abarrotado, o local me causou desconforto. As mulheres estavam menos receptivas do que nas duas outras incursões que fiz, algumas até esnobando tentativas de aproximação. Foi necessário pouco tempo para que eu decidisse abandonar a arena. O mar pouco amistoso não anima o pescador. Decidi me arriscar no Clube 210, do outro lado da rua.

O 210 estava cheio, mas o número de mulheres não alcançava quantidade que vi no harém do Afrodyte. Fui permanecendo, tentando encontrar um posto de observação estratégico. Poucas mulheres atraentes, mas de repente avistei uma balzaca de corpo exuberante, toda pedaçuda. Seios grandes e siliconados, bunda com faces de dimensões planetárias, pernas torneadas e grossas, rosto atraente. Fiquei orbitando a estrela antes de abordá-la. Começo perguntando o nome.

— Nati — ela me responde — completa explicando que é abreviação de Natália.

O papo fluiu agradável, Nati disse não ter restrições quanto ao sexo. A mulher exibe um shape de alto nível. Curvas apetitosas que servem como armadilha inevitável para qualquer libertino. Revelou-me que, durante a semana, também trabalha na 13, um bordel nos arredores da rua Buenos Aires. Eu hesitava em chamá-la à alcova poque os quartos do 210 não me animam, mas resistir foi inútil. Alcova.

Nati retira os míseros panos que a recobriam e revela a opulência quase barroca do seu corpo. O corpo de Nati é uma catedral onde o libertino encontra a fé. A mulher é magnífica. Quase sem me deixar respirar, ela me despe e mergulha em um boquete sobrenatural, desses com técnica e tesão. Digo a vocês, afeiçoados foristas, é preciso força e firmeza para evitar a ejaculação precoce. Nati abocanha um pau como uma leoa avança sobre a jugular do antílope, quer sêmen e gosta de degustá-lo. Inverti o golpe e passei a chupá-la, ela se contorce, geme, mas diz que não quer gozar daquele jeito, quer gozar me chupando, sente tesão fazendo boquete. Essa singela declaração quase me causou um orgasmo involuntário. Nem um nem outro, pedi que ela ficasse de quatro. Diante daquele rabo monumental, me ajoelhei, rezei e meti. Com poucas estocadas, gozei parte da alma e um punhado de espermatozoides fatigados. Desabei sobre os ácaros do colchão.

Nati é um mulherão, maravilhosa. Incrível encontrar uma mulher desse naipe em um puteiro popular. Hoje, mais do que nunca, garimpar é preciso. Conversamos, peguei seu telefone e nos despedimos. Ganhei de novo as ruas frias de um Centro com ecos de um cenário devastado de Blade Runner. Entro num táxi e respiro fundo, com o alívio de um vampiro saciado. A aventura continua... Yes

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, El_Barto, Senior69, LuizAntonio, Dionizio_RJ, Brand, Zuck, Lobo Solitário, ronondex, schusk, curtiram esse TD.
CAROL - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99620-4423
CAROL
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

30 de Julho de 2021 às 12:07



No princípio dos fóruns, quando surgia alguma menina que se mantinha ininterruptamente na primeira página por longos períodos, ela era apelidada como “mulher inflada” e logo causava desconfiança geral sobre a legitimidade da sua posição. No GPGUIA, os moderadores paranoicos corriam para investigar os “TDs de favorecimento”. Reconheço que existia uma razão nisso, pois não é do fluxo natural que qualquer menina permaneça por meses como destaque diário em um fórum. Não digo que seja fake, são mulheres que aprendem a se beneficiar do sistema, uma ou outra era excepcional, mas grande parte delas, das que conheci, eu considerava somente boas profissionais.

No sentido contrário, existem mulheres excepcionais que quase não ficam em destaque na primeira página, não se interessam em manipular os meandros dos fóruns. São excelentes, quase únicas, no atendimento, mas não se importam em ocuparem posição discreta. É o caso de Carol, que gosto de chamar de Carolzinha.

Carolzinha é uma mulher maravilhosa, educadíssima, carinhosa, boa de conversa e faz um atendimento completo com selo de excelência. Perdi a conta das vezes que estive na sala aconchegante na bucólica Tijuca, às vezes esqueço até de escrever sobre os novos encontros. Além de todas as virtudes eróticas, Carol ainda aplica uma massagem que nos faz ver anjos e ouvir trombetas celestiais. É uma baita mulher. E não há encontro com ela em que eu não saia feliz. É de uma atenção e de um carinho comigo que me deixa lisonjeado. Paciente e carinhosa, sempre me oferece uma proposta atraente para que eu volte a revê-la. Como eu disse, Carol é única.

Acredite, forista sem fé. Nem tudo que reluz é ouro — diz a sabedoria popular. Quando a gente se deixa levar pelo marketing da primeira página, corremos o risco de perder as melhores notícias das páginas internas. Garimpem além do óbvio, vale mais a pena.

membro, LUXferus, Yojiro, El_Barto, Senior69, Brand, Corcel, Dionizio_RJ, schusk, curtiram esse TD.
[TRASH] CLUBE AFRODYTE - Rua Uruguaiana, 145 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
SAFIRA
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$110.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 TALVEZ

27 de Julho de 2021 às 10:07



Segunda-feira. Ao final da tarde, passando pelo Centro, decidi entrar no Clube Afrodyte na esperança de encontrar uma ninfa lindíssima que vi na sexta-feira, mas que não consegui abordar. Dei sorte, ela estava lá.

Safira é seu nome, uma falsa magra de longos cabelos negros e lisos e um corpo de tirar o fôlego até de caboclo esnobe. Maravilhosa. Chamei para um papo regado a cerveja e cigarros (a menina fuma). Disse-me também cumprir expediente em um privê na Av. 13 de Maio, mas me relatou que o movimento anda fraquíssimo. Ficamos algum tempo no chamego e fiz a entrevista para confirmar se a menina atenderia às minhas expectativas. Aqui, faço um destaque, é importante realizar a entrevista sexual no Clube Afrodyte, deixar claro as preferências na cama, pois algumas meninas começam falando de restrições, mas na boa conversa elas desarmam e a experiência termina sendo boa. Tudo acertado com Safira, convidei à alcova.

Desta vez, o quarto não tinha chuveiro, existe apenas uma suíte no local. Encarei a acomodação básica. Safira é realmente de uma beleza impactante, parece uma cigana hollywoodiana. Rosto perfeito, sorriso espetacular, uma bunda absurda de perfeita, pernas grossas, muito simpática e receptiva. Na cama, beijos, chupadas, roçadas com ousadia, uma trepada gostosa. Gozamos, ambos, num alucinante 69.

Quando saio do Afrodyte, pelas 22h, a rua Uruguaiana estava um breu naquele trecho. Corri para o metrô porque não seria prudente ficar parado esperando táxi. É um cenário muito diferente na região entre a segunda e a sexta-feira. Ressalto que a casa estava muito boa ontem, fervilhando de novinhas deliciosas, um bordel-creche. Valeu muito a visita.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL BOA
membro, Logan7, Dionizio_RJ, El_Barto, Predator, Gorila, schusk, Saulo Top, Schram, Michael Corleone, curtiram esse TD.
[TRASH] CLUBE AFRODYTE - Rua Uruguaiana, 145 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
SUELEN
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$110.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 TALVEZ

24 de Julho de 2021 às 21:07






TD EM TERCEIRA PESSOA (UMA NOVA PERSPECTIVA)

Não passava das 20h quando ele pegou um táxi na bucólica Tijuca, ia em direção ao Centro da Cidade. Percorrendo toda a extensão da Av. Presidente Vargas, observava pesaroso o cenário de guerra que ia se descortinando pelo caminho: dezenas, talvez centenas de sem-teto, mendigos, usuários de drogas, todos perfilados sob marquises ou vagando a esmo pelas calçadas sombrias da miséria. Seguro dentro do veículo, experimentava o desconforto de ser um privilegiado, preocupado somente com as fantasias eróticas improdutivas. Na sua solidão escolhida, ele era um náufrago existencial entre os náufragos do infortúnio. A janela do táxi, como a tela de um cinema, revelava a realidade da desintegração social acelerada. Aqueles indigentes conversando entre eles, falando sozinhos, cuja única aventura é matar a fome diária e contínua. Antes que perdesse o desejo sexual, Dante virou o rosto, como muitos de nós, para preservar as prerrogativas de quem paira sobre as tragédias.

Desembarca na rua Uruguaiana, ali o mundo é outro. Multidões amontoadas, músicas se entrecortando num caos labiríntico, vozes, faces se dissolvendo em outras faces, pequenas colônias de festas que compõem uma imensa comemoração. A Uruguaiana é uma ilha dentro de um universo que vai sendo tragado por um silencioso e implacável buraco negro. Dante caminha alienado, busca o calor da pele feminina, o toque macio dos lábios de alguma mulher, sua bússola são as luzes de neon, as lâmpadas vermelhas, o território onde a vida e os prazeres são efêmeros e não recicláveis. Suas dúvidas não possuíam relevância, além de se perguntar aonde ir. Decidiu começar a jornada libertina pelo Clube 502.

Sobe os degraus do sobrado em um ritmo ascendente que o submerge, por um paradoxo, no primeiro círculo do Inferno. Alguns homens, poucas mulheres e uma mesa de sinuca que compensa o ócio que permeia a prostituição das boates. Ele pede uma cerveja, senta-se, observa. Há uma tristeza no semblante das moças, como se estivessem convencidas que, ao final da noite, o dinheiro será curto, o trabalho incerto. O clima não agrada, mas Dante permanece no local. Uma menina o atrai, ele a encara, ela percebe e se aproxima. Conversam.

— Vou ser sincera com você, estou naqueles dias — ela alerta.

— Por que você veio trabalhar assim? — Pergunta.

Ela não encontra explicação, a urgência de sobreviver constrange. Dante desanima, compreende que é melhor se retirar, tenta lembrar-se de outras opções. Caminha pela rua da Alfândega, não havia mais o labirinto de sons, tudo ecoava silêncios. Ele olha os prédios, o comércio fechado, lugares onde esteve, por onde passou. O tempo faz da cidade o museu particular de cada um, nossa história exposta para os nossos olhos. No apocalipse seremos fantasmas que transitaram pelas ruas, pelos sobrados, pelos prédios. Passaremos porque somos abstrações, mas o concreto resistirá.

Dante subiu ao Clube 119, na mesma rua da Alfândega. Umas três mulheres, uns cinco clientes, fugiu do lugar. Sobe as escadas intermináveis do Clube 210, a pista abarrotada, mal se podia andar sem se espremer entre a massa de decaídos. Mulheres sem brilho, olhos cansados, o melhor seria ir embora, ele foi. Restava o Clube Afrodite, sem muito ânimo ele escala mais um sobrado, as longas escadas cansam o fôlego da velhice, ele insiste, alcança a pista e se surpreende. Muitas mulheres jovens, algumas bonitas, um clima eufórico de dança, alegria. A luxúria espreitava oculta pela fumaça de gelo seco expelida da cabine do DJ. Animou-se.

Pede um latão da Brahma, é abordado por uma bela morena de cabelos cacheados, bunda firme e empinada. Conversam, ele informa que acabou de chegar, quer aproveitar mais a noite, a mulher se afasta, mas promete voltar. Dante bebe até as pupilas se dilatarem e o cinza do mundo ganhar as cores do êxtase artificial. Ele avista uma loira, peitos protuberantes, bunda tatuada, sorriso sedutor, ela está com outro homem, mas o encara. Ele olha fixo, se mostra disponível. A menina abandona o acompanhante e se aproxima. Ela pede um Red Bull e uma cerveja, ele aceita oferecer. O papo flui com naturalidade, Dante tenta saber sobre os atributos e virtudes que a garota pratica na cama, ela simpatiza com ele e responde que não terá restrições.

— Qual seu nome?

— Suellen — não havia mais tempo a perder, Dante a convida à alcova.

Um quarto com chuveiro, cama de casal, diferente das lembranças que ele guardava da última visita ao Clube Afrodite. Gostou. Suelen tira a roupa e não decepciona, as curvas do corpo excitam o combalido pênis do Highlander, o combate começa. Suelen o beija com vontade, com enroscar de línguas, fluxo de saliva, alimentando a fogueira dos desejos. Ela se deita, Dante lambe os seios grandes e firmes, ela geme, acaricia seus cabelos, puxa sua cabeça para beijá-lo mais. A menina o entusiasma. Ele desce para a sua boceta, chupa.

— Coloca o dedo – ela pede.

Dante dedilha enquanto dá lambidas no clitóris macio, deixa um outro dedo escorrer para o cuzinho da menina, ela geme mais alto, se contorce. Goza. Inverte a posição e abocanha o combalido pênis do velho andarilho, lambe seu saco de cima abaixo, a sensação de delírio o invade. Ela continua chupando e alterna com uma punheta dentro de sua boca. A onda vulcânica toma conta de seu corpo, Dante tenta resistir, mas resistir é inútil, se entrega em um orgasmo fulminante. Carinhosa, a menina insinua limpá-lo com lenços umedecidos, mas ele prefere o banho. Conversam, trocam telefones.

Dante deixa pago um drinque para a menina, que pede que ele retorne. Fez a promessa de voltar. Despedem-se. A Uruguaiana permanecia em festa, ele percorre o labirinto sonoro de gente e marcha até a estação do metrô. A solidão retoma o seu espírito, o trem chega e a imaginação se perde na escuridão infinita do túnel. Para o libertino não há Sol.

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BOA BOA
membro, Senior69, Predator, Lobo Solitário, Brand, Dionizio_RJ, ronondex, Pato Rouco, Feijó, El_Barto, schusk, Schram, curtiram esse TD.
NANDA FREITAS - Rio de Janeiro - RJ
NANDA FREITAS
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

23 de Julho de 2021 às 01:07






Acredite, forista sem fé, repeti com a Nanda. Não é difícil que isso aconteça, se analisarem o meu perfil, valorizo muito os bons atendimentos, o mais difícil é encontrar atendimentos que atendam às minhas expectativas. Nanda completou a tabela de pontos positivos. Para mim, sempre foi raro esbarrar com a sintonia absoluta, acredito que seja algo esporádico para qualquer um; mas, à medida que avanço na faixa etária, as exigências aumentam. No mundo das garotas de programa, o que mais existe é a GP Betty Frígida. Não comentamos porque seria chato e repetitivo falar sobre experiências negativas. Talvez, por isso, os TDS positivos estejam tão entusiasmados, repletos de sonetos, letras de pagode, samba-canção, enxertos da Ilíada e Odisseia. São ocasiões raras.

Quando falo de atendimento, não me refiro exclusivamente ao desempenho sexual, não poderia fazer isso porque o meu é um fiasco. Sou um velho com surdez, necessito de gatilhos psicológicos para a boa ereção, estou acima do peso, o único exercício que faço são caminhadas, devoro carne, frequento rodízios de massas, bebo Coca-Cola demais, uma cachacinha de vez em quando e uma lista de outros inconvenientes que fazem com que a garota que me atende necessite de um diploma de enfermagem, com experiência comprovada em UTI, pois levo um moribundo comigo.

Não sou da geração saúde nem idoso marombeiro. Com esse discurso, corro o risco dos consultores de saúde deste espaço me oferecerem conselhos, receitas, simpatias e despachos para Ogum nos comentários. Por favor, não façam isso. Devido a todos os obstáculos da terceira idade, resultados dos abusos gastronômicos, hipocondríacos e de algum sedentarismo, comemoro quando me deparo com uma mulher carinhosa, inteligente, que possui a virtude da paciência e da entrega. Nanda é assim, além do seu shape escultural.

Marquei no Éden, na bucólica e efervescente Tijuca. Esperei pela Nanda em frente ao Shopping Tijuca, odeio entrar em motéis sozinho. Ela chega em uma calça justíssima, uma blusa vaporosa e decotada, arrastando os olhares salivantes de homens com crise de abstinência sexual. Agarrei a sua mão e corremos para o motel.

Nanda tira a roupa e exibe orgulhosa o corpo sarado, os seios firmes, a boca gulosa e a bunda esférica. Quando olho a bunda da Nanda, a imagino como uma ilha deserta e eu como um náufrago que aporta nela. O coqueiro para completar o cenário seria o meu combalido pênis, mas ele apareceria murcho e com dois cocos secos no cenário, então prefiro fantasiar que é uma ilha sem coqueiros. Nanda beija na boca com vontade, chupa com habilidade sobrenatural, geme deliciosamente e sabe dar um amasso gostoso. É o remédio mais natural e eficiente contra a disfunção erétil.

Termino o encontro matando saudade do sexo anal, que ela realiza como um maestro conduzindo uma orquestra durante a Nona Sinfonia de Beethoven. “O cu é o altar”, escrevia o Marquês de Sade. Oro e gozo saboreando o cuzinho da Nanda.

Eu volto... Dancinha

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