31 de Julho de 2021 às 13:33
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

As noites glaciais que assolam o Rio constrangem o corpo a se lançar em atividades que exijam nudez. Crispado sob as cobertas, Pikachu preferia ficar assistindo às notícias funestas da Globonews a se arriscar pelos gélidos infortúnios do cenário carioca. Acontece que a libido é adversária vigorosa, mesmo nos altos cumes da idade. Na partida de xadrez entre o desejo e a preguiça, Pikachu tomou um xeque-mate. Agasalhados, partimos para acasalar.

Ainda oscilando entre a dúvida e a vontade, peguei um táxi para o Centro pelas 20h. Desembarquei próximo ao camelódromo e já conhecia o meu destino, faria nova visita ao Clube Afrodyte. Quando adentro à pista, me deparo com a boate lotada. No dizer dos antigos, era gente saindo pelo ladrão. Muitas mulheres; melhor do que isso, muitas ninfetas. Prevalece na Afrodyte, ao menos nas últimas visitas que fiz, uma quantidade expressiva de mulheres muito jovens, com idade em torno dos 20 anos. É provável que a intensa juventude do local confira à casa um clima de animação maior do que encontro em outros estabelecimentos do gênero. As meninas do Afrodyte parecem realmente se divertir, apesar da necessidade de faturarem. Muitas delas bebem e vão se entregando à voluptuosidade que o ambiente provoca. As batidas altas do funk dominam os ouvidos, são constantes, não dão trégua para as bundas rebolativas emolduradas por biquínis obscenos.

Abarrotado, o local me causou desconforto. As mulheres estavam menos receptivas do que nas duas outras incursões que fiz, algumas até esnobando tentativas de aproximação. Foi necessário pouco tempo para que eu decidisse abandonar a arena. O mar pouco amistoso não anima o pescador. Decidi me arriscar no Clube 210, do outro lado da rua.

O 210 estava cheio, mas o número de mulheres não alcançava quantidade que vi no harém do Afrodyte. Fui permanecendo, tentando encontrar um posto de observação estratégico. Poucas mulheres atraentes, mas de repente avistei uma balzaca de corpo exuberante, toda pedaçuda. Seios grandes e siliconados, bunda com faces de dimensões planetárias, pernas torneadas e grossas, rosto atraente. Fiquei orbitando a estrela antes de abordá-la. Começo perguntando o nome.

— Nati — ela me responde — completa explicando que é abreviação de Natália.

O papo fluiu agradável, Nati disse não ter restrições quanto ao sexo. A mulher exibe um shape de alto nível. Curvas apetitosas que servem como armadilha inevitável para qualquer libertino. Revelou-me que, durante a semana, também trabalha na 13, um bordel nos arredores da rua Buenos Aires. Eu hesitava em chamá-la à alcova poque os quartos do 210 não me animam, mas resistir foi inútil. Alcova.

Nati retira os míseros panos que a recobriam e revela a opulência quase barroca do seu corpo. O corpo de Nati é uma catedral onde o libertino encontra a fé. A mulher é magnífica. Quase sem me deixar respirar, ela me despe e mergulha em um boquete sobrenatural, desses com técnica e tesão. Digo a vocês, afeiçoados foristas, é preciso força e firmeza para evitar a ejaculação precoce. Nati abocanha um pau como uma leoa avança sobre a jugular do antílope, quer sêmen e gosta de degustá-lo. Inverti o golpe e passei a chupá-la, ela se contorce, geme, mas diz que não quer gozar daquele jeito, quer gozar me chupando, sente tesão fazendo boquete. Essa singela declaração quase me causou um orgasmo involuntário. Nem um nem outro, pedi que ela ficasse de quatro. Diante daquele rabo monumental, me ajoelhei, rezei e meti. Com poucas estocadas, gozei parte da alma e um punhado de espermatozoides fatigados. Desabei sobre os ácaros do colchão.

Nati é um mulherão, maravilhosa. Incrível encontrar uma mulher desse naipe em um puteiro popular. Hoje, mais do que nunca, garimpar é preciso. Conversamos, peguei seu telefone e nos despedimos. Ganhei de novo as ruas frias de um Centro com ecos de um cenário devastado de Blade Runner. Entro num táxi e respiro fundo, com o alívio de um vampiro saciado. A aventura continua... Yes