BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Leia: PAPAGAIO DE CAFETA
Véspera de feriado, os bordeis vazios, mas um libertino não é pessimista. Marchamos, eu e mais dois combatentes mundanos, em direção a 65. Havia mulheres, mas não com a proporção de tops que se pode ver em um dia normal da casa. Fomos recebidos com o carinho usual da gerência, nos acomodamos em um canto e ficamos na observação. A partir de determinada hora, a uisqueria fechou, o objetivo era concentrar a galera na boate. Subimos. A 65 é como um cenário de “O Pagador de Promessas”, uma escadaria sem fim, existe um elevador, mas acabo encarando os degraus.
Boate com boa concentração de meninas e clientes. Fiquei bebendo a minha Corona até que avistei uma garota de pernas roliças, cabelos cacheados, pele clara, olhos expressivos e sorriso com aparelho odontológico. Bonita e, mais do que isso, charmosa. Abordei, ela me contou ser baiana, pouquíssimo tempo de casa. Seios pequenos e belíssimos, bunda mapa-múndi, coxas grossas, barriguinha zero e bom papo. Jane é seu nome, uma sedutora. Em determinado ponto da conversa, disse que eu sou lindo, a falsa gentileza turbina a sedução. Ela avança para me atacar com um delicioso beijo na boca, no meio da pista, no meio de todos. Retribuí e ficamos namorando algum tempo num daqueles sofás da boate que causam a impressão de que a qualquer instante irão nos engolir e ficaremos prisioneiros de uma espuma maquiavélica. Depois de beijos e amassos, não consegui mais resistir. Alcova.
Sem roupa, Jane é colossal, um mulherão indiscutível. Iniciei lambendo seus seios impecáveis, biquinhos pequenos e rosados, fiquei um bom tempo mamando seus peitos. Desci para a chaninha e só parei de chupar quando a menina emitiu gritinhos que demonstravam o orgasmo inevitável. Jane inverte a posição e abocanha meu pau como quem tivesse comprado um Sunday do McDonald’s, chupada gulosa, com tesão, gemendo enquanto me engolia. Ela empina a bunda enquanto me aplica o boquete e ver o rabo de Jane é risco real de ejaculação precoce. Quase pedindo arrego, peço que ela fique de quatro e meto o pau em uma exploração profunda naquela vagina cheirosa, a menina se empina ainda mais. O relato será curto porque não consegui segurar, gozei demais. Desabamos, eu e ela na cama, abraçadinhos, aninhados como um casal de namorados. A menina é mil.
Pago a conta pensando no que eu irei hipotecar na Caixa Econômica para alimentar meus caprichos sexuais, creio que só restaram os panos de prato da minha cozinha. Na porta da 65, pego um táxi, corpo exausto, mente apagada. Acho que cochilei antes de pensar que, apesar de tudo, a vida é bela.