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RELATOS DO MEMBRO

ISADORA VILHENA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99349-3413
ISADORA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

15 de Dezembro de 2021 às 21:12



Não, afeiçoado forista. Não falarei sobre o Olimpo, sobre ambrosia, não citarei Homero e não farei referência ao amor entre Ulisses e Penélope. Não escreverei sobre Zeus nem sobre os deuses preguiçosos e maquiavélicos. Não direi sobre bruxas travestidas em fadinhas, amaldiçoando o forista sem fé; não dissertarei sobre nada disso. Não usarei clichês repetidos milhares e milhares de vezes na história humana, não serei enfadonho nem usarei receitas prontas para compor este texto. Isadora não é um vulto etéreo, é mulher real, feita de carne e volúpia, ela merece que sejamos originais, que façamos justiça a sua bela presença entre nós. Depois do insuperável TD do Pai Jonas (vide: PAI JONAS), ficou difícil alcançar descrições que se igualem ao relato antológico que ele produziu. Tentaremos não fazer feio, sem maiores pretensões.

Após o Pai Jonas desmascarar mentiras alheias e explicar para Isadora que o Dante é um velhinho legal, consegui marcar com a musa atual do Arena. Quando cheguei à fumegante Cinelândia, me senti como um frango girando em uma assadeira de vitrine de padaria, o calor estava insuportável e eu trajava blusa social de manga comprida devido aos compromissos profissionais. Pelo zap, avisei a menina que eu já estava na área e ela autorizou a subida.

Isadora abre a porta vestida em uma lingerie que irá me causar sonhos perturbadores pelo resto do ano, estava linda. Abriu aquele sorriso charmoso e me deu um abraço erótico. Olho no olho, nos beijamos. Beijo de verdade, com língua, enroscar de lábios, troca de saliva. Pikachu deu o primeiro sinal de vida. Recebida a toalha, fui para o banho. Retornei ao quarto e Isadora estava deitada com boca de sede e olhos de fome, caí com tudo em seus seios cinematográficos, mordisquei os biquinhos, lambi cada centímetro das duas esferas perfeitas que a garota exibe com orgulho e tesão. Deslizo para a vagina úmida da moça, chupo, ela se contorce, geme, grita, mas não permito que goze. Volto aos seios, beijo sua boca, dou chupões em seu pescoço. Isadora não guarda pudor para demonstrar que está sentindo arrepios e prazeres. Esfrego-me em seu corpo, nos roçamos perigosamente, um nó cego de desejos irrefreáveis.

Isadora troca a posição e me abocanha em um boquete demorado, feito com arte, ela esculpe meu pau com a boca gulosa, me engole inteiro, me digere, se alimenta dos meus espasmos.

Ameaçado pela ejaculação precoce, peço que ela fique de quatro. A mulher se posiciona, empina a bunda diante dos meus olhos em vertigem, ajoelho-me diante do templo, preparo-me para a penetração e, de repente, vejo estrelas, a Terra para, o universo se transforma em um imenso buraco negro e caio me contorcendo desesperado no colchão, assolado por uma câimbra abissal, com dores típicas de um idoso em fim de carreira. Isadora se assusta, joga minha perna para o alto, massageia e se prepara para ligar para o SUS ou para a funerária mais próxima. Sim, acredite forista sem fé, o programa acabou aqui. Demorei alguns minutos para me recuperar dos repuxões musculares, restou o tempo em que ficamos namorando e eu me perdendo em explicações para esclarecer que aquilo não era vexame, mas velhice. Isa, muito compreensiva, permitiu que eu queimasse o tempo de uma hora até que minha perna se recuperasse. Eu não queria mais nada, além de uma borrifada de Gelol.

Simpática demais, bonita, gostosa e dona de personalidade própria, Isa exibe as qualidades que explicam por que é a mulher de mais sucesso no GPArena atualmente. Na ausência de uma cadeira de rodas, chamei um táxi e pedi que o motorista me levasse à bucólica Tijuca. Uma suspeita me atormentava: isso foi trabalho do Pai Jonas.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, LP come queto, Galileu, Senior69, Brand, Alicia Ferrari, Tenista, Dionizio_RJ, Cabra da Peste, Isadora Vilhena, Deco1272, schusk, curtiram esse TD.
SWING ASHA CLUB RIO - Av. Fleming, 98 , Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99487-4088
LUANA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$350.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 NãO

14 de Dezembro de 2021 às 23:12



Uma das minhas últimas visitas ao swing foi no Asha, eu não conhecia a casa e gostei muito do que vi. Ao contrário dos outros swings, onde a presença é mais eclética, o Asha reunia uma quantidade imensa de mulheres bonitas. Fiquei impressionado. Como já citei em outros tópicos, adoro ir a swing quando tenho uma boa companhia, uma mulher que seja fechamento e tenha conexão comigo, não importa se é civil ou garota de programa. O que importa no swing é a conexão dos parceiros, a possibilidade de sentir um ciuminho que incendeie o tesão. No período em que estive no Asha, eu me relacionava com uma garota de programa que foi a melhor parceira para swing que já tive desde que comecei a frequentar essa modalidade sexual, o nome que a menina usava era Luana.

Pau para toda obra, eu podia chamar a Luana qualquer hora do dia ou da noite para irmos ao swing e ela topava, ela também adorava o fetiche. Totalmente liberal, me pedia para filmar as sacanagens no quarto privado porque ficava excitada, gostava de assistir depois, aprendi a gostar disso também. Vivíamos pequenos filmes pornográficos com a presença de terceiros. Compreendo que exista quem não curta, mas para mim foi o máximo do tesão. Descobri no swing que eu tenho um lado voyeur predominante, como acredito que muitos swingueiro também tenham. O swing é uma fantasia que se sustenta muito pelo voyeurismo.

O Asha é uma casa enorme, a maior em dimensões de todas em que estive. Possui cabines pequenas e um espaço coletivo onde a devassidão rola em uma cama gigante. A música é boa, a pista é bacana, a frequência de alto nível, dá para se divertir muito. Os preços, não sei como estão, mas na época em que fui me pareceram salgados, tanto o consumo como a entrada.

Tenho ido aos puteiros, às freelancers, mas o que me falta mesmo é conseguir novamente uma boa companhia para o swing, uma parceira fechamento para viver comigo as grandes aventuras do sexo libertino.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
Predator, Dionizio_RJ, Não é o Antony, Saulo Top, membro, Papai Noel, Michael Corleone, schusk, Pica_Manssa, LipeFR, Rjnet, curtiram esse TD.
[TERMAS] FEITIÇO DO TEMPO - R. do Santana , Centro - Rio de Janeiro - RJ
CRUELLA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$120.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 TALVEZ

12 de Dezembro de 2021 às 01:12



Tenho preferência por me vestir com roupas de tons escuros, é um hábito que adquiri no frio do Sul, meu berço. Vestir-me de preto não combina muito com o calor carioca e me faz um Zorro tropical, mas hábitos são difíceis de quebrar. Há alguns anos, tornei-me insone. Não é incomum, durante a semana, eu só conseguir adormecer na alta madrugada, sou obrigado a passar pela solidão noturna lendo, assistindo filmes, escrevendo (como agora) ou me aventurando em arriscadas incursões urbanas. Na última sexta-feira, peguei o carro e ganhei as ruas sob sombras e penumbras. Mergulhar na madrugada do Rio é como dançar no fogo.

ABERTURA

Dirijo sem rumo, planejando ir à Boate Mosaico, mas logo mudei de ideia. Lembrei-me de um point onde fazia meses que eu não pisava, o bordel Feitiço do Tempo, que também fica aberto durante a madruga. Acelerei o Sucatão, que rompeu o asfalto com um grito de leão faminto e solitário. Não havia trânsito nem movimento pelas calçadas. Sentado ao volante, eu cortava o vento e o silêncio até que alcancei a Praça da Cruz Vermelha. Ousei parar diante do sinal vermelho, um adolescente de pele clara se aproximou da janela do Sucatão falando com a voz alterada.

— Aê, tio, passa uma grana, passa uma grana — o tom era de exigência.

Olhei para o cinzeiro do Sucatão, estava abarrotado de moedas, enchi o punho com algumas delas e despejei nas mãos do moleque. O semáforo passou para verde, soltei a embreagem e disparei em direção a rua Vinte de Abril. Escutei um grito furioso se perdendo na noite.

— Eu pedi dinheiro, não pedi esmola, seu FILHO DA PUUuuutaaaaa.

Eu já ia longe e vi a imagem do rapaz se desvanecer pelo retrovisor. Estacionei próximo à rua do Senado e percebi que o sobrado do Feitiço do Tempo estava fechado. Fui caminhando, encontrei um botequim aberto e tentei me informar no balcão.

— Acabou o puteiro?

— Eles saíram daí, tão lá na rua do Santana.

Retornei ao Sucatão e tracei o novo percurso. Ao entrar na rua do Santana, vejo um sobrado com bolas coloridas penduradas na entrada. O Feitiço do Tempo mudou de endereço pela terceira vez. Parei o Sucatão na primeira vaga que vi e desembarquei. O novo ponto do puteiro é menos caído. Por fora, o sobrado passa imagem de limpeza e antes que eu subisse os lances de escada, vi um casal entrando no bordel. Um detalhe estranho, mas não me liguei muito à situação.

Quando finalmente piso com minhas botas na boate, cheguei a me arrepiar ao ouvir Gypsy Woman. O lugar realmente está mais arrumado, mantiveram as luzes de vela sobre as mesas e a decoração das paredes com discos de vinil agora ganhou o reflexo do brilho de um globo espelhado pendurado no teto. A surpresa é que vi cerca de 5 casais espalhados pelo salão, talvez aquecendo antes de entrarem no swing do Mistura Certa. Confesso que, neste momento, senti falta de uma boa companhia para visitar o swing que tanto gosto.

GYPSY WOMAN

A trilha emendou com La Bouche mandando Be My Lover. Não imaginem que tenho memória privilegiada, minha memória é péssima, mas anotei tudo nas notas do celular.

BE MY LOVER

Uma mulher surge na pista, seu corpo dançava junto com o efeito estroboscópico da iluminação, corpo de falsa magra, curvas vertiginosas emolduradas por um collant amarelo e fosforescente. Os cabelos compridos e negros escorriam pelos ombros da garota e exibiam um chumaço branco de fios que destacavam o rosto bonito de traços finos. Congelei acompanhando os movimentos da menina.

Velho cansa de ficar de pé, então busquei uma mesa estratégica e me acomodei. Fiquei tentando flertar com a mulher de cabelos com fios brancos até que ela percebeu os meus olhares e se aproximou.

— Oi, posso te fazer companhia? — ela me perguntou.

— Claro.

Ela se sentou ao meu lado, usava um perfume forte, mas agradável, desses que marcam a presença. Aqui começa a cena inusitada, a virada do enredo, aquilo que alguns foristas qualificam como “toque de humor”, mas que são fatos inusitados que ocorrem para quem se lança na vida real.

— Qual seu nome? — perguntei antes que ela perguntasse o meu.

— Cruella e o seu?

Não consegui responder porque comecei a rir, o nome me despertou um surto de gargalhadas, como se estivessem me fazendo cócegas. A menina reparou e ficou me olhando com um sorriso de Monalisa, o que piorava o meu descontrole. Mas isso foi só o começo de outra história que se desenrolaria. Por quê não deduzi que o nome da mulher seria Cruella? Aquele jeito de vilã da Disney caminhando pela boate, os fios brancos contrastando com os cabelos negros, tudo tão óbvio que não me dei conta.

— Você ainda não me disse o seu nome — ela insistiu.

— Dante. Meu nome é Dante.

VINHETA

— Dante? Você não é aquele que escreve sobre a casa, não. É?

— Por quê? — fiquei meio bolado com a pergunta, mas inclinado a confirmar.

— Cara, o dono daqui é doido para conhecer esse Dante.

— Pois sou eu — confirmei.

— Peraí — a menina sumiu por uma porta camuflada.

Dois minutos depois ela retorna com um sujeito baixinho, careca e com os braços abertos insinuando que me daria um abraço. Ele me abraçou.

— Caralhooooo, mano. Você é o Dante que escreve no GPArena?

— Sim, sou eu — respondi ressabiado, com a minha irritante timidez.

— Caralhooo, mano. Sou teu fã. Pode pedir o que quiser beber, é por conta da casa. Tu é foda, mano — o sujeito se sentou do meu lado direito e a puta do lado esquerdo.

O gordinho entabulou uma conversa em que me fez revelações surpreendentes. Contou-me ser formado em Filosofia, que era professor, mas cansou de tudo e abriu o bordel em sociedade com um amigo que trabalha com segurança privada e que está mais feliz agora porque ama a noite e o contato com as garotas de programa. Não interrompi a história, fiquei de ouvinte quase o tempo todo, falando somente quando ele me perguntou se eu era escritor, a pergunta de nove entre dez pessoas curiosas sobre a minha profissão. Quando revelei que curtia beber Corona, acredito que ele mandou vir umas cinco garrafas em sequência. No fim da conversa, me intimou a subir com a Cruella, oferecendo boas referências e ordenando que a menina caprichasse. Fui para uma alcova que, talvez, ele tenha mandado preparar quando soube quem eu era, tinha cama de casal, um lençol novo e um cheiro de incenso no ar.

Cruella tirou a roupa e exibiu um corpo afrodisíaco, mulheraço. Veio me beijando, me empurrou na cama, praticamente arrancou a minha calça e só faltou soltar em cima de mim os 101 Dálmatas. Abocanhou meu combalido pênis em um desses boquetes raríssimos que fazem o pau latejar e ameaçar a ejaculação precoce. Não foi apenas uma ameaça, gozei litros na boca da menina, que ficou me encarando e engoliu cada gota dos meus bolorentos espermas sem demonstrar qualquer pudor. Foi um programa expresso.

Quando desci, não vi mais o baixinho filósofo. Fiquei sem saber se devia pagar alguma coisa, como nem Cruella nem o gordinho apareceram, desci os degraus do sobrado ao som de Nirvana. Dei uma última olhada e a casa estava cheia, algo inacreditável se me contassem.

NIRVANA

Entrei no Sucatão, respirei fundo, girei a chave e o motor roncou como o leão que desperta depois do torpor de quem devorou a caça. Acelerei. O relógio da Central do Brasil brilhava com seus ponteiros incessantes apontando para o amanhã. O tempo segue, eu envelheço, mas ainda estou vivo e me chamam Dante. Ligo o rádio e sobrevoo o asfalto.

SWEET DREAMS

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, LP come queto, CariocaGaludo, Senior69, Frank_Jaeger, Brand, ViciadoEmPeitudas, Papai Noel, Dionizio_RJ, Saulo Top, schusk, curtiram esse TD.
MARCELA LEAL - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96803-0664
MARCELA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 TALVEZ

09 de Dezembro de 2021 às 20:12



De última hora, fui obrigado a dar uma aula virtual para o site de um camarada meu, isso me fez sair do escritório atrasado para o encontro com a Marcela. Corri para a rua e acenei para o primeiro táxi que passou. Assim que embarquei, a voz do Gabriel Pensador vazava alta pelas caixas de som do carro.

MARESIAS

Ao som de “Maresia” pedi ao motorista que me deixasse na rua Álvaro Alvim, ele fez um aceno leve com a cabeça, apertou o taxímetro e partimos. O sujeito dirigia tão devagar que parecia estar sob o efeito de uma overdose de chá de camomila, percebi que iria me atrasar naquele ritmo e enviei mensagem para a Marcela informando que, provavelmente, eu chegaria uns cinco minutos após o horário combinado.

“Maresia, sente a maresia
Maresia, uuhu”


A música não acabava e o taxista me causava a sensação de não sair do lugar. Enviei foto para Marcela para confirmar que estava a caminho. De repente, por um desses reflexos inexplicáveis, esbarrei com os olhos no cartão de identificação do motorista do táxi e li um nome que me fez imaginar que o documento era falso.

“Buda da Sxxx Cxxx – Autorizatário”

Buda?! Já saí com uma mulher que se chamava Brisa, mas nunca havia conhecido um Buda. Cheio de dedos, decidi confirmar se eu estava lendo corretamente o que via.

— Amigo, me perdoe por perguntar, seu nome é Buda?

— Buda da Sxxx Cxxx. Meu pai me batizou assim porque gostava da religião budista — o sujeito respondeu com a desenvoltura de quem responde a mesma pergunta todos os dias.

Aquilo quase explicou o fato de estarmos viajando na velocidade da lesma, que é o extremo oposto da velocidade da luz.

— Amigo, é que tenho um compromisso importante, se você puder acelerar um pouquinho para me ajudar a chegar a tempo, ficarei grato.

— Senhor, dirijo na velocidade segura para mim e para o passageiro. Se o senhor quiser, posso parar para que pegue outro táxi.

— Não, tudo bem. Vamos torcer para eu chegar no horário.

Continuei naquela viagem interminável junto ao Buda, em direção a um nirvana que já se mostrava improvável. O aparelho de som do Buda começou a tocar “Cariocas”, com a Adriana Calcanhoto.

CARIOCAS

“Cariocas são tão sexys
Cariocas são tão claros
Cariocas não gostam de sinal fechado...”


Por uma coincidência cruel, todos os semáforos acendiam a luz vermelha quando o táxi do Buda se aproximava. Um pesadelo. Enviei outra mensagem para Marcela informando que talvez eu me atrasasse mais do que cinco minutinhos. A voz da Adriana Calcanhoto, aquela música repetindo “cariocas, cariocas, cariocas”, tudo me causou um sono filho da puta e acho que no Buda também, pois ele abriu a boca e emitiu um som que se assemelhava ao lamento de um leão moribundo. Se dormíssemos, não duvido que acordaríamos os dois em algum mosteiro do Tibet, desencarnados.

De uma hora para outra, o Buda acelerou, alcançamos a Avenida Chile e embicamos na Senador Dantas. Desembarquei esbaforido, fui saltando como um canguru psicodélico para o prédio da rua Álvaro Alvim. Estava atrasado, mas dentro do tolerável. Para piorar, o elevador demorou a ficar disponível. Finalmente, eu me vi diante da porta da sala da Marcela. Toquei a campainha, ninguém; toquei novamente, ninguém atendeu. Meu celular vibra com uma mensagem no zap.

“Você chegou?” — pergunta Marcela.

Diante da porta, respondi pelo zap.

“Cheguei”.

Acredite, forista sem fé, a porta se abriu. Após tanto sofrimento, imaginei que surgiria o Silvio Santos me avisando que ganhei um prêmio de um milhão de reais e que eu estava participando da Porta da Esperança. Não, não foi isso o que aconteceu. Quando a porta se abriu e Marcela me recebeu encaixada em um biquíni microscópico, achei que estava entrando no estúdio do Caldeirão do Huck e sendo recepcionado pela Feiticeira.

Uma palavra define a Marcela: mulherão. Saradíssima, peitos médios e duros, bunda esférica e com dimensões de um banquete monárquico, pernas grossas e torneadas em academia, barriga definida, pés pequenos e delicados, cabelos loiros e lisos na altura dos ombros, rosto bonito, sorriso acolhedor e voz sedutora. Fiquei sem ação quando me deparei com aquela mulher com pinta de símbolo sexual, de capa da Sexy. Respirei e falei a frase mais idiota que poderia dizer.

— Você é a Marcela?

Sinceramente, eu merecia que ela respondesse que não era a Marcela, mas a filha do Buda. Era a Marcela e que Marcela. É mulher de nos fazer perder o fôlego só de olhar. Ela me ofereceu uma toalha, fui para o banho e voltei beijando a sua boca, que não economiza a língua. Suas mãos procuravam meu combalido pênis enquanto seus lábios abduziam os meus lábios. Pikachu deu um leve sinal de vida, estava inibido diante daquela imagem portentosa. Fomos para a cama, caí de língua nos seios suculentos da menina, mamei como um recém-nascido faminto, Marcela gemia baixinho, me acariciava. Desci para a vagina greluda e chupei entusiasmado o camarão graúdo da moça. Ela se contorcia, gemia mais alto e gozou.

Marcela recuperou o fôlego com rapidez e veio me mostrar seu boquete, a garota gosta de chupar, não se fez de preguiçosa, me chupou um bom tempo, sem cansar. Ela queria o meu orgasmo. Ficou de quatro, de lado para os meus olhos enquanto abocanhava o meu pau. Puxei o aparelhinho quase medieval que levei comigo e o introduzi no clitóris de Marcela, a menina reagiu e chupou com mais entusiasmo, bateu uma punheta com meu pênis em sua boca. Gozei horrores, afeiçoado forista. Gozei a alma.

Conversamos um pouco e a conversa agradável quase me fez esquecer de pagá-la, mas me lembrei a tempo. O relógio me alertou a hora de sair, nos despedimos e ganhei as ruas. A tarde estava agradável, um sopro morno nas calçadas fazia o mundo aconchegante. Parei na Casa Cavé e pedi um chá. Tomei o primeiro gole, olhei em volta e pensei: apesar das intempéries, a vida é maravilhosa. Dancinha

membro, Dionizio_RJ, Maya Gueixa, Brand, FAVELINO, ronondex, Senior69, delgran, pgggato45, Preludio, ViciadoEmPeitudas, LP come queto, Wolfgang, Papai Noel, Predator, Velhin Tarado, Saulo Top, o malaco, Pajé, MRio, pauloeduardo, Minilogan, schusk, Az,, Chapéu de Palha, Marcela Leal, Y@N, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
ALICE TIJUCA - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98237-2049
ALICE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
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08 de Dezembro de 2021 às 12:12






Não chamo Alice de Alice, eu a chamo de “Grega”. Por quê? Alice é uma mulher com traços da beleza mediterrânea. Não é somente uma mulher bonita, é uma mulher de beleza original. Não precisei evocar o “Pai Jonas” para ser atendido por ela, pelo contrário, a Grega sempre me convida para um atendimento. Devido aos meus problemas de horário, estávamos há algum tempo sem contato. Corrigi a situação aceitando o último convite que ela me fez.

Oferecendo um breve resumo das minhas impressões, a Grega atende em um dos melhores pontos da bucólica Tijuca. A entrada do prédio é liberada, sem necessitar de identificação; o local fica em uma galeria tradicionalíssima do bairro, que abriga também uma das livrarias mais antigas da cidade (meu livro está lá na Eldorado à disposição dos bons leitores). A sala da Grega é limpíssima, organizada, com um astral que já nos relaxa logo na entrada. A massagem é na maca, mas sempre digo para a Grega que está na hora de disponibilizar também um tatame, detalhe que iria turbinar o movimento. O que dizer da massagem da Grega? É maravilhosa, realmente relaxante e, ao mesmo tempo, excitante. A mente adormece, mas o pau fica duro.

Chovia no fim de tarde em que estive lá, os toques da Grega em meu corpo, somado ao barulhinho de chuva que vinha de fora, formavam uma perfeita atmosfera afrodisíaca. Digo a vocês com toda a sinceridade, me sinto muito bem quando estou com essa mulher. Já faz quase um ano que sou atendido por ela ininterruptamente, fomos desenvolvendo uma relação de afeto, de amizade e de amor. Eu, da minha parte, sou apaixonado por ela, pela maneira como me trata, como me recebe, a consideração que tem por mim como pessoa. Adoro a Grega.

Entre as tantas opções que se apresentam, a Grega é uma das melhores. Além disso, é uma mulher que se cuida, cuida da aparência, malha e é uma balzaquiana enxutíssima. Passou por um programa estético e está parecendo uma garota de 20 anos mais gostosa do que garotas de 20 anos, com a vantagem de ter mais maturidade do que uma garota de 20 anos. Se tenho alguma credibilidade neste fórum, acredite em mim, forista sem fé, não perca a oportunidade de conhecer a Alice.

Pele clara; cabelos negros, lisos e longos; corpo moldado em curvas vertiginosas; pernas torneadas; bundinha que nos faz salivar; beijo na boca da vida real, com língua, saliva e tesão; carinhosa; boa conversa; uma mulher classuda. Vale muito conhecer a Grega.

Recebi a massagem e confesso que em determinado momento quase adormeci imaginando que estava no paraíso na Terra. A Grega me acordou com toques penianos que ressuscitariam até um velho moribundo de 95 anos; emendou em um boquete dedicado, molhado, daqueles que causam ejaculação precoce. Resisti o quanto pude, até que ela alternou o boquete com uma punheta, mantendo meu combalido pênis em sua boca. Explodi, afeiçoado forista, acho que precisei de uns quinze minutos para recuperar o fôlego. A Grega é maravilhosa. Não exagero quando afirmo que toda vez que me despeço dela e deixo a sua sala aconchegante, ganho as ruas como um homem mais feliz.

membro, Senior69, ViciadoEmPeitudas, MRio, Predator, ronondex, Saulo Top, Dionizio_RJ, Papai Noel, schusk, curtiram esse TD.
ISADORA VILHENA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99349-3413
ISADORA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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07 de Dezembro de 2021 às 12:12



PARTE 1 – NARRAÇÃO DO DANTE

É preciso revelar, logo no início desta crônica, que apenas a introdução será escrita por mim, o TD não. Será um texto feito em por dois personagens distintos.

São as ocorrências não calculadas da vida que acabam servindo de tempero para o nosso insosso dia a dia. O que eu posso dizer é que tentei inúmeras vezes, dezenas de vezes, não duvido que eu pudesse tentar centenas de vezes e, mesmo assim, seria inútil. Marcar com a Isadora foi um desafio que não consegui vencer pelas vias normais. A resposta habitual, que vinha após horas de espera, se resumia à fórmula “não tenho horário”. Desta última vez que tentei, a resposta só chegou depois de muita insistência e veio em um formato diferente.

— Tem vaga hoje? — pergunto.

— Você gosta de meninas maia novas. Eu não sou novinha! — responde a famosíssima Isadora que nunca tinha me visto na vida.

— Quem disse isso? — retruco.

— Eu sei disso — ela finaliza a conversa.

É possível que Isadora não leia os meus TDs, pouca gente os lê. Caso lesse os meus TDs e não ouvisse somente opiniões terceirizadas, ela veria que algumas das minhas favoritas são balzaquianas e até coroas. Não é incomum me chamarem de lenda e eu sempre rechaço a qualificação, mas não seria errado aceitá-la, pois lenda é tudo sobre o qual se falam muitas mentiras e pouquíssimas verdades. Talvez, pela minha patética insistência, ela finalmente me ofereceu um horário para o dia seguinte, mas eu não tenho como marcar nada antecipadamente. Recusei a oferta.

Desanimado e frustrado, me ocorreu uma última esperança, convocar uma entidade espiritual para tentar marcar o programa no meu lugar. Evoquei “Pai Jonas”, que fez contato por um outro número de celular, foi respondido pela Isadora em muito menos tempo do que eu e, acredite forista sem fé, conseguiu marcar. O plano consistia em “Pai Jonas” se apossar do meu corpo e ir ao encontro de Isadora. “Pai Jonas” queria ir vestido de linho branco e fumando charuto, mas não aceitei as condições e ele foi com os meus trajes usuais. Chamei o esquema de “Operação Manoel Congo”, inspirado por uma placa sugestiva que vi pregada ao lado da Câmara dos Vereadores do RJ”.




A partir daqui, afeiçoado forista, quem irá narrar a continuação da história será “Pai Jonas”, a identidade espiritual que esteve em meu lugar no encontro sublime com Isadora, uma das nossa celebridades do fórum. Para que “Pai Jonas” possa assumir o relato, terei que evocá-lo seguindo os protocolos sagrados.

BATUQUE DO PAI JONAS


PARTE 2 – NARRAÇÃO DO PAI JONAS

Eparrê baba, eparrê baba. Saravá, meus fio. Pai Jonas assumindo, porque foi o Pai aqui que provou dessa loiraça encapetada e gostosa. O Dante só ficou olhando e tocando punheta. Antes do Pai Jonas chegar no terreiro da Álvaro Alvim, parou no Amarelinho, pediu uma dose da cachaça Salinas para rebater o almoço e depois meteu uma bala House na boca para disfarçar o bafo. Entrei no prédio quando a moça liberou, subi, toquei a campainha, a menina Isa abre a porta e o sorriso para me receber. A recepção segue a coreografia do beijo e do abraço, conforme descrita pelos meus outros filhos de santo, é uma boa forma de receber. O som da TV estava alto e o aparelho auditivo do Dante fazia uma estática tão insuportável que quase estava exorcizando “Pai Jonas”, pedi para a menina diminuir um pouco o volume e ela me atendeu prontamente.

Toalha ensacada, banho e retorno para o leito da Kátia Flávia... Ops... da Isadora. A moça beija gostoso e notei de cara que é das que se entregam, das que aproveitam cada experiência sexual. Fiquei ali enroscado, mamando os seios suculentos da mocinha enquanto ela gemia baixo e alisava meus cabelos. “Pai Jonas” lembrou que Dante emprestou o aparelhinho quase medieval, fui até o bolso da calça, peguei e geringonça e apliquei no clitóris da menina. Isa gemia, se contorcia, falava palavrões. Dei um intervalo e fui chupar a vagina, que estava molhada e morna, a garota voltou a se contorcer e gemer muito. Decidi ir com o aparelho quase medieval até o fim e as reações da Isadora foram fortíssimas, tudo terminou em um gozo épico que obrigou a menina a respirar antes de continuarmos os amassos.

“Pai Jonas” ficou no chamego, falando da vida, dos fóruns e sacaneando o Dante, que só podia ficar olhando a distância. Recuperado o fôlego, Isadora abocanhou o pau possuído do velho Dante e embarcou em um boquete que faz até o Zé Pilintra ter ejaculação precoce. “Pai Jonas” teve que pensar nas galinhas do terreiro, nos pratos de farofa, nos gritos histéricos da Pombajira e em todas as técnicas possíveis para não entregar os pontos antes da hora. Ao contrário do velho Dante, que é meio brocha, “Pai Jonas” tá tinindo, então pedi a moça que vestisse o escafandro no meu pênis turbinado, coloquei-a de quatro e mergulhei nas profundezas do seu templo sexual. Estocadas fortes, Isadora deu uns gritinhos, metida deliciosa, ejaculei com tudo que tinha direito, acho que o Dante foi junto na gozada.

Como impressões finais, “Pai Jonas” diz a vocês, meus filhos de santo, que Isadora nos proporciona uma trepada de fazer tremer o chão. Moça inteligente, de bom papo, gostosa, tem o rosto bonito, aparência jovem (apesar de que ela contesta essa impressão), corpinho bem esculpido, seios de fazer o cabra salivar e uma entrega que faz toda a diferença no tesão. Seu defeito foi não ter marcado com o Dante e sua virtude é que fez o “Pai Jonas” se dar bem na jogada. Agradeço a leitura dos meus filhos de santo, mas está na hora do Pai subir, de retornar ao reino das entidades eróticas. Eparrê, mulambada. Saravá. Reverência

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Nego Dengo, Gusttavo Lima, pgggato45, Senior69, Brand, Dionizio_RJ, Igorviu, Laryssa Mello, Saulo Top, Stella, ViciadoEmPeitudas, Xeique, Deco1272, Tenista, Wolfgang, McLovin, LP come queto, Predator, Galileu, Preludio, Papai Noel, Isadora Vilhena, Armenio, Cabra da Peste, Não é o Antony, schusk, Jaum, Eddie Adams, Digboy, Az,, Pinstripe Paulistano, curtiram esse TD.
JULIANA IGLESIAS - Catete - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99835-7227
JULIANA
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$100.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 TALVEZ

16 de Novembro de 2021 às 21:11





Já era noite, eu estava em casa, tomado pelo tédio, pensando em dar uma respirada na rua, mas pensar em rua é pensar em sexo dentro do mecanismo do meu cérebro pervertido. Lembrei-me de Juliana, a quem a Loren me apresentou dias antes na sala em que atende. Assim que vi Juliana percebi o seu magnetismo, uma menina bonita, com rosto de dançarina de flamenco, seu rosto me remeteu aos traços de uma amiga chilena por quem tenho carinho e tesão. Sim, afeiçoado forista, a Juliana tem leves traços ibéricos, talvez venha daí o seu sobrenome "Iglesias". Charmosa, comunicativa, muito simpática, um corpo provocante, ela atraiu a minha atenção. Chamei pelo WhatsApp e consegui marcar naquela mesma noite.

Pego o Sucatão e dirijo até o Largo do Machado. Saio a procura de um banco para sacar o dinheiro do cachê, tomo um chope para revigorar o ânimo, entro no prédio da rua Bento Lisboa e subo ao andar onde moram todos os pecados. Sou recebido pela mesma recepcionista educada que me atendeu em outras ocasiões, ela me acomoda em um quarto e pede eu aguarde a entrada de Juliana. Tudo fluindo normalmente, sem problemas, fico no quarto conversando com meus botões. Em menos de um minuto, Juliana surge no aposento com toda a sua energia bacana, sorrindo e me recebendo com um beijo gostoso.

Cabelos compridos, sorriso reluzente, pernas grossas, bunda suculenta, seios médios e um belo rosto. Juliana tem um conjunto harmonioso, é mulher de bom papo, jeito suave e carinhoso. Após uma breve conversa que compõe as apresentações, voltamos aos beijos, aos abraços, às carícias. Chupo seus seios, seios bons de chupar, ela acaricia os meus cabelos, nossos corpos se enroscam em um roçar elétrico de alta tensão. Desço até a chaninha quente da menina e passo minha língua com delicadeza, explorando o grelo, a cavidade morna e úmida que formam o shopping sexual da garota. Juliana geme, aperta os olhos e talvez tenha gozado.

Ju toma a iniciativa e inverte a posição, me abocanha em um boquete faminto, me chupa em ritmo de rapel, em um sobe e desce vertiginoso da boca. Tento segurar a minha onda para evitar a ejaculação precoce. A menina tem uma energia sexy que excita até defunto. Volto aos beijos, ela beija bem, com vontade, com língua e saliva. Nossos lábios se embolam, se desembolam, o pau sobe mais e mais durante o jogo erótico. Peço que ela fique de quatro, Juliana se posiciona, empina a bela bunda que a decora. Visto a capa de segurança e meto devagar, sentindo cada avanço do pênis dentro daquele templo sagrado que chamamos de vagina, Juliana rebola, faz com que a penetração seja profunda e excitante. Vou aumentando as estocadas, ela geme mais alto, remexe o quadril... Não dá mais para segurar, explode coração. Gozei tudo que tinha direito, a camisinha ficou parecendo uma caixa d’água de 50 litros. Caí respirando como um asmático na cama, esgotado.

Conversamos mais um pouco, Juliana confirma a sua simpatia e boa conversa. É uma ótima companhia que que agrega um bom sexo. Valeu o encontro. Hora da despedida, fecho a conta e ganho as ruas. A noite seguia adormecendo a cidade, mas libertinos não dormem. A vida segue como uma série da Netflix, até o próximo episódio. Piscada

membro, Yojiro, Senior69, Brand, Fazzo Casanova, Tenista, Wolfgang, Dionizio_RJ, Corcel, Deco1272, ronondex, Saulo Top, Laryssa Mello, schusk, curtiram esse TD.
LOREN ANDRADE - Largo do Machado - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99449-4963
LOREN
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

06 de Novembro de 2021 às 11:11



Alguém poderia dizer que “o Dante exagera”. Sim, afeiçoado forista, concedo o direito que alguém diga isso sobre mim, que me tire como um exagerado, porém, qualquer exagero que eu cometesse sobre a Loren estaria muito aquém do que ela é. Loren não é deusa, não é musa, não é Afrodite, Loren é Loren. Quando uma mulher faz do próprio nome uma marca, um adjetivo que nos remete aos melhores prazeres da vida, isso quer dizer que encontramos uma mulher em sua plenitude. Um homem que ainda não conheceu a Loren, que não provou de seus beijos, de sua língua, da textura dourada e macia de sua pele, que não sentiu o gosto doce dos seus seios, um homem que não lambeu o grelo em relevo dessa mulher é um homem inacabado. Para a Loren, serei mesmo um exagerado, jogado aos seus pés, com mil rosas roubadas, como nos inspirou Cazuza.

Após um compromisso profissional, vaguei pelo Centro, sem rumo, sem propósito, pensando em tomar uma birita em algum lugar. Fiz sinal para um táxi e pedi que ele me deixasse no Largo do Machado. Sentei-me em uma adega. A noite me acolheu, os ponteiros implacáveis do relógio se aproximavam das 21h. Na terceira virada de chope, as pupilas se dilataram, o mundo ganhou brilhos que antes eu não enxergava, a euforia tomou conta da mente e o meu combalido pênis manda um sinal de S.O.S. O chope pode ser afrodisíaco. Quem eu poderia procurar naquele horário? Nem para as Termas valeria a pena ir. O que fazer? Naufragado numa sexta-feira, peguei o celular, busquei o número da Loren e mandei uma mensagem como quem lança uma garrafa ao oceano intraduzível.

“Loren, está atendendo?”

“Estou, amor.”

“Posso ir te ver?”

“Claro.”


Um sorriso idiota brotou em meu rosto. O chope, a euforia do álcool, a noite morna, as luzes coloridas ressaltadas para os meus olhos. Sim, acredite, forista sem fé, eu vivia naquele breve instante uma amostra da vaporosa e fugidia felicidade.

Fui atrás de um caixa eletrônico para sacar dinheiro, apertei o passo e subi à sala da diva. No corredor do andar, esbarrei com um monte de sapatos postos à beira das portas e com um gato me encarando. Um gato, estimado forista. Não sei que tipo de profecia isso poderia representar, mas ele me olhava imóvel naquele corredor deserto e entulhado de sapatos por todos os lados.



Toquei a campainha da sala, uma moça me recebeu, me conduziu ao quarto e pediu que aguardasse, Loren estava se preparando. A entrada de Loren no quarto não é a simples entrada de uma mulher, é quase um espetáculo pirotécnico. Ela avança, beija, pega o pau, cola o seu corpão no meu, entrega a língua em minha boca como se entregasse um banquete nababesco. Vestida com uma lingerie preta e cavada, exibia toda a exuberância das suas curvas perfeitas, mais que perfeitas, curvas subjuntivas, curvas que não aceitam conjugação verbal. Loren não é somente uma mulher, é uma vertigem sexual.

A partida começa, nos agarramos, nos atracamos na cama. Peles se roçando perigosamente, beijos abissais, meu combalido pênis desliza pelas ondas da Loren como quem traça a rota de um cruzeiro. Desço à vagina para chupá-la, ela geme, se contorce, agarra a minha cabeça, me aperta com suas coxas, avisa que vai gozar e... goza. Todos os membros dela se amolecem, ela relaxa, os olhos cerrados, a língua umedecendo os lábios. Mulher absoluta, única. Com uma disposição infinita, ela investe no boquete, me engole, devora meu pau, meu saco, alisa as minhas pernas. Sou tomado por arrepios. Peço que ela fique de quatro, ela obedece como uma gueixa que deseja agradar, penetro em sua boceta com afobação do bêbado, com a ereção em meia bomba. Percebendo o meu estado etílico, Loren volta a me chupar, mas dessa vez vem para liquidar a fatura. A boca da mulher não cansa e ela só se deu por satisfeita quando extraiu toda a minha seiva. Digo a vocês, gozar com a Loren deve ser algo semelhante aos delírios provocados por algum poderoso narcótico. Mulherão.

Minha vontade seria pagar a diária de três dias e ficar ali deitado ao lado daquela fêmea belíssima, embolado em seus longos cabelos negros, hipnotizado por seus olhos de cigana erótica, amarrado em suas coxas perdidas entre as minhas coxas.

Levantei-me da cama com dificuldade, me despedi com tristeza e agora revivo com as palavras a noite feita de gritos e sussurros. Eu me apaixonaria se meu coração ainda existisse, mas não posso deixar de me entusiasmar com essa obra-prima e incomparável da natureza que nos surge com o nome Loren.

Do Largo do Machado fui para a Lapa, me misturei àquela multidão sedenta de vida, caminhei até o Bar do Baiano, na rua da Relação. Varei a Gomes Freire sozinho, cortando ébrios, indigentes e travestis. Chegar ao Bar do Baiano foi como avisar um pedaço de terra no meio de um mar imenso.

— Dotô, até que enfim o senhor apareceu, heim? Ó sua mesinha ali, vai lá que já levo
a sua cachacinha.

Eis que, finalmente, o Robson Crusoé estava na sua ilha acompanhado do Sexta-Feira. A vida pulsa.

membro, LP come queto, Dionizio_RJ, Carol Iglesias, Papai Noel, Corcel, Senior69, Brand, Predator, Laryssa Mello, schusk, curtiram esse TD.
LOREN ANDRADE - Largo do Machado - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99449-4963
LOREN
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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04 de Novembro de 2021 às 00:11






Acredite, forista sem fé. Hoje estive com uma mulher lindíssima; digo com toda a certeza, a mais bonita que conheci neste ano de 2021. Quando li os relatos de alguns camaradas sobre a mulher, pensei que pudesse haver risco de algum exagero, mas agora acredito que faltou até maior empenho lexical para definir o mulherão que é a Loren. Não é nova no ramo, mas o seu desempenho é de uma virgem de convento que descobre o sexo e se entrega inteira aos desvarios da carne. Loren é um pitbull sexual.

Pisei com minhas botas gaúchas na terra sagrada do Largo do Machado quando o fluxo, o refluxo e o contrafluxo convergiam para o final da tarde. Um sol morno banhava as árvores seculares e iluminava o cenário da quarta-feira amena. Eu estava adiantado, decidi parar em um boteco dos arredores para entornar um chope, fazer hora e apreciar o movimento das ruas. Tudo parecia estar mergulhado na ressaca do pós-feriado.

Encostei a barriga no balcão e pedi uma tulipa, o copo veio transpirando gelo. Uma senhora baixinha e grisalha à minha frente, no canto oposto ao que eu estava, entornava sua quarta dose de álcool, fazendo questão de ostentar a coleção de copos vazios.

— Bom beber em dia assim, né, cabra? — a senhora, com sotaquer nordestino, falou comigo.

— Verdade — respondo sem muito interesse em manter o papo.

— Neste país fodido, cheio de bunda mole, que bota a gente na merda, é o que resta, né, cabra? É beber para esquecer.

— Pois é — continuo sem dar corda.

— Você votou em quem pra presidente, cabra?

— Ô, minha senhora, já até esqueci em quem votei.

— Esqueceu ou tá com vergonha de dizer, cabra?

— Não. Esqueci mesmo. Não ligo muito pra isso — desconverso para me livrar do assunto.

— Cabra, Dom Pedro II tem que voltar. Tem que voltar. Viva Dom Pedro II – a idosa esbravejou.

Provavelmente, neste momento, meus olhos saltaram da órbita. Confirmando a minha fama de para-raios de loucos, eu estava bebendo ao lado de uma insana que clamava pela volta do imperador.

— Grita comigo, cabra. Vamos mostrar pra esses merdas. Viva Dom Pedro II. Volta, Dom Pedro II.

Ergui o copo movimentando os lábios, fingindo que repetia o mantra monarquista, pedi a conta, paguei e corri dali. Estava na hora do encontro, entrei no prédio da rua Bento Lisboa e o porteiro me chamou.

— Rebe rbre berreppb potev tebho.

Sim, afeiçoado forista, você leu certo. O porteiro, de máscara, tentava expressar algum tipo de frase e eu não entendia porra nenhuma do que ele tentava dizer. Quase perguntei se era língua do “P” ou alguma versão mais remota do tupi-guarani.

— Rege popov nagu vinhame — o sujeito insistia.

— Meu senhor, eu não estou entendendo. Pode repetir?

— Carcara milhone quinhu.

— Meu senhor, não estou conseguindo entender de jeito nenhum. Pode falar sem a máscara?

O porteiro me lançou um olhar de quem parecia prestes a puxar a peixeira e abrir meus ouvidos até expor os meus tímpanos.

— Vai em que sala? — finalmente ele falou português.

Informei a sala e subi. No corredor do andar, vários sapatos em frente a várias portas. Coisa estranhíssima, mas como tudo estava estranho naquele final de tarde, tentei ignorar a situação. Custei a achar a sala, que fica exatamente no fim do corredor, quase camuflada. Toquei a campainha, alguns segundos depois uma recepcionista educada abre, me conduz ao quarto e pede que eu aguarde. O lugar é simples, mas funcional, vi que são cabines e acho que dei a sorte de ficar em um aposento grande, com cama de casal.



A porta se move, Loren entra. Creia, afeiçoado, meu queixo caiu da boca, rolou até o metrô, saltou na Central do Brasil e retornou de táxi ao Largo do Machado. Nesse meio tempo fiquei estático, bestializado, estonteado diante daquela beldade exuberante, inesperada e incomparável. Loren é literalmente uma deusa, musa, seja lá o que for que possa definir sua beleza harmoniosa e superior. Antes que eu dissesse a primeira palavra, ela veio para cima de mim, enfiou a língua na minha boca, agarrou meu pau, meu deu uma rasteira, arrancou a minha roupa e me estupraria se eu não interrompesse o coito com um pedido de vista do processo. A garota é vulcânica.

— Espera um pouquinho. Quero te apreciar — pedi.

Cabelos negros lisos e compridos; rosto simétrico, belíssimo, com olhos de cigana, sorriso largo e contagiante; pele bronzeada, exibindo micro marquinhas de biquíni; barriga zero; pernas grossas, torneadas; bocetinha lisa e rosada; os seios (ah, os seios), pequenos, durinhos, com biquinhos rosas, cabem inteiro na boca e fiquei doido chupando aquelas duas pequenas peras.

Sim, você acertou se vai dizer que levei o meu aparelhinho quase medieval. Levei. Pedi que Loren se deitasse, liguei o apetrecho e a menina gozou de urrar. Depois disso, ficou sensível e não pude investir muito na linguada em sua vagina suculenta. Pedi que ficasse de quatro e contemplei aquele rabo tatuado como quem desvenda o mapa mundi da luxúria. Meti, Loren rebolava, gemia, se contorcia. Pede para me chupar. Deitei-me e deixei acontecer.

Incrédulo forista, o boquete da Loren não é um boquete, é uma experiência sensorial. Em certo momento da mamada, eu me vi dentro do Entreprise pedindo socorro ao Capitão Kirk. A garota chupa com um mix de técnicas e confesso que foi impossível resistir por muito tempo. Gozei. Sim, gozei horrores. Gozei parte da alma na boca da Loren. Ficamos conversando e namorando um pouco mais. O beijo da moça é uma delícia, beijo de namorada que trai, mas diz que te ama. Maravilhosa a Loren.

Fim do tempo, me vesti, concluímos nossa despedida e ganhei as ruas. Quando saí do prédio, dei de cara com uma floricultura e eu estava tão extasiado pelo momento vivido que entrei na loja e enviei flores para a musa. Há muitos e muitos anos que eu não fazia isso. Um pouco mais tarde, ela me chamou e agradeceu emocionada.

No rádio do carro tocava um sucesso de outras eras e diante dos meus olhos cansados a cidade se descortinava. Para um velho viking, a jornada nunca termina.

La Bouche - Sweet Dreams



membro, Brand, Papai Noel, LP come queto, Fazzo Casanova, Tenista, Pajé, DrTits, Dionizio_RJ, lord_omagnifico, Saulo Top, Gusttavo Lima, Predator, Laryssa Mello, Não é o Antony, Jucabar, schusk, Y@N, curtiram esse TD.
PONTO DE RUA - Av. Atlântica , Copacabana - Rio de Janeiro - RJ
CARLA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 NãO

31 de Outubro de 2021 às 22:10



b]Acredite, forista sem fé, já fiz sexo com quase tudo que anda e rasteja sobre a terra, nos mais diversos recantos e guetos onde fosse possível saciar a interminável fome de carne humana, não há exagero nessa declaração. Hoje sou um cowboy velho, não desses falsos valentões que atiram pelas costas, mas uma espécie de Gregory Peck no filme “Da Terra Nascem os Homens” (The Big Country) — se não assistiu, procure assistir. Posso dizer que eu e o meu Sucatão entramos nas sombras em que homens comuns jamais estiveram. Sempre penso que vi de tudo, mas como diz a sabedoria popular: o jogo só acaba quando termina.

MISSÃO

Entrei no carro, acionei o motor e deslizei sobre o negrume frio do asfalto noturno. As luzes pálidas dos postes fumegavam amarelas, refletidas nas poças de água da chuva fina que assolava o Rio. Girei por ruas e esquinas da cidade entorpecida até determinar um rumo para seguir, decidi rodar por Copacabana, ver o que sobrou do antigo frenesi de um bairro que foi chamado no passado de a cidadela do pecado. Acelerei, o Sucatão roncou como se convocasse os demônios escondidos sob as trevas dos esgotos, avançamos determinados em direção à Princesinha do Mar.

Apesar da chuva e de ser um dia do meio da semana, havia algum movimento de pedestres na madrugada de um bairro que ainda tenta não dormir. Botecos abertos e as luzes de neon fantasiando uma terra colorida que ilude os gringos incautos. Entrei pela av. Prado Júnior e peguei a av. Atlântida em direção ao Leme, eu quis fazer o retorno e percorrer toda a orla de Copacabana. Pouco depois da Praça do Lido, avistei um grupo de meninas. Você poderia perguntar, incrédulo forista: seriam realmente meninas? Sim, eram meninas. Uma delas encaixada em uma minissaia branca que arrematava a sensualidade de uma camiseta escandalosamente decotada. Loira, sarada, cabelos lisos na altura dos ombros. Fiquei vidrado. Segui e fiz o retorno para passar outra vez em frente àquela visão dourada. Diminuí a velocidade, lancei a direção para beirar o acostamento e parei em frente a garota. Ela se aproximou da janela do carona, em uma coreografia já esperada, e me olhou com uns olhos verdes capazes de incinerar qualquer desilusão.

— Boa noite — eu disse — como faço para ficar com você? — a pergunta é cretina, mas a noite exige, invariavelmente, que sejamos cretinos.

— Boa noite, meu bem. São cem reais o boquete e duzentos com tudo.

— E para onde podemos ir? — continuei.

— Aí depende do que você quer, amor.

— Quero tudo.

— Então podemos ir para onde você quiser.

— Entra — liberei a porta do carro para a loira.

Ela entra, se acomoda e me dá um selinho.

— O pagamento é adiantado, tá amor?

Detesto meninas que pedem dinheiro antes da foda, mas compreendi a situação e paguei.

— Qual seu nome? — perguntei.

— Carla e o seu?

— Dante. Meu nome é Dante.

LICENÇA PARA MATAR


Quem nunca perguntou a uma garota de programa se ela faz oral sem camisinha? Se beija na boca?

— Depende da higiene, querido — responde a querida.


Existe resposta mais brochante do que essa? Geralmente, quando a menina me responde isso, eu bloqueio no zap ou cuspo no anúncio. De que adianta dar uma resposta desse tipo? O cliente anti-higiênico nunca se acha anti-higiênico, na verdade ele ignora noções de higiene, por isso vai se achar sempre em perfeito estado de limpeza, mesmo que cheire a cocô de gambá. Lembro-me de um rapaz baixinho e magricelo, antigo nos fóruns, que alguns apelidaram de “anão de sinagoga” (não me perguntem o porquê), certa vez ele foi rejeitado por uma acompanhante por se recusar a tomar banho antes do programa, era noite e o “anão” alegava que já havia se banhado pela manhã e que sua cueca era feita de um tecido especial que absorvia o suor da região da virilha. Ou seja, um porco, mas os porcos se acham limpos e inventam até dispositivos de limpeza automática que dispensam o banho.

— Caro Dante, por que essa introdução? — perguntaria o forista que se esqueceu de tomar a dose de ansiolítico.

Este prefácio é apenas para ensinar às mulheres que sentenciam que “depende da higiene” é uma atitude inútil, vai afastar os limpos e atrair os porcos. Infelizmente, foi essa a resposta que Carla me deu dentro do carro, quando perguntei sobre beijo na boca e boquete sem camisinha. A minha vontade foi ejetar o banco de carona com a puta sentada nele, lançá-la ao espaço sideral, onde talvez encontrasse o Jeff Bezos fazendo outro carnaval estelar com sua Blue Origin. Contive-me.

— Para onde vamos, meu bem? — esse negócio de “meu bem” me afeta nos nervos.

— Você não disse que eu poderia ir para onde quisesse? — respondi.

— Eu disse, mas quero saber para onde vamos.

Pensei por alguns segundos e me decidi sobre o local, decisões apressadas são sempre as piores.

— Estou indo para um motel na Glória.

— Na Glória?!

— Sim. Não era para ser onde eu quisesse?

— Ai, mas a Glória é longe, meu bem.

— Relaxa. Agora já estamos perto.

Dirigi em direção ao Motel Alameda, na rua Cândido Mendes, no coração da Glória, um matadouro que conheço desde o início dos anos 90. Fui para lá movido por uma inesperada nostalgia. No meio do caminho, na Praia do Flamengo, uma blitz se agigantou diante do meu Sucatão, fizeram sinal para que eu parasse. Pela primeira vez vivi uma cena de filme americano, um PM gordo, munido de uma lanterninha potente, jogou a luz na minha cara e perguntou para onde eu estava indo. E o direito de ir e vir? — pensei. A garota ao meu lado não permitiu nem se quer que eu respirasse, respondeu antes de mim.

— Para um motel na Glória.

O PM gordo olhou para a garota, mirou nas coxas roliças; depois olhou para mim, mirou na minha barriga imoral, nos meus cabelos grisalhos e praticamente retrucou com a expressão dos olhos: “e quem vai te comer no motel, gostosa? Esse velho com pinta de brocha?

Como tudo o que foi dito, foi dito apenas com olhares, o silêncio imperou durante o duelo visual até o obeso de farda nos liberar.

— Pode ir.

Foi a primeira vez que precisei de permissão para comer uma puta. Seguimos nosso rumo. Pedi um quarto comum do Alameda, que possui acomodações pequenas, mas funcionais para quem quer dar uma rapidinha. Peguei a chave e fomos para a alcova. Entrei para o banho enquanto Carla sintonizava um funk de favela no celular, nada contra, mas para o sexo não é algo que me sugere combinar muito. Saio do banho e vejo a menina nua, rebolando a raba ao som de um videoclipe da Anitta.

ANITTA

— Vem dançar, meu coroa — Carla me chama puxando a minha toalha e revelando todos os meus impudores.

Dei uma reboladinha para acabar logo com aquilo e iniciar o que me interessava. A menina tem um corpo bonito. Seios pequenos em forma de peras; coxas grossas, aparentemente torneadas em academia; barriga zero; bunda redondíssima e arrebitada; a idade deve girar entre 25 e 28 anos. Comecei com os beijos, nessa altura tocava outra melodia esquisita no celular, Carla me informou ser do MC Sapão.

MC SAPÃO

Entrei no ritmo. A mulher beijava gostoso, chupar seus peitos estava uma delícia. De repente, ela ergue o corpo e monta sobre o meu tronco, começa a esfregar a boceta perigosamente no meu pequeno e enrugado pênis, mais um pouco e eu teria ejaculação precoce. Ela anunciou que ia me fazer um boquete. Afeiçoado forista, que boquete! Talvez eu nunca tenha sentido sensação parecida, não sei qual a técnica que a puta usou, mas o fato é que devo ter gozado tudo e mais um pouco em trinta segundos do início da sucção. Impressionante.

Carla se levantou e começou a se vestir, entendi o recado e fiz o mesmo. Paguei a conta do motel. Entramos no Sucatão e inseri um pen drive com músicas selecionadas no aparelho de som, giro a chave e ganhamos os mistérios silenciosos do asfalto. A música começa a vazar pelas caixas. Carla solta a sua última pérola...

a-ha - The Living Daylights

— Caralho! Que música de velho.

Cai o pano No

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
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CLUB 502 - Rua da Alfândega, 65 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97161-1880
GIOVANA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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30 de Outubro de 2021 às 23:10



Sexta-feira, o dia chuvoso não me animava muito, mas a febre do rato quando vem é irrefreável. Tentei contato com várias meninas do meu catálogo, todas sem horário, o que me faz concluir que estão todas ricas. Sem muita esperança, enviei mensagem para a Giovana e perguntei se ela estaria na 502 à noite, a resposta foi positiva e meu destino foi traçado.

Já escrevi sobre a Giovana, é uma menina de pele muito branca, alvíssima; em torno dos 22 anos de idade; cabelos bem curtos, batidos na nuca, estilo Joãozinho; um sorriso de propagada da Colgate; seios grandes, firmes, um deles com piercing, deliciosos de mamar; coxas grossas; barriga zero; boceta rosada e lisa, bunda arrebitada e esférica. A garota é muito bonita, simpática e um pouco tímida no papo. Pelo WhatsApp, ela disse que estava com saudades de mim, me ganhou.

Às 18h parti para o bordel, na recepção perguntei ao gerente se a Giovana já tinha chegado, ele me informou que ela estava na casa, mas para que eu corresse em marcar, pois logo chegaria um BOP que aluga a ninfa a noite toda. Segui o conselho, marquei. Giovana entra na alcova vestida como diabinha sexy (dia de festa a fantasia), lindíssima. Partimos para os beijos e ela beijou com verdade e carícias na minha nuca. Peço que ela se deite, saco do bolso da calça meu aparelhinho quase medieval, ela pergunta o que é e instruo que ela apenas sinta. Giovana gozou horrores com a alegria do velho. Ela parte para o boquete e me chupa com pressão suave, engole o meu combalido pênis, me masturba com a cabecinha na boca, uma delícia. Chupo sua vagina macia e ela goza outra vez. Fica de quatro com o rabo empinado e penetro sem pedir licença naquela boceta linda. Giovana geme, rebola, se empina mais, diz que está gozando novamente. Explode coração. Gozei até a alma.

Conversamos um pouco, me despedi e deixei o quarto. Fui dar uma conferida no salão da boate, alguns poucos clientes, mas quase não havia mulheres. Gosto da 502, talvez porque em 2018 eu tenha ajudado a ressuscitar a casa, mas é impossível negar que a casa entrou em uma decadência que parece irrecuperável. Paguei a conta, ganhei as ruas e decidi visitar o Clube 210 na rua Uruguaiana. Continua... Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
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SOLAR MASSOTERAPIA - R. Soriano de Souza , Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98216-5302
DANDARA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
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27 de Outubro de 2021 às 00:10


DANDARA - https://www.muraldoprazer.com/relaxante/dandara/

Anoitecia na bucólica Tijuca. O movimento intenso da rua Conde de Bonfim demonstrava a pressa dos heroicos tijucanos em retornar aos seus ninhos. As árvores não se moviam, não havia vento ou brisa, mas um chuvisco leve, quase imperceptível, insistia em umedecer as calçadas. O céu cinza ia se tonalizando em uma mancha escura sobre a minha cabeça. A vida pulsava durante o rush.

Confesso a você, afeiçoado forista, cada vez menos tenho vontade de ir ao Centro da Cidade, lugar que foi minha paixão e cenário preferido por décadas da minha vida. Se pelo Centro passou a Belle Époque, hoje o que dança ali é a tragédia brasileira. Para mim, ver o Centro atual é motivo de imensa tristeza. Como estou tentando escapar das tristezas, preferi ficar neste bairro magnífico onde a minha existência está plantada, a icônica Tijuca.

A Tijuca é aquela região do Rio que não é subúrbio nem Zona Sul, é uma espécie de Twilight Zone. Sinto falta que não exista mais no bairro uma grande Terma ou algo parecido, onde eu pudesse repousar os meus infames desejos. Temos a Massagem Tijuca, que viveu seus tempos de glória quando a proprietária era uma garota que fez carreira na boa e velha Termas 65; agora, com outro dono, a casa é uma porcaria. Tivemos no bairro também a majestosa Termas Continental, que ficava em frente à estátua do Bellini, no Maracanã, quem a vê agora só enxerga ruínas. É estranho que um bairro como a Tijuca, onde moram mais consumidores de sexo por metro quadrado do que em qualquer outro bairro, não ergam um templo para a oração herética dos libertinos. Está faltando visão empresarial.

Apesar da ausência de um grande estabelecimento sexual, pululam no meu território meninas e mulheres que atendem como terapeutas ou massagistas. Hoje descobri uma das boas representantes da classe. Sentado em um banco da Praça Saenz Peña, degustando um açucarado churros, pensando na vida enquanto observava mendigos e moradores de rua disputando espaço vip sob as marquises, eu batucava no celular em busca de alguma opção promíscua do bairro. Esbarrei no anúncio da Dandara, mulher robusta, de rosto bonito e sorriso charmoso na foto. Fiz contato e marquei para alguns minutos depois.

Dandara fica em um prédio em frente ao Tijuca Tênis Clube, ao lado de uma igreja, pois o bom libertino é sempre um sacrílego. Atravessei a portaria sem nenhum entrave e subi. Quando eu ia tocar a campainha, havia uma fila de mais um cliente diante da porta, a própria Dandara nos recebeu e informou o pequeno congestionamento de clientes no local naquele horário. Tudo certo, meti a cara novamente no celular e não olhei para ninguém. Finalmente, depois de alguns minutos, Dandara me conduz ao quarto.

— Vá direto ao assunto, Dante. Que enrolação — diria o forista que sofre de ansiedade neurótica e que esqueceu de tomar o comprimido de Prozac das 18h.

Dandara é uma balzaquiana vistosa, cabelos na altura dos ombros. estilo pedaçuda, rosto bonito, corpo imponente, sorriso sexy e um jeito sensual. Não perdemos tempo e nos beijamos antes mesmo de tirar a roupa. Acredite, forista sem fé, Dandara é um dos melhores beijos que provei nos últimos tempos. Beija de verdade, como namorada, com direito a carinhos na nuca, línguas enroscadas e um aconchego provocante. O pau subiu. Saio arrancando meus trajes com afobação enquanto Dandara se despe do seu vestido preto justinho. Mais beijos, mais alguns beijos, outros beijos. Beijei demais aquela boca, um tesão de boca. Desço um pouco e começo a mamar seus peitos grandes e suculentos, mordo os biquinhos, ela geme, geme muito. Peço que se deite e começo a explorar seu corpo com a língua, com o faro, como cachorro em busca da caça. Dandara geme, seu rosto se transfigura numa expressão de prazer que quase me causa ejaculação precoce.

Aqui, a minha surpresa, saco do bolso da calça despencada no chão o meu aparelhinho quase medieval, aciono o dispositivo e toco com ele a vagina carnuda de Dandara, a garota quase saltou ao teto. O aparelhinho é tiro e queda e tem feito a alegria do velho Dante. Depois de gozar, Dandara inverte a posição e me maltrata com um boquete de pressão aliado a carícias no meu saco escrotal envelhecido e grisalho. A coisa estava tão gostosa que deixei rolar até o fim, gozei horrores.

Quando saí do prédio, uma Kombi em frente à igreja estava tocando e vendendo CDs do Dicró, um clássico. Tocava Praia de Ramos.

PRAIA DE RAMOS - DICRÓ

“Domingo de sol
Adivinha pra onde nós vamos?
Aluguei um caminhão
Vou levar a família na Praia de Ramos
Domingo de sol...”


Ensaiei uns passos, comprei um CD e sambei em solo sagrado. Yes

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WHISKERIA 4X4 - R. Buenos Aires, 44 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99219-1063
JULIA
NEUTRO
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24 de Outubro de 2021 às 16:10



Sexta-feira. Confidencio a você, afeiçoado forista solidário, passei uma semana lutando contra uma forte crise de depressão, é por isso que peço que não estranhe o tom gótico das frases que possam emergir da minha escrita. Coisas da andropausa. Devido ao meu estado emocional fragilizado, tentei não me aventurar pelo Centro sozinho, enviei mensagem para um e outro forista de museu, todos me deram a entender que não iam ao Centro, mas depois todos foram ao Centro, apenas não fizeram questão da minha presença. O que eu posso dizer? Formam uma panela, os mais antigos em fóruns ainda praticam o comportamento excludende de panelas. Evito panelas. É provável que falte afinidade comigo. Por sorte ou azar, desperto sentimento de afinidade em pouca gente desse meio, é o preço que pago pela minha sofisticação.

Antes de me arriscar na incursão solitária e imprópria desta última sexta, planejei ir a Black White, em Bonsucesso, sobre a qual venho recebendo boas referências. Arrisquei chamar um camarada que nunca me chama para nada e que, quando eu o convido para algum programa, jamais me faz companhia. Amizade de fórum? É o mesmo que acreditar que Deus é brasileiro. Em fórum a amizade existe tanto quanto Deus é real. Restou-me a habitual solidão, enfrentar a tristeza que me abatia. Sina de libertino. Para não cair na mesmice, escolhi visitar, após anos de ausência, o famoso jeepão, a internacional 4x4. Aqui, faço um adendo, nunca gostei da 4x4, sempre a vi como uma terma de mulheres batendo cabeça, estressadas, dispendiosa para o cliente e com atendimento geral ruim pelo que cobra. Levando em conta que a casa sofreu um hiato após o incêndio que ceifou algumas vidas, decidi verificar pessoalmente as mudanças supostamente realizadas no ambiente.

Sou gaúcho de nascimento e carioca na criação, mas foi na minha terra natal que desenvolvi bom gosto por mulheres e por bordeis. Veja, estimado forista, na minha envelhecida opinião, a 4x4 é um estabelecimento para amadores.

— Como para amadores, Dante? Tá maluco?! Vários putanheiros das antigas frequentam.

Explico. Existem dois tipos de amadores, o putanheiro novato e o putanheiro que não evoluiu. O novato a gente perdoa, ele se guia pela fama dos locais, mas o putanheiro antigo faz parte da massa irremediável de idiotas que imagina que quanto mais caro paga melhor é. Vive mergulhado em um anacronismo doentio, acreditando em fantasias do passado, em lembranças que se foram e não voltam mais.

Assim que pisei no salão da boate, achei tudo uma porcaria. Provavelmente, por estar imbuído de altas expectativas devido aos relatos que leio em diversos fóruns, o meu tombo foi violento. Mulheres medianas, algumas que eu incluiria até na categoria barangas. Nada disso deveria me surpreender, um dia desses vi um forista na 65 em beijos furiosos na boca com uma mocreia que eu não pegaria nem se estivesse bêbado na Vila Mimosa. Existe uma categoria de forista que gosta de gordas e mulheres feias, não censuro, o que me aterroriza é o sujeito pagar mais de 400 contos para viver um episódio de terror. O circuito 4x4, 65, Cancun e M30 (as termas que cobram mais de 300 contos por uma bimbada) é o circuito do putanheiro amador. A MV30, lá no ponto mais desolado do Centro da Cidade atualmente, ainda vive uma espécie de delirium tremens, imaginam-se a Centaurus do Beco da Sardinha.

Essas termas possuem mulheres bonitas? Sim. São ruins? Não necessariamente. Essas termas possuem quartos bons? Nem todas. Essas termas têm atendimento diferenciado? Não. Então por que são mais caras, Dante? — perguntaria o forista inconformado. Aí é que está, são mais caras na esperança de que otários acreditem que o bom é quando se paga mais caro. Não há motivo que justifique os preços elevados. Nos trashs também encontramos mulheres bonitas, são animados, há boas fodas e pagamos menos da metade do preço que as termas do caboclo esnobe cobram. Ah, mas os quartos dos trashs são péssimos, nobre Dante — diria o forista do departamento de cama, mesa e banho. Se eu quisesse lençóis de cetim, travesseiros de pena de ganso e incenso de lavanda no ar, iria para um SPA em Búzios, não para um puteiro.

Fiquei lá no meu cantinho dentro da boate, observando, discreto. Reconheci o rosto de alguns foristas conhecidos, desses que já devem ter mofo e teia de aranha no pau. Uma negra vistosa se aproximou de mim, interessante a menina, começamos a conversar, fiz a entrevista e ela me revela que só faria o boquete de camisinha. Puta que pariu — quase gritei — a mulher acha que vou pagar mais de 400 contos para ser chupado de camisinha? É orientação da casa — ela responde. Um colega me alertou que foi vítima do “boquete com camisinha da 44” e que a menina com quem ele saiu também alegou “orientação da casa”. Inacreditável.

Vi uma branquinha de cabelo ruivo, corpo certinho, Julia seu nome, chamei para a entrevista. A menina não decretou nenhuma restrição e como eu queria cumprir todo o processo de inspeção do bordel, pedi uma alcova. Não irei me estender porque não vale a pena, a foda foi fria, o boquete sem camisinha que talvez fosse até melhor se ela tivesse colocado o preservativo. Resumo: dinheiro jogado fora.

Deixei o puteiro mais pobre e previsivelmente insatisfeito, mas foi um dia de boas lições. Decidi reduzir a minha lista do WhatsApp, cheia de nomes inúteis, que não me convidam para nada; reconfirmei que a 4x4 é para amadores e deslumbrados; comprovei que fórum nunca foi portal de amizades; atestei que o universo está a caminho da extinção, pois os idiotas não garantem a perpetuação da raça. Mas nem tudo estaria perdido. Caminhando para o metrô, recebo uma mensagem do meu bom amigo Teixeirinha, quase um amigo de infância, amigo de pacto de sangue, amigo de verdade, hoje nos vemos em ocasiões bissextas, ele estava me ligando para um encontro. O destino tem dessas coincidências bonitas.

(Continua...)

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MAYA GUEIXA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97525-7188
MAYA
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19 de Outubro de 2021 às 03:10



Segunda-feira cinza, a chuva fina insistia em molhar as calçadas e as árvores pensativas da bucólica Tijuca. Pela janela, em dia de home office, eu observava a dança dos guarda-chuvas, até que me veio a inquietação ancestral, a famigerada febre do rato. Fui ler o fórum e me deparei com as reclamações de alguns coleguinhas. Maya é um risco, diziam os comentários. Risco... essa palavra me excita, me desafia. Que emoção resta para um velho libertino cascudo como eu que não seja a emoção de se arriscar, de saltar no improvável, de nadar contra a corrente? Peguei o celular e enviei mensagem pelo WhatsApp.

“Boa tarde, Maya. Tem horário para idoso? Não se esqueça, idosos têm prioridade.”

Em menos de um minuto ela me responde com risadinhas (kkkk) e complementa:

— Hoje está complicado, amor.

— Ah, que pena, eu já saí com você. É o Dante aqui.

— Dante?! Oi, meu amor, seu velho safado. Espera um minuto que vou tentar dar um jeito pra você — e deu um jeito, me arranjou um ótimo horário.

Sorry, periferia — não sei o porquê, não vai nenhuma ironia ou descaso nisso, mas me lembrei dessa frase genial do turco Ibrahim Sued. Que maravilha sentir o interesse de uma mulher em nos atender, que delícia receber um pouco de atenção diferenciada. Maya foi para o topo da minha lista de preferências, promovida por um simples gesto de carinho que manifestou por mim em tão pouco tempo. Que as traças de agenda aprendam com essa musa, que as bonitinhas mequetrefes do Largo da Carioca assimilem a aula da sacerdotisa. Olho vivo, que cavalo não desce escada — dizia o mestre Ibrahim.

Às 17h30 em ponto, eu penetrava nos domínios palacianos do AA37 e tocava a campainha da Sherazade que me remete às mil e uma noites. Alguns segundos de suspense e a porta se abre devagar.

— Chegou rápido, amor. Nem me preparei para você — vejo aquela mulher deslumbrante e imagino o que seria se ela tivesse se preparado.

Entro no pequeno templo de prazeres mundanos em que habita a nossa gueixa, tiro a roupa e ela vai para o banho. Pela fresta da porta do banheiro, vislumbro o corpo tatuado; a água do chuveiro escorrendo e acariciando cada ponto de suas curvas psicodélicas. Enquanto aguardava a diva, meus ouvidos biônicos captaram um som que emergia de algum recanto remoto do prédio.

The Killing Moon

Custei um pouco a reconhecer, mas era o som de Echo & The Bunnymen com The Killing Moon. Puta que pariu, a tarde prometia ser perfeita, porque boas músicas são bons agouros.

Maya retorna do banho emoldurada por uma calcinha microscópica. Ai, papai! Adiantei-me para beijá-la, o beijo é suave como de uma namoradinha apaixonada. Peço que ela se deite, ofereço uma massagem e ela aceita me oferecendo um de seus cremes. Minhas mãos deslizam por cada pedaço daquele corpo pedaçudo, por cada beco, por cada segredo que guardam suas sinuosidades. Maya geme alto quando consigo desfazer alguma tensão escondida entre nervos e músculos. Massageio seus pés e a menina murmura palavras ininteligíveis. Beijo seus pés, pés pequenos, ela estremece e geme ainda mais. Acredite, forista sem fé, que delírio, que delírio...

Voltamos a nos beijar, mamo seus seios magníficos, Maya revira os olhos, geme, geme, geme... Mordisco os biquinhos, ela alisa a minha nuca, me arrepia com as unhas. Desço em uma escalada reversa à sua vagina úmida, quente, vulcânica. Antes de chupar, aviso que trouxe um brinquedinho e pergunto se posso pegar.

— Brinquedinho? Ah, agora fiquei curiosa, Dante. O que é?

Antecipo-me, estimado forista, não eram flores. Sou forista, não florista. Além disso, ainda não terminei o meu curso de jardinagem à distância. Levanto-me e busco o brinquedinho, um artefato que seria medieval se não fosse a pilha. Maya fica intrigada e me pergunta o que é.

— Apenas sinta — respondo.

Volto a chupar sua boceta, ligo o aparelho e começo a tocá-la com ele. Como descrever o que aconteceu? A garota foi a loucura, gozou várias vezes, gritou gozando, quase desfaleceu. Contemplando aquele momento, por pouco não fui levado à ejaculação precoce, mas resisti. Aguardo que a menina se recupere das ondas de choque e peço que ela me faça um boquete. Ela fez. E que boquete. Maya prende os longos cabelos negros e engole meu combalido pênis ao mesmo tempo em que usa as mãos para me masturbar em sua boca. Puta que pariu, que mamada extrema. Sim, precisei apelar para a meditação ou gozaria antes do tempo. Pensei na Quinta da Boa Vista, no incêndio do museu, nos hipopótamos do Jardim Zoológico, nas girafas comendo amendoim. A tentação de gozar naquela boca magistral foi absurda, mas me mantive firme e escapei ileso. Maya vem por cima de mim, prepara o caminho, ajeita suas pernas sobre o meu tronco, pega meu pau, introduz em seus domínios mais íntimos e começa a cavalgar. Caralho! Que cavalgada.

Olho para o rosto da garota, a boca semiaberta, os olhos fechados, tudo nela extravasava o mais puro e destilado tesão. Ela me xingava de filho da puta, repetiu caralho diversas vezes, batia forte sua boceta contra a minha pica. Gozei, gozei, gozei horrores, acho que gozei um pedaço da alma. Que mulher. Percebendo que eu estava quase infartando, Maya se deita ao meu lado, ficamos conversando e o fôlego retornou aos poucos.

Sinceramente, afeiçoado forista, minha vontade era ficar ali, dormir ali, amanhecer ali, anoitecer ali, nunca mais sair dali, mas negócios são negócios e um libertino sabe disso. Hora da despedida. A sensação de leveza me fazia crer que eu não precisaria entrar no elevador, poderia alçar voo à estação do metrô, mas preferi não arriscar a queda e desci de elevador. Depois das 18h, a Cinelândia atual se assemelha a um episódio de Walking Dead, atravessei o lugar correndo, como se dançasse no fogo. Dentro da estação, uma música diferente daquelas melodias de sala de espera vazava pelos altos falantes, era Duran Duran com A view to a Kill.

A view to a Kill

Não me conhece? Dante, meu nome é Dante Yes

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PONTO DE RUA - Largo do Machado , Largo do Machado - Rio de Janeiro - RJ
SONISE
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11 de Outubro de 2021 às 23:10



Mais à frente, explicarei por que o Largo do Machado se tornou um ponto de rua. Após um encontro com a Maya Gueixa, embarquei no metrô em direção ao Largo do Machado, minha intenção era assistir ao novo filme do 007 no cinema São Luiz. Eu estava adiantado para a sessão, decidi parar em uma adega em frente à praça e sorver uma taça de vinho tinto. O líquido rascante abria caminho pela minha garganta enquanto eu observava o ritmo lento da chuva que continuava a enxarcar as ruas, os homens e as almas solitárias. Você fica tão sozinho às vezes que até faz sentido — diz Bukowski no título sensacional de um dos seus livros.

Mantive-me ali sentado, envolvido por pensamentos vertiginosos e ininterruptos que cruzavam a minha mente. Pensar é benção e maldição. Percebi o incômodo de um olhar feminino fixado em mim, uma garota nova, que não devia ter muito mais do que vinte anos, me encarava sem trégua. Seria que outra me confundindo com o Francisco Cuoco? (vide Cuoco). Fiquei desconfortável, mas não perdi a firmeza e devolvia seus olhares sem encará-la de volta. A menina sorriu para mim, olhei para os lados como quem procura o alvo do sorriso, mas o alvo era este guerreiro combalido que aqui escreve. Morena dourada, com aparência de falsa magra, a ninfa estava acompanhada de um senhor grisalho, de óculos de armação quadrada e grossa, que nos fazia acreditar ser seu avô. A garota acenou me chamando para a mesa dela e eu apontei para o meu peito como quem quisesse confirmar que era a mim que ela chamava. Levantei-me desconfiado e fui verificar do que se tratava.

— Boa noite, meu nome é Sonise. Você está tão sozinho, não quer sentar-se com a gente?

O velho que acompanhava a menina me olhou de baixo para cima, como o legista que realiza autópsia em um cadáver.

— Posso me sentar com vocês, sim — enchi-me de ousadia e encarei o desafio.

— Qual seu nome? — Sonise me pergunta enquanto o olhar silencioso do velho persisita.

— Dante, meu nome é Dante.

— Prazer, Dante. Ah, esqueci... o prazer vem depois...

Quando a menina lançou esse clichê, as sirenes tocaram, os sinos badalaram, havia ali mais do que uma aparente simpatia e desejo de socializar. Muito desenvolta, Sonise conduzia o papo e seu acompanhante idoso praticamente só abriu a boca para anunciar o próprio nome, chamava-se Antero e era “tio” de Sonise.

— Ai, está frio. Vamos voltar para casa? Com esse tempinho, beber em casa é melhor. Não quer vir com a gente?

A imprudência e a ousadia me intrigaram. Que armadilha seria aquela? O estranho casal conseguiu fazer com que a minha curiosidade superasse os meus receios. Aceitei o convite. Fomos caminhando pela rua do Catete e quando alcançamos a entrada de uma vila com ares de filme de Hitchcock, Sonise anunciou que havíamos chegado. Olhamo-nos os três, o velho Antero abriu o portão e seguimos juntos...





Não sei explicar o porquê de algumas situações inusitadas ocorrerem comigo, talvez por eu perambular sozinho pela noite e pela cidade possa facilitar acontecimentos inesperados. Sou um sujeito discreto, quieto, de poucas palavras, um tímido que gosta de ouvir mais do que falar, vícios de jornalista e de escritor. O Catete é um bairro que me fala à memória, por um longo período frequentei um forró chamado “Alegria do Catete”, foi onde a minha vida sexual se intensificou no encontro com balconistas, empregadas domésticas e outras mulheres do proletariado. Foi no Alegria do Catete que conheci uma argentina que me proporcionou uma das melhores experiências sexuais que vivi até hoje.

Década de 80, quando também conheci uma das minhas primeiras paixões fulminantes, chamava-se Mônica, nos conhecemos em uma linha cruzada no telefone, ela morava no Leblon e marcamos o encontro em uma esquina da Av. Delfim Moreira. Tijucano, sem carro na época, fui de metrô e fiz baldeação na integração metrô-ônibus que tinha ponto final na praça Antero de Quental. Quando a garota surgiu com a roupa combinada para nos identificarmos, se revelou uma loira com traços parecidíssimos com os da Bruna Lombardi, era exuberante, fiquei tão intimidado com a beleza da menina que me escondi, não tive coragem de me apresentar. Um dia luminoso, o mar batia calmo nas areias da praia do Leblon, fim de tarde, tudo emanava romance. Dia que jamais esqueci, um dos epílogos da minha crença no amor.

Quando eu, Antero e Sonise entramos em uma das casas da vila, me deparei com uma sala pequena, escura e decorada apenas com um sofá e uma compacta mesa redonda. Antero se precipitou para um quarto quase colado ao cômodo em que estávamos e nos solicitou que não fizéssemos barulho, deixou a porta entreaberta, o que me causou estranheza. Sonise me pediu um instante, queria colocar uma roupa “mais confortável”. Sentei-me no sofá e aguardei.

Dois minutos depois, Sonise retorna em um baby-doll minúsculo e transparente que revelava suas curvas jovens e suculentas, seus seios pequenos e apetitosos. Continuei sem acreditar no que estava acontecendo. A garota se sentou ao meu lado, bem junto a mim, demonstrando o que queria que rolasse. Aproximei-me para o beijo, ela não recusou. Comecei a alisá-la enquanto continuávamos nos beijando, minha dúvida era se o velho Antero estaria assistindo tudo pela greta da porta entreaberta. Ao passar as mãos pelas costas de Sonise, percebi que estava arranhada.

— Machucou as costas? — perguntei.

— Ah, isso? Ralei a pele transando com um amigo do meu “tio” no tapete da sala.

Olhei para o tapete que se mostrava indiferente a minha presença e ao sexo que se demonstrava rotineiro naquele ambiente.

Sonise levantou-se, despiu-se do baby-doll, segurou meu atônito pênis enrugado e o encaixou em sua vagina. Sua cintura passou a se movimentar como uma centrífuga, rebolava em busca da minha erupção. O telefone tocou. Olhei para a porta do quarto tentando identificar algum olhar furtivo do depravado Antero. Sonise me puxa pela mão, inclina-se sobre a mesa de jantar e atende a ligação. Enquanto fala no aparelho, me induz a penetrar novamente em sua boceta.

— Já disse que não quero encontrar mais com você. Não quero mais — observo a conversa metendo na menina.

Sonise rebola no meu pau e continua dando negativas ao cidadão do outro lado da linha. Aquela situação foi me excitando. Era nítido que o cara estava implorando um novo encontro com a ninfa, mesmo sendo rejeitado de forma sádica. O cara implorava e eu metia no seu objeto de desejo. Sonise não gemia, mas rebolava, empinava a bunda, com uma das mãos arregaçava o rego. Ela desligou o telefone no mesmo momento em que gozei litros. Se a cena houvesse sido combinada, não sairia melhor.

— Você vai me dar um presentinho, né? — a teoria se fazendo valer, putas e libertinos se atraem como mercúrio.

— Por que você não falou antes? Nem sei se tenho dinheiro aqui — apalpei a carteira e abri para contar minhas parcas economias — Quanto você quer?

— Ah, anjo. Dá o quanto você acha que eu mereço.

Olhei para os meus últimos duzentos reais e perguntei se pagava.

— Claro que sim. Não é pagamento, é ajuda. Né?

— E seu tio? Não te ajuda?

— Só moro com ele.

Ficamos conversando alguns minutos. Sonise me contou que roda pelos bares do Largo do Machado e do Catete, às vezes com amigas, às vezes com o tio, às vezes sozinha.

— Não faço programas. Crio encontros — ela explica.

A hora avançou, nos despedimos e deixo a vila macabra em direção ao metrô, mas desisto de descer à estação e tomo um táxi. Duas gozadas em uma noite, uma programada a outra imprevista. O limpador de para-brisa do carro limpava as lágrimas do domingo, os pneus em velocidade constante iam cortando as luzes pálidas de vapor de mercúrio que iluminam a cidade. Eu olhava a paisagem passando, o tempo passando, tentando entender as peças que dão sentido à vida. O rádio transpirava acordes do Eurythmics. Adormeci.

Eurythmics Dancinha

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11 de Outubro de 2021 às 11:10







O domingo chuvoso e frio não motivava incursões fora de casa, mas provocava insistentes fantasias libidinosas. Eu estava enfurnado na minha fortaleza da solidão, rodeado pelos livros que custei uma vida inteira para ler para descobrir que estou mais próximo da ignorância do que da sabedoria, sentia-me embebido em um tipo de paz melancólica que me fazia rememorar os momentos dramáticos que vivi neste ano. Meu pai faleceu em um dia chuvoso há alguns meses, beirava a madrugada quando recebi o telefonema do médico para levar os documentos e reconhecer o corpo. A chuva torrencial alagava a rua sombria de Botafogo onde ficava o hospital, foi quando provei da solidão mais esmagadora que um indivíduo pode suportar.

Não sou de muitos amigos, me imponho critério rigorosos para amizades, não é meu amigo quem se comunica comigo apenas virtualmente, quem não despreza meus detratores, quem não possui senso de humor. Meu pai morreu cego pelo glaucoma, já estava mergulhado na escuridão antes de romper a fronteira das trevas definitivas, mas meu pai nunca foi triste. Sem a luz dos olhos, emanava a luz da alma. Alegre e brincalhão, cultivava uma alegria quase infantil. Meu pai morreu em uma noite de tempestade, sem mais enxergar as cores do mundo, mas não se entregou à tristeza; não, meu pai nunca foi triste. Talvez alguns considerem um sacrilégio eu comentar algo tão pessoal em um fórum sobre sexo, alguns podem me chamar de maluco... rótulos, rótulos que os medíocres oferecem para facilitar o próprio entendimento. Meu pai não consideraria assim, foi um homem de mente aberta e é possível que entendesse como uma homenagem original.

Após o falecimento do meu pai, caí em um luto profundo, acompanhado de uma depressão que fazia parecer que eu estava submerso em um lago escuro e frio, sem margens, sem mãos que pudessem me amparar. Tive a sorte de encontrar algumas vozes que me telefonavam todos os dias, que me puxavam para que eu não me afogasse, que lançavam boias naquele lago escuro onde eu sentia frio, onde me sentia só. Amigos são esses que se fazem presentes na ausência, que se fazem salvação no naufrágio, que se fazem vozes no silêncio, que se fazem compaixão diante da agonia. A vida é desencanto, uma sucessão de dores e perdas, o tempo não transforma nada, mas consome tudo, o tempo consome a si mesmo na fome autofágica de quem deseja exterminar a existência sem sentido. O universo não se expande, encolhe sem cessar, acho que a gente morre para não ficar deslocado.

Os inimigos amargos comemoram a dor dos seus desafetos, mas existem pessoas que apreciam a inteligência, a sensibilidade e o talento. Os amargos e sem talento só idolatram a ignorância que não permite o perdão ou a compreensão do que é diferente deles. O ignorante sempre reverbera a impossibilidade de ser humano. Sempre fui criterioso com as minhas amizades, tenho pouquíssimos amigos, sou quase um misantropo, porém, mesmo com tantos critérios para estreitar laços de estima, tive tantas decepções com amigos como tive com amores. É por isso que digo que o libertino nasce do desencanto e floresce na solidão. Apesar disso, o libertino respira inebriado o ar de sua própria poesia.

O que me fez emergir da depressão foi me anestesiar pelo sexo, pelos prazeres mundanos, pela imersão na noite, pelo resgate da força maior que há em mim: a libertinagem. A vida seria insuportável se não pudéssemos nos entorpecer de pequenos e grandes prazeres, porque a vida é dor, é perda, é ausência. Não existe Deus para mim, sou ateu, vejo o princípio e o fim. Desacreditei no amor romântico faz séculos, me libertei das doutrinações sociais, isso me fez mais só, mas também me fez mais livre.




Perdido em tantas reflexões, peguei o celular e arrisquei enviar uma mensagem para a Maya. Sendo domingo, esperei que ela não respondesse, mas ela respondeu e estava disponível. Marquei em sua sala para o final da tarde sem ter certeza de que realmente desejava sair de casa contaminado pelo estado de espírito em que me encontrava. Até o último minuto fiquei em dúvida, mas escolhi arriscar a experiência. Quando desembarquei do metrô, avistei uma Cinelândia completamente deserta e sob uma névoa londrina, pisei firme com minhas botas pelos paralelepípedos da rua Álvaro Alvim até alcançar o número 37. O porteiro me pede identidade, anota meus dados em uma ficha e me libera para subir. Toco a campainha e alguns segundos se passaram antes que eu ouvisse o girar da fechadura. A porta se abre e uma morena sensualíssima, de cabelos negros escorridos pelos ombros, coberta por uma blusa escura e transparente, me convida para entrar. As primeiras palavras que eu disse foram as que 99% dos clientes dizem a ela.

— Você se parece com a Juliana Paes.

Depois disso, começamos pelos beijos na boca, pelo roçar dos corpos, pelas carícias que mapeiam os pontos sensíveis. Tomei um banho rápido e, na cama, deitei-me sobre o corpo macio e tenro de Maya. Mais beijos, mais amassos, manobras ousadas. A mulher é dona de um par de seios belíssimos, suculentos. Maya é bonita, de uma beleza exótica, é uma fêmea pedaçuda, voluptuosa, que não se nega ao toque, ao arrepio, aos apelos da carne. Admito que chupei muito seus peitos, depois desci para a boceta úmida, lambi seu clitóris enquanto ela se contorcia e gemia alto. Escalava novamente suas curvas para reencontrar sua boca, deslizava para baixo para degustar sua boceta num vai e vêm erótico que eu não queria que terminasse. Não pedi para que ela me chupasse, não pedi nada para mim, apenas explorei sua geografia como um bandeirante entrando afoito em terras desconhecidas. Ela fica de quatro e eu a penetro com a sede dos camelos do Saara. Muito excitado com a entrega espontânea da garota, gozei rápido, gozei muito e desabei extasiado. Maya é maravilhosa e me ofereceu o Sol em um dia mórbido e cinzento.





Conversamos um pouco e me despedi. Estava decidido a assistir ao último filme do 007 e peguei o metrô para ir a um cinema do Largo do Machado, mas o que eu não sabia é que estava prestes a vivenciar um dos episódios mais inusitados da minha história e que virá no próximo relato:

LARGO DO MACHADO

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Brand, Oscar, The Shy, Rai, Ale_Parker, ronondex, Papai Noel, Dionizio_RJ, Viajante, Predator, lord_omagnifico, ton, Chinaski, RedSkull, Curumim, curtiram esse TD.
MAYA GUEIXA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97525-7188
MAYA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

11 de Outubro de 2021 às 10:10



O domingo chuvoso e frio não motivava incursões fora de casa, mas provocava insistentes fantasias libidinosas. Eu estava enfurnado na minha fortaleza da solidão, rodeado pelos livros que custei uma vida inteira para ler para descobrir que estou mais próximo da ignorância do que da sabedoria, embebido em um tipo de paz melancólica que me fazia rememorar os momentos dramáticos que vivi neste ano. Meu pai faleceu em um dia chuvoso há alguns meses, beirava a madrugada quando recebi o telefonema do hospital para levar seus documentos e reconhecer o corpo. A chuva torrencial alagava a rua sombria de Botafogo onde ficava o hospital, foi quando provei da solidão mais esmagadora que um indivíduo pode suportar. Não sou de muitos amigos, me imponho critério rigorosos para amizades, não é meu amigo quem se comunica comigo apenas virtualmente, quem não despreza meus detratores, quem não possui senso de humor. Meu pai morreu cego pelo glaucoma, já estava mergulhado na escuridão antes de romper a fronteira das trevas definitivas, mas meu pai nunca foi triste. Sem a luz dos olhos, emanava a luz da alma. Alegre e brincalhão, cultivava uma alegria quase infantil. Meu pai morreu em uma noite de tempestade, sem mais enxergar as cores do mundo, mas não se entregou à tristeza; não, meu pai nunca foi triste. Talvez alguns considerem um sacrilégio eu comentar algo tão pessoal em um fórum sobre sexo, alguns podem me chamar de maluco... rótulos, rótulos que os medíocres oferecem para facilitar o próprio entendimento. Meu pai não consideraria assim, foi um homem de mente aberta e é possível que entendesse como uma homenagem original.

Após o falecimento do meu pai, caí em um luto profundo, acompanhado de uma depressão que fazia parecer que eu estava submerso em um lago escuro e frio, sem margens, sem mãos que pudessem me amparar. Tive a sorte de encontrar algumas vozes que me telefonavam todos os dias, que me puxavam para que eu não me afogasse, que lançavam boias naquele lago escuro onde eu sentia frio, onde me sentia só. Amigos são esses que se fazem presente na ausência, que se fazem salvação no naufrágio, que se fazem vozes no silêncio, que se fazem compaixão diante da agonia. A vida é desencanto, uma sucessão de dores e perdas, o tempo não transforma nada, mas consome tudo, o tempo consome a si mesmo na fome autofágica de quem deseja exterminar a existência sem sentido. O universo não se expande, encolhe sem cessar, acho que a gente morre para não se sentir deslocado.

Os inimigos amargos comemoram a dor dos seus desafetos, mas existem pessoas que apreciam a inteligência, a sensibilidade e o talento. Os amargos e sem talento só idolatram a ignorância que não permite o perdão ou a compreensão do que é diferente deles. O ignorante sempre reverbera a impossibilidade de ser humano. Sempre fui criterioso com as minhas amizades, tenho pouquíssimos amigos, sou quase um misantropo, porém, mesmo com tantos critérios para estreitar laços de estima, tive tantas decepções com amigos como tive com amores. É por isso que digo que o libertino nasce do desencanto e floresce na solidão. Apesar disso, o libertino respira inebriado o ar de sua própria poesia.

O que me fez emergir da depressão foi me anestesiar pelo sexo, pelos prazeres mundanos, pela imersão na noite, pelo resgate da força maior que há em mim: a libertinagem. A vida seria insuportável se não pudéssemos nos entorpecer de pequenos e grandes prazeres, porque a vida é dor, é perda, é ausência. Não existe Deus para mim, sou ateu, vejo o princípio e o fim. Desacreditei no amor romântico faz séculos, me libertei das doutrinações sociais, isso me fez mais só, mas também me fez mais livre.

Perdido em tantas reflexões, peguei o celular e arrisquei enviar uma mensagem para a Maya. Sendo domingo, esperei que ela não respondesse, mas ela respondeu e estava disponível. Marquei em sua sala para o final da tarde sem ter certeza de que realmente desejava sair de casa contaminado pelo estado de espírito em que me encontrava. Até o último minuto fiquei em dúvida, mas escolhi arriscar a experiência. Quando desembarquei do metrô, avistei uma Cinelândia completamente deserta e sob uma névoa londrina, pisei firme com minhas botas pelos paralelepípedos da rua Álvaro Alvim até alcançar o número 37. O porteiro me pede identidade, anota meus dados em uma ficha e me libera para subir. Toco a campainha e alguns segundos se passaram antes que eu ouvisse o girar da fechadura. A porta se abre e uma morena sensualíssima, de cabelos negros escorridos pelos ombros, coberta por uma blusa escura e transparente, me convida para entrar. As primeiras palavras que eu disse foram as que 99% dos clientes dizem a ela.

— Você se parece com a Juliana Paes.

Depois disso, começamos pelos beijos na boca, pelo roçar dos corpos, pelas carícias que mapeiam os corpos. Tomei um banho rápido e, na cama, deitei-me sobre o corpo macio e tenro de Maya. Mais beijos, mais amassos, manobras ousadas. A mulher é dona de um par de seios belíssimos, suculentos. Maya é bonita, de uma beleza exótica, é uma fêmea pedaçuda, voluptuosa, que não se nega ao toque, ao arrepio, aos apelos da carne. Admito que chupei muito seus peitos, depois desci para a boceta úmida, lambi seu clitóris enquanto ela se contorcia e gemia alto. Escalava novamente suas curvas para reencontrar sua boca, deslizava para baixo para degustar sua boceta num vai e vêm erótico que eu não queria que terminasse. Não pedi para que ela me chupasse, não pedi nada para mim, apenas explorei sua geografia como um bandeirante entrando afoito em terras desconhecidas. Ela fica de quatro e eu a penetro com a sede dos camelos do Saara. Muito excitado com a entrega espontânea da garota, gozei rápido, gozei muito e desabei extasiado. Maya é maravilhosa e me ofereceu o Sol em um dia mórbido e cinzento.

Conversamos um pouco e me despedi. Estava decidido a assistir ao último filme do 007 e peguei o metrô para ir a um cinema do Largo do Machado, mas o que eu não sabia é que estava prestes a vivenciar um dos episódios mais inusitados da minha história e que virá no próximo relato:

LARGO DO MACHADO

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Curumim, curtiram esse TD.
PONTO DE RUA - R. Gomes Freire (entre Av. Men de Sá e R. do Rezende) , Lapa - Rio de Janeiro - RJ
IVANA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI SIM R$0.00 TALVEZ

02 de Outubro de 2021 às 10:10



Um libertino é um desajustado social, afirmo isso pelo meu próprio exemplo, um homem que já ultrapassou a meia-idade, celibatário, sem filhos, um misantropo. Nunca me casei. Como você imagina os julgamentos que desperto, afeiçoado forista? O cidadão ou a cidadã tradicional me conhece deve pensar: tem algum problema; é maluco; ou, muitas vezes, é gay. Não é fácil ser um libertino legítimo como eu sou, chegar em casa e estar sozinho, planejando futuras fugas, locais que possam despertar alguma nova emoção após tantas emoções já vividas, sonhar com o encontro com uma mulher que me cause impacto. Seria uma vida vazia se eu não a preenchesse em outros aspectos, sou um leitor voraz, um cinéfilo faminto, mas nada supera a libido que sempre me empurra para o abismo da luxúria. O libertino é um ser diante de abismos, ama o risco e é nesse risco que encontra o sentido da própria existência.

Preferia ter batizado este tópico como “Lapa”, mas tive receio de que uma referência genérica não cumprisse o padrão do fórum. A verdade é que me refiro a rua Gomes Freire, mas a Lapa inteira se tornou um celeiro de promiscuidade. Confesso que não sou um habitué dessa nova Lapa submersa em luzes de neon, frequentei a Lapa mais antiga e decadente, onde o ponto do frenesi era o forró do Asa Branca nos fins de semana e a boate Dominó, mais à frente, na Men de Sá; o Circo Voador com a Orquestra Tabajara aos domingos. Lembrei-me de uma época em que, sem dinheiro, eu esperava algum promoter do Asa Branca distribuir convites na entrada da casa. A Lapa sombria dos travestis, das putas de segunda classe, dos pés-sujos mal frequentados, essa foi a Lapa dos meus primeiros passos lascivos. A nova Lapa passei a frequentar há pouco, fui mapeando, estudando a sua geografia tortuosa, me ambientando nos guetos e tive a certeza de que a prostituição floresce ali como as gigogas nos pântanos. E não é necessário entrar na boate Up para conquistar a convicção, basta observar os bares com mulheres rebolativas na entrada, insinuando-se como chamarizes para homens incautos; olhares furtivos de ninfetas em roupas que exalam erotismo; a sede do álcool; os olhos turvos das fêmeas embriagadas e monetizadas. A Lapa voltou a ser uma grande cafetina, camuflada, mas impudica.

Após algumas semanas consecutivas explorando os recantos mais obscuros, as esquinas mais desregradas, as calçadas mais voluptuosas, os bares mais dissolutos, decidi marcar um território e me colocar como isca. Sentei-me em uma das mesas de rua que ficam na Gomes Freire entre a Men de Sá e rua do Rezende, local de intensa concentração de mulheres e outros bichos. Quando estava a caminho da área escolhida, passei na porta de um caquético sobrado onde um rapaz barbado, de cueca e espartilho, convidava quem o encarasse para subir, uma longa escadaria vermelha fazia o fundo de sua presença exótica. Não, não me acometeu nenhum interesse em conhecer aquela entrada do inferno. A Lapa do libertino é feito desses vãos, pequenos portais, às vezes imperceptíveis aos olhos desatentos, que nos levam a universos ainda não descortinados.

Não seria exagero afirmar que a Gomes Freire é o coração da Lapa, a concentração humana por metro quadrado é quase sufocante. Encontrei uma mesa livre e me acomodei. Comecei a pensar que seria difícil ver e ser visto naquela posição engolfada pela multidão ao meu redor. Pedi uma cerveja, duas, três, quatro. Sim, é neste ponto que as pupilas se dilatam, o mundo reluz, o feio fica bonito, o impensável se reverte em cogitação, o impossível desaparece do dicionário. Ébrio, o melhor estado para um libertino. É preciso libertar a mente para libertar a alma. Reparei em uma ou outra mulher que transitava rastreando as mesas, não sei se buscando lugar ou vítimas, fiquei atento. Eu precisava de um corpo quente naquela noite, de uma textura nova e fresca, eu necessitava de uma vagina como o vampiro que saliva por uma jugular. Embriagado, mas atento, não perdi a entrada glamurosa da loira emoldurada por um curtíssimo vestido branco, com um decote em V que exibia parte dos seios sedosos e estufados, as pernas torneadas cobertas por uma penugem loira oxigenada tornava a sensualidade natural da mulher quase irresistível. Ela vinha acompanhada de uma amiga, sondavam um lugar vago para acomodarem-se enquanto eu me vi hipnotizado pelas pernas incomparáveis daquela vênus platinada.

Sentaram-se não muito distante de mim. Só de olhar a garota meu combalido pênis despertava do formigamento e começava a dar sinais de vida. Fiquei encarando a loira sem trégua, até que nossos olhares finalmente se cruzaram, num gesto tresloucado ergui o copo como fizesse um brinde, ela desviou os olhos. Pense, estimado forista, o que poderia ter calculado uma mulher ao ver um homem velho, sentado sem companhia em uma mesa da Lapa, erguendo um copo em sua direção? Patético. Não me condeno, toda tentativa é válida. Não desisti, continuei encarando mesmo sem retorno. Decorrido uns 20 minutos, ela e a amiga pagaram a conta e se levantaram, ao sair, cruzando a minha mesa, foi ela que me encarou. Eu poderia ter esboçado um sorriso, feito um gesto qualquer, dado uma piscada, mas fiquei gélido como um corpo em rigidez cadavérica. Afoito, sinalizei para todos os lados a procura do garçom, eu precisava pagar a conta, eu precisava segui-las.


****


Paguei a conta sem perder as presas de vista. Levantei-me estabanado e acelerei o passo em perseguição àquelas loiras pernas reluzentes. De algum bar emergia uma batida na voz de Lady Gaga.

Lady Gaga - Bad Romance

— Dante, como você consegue lembrar desses detalhes? — perguntaria aquele forista chato, cismado comigo, com tiques de stalker.

— O que resta a um velho, afeiçoado forista, que não seja a obsessão de preservar a própria memória?

As duas continuavam numa rota que parecia pré-determinada e para o meu azar entraram em um desses bares com música, lotadíssimo. Fui atrás. Dez contos de entrada e lá estava eu, no meio de uma muvuca sem fim. A galera se esganiçava cantando “Deixa Acontecer” (o destino me aplicando pegadinhas).

Deixa acontecer

Para não ficar deslocado, ia rebolando meu corpo dissonante para conseguir deslizar entre a multidão, tentando não perder a loira da mira. Claustrofóbico, me dei conta de que não conseguiria ficar muito tempo naquele ambiente. Nessa altura, eu transpirava litros. Só vi uma saída, a cartada definitiva. Saquei um dos meus providenciais cartões de visita, embrenhei-me corajosamente pela selva de gente e abordei a mulher.

— Queria muito falar com você. Não é cantada, mas como aqui será impossível para conversar, posso deixar meu telefone?

— Não é cantada?! — a loira deu uma risada sexy que eriçou todos os meus pentelhos — A gente pode conversar agora, mas estou trabalhando.

Sim, forista sem fé, provava-se novamente a egrégia teoria, libertinos e putas se atraem como mercúrio.

— Podemos sair daqui? — perguntei.

Ela cochichou com a amiga e eu deixei o lugar escoltado por aquele deslumbre feminino. Na rua, pedi duas cervejas para um sujeito que vendia no isopor e a loira topou sem criar caso, o que me fez considerá-la ainda mais interessante.

— Você está trabalhando em quê? — indaguei me fazendo de idiota.

A loira frisou os olhinhos em um sorriso que quase me provocou ejaculação precoce.

— Você sabe...

— E rola tudo? — prossigo tateando.

— Só sei fazer assim, com tudo.

Novamente, meu combalido pênis estremeceu numa simulação de abalo sísmico.

— Quanto?

— Trezentos.

— Eu estou com duzentos e cinquenta aqui. Pode ser?

A loira me olhou de cima abaixo e balançou a cabeça concordando.

— Como vim beber, estou sem carro. Tem algum local próximo que você conheça?

— Tem o Hotel Estadual. Dá para ir a pé.

Lado a lado, partimos em direção ao tal Hotel Estadual, na rua do Rezende. Arrisquei dar a mão a loira e ela até se aproximou de mim, se mostrando muito receptiva. Lembrei-me de que não perguntei nem o seu nome.

— Ivana. E o seu?

— Dante, me chamo Dante.

E das caixas de som de um boteco desaguava um som moderno e estranho...

Dance Monkey

— É aqui — Ivana aponta o hotel com face decadente.

No melhor prefácio do sexo, nos olhamos e colamos os lábios em um beijo que percorreu a jornada do meu imaginário até alcançar o real enroscar das línguas em sede. Entramos...


****


Na recepção do Hotel Estadual me veio a impressão de já ter estado ali. Na nossa frente havia um gordinho pegando a chave do quarto, estava com uma travesti, dessas que, se eu não estivesse com uma loira hollywoodiana ao meu lado, poderia pensar que o gordinho se mostrava mais bem acompanhado. O quarto básico emanava uma aura retrô, a loira foi para o banheiro e eu iniciei o ritual de me despir. Ouvi gritos de uma mulher que parecia estar no clímax do ato sexual, algo tão intenso que foi capaz de me excitar. Liguei o rádio do quarto, só consegui sintonizar em uma estação de pagode que tocava uma batida do grupo Revelação...

Coração Radiante

A loira saiu do banheiro emoldurada por uma lingerie de ressuscitar Lázaro. Que visão, capaz de comover o pênis mais indiferente. Enquanto ela se aproximava, o som do Revelação invadia a alcova...

O que mais quero é te dar um beijo
E o seu corpo acariciar
Você bem sabe que eu te desejo
Está escrito no meu olhar
O teu sorriso é o paraíso
Onde contigo eu queria estar
Ai, quem me dera se eu fosse o céu
(Você seria o meu luar)
Só pra mim
(Como as ondas são do mar)
(Não dá pra viver assim)
(Querer sem poder te tocar) Eu te quero só pra mim


Alisei os pelinhos loiros das coxas grossas da loira, ela puxou minha cabeça de encontro a sua vagina cheirando a lavanda, puxei a ponta da calcinha e dei uma linguada que arrepiou a menina. Ela se agacha e me beija oferecendo sua língua à minha traqueia. Foi neste instante que me conscientizei da minha sorte, foi quando a vida ganhou sentido. O libertino é um tipo de Indiana Jones em busca do templo perdido, o tesouro almejado é a boceta ainda intocada por ele.

Corpos se roçando, o pau esbarrando nu da chaninha úmida da mulher, braços enlaçando troncos, pernas se embolando na pretensão de um nó cego. A garota se esgueirou pelo meu tórax, deslizou pela minha barriga ovalada, alcançou a virilha e abocanhou meu pau com a fome de uma piranha do rio São Francisco. Sim, meu valioso leitor, ela começou o boquete por uma mordida leve no meu pênis para depois curá-lo com seus lábios mornos e ágeis. Quando percebeu que poderia me levar a ejaculação precoce, Ivana montou em meu tronco e introduziu meu pau em sua vulva sem pensar na camisinha. Caralho! Eu me deixei levar, a loira demonstrava estar excitadíssima, talvez efeito do álcool que havia consumido. Ela rebolava em cima de mim, gemia, me trazia a boca para me beijar em frenesi. Resistir é inútil. Ejaculei até a alma.

Após o incêndio da insanidade sexual, ficamos deitados, nos acariciando. Dormimos para o dia nascer feliz. Yes


ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Dionizio_RJ, pgggato45, Zinedine Zidane, Saulo Top, The Who, Brand, alan26272829, calberto, curtiram esse TD.
CAROL - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99620-4423
CAROL
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

30 de Setembro de 2021 às 19:09



Após ser destratado pelo WhatsApp por uma GP bonitinha do Centro com quem saí diversas vezes, fui em busca do atendimento de excelência da Carol. Digo sem pestanejar, Carol é a melhor massagista, de longe, em sua categoria. Primeiro porque faz massagem de verdade, mapeia seu corpo, descobre tensões, dores e as desfaz com manobras habilíssimas de suas mãos. Segundo, porque Carol não tem frescura alguma e faz um dos melhores sexos que podemos encontrar no momento. Como se não bastasse isso, é de uma simpatia inigualável. Sempre me ajeita um horário bom, sempre me recebe como se me visse a primeira vez e sempre me beija como se fosse o último beijo.

Posso afirmar que Carol não faz massagem, ela realiza descarrego. Você entra pesado, amuado, tenso e sai cantando “There Must Be An Angel”, do Eurythmics, com a voz da Annie Lennox.

There Must Be An Angel

Quer o certo, vá na Carol. Prefere o duvidoso, aí é contigo. Piscada

membro, Senior69, Fazzo Casanova, Dionizio_RJ, alan26272829, Zinedine Zidane, o_cara_o_cara, Top Gun, Corcel, Brand, Mula, ronondex, Michael Corleone, ViciadoEmPeitudas, curtiram esse TD.
CLUB 502 - Rua da Alfândega, 65 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97161-1880
TAMARA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ NãO SEI R$0.00 SIM

18 de Setembro de 2021 às 11:09



Quando girei o relógio de pulso para conferir o horário, os ponteiros marcavam 20h e prosseguiam no ritmo progressivo e implacável que transforma e extingue o universo. Talvez, o tempo seja o câncer do cosmos, a metástase irrefreável em uma batalha infinita contra a vida que insiste em se renovar e resistir à erosão invisível. Foi a hora em que entrei na 502, em que escalei as escadas do sobrado levando a expectativa de encontrar uma companhia que me refizesse dos cansaços diários.

Não havia muito movimento no salão, poucas meninas, mas decidi sentar e beber uma cerveja, relaxar e contar com a sorte. Cumprimentei e bati um papo rápido com o gerente quando ele veio ao salão. Avisto a bela Geovana, que também chegava naquele momento, pensei em levá-la para o quarto, mas a menina me pareceu desanimada e isso abafou o seu erotismo e a minha vontade de convidá-la para os deleites da carne. Continuei bebendo e esperando.

Acredite, forista sem fé, de repente surgiu uma morena colossal, cabelos cheios e cacheados, encaixada em um maiô transparente cuja costura justíssima acompanhava as curvas vertiginosas do seu corpo. Pasmei. Levantei-me de onde estava e me aproximei para confirmar a visão. Bunda arrebitada e redondinha; coxas grossas; cerca de 1,60m; barriguinha sarada; peitos médios, firmes e siliconados; lábios carnudos. Toquei em seu braço, ela se virou para mim e perguntei seu nome.

— Tamara. Quer sentar um pouco comigo para conversar?

Aceitei a oferta. Assim que nos acomodamos a menina me tascou um beijo de desentupir pia. Uma delícia, foi no beijo que tive a certeza de que a levaria à alcova. Ficamos conversando, a menina fala muito, extremamente comunicativa. Fiz a entrevista básica, foi aprovada em todos os quesitos. Alcova.

Dentro do quarto, ela retira o maiô transparente e confirma a suntuosidade do seu corpaço. Caí de boca em seus seios, mordisquei os biquinhos rosados, ela gemia, agarrava a minha cabeça, me apertava contra os melões. Beijos, beijos, muitos beijos, beijos infindáveis na boca, com enroscar de línguas, troca de saliva, mordidas nos lábios. Tesão de mulher. Fiz uma oração de agradecimento para Agronopólos, o Deus dos Libertinos. Invado com a boca a vagina de Tamara, se contorce, geme alto, enlouquece e goza. Ela inverte a posição e me abocanha com a boca faminta de pau, chupa como se estivesse usando os lábios para fazer rapel, envolve meu pênis com a mão quente, me masturba, passa a língua, chupa, precisei recorrer às memórias mais inocentes da minha existência para não sucumbir à ejaculação precoce.

Peço que ela fique de quatro, a menina me atende sem pestanejar. Penetro devagar naquela gruta de prazeres, a garota rebola enquanto me recebe no seu corpo. Aumento as estocadas, ela se empina, rebola ainda mais, leva os dedos ao clitóris, fala coisas que não entendo. Gozamos e despencamos juntos sobre o colchão promíscuo que nos abrigava. Afeiçoado forista, que mulher.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, Minilogan, Dionizio_RJ, Brand, Oscar, The Shy, ronondex, Saulo Top, curtiram esse TD.
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