BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Não havia muito movimento no salão, poucas meninas, mas decidi sentar e beber uma cerveja, relaxar e contar com a sorte. Cumprimentei e bati um papo rápido com o gerente quando ele veio ao salão. Avisto a bela Geovana, que também chegava naquele momento, pensei em levá-la para o quarto, mas a menina me pareceu desanimada e isso abafou o seu erotismo e a minha vontade de convidá-la para os deleites da carne. Continuei bebendo e esperando.
Acredite, forista sem fé, de repente surgiu uma morena colossal, cabelos cheios e cacheados, encaixada em um maiô transparente cuja costura justíssima acompanhava as curvas vertiginosas do seu corpo. Pasmei. Levantei-me de onde estava e me aproximei para confirmar a visão. Bunda arrebitada e redondinha; coxas grossas; cerca de 1,60m; barriguinha sarada; peitos médios, firmes e siliconados; lábios carnudos. Toquei em seu braço, ela se virou para mim e perguntei seu nome.
— Tamara. Quer sentar um pouco comigo para conversar?
Aceitei a oferta. Assim que nos acomodamos a menina me tascou um beijo de desentupir pia. Uma delícia, foi no beijo que tive a certeza de que a levaria à alcova. Ficamos conversando, a menina fala muito, extremamente comunicativa. Fiz a entrevista básica, foi aprovada em todos os quesitos. Alcova.
Dentro do quarto, ela retira o maiô transparente e confirma a suntuosidade do seu corpaço. Caí de boca em seus seios, mordisquei os biquinhos rosados, ela gemia, agarrava a minha cabeça, me apertava contra os melões. Beijos, beijos, muitos beijos, beijos infindáveis na boca, com enroscar de línguas, troca de saliva, mordidas nos lábios. Tesão de mulher. Fiz uma oração de agradecimento para Agronopólos, o Deus dos Libertinos. Invado com a boca a vagina de Tamara, se contorce, geme alto, enlouquece e goza. Ela inverte a posição e me abocanha com a boca faminta de pau, chupa como se estivesse usando os lábios para fazer rapel, envolve meu pênis com a mão quente, me masturba, passa a língua, chupa, precisei recorrer às memórias mais inocentes da minha existência para não sucumbir à ejaculação precoce.
Peço que ela fique de quatro, a menina me atende sem pestanejar. Penetro devagar naquela gruta de prazeres, a garota rebola enquanto me recebe no seu corpo. Aumento as estocadas, ela se empina, rebola ainda mais, leva os dedos ao clitóris, fala coisas que não entendo. Gozamos e despencamos juntos sobre o colchão promíscuo que nos abrigava. Afeiçoado forista, que mulher.