BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
TALVEZ
É preciso revelar, logo no início desta crônica, que apenas a introdução será escrita por mim, o TD não. Será um texto feito em por dois personagens distintos.
São as ocorrências não calculadas da vida que acabam servindo de tempero para o nosso insosso dia a dia. O que eu posso dizer é que tentei inúmeras vezes, dezenas de vezes, não duvido que eu pudesse tentar centenas de vezes e, mesmo assim, seria inútil. Marcar com a Isadora foi um desafio que não consegui vencer pelas vias normais. A resposta habitual, que vinha após horas de espera, se resumia à fórmula “não tenho horário”. Desta última vez que tentei, a resposta só chegou depois de muita insistência e veio em um formato diferente.
— Tem vaga hoje? — pergunto.
— Você gosta de meninas maia novas. Eu não sou novinha! — responde a famosíssima Isadora que nunca tinha me visto na vida.
— Quem disse isso? — retruco.
— Eu sei disso — ela finaliza a conversa.
É possível que Isadora não leia os meus TDs, pouca gente os lê. Caso lesse os meus TDs e não ouvisse somente opiniões terceirizadas, ela veria que algumas das minhas favoritas são balzaquianas e até coroas. Não é incomum me chamarem de lenda e eu sempre rechaço a qualificação, mas não seria errado aceitá-la, pois lenda é tudo sobre o qual se falam muitas mentiras e pouquíssimas verdades. Talvez, pela minha patética insistência, ela finalmente me ofereceu um horário para o dia seguinte, mas eu não tenho como marcar nada antecipadamente. Recusei a oferta.
Desanimado e frustrado, me ocorreu uma última esperança, convocar uma entidade espiritual para tentar marcar o programa no meu lugar. Evoquei “Pai Jonas”, que fez contato por um outro número de celular, foi respondido pela Isadora em muito menos tempo do que eu e, acredite forista sem fé, conseguiu marcar. O plano consistia em “Pai Jonas” se apossar do meu corpo e ir ao encontro de Isadora. “Pai Jonas” queria ir vestido de linho branco e fumando charuto, mas não aceitei as condições e ele foi com os meus trajes usuais. Chamei o esquema de “Operação Manoel Congo”, inspirado por uma placa sugestiva que vi pregada ao lado da Câmara dos Vereadores do RJ”.

A partir daqui, afeiçoado forista, quem irá narrar a continuação da história será “Pai Jonas”, a identidade espiritual que esteve em meu lugar no encontro sublime com Isadora, uma das nossa celebridades do fórum. Para que “Pai Jonas” possa assumir o relato, terei que evocá-lo seguindo os protocolos sagrados.
BATUQUE DO PAI JONAS
PARTE 2 – NARRAÇÃO DO PAI JONAS
Eparrê baba, eparrê baba. Saravá, meus fio. Pai Jonas assumindo, porque foi o Pai aqui que provou dessa loiraça encapetada e gostosa. O Dante só ficou olhando e tocando punheta. Antes do Pai Jonas chegar no terreiro da Álvaro Alvim, parou no Amarelinho, pediu uma dose da cachaça Salinas para rebater o almoço e depois meteu uma bala House na boca para disfarçar o bafo. Entrei no prédio quando a moça liberou, subi, toquei a campainha, a menina Isa abre a porta e o sorriso para me receber. A recepção segue a coreografia do beijo e do abraço, conforme descrita pelos meus outros filhos de santo, é uma boa forma de receber. O som da TV estava alto e o aparelho auditivo do Dante fazia uma estática tão insuportável que quase estava exorcizando “Pai Jonas”, pedi para a menina diminuir um pouco o volume e ela me atendeu prontamente.
Toalha ensacada, banho e retorno para o leito da Kátia Flávia... Ops... da Isadora. A moça beija gostoso e notei de cara que é das que se entregam, das que aproveitam cada experiência sexual. Fiquei ali enroscado, mamando os seios suculentos da mocinha enquanto ela gemia baixo e alisava meus cabelos. “Pai Jonas” lembrou que Dante emprestou o aparelhinho quase medieval, fui até o bolso da calça, peguei e geringonça e apliquei no clitóris da menina. Isa gemia, se contorcia, falava palavrões. Dei um intervalo e fui chupar a vagina, que estava molhada e morna, a garota voltou a se contorcer e gemer muito. Decidi ir com o aparelho quase medieval até o fim e as reações da Isadora foram fortíssimas, tudo terminou em um gozo épico que obrigou a menina a respirar antes de continuarmos os amassos.
“Pai Jonas” ficou no chamego, falando da vida, dos fóruns e sacaneando o Dante, que só podia ficar olhando a distância. Recuperado o fôlego, Isadora abocanhou o pau possuído do velho Dante e embarcou em um boquete que faz até o Zé Pilintra ter ejaculação precoce. “Pai Jonas” teve que pensar nas galinhas do terreiro, nos pratos de farofa, nos gritos histéricos da Pombajira e em todas as técnicas possíveis para não entregar os pontos antes da hora. Ao contrário do velho Dante, que é meio brocha, “Pai Jonas” tá tinindo, então pedi a moça que vestisse o escafandro no meu pênis turbinado, coloquei-a de quatro e mergulhei nas profundezas do seu templo sexual. Estocadas fortes, Isadora deu uns gritinhos, metida deliciosa, ejaculei com tudo que tinha direito, acho que o Dante foi junto na gozada.
Como impressões finais, “Pai Jonas” diz a vocês, meus filhos de santo, que Isadora nos proporciona uma trepada de fazer tremer o chão. Moça inteligente, de bom papo, gostosa, tem o rosto bonito, aparência jovem (apesar de que ela contesta essa impressão), corpinho bem esculpido, seios de fazer o cabra salivar e uma entrega que faz toda a diferença no tesão. Seu defeito foi não ter marcado com o Dante e sua virtude é que fez o “Pai Jonas” se dar bem na jogada. Agradeço a leitura dos meus filhos de santo, mas está na hora do Pai subir, de retornar ao reino das entidades eróticas. Eparrê, mulambada. Saravá.