A ANTIGP

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Papai Noel
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Re: A ANTIGP

Mensagem por Papai Noel »

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O tema é deveras interessante e, sob a minha ótica, muito necessário a ser debatido.
Vou expressar minha opinião pontuando abaixo em alguns trechos importantes que vi ao longo do tópico.


Dante escreveu: 18 Nov 2023, 23:08 Há mulheres que levantei aqui no Arena que nas festas mal me cumprimentam.

Posso imaginar como se sente, já que eu não levantei ninguém e há quem vire a cara pra mim.


Dante escreveu: 18 Nov 2023, 23:08 Há meninas (e não são poucas) com quem que você sai uma vez, simpatiza e quando tenta sair novamente nem sequer respondem as mensagens do WhatsApp (...) imaginando que isso é a estratégia inteligente. Será que é?

Tem vários fatores que fazem a garota tomar esse tipo de atitude e eu não conseguiria enumerar todos. Mas um que já percebi é querer se aproveitar da visibilidade, carisma e/ou alcance dos relatos deste cara. E antes que pensem que estou falando de mim, já aviso que não sou nada pretensioso, apenas um bom observador.


Dante escreveu: 18 Nov 2023, 23:08 O relato é um bônus que o forista oferece (...)

Uma vez que a prestação de serviço delas não inclui a "publicidade" gratuita que o TD traz, concordo. Em contrapartida escrevemos por livre e espontânea vontade, logo não devemos esperar nada, repito, NADA de volta.

Mulato Roqueiro escreveu: 19 Nov 2023, 10:26 Já levei bolo da GP e não gostei. O que não quero para mim, não quero para os outros.

Eu também não, confrade. Mas parece que tem muita gente que pensa de forma contrária, conforme comentarei a seguir.


Mulato Roqueiro escreveu: 19 Nov 2023, 10:26 BOP são criaturas abomináveis e desprezíveis mas, como definir o que é BOP hoje ? Lendo o que escrevem aqui e em outros tópicos, o pessoal não é muito chegado a relatar os TD negativos e neutros. Isso é sonegação. Não existe outra palavra para definir. Quando só lançamos os positivos não seríamos nós os próprios BOPs, abomináveis e desprezíveis ?

Se esse parágrafo fosse uma flecha acertaria o alvo com uma perfeição inigualável.
Mesmo respeitando as opiniões de quem só posta Positivo, acho que parte da essência do fórum se perde quando só temos boas avaliações. Não estou colocando em xeque o atendimento de todas as garotas. Porém, uma vez que só postam relatos positivos, a dúvida vai pairar eternamente na cabeça de quem tem um mínimo de sensatez: ela realmente atende bem ou está camuflada pela ausência de Neutro, Negativo e Pisada de Bola? Fica a reflexão aí pra vocês.


Mulato Roqueiro escreveu: 19 Nov 2023, 10:26 Até compreendo alguns sonegarem. Escrevemos um negativo, e nos comentários sempre tem um que só falta dizer: otário! porquê não foi em uma top do fórum ? Você mereceu.


A benção de um pode ser maldição pra outro. Não é porque um confrade (ou cinco, ou dez etc) se dá bem com uma determinada menina que eu vou ter a mesma experiência. Como uma GP me disse uma vez (para se esquivar de uma mentira que eu descobri), cada atendimento é um atendimento.


Mulato Roqueiro escreveu: 19 Nov 2023, 10:26 Virou fórum machista mesmo, de competição, onde cada um quer mostrar que se saiu melhor que o outro ? Não existe mais o espírito de solidariedade entre os confrades ?

Conforme escrevi em outro tópico, se tirar a parte "numérica" (curtidas, quantidade de TDs e horas de sexo) tem gente que no dia seguinte nem loga mais aqui no Arena. Sei que esses números não são pra isso, mas há os que se agarram a eles para provar que é melhor que fulano ou beltrano.
Já sobre a solidariedade, tem andado meio escassa por essas bandas, meu caro. Vide os pequenos feudos quase invisíveis aqui e ali.


Mulato Roqueiro escreveu: 19 Nov 2023, 10:26 (...) diamantes são valiosos por serem raros. O valor está na escassez, não na abundância.


Mais uma vez, cirúrgico.


Detonador escreveu: 19 Nov 2023, 11:15 Faz tempo que decidi não postar mais TDs negativos. Não vou perder meu tempo me dedicando a expor uma mulher que me atendeu mal, porque se eu fizesse isso também a estaria divulgando. Não faço.

Então é melhor "esconder" o atendimento ruim e deixar que outros passem pela mesma experiência desagradável?


Detonador escreveu: 19 Nov 2023, 11:15 Outro dia, comentando isso com uma garota, ela me disse que eu deveria fazer com o coração sem esperar retribuição. Tá certo. Ela faz sexo comigo sem esperar que eu pague?

Errada ela não está. Afinal o sexo que ela oferece é pago, diferente do relato que você escreve.


Digboy escreveu: 19 Nov 2023, 12:18 (...) vou falar do que mais me chamou atenção, que é o fato de que tem meninas que nem agradecem por um relato.

OK, elas não têm esse dever, mas pau que dá em Chico tem que dar em Francisco. Se não agradece um Positivo não tem que vir tentar desqualificar um confrade que escreve um relato não Positivo bem embasado pra encobrir algo de ruim que na visão DELE o desagradou.


Digboy escreveu: 19 Nov 2023, 12:18 Falta sim uma maior noção de marketing e fidelização de clientes por parte da maioria. Se é assim nos outros mercados, no de GPs não é diferente...

Acho que pior do que uma GP que não sabe fidelizar um cliente é aquela que consegue e dá uma vacilos achando que tá tudo bem porque ele vai voltar de qualquer forma.


Dante escreveu: 19 Nov 2023, 12:34 O TD nunca foi uma troca, isso é uma falácia.

Exatamente. Sendo bem pragmático, o forista é o único que não ganha absolutamente nada com o relato que escreve: a garota ganha visibilidade, o site ganha material novo e os demais foristas ganham o endosso de mais um confrade.
Claro, estou me referindo ao forista padrão, não o ególatra que adiciona um número no seu "currículo", acompanha avidamente quantas curtidas e comentários obteve e se delicia a cada nova notificação. Talvez tenha mais prazer com números do que com a garota em si.


Dante escreveu: 19 Nov 2023, 12:34 Tenho certeza de que o forista que escreve (...) realmente escreve para eternizar o momento, mas ele também tem esse trabalho (...) supondo que será valorizado por isso.

Posso estar errado no meu ponto de vista, mas se o cara espera algo por escrever textos em um site de putaria, tem algo errado com ele.


Dante escreveu: 19 Nov 2023, 12:34 (...) quase nenhum forista escreve para os homens lerem, ele escreve imaginando que a garota irá ler.

Tal qual o comentário que fiz logo acima, esse é outro erro crasso, mas que infelizmente é uma verdade. Até porque o fórum é feito com elas, não para elas. Ressalto que não estou menosprezando nenhuma garota , mas há uma diferença aí que espero não ter que explicar.


Dante escreveu: 19 Nov 2023, 12:34 Remanejar o atendimento de um cliente qualquer para atender o forista que escreve não é nenhum absurdo (...)

Vou dar um exemplo sem citar o nome da garota. Há pouco mais de um mês tentei marcar um atendimento meio em cima e a menina disse que só teria meia hora vaga, mas que poderia tentar remanejar a agenda e conseguir um encaixe. Agradeci e disse que não precisava se indispor, que ficaria para uma próxima oportunidade onde eu marcaria com antecedência.
Achei a atitude dela muito bacana, ainda mais considerando que seria nossa primeira vez juntos. Eu só não acharia legal se ela tentasse desmarcar com alguém a meu favor, pois da mesma forma que odiei terem feito isso comigo, não quero que ninguém passe pela mesma situação.


Dante escreveu: 19 Nov 2023, 12:34 (...) a garota não se vê na obrigação de agradar o forista que escreve bem, mas não perde a oportunidade de esculachar um forista que ousou criticá-la.

Falei isso num comentário mais acima. Comentar em relato só quando questionam seu atendimento é um tiro no pé gigantesco, na minha opinião. E, em muitos casos, é praticamente uma confissão.


Saulo Top escreveu: 19 Nov 2023, 14:04 (...) conservar o status quo de "IMORTAL" é bom kct, pois, isso, de certa forma abriu muitas portas no mundo da putaria para para mim. Acreditem ou não. Pena que não posso dar muitos detalhes.

Olha, devo estar fazendo tudo errado porque minha mudança de status não me abriu porta nenhuma. Pelo contrário.
Mas me diz : o que se ganha quando chega a Imortal?


Mulato Roqueiro escreveu: 19 Nov 2023, 14:51 Como ela pode retribuir ? Sempre me tratando bem como da primeira vez.

Deveria ser a tônica de todas, mas do que tenho visto tá restrito a algumas.


Mulato Roqueiro escreveu: 19 Nov 2023, 14:51 E esta solidariedade entre foristas (...) some quando sonegam os TD negativos. Eu custo a acreditar que alguém vai procurar uma GP por causa de TD negativos. Isso não é divulgação.

Também não vejo dessa forma. A menos que o sujeito seja masoquista ou goste de jogar dinheiro fora.
"Ho Ho Ho, filhos da puta!" 🖕🏻🎅🏻
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Brand
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Re: A ANTIGP

Mensagem por Brand »

Vou so dar um aviso simples ao pessoal aqui, porque tem gente que finge que nao lê as coisas para dar prosseguimento a determinadas provocacões.

Como vimos, o topico é polemico, mas eu particularmente gosto. Sao esses topicos que quebram a pasmaceira do dia a dia, e sao legais de acompanharem. E tenho certeza que há vida inteligente o suficiente aqui para que siga sendo muito bem visitado e respondido.

Então, por mais polêmica que seja qualquer oipinião, desde que ela nao venha acompanhada de nenhuma provocação individual, qual o sentido de indiretas sem sentido?

Vou lembrar mais uma vez aqui: se tem alguém que não tem lado, sou eu. Alias, tenho: meu lado é o do GPARENA. Ponto.

Não tenho porque babar ovo de fulano, ciclano, etc. Só vejo o correto, e isso pra mim independe do cara ser novo, antigo, mulher, homem, vip, imortal, etc. Só peço respeito.

Não tragam para o topico briguinhas de criança e outras coisas que às vezes não sabem nem porque não curtem fulano ou ciclano. Isso cansa. Portanto, leiam bem isso aqui:

QUALQUER TIPO DE PROVOCAÇÃO, INDIRETA SEJA DE QUEM FOR, DARÁ SUSPENSÃO. NÃO VAI TER AVISO NÃO, ATÉ PORQUE É A SEGUNDA VEZ QUE ESTOU AVISANDO.

CASO SEJAM PROVOCADOS, FAÇAM O SIMPLES: ME MANDEM UMA MSG AVISANDO. NÃO RESPONDAM. ISSO AÍ JA CANSOU. O TOPICO TEM UM TEMA INTERESSANTE, OPINIÕES VARIADAS E ASSIM SEGUIRÁ.

E É OBVIO QUE ESTOU FALANDO ISSO PARA QUALQUER TOPICO.
ADMINISTRADOR DO GP ARENA

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Mulato Roqueiro
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Re: A ANTIGP

Mensagem por Mulato Roqueiro »

Papai Noel escreveu: 21 Nov 2023, 01:25
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Cirúrgico. Ótima abordagem sobre cada trecho citado. A polêmica existe porque cada um aqui quer que as GPs façam o que eles acham bom. E outros não concordam. As várias citações não deixam dúvidas quanto a isso.
Baby eu lamento, mas não tenho tempo, prá sentir as tuas dores. As minhas eu já não aguento.

Cazuza
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Pinstripe Paulistano
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O limite ético do Marketing via fórum

Mensagem por Pinstripe Paulistano »

Questão realmente polêmica essa, viu? Demorei um pouco para opinar porque estava lendo o tópico desde o início e queria entender como o papo se desenrolou. Mas eu não ficaria de fora porque adoro um debate virtual :sacarstico:

Concordo plenamente com o fato de que uma GP precisa saber usar fóruns como este a favor dela, pois eles podem se tornar ferramentas de Marketing com um retorno absurdo. Não duvido que o relato de certos foristas por aqui seja algo muito bem-vindo para a popularidade de uma moça explodir. Mas eu percebo que o ponto mais problemático desta discussão é: Até que ponto um forista pode receber prioridades sem afetar os clientes "comuns"? :hum:

Creio que é importante eu defender o lado dos bons não-foristas neste debate. Mas já avisando: Não estou falando de sonegadores ou floristas. O "bom não-forista" é aquele putanheiro que se esbalda regularmente na putaria, é um bom cliente, é querido pelas GPs, mas que por qualquer razão que seja não é cadastrado em nenhum fórum como o GP-Arena, seja por desconhecimento ou desinteresse. Eu entendo bem este lado porque raramente eu me identifico como forista para alguém. Na verdade, consigo contar nos dedos das mãos as garotas que sabem que eu posto em fóruns, tanto que já soube de garotas que ficaram super felizes com um TD meu, mas que não conseguem me agradecer pessoalmente porque não sabem quem é o Pinstripe Potoroo.

Posto isso na mesa, consigo discorrer sobre o que penso que seja um dos pontos mais polêmicos do tópico:

Dante escreveu: 19 Nov 2023, 12:34 Remanejar o atendimento de um cliente qualquer para atender o forista que escreve não é nenhum absurdo, não é pecado, é entender que o marketing diferenciado em um quadro de concorrência extrema é o que fará diferença no movimento a médio e longo prazo da garota.
Eu sou da opinião de que a GP tem que prezar bem por qualquer cliente, forista ou não. Concordo que, caso não haja disponibilidade para tal horário, a moça poderia ficar de olho e informar o forista caso abra uma vaga na agenda (o que demonstra boa vontade), mas sou absolutamente contra remanejar qualquer cliente para beneficiar qualquer outro cliente. Mercadologicamente pode até ser uma decisão válida, mas eticamente é um insulto sem tamanho. Assim como não quero ser dispensado por causa de algum forista mais influente, também não quero que a GP dispense ninguém apenas para me atender.

Quando é dito "Remanejar o atendimento de um cliente qualquer para atender o forista", também temos que entender que este "qualquer" pode na verdade ser um ótimo não-forista: Alguém que vê a GP frequentemente, não causa problemas, transa bem, tem um bom papo, dá presentes, dá caixinha, chama para passeios e viagens, etc.. Alguém que é tudo de bom, só não posta TDs. E aí fica para as garotas: Valeria a pena dispensar o melhor não-forista da carteira de vocês em troca de um relato que sim, admito, pode ser útil? E fora que os não-foristas também geram um bom marketing, que é o boca-a-boca (que pode ter bem menos alcance, mas tem a sua eficácia). Resumindo: Só porque um cliente não está no GP-Arena, nem sempre isso significa que ele é um "cliente qualquer".

Agora, se o cliente que já está agendado antes for alguém com um histórico de pisadas de bola ou de situações desagradáveis, aí eu não julgo se a garota resolver trocá-lo por um forista, apenas para dar uma lição no sem noção.

Dante escreveu: 19 Nov 2023, 12:34 Tenho certeza de que o forista que escreve (e ele compõe a minoria de um fórum com milhares de cadastros) realmente escreve para eternizar o momento, mas ele também tem esse trabalho de escrever, de perder esse tempo dedicado a uma outra pessoa, supondo que será valorizado por isso. Provavelmente, quase nenhum forista escreve para os homens lerem, ele escreve imaginando que a garota irá ler. Ninguém faz rir sem querer rir.
:chocado: Neste ponto eu só posso falar por mim, pois não sei como os demais confrades pensam. Mas... a minha intenção no fórum é o exato oposto do que foi descrito pelo confrade Dante. Eu não escrevo para as garotas, pois quero ser sincero para mandar meus neutros e negativos. Claro que eu exalto aquelas que me agradam, mas é porque eu quero divulgar boas recomendações. Ou seja, eu escrevo para os confrades lerem, esse foi o meu objetivo ao me cadastrar aqui.

Agora, não serei hipócrita, pois acho que almejo mesmo ser valorizado, ainda que inconscientemente. Por exemplo, quando posto um TD que foi uma roubada e os confrades respondem "Obrigado, Pinstripe! GP riscada da lista!", isso me passa a sensação de dever cumprido. Assim como quando eu posto um TD 10/10 e os confrades agradecem e seguem a minha recomendação. Essa é a valorização que eu busco.
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Y@N
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Re: O limite ético do Marketing via fórum

Mensagem por Y@N »

Pinstripe Potoroo escreveu: 27 Jan 2024, 20:43 Questão realmente polêmica essa, viu? Demorei um pouco para opinar porque estava lendo o tópico desde o início e queria entender como o papo se desenrolou. Mas eu não ficaria de fora porque adoro um debate virtual :sacarstico:

Concordo plenamente com o fato de que uma GP precisa saber usar fóruns como este a favor dela, pois eles podem se tornar ferramentas de Marketing com um retorno absurdo. Não duvido que o relato de certos foristas por aqui seja algo muito bem-vindo para a popularidade de uma moça explodir. Mas eu percebo que o ponto mais problemático desta discussão é: Até que ponto um forista pode receber prioridades sem afetar os clientes "comuns"? :hum:

Creio que é importante eu defender o lado dos bons não-foristas neste debate. Mas já avisando: Não estou falando de sonegadores ou floristas. O "bom não-forista" é aquele putanheiro que se esbalda regularmente na putaria, é um bom cliente, é querido pelas GPs, mas que por qualquer razão que seja não é cadastrado em nenhum fórum como o GP-Arena, seja por desconhecimento ou desinteresse. Eu entendo bem este lado porque raramente eu me identifico como forista para alguém. Na verdade, consigo contar nos dedos das mãos as garotas que sabem que eu posto em fóruns, tanto que já soube de garotas que ficaram super felizes com um TD meu, mas que não conseguem me agradecer pessoalmente porque não sabem quem é o Pinstripe Potoroo.

Posto isso na mesa, consigo discorrer sobre o que penso que seja um dos pontos mais polêmicos do tópico:

Dante escreveu: 19 Nov 2023, 12:34 Remanejar o atendimento de um cliente qualquer para atender o forista que escreve não é nenhum absurdo, não é pecado, é entender que o marketing diferenciado em um quadro de concorrência extrema é o que fará diferença no movimento a médio e longo prazo da garota.
Eu sou da opinião de que a GP tem que prezar bem por qualquer cliente, forista ou não. Concordo que, caso não haja disponibilidade para tal horário, a moça poderia ficar de olho e informar o forista caso abra uma vaga na agenda (o que demonstra boa vontade), mas sou absolutamente contra remanejar qualquer cliente para beneficiar qualquer outro cliente. Mercadologicamente pode até ser uma decisão válida, mas eticamente é um insulto sem tamanho. Assim como não quero ser dispensado por causa de algum forista mais influente, também não quero que a GP dispense ninguém apenas para me atender.

Quando é dito "Remanejar o atendimento de um cliente qualquer para atender o forista", também temos que entender que este "qualquer" pode na verdade ser um ótimo não-forista: Alguém que vê a GP frequentemente, não causa problemas, transa bem, tem um bom papo, dá presentes, dá caixinha, chama para passeios e viagens, etc.. Alguém que é tudo de bom, só não posta TDs. E aí fica para as garotas: Valeria a pena dispensar o melhor não-forista da carteira de vocês em troca de um relato que sim, admito, pode ser útil? E fora que os não-foristas também geram um bom marketing, que é o boca-a-boca (que pode ter bem menos alcance, mas tem a sua eficácia). Resumindo: Só porque um cliente não está no GP-Arena, nem sempre isso significa que ele é um "cliente qualquer".

Agora, se o cliente que já está agendado antes for alguém com um histórico de pisadas de bola ou de situações desagradáveis, aí eu não julgo se a garota resolver trocá-lo por um forista, apenas para dar uma lição no sem noção.

Dante escreveu: 19 Nov 2023, 12:34 Tenho certeza de que o forista que escreve (e ele compõe a minoria de um fórum com milhares de cadastros) realmente escreve para eternizar o momento, mas ele também tem esse trabalho de escrever, de perder esse tempo dedicado a uma outra pessoa, supondo que será valorizado por isso. Provavelmente, quase nenhum forista escreve para os homens lerem, ele escreve imaginando que a garota irá ler. Ninguém faz rir sem querer rir.
:chocado: Neste ponto eu só posso falar por mim, pois não sei como os demais confrades pensam. Mas... a minha intenção no fórum é o exato oposto do que foi descrito pelo confrade Dante. Eu não escrevo para as garotas, pois quero ser sincero para mandar meus neutros e negativos. Claro que eu exalto aquelas que me agradam, mas é porque eu quero divulgar boas recomendações. Ou seja, eu escrevo para os confrades lerem, esse foi o meu objetivo ao me cadastrar aqui.

Agora, não serei hipócrita, pois acho que almejo mesmo ser valorizado, ainda que inconscientemente. Por exemplo, quando posto um TD que foi uma roubada e os confrades respondem "Obrigado, Pinstripe! GP riscada da lista!", isso me passa a sensação de dever cumprido. Assim como quando eu posto um TD 10/10 e os confrades agradecem e seguem a minha recomendação. Essa é a valorização que eu busco.

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Brutus
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Re: O limite ético do Marketing via fórum

Mensagem por Brutus »

Pinstripe Potoroo escreveu: 27 Jan 2024, 20:43 Questão realmente polêmica essa, viu? Demorei um pouco para opinar porque estava lendo o tópico desde o início e queria entender como o papo se desenrolou. Mas eu não ficaria de fora porque adoro um debate virtual :sacarstico:

Concordo plenamente com o fato de que uma GP precisa saber usar fóruns como este a favor dela, pois eles podem se tornar ferramentas de Marketing com um retorno absurdo. Não duvido que o relato de certos foristas por aqui seja algo muito bem-vindo para a popularidade de uma moça explodir. Mas eu percebo que o ponto mais problemático desta discussão é: Até que ponto um forista pode receber prioridades sem afetar os clientes "comuns"? :hum:

Creio que é importante eu defender o lado dos bons não-foristas neste debate. Mas já avisando: Não estou falando de sonegadores ou floristas. O "bom não-forista" é aquele putanheiro que se esbalda regularmente na putaria, é um bom cliente, é querido pelas GPs, mas que por qualquer razão que seja não é cadastrado em nenhum fórum como o GP-Arena, seja por desconhecimento ou desinteresse. Eu entendo bem este lado porque raramente eu me identifico como forista para alguém. Na verdade, consigo contar nos dedos das mãos as garotas que sabem que eu posto em fóruns, tanto que já soube de garotas que ficaram super felizes com um TD meu, mas que não conseguem me agradecer pessoalmente porque não sabem quem é o Pinstripe Potoroo.

Posto isso na mesa, consigo discorrer sobre o que penso que seja um dos pontos mais polêmicos do tópico:

Dante escreveu: 19 Nov 2023, 12:34 Remanejar o atendimento de um cliente qualquer para atender o forista que escreve não é nenhum absurdo, não é pecado, é entender que o marketing diferenciado em um quadro de concorrência extrema é o que fará diferença no movimento a médio e longo prazo da garota.
Eu sou da opinião de que a GP tem que prezar bem por qualquer cliente, forista ou não. Concordo que, caso não haja disponibilidade para tal horário, a moça poderia ficar de olho e informar o forista caso abra uma vaga na agenda (o que demonstra boa vontade), mas sou absolutamente contra remanejar qualquer cliente para beneficiar qualquer outro cliente. Mercadologicamente pode até ser uma decisão válida, mas eticamente é um insulto sem tamanho. Assim como não quero ser dispensado por causa de algum forista mais influente, também não quero que a GP dispense ninguém apenas para me atender.

Quando é dito "Remanejar o atendimento de um cliente qualquer para atender o forista", também temos que entender que este "qualquer" pode na verdade ser um ótimo não-forista: Alguém que vê a GP frequentemente, não causa problemas, transa bem, tem um bom papo, dá presentes, dá caixinha, chama para passeios e viagens, etc.. Alguém que é tudo de bom, só não posta TDs. E aí fica para as garotas: Valeria a pena dispensar o melhor não-forista da carteira de vocês em troca de um relato que sim, admito, pode ser útil? E fora que os não-foristas também geram um bom marketing, que é o boca-a-boca (que pode ter bem menos alcance, mas tem a sua eficácia). Resumindo: Só porque um cliente não está no GP-Arena, nem sempre isso significa que ele é um "cliente qualquer".

Agora, se o cliente que já está agendado antes for alguém com um histórico de pisadas de bola ou de situações desagradáveis, aí eu não julgo se a garota resolver trocá-lo por um forista, apenas para dar uma lição no sem noção.

Dante escreveu: 19 Nov 2023, 12:34 Tenho certeza de que o forista que escreve (e ele compõe a minoria de um fórum com milhares de cadastros) realmente escreve para eternizar o momento, mas ele também tem esse trabalho de escrever, de perder esse tempo dedicado a uma outra pessoa, supondo que será valorizado por isso. Provavelmente, quase nenhum forista escreve para os homens lerem, ele escreve imaginando que a garota irá ler. Ninguém faz rir sem querer rir.
:chocado: Neste ponto eu só posso falar por mim, pois não sei como os demais confrades pensam. Mas... a minha intenção no fórum é o exato oposto do que foi descrito pelo confrade Dante. Eu não escrevo para as garotas, pois quero ser sincero para mandar meus neutros e negativos. Claro que eu exalto aquelas que me agradam, mas é porque eu quero divulgar boas recomendações. Ou seja, eu escrevo para os confrades lerem, esse foi o meu objetivo ao me cadastrar aqui.

Agora, não serei hipócrita, pois acho que almejo mesmo ser valorizado, ainda que inconscientemente. Por exemplo, quando posto um TD que foi uma roubada e os confrades respondem "Obrigado, Pinstripe! GP riscada da lista!", isso me passa a sensação de dever cumprido. Assim como quando eu posto um TD 10/10 e os confrades agradecem e seguem a minha recomendação. Essa é a valorização que eu busco.
Confrade, vai por mim, tem diversos pontos refutáveis e contraditórios (alguns sequer fazem sentido) que são o suficiente para colocar sua opinião, justamente mais próxima à do Dante, porém com ótica diferente.

Ex.
"Eu sou da opinião de que a GP tem que prezar bem por qualquer cliente, forista ou não. Concordo que, caso não haja disponibilidade para tal horário, a moça poderia ficar de olho e informar o forista caso abra uma vaga na agenda (o que demonstra boa vontade)"

Pq apenas o forista e não 'qualquer cliente' como exemplificado acima? Que vantagem seria essa?

Vê?!
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Me desculpe pela falta de clareza

Mensagem por Pinstripe Paulistano »

Brutus escreveu: 28 Jan 2024, 01:26 "Eu sou da opinião de que a GP tem que prezar bem por qualquer cliente, forista ou não. Concordo que, caso não haja disponibilidade para tal horário, a moça poderia ficar de olho e informar o forista caso abra uma vaga na agenda (o que demonstra boa vontade)"

Pq apenas o forista e não 'qualquer cliente' como exemplificado acima? Que vantagem seria essa?
Entendi o que você quis dizer, confrade. É que eu escrevi esse exemplo partindo do princípio de que ninguém mais estaria disputando o horário com o forista naquele momento. Tipo, o forista recebeu a mensagem de que a agenda da GP estava cheia, então seria de bom tom se ele recebesse um aviso caso abrisse uma vaga. Mas claro, se outro cliente também perguntou e também está esperando abrir uma vaga, aí não dá pra falar de vantagem ou preferência. Voltamos naquilo que eu disse: O que é melhor para a moça, um forista influente ou um não-forista top?

A mesma lógica se aplica no exemplo do cliente problemático. Eu disse "trocá-lo por um forista" porque até então no meu exemplo eu só tinha incluído o forista na fila de espera. Mas se houverem outros clientes com ele, é preciso ver qual a melhor decisão que a garota tomaria, independente de quem é forista e de quem não é.

Espero ter desfeito a confusão! :cool:
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Re: A ANTIGP

Mensagem por gargamel »

Todo mundo adora um agrado, como já postei, gosta de se sentir especial, se sentir um cliente vip. Mas a verdade é que ser um cliente pagante e limpo (o mínimo pra não avacalhar o rolê) não diferencia nenhum de nós, e ser forista também não é essa diferença toda pras GPs. Ser forista é sim uma diferença pra nós mesmos, que trocamos a informação e damos as dicas das boas e das roubadas pros camaradas.

Esperar (ou pior, exigir) tratamento vip sem ter rolado antes uma intimidade só por ser forista eu acho que é um pouco infantil. Claro que se a gente entra em contanto com duas GPs e uma responde seco e a outra faz questão de te dar atenção e viabilizar o atendimento, nossa preferência vai pra quem tem o pré-atendimento melhor, mas o ônus dessa busca é nossa, dos clientes.

O negócio de remanejar, avisar horário, isso é o trabalho da GP na gestão do seu tempo, dos seus clientes, e não tem muito a ver com a gente. Vai ter momento em que ela vai se tocar que liberou um horário que outro cliente queria marcar, vai ter um momento em que ela já atendeu x pessoas no dia e quer um repouso, tem GP que não liga muito pra gerenciar melhor o tempo dela, e tudo bem.

O que a gente pode exigir e não ser tratado com falta de educação gratuita, ser bem informado quando fazemos perguntas, isso é o mínimo do lado delas. Além disso é bônus
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Re: A ANTIGP

Mensagem por Detonador »

gargamel escreveu: 28 Jan 2024, 13:26 Todo mundo adora um agrado, como já postei, gosta de se sentir especial, se sentir um cliente vip. Mas a verdade é que ser um cliente pagante e limpo (o mínimo pra não avacalhar o rolê) não diferencia nenhum de nós, e ser forista também não é essa diferença toda pras GPs. Ser forista é sim uma diferença pra nós mesmos, que trocamos a informação e damos as dicas das boas e das roubadas pros camaradas.

Esperar (ou pior, exigir) tratamento vip sem ter rolado antes uma intimidade só por ser forista eu acho que é um pouco infantil. Claro que se a gente entra em contanto com duas GPs e uma responde seco e a outra faz questão de te dar atenção e viabilizar o atendimento, nossa preferência vai pra quem tem o pré-atendimento melhor, mas o ônus dessa busca é nossa, dos clientes.

O negócio de remanejar, avisar horário, isso é o trabalho da GP na gestão do seu tempo, dos seus clientes, e não tem muito a ver com a gente. Vai ter momento em que ela vai se tocar que liberou um horário que outro cliente queria marcar, vai ter um momento em que ela já atendeu x pessoas no dia e quer um repouso, tem GP que não liga muito pra gerenciar melhor o tempo dela, e tudo bem.

O que a gente pode exigir e não ser tratado com falta de educação gratuita, ser bem informado quando fazemos perguntas, isso é o mínimo do lado delas. Além disso é bônus
Discordo na parte que vc fala que ser forista não diferencia, não diferencia para Dama que não anuncia aqui no Arena, mas para as que estão aqui diferencia sim, só ver quando vc manda mensagem e não é respondido no ZAP, mas por MP é respondido então diferencia sim para algumas.
Se eu gostasse de Burocracia para fazer sexo, eu casava!
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Re: A ANTIGP

Mensagem por membro »

**Encontrei este texto em um site de faculdade, faz parte de um trabalho de TCC universitário sobre prostituição e fiquei impressionado. O autor fala com propriedade de muitos itens que foram discutidos aqui e confirma muitas teorias que alguns desenvolveram. Segue para leitura. :palmas: :palmas:


"A prostituição brasileira virou fast-food: muito marketing, pouco serviço"


A prostituição no Brasil, que já foi sinônimo de sedução e mistério, virou hoje um triste reflexo da cultura do improviso e da mediocridade. Nunca foi tão fácil encontrar garotas de programa — e nunca foi tão difícil encontrar um atendimento decente. O cliente é tratado como incômodo, a experiência virou uma maratona de má vontade e oportunismo, e o "profissionalismo" se perdeu no caminho.

Segundo um levantamento de uma Universidade, o número de mulheres que se declaram profissionais do sexo cresceu cerca de 30% entre 2019 e 2023. Em tempos de crise econômica e desemprego elevado — com taxas superiores a 8% no último triênio, segundo o IBGE —, a prostituição passou a ser encarada como uma alternativa prática de renda por muitas jovens, principalmente nas grandes cidades.

Na verdade, a garota de programa atualmente não pensa que presta um serviço; ela supõe que presta um favor a quem paga pelo serviço. Um paradoxo. Em vez de enxergar o cliente como a fonte de seu sustento — como ocorre em qualquer relação de prestação de serviços —, muitas adotam uma postura de superioridade e desprezo, como se a relação comercial fosse um fardo a ser suportado.

Outro fenômeno curioso é a farsa das avaliações online. Uma análise recente em sites especializados mostra que mais de 85% das avaliações de acompanhantes são positivas, criando uma ilusão de qualidade que não condiz com a realidade relatada por muitos consumidores.

Ao lermos esse excesso irreal de avaliações positivas, chegamos à conclusão de que a unanimidade dos clientes é burra e covarde. A prostituição é o único serviço que inviabiliza a escolha da profissional por avaliações sinceras, porque os clientes preferem oferecer cinco estrelas sabendo que se contentaram com pouco.

E pobre do cliente que ousar reclamar do serviço em algum site público: correrá o risco de ser duramente esculachado e humilhado pela profissional que o atendeu. Há uma escandalosa falta de bom senso comercial entre as profissionais do sexo. Em vez de reconhecer falhas e buscar a melhoria do serviço — como se espera em qualquer mercado maduro —, muitas preferem atacar o consumidor e perpetuar um ambiente de medo e falsidade.

A profissional do sexo precisa compreender que ela não é uma feminista buscando o sufrágio universal nem pode ser uma prestadora de serviço com sede de vingança e ódio dos clientes. Isso é esquizofrenia. Quem vende serviço, em qualquer área, precisa respeitar seu público. Quem não entende essa regra básica simplesmente destrói seu próprio mercado.

As garotas vendem imagem de desejo e exuberância, mas na vida real entregam desinteresse, pressa e falta de respeito. A pesquisa de uma Associação de Estudos da Prostituição apontou que 54% dos clientes regulares afirmam ter diminuído a frequência dos encontros por insatisfação com o atendimento.

Se prostituir virou moda para quem quer dinheiro rápido sem entender que toda profissão exige esforço, paciência e ética. Resultado: o mercado está saturado de belas vitrines e péssimos produtos.

Se antes havia um certo orgulho na excelência do serviço prestado — ainda que em uma profissão marginalizada —, hoje prevalece a lógica do mínimo esforço pelo máximo ganho. A consequência é previsível: frustração generalizada, banalização das relações humanas e uma prostituição que, em vez de libertar ou empoderar, apenas reproduz os piores vícios da nossa cultura de consumo: aparência sem essência, preço alto sem valor real.
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Jucabar
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Re: A ANTIGP

Mensagem por Jucabar »

Dante escreveu: 28 Abr 2025, 15:14 **Encontrei este texto em um site de faculdade, faz parte de um trabalho de TCC universitário sobre prostituição e fiquei impressionado. O autor fala com propriedade de muitos itens que foram discutidos aqui e confirma muitas teorias que alguns desenvolveram. Segue para leitura. :palmas: :palmas:


"A prostituição brasileira virou fast-food: muito marketing, pouco serviço"


A prostituição no Brasil, que já foi sinônimo de sedução e mistério, virou hoje um triste reflexo da cultura do improviso e da mediocridade. Nunca foi tão fácil encontrar garotas de programa — e nunca foi tão difícil encontrar um atendimento decente. O cliente é tratado como incômodo, a experiência virou uma maratona de má vontade e oportunismo, e o "profissionalismo" se perdeu no caminho.

Segundo um levantamento de uma Universidade, o número de mulheres que se declaram profissionais do sexo cresceu cerca de 30% entre 2019 e 2023. Em tempos de crise econômica e desemprego elevado — com taxas superiores a 8% no último triênio, segundo o IBGE —, a prostituição passou a ser encarada como uma alternativa prática de renda por muitas jovens, principalmente nas grandes cidades.

Na verdade, a garota de programa atualmente não pensa que presta um serviço; ela supõe que presta um favor a quem paga pelo serviço. Um paradoxo. Em vez de enxergar o cliente como a fonte de seu sustento — como ocorre em qualquer relação de prestação de serviços —, muitas adotam uma postura de superioridade e desprezo, como se a relação comercial fosse um fardo a ser suportado.

Outro fenômeno curioso é a farsa das avaliações online. Uma análise recente em sites especializados mostra que mais de 85% das avaliações de acompanhantes são positivas, criando uma ilusão de qualidade que não condiz com a realidade relatada por muitos consumidores.

Ao lermos esse excesso irreal de avaliações positivas, chegamos à conclusão de que a unanimidade dos clientes é burra e covarde. A prostituição é o único serviço que inviabiliza a escolha da profissional por avaliações sinceras, porque os clientes preferem oferecer cinco estrelas sabendo que se contentaram com pouco.

E pobre do cliente que ousar reclamar do serviço em algum site público: correrá o risco de ser duramente esculachado e humilhado pela profissional que o atendeu. Há uma escandalosa falta de bom senso comercial entre as profissionais do sexo. Em vez de reconhecer falhas e buscar a melhoria do serviço — como se espera em qualquer mercado maduro —, muitas preferem atacar o consumidor e perpetuar um ambiente de medo e falsidade.

A profissional do sexo precisa compreender que ela não é uma feminista buscando o sufrágio universal nem pode ser uma prestadora de serviço com sede de vingança e ódio dos clientes. Isso é esquizofrenia. Quem vende serviço, em qualquer área, precisa respeitar seu público. Quem não entende essa regra básica simplesmente destrói seu próprio mercado.

As garotas vendem imagem de desejo e exuberância, mas na vida real entregam desinteresse, pressa e falta de respeito. A pesquisa de uma Associação de Estudos da Prostituição apontou que 54% dos clientes regulares afirmam ter diminuído a frequência dos encontros por insatisfação com o atendimento.

Se prostituir virou moda para quem quer dinheiro rápido sem entender que toda profissão exige esforço, paciência e ética. Resultado: o mercado está saturado de belas vitrines e péssimos produtos.

Se antes havia um certo orgulho na excelência do serviço prestado — ainda que em uma profissão marginalizada —, hoje prevalece a lógica do mínimo esforço pelo máximo ganho. A consequência é previsível: frustração generalizada, banalização das relações humanas e uma prostituição que, em vez de libertar ou empoderar, apenas reproduz os piores vícios da nossa cultura de consumo: aparência sem essência, preço alto sem valor real.
Só achei essa visão muito generalista; fora isso, realmente foi um brilhante trabalho mesmo 👍👏👏👏👏.
O MEU MAIOR ESTÍMULO SEXUAL É O ORGASMO DE UMA MULHER
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onlyhaters
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Re: A ANTIGP

Mensagem por onlyhaters »

Dante escreveu: 28 Abr 2025, 15:14 **Encontrei este texto em um site de faculdade, faz parte de um trabalho de TCC universitário sobre prostituição e fiquei impressionado. O autor fala com propriedade de muitos itens que foram discutidos aqui e confirma muitas teorias que alguns desenvolveram. Segue para leitura. :palmas: :palmas:


"A prostituição brasileira virou fast-food: muito marketing, pouco serviço"


A prostituição no Brasil, que já foi sinônimo de sedução e mistério, virou hoje um triste reflexo da cultura do improviso e da mediocridade. Nunca foi tão fácil encontrar garotas de programa — e nunca foi tão difícil encontrar um atendimento decente. O cliente é tratado como incômodo, a experiência virou uma maratona de má vontade e oportunismo, e o "profissionalismo" se perdeu no caminho.

Segundo um levantamento de uma Universidade, o número de mulheres que se declaram profissionais do sexo cresceu cerca de 30% entre 2019 e 2023. Em tempos de crise econômica e desemprego elevado — com taxas superiores a 8% no último triênio, segundo o IBGE —, a prostituição passou a ser encarada como uma alternativa prática de renda por muitas jovens, principalmente nas grandes cidades.

Na verdade, a garota de programa atualmente não pensa que presta um serviço; ela supõe que presta um favor a quem paga pelo serviço. Um paradoxo. Em vez de enxergar o cliente como a fonte de seu sustento — como ocorre em qualquer relação de prestação de serviços —, muitas adotam uma postura de superioridade e desprezo, como se a relação comercial fosse um fardo a ser suportado.

Outro fenômeno curioso é a farsa das avaliações online. Uma análise recente em sites especializados mostra que mais de 85% das avaliações de acompanhantes são positivas, criando uma ilusão de qualidade que não condiz com a realidade relatada por muitos consumidores.

Ao lermos esse excesso irreal de avaliações positivas, chegamos à conclusão de que a unanimidade dos clientes é burra e covarde. A prostituição é o único serviço que inviabiliza a escolha da profissional por avaliações sinceras, porque os clientes preferem oferecer cinco estrelas sabendo que se contentaram com pouco.

E pobre do cliente que ousar reclamar do serviço em algum site público: correrá o risco de ser duramente esculachado e humilhado pela profissional que o atendeu. Há uma escandalosa falta de bom senso comercial entre as profissionais do sexo. Em vez de reconhecer falhas e buscar a melhoria do serviço — como se espera em qualquer mercado maduro —, muitas preferem atacar o consumidor e perpetuar um ambiente de medo e falsidade.

A profissional do sexo precisa compreender que ela não é uma feminista buscando o sufrágio universal nem pode ser uma prestadora de serviço com sede de vingança e ódio dos clientes. Isso é esquizofrenia. Quem vende serviço, em qualquer área, precisa respeitar seu público. Quem não entende essa regra básica simplesmente destrói seu próprio mercado.

As garotas vendem imagem de desejo e exuberância, mas na vida real entregam desinteresse, pressa e falta de respeito. A pesquisa de uma Associação de Estudos da Prostituição apontou que 54% dos clientes regulares afirmam ter diminuído a frequência dos encontros por insatisfação com o atendimento.

Se prostituir virou moda para quem quer dinheiro rápido sem entender que toda profissão exige esforço, paciência e ética. Resultado: o mercado está saturado de belas vitrines e péssimos produtos.

Se antes havia um certo orgulho na excelência do serviço prestado — ainda que em uma profissão marginalizada —, hoje prevalece a lógica do mínimo esforço pelo máximo ganho. A consequência é previsível: frustração generalizada, banalização das relações humanas e uma prostituição que, em vez de libertar ou empoderar, apenas reproduz os piores vícios da nossa cultura de consumo: aparência sem essência, preço alto sem valor real.
O corporativismo das gps e o pelasaquismo dos foristas inibem avaliações honestas. Acho que até a falta de tato ao se criticar também ajuda a colocar a culpa no forista que negativa. Bom, é um mercado que favorece ganhar dinheiro mesmo prestando um serviço ruim até pela sua natureza discreta.
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gargamel
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Re: A ANTIGP

Mensagem por gargamel »

Jucabar escreveu: 28 Abr 2025, 15:26
Dante escreveu: 28 Abr 2025, 15:14 **Encontrei este texto em um site de faculdade, faz parte de um trabalho de TCC universitário sobre prostituição e fiquei impressionado. O autor fala com propriedade de muitos itens que foram discutidos aqui e confirma muitas teorias que alguns desenvolveram. Segue para leitura. :palmas: :palmas:


"A prostituição brasileira virou fast-food: muito marketing, pouco serviço"


A prostituição no Brasil, que já foi sinônimo de sedução e mistério, virou hoje um triste reflexo da cultura do improviso e da mediocridade. Nunca foi tão fácil encontrar garotas de programa — e nunca foi tão difícil encontrar um atendimento decente. O cliente é tratado como incômodo, a experiência virou uma maratona de má vontade e oportunismo, e o "profissionalismo" se perdeu no caminho.

Segundo um levantamento de uma Universidade, o número de mulheres que se declaram profissionais do sexo cresceu cerca de 30% entre 2019 e 2023. Em tempos de crise econômica e desemprego elevado — com taxas superiores a 8% no último triênio, segundo o IBGE —, a prostituição passou a ser encarada como uma alternativa prática de renda por muitas jovens, principalmente nas grandes cidades.

Na verdade, a garota de programa atualmente não pensa que presta um serviço; ela supõe que presta um favor a quem paga pelo serviço. Um paradoxo. Em vez de enxergar o cliente como a fonte de seu sustento — como ocorre em qualquer relação de prestação de serviços —, muitas adotam uma postura de superioridade e desprezo, como se a relação comercial fosse um fardo a ser suportado.

Outro fenômeno curioso é a farsa das avaliações online. Uma análise recente em sites especializados mostra que mais de 85% das avaliações de acompanhantes são positivas, criando uma ilusão de qualidade que não condiz com a realidade relatada por muitos consumidores.

Ao lermos esse excesso irreal de avaliações positivas, chegamos à conclusão de que a unanimidade dos clientes é burra e covarde. A prostituição é o único serviço que inviabiliza a escolha da profissional por avaliações sinceras, porque os clientes preferem oferecer cinco estrelas sabendo que se contentaram com pouco.

E pobre do cliente que ousar reclamar do serviço em algum site público: correrá o risco de ser duramente esculachado e humilhado pela profissional que o atendeu. Há uma escandalosa falta de bom senso comercial entre as profissionais do sexo. Em vez de reconhecer falhas e buscar a melhoria do serviço — como se espera em qualquer mercado maduro —, muitas preferem atacar o consumidor e perpetuar um ambiente de medo e falsidade.

A profissional do sexo precisa compreender que ela não é uma feminista buscando o sufrágio universal nem pode ser uma prestadora de serviço com sede de vingança e ódio dos clientes. Isso é esquizofrenia. Quem vende serviço, em qualquer área, precisa respeitar seu público. Quem não entende essa regra básica simplesmente destrói seu próprio mercado.

As garotas vendem imagem de desejo e exuberância, mas na vida real entregam desinteresse, pressa e falta de respeito. A pesquisa de uma Associação de Estudos da Prostituição apontou que 54% dos clientes regulares afirmam ter diminuído a frequência dos encontros por insatisfação com o atendimento.

Se prostituir virou moda para quem quer dinheiro rápido sem entender que toda profissão exige esforço, paciência e ética. Resultado: o mercado está saturado de belas vitrines e péssimos produtos.

Se antes havia um certo orgulho na excelência do serviço prestado — ainda que em uma profissão marginalizada —, hoje prevalece a lógica do mínimo esforço pelo máximo ganho. A consequência é previsível: frustração generalizada, banalização das relações humanas e uma prostituição que, em vez de libertar ou empoderar, apenas reproduz os piores vícios da nossa cultura de consumo: aparência sem essência, preço alto sem valor real.
Só achei essa visão muito generalista; fora isso, realmente foi um brilhante trabalho mesmo 👍👏👏👏👏.
Achei generalista quando fala em garotas de programa, mas achei restrita quando foca no setor de sexo pago. Tudo bem que como TCC foi o mercado que ele fez a pesquisa, mas se trocarmos "garota de programa" pra um sem número de diferentes profissões do setor de serviços, creio que a sensação seria a mesma.
Lá, lá, lálá lá lá, lá, lálá, lá lá
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Café
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Re: A ANTIGP

Mensagem por Café »

gargamel escreveu: 28 Abr 2025, 16:04
Jucabar escreveu: 28 Abr 2025, 15:26
Dante escreveu: 28 Abr 2025, 15:14 **Encontrei este texto em um site de faculdade, faz parte de um trabalho de TCC universitário sobre prostituição e fiquei impressionado. O autor fala com propriedade de muitos itens que foram discutidos aqui e confirma muitas teorias que alguns desenvolveram. Segue para leitura. :palmas: :palmas:


"A prostituição brasileira virou fast-food: muito marketing, pouco serviço"


A prostituição no Brasil, que já foi sinônimo de sedução e mistério, virou hoje um triste reflexo da cultura do improviso e da mediocridade. Nunca foi tão fácil encontrar garotas de programa — e nunca foi tão difícil encontrar um atendimento decente. O cliente é tratado como incômodo, a experiência virou uma maratona de má vontade e oportunismo, e o "profissionalismo" se perdeu no caminho.

Segundo um levantamento de uma Universidade, o número de mulheres que se declaram profissionais do sexo cresceu cerca de 30% entre 2019 e 2023. Em tempos de crise econômica e desemprego elevado — com taxas superiores a 8% no último triênio, segundo o IBGE —, a prostituição passou a ser encarada como uma alternativa prática de renda por muitas jovens, principalmente nas grandes cidades.

Na verdade, a garota de programa atualmente não pensa que presta um serviço; ela supõe que presta um favor a quem paga pelo serviço. Um paradoxo. Em vez de enxergar o cliente como a fonte de seu sustento — como ocorre em qualquer relação de prestação de serviços —, muitas adotam uma postura de superioridade e desprezo, como se a relação comercial fosse um fardo a ser suportado.

Outro fenômeno curioso é a farsa das avaliações online. Uma análise recente em sites especializados mostra que mais de 85% das avaliações de acompanhantes são positivas, criando uma ilusão de qualidade que não condiz com a realidade relatada por muitos consumidores.

Ao lermos esse excesso irreal de avaliações positivas, chegamos à conclusão de que a unanimidade dos clientes é burra e covarde. A prostituição é o único serviço que inviabiliza a escolha da profissional por avaliações sinceras, porque os clientes preferem oferecer cinco estrelas sabendo que se contentaram com pouco.

E pobre do cliente que ousar reclamar do serviço em algum site público: correrá o risco de ser duramente esculachado e humilhado pela profissional que o atendeu. Há uma escandalosa falta de bom senso comercial entre as profissionais do sexo. Em vez de reconhecer falhas e buscar a melhoria do serviço — como se espera em qualquer mercado maduro —, muitas preferem atacar o consumidor e perpetuar um ambiente de medo e falsidade.

A profissional do sexo precisa compreender que ela não é uma feminista buscando o sufrágio universal nem pode ser uma prestadora de serviço com sede de vingança e ódio dos clientes. Isso é esquizofrenia. Quem vende serviço, em qualquer área, precisa respeitar seu público. Quem não entende essa regra básica simplesmente destrói seu próprio mercado.

As garotas vendem imagem de desejo e exuberância, mas na vida real entregam desinteresse, pressa e falta de respeito. A pesquisa de uma Associação de Estudos da Prostituição apontou que 54% dos clientes regulares afirmam ter diminuído a frequência dos encontros por insatisfação com o atendimento.

Se prostituir virou moda para quem quer dinheiro rápido sem entender que toda profissão exige esforço, paciência e ética. Resultado: o mercado está saturado de belas vitrines e péssimos produtos.

Se antes havia um certo orgulho na excelência do serviço prestado — ainda que em uma profissão marginalizada —, hoje prevalece a lógica do mínimo esforço pelo máximo ganho. A consequência é previsível: frustração generalizada, banalização das relações humanas e uma prostituição que, em vez de libertar ou empoderar, apenas reproduz os piores vícios da nossa cultura de consumo: aparência sem essência, preço alto sem valor real.
Só achei essa visão muito generalista; fora isso, realmente foi um brilhante trabalho mesmo 👍👏👏👏👏.
Achei generalista quando fala em garotas de programa, mas achei restrita quando foca no setor de sexo pago. Tudo bem que como TCC foi o mercado que ele fez a pesquisa, mas se trocarmos "garota de programa" pra um sem número de diferentes profissões do setor de serviços, creio que a sensação seria a mesma.
Lembra da úlma vez que não deu 5 estrelas no uber, no iffod, na pesquisa depois da compra da farmácia?
"Haja café!"
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Re: A ANTIGP

Mensagem por onlyhaters »

Café escreveu: 28 Abr 2025, 16:39
gargamel escreveu: 28 Abr 2025, 16:04
Jucabar escreveu: 28 Abr 2025, 15:26
Dante escreveu: 28 Abr 2025, 15:14 **Encontrei este texto em um site de faculdade, faz parte de um trabalho de TCC universitário sobre prostituição e fiquei impressionado. O autor fala com propriedade de muitos itens que foram discutidos aqui e confirma muitas teorias que alguns desenvolveram. Segue para leitura. :palmas: :palmas:


"A prostituição brasileira virou fast-food: muito marketing, pouco serviço"


A prostituição no Brasil, que já foi sinônimo de sedução e mistério, virou hoje um triste reflexo da cultura do improviso e da mediocridade. Nunca foi tão fácil encontrar garotas de programa — e nunca foi tão difícil encontrar um atendimento decente. O cliente é tratado como incômodo, a experiência virou uma maratona de má vontade e oportunismo, e o "profissionalismo" se perdeu no caminho.

Segundo um levantamento de uma Universidade, o número de mulheres que se declaram profissionais do sexo cresceu cerca de 30% entre 2019 e 2023. Em tempos de crise econômica e desemprego elevado — com taxas superiores a 8% no último triênio, segundo o IBGE —, a prostituição passou a ser encarada como uma alternativa prática de renda por muitas jovens, principalmente nas grandes cidades.

Na verdade, a garota de programa atualmente não pensa que presta um serviço; ela supõe que presta um favor a quem paga pelo serviço. Um paradoxo. Em vez de enxergar o cliente como a fonte de seu sustento — como ocorre em qualquer relação de prestação de serviços —, muitas adotam uma postura de superioridade e desprezo, como se a relação comercial fosse um fardo a ser suportado.

Outro fenômeno curioso é a farsa das avaliações online. Uma análise recente em sites especializados mostra que mais de 85% das avaliações de acompanhantes são positivas, criando uma ilusão de qualidade que não condiz com a realidade relatada por muitos consumidores.

Ao lermos esse excesso irreal de avaliações positivas, chegamos à conclusão de que a unanimidade dos clientes é burra e covarde. A prostituição é o único serviço que inviabiliza a escolha da profissional por avaliações sinceras, porque os clientes preferem oferecer cinco estrelas sabendo que se contentaram com pouco.

E pobre do cliente que ousar reclamar do serviço em algum site público: correrá o risco de ser duramente esculachado e humilhado pela profissional que o atendeu. Há uma escandalosa falta de bom senso comercial entre as profissionais do sexo. Em vez de reconhecer falhas e buscar a melhoria do serviço — como se espera em qualquer mercado maduro —, muitas preferem atacar o consumidor e perpetuar um ambiente de medo e falsidade.

A profissional do sexo precisa compreender que ela não é uma feminista buscando o sufrágio universal nem pode ser uma prestadora de serviço com sede de vingança e ódio dos clientes. Isso é esquizofrenia. Quem vende serviço, em qualquer área, precisa respeitar seu público. Quem não entende essa regra básica simplesmente destrói seu próprio mercado.

As garotas vendem imagem de desejo e exuberância, mas na vida real entregam desinteresse, pressa e falta de respeito. A pesquisa de uma Associação de Estudos da Prostituição apontou que 54% dos clientes regulares afirmam ter diminuído a frequência dos encontros por insatisfação com o atendimento.

Se prostituir virou moda para quem quer dinheiro rápido sem entender que toda profissão exige esforço, paciência e ética. Resultado: o mercado está saturado de belas vitrines e péssimos produtos.

Se antes havia um certo orgulho na excelência do serviço prestado — ainda que em uma profissão marginalizada —, hoje prevalece a lógica do mínimo esforço pelo máximo ganho. A consequência é previsível: frustração generalizada, banalização das relações humanas e uma prostituição que, em vez de libertar ou empoderar, apenas reproduz os piores vícios da nossa cultura de consumo: aparência sem essência, preço alto sem valor real.
Só achei essa visão muito generalista; fora isso, realmente foi um brilhante trabalho mesmo 👍👏👏👏👏.
Achei generalista quando fala em garotas de programa, mas achei restrita quando foca no setor de sexo pago. Tudo bem que como TCC foi o mercado que ele fez a pesquisa, mas se trocarmos "garota de programa" pra um sem número de diferentes profissões do setor de serviços, creio que a sensação seria a mesma.
Lembra da úlma vez que não deu 5 estrelas no uber, no iffod, na pesquisa depois da compra da farmácia?
O exemplo que tu deu é bom porque esses app dificultam você dar uma nota abaixo da máxima. Você tem que marcar caixinhas com justificativas para tal. Ou seja, você tem que estar empenhado em derrubar a nota de alguém.
À Procura da Metida Perfeita
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