Na hipótese dela ter se tornado gp enquanto mantinha um relacionamento comigo: Eu ficaria chateado pelo fato de ela não ter abordado o assunto no início, visto eu ser um cara que preza um bom diálogo.
Caso ela já fosse gp e começamos a nos envolver sem eu saber da profissão: Ela iria me contar e eu iria rir, não dela mas com ela. Provavelmente ela enxergaria esse segredo como uma “fraqueza”, algo que eu poderia usar para a afetar de forma negativa, contudo não é essa pessoa que eu sou, eu só quero ser livre e me divertir enquanto posso.
Dito isso, em nenhum dos dois casos eu iria me afastar por uma mulher ser gp, convivemos no meio de tantas por quê precisaríamos as tratar com desigualdade? Problema mesmo é a morte, quebra de confiança, o resto a gente ajeita, somos todos feitos de carne e osso afinal.
Eu citei relacionamento e não namoro, com certeza iria propor um pacto de confiança o qual eu ficaria chateado se ela me escondesse algo importante do dia a dia, eu prezo pela cumplicidade.
Aprendi com um certo libertino que a vida é curta e so vivemos uma vez. Não posso deixar julgamentos alheios impedir o que eu acredito que me faça feliz, eu já trouxe gp para casa, e se der mole eu levo para almoço de família sim



"Eu tenho aversão à perfeição! Se algo for perfeito, não há nada acima disso. Não haveria espaço para criação, significa que não poderíamos usar a inteligência ou talento!"