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03 de fevereiro de 2018 às 21:02
Prezados Confrades,
Não esperava fazer um td tão cedo. Porém, no dia em questão surgiu um tempo livre que não estava previsto.
Então, como não tinha nada melhor para fazer, pensei: “Ah, vou na ônix e quem sabe?”
Como talvez alguns de vocês podem se lembrar, minha última experiência na casa não foi boa. E repito, não pela casa, que penso ser A REFERENCIA das casas de massagem do Centro. E se não for, deveria ser.
O problema foi o atendimento. E, também, o mimimi posterior...
Mas, apesar de que, como diria a Magda: “águas passadas , tanto bate até que fura...” (rs...), resolvi ir mesmo assim, tentando pensar que da última vez tive azar e que agora poderia ser diferente.
Mas, como a decepção é diretamente proporcional à expectativa, preferi também não esperar muito. Além disso, como disse, não fui desta vez por carência, mas sim mais por ociosidade.
Na pior das hipóteses, seria a mesma coisa. Na melhor, teria uma experiência diferente.
Então lá fui eu...
Pré-Atendimento
Como já esperado, o pré-atendimento da Ônix é uma maravilha. Não tem nem mais palavras para elogiar, pois acho que todas já foram usadas por todos os foristas que lá estiveram.
Cheguei um pouco antes da hora de abrir, mas me disseram que seria bem-vindo se chegasse, pois, depois das 10h, já teria algumas meninas por lá.
Cheguei e fui recebido na porta pela Anita. Menina simpática, com um sorriso bonito. Já foi me levando a uma cabine próxima, naquela discrição costumeira da casa.
Foi a primeira vez que fui na casa nova. Eles estão mesmo de parabéns.
Está com um ar mais moderno, pois a antiga, embora não faltasse em nada em infraestrutura, já tinha ares de ser um pouquinho antiga. O ar condicionado central no ponto certo não deixa ninguém penar com o calor, o que é muito importante nesta cidade.
Também achei a cabine com bom design e a ducha estava numa pressão muito boa de água. Sabonete líquido, toalha ensacada. Enfim, o padrão ônix de qualidade de sempre. Só a cama que era um pouco baixa, o que só percebi no meio do td. Da próxima vez, peço para ficar numa que tenha tatame.
Outro detalhe é que, como estão no Edifício Central, não tem ascensorista no elevador. Então, é só partir para o abraço, sem dar satisfação a ninguém.
Na apresentação, primeiro veio a Anita, depois a Jessica, a Bruna, a Bárbara e a Thalita. Como esta última foi a única que disse que faria atendimento completo (guardem este detalhe), foi a escolhida por mim. As outras foram bem simpáticas e são muito bonitas também. Mas, só faltavam se agruparem e dizer em uníssono: “Só não faço anal”.
Não me lembro se ela disse se cobrava taxa para o anal, mas não sei porque, esqueci agora deste detalhe.
A menina
Loira, linda, linda mesmo...Com corpo bem proporcional, com linda bunda redonda, os seios pareciam bem grandes no tamanho certo. Não está mais com o aparelho e está com um sorriso mais bonito que nas fotos. Tem umas tatuagens, mas nada que polua muito sua beleza.
Ela me pareceu tímida no início, principalmente, pois seus olhos fugiam dos meus. Mas, depois se mostrou simpática, falante e alegre. Mas, não foi carinhosa. E vocês sabem que isso é um ponto muito importante para mim. Mas, como fui com as expectativas baixas, também não me importei muito com isso desta vez.
O Atendimento
Fui para a ducha para a higiene habitual e, logo depois, fico sentado na cama esperando a menina. Como demorou um pouquinho, bati levemente na porta, pelo lado de dentro, para avisar que eu já estava pronto.
Logo que chegou, começou a tirar a roupa e vi que estava com uma calcinha bem cavada, que realçava mais ainda sua traseira formosa.
Mas, não teve iniciativa de me beijar. Falou para eu deitar na cama de frente, e foi o que fiz.
Ela começou um oral muuuuuito gostoso, começando lambendo as bolas e logo que ele subiu começou aquele delírio de oral que ela faz. Muito molhado, babado e com calma. Às vezes, lambendo ele e às vezes colocando na boca. Enquanto ela chupava, eu acariciava as mãos dela que estavam apoiadas na cama. E não tinha como eu não gemer.
Ela tinha uma técnica muito aprimorada mesmo! Ela fazia algo que massageava o garoto na boca dela, mantendo apenas uma parte dele na boca, o que deixava tresloucado... Desnecessário é dizer que tive que segurar para não queimar a largada. Afinal, pretendia poder comer aquela bunda maravilhosa.
Ela, então pegou a camisinha e falou que achava que o meu membro, provavelmente, iria “expulsar” a camisinha, pois ele tem a base assim e assim e a ponta assado e assado.
Pelo jeito que ela falava, parece que tem tanta experiência que poderia escrever uma “Enciclopédia do Braúlio” em alguma dia no futuro. Impressionante...
Ela colocou ele na frente, mas sentada de costas para mim, o que foi delicioso demais. Ficava alisando e apertando a bunda dela enquanto ela quicava. Porém, a experiência dela mostrou-se apurada mesmo, pois a camisinha começou a sair.
Então, paramos e ela voltou a flautear. Não tenho palavras para descrever o que sentia. Quando falei que gostava quando ela massageava ele com a boca, aí que ela fazia mais. Porém, tive que ficar novamente segurando para não queimar, pois, como disse, ainda tinha minhas pretensões.
Ela estava o tempo todo ainda com o top. Como os seios pareciam ser gostosos, pedi para beijá-los um pouco, mas ela falou que teria feito uma cirurgia no seio e que preferia que não. Perguntei se tinha colocado silicone, mas disse que não, mas sim que tinha tirado um cisto.
Acho que isso é compreensível, mas...a questão é: Por que não me falou disso no interrogatório? Me senti um pouco enganado, mas não ia ficar concentrado nisso na hora. Além disso, a questão da cirurgia é compreensível...
Até que num momento, colocamos outra camisinha, mas, desta vez, a camisinha ficou saindo com mais facilidade. Ela perguntou se que queria de 4, o que é perguntar se um peixe gosta de nadar...
A cama não dava altura. Então, fui também para a cama, mas a camisinha ficou saindo mesmo. E aí teria que ser por vias alternativas.
Pensei em ficar em pé, enquanto ela esperava os filhotes chegarem. Mas, mudei de idéia...
E, como diz o grande poeta: “Aí foi que o barraco desabou!”.
Pedi para ela ficar em pé e a gente ficar se beijando, enquanto eu finalizava as coisas.
Porém, ela titubeou um pouco e eu perguntei: “Você não beija na boca?”. A resposta instintiva dela foi: “Não” (pensei: “Holy crap on a cracker!). Só faltou um: “Há! Pegadinha do Mallandro, iéié!”. Então, falei: “É por isso que antes perguntei o que você fazia e não fazia”.
Aí ela falou que seria porque ela estaria com gosto de café na boca. Bem, que bom que ela falou que estava com gosto de café e não de “leite”, pois, naquela altura do campeonato, meu não seria...kkkkkk. Mas, a gente poderia fazer um espresso na boca dela, quentinho, não? Kkkkk...
“Pode isso, Arnaldo?”, ao que outro Arnaldo, o Bispo, diria: “Está lá escrito no livro de Pronômios, capítulo 1, versículo 20: ‘Não ocultarás nenhum detalhe no interrogatório!’” kkkkk....ah, demantos!...kkkkk
Agora falando sério...para começar, isso seria uma desculpa das piores. Além disso, se ela pensa que isso seria um obstáculo, porque não fez algo a respeito antes do td. E, para arrematar a questão, lembrem-se que ela, no início, disse que o atendimento dela era completo, não foi? Ela tem todo o direito de não querer beijar, mas avisa antes, cara!
Voltando para a narrativa...Falei a ela que não me importava. Então, ela levantou e veio para o beijo. Quando aproximei a boca, ela refugou por um microssegundo, mas beijou. E o beijo não foi ruim não, foi bom (Já tive melhores e já tive piores), mas foi muito breve.
Então, com uma mão, eu mexia nele, e a outra eu enchi da bunda dela e fiquei apertando. Às vezes, beijei o ombro dela, mas não teve maiores efeitos nela. Ela ficou beijando meu peito, enquanto eu jorrava.
O pós
Como gozei bastante, ela teve que pegar mais papel toalha, se ausentando um pouco da cabine. Mas, ela demorou um pouco, pois disse que estava com dificuldade para pegar, o que, a princípio, é factível.
Depois voltou e falou para eu deitar de costas e começou a massagem. A massagem até que foi boa. Não foi um primor de técnica, mas também não foi uma “espalha-creme”. Além disso, a massagem é um ponto secundário. E também, foi neste momento em que conversamos mais. Falamos sobre frivolidades da vida, e, neste momento, até que foi simpática e relativamente alegre.
Depois, que ela acabou, ela disse que ia lavar a boca. Pode até ser que ela tenha demorado a voltar por fila no banheiro (apesar de que tinha um chuveiro ali, né?) ou por ter que usar um colutório. Porém, como foi a 2ª ausência e, com demora, não gostei. Mas, como falei, também não fiquei pervo da vida, pois já tinha ido desta vez com baixas expectativas.
Fui para o chuveiro para tirar o creme e finalizar o atendimento, até porque ainda que faltasse mais tempo (o que provavelmente não estaria), eu já sabia que daquele mato não sairia mais nada e também não estava mais fazendo questão...
Como minha primeira toalha já estava usada, bati novamente na porta, e pedi uma 2ª toalha, o que ela trouxe depois. Aí perguntei se era só isso e ela disse que viria novamente para me buscar e levar até a porta.
Me vesti e fiquei esperando ela voltar. Quando voltou, perguntou antes se a barra estava limpa para que eu saísse. Como estava, me levou até a porta, dois beijinhos na bochecha e rua...
Conclusão
Como falei, não foi com muitas expectativas. Mas, algumas coisas são necessárias que se digam.
Em primeiro lugar, o atendimento da equipe da Ônix e o novo espaço estão de parabéns, como sempre e não se espera que seja diferente.
Além disso, não tenho como negativar o relato, porque, tecnicamente falando, ela foi excepcional. Aquele oral vai ficar na minha mente por um tempo. A sentada foi sensacional e ela ficou bastante tempo chupando. Não tem como dizer que ela não teria se esforçado ou ficado com frescuras em relação ao oral ou à penetração em si. Outra coisa que é boa, é que ela é muito linda mesmo! (Apesar das controvérsias sobre isso nos relatos dos confrades, eu a achei linda mesmo)
Entretanto, também não dá para positivar, pois, o fato de não ter beijado mais, ter dito inicialmente que não beijaria, etc, etc...foi uma bola fora do tipo: “Bandeirantes, ooooo canal do esporte!”
Além disso, a questão das ausências (que não foi uma só) que não foram breves. Se foram propositais ou não, não sei. Não vou ficar pensando nisso, para não me aborrecer e não criar mais polêmica (da outra vez foi um saco!).
E, claro, não tem como não falar da falta de carinho. Porém, fico aqui pensando: “Será que é uma questão de diferença na proposta de trabalho das meninas da Ônix?” Pois, se for uma incongruência das minhas expectativas com o tipo de atendimento delas, então, tá explicado.
Isto, pois, a menina realmente se esforçou bastante no oral e etc. Também sorria bastante e pareceu simpática. Por que então o carinho não foi condizente com o resto? Talvez seja isto...
Além disso, é fato público que as meninas da ônix, em geral, massageiam bem, fazem um oral do outro mundo (Devem ter pós-doutorado na área, rs....), a casa é tão bem estruturada, tão bem organizada, tão discreta. Ou seja, os donos e funcionários, com certeza, se preocupam com detalhes e com alto padrão de qualidade.
Se lá tivesse recebido carinho, aí o lugar ia ficar perfeito e acho que teria que arranjar um outro emprego só para bancar as idas à Ônix...rs
Além da minha carência habitual (que não estava nem tão presente neste dia, como já falei), acho que fiquei muito mal acostumado com a Bruna Mello, a Fernanda e a Rayka. Fazer o quê? Rs...
Então, apesar do padrão maravilhoso de qualidade da Ônix, só devo voltar lá se, no futuro, ler alguns td’s dizendo sobre alguma menina que seja carinhosa também. Se não, na melhor das hipóteses, só terei repetecos com outras já mencionadas ou desbravamentos.
Um abraço a todos e até a próxima.
Eu, Sempre Carente, e desta vez...fiquei na mesma....rs....
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