09 de Junho de 2025 às 13:49
PRINCESINHA DO ANAL
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Princesinha do Anal – A deusa do centro que transcende o óbvio
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Relato 1
Tô atrasado nos TDs, eu sei, confrades. Mas agora venho fazer justiça.
Aqui vai um mix real das minhas experiências com a Princesinha do Anal — uma mulher que não é só GP: é presença, é energia, é transcendência.
Já sai no passado com algumas GPs nao muitas desde que eu to no RIO h[a 4 anos, mas depois da Princesinha, esqueci de todas.
Tem algo nela que vai além da beleza: ela te olha e te atravessa.
O atendimento acontece no centro do RJ. Lugar discreto, limpo, com cheirinho de incenso e perfume.
Ela abre a porta com um sorriso doce e um corpo que é poesia em carne viva: coxas fortes, cintura marcada, bunda empinada, pele dourada.
Rosto de boneca — com ou sem maquiagem.
Os beijos? Não são beijos de GP. São de mulher que quer te possuir.
De língua, com pegada, mordidinhas no queixo, no pescoço, com olho no olho. E aí, a coisa começa.
O oral é de outro planeta. Ela ajoelha, olha pra cima com aquele olhar de fêmea alfa, pega com firmeza, vai fundo… gosminha escorrendo, barulho molhado, língua vibrando. Te provoca, para, dá risada e solta:
“Tô só começando, amor…”
Às vezes entramos no 69. E foi explosivo.
Enquanto ela gemia de leve na minha boca, eu gemia com a dela em volta de mim. Gozei ali mesmo, sem filtro, com ela por cima, me olhando com tesão puro.
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Relato 2
Teve uma vez que fiquei só na punheta, deitado no colo dela, com ela acariciando minha careca e dizendo baixinho:
“Goza batendo pra sua índia… goza gostoso…”
Não deu pra segurar. Joguei tudo ali, entre os dedos dela.
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Relato 3 – O Squirt Inesquecível
Em outras vezes, ela me fez testemunha do squirt.
E não foi qualquer um. Foi aquele que molha a alma.
Cheguei e fui recebido com aquele olhar malicioso, salto alto, vestido sexy, pronta pra me virar do avesso.
Os beijos foram intensos. Logo me joguei na cama, e ela desceu — me chupando com aquela boca quente, molhada, firme.
Subi ela por cima e começamos o 69.
Ela se ajeitou com o bumbum no meu rosto, quicando levinho enquanto eu lambia cada pedacinho. O gosto, o cheiro, a entrega…
Ela gemia com a boca presa no meu pau.
E então aconteceu: ela gemeu alto, segurou firme… e veio um jato quente direto na minha boca. Squirt real.
Me molhou inteiro.
Caiu de lado rindo, dizendo:
“Você me fez gozar assim, amor…”
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Relato 4 – Quando o carinho vira tesão
Outro dia, já na chegada, aquele beijo quente, sem pressa.
Carícias longas. Ela lambeu meu peito, mordeu meu abdômen, e foi pro oral — devagar.
A língua dela dança, a boca engole, o ritmo enlouquece.
Mas o ápice veio depois:
Ela deitou comigo, cabeça no meu peito, e começou a sussurrar no meu ouvido:
“Goza pra mim, vai… bate gostoso… imagina minha boquinha te chupando…”
Ela só tocava, falava, olhava. Eu me entreguei. Careca arrepiada.
Gozei forte. Ela me abraçou e disse:
“É isso. Homem que se entrega assim, eu guardo.”
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Relato 5 – TD Bônus: O dia em que ela me fez gozar sem meter
Cheguei com fogo, achando que ia meter com força. Mas ela já tinha outro plano.
Me recebeu com vestido simples, de quem vai na rua comprar pão — e sem calcinha.
Me beijou devagar, me deitou e ficou por cima, só passando os dedos no meu corpo.
Sussurrou:
“Hoje você não vai meter… hoje vai me sentir.”
Ela mordeu meu pescoço, passou a unha na pele, esfregou o corpo, provocou.
A mão dela no meu pau, devagar. Eu tentava subir, ela não deixava.
“Vai batendo devagar… imagina minha bundinha… imagina minha boca…”
Gozei forte, sem meter. Só com o toque, o cheiro, o comando.
Ela sorriu, beijou minha testa e disse:
“Hoje eu que comandei. E você amou.”
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Relato Bônus 2 – O dia em que ela me leu por inteiro
Já conheço a Princesinha do Anal faz tempo. Foram mais de quinze encontros — e cada um parece escrito com uma caneta diferente.
Mas teve um dia… um específico… ach que foi o penultimo ha 2 semanas atr[as , que foi diferente de todos.
Ela me recebeu daquele jeito que só ela sabe: olhar de malícia mansa, sorriso de canto de boca e um vestido leve sensual, colado no corpo, que deixava tudo à imaginação — e ao mesmo tempo, nada.
Entramos sem palavras. O beijo veio de cara, com língua e mordida.
A mão dela já foi pra minha nuca, puxando com firmeza.
Eu sabia: ela ia comandar tudo aquela noite.
deppis de algumas conversas como semrpe para me sentor mais a vontade, como se eu precisa heehehe, com ela me sinto em casa , me deitou devagar. Subiu por cima. Começou a me provocar com o quadril, dançando na sala para mim com a bunda e quadril que deixa qualquer sambista com inveja , e ficou la me provocando perto de mim sem tirar a roupa.
Só fricção, respiração, olhar.
ai nao teve como agrarrei ela forte em pe mesmo.
Falava baixinho:
“Hoje você vai ser meu brinquedo, amor…”
Foi aí que ela deu um tapa na minha cara. Rápido, preciso.
Não foi agressão — foi domínio com desejo.
Meu corpo inteiro reagiu.
Ela sentiu. Sorriu. E disse:
“Você gosta disso, né? Eu sabia…”
A partir dali, a vibe mudou. Ela passou os dedos pelo meu rosto como quem lê um mapa secreto.
Desceu devagar, com o oral molhado e profundo que só ela sabe fazer.
Me chupava com o olhar preso no meu.
Não era sexo. Era ritual.
Teve um momento em que ela me perguntou no ouvido:
“Quer que eu te leve até onde ninguém mais levou?”
Eu só balancei a cabeça.
Ela se levantou, virou de costas, empinou… e veio sentando bem devagar no meu rosto.
Sim. Me deu o presente de novo.
Me molhou inteiro.
Mas o auge foi quando, já com os corpos suados, ela se deitou do meu lado, colocou a cabeça no meu peito, e ficou em silêncio por alguns segundos.
Só escutando meu coração.
Então falou:
“Eu gosto quando você se entrega sem medo. Quando você deixa eu ver quem você é de verdade…”
E foi isso.
Não teve penetração
Gozei batendo uma e ela me dando tampinhas na cara , e ela falando:
" vai cachorro safado goza para sua princesa , vai que quero ver o quanto vc me quer e eu te domino, vc é meu!!!! vai gozar sem colocar esse pauzao em mim , de castigo , vai ser sem sexo hoje, so na punhetinha safado ,vc é meu para sempre ...."
EXPLUDI EM GOZO!!!!!!
Teve algo maior: conexão, entrega e verdade.
Alguns chamam isso de fetiche.
Outros, de loucura.
Eu chamo de intimidade rara.
Porque só quem já foi lido por ela entende: a Princesinha do Anal não transa com o corpo.
Ela transa com a alma — e depois beija tua testa como se te perdoasse por ter amado tanto.
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Resumo da Princesinha do Anal:
Não é GP comum.
É experiência de alma e corpo.
A Princesinha não entrega só prazer — ela acolhe.
Não é pra quem quer só sexo. É pra quem quer vivência, presença, alma.
Já saí com ela mais de 15 vezes em 3 meses.
E cada encontro vale mais que muitos finais de semana com outras.
Se você marcar com ela…
Seja homem. Seja respeitoso. Seja presente.
Porque ela é Princesa.
Mas na cama… é Rainha.