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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
De todo modo, acho legítimo começar pelo encontro mais recente, que foi, sem dúvidas, o mais marcante. Aconteceu em 10/2, no AA37, às 19h30.
Princesinha: o que dizer dessa dama?
Que ela é divina, apenas. Aqui na Grécia, cultuávamos Afrodite, e essa moça certamente seria uma hieródula, sacerdotisa fiel da deusa — a deusa do misticismo erótico, da luxúria, do tesão descontrolado; aquela que seduziu Ares, o viril, cruel e impiedoso deus da guerra.
E aqui já vai um indicativo do perfil da moça: ela gosta de lenha, de ferro, de marretada firme.
Mas vamos com calma, senhores... Quando cheguei lá, a indiazinha estava com um vestidinho todo apertadinho, desenhando as curvas exuberantes do corpinho-violão que ela ostenta. Mexia o quadril pra lá e pra cá, num rebolado francamente hipnotizante. Dava pra ver a popa da bundinha deliciosa que ela tem. Nessa hora, o Cajado de Hermes já despertou firme lá embaixo.
Começamos a nos beijar lentamente, sem pressa, à meia-luz. Desci a mão naquela raba e comecei a alisar. Pouco a pouco fui intensificando as carícias: primeiro a mão boba, depois os apertões, em seguida os tapas e, por último, os arranhões.
Levantei o vestidinho dela e já fui acariciando a bucetinha gostosa, sentindo tudo, inclusive os pelinhos bem aparadinhos, que são uma graça à parte.
Joguei a moça na cama e começamos um oral gostoso. Fui chupando a xota dela lentamente, até chegar no grelinho... Cinco minutos depois, a casta donzela já tava roçando a buceta com a força de cinco Titãs na minha boca. E eu lá, só me esbaldando... A filha da puta gozou gostoso, soltou o melzinho, o néctar dos deuses, na minha boca. Em seguida, me mamou gostoso. Uma delícia.
Relaxamos um pouco. Ela é extremamente cativante, tem uma personalidade generosa e gentil. É uma companhia agradável, uma presença amena, um verdadeiro docinho.
Papo vai, papo vem... E aí, no meio dessa conversinha toda, a danada me solta, vermelhinha de timidez, que tinha fetiche de dominação — queria ser a filhinha pervertida do papai malvado. Freud explica...
A filha da puta fez eu me deslocar da Grécia pro interior da Amazônia. Deixei de ser filósofo pra virar cacique. Aí não prestou...
Pus a mão na xota da moçoila, e ela estava encharcada. Partimos pra amassos loucos. Ela subiu em cima de mim, me beijando loucamente e esfregando a buceta na minha pica com muita vontade. Dei um tapão na bunda dela, coloquei a danada de bruços e introduzi o Cajado de Tupã lentamente no botãozinho dela.
— É assim que você quer que o papai te trate, né?!
— Sim, papai! Come meu cuzinho, papai!
— É, mas tem que tomar cuidado, sua mãe tá chegando e vai descobrir.
— Mamãe vai descobrir que eu tô dando o cuzinho pro senhor, papai?
—Vai!
— E o que ela vai fazer, papai? Vai ficar braba?
— Ela vai te castigar: vai te chupar gostoso, e eu vou meter a pica no cu dela também, que era uma putinha e dava pro seu avô.
(Como podem ver, sou bastante democrático: nunca faço acepções arbitrárias na hora de distribuir piroca.)
— E qual dos dois cuzinhos você prefere: o meu ou o da mamãe?!
— O seu, claro!
E toma-lhe estocada violenta, sem pena, agora com a gata de quatro.
Momentos depois, ela começou a me boquetar bonito à beira da cama, babando e melando a minha caceta todinha. Bati com a pica na cara dela, porque a mocinha mereceu.
— Você fica dando pra tudo que é indiozinho quando eu não tô vendo, né?!
— Sim, papai, só penso em rola!
— Então toma a rola do papai, sua piranha; engole a vara.
— Ai, papai, chega!
— Chega nada, sua cachorra! A gente tá só começando. Quem é o cacique que manda nessa porra toda?!
— É você, papaizinho!
E toma-lhe surra de pica. Inclinei a donzela na escada, pressionei a cabeça dela contra o degrau e continuei a sessão de xingamentos, estocadas e porradas na indiazinha Tainá (agora já bem crescidinha.)
Nesse momento, Princesinha era uma mênade: havia sido tomada pelas forças mais primitivas da natureza, estava em êxtase selvagem.
Terminei o serviço, fiz a higiene e me arrumei pra sair. A maledetta me ofereceu mais beijos e também chocolate. Antes de sair, dedei a bucetinha dela de novo.
— Você é muito safado, né, amor?
— Mas é claro!
Lambi os dedos embebidos de nectar floral e nos despedimos.
Normalmente, contratamos as damas da noite pra realizarem nossas fantasias mais íntimas, mas aqui a lógica se inverteu: eu é que tive o privilégio de satisfazer os desejos sórdidos dessa senhorita.
Um camarada comparou nossa querida manauara à princesa Pocahontas. Pois eu acho que, se estivesse na antiguidade, ela seria Cleópatra, Filha de Ísis, Rainha do Egito.