Todo mundo aqui sabe que moro em Niterói. Um belo dia, tinha um trabalho na capital e meu irmão, que faz faculdade na FGV, me pediu uma carona de volta e perguntou se podia trazer uma amiga dele que também mora por aqui. Concordei, pois de fato não havia problema algum.
Quando parei na porta da FGV para pegá-los, quase engasguei com o próprio ar. Ao lado do meu irmão estava uma visão. Loira natural, daquelas com cabelo de sol, olhos verdes que pareciam esmeraldas e leves sardas sobre um nariz delicado. O corpo era magro, esguio, mas com curvas sutis e um bronzeado de praia que deixava a pele dourada. Um filezinho daqueles que faz qualquer homem sentir orgulho alheio. Na hora, pensei: "Meu irmão tem mais sorte do que eu imaginava".
Mas a vida gosta de pregar peças. No papo durante o caminho, descobri que não só ele não pegava ela, como a deusa tinha dono. A aliança de noivado no dedo brilhava como uma sirene de alerta, mas também de desafio. O papo, inicialmente descontraído, migrou para o lado profissional. Meu irmão, sem querer, soltou uns pontos sobre minha carreira sólida no ramo do comércio exterior. Foi aí que os olhos verdes da loira se acenderam com um interesse que ia além da educação.
Deixei meu irmão na casa dos nossos pais em Icaraí e, como o destino (e o trânsito) quis, segui sozinho com ela, já no banco da frente ao meu pedido, para a Região Oceânica. A energia dentro do carro mudou completamente. O ar ficou pesado, elétrico. Ela se mostrou desesperada por uma oportunidade na área, falou das dificuldades para pagar a FGV, do pai divorciado, do noivo... ah, o noivo. Um cara formado em direito que não passava na OAB e, segundo ela, estava se tornando um peso morto.
Foi a deixa perfeita. Olhei fundo naqueles olhos verdes e disse, com uma voz mais baixa e intencional: "Uma princesa como você merece ter o mundo aos seus pés." Ela corou, desviou o olhar, mas um sorriso pequeno e safado surgiu nos lábios. Foi quando uni o útil ao agradável. Propus uma entrevista com um amigo meu para o dia seguinte, às 10h. O brilho nos olhos dela foi instantâneo. E então, veio a parte crucial: "Tudo na vida tem um preço."
A resposta dela não veio em palavras. Veio no toque suave, mas decidido, da mão dela sobre minha coxa, bem ao lado do câmbio. Graças a H'shem por carros automáticos. Perguntei, com a voz já um pouco rouca, se ela podia se atrasar para casa. A resposta, um "não tenho hora" sussurrado, foi o meu sinal verde. Virei o volante e tomei o caminho do Status Motel.
Aquela garota magrinha e delicada se transformou numa fera assim que a porta da suíte se fechou. Avançando com os lábios sobre os meus, a língua procurando a minha com uma fome que me surpreendeu. Quando viu a suíte com piscina, seus olhos verdes brilharam. "Nunca transei na água", ela disse, com um misto de timidez e tesão.
Ela não era a mais experiente, mas a vontade supria qualquer técnica. Me chupou como se sua vida dependesse disso, e eu retribui o tratamento lambendo cada centímetro daquele corpo dourado. A buceta era lisinha, rosada, com alguns fiapos loiros que realçavam a pele clara. Camisinha e então veio a surpresa: as magrinhas sabem sentar. Ela cavalgou no meu pau com uma energia que me deixou tonto, gemendo e se contorcendo como uma gata no cio. Depois, a meti de quatro e precisei me segurar com unhas e dentes para não gozar. Foi quando ela lembrou da piscina.
Na água, a coisa ficou ainda mais selvagem. Ela tentou me mamar submersa, emergindo tossindo e rindo, falando que não tinha fôlego o suficiente para aquilo. Depois, se apoiou na borda da piscina, de costas para mim, e ofereceu o que eu mais queria naquele momento. "Me fode", ela pediu. Não deu. Tirei a camisinha e entrei nela por trás, pele na pele. A sensação foi tão incrível, tão quente e apertada, que eu quase gozei na mesma hora. Ela gemeu alto, gozando quase instantaneamente, o corpo tremendo nos meus braços.
Foi quando a ideia mais safada me visitou. "Cuzinho?", perguntei, já levando a ponta do meu pau para o lugar proibido. Ela riu, olhando para trás sobre o ombro. "Safado. Aí não é o lugar de botar."
Perguntei se ela já tinha dado. A resposta foi um "sim, mas faz tempo e não gostei". Aí veio o meu argumento de vendedor: "Mas na piscina você nunca tentou." A relutância dela era visível, mas a curiosidade e o tesão falaram mais alto. Fui devagar, a água ajudando a lubrificar e a deixá-la mais solta. Quando meu pau entrou completamente naquele cu apertadíssimo, um gemido longo e profundo escapou de sua garganta. Eu a segurava pelos braços, cheirando seu cabelo, sentindo cada centímetro daquele corpo se entregando.
Agarrei seu cabelo na nuca, levantei-a um pouco para melhorar o ângulo, me apoiei na borda e sussurrei no seu ouvido: "Agora aguenta, puta."
O que se seguiu foram os gemidos mais sujos e deliciosos que já ouvi. Cada investida mais forte era respondida com um "ai, seu merda" ou "me arromba, seu filho da puta". Era música para os meus ouvidos. Não aguentei por muito tempo e enchi o cu dela de porra, enquanto ela xingava e se contorcia de prazer.
A noite mal tinha começado. Pedimos jantar, conversamos, e partimos para o round dois. Confessei minha maior tara: ver uma mulher engolindo minha porra. Ela fez uma leve careta, dizendo que tinha nojo quando tentava com o noivo.
Bem, não sei o que o noivo dela come ou bebe, mas até o final da noite, minha loirinha secreta bebeu cada gota de porra armazenada no meu saco. Ainda comentou: "A sua é doce e sem cheiro. A do meu noivo fede a água sanitária e é salgada, não dá pra engolir igual a sua".
Longe de ser um especialista, mas aceitei o elogio. Dei a ela R$ 500 para ajudar com a faculdade, que ela aceitou sem hesitar. No dia seguinte, cumpri minha palavra e a levei para a entrevista.
Nos adicionamos nas redes sociais, trocamos algumas mensagens, e ela conseguiu a vaga de estágio. Isso foi no final de agosto. O mês está acabando, e a pergunta que fica é: a minha loirinha secreta da FGV vai querer um repeteco, ou eu fui apenas um degrau útil na escada social dela?
Como diria o velho Maquiavel: "É um duplo prazer enganar o enganador."
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Segue abaixo foto dela borrada/desfocada para evitar a identificação, mas que vai ajudar a elucidar os amigos foristas sobre a princesa devassa que ainda atiça meus sonhos, mesmo estando acordado.




